A história do inicio da jornada de GeraldofRivia chega ao NintendoSwitch com o lançamento de Thronebreaker.
Combinando o melhor da exploração com narrativa e poder de escolha você irá acompanha a Rainha Meve e sua guerra contra Nilfgaard.
O porte para Switch traz conteúdos especiais: itens, trilha sonora oficial, arte conceitual e uma mapa de Líria com anotações, confira aqui.
Disponível pela NintendoeShop, esse lindo jogo da saga TheWitcher da CDPROJEKTRED está pronto para você. Aventure-se nos Reinos do Norte e dê uma moeda para seu bruxo.
A LigaLatina de MortalKombat realizada no final do mês passado, dias 25 e 26 de janeiro, coroou Wellington de Castro o “Konqueror“. Diretamente de Mogi das Cruzes, São Paulo, teremos um competidor na FinalKombat2020 em Chicago, Illnois (EUA).
O brasileiro teve um caminho árduo recuperando-se da chave de repescagem e derrotando o colombiano Euphoring na grande final latina. Em entrevista Konqueror comenta que o nível da competição no Brasil e na America Latina cresceu devido ao incentivo e aos campeonatos realizados, como a ProKompetition realizada na BGS2019 e a Liga Latina.
Confira a lista completa dos jogadores classificados para o FinalKombat 2020:
• SonicFox (EUA)
• BC Dragon (EUA)
• CGL NinjaKilla_212 (EUA)
• NASR Tekken Master (Bahrein)
• PXP A F0xy Grampa (Inglaterra)
• AF DizzyTT (Inglaterra)
• UYU Deoxys (EUA)
• PG Hayatei (Canadá)
• UYU Rewind (EUA)
• END Scar (EUA)
• CGL Tweedy (EUA)
• Noble Kombat (EUA)
• LOK Nivek (Grécia)
• D2-Stabs (Canadá)
• Liga Latina Winner – Konqueror249 (Brasil)
• Last Chance Qualifier Winner (7 de março)
Para você fã de MortalKombat, o FinalKombat 2020 ocorrerá nos dias 7 e 8 de março. Então prepare-se para ver grandes lutas e dar o apoio ao nosso representante. O FinalKombat conta com 16 jogadores vencedores da temporada regular e mais um jogador do LastChanceQualifier do dia 7 de março. Não perca!
A Disney não está para brincadeira quando o assunto é live-action (filmes originalmente em animações e passados para atuações humanas). Depois dos longas como Cinderella, A Bela e a Fera e Malévola, a gigante do entretenimento resolveu investir em um dos seus clássicos de 1992, Aladdin, a história do jovem que encontrou a lâmpada mágica e virou príncipe para viver seu grande amor.
O longa, assim como a maior parte dos novos live-action, optou por mudar algumas coisas da animação original, desde o roteiro até as músicas. Se você é um grande fã do filme, é possível que fique confuso com alguma das letras, e até mesmo com as reviravoltas. Na minha opinião, Aladdin foi o filme dessa leva que mais alterou o roteiro, tornando-se uma peça muito diferente do desenho dos 90.
Aladdin e Jasmine
Nesse longa o protagonismo é dividido entre Aladdin e Jasmine (ou Jasmim), já que as mudanças do roteiro focaram principalmente na jovem que luta pela liberdade de ir e vir, além de governar seu povo sem a necessidade de se casar.
Antes da estreia, a maior parte da audiência estava tensa com o gênio, interpretado por Will Smith. No desenho original, aquele que deu voz (e inspiração) ao gênio animado não foi nada menos do que Robin Williams, e foi tão emblemático que ninguém sabia como Smith conseguiria se igualar, ou até mesmo superar. Outro grande problema foi quanto ao CGI, que – apesar dos constantes investimentos – já havia sofrido críticas severas em produções anteriores.
Apesar dos efeitos especiais não terem me incomodado, e eu ter achado a atuação da maior parte do elenco muito boa, confesso que faço parte do grupo que se mostrou decepcionado com as adaptações do roteiro. É difícil conceber o filme falando de assuntos como a liberdade feminina, e independência, quando estamos em um musical com tantas cenas de humor – não só isso – como temos toda uma segunda história passando por trás.
Mudanças e Adaptações
A Jasmine é o grande foco desse filme, porém, o Aladdin ainda é quem da voz a história, parecendo que há duas tramas muito separadas que não se conversam bem. O vilão, Jafar, um clássico no desenho é totalmente apagado nesse filme, e acaba por decepcionar também.
Uma coisa que me incomodou também, principalmente no final, foi as cenas de dança e luta, onde as mesmas foram aceleradas para dar uma sensação de maior destreza, porém, acabou ficando péssimo aos olhos, e bastante desnecessário.
Ao ver Aladdin eu me senti vendo uma das produções televisivas da Disney, e não um longa-metragem milionário.
Apesar de não ser uma decepção total, o filme desaponta os fãs mais chatos que nem eu, e se perde em alguns momentos. Não é um filme ruim, apenas esquecível. Porém, quando pensamos em novas gerações, eu acredito que é uma ótima oportunidade de apresentar para as crianças um pouco dos nossos heróis de infância, além de promover a diversidade com um elenco variado e fiel a lenda/história original de Mil e Uma Noites.
Shihori lançou seu primeiríssimo self-cover album (gravando ela mesma as músicas que havia escrito para outras vozes e regravando as que ela mesma cantava numa nova versão), pra comemorar seu décimo aniversário como uma compositora de músicas de anime!
No Japão, SHIHORISM foi lançado no dia 25 de Dezembro de 2019, mas o lançamento mundial acontecerá em 7 de Fevereiro de 2020 para as principais plataformas digitais.
A cantora, compositora, pianista e atriz Shihori começou lá em 2007 com um contrato com a então Lantis (hoje BANDAI NAMCO Arts) com o single chamado TSUBASA, que foi encerramento do anime Kishin Taisen Gigantic Formula (na época, ela se apresentava como Sena).
Ela compõe e canta para filmes, jogos, comerciais de TV e animes, sendo alguns deles Don’t think. Feel!!! (encerramento de Fairy Tail), Millenario (encerramento de The Irregular at Magic High School) e músicas escritas para artistas j-pop, como Hatsukoi Cider cantado pelo grupo Buono! E também seishunFu para o grupo Momoiro Clover Z (música que foi tema do filme “The Curtain Rises”). Além de ter entrado para os Charts da Oricon, e de ter recebido o Disco de Ouro por ter vendido 100.000 CDs!!!
As sete músicas do álbum SHIHORISM foram arranjadas em uma versão totalmente acústica e gravadas com músicos que ela conheceu em Nova York. Com formação em música clássica e Anime Classics dos anos 80, o álbum apresenta uma perspectiva nova e única que combina livremente vários elementos de pop, rock, clássica e jazz.
Shihori vive Nova York desde janeiro de 2018 em busca de seu projeto intitulado “Share the American Dream Project”. Ela lançou seu 1º EP, Angel in the Garden (2018), seu 1º single, Let me go (2019) e 2º single intitulado Jungle-Cyber Mix- (2019). Ela já se apresentou em casas de show e convenções em todo os EUA, enquanto continua a escrever novas músicas para artistas japoneses.
A editora Shueisha e a Viz (que é a responsável pela publicação da Shonen Jump) no ocidente, lançaram o aguardado Death Note: Special One-Shot. E para a alegria de todos, o capítulo já pode ser lido e foi disponibilizado de forma totalmente gratuita.
Para conferir, basta acessar a página da publicação no site da Shueisha ou então usar o aplicativo oficial Manga Plus, disponível para Android e iOS. Vale lembrar que o capítulo se encontra em inglês.
A nova história, escrita e ilustrada pelos autores originais (Tsugumi Ohba e Takeshi Obata), conta com 87 páginas e se passa depois dos acontecimentos do mangá original.
A Respawn Entertainement traz hoje a nova temporada de Apex Legends. Com o intuito de aprofundar a história do jogo, a nova temporada além de comemorar 1 ano de aniversário traz uma enxurrada de novidades.
As TerrasErmas traz com orgulho o campeão do povo, aquele que com carisma e força promete se tornar o campeão de Apex. Jimmie ‘Forge’ McCormick, é ex-campeão do HyperFightning e patrocinado pela HammondRobotics, confira o trailer ‘Íntimo e Pessoal’:
Contudo o novo personagem da temporada é Revenant, o assassino que está na cola dos campeões da Hammond. A vingança tomará as terras ermas e com ela novos conteúdos no jogo. Skins, armas e recompensas são o começo e o estopim para o modo competitivo.
Com a Apex Legends Temporada 4 – Assimilação, a Respawn apresenta uma variedade de novos recursos e alterações na Apex Legends, incluindo:
Mapa Atualizado – Confins do Mundo foi abalado por um gigantesco trator da Hammond Robotics que rompeu a Capital City, criando fissuras e vazando lava por toda a arena. Uma análise de todas as alterações que estão chegando ao Confins do Mundo pode ser encontrada aqui.
Nova arma – Encontre e equipe a Sentinela, o rifle de precisão com carga mecânica especial, dando aos jogadores e jogadoras a liberdade de personalizar seus tiros – como a recarga de tiros de lenta a rápida.
Battle Pass– Os jogadores e jogadoras podem adquirir mais de 100 itens exclusivos, incluindo skins lendárias, pacotes Apex, telas de carregamento, pacotes de música e muito mais.
Série Ranqueada 3 – Aprimore habilidades e obtenha reconhecimento com a Série Ranqueada 3 com uma série de três meses dividida em dois – cada uma com uma reinicialização suave. Para os jogadores e jogadoras que estão subindo no ranking competitivo, a Série Ranqueada 3 apresenta o Nível Master, um novo nível entre Diamond e Apex Predator. Mais detalhes sobre a Série 3 das Ligas Ranqueadas podem ser encontrados aqui.
Lute para ser o melhor de Apex na sua plataforma e mostre que nem mesmo o espirito da vingança pode te vencer! ApexLegends é gratuito para PlayStation4, XboxOne e PC (Origin).
Fala sucolinos! Vamos com a sequência de Blacksad – Volume 1: Algum lugar em meio às sombras, em mais uma obra prima de Juanjo Guarnido e Juan Diáz Canales publicado pela editora SESI-SP, com Blacksad – Volume 2: Arctic Nation. E já adianto minha opinião: superou a primeira aventura!
Conspiração, Amizade, Tensão e Suspense
Basicamente, estas são as palavras-chave que melhor define Arctic Nation, com um chamado da aventura logo nas primeiras páginas onde temos John Blacksad em uma busca de uma criança desaparecida. E nessa, o que parece ser uma trama linear, desenvolve para um emaranhado de conspirações e sociedades extremistas retratadas brilhantemente pela dupla de artistas.
A tensão Noir se esparrama pela neve e clima frio dos cenários, onde temos o primeiro personagem secundário importante da saga, o repórter investigativo – muito atrevido, por sinal – Weekly. É muito interessante como os dois acabam “se conhecendo” e vendo que mesmo em posições diferentes, possuem muito em comum, principalmente na vontade de resolver casos e crimes em aberto.
Desenvolvimento do Mundo
Diferente do primeiro volume onde “senti” uma ênfase maior em retratar as diferentes características e tipo de antropomorfismo das personagens, o roteirista buscou expandir o mundo em Arctic Nation.
Além das características climáticas denotadas numa composição sublime da arte de Guarnido, uma parte dos animais também são escolhidos de forma temática, como Urso Branco, engrandecendo a imersão diretamente com o leitor. Tudo isso casa perfeitamente nos tons de cores escolhidos e garante cenas de clímax com contrastes espetaculares!
Dois Lados Extremos
As referências histórico-sociais estão de volta, e ainda mais efervescente – em comparação ao debut. Arctic Nation trata além da Questão Racial, a problemática das ideologistas extremistas (até alusões a Ku Klux Klan), aqui, liderado por dois grupos: dos Animais Brancos e dos Animais Pretos.
Dentre toda a investigação que segue um padrão thriller policial, o desenvolvimento abre janelas de compreensão com o leitor, não somente com as personagens em questão, mas também no “teste de história e memória”, onde você deverá se perguntar em um determinado momento “já vi isso aqui” e “já ouvi algo sobre isso”.
A cereja do bolo fica com o humor ácido e característico do protagonista felino, permeando a linha tênue do Politicamente Correto, o que achei de uma inteligência incrível – e notável – já que leva uma carga imensa de informação em pouco mais de 50 páginas.
Resolução Inteligente
Outro fator para que eu ache esta obra ainda mais superior que a anterior, é de como trabalham bem o “discurso de resolução do crime”, que diferentemente de grande parte da Indústria Quadrinista (e até Cinematográfica), Canales traz uma reflexão pomposa sobre tudo o que se passou durante a leitura e traz surpresas plausíveis.
Com um cuidado editorial rebuscado e caprichado, é gratificante ter uma obra na íntegra como esta no Brasil. A leitura continuará, pois John Blacksad se meterá em muitas aventuras ainda…
Título: Blacksad Vol. 2 Autor: Juan Díaz Canales Ilustrador: Juanjo Guarnido Tradução: Miguel Del Castillo Editora: SESI-SP / SITE OFICIAL Páginas: 56 Ano: 2017 ISBN: 9788550405421
O mês do Carnaval chegou e com ele um sorteio bacanudo! O Suco de Mangá vai sortear um (01) volume de Silvestre, da Darkside Books, válido apenas para nossos seguidores do Instagram.
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Nosso ganhador terá 48 horas para entrar em contato para enviar os dados e endereço, caso contrário será feito um novo sorteio.