Segundo o perfil do co-presidente da Activision Blizzard Studios no LinkedIn, Nick van Dyk, um anime em pré-produção está sendo renderizado para ser lançado mundialmente pela Netflix.
Nick, que já foi produtor de Skylanders Academy, série original Netflix, também revela que “desenvolveu e vendeu uma série animada para a franquia Overwatch“. Entretanto, este não está claro se é mais uma animação para o game ou uma obra para o sistema de streaming.
Ainda não há maiores informações, e qualquer atualização, postamos por aqui!
Há mais de 25 anos praticando o jogo de cartas, ele terminou na primeira colocação no entre os 16 melhores jogadores do planeta, levando pra casa a maior premação da história do Magic: US$ 300 mil dólares (algo próximo dos R$ 1,3 milhão).
Paulo Vitor, que representa o time Tempo Storm, joga desde 1996, e já conquistou diversos títulos, entre eles o bicampeonato do Pro Tour – além de ter sigo conquistar a alcunha de “Melhor Jogador do Ano” em 2016.
Para quem acaba de chegar ao Japão, uma das maiores surpresas que se pode ter é como o lixo é meticulosamente separado. Existem dias específicos de coleta para cada tipo de resíduo, bem como várias exceções e jeitos diferentes de descarte, é quase preciso fazer um doutorado para jogar o lixo fora. Como funciona o Sistema de Reciclagem no Japão?
Separando o Lixo
Quando você se muda para uma casa no Japão, você precisa pesquisar o regulamento para a separação do lixo da sua cidade e especificamente do seu bairro. Existe um local especial para você colocar seu lixo, o shusekijo, onde geralmente tem uma rede azul que serve para impedir que os corvos rasguem as sacolas, bem como uma placa informando que aquele é o local do lixo e o horário que o caminhão do lixo passa.
Além disso, você não pode usar aquelas de mercado ou lojas para jogar o lixo fora, é preciso comprar um saco de lixo transparente, que é o único aceito para colocar o lixo, não, nada de preto ou azul como tem no Brasil. Você também não pode colocar o tipo de lixo errado fora do dia especificado, se isso acontecer, o lixo será devolvido para você, eles literalmente colocam a sacola de lixo dentro da entrada do seu prédio.
Além das regras básicas quanto ao manuseio que expliquei acima, é preciso seguir as regras para cada tipo de lixo.
Existem 3 categorias principais: combustíveis, não combustíveis e recicláveis.
Os combustíveis correspondem a restos de comida, papéis não recicláveis (como fotografias), roupas, sapatos, itens de couro, galhos e folhas. É preciso ter uma atenção especial para não deixar o lixo com líquido acumulado. Quando ao óleo, existem 2 formas de se desfazer, você pode misturar um produto químico, como o katameru tenpuru, que endurece o óleo e ele pode ser descartado nessa categoria, ou você pode coloca-lo em uma garrafa de plástico, mas isso é diferente para cada bairro/cidade.
O lixo não combustível inclui vidro, garrafas com produtos químicos, cerâmica, metais, lâmpadas, baterias e alguns aparelhos domésticos. Em caso de objetos cortantes ou perfurantes, é preciso embalá-los bem e pode ser preciso colocar uma etiqueta escrito kiken (perigo).
Já os recicláveis incluem papéis, papelões, garrafas de plástico, isopor, garrafas de comida e bebida, bandejas de comida e latas. Papéis como papelões, revistas, jornais e caixas devem ser prensados, dobrados e amarrados juntos de acordo com o tipo, também não devem estar molhados. Esses itens não devem estar sujos, caso estejam, devem ser descartados no lixo combustível.
A coisa não para por aí, ainda existe a categoria especial, como móveis, objetos grandes e itens perigosos como baterias de carro, material de construção, tóxicos e etc. Nesse caso, é preciso se registrar por telefone, comprar um ticket para tratamento do lixo e pagar uma taxa, assim o seu lixo será recolhido no dia escolhido. Como alternativa, você pode levar esses itens até um centro de separação de lixo, o local deve ser o especificado pela sua cidade.
Além disso, os estabelecimentos precisam pagar para que a prefeitura recolha o seu lixo. É por isso que nas lixeiras que ficam nas lojas de conveniência e mercados tem uma placa dizendo para você não jogar o lixo da sua casa ali, porque eles pagam por litro.
Apesar de tanta separação de lixo, o Japão ainda tem uma grande cultura de consumismo e desperdício, o que gera muito lixo que nem sempre pode ser reciclado. Um dos maiores problemas quanto a isso no país é o plástico, que é utilizado em quantidades absurdas quando se faz qualquer tipo de compra. Por exemplo, para comprar um queijo, ele vem dentro de um plástico e cada fatia é embalada por outro plástico, sem contar com a sacola.
No ano passado, o governo de Tóquio anunciou seu objetivo de fazer todas as lojas cobrarem uma pequena taxa pelas sacolas de plástico até 2020. Isso diminuiria um debate que existe há anos, que se continua mesmo com a troca dos governos.
Algumas lojas já adotaram a mudança, incluindo mercados como Aeon, Ito-Yokado e OK Store. Outros já são mais relutantes, dizem que querem abraçar a ideia para ajudar o meio ambiente, mas eles tem medo da concorrência com lojas que não adotaram a ideia de cobrar pelas sacolas.
Um dos grandes oponentes à essa ideia são as lojas de conveniência, que se preocupam com a cobrança e isso faria os clientes pensarem duas vezes antes de pararem para comprar uma bebida, lanche ou cigarro. Afinal de contas, poucas pessoas levam sacolas recicláveis (ecobags) quando saem para qualquer lugar.
É um assunto complicado, mas que é necessário para diminuir o impacto ambiental causado pelas sacolas plásticas.
A grande quantidade de lojas de conveniência espalhadas pelo país acaba influenciando muito a indústria para recuar na proibição das sacolas. Essas lojas também são um dos motivos pelo qual o consumo anual de sacolas plásticas per capita de Tóquio ser maior que na maioria dos outros municípios e superior à média da Europa.
As sacolas de plástico são mais difíceis de reciclar já que são feitas de tipos de plástico diferentes e fundidos. Essa é a principal diferença entre elas e as garrafas de PET, que são feitas de um material fácil de reciclar. As sacolas podem ser queimadas, mas nem todos os bairros optam pela queima e essas sacolas que não descartadas corretamente acabam indo parar em rios que desembocam no mar e prejudicam a vida marinha.
Alternativas Ecologicamente Corretas
Além da cobrança pelas sacolas de plástico, existe um esforço para que as pessoas voltem a utilizar um patrimônio cultural japonês muito útil e que pode ajudar o meio ambiente, o furoshiki. O furoshiki consiste na técnica de utilizar um tecido para embrulhar e transportar itens, são realmente bem resistentes. Outra opção são as ecobgas que se popularizado nos últimos anos, mas ainda não são muito vistas para carregar compras de mercado e lojas de conveniência, por exemplo.
Também existe uma campanha de conscientização forte para que as pessoas utilizem garrafas que não sejam descartáveis, como as térmicas, bem como ter os seus próprios hashis para não precisar usar hashis descartáveis na hora da refeição. É uma forma de diminuir o lixo plástico e também de economizar.
Outras formas de amenizar o impacto do lixo no meio ambiente incluem itens feitos com o lixo reciclável e a obtenção de energia através da queima de parte do lixo combustível.
Ontem, 15 de fevereiro, aconteceu a quarta edição do Anime Awards, da Crunchyroll, com Demon Slayer (Kimetsu no Yaiba) vencendo como Anime do Ano.
Além disso, a cerimônia também contou com alguns anúncios de transmissão da plataforma como a 2ª temporada de That Time I Got Reincarnated as a Slime, além dos novos animes So I’m a Spider, So What?, The 8th Son? Are You Kidding Me? e My Next Life as a Villainess: All Routes Lead to Doom!. Todos confirmados para membros do Brasil!
A cada semana Demon Slayer nos surpreende ao alcançar grandes patamares no mundo dos mangás. Alguns semanas atrás a obra alcançou o incrível feito de ser o único mangá a ocupar todas as posições no Top 10 semanal da Oricon. Além de ter ganhado prêmios como melhor mangá do ano, agora a obra alcança mais uma grande marca: Mais de 1 milhão de cópias vendias em apenas uma semana.
O 19º volume do mangá foi lançado na semana passada no Japão e, como esperado, foi sucesso absoluto. De acordo com os números levantados pela Oricon, o capítulo vendeu cerca de 1,3 milhões de unidades em uma única semana.
Este foi o primeiro volume de Demon Slayer a ultrapassar um milhão em apenas sete dias e, vale lembrar, que o feito foi alcançado por apenas outros dois mangás anteriormente: One Piece e Attack on Titan.
Demon Slayer criado por Koyoharu Gotoge, começou a ser publicado em fevereiro de 2016, pela Shonen Jump. A primeira temporada do anime está disponível no Crunchyroll.
Sucogamer, eu fui contratado pela Kindred Aerospace e trago para você exclusivamente meu relatório sobre meus primeiros momentos no planeta ARY-26. Mas não contem nada para ninguém é segredo, há uma grande torre aqui e imagino que há vida inteligente lá dentro.
Journey To The Savage Planet é um jogo de exploração e aventura que envolve as bizarrices interplanetárias com uma comédia ácida.
O seu objetivo é relatar a fauna e flora do planeta ARY-26, mas ao chegar lá a Javelin, sua nave, sofre severos danos.
Então em busca de recursos para restaura-la você terá que se aventurar nas diferentes e exóticas localidades do planeta. Com a ajuda da E.K.O, você deve prestar atenção e resolver enigmas naturais e porque não usar os recursos do planeta contra ele mesmo?
A ambientação do planeta é bem colorida, suas criaturas são fofas, mas algumas meio deselegantes e agressivas, você pode usar GROB, sua comida enlatada, para agrupá-las. Ou jogue a comida em cima dela e veja a natureza seguir a ordem natural.
Você pode melhorar seus atributos comendo uma tipo de glândula laranja local e coletando recursos minerais. Suas habilidades são liberadas e você pode construir novos equipamentos na impressora 3D.
Eu só estou preocupado com que a E.K.O disse, se eu morrer ela consegue fazer um clone meu com minha memórias antigas?
Journey To The Savage Planet foi desenvolvido pela TyphoonStudios e publicado pela 505Games. Aventure-se e seja um pioneiro como eu, a experiencia não é necessária só relatórios diários! Disponível para Playstation4, XboxOne e PC (EpicGamesStore).
É isso mesmo que você leu, o GWENT: The Witcher Card Game está chegando gratuitamente para os dispositivos Androide já tem data de lançamento! Previsto para o dia 24 de março, o jogo de cartas do nosso Geraldão!
GWENT: The Witcher Card Game é um jogo de cartas e estratégia onde as melhores jogadas faz de você um vencedor. Escolha uma das facções e uma de suas estratégias e sobrepuje seu adversário.
Então corra agora para a Google Play e acesse o pré-registro de GWENT além de compartilhar seu progresso com sua conta GoG e/ou iOS.
O Grito de 2020 ainda não supera o de 2004, não surpreende no gênero, contudo alcança o medo e pavor que te prende na cadeira e desvia o olhar, com alguns pontos previsíveis e até um certo exagero gore.
O novo O Grito é um excelente filme para se assistir naquela última sessão do cinema. Você vai desconfiar de toda sombra estranha no caminho, quando voltar para casa.
O público desenvolveu um preconceito por reboots, roteiros ruins, mudança drásticas do original e outros argumentos que tudo que agregar as palavras “reboot” ou “remake” já bate o desprezo, junta com a crise criativa que o terror vive na década, a qual tende a piorar e com isso se têm um dos filmes mais torce-nariz do gênero, pois a carga emocional do filme O Grito lançado em 2004 é pesada e acaba tomando a frente quando se anuncia um reboot.
Pois bem, ele chegou e o medo já tinha começado ao entrar na sessão, e por mais que existia o pessimismo, se torce para ser bom, ser assustador e dar certo, dito e feito, esse novo O Grito não supera o filme de 2004, trás o padrão estados unidenses do gênero terror que se mostra saturado a um bom tempo, porém numa qualidade acima da média, isso têm um nome e chama-se Nicolas Pesce.
O terror vive uma crise sem fim – mas isso é chover no molhado. Há muito tempo não se entrega algo satisfatório do gênero, e o marketing desse filme é preso cem por cento na carga emocional da franquia japonesa, isso é perigosíssimo, é apostar sem ver as cartas que têm na mão.
Entretanto, existe a possibilidade de dar certo, e mesmo com o padrão do gênero saturado, ele entrega uma desconstrução da história que sequencia o filme de 2004, conta várias histórias paralelas e acontecimentos sombrios que amarram todo o mistério da maldição, e o que chama a atenção são os ambientes que se constrói o momento de susto.
Esteticamente, um filme de terror coloca trilhas sonoras, escurece a fotografia e desbota as cores para o momento do susto. Isso foge em alguns pontos nesse filme, não necessariamente terá uma construção da cena que precede o susto e o mesmo vai acontecer, o susto pode vir do nada, até de forma sutil, apenas o aparecimento da assombração ou ela andando em desfoque na cena já causa aquele arrepio e agonia.
De grandes cenas a pequenos detalhes, constrói-se todo o medo e pavor que envolve o longa, tão bem orquestrado que consegue bater o frio na espinha; até as cenas previsíveis conseguem assustar e isso prova que essa árvore ainda dá frutos. Só o roteiro que a fórmula estagnou e dificilmente sairá disso.
A linha temporal é confusa, chega um momento que fica tão perdido que acaba sendo ignorado, mas é ofuscado pelos tons macabros e agoniantes do terror, até as cenas gore começarem a passar dos limites, aquele cenário do corpos carcomidos por vermes, dedos decepados e tudo mais é realmente forte de se ver, mas se acostuma quando visto demais.
Com isso perde os tons de medo e se torna bobo, isso se deteriora até a última cena onde se acontece o final feliz, porém já foi dito, o diretor foi brilhante, e mesmo no fim, ele entrega um dos melhores finais da década em filmes de terror, doa a quem doer, pode dizer que é clichê, mas o modo como foi feito o final foi algo tão impactante que você fica na cadeira ainda matutando o acontecimento.
O remake de O Grito não supera o de 2004, e nem precisa, para os que criticam de ser igual a muitos outros filmes de terror, ou você vai de mente aberta, ou de mais nada você vai gostar, e esse filme é a prova que a mesma fórmula pode ser bem trabalhada e remakes e reboots podem funcionar.
O cenário macabro é o que te conquista e apenas agradecimentos a Nicolas Pesce que alimentou as esperanças dos fãs de terror, provando que ainda é possível entregar a mesma coisa e conseguir assustar com novas adaptações de filmes que um dia já assustaram uma geração.