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Quando eu soube que o novo mangá de Rumiko Takahashi, autora de InuYasha e Ranma ½, estava vindo para o Brasil, eu não pude deixar de criar expectativas. Para quem acompanha a autora sabe que ela é famosa por suas obras de fantasia, com personagens femininas fortes e independentes. Apesar do aspecto de romance ser presente, Rumiko consegue elaborar tramas interessantes e sobrenaturais que sustentem o enredo sem cair na mesmice.

MAO consiste na história de uma jovem chamada Nanoka, que sofreu um terrível acidente levando seus pais a morte, e quase ela também. Após oito anos da fatalidade, Nanoka visita um centro comercial e acaba sem querer atravessando um portal e indo parar em uma cidade do período Taisho onde criaturas sobrenaturais são comuns. Lá ela conhece Mao, um Byoki (um tipo de mestre clérigo) que está em busca de uma criatura que o amaldiçoou. Nanoka e Mao se unem ao perceberem que eles possuem muitas semelhanças em suas histórias, e partem juntos em busca do monstro misterioso.

Mao
Imagem Divulgação

A obra, que estreou em 2019, possui muitos aspectos similares aos títulos anteriores da autora, o que para mim não é problema algum. Porém, é possível notar como há uma melhora não somente na consistência das ilustrações, mas na complexidade das personagens e no desenvolvimento do roteiro.

Ainda em andamento, a obra conta com dez volumes no estilo tanko publicados no Japão, e já estou ansiosa para por a mão em todos eles, tendo em vista que o título me conquistou rapidamente, me prendendo em todas as páginas e diálogos, e garantindo seu lugar na minha estante.

Mesmo para aqueles que não sejam fãs das obras antigas da autora, eu recomendo que deem uma chance para Mao, ainda mais os leitores fãs de fantasia e aventura.

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