Início Site Página 964

Little Nightmares 2 | Review

little nightmares 2
Imagem Divulgação

Jogos de plataforma e jogos de horror tem um lugar especial no meu coração já um bom tempo, a ponto de serem meus dois “tipos” favoritos, entretanto, não é sempre que esses dois gêneros conseguem ser misturados de maneira harmoniosa a fazerem algo que valha a pena ser jogado. O lançamento de Limbo há alguns anos atrás trouxe a tona as possibilidades dessa mistura, com uma pegada “infantil” onde os elementos de terror contratavam com o design mais “fofo” da produção.

Depois do lançamento de Limbo tivemos outros títulos que começaram a se destacar, principalmente de estudos independentes, mas foi Little Nightmares, em 2017, que realmente deu um grande salto no gênero.

Quando o título foi lançado, havia algo nele que não em cativou. Depois de algumas tentativas frustradas do jogo, eu acabei desistindo por uma falta de apego a trama. Há dois anos, em 2019, eu resolvi dar mais uma chance a produção, e dessa vez fui agraciada com uma experiência fantástica e absolutamente imersiva que conseguiu um espaço entre meus títulos favoritos da última década.

O que é Little Nightmares?

Seguindo o formato de plataforma com gráficos 3D e elementos de aventura e terror. A jogabilidade é constituída de puzzles que variam entre o avanço das próprias plataformas, até pequenos mistérios que se amarram a uma trama sombria e surreal.

O jogo desenvolvido pela Tarsier Studios não é muito longo, mas possuiu três DLC que expandiram seu universo e deram “respostas” ao enredo que não se preocupa muito em esclarecer o jogador sobre o que está se passando. A atmosfera surrealista e fantástica do jogo é um dos seus principais charmes, que dá espaço para diferentes interpretações.

little nightmares 2
Imagem Divulgação

Trama, Personagens e Continuação

Antes de continuar já devo avisar que a partir desse ponto haverá spoilers do primeiro jogo da franquia, assim como de sua continuação.

Little Nightmares é sobre uma garota, Six, que acorda em um navio onde ela deseja desesperadamente escapar. Entretanto, nesse ambiente, ela é surpreendida por criaturas gigantescas e deformadas que tem como objetivo capturá-la e devorá-la. No primeiro jogo ainda somos apresentados a outro personagem (ou personagens) que são os Gnomes (gnomos), pequenas criaturinhas que no primeiro momento tem medo da Six, mas após um contato afetivo acabam servindo como ajudantes em sua escapada.

O vilão principal de Little Nightmares I consiste na Dama (The Lady) uma figura que se distingue dos outros inimigos por ser esguia e possuir uma aparência mais “agradável”. Durante o jogo descobrimos que Six está sofrendo de uma terrível fome que não pode ser saciada por nenhum tipo de alimento, e ao que parece, essa fome é devida ao fato dele ser um ser sobrenatural filha da “Dama” onde seus poderes consistem na absorção de energia/fonte vital de outros seres vivos para se manter jovem para sempre. O jogo acaba com a Six eliminando a Dama e absorvendo seus poderes, escapando do Navio para um futuro desconhecido.

Nas DLC do primeiro jogo (três no total) somos um outro personagem que irá viver uma trama que acontece ao mesmo tempo que a do jogo original. Nessas DLC somos um menino que, assim como Six, tenta fugir do navio. Durante essa história descobrimos mais a respeito dos inimigos, assim como dos Gnomes, e o porquê eles têm tanto medo da Six (no final somos transformados em um e devorados pela garota).

O segundo jogo da franquia, Little Nightmares 2, conta o “prólogo” do jogo original, onde assumimos o papel de Mono, um jovem que encontra Six perdida e tenta desesperadamente ajudá-la enquanto ambos fogem de outros inimigos. Diferente do primeiro jogo, nessa sequência estamos em diversos ambientes diferentes como uma fazenda, uma escola, um hospital, uma cidade e uma dimensão paralela. O único elemento em comum entre todos esses ambientes é a constante presença de aparelhos de televisão que captam a atenção de “adultos” e do próprio Mono, como se o atraíssem para uma armadilha.

little nightmares 2
Imagem Divulgação

Jogabilidade e elementos

Enquanto o primeiro jogo aposta em elementos puzzle e de plataforma, o segundo jogo se arrisca mais no gênero de horror, com cenas extensas de “furtividade” onde temos que passar despercebidos pelos inimigos. Também há um número maior de cenas de “combate”, mas a sequência em si é muito mais sombria comparada ao primeiro título. Ambos os jogos possuem mais ou menos a mesma durabilidade (cerca de quatro horas) e são divididos em capítulos, sendo que no primeiro jogo temos capítulos mais lentos no início e um fim mais emocionante, enquanto na sequência os primeiros capítulos são os que estão recheados de ação, enquanto o último volta as origens com os elementos de quebra-cabeça e plataforma.

A jogabilidade é concisa e muito bem feita, com mecanismos fáceis e intuitivos, não deixando nenhum espaço para qualquer tipo de reclamação. Quanto aos outros elementos do jogo, como os gráficos e trilha sonora, todos eles também são de excelente qualidade, deixando bem claro porque a Bandai optou por adquirir os direitos autorais da franquia e publicar o jogo, os desenvolvedores não pouparam esforços em fazer Little Nightmares, e conseguiram entregar um tesouro.

Além disso, tanto o primeiro quanto o segundo jogos contam com colecionáveis que garantem cenas extras e momentos diferenciados para o jogador, um pequeno prêmio para aqueles que forem fãs de explorar cada canto das telas.

little nightmares 2
Imagem Divulgação

Teorias, Interpretações e Explicações

Uma das coisas mais incríveis de The Little Nightmares é o clima surreal que dá aos jogadores as possibilidades de criar teorias ou até mesmo ter diferentes interpretações. Com uma rápida busca no google você rapidamente irá encontrar diversos textos tentando “explicar” ambos os jogos, falando sobre as pistas que nos são dadas, e o que podemos “tirar” do título. Eu consigo ver elementos claros de críticas sociais em ambos os games, seja no primeiro ao consumo, quanto no segundo a mídia, mas como autora, eu vejo mais como um conjunto de elementos que os criadores elaboraram a fim de dar aos jogadores a possibilidade de tirar suas próprias conclusões baseadas em suas experiências prévias. Me faz lembrar os filmes de Romero onde a crítica ao consumo desenfreado é pano de fundo para um filme de ação e horror com zumbis comedores de cérebro.

Sendo assim, NA MINHA OPINIÃO (e que fique claro que aqui são apenas meus pensamentos com as experiências que eu possuo) Little Nightmares 2 é sobre o impacto da mídia na população, principalmente em adultos, falando sobre alienação, roubo de identidade e perda de personalidade. A ideia de ter como protagonistas crianças remete a questão da inocência e pureza antes do estabelecimento de princípios moldados pela sociedade. E se eu fosse fazer um cruzamento mais ambicioso, eu poderia comparar o primeiro jogo ao livro A Revolução dos Bichos, enquanto o segundo me lembra 1964, ambos do gênio George Orwell.

É claro que ainda há muito o que se dizer sobre os vilões, os ambientes, as passagens temporais e os portais, mas nesse sentido sinto que minhas opiniões são muito similares aos de qualquer outro na internet, então você pode encontrar as respostas rapidamente no google.

Little Nightmares 2 é uma continuação deliciosa e cruel para seu antecessor, entregando um trabalho excelente que faz jus ao primeiro título da série, e nos faz querer saber mais sobre esse universo fantástico que foi criado. Entretanto, com a trama bem fechadinha, me pergunto se há – ou não – a necessidade de uma continuação sendo que o trabalho entregue já foi muito bom.

Little Nightmares 2 pode ser encontrado nas principais lojas do país pelo valor sugerido de R$ 179,90 (versões físicas de PlayStation 4 ou Xbox One). Para mais informações sobre Little Nightmares 2 e outros títulos da BANDAI NAMCO Entertainment America Inc., acesse o SITE OFICIAL.

PUBLICIDADE

Fã recria The Legend of Zelda: Ocarina of Time

A riqueza de The Legend of Zelda: Ocarina of Time – um dos jogos mais aclamados pela crítica – é admirada até os dias de hoje. Lançado em 1998, Ocarina of Time foi um marco da transição do action RPG do 2D para o 3D. Sendo admirado pelo quão bem a Nintendo conseguiu lidar com essa mudança, ao apresentar uma jogabilidade fluida para a época com um sistema de combate de target (gerenciamento de mira entre vários adversários) que é referência nos jogos atuais. Além da inesquecível trilha sonora feita pelo compositor Koji Kondo, fundamental para moldar o destino da narrativa e contribuir com a ambientação do jogo.

Motivado por estes e outros motivos, o programador Yianni Papazis fã da franquia Zelda, decidiu refazer Ocarina of Time em um projeto que já dura 6 anos, mas que recentemente surpreendeu a todos com o novo vídeo compartilhado em suas redes sociais onde Papazis apresenta a Cidade do Castelo, cenário tão marcante para os jogadores. Confira:

No vídeo, fica nítido o cuidado do programador em recriar os elementos do jogo de forma fiel ao original, incluindo a trilha sonora. Além da mecânica dos NPC ‘s que funcionam com uma rotina própria bem mais articulada. Tudo isso moldado pelos gráficos da nova geração, sem perder as cores e a nostalgia de 1998. 

Sinopse: Link parte em uma jornada lendária no tempo para parar Ganondorf, o Rei dos Ladrões de Gerudo que está em busca da Triforce, uma relíquia sagrada que dá a seu detentor o poder final. 

PUBLICIDADE

State of Play | SIFU é anunciado para PS4 e PS5

SIFU

 

SIFU, o novo jogo do estúdio Sloclap foi anunciado durante o State of Play na última quinta-feira (25). No trailer, vários personagens aparecem lutando e usando o combate corpo a corpo em uma jogabilidade de artes marciais, que segundo o próprio estúdio será  “Um jogo de ação com intensas e autênticas lutas de kung fu”. Confira:

Com uma experiência em 3° pessoa, SIFU contará a história de um estudante de kung fu que busca vingança pela morte de seus pais. Depois de oito anos de treinamento, o jovem sai à procura do grupo responsável pelo assassinato carregando junto a ele um medalhão mágico que o revive se for morto, porém, o personagem envelhece cada vez que volta à vida cabendo ao jogador conseguir terminar a caçada antes que ela se reinicie.

“Estamos animados por finalmente compartilhar nosso trabalho com a comunidade PlayStation. Nosso comprometimento é fazer com que Sifu seja uma experiência especial de artes marciais, assim como uma autêntica e respeitosa homenagem ao kung fu”. 

-Felix Garczynsk, gerente de marketing da Sloclap

 

SIFU será lançado para PlayStation 4 e PlayStation 5 ainda este ano.

PUBLICIDADE

Melhores Jogos Pokémon | Top Suco

Os pokésucomaniacos se reuniram e digladiaram durante intensas batalhas para escolher os melhores jogos de Pokémon. Então pegue sua pokébola e prepare-se para esse Top Suco de Melhores Jogos Pokémon num clima de festa aos 25 anos da Franquia:

Menção Honrosa: Pokémon Let’s Go, Eevee! & Pikachu! (Nintendo Switch, 2018)

A homenagem para a releitura dos primeiros jogos da franquia e que impressionou a todos quando deu as caras no Nintendo Switch. Com elementos do Pokémon Go e até funcionalidade com o game de mobile, Pokémon Let’s Go aproximou novos jogadores para a franquia e o controle pokébola… que delicia ter a sensação de jogar ela, mas não acerte o monitor!

8. Pokémon TCG (Game Boy Color – 1998)

Como não ter o primeiro jogo da linha de Trading Card Game de Pokémon nesse Top não é mesmo? Com todas as regras e cartas do primeiro set básico e as expansões Fóssil e Selva. Pokémon TCG era fiel e desafiador. 8 ginásios, conseguir cartas e melhorar seus baralhos, além de conquistar as exclusivas cartas lendárias da elite dos 4.

7. Pokémon Emerald (Game Boy Advance – 2004)

Fechando a Trilogia de Hoenn, Pokémon Emerald é um titulo único que unifica as histórias de Ruby e Sapphire desafiando você a enfrentar ambas e suas suas ambições. Há uma  mudanças e adições de locais como a Mirage Tower e as Battle Tents e no fim do jogo o grande desafio da Battle Frontier e suas 7 medalhas.

6. Pokémon Stadium (Nintendo 64 – 1999)

Por que não elevar as batalhas 2D do Game Boy para o 3D? O Primeiro Pokémon Stadium marcou muito as batalhas, alugue ou transfira de seu Game Boy, para horas e horas de batalhas no desafio dos ginásios ou divirta-se com os mini games, pula MAGIKARP ! (Que ganharia um jogo para os mobiles em 2017)

5. Pokémon Snap (Nintendo 64 – 1999)

Nem todo Pokémon é de batalha, mas pode se tornar uma ao tentar tirar a melhor foto. Pokémon Snap é outro icônico game de perder horas para receber bons pontos ou descobrir os segredos e ter acesso a fase do Mew. Agora estamos no aguardo do New Pokémon Snap anunciado para Nintendo Switch… eram 151 agora… vai gastar bons rolos de filme.

4. Pokémon Black (Nintendo DS – 2010)

Como não olhar para a capa de Pokémon Black e pensar que é o jogo que servira de base para a geração 3DS. As animações dos Pokémon, a câmera dinâmica, o foco durante as batalhas a conectividade multijogador. Além de um grande roteiro e funcionalidades que fez pela primeira vez na franquia ter uma segunda versão: Black 2 em 2012.

3. Pokémon Red (Game Boy -1996)

Claro que o aniversariante não estaria fora desta lista! Onde tudo começou, o Nidorino contra o Gengar, o professor Oak chamando para o vasto universo repleto de monstros de bolso, seu rival Blue e as cidades com nome de cores. Precisa falar mais do clássico? Squirtle é o melhor!

2. Pokémon Gold, Silver & Crystal (Game Boy Color – 1999 & 2000)

[EMPATE TÉCNICO] É um novo mundo de aventuras, Pokémon Johto, agora em Gold e Silver. É a geração dos novos Pokémon, novas batalhas de ginásio e uma dor de cabeça né Miltank? Os novos pássaros e cães e um pós game com a região de Kanto inteira, outro desafio a elite dos 4 e a batalha com o antecessor e mestre Red. Crystal trouxe um pouco mais da história da região atrás de Celebi e as animações no inicio da batalha. E como não lembrar do Shiny Gyarados e descobrir que existia um desafio ainda maior do que capturar todos eles?

1. Pokémon Yellow (Game Boy – 1998)

A Edição Especial do Pikachu, aquela sensação do anime dentro do videogame, Pikachu que não entra na pokébola e tem emoções, Squirtle, Chamander e Bulbasaur estão disponíveis. Seu rival com a opção Gary e seu Eevee que evoluiria dependendo das primeiras batalhas. A primeira vez que o som do Pikachu seria “Pikachu” mesmo. Se você não jogou, jogue! Ou Jessie e James, juntos de Koffing, Ekans e Meowth vão roubar seu Pikachu para o Giovanni!

FLOW | Show da banda já está disponível na Funimation

flow funimation

Já está disponível no catálogo da Funimation Brasil, um show completo da famosa banda japonesa, FLOW.

Intitulada “FLOW Chokaigi 2020 -Anime Shibari returns-”, foi realizado no Centro de Eventos Makuhari Messe, no dia 24 de fevereiro de 2020. A apresentação conta com grandes sucessos da banda, com aberturas e encerramentos de animes famosos.

Entre os sucessos da banda, estão músicas dos animes: Naruto, Dragon Ball, Code Geass, Durarara!!x2, Nanatsu no Taizai, Eureka Seven.

A banda está na ativa desde 1998, é formada por: Kohshi (vocal), Keigo (vocal), Take (guitarra), Got’s (baixo) e Iwasaki (bateria). Com um grande carinho pelo público brasileiro, a banda já teve várias passagens pelo Brasil.

FLOW fez a sua primeira apresentação por aqui em 2013, no evento Ressaca Friends, em São Paulo, já a última apresentação no Brasil, foi realizada em 2018, na turnê de comemoração de 15 anos da banda.

Leia todas nossas notícias sobre o FLOW AQUI.

 

PUBLICIDADE

Final Fantasy VII Remake Intergrade é anunciado na State of Play

final-fantasy-vii-remake-intergrade

Na última quinta (25), ocorreu a State of Play, transmissão onde foi anunciado Final Fantasy VII Intergrade para Playstation 5.

A nova versão do Remake lançado em 2020 terá texturas, iluminação e cenários melhorados. Além de apresentar um “Modo Foto” e gameplay adaptada para o novo controle DualSense. Essa versão também virá acompanhado de uma nova campanha, estrelada pela personagem Yuffie.

O jogo também terá uma edição Deluxe, que virá acompanhada com a versão digital da trilha sonora e um livro com as artes do jogo, incluindo designs conceituais e perfis de personagens.

Para aqueles que já possuírem a versão do game para Playstation 4, uma versão com gráficos e gameplays melhorados estará disponível para os jogadores sem custo adicional.

Final Fantasy VII Intergrade estará disponível em 10 de junho de 2021. Assista o trailer abaixo:

PUBLICIDADE

Final Fantasy VII: The First Soldier é o mais novo battle Royale

final fantasy vii the first soldier

A Square Enix anunciou na última quinta (25), o mais novo battle royale, Final Fantasy VII: The First Soldier,  inspirado na popular franquia de RPGs: Final Fantasy.

O jogo estará disponível para celulares e será ambientado antes dos acontecimentos de Final Fantasy VII. O jogador assumirá o controle de um candidato à agente da SOLDIER (força de elite da companhia de energia elétrica Shinra), e terá disponível em seu arsenal magia e habilidades especiais.

Ainda não há data de lançamento prevista para Final Fantasy VII: The First Soldier. Confira o trailer abaixo:

PUBLICIDADE

Final Fantasy VII: Ever Crisis é anunciado para celulares

final fantasy vii ever crisis

Na última quinta (25), a Square Enix anunciou Final Fantasy VII: Ever Crisis. Mais informações sobre o novo título da franquia Final Fantasy ainda serão divulgadas. Confira abaixo o que já sabemos sobre o novo game:

Final Fantasy VII: Ever Crisis será lançado para plataformas mobile. O jogo será single-player (experiência de um só jogador) e seguirá o enredo de Final Fantasy VII, incluindo os acontecimentos do jogo original e de títulos adjacentes, além de adicionar novos elementos à história.

Ainda não há data de lançamento prevista para o novo título. Confira o trailer abaixo:

PUBLICIDADE