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LOV3: AMOR E OUTRAS DROGAS (DOSAGEM LIVRE) | Review

Lov3
Imagem Divulgação: Amazon Prime Video

A cada ano que se passa o mercado audiovisual brasileiro cresce e dentro deste crescimento, a parte de séries anda ganhando muitos destaques. Assim, a Prime Video, o serviço de streaming da Amazon, investiu em uma nova série brasileira intitulada Lov3, que chegará à plataforma no dia 18 de fevereiro de 2022.

A equipe é composta por Felipe Braga, responsável pela criação, produção e direção da série, e por Rita Moraes, uma das produtoras. Além disso, os responsáveis pelo comando da direção da série são Felipe Braga, Mariana Youssef e Gustavo Bonafé. Juntamente com os bastidores temos o elenco, composto por Elen Clarice, Bella Camero e João Oliveira nos papéis principais.

A trama aborda as conexões amorosas fora dos padrões dos três irmãos, enquanto buscam se encontrar nas relações e entender seus desejos. Em uma coletiva de imprensa promovida pela Amazon Prime Video, o elenco e o trio de diretores comentaram sobre o intuito de mostrar novas formas de se relacionar e que fogem do padrão. Ou, nas palavras de Felipe Braga, “legitimar que esse tipo de amar existe”.

Lov3
Imagem Divulgação: Amazon Prime Video

A série gira em torno dos três filhos de Baby (Chris Couto), uma mãe excêntrica e um tanto perturbada que depois de mais de 30 anos casada, decide abandonar o marido. Então os seus filhos, Ana (Elen Clarice), os gêmeos Sofia (Bella Camero) e Beto (João Oliveira), se recusam a experimentar a mesma forma de se relacionar de seus pais.

Assim, Ana, a filha mais velha, reata com seu marido e ambos decidem ter um relacionamento aberto. Já Sofia acaba de ser demitida do milésimo emprego e precisa dividir o teto com um trisal que não a reconhece como parte da relação. Enquanto Beto é um jovem gay que só sente atração por homens héteros que o dispensam, e agora precisa reconquistar sua autoestima.

Desta forma, a série vai tratar o tema da desconstrução do amor romântico e mostrar outras formas de relacionamentos existentes que a sociedade enxerga com inadmissível e que não vemos com tanta regularidade nas produções audiovisuais. Pensando nisso, Lov3 traz todas essas temáticas com uma leveza, tons de romance, drama e pitadas de comédia. Assim, tendo uma boa direção e temática interessante, a série só tende a crescer.

Vemos a forma de Ana pensar e de não se julgar ao firmar compromisso com o marido sem perder a liberdade de ficar com outras pessoas. Já com Beto, percebemos como ele lida com pessoas que não ligam para ele e como isso afeta sua autoestima. Enquanto Sofia tenta se inserir em um trisal e sempre está a procura da aprovação dos outros, mesmo que isso custe deixar de ser quem ela é. No entanto, infelizmente não temos tanto aprofundamento neste terceiro arco. Talvez tenha tido falta tempo de tela ou um roteiro apressado para o espectador imergir e entender o funcionamento de um relacionamento fora do “politicamente correto”, principalmente o que envolve três pessoas. 

Love3
Imagem Divulgação: Amazon Prime Video

Bom, a série possui apenas seis episódios, cada um com 30 minutos de duração e provavelmente vai agradar os jovens que podem se identificar com a trama de Ana, Sofia ou Beto (ou quem sabe dos três). Os protagonistas têm personalidades diferentes, mas um conflito em comum: não sabem a melhor forma de se relacionar e se expressar amorosamente.

Como uma boa série, ela nos prende ao trazer de forma cômica e leve as diferentes formas de se relacionar, mas peca ao não se aprofundar tanto em quebrar o estigma que se tem sobre relacionamentos não tradicionais. Como por exemplo Sofia e sua tentativa de entrar no trisal, que não é tão desenvolvida como a trama de Ana e Beto. Infelizmente os episódios finais dirigem-se ao clichê (não falarei mais para não trazer spoilers) quando se trata de relacionamentos fora do padrão. No entanto, tirando esse quesito, a série é um bom ponto de partida para iniciar uma jornada de debates sobre vulnerabilidade e que toda forma de amar é digna.

Lov3 tem tudo para quebrar padrões em países que são tão intolerantes, principalmente seu país de origem (Brasil). Inclusive, podemos acreditar que a série terá grande visibilidade, considerando que será exibida simultaneamente em 240 países. Por fim, a Amazon ainda não confirmou uma segunda temporada, mas talvez ainda seja muito cedo para pensar nisso. A série estreia hoje, dia 18 de fevereiro, na Amazon Prime Video.

Love3
Imagem Divulgação: Amazon Prime Video

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XG | Novo girl group apresenta talentos individuais das integrantes

XG
Imagem Divulgação

Recentemente, o novo grupo feminino XG revelou um cover vocal de “Peaches” (assista mais abaixo), música original performada por Justin Bieber, Daniel Caesar e Giveon. O hit ganha novas cores nas vozes das integrantes Chisa e Juria, em uma performance exclusiva.

O vídeo foi divulgado através do canal do XG no YouTube, e faz parte de uma série de conteúdos inéditos que preparam e ajudam o público a conhecer mais das excelentes habilidades das jovens.

O XG é composto por sete integrantes: Jurin, Chisa, Cocona, Hinata, Maya, Juria e Harvey. Elas fazem parte do projeto XGALX, que teve início em janeiro deste ano e mais detalhes sobre ele serão revelados nas próximas semanas. Desde o começo do ano, foram divulgadas as redes sociais do grupo, trailer de apresentação e diversos vídeos cover de dança, canto e rap. As performances apresentam uma visão geral das artistas e animam os milhares de seguidores que já as acompanham mesmo antes de sua estreia oficial.

A primeira performance de dança postada pelo septeto, um cover de “Everybody Mad” do rapper O.T Genasis, já ultrapassa 1.4 milhões de visualizações no canal oficial do XG no YouTube. A apresentação foi dirigida pela aclamada dançarina Hyojin Choi, participante no popular programa coreano Street Woman Fighter, e a coreografia original foi desenvolvida por Sienna Lalau, conhecida pela criação de coreografias para grandes grupos do KPOP como BTS e BLACKPINK.

As sete garotas trazem diferentes estilos de dança, como o tutting e outras modalidades clássicas do hip-hop, além de coreografadas por nomes como May J Lee, do famoso estúdio de dança 1MILLION. Apresentando danças originais, músicas como “everything i wanted”, por Billie Eilish, e “Be Alright”, de Ariana Grande, são abraçadas em performances altamente técnicas.

Ainda em fevereiro, duas das rappers do XG também tiveram seus talentos apresentados com o cover de “Chill Bill”, originalmente por Rob $tone, que nessa versão ganha o flow de Jurin e Harvey. O remix chamou a atenção do público internacional, que se encantou com o carisma e o conceito girl power que o grupo vem demonstrando.

Os lançamentos bem sucedidos, antes mesmo da estreia oficial, são um dos exemplos de como o talento das garotas tem conquistado milhões de internautas ao redor do mundo, com interpretações energéticas, e até mesmo enigmáticas, para grandes hits. Com referências artísticas poderosas, multitalentos das integrantes e o estilo único do grupo, o carisma e habilidades conquistam diariamente mais seguidores e fãs.

Todos os covers e performances de dança individuais estão disponíveis no canal oficial do XG no YouTube.

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Fullmetal Alchemist 20 anos: Novo projeto vem aí!

Fullmetal Alchemist
Imagem Divulgação

Em comemoração aos 20 anos de Fullmetal Alchemist (Hagane no Renkinjutsushi), um site misterioso foi criado com uma contagem regressiva. Sem mais detalhes e informações, a única coisa postada foi uma imagem promocional do personagem Scar e o nome do domínio indicando uma trama sobre vingança. O anúncio oficial será feito dia 2 de março.

Confira a imagem:

Fullmetal Alchemist
Imagem Divulgação

Mais sobre Fullmetal Alchemist

Fullmetal Alchemist: Brotherhood

Publicado originalmente entre 2001 e 2010, pela revista japonesa Shonen GanganFullmetal Alchemist (Hagane no Renkinjutsushi) rendeu 27 volumes encadernados. No Brasil, o licenciamento da obra é da Editora JBC desde 2007, e se encerrou em 2011, com 54 volumes. Uma nova edição foi publicada entre 2016 e 2018, desta vez chamada de Edição Especial, seguindo o número original de volumes.

Fullmetal Alchemist virou anime em 2003, pelo estúdio Bones, com 51 episódios e um filme, a animação se tornou um grande sucesso no Japão e segue, até hoje, como o n° 1 no Top Anime Series.

O fenômeno chegou ao Brasil como um dos principais destaques do extinto canal Animax, com dublagem realizada pelo também extinto estúdio da Álamo. A série pode ser assistida na Crunchyroll e Funimation.

E aí, qual a sua expectativa para o projeto? Nós estamos ansiosos!

 

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7 filmes e séries recentes sobre futebol que todo fã deve assistir

futebol filmes séries
Imagem Divulgação: Pixabay

O futebol não só é o esporte preferido dos brasileiros, como também de muitos povos ao redor do mundo.

Isso gerou uma indústria que não gira só pelos jogos, mas também fóruns de discussão, jogos de videogame e sites de apostas dos mais variados, que permitem palpitar nos mais diversos campeonatos.

Caso você tenha interesse, saiba como fazer um cadastro no 1xbet para ter acesso a uma das casas mais conhecidas do mundo. Depois de fazer o cadastro, basta fazer um depósito e dar seus palpites certeiros.

O que estava devendo eram séries e longas metragens com a temática futebol, com as que eram produzidas sendo um pouco limitadas ou não tendo tanto acesso. Isso mudou recentemente e será visto nessa lista.

Para quem aprecia esse tema e não quer ficar limitado a assistir apenas os jogos, indicamos 7 filmes e séries disponíveis nas plataformas de streaming, inclusive o último lançamento onde o “ator” principal é nada menos que Neymar em “O Caos Perfeito”.

1The English Game

The English Game
Imagem Divulgação

Esta minissérie foi baseada em fatos reais passados em 1870, quando esse esporte era exclusivo da elite inglesa e praticado de maneira amadora.

A história fala sobre a vida de dois trabalhadores Jimmy Love e Fergus Suter que se tornam os dois primeiros jogadores profissionais, portanto assalariados, contratados para jogar na Copa da Inglaterra.

  • Criação: Julian Fellowes, Tony Charles e Oliver Cotton
  • Ano: 2020
  • Elenco: Edward Holcroft e Kevin Guthrie
  • Episódios: 6
  • Netflix

2Miller & Fried – As Origens do País do Futebol

Miller & Fried – As Origens do País do Futebol
Imagem Divulgação

Esse documentário feito em 2016 e dirigido por Luiz Ferraz foi feito baseado em depoimentos e uma variada coleção de imagens de arquivo que trata sobre a chegada do futebol no final do século XIX ao Brasil.

Desde a admiração que Charles Miller tinha por esse esporte quando morava na Inglaterra até quando ele resolveu trazer essa novidade para o Brasil.

Um documentário que recebeu uma menção honrosa no 34th Milano International FICTS Fest – Sport Movies & Tv 2016, além do Prêmio ABC 2017 (Associação Brasileira de Cinematografia).

  • Direção: Luiz Ferraz
  • Ano: 2016
  • Amazon Prime Video

3Pelé 

Pelé
Imagem Divulgação

Mais um filme documental produzido pela Netflix sobre o Rei do Futebol: Pelé. Lançado no ano passado, ele conta a história de um dos maiores jogadores de futebol que o mundo já viu e toda sua incrível ascensão jogando pela equipe do Santos, desde o domínio no Brasil até o brilho mundial.

  • Direção: Ben Nicholas e David Tryhorn
  • Ano: 2021
  • Netflix

4Apache: A Vida de Carlos Tevez

Apache: A Vida de Carlos Tevez
Imagem Divulgação

A vida de Carlos Tevez contada desde sua infância e adolescência em um dos bairros mais pobres de Buenos Aires, a comunidade Fuerte Apache.  Um drama sobre os problemas familiares enfrentados pelo jogador, como a morte prematura de seu pai e um acidente quando ele ainda era um bebê e teve parte de seu corpo queimado. A história vem desde sua infância até o início de sua carreira no futebol vestindo a camisa do Boca Juniors.

  • Ano: 2019
  • Elenco: Balthazar Murillo e Vanesa González
  • Episódios: 8
  • Netflix

5Diego Maradona

Diego Maradona
Imagem Divulgação

Um longa-metragem produzido com a colaboração do próprio jogador e que foi lançado em 2019 no Festival de Cannes.

Maradona disponibilizou seu próprio arquivo pessoal, onde podemos assistir todo o caminho percorrido por esse extraordinário atleta argentino, em seus momentos felizes no campo e também todas as dificuldades encontradas em sua trajetória.

  • Direção: Asif Kapadia
  • Ano: 2019
  • HBO Max

6PSG Cidade Luz, 50 Anos de Lenda

PSG Cidade Luz, 50 Anos de Lenda
Imagem Divulgação

Mais uma série documental sobre futebol que retrata o conhecido clube de futebol francês Paris Saint-Germain. Ela conta o dia a dia das estrelas da equipe como Neymar e Mbappé inclusive acompanhando os personagens durante os momentos decisivos de uma temporada.

  • Direção: Manuel Herrero
  • Episódios: 4
  • Ano: 2020
  • Amazon Prime Video

7Neymar: O Caos Perfeito

Neymar: O Caos Perfeito
Imagem Divulgação

Último sucesso da Netflix, no documentário com Neymar: O Caos Perfeito podemos assistir toda sua trajetória desde o Santos Futebol Clube, até a chegada ao Paris Saint Germain após a passagem pelo Barcelona.

Outro ponto que tem chamado a atenção são as polêmicas vividas pelo craque, sua relação com o pai e outros detalhes sobre como é a vida de uma personalidade como ele.

  • Participação especial de Daniel Alves, Thiago Silva, Lionel Messi, KylianMbappé e David Beckham.
  • Ano: 2022
  • Criação: David Charles Rodrigues
  • Netflix

Twice domina os EUA em seu retorno aos palcos

twice
Imagem Divulgação

Essa quarta-feira (16) foi bem animada para os ONCES, pois o Twice desembarcou em solo americano para sua quarta turnê mundial. Assim, tivemos momentos bem emocionantes para quem estava com saudade das meninas.

As idols foram recepcionadas no aeroporto pelas fãs, que também lotaram o estádio onde as meninas se apresentaram. Mesmo porque foi preciso muita união para aguentar ver as nove cantoras juntas depois de muito tempo.

A participação de Jeongyeon tirou lágrimas das fãs que nem estavam fisicamente no local. Com o cabelo azul, a idol parece estar em um bom momento físico e mental, ela dançou e cantou muito com as outras membros.

Demos uma olhada na hashtag #TWICE_4TH_WORLD_TOUR e separamos alguns dos nossos momentos preferidos:

Os anos de 2020 e 2021 foram bem difíceis para o TWICE e os fãs, tivemos algumas discussões sobre renovação de contrato com a agência, o afastamento da Jeon para cuidar da saúde mental, e fora isso toda a pandemia e distanciamento que foi difícil para todos.

De qualquer forma, chegou a hora de deixar o passado para trás e abraçar esse momento bom que estamos vivendo junto com as meninas do TWICE.

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BTS voltará aos palcos coreanos com uma regra meio estranha

Rap Monster NamJoon BTS
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Permission To Dance on Stage, show realizado nos Estados Unidos, já tem data para acontecer em Seoul, porém o local informou algumas estranhas condições. De acordo com eles, no tão esperado show do BTS não será autorizado cantar, gritar, ou qualquer atividade que possa gerar euforia física. Ou seja, as fãs que estiverem presencialmente com os garotos, devem apenas assistir ao show.

Isso com certeza não funcionaria no Brasil, mas as Armys garantem que irão respeitar as demandas para não atrapalharem as apresentações que os garotos prepararam. Até porque, sabemos que subir aos palcos é um momento muito importante para o BTS.

Na América do Norte o show fez sucesso, com quatro dias esgotados, eles não só cantaram Butter e Permission to Dance como também os solos Daechwita e Chicken Noodle Soup.

Convertendo os valores, o ingresso está entre 700 reais e 900 reais, sendo  este o valor da área VIP.

Por fim, as datas das vendas ainda não foram divulgadas, assim como não há informações se os valores para os fãs globais que assistem o show por transmissão ao vivo serão os mesmos. De qualquer forma, se você pretende assistir é bom segurar o cartão de crédito!

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Aventure-se no RPG de mesa de Dark Souls pela Steamforged Games

steamforged games rpg dark souls
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Está na hora de apreciar o sol rolando dados! A Steamforged Games está trazendo para o mundo do RPG de Mesa a franquia Dark Souls de Hidetaka Miyazaki baseado em Dungeons & Dragons 5ª edição.

O anúncio foi revelado pelo twitter da Steamforged Games no fim de janeiro, conhecida pelos jogos de tabuleiro de Dark Souls, Resident Evil e Horizon Zero Down, além de outros módulos de RPG.

Então que tal você vivenciar o horror e a aventura com seus amigos usando de combate tático. O livro contendo mais de 500 páginas de conteúdo ilustrado e capa dura.

Segundo a Steamforged Games, Dark Souls: The Roleplaying Game traz:

  • 10 novas classes baseadas na criação de personagens de Dark Souls;
  • Novas habilidades e antecedentes ‘sinistros’ para os personagens;
  • Um sistema de Mágicas completo com muitas mágicas de destruição, piromancia e bênçãos;
  • Capitulo para os Mestres de Jogo com dicas de como comandar uma mesa e trazer a experiência e autenticidade de Dark Souls nas campanhas;
  • Um bestiário comtemplando criaturas para acabar com a esperança dos jogadores desde o Povo Cogumelo aos Senhores das Cinzas.

Traga a experiência mortal dos videogames para a sua mesa e desfrute a escuridão com desafios mortais. Dark Souls: The Roleplaying Game está em pré-venda com lançamento previsto para 16 de Maio de 2022.

A edição tradicional está saindo por $49,95 dólares e a edição limitada com capa de couro, paginas bordadas e titulo em relevo dourados, sai por $99,95 dólares e são apenas 5.000 cópias. Taxas de importação e envio não estão nesse valor.

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SiM | Suco Entrevista

SiM
Imagem Divulgação

A banda SiM, estreou no ano de 2004, tendo passado por gravadoras como Sony, Universal Music do Japão e Pony Canyon, com quem assinaram recentemente. Seu estilo ficou conhecido por trazer uma interessante mistura entre reggae e punk.

O último trabalho lançado foi The Rumbling, o tema de abertura da Parte 2 da última temporada de Attack on Titan, onde especificamente nas questões abordadas sobre a música, pedimos ajuda para nossa parceira de longa data, Gabi Xavier. Por sinal, dê uma passada lá no canal dela e confira o vídeo de análise que está muito bacana!

Se quiser saber mais sobre o grupo e sua última composição, confira a entrevista na íntegra!

A Banda

Indiquem uma de suas músicas para pessoas que estão vindo a conhecer vocês agora.

MAH: Eu acho que Sand Castle, você não?

SHOW-HATE: Acredito que Smike In the Sky é a canção certa para as pessoas conhecerem o SiM.

SIN: Eu escolho KiLiNG ME porque é uma música popular.

GODRi: Quero que as pessoas escutem Devil in Your Heart primeiro, porque tornará mais fácil de ouvir as outras.

Existe uma música que cada integrante considera mais marcante dentro da discografia da banda?

MAH: FATHERS. Foi a primeira música que escrevi para outras pessoas.

SHOW-HATE: A música é chamada Vitamin. Nós falamos sobre “Qual o tipo de cenário que nós vemos?”. Foi a primeira música que criamos dessa maneira. Essa canção foi um ponto de virada no nosso estilo de escrita. Passamos ao olhar mais para a letra e nos ternamos conscientes das imagens que estávamos criando. Esse processo criou vida na criação de The Rumbling e estou feliz por termos feito dessa forma. A música em que tudo isso teve início foi Vitamin.

SIN: A música Amy causou uma impressão forte em mim porque foi a primeira a incorporar dubstep.

GODRi: Eu diria Murderer. Logo que me juntei ao SiM, eu era um membro suporte e essa foi a primeira música que tocamos juntos em estúdio. Eu me senti confortável com o jeito que tocamos em conjunto e eu acredito que os outros integrantes também se sentiram assim. Por isso, tenho fortes sentimentos em relação a essa música.

MAH, você considera que a SiM passou por grandes mudanças de 2004 até este momento? Se sim, poderia falar sobre?

MAH: Se você puder imaginar os 17 anos desde que formamos a banda quando eu estava no ensino médio, me casei e tive filhos, você pode ver como as coisas mudaram.

Os Integrantes

Em que momento da vida vocês sentiram que queriam trabalhar com música e como chegaram gênero tocado hoje pela SiM?

MAH: Inicialmente, quando eu tinha cerca de cinco anos de idade, eu queria ser como o Eric Clapton, mas depois, com uns 12 ou 13 anos, eu passei a ouvir Hi-STANDART e fui muito influenciado pelo punk. A música que eu mais ouvia era RANCID, a qual me influenciou em relação ao reggae e ska. Eu comecei a frequentar casas de música ao vivo quando tinha 15 anos. Tendo em vista que minha cidade natal, onde SHOW-HATE e SIN cresceram, era uma meca do surfe, reggae era bastante familiar para mim. Havia muitas bandas de reggae por lá. Então, naturalmente, começamos a incorporar reggae em nossa música.

SHOW-HATE: Eu não segui, mas comecei a estudar piano quando estava no ensino fundamental, depois comecei a tocar guitarra já no ensino médio. Originalmente, eu só ouvia J-Pop, mas nos últimos anos da escola um amigo me recomendou SLIPKNOT e eu fiquei chocado. Eu comecei a escutar esse estilo a partir daí. Para ser honesto, eu não havia escutado reggae antes de entrar no SiM e eu achei difícil da primeira vez que tive contato, mas uma vez que peguei o groove, comecei a me sentir confortável. O mesmo vale par ao punk que se estruturou amplamente para mim quando me juntei à banda.

SIN: Eu comecei a tocar guitarra quando estava no ensino médio por causa do Hi-STANDARD e depois comecei a tocar baixo. Na mesma época, eu comecei a ouvir Rage Against The Machine e Red Hot Chilli Peppers, também tive influência de Korn e Limp BIZKIT.

GODRi: Eu me apaixonei por músicas folk quando estava no ensino fundamental e pegava emprestado o violão do meu pai para praticar. Quando estava no ensino médio, formei uma banda com meus amigos e nos perguntamos quem tocaria qual parte. E eu só entrei nessa, pensei: vou tentar tocar bateria.  Comecei a tocar bateria e copiei muitas músicas de J-Pop que eram populares naquela época. O primeiro estilo que me apaixonei foi punk melódico (esse gênero provavelmente só é entendido por pessoas do Japão). Eu peguei emprestado um álbum do Bob Marley de um dos meus seniores que estava na banda e ele me disse: “Se você gosta de punk, tente ouvir reggae.” E foi assim que comecei a gostar de rock com elementos de reggae, como Insolence. Depois disso, eu pensei que gostaria de poder tocar em uma banda como aquela o tempo todo. Posteriormente, acabei assistindo ao SiM performando em uma casa de shows. Naquela época, suas músicas eram mais carregadas de elementos de reggae do que agora, o que ia ao encontro do que eu queria tocar. Depois, eu fiz contato com os integrantes da banda e realmente me juntei a eles.

Se vocês não fossem musicistas, com o que trabalhariam?

MAH: Eu seria um lutador profissional. Eu amava tanto luta profissional que eu realmente queria trabalhar com isso quando estava no ensino médio.

SHOW-HATE: Eu sou um chef. Eu estava, inicialmente, dividido entre o caminho da música e da cozinha.

SIN: Eu gosto de roupas, então eu imagino que estaria na indústria de roupas.

GODRi: Quando eu penso sobre o que eu gostaria de fazer além da música agora, eu gostaria de ser um ator ou dublador. Quando assisto filmes e animes eu penso que é realmente legal atuar em algo. Quando assisti Attack on Titan eu achei que os dubladores fizeram um trabalho maravilhoso. É tão legal que eles consigam atuar tão bem somente com suas vozes. Acho muito legal.

Quais seus hobbies atualmente?

MAH: Apex Legends. É um jogo.

SHOW-HATE: Eu só jogo Apex também.

SIN: Eu estou com COVID, então eu tenho ficado em casa. Recentemente comprei um quebra-cabeça de 1000 peças e um do Attack on Titan saiu recentemente, então estou trabalhando nisso.

GODRi: Karaokê. Eu gosto de cantar. Eu não tenho mais saído com todos, mas quando a pandemia melhorar, eu gostaria de sair muito novamente.

Vocês podem nos contar sobre a escolha dos nomes artísticos de vocês?

MAH: É um apelido japonês muito tradicional, imagino que seja como chamar um Matthew de Matt em outros países. Algo do tipo.

SHOW-HATE: Eu estive em uma banda com MAH, antes do SiM, e nós estávamos conversando e dizendo SHOW-HATE (ao invés de Shouhei, que é o nome original). Quando fizemos nosso website, temporariamente usamos esse nome. Então, quando foi ao ar, eu pensei “Oh, eu sou SHOW-HATE”, e foi daí que veio o nome. Uma vez um estrangeiro me perguntou “SHOW-HATE? Ahahahaha!” Fico feliz que tenham se lembrado.

SIN: As pessoas a minha volta me chamam de SHIN, então eu tirei o “H” já que SHIN é bastante comum e troquei para SIN.

GODRi: Eu participava de uma banda durante o ensino médio e havia um comediante japonês chamado Gori. O estilo de cabelo que eu usava na época era parecido com o dele. Então, meus amigos de banda disseram: Você tem o corte de cabelo como o do Gori. Desde então, passei a ser chamado de Gori. Quando me juntei ao SiM, mudei para GODRi porque eu gosto do GODZILLA e eu fui “forçado” a ler como Gori.

A Carreira

Como a pandemia impactou na rotina do grupo? Como tem sido o trabalho desde então?

MAH: Nós costumávamos apresentar mais de 100 shows por ano, então nós basicamente ficávamos juntos como grupo o tempo inteiro, mas nos últimos dois anos, os shows caíram para cerca de 1/3. Então sinto que nós conversamos mais quando nos reunimos porque temos menos oportunidade de ver uns aos outros. Acho que a atmosfera melhorou muito. Não foi de todo o mal, eu acho. Ainda assim, eu quero fazer muitas performances ao vivo.

Existe uma memória especial de algo que ocorreu durante um show?

MAH: …….. Eu quebrei meu dente no microfone.

Também teve um incidente com SHOW-HATE. Ele estava segurando a  guitarra e girou, a ponta da guitarra ficou presa na cabeça  do nosso agente, fazendo ele sangrar bastante.

Há planos para turnês no futuro?

MAH: Com certeza, eu gostaria de ir a vários países performar ao vivo.

Quais as expectativas para essa nova fase dentro de uma nova gravadora? Houve um motivo em especial para essa mudança?

MAH: Eu acredito que foi graças à Pony Canyon que nós pudemos nos envolver com um trabalho grande como Attack on Titan. Juntos, podemos fazer além do que o que é viável estando sozinhos, que é criar música e fazer shows da melhor forma possível. Então, espero que nós possamos ganhar algo ainda maior unidos.

The Rumbling

Como o processo para compor uma música de abertura começa? Vocês receberam alguma orientação quanto ao tema do estúdio ou de Isayama?

MAH: Primeiramente, eu sou fã do mangá Attack on Titan e Show-Hate que é fã do anime, fez uma demo com cerca de quatro músicas. A produção do anime escutou e deu opiniões como “Eu quero que seja mais devastador” ou “Eu quero que essa parte fique”. Antes de compor a música, perguntamos primeiro ao diretor que tipo de sensação ele queria. Então, eu adicionei as letras com base nas minhas impressões do mangá e perguntei se estava boa. Então, consultei os diretores em relação a letra e outros aspectos da história.

A letra de The Rumbling parece ser contada de uma perspectiva. É possível dizer que seria o ponto de vista de Eren?

MAH: Não é só o ponto de vista de Eren.

Quando eu olho os comentários que as pessoas escrevem, eu acho que há dois mal-entendidos: um é que a música foi escrita inteiramente sob o ponto de vista de uma pessoa. O outro, é que a música relata um certo momento, ou seja, uma data e horário específico. Por exemplo, a primeira linha poderia ser escrita do ponto de vista de qualquer um e a próxima linha, por outra pessoa. Em termos de tempo, a letra pode ser pensada como palavras que foram sendo adicionadas pouco a pouco ao longo dos anos. Eu acredito que a forma mais adequada de pensar a letra dessa música é justamente que ela foi escrita gradualmente desde o início da história. É o que eu acho.

Algum dos membros da banda acompanhava Shingeki (Attack on Titan) antes do pedido pela abertura?

MAH: Eu tinha lido o mangá.

SHOW-HATE: Eu primeiro assisti o anime e depois li o mangá.

SIN: Eu assisti o anime e li o mangá também.

GODRi: É claro que eu sabia do trabalho, mas eu não havia lido o mangá ou assistido o nome no início. Porém, quando recebemos o projeto dessa música, eu assisti o anime pela primeira vez e fiquei chocado porque era insanamente bom. “Por que eu não assisti isso antes?”. Fiquei muito impressionado. Depois disso, li o mangá até o fim e acredito que se tornou meu trabalho favorito de todos os tempos.

SiM e o Brasil

Deixem um recado para seus fãs brasileiros!

MAH: Eu tenho recebido comentários de pessoas do Brasil, dizendo que eles gostam da banda a muito tempo. Quando nós lançamos EXiSTENCE, uma música do Rage of Bahamut, alguém me mandou uma mensagem dizendo que tatuou a letra! Eu espero que ele esteja ouvindo The Rumbling. Lol. Eu gostaria de fazer um show algum dia.

SHOW-HATE: Pessoas do Brasil têm me pedido para fazer um show a bastante tempo também. Nunca fui para o Brasil antes, mas agora que lançamos The Rumbling e muitas pessoas estão escutando, sinto que minha voz está se espalhando cada vez mais. Então eu espero ir o quanto antes, apesar da situação com o COVID. Então, por favor, esperem por esse momento.

SIN: Eu nunca estive no Brasil, gostaria de ir até aí e performar ao vivo.

GODRi: Pessoalmente, eu sinto que os brasileiros têm sensibilidade ao ritmo. E como eu toco bateria, eu ficaria muito feliz se as pessoas puderem sentir algo com nossa performance. Eu também gostaria de continuar esculpindo nosso ritmo para que possa ser propriamente transmitindo para os brasileiros para que ressoe em seus corações.

Se ainda não conhece, confira a música The Rumbling:


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