Talvez o anime mais aguardado da temporada, SPY X FAMILY é a adaptação do mangá de comédia escrito por Tatsuya Endo que ultrapassou as 12 milhões de cópias em circulação.
A série estreou e não deixou a desejar. A animação está linda, colorida e detalhada, e as cenas nas ruas muito bem feitas, as paisagens foram muito elogiadas nas redes sociais, devido o capricho do estúdio pelos detalhes. A produção é uma parceria entre os estúdios CloverWorks (The Promised Neverland) e Wit Studio (Attack on Titan), com direção de Kazuhiro Furuhashi (Samurai X, Hunter X Hunter de 1999).
A trama é sobre uma família falsa, criada para com o intuito de se infiltrar na escola do filho do seu próximo alvo de investigação. Twilight é um espião renomado, então para o sucesso da missão ele adota uma garotinha telepata (esse pequeno detalhe ele não sabe) que se passará por sua filha, e “se casa” com uma assassina de aluguel. Qual a chance dessa família ser um desastre?
Num primeiro momento Twilight recebe a sua missão e começa a busca por sua família de mentirinha. Primeiro ele se muda para uma casa, e agora é conhecido por Loid Forger, o médico. Depois ele precisa de uma criança, que irá se infiltrar na escola do alvo dele, para que ele também tenha acesso ao colégio. No orfanato, ele conhece Anya, uma garotinha fofa, de 6 anos, alfabetizada e inteligente. A vida dos dois juntos começa e Twilight percebe que talvez não seja tão fácil criar uma criança, mas quem disse que seria?
Mais do que os fãs esperavam, Anya é uma criança apaixonante, encantadora, fofa e que carrega alguns traumas, pois já foi devolvida por 4 famílias antes de conhecer Twilight. E o medo de mais uma rejeição faz com que ela tente ser perfeita para o pai adotivo. No primeiro episódio, vimos um pouco da adaptação da rotina da nova família, que ainda está sem uma mãe. E nós estamos ansiosos para conhecer Thorn Princess, a assassina de aluguel, que será a nova mamãe da família. Será que vem no próximo episódio?
Esse anime promete desde antes do lançamento ser um dos melhores da temporada, e na minha opinião, ele já é! SPY X FAMILY prometeu muito e entregou tudo! Isso porque estamos só no primeiro episódio, hein. E você já assistiu? Conta pra gente o que você achou!
No último domingo, 10 de abril, estivemos no Anime Buzz em Porto Alegre. Após 2 anos, o evento retorna com todo o gás: cara nova, casa nova e muita, mas muita saudade de reunir a galera. O local escolhido da vez é o Clube Farrapos.
Nesta edição, o evento trouxe atrações como apresentação das bandas Yokai Squad e SetFly, dubladores como Fábio Lucindo, Bruno Casemiro, Luísa Horta e as cosplayers @vivleecos e @alicievers.
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Ghostwire: Tokyo foi lançado no dia 25 de março de 2022, inicialmente para PS5 e PC. Sendo desenvolvido pela Tango Gameworks e distribuído pela Bethesda o game, apesar de não ser um dos mais badalados do primeiro trimestre, pode surpreender os amantes de um bom suspense, acontecimentos sobrenaturais, cultura nipônica e o bom e velho tiro em primeira pessoa. Assim, nós jogamos a versão de PS5 pra você conferir aqui mais um super review sucolino.
Uma névoa muitos estragos!!
Começamos o jogo na pele de Akito, que se vê cercado por uma névoa misteriosa que parece fazer, e na verdade faz, as pessoas desaparecerem. Akito é incorporado por um tipo de entidade que começa a interagir com o nosso protagonista. Dessa forma, a entidade que empresta poderes sobrenaturais a Akito e depois passará a atender pelo codinome de KK (o nome é esse mesmo KK), parece ter ligações diretas com esses fenômenos que acabam de acontecer na cidade, e se mostra estar lutando para evitar uma calamidade ainda pior em Shibuya e toda a cidade de Tóquio.
Ainda confuso por tudo que aconteceu e tentando entender tantas informações, Akito só pensa em uma coisa: ir visitar sua irmã que está no hospital internada. Então, no caminho somos apresentados ao vilão da história, um misterioso homem que usa uma máscara Hannya (um objeto que no budismo japonês representa os confusos sentimentos humanos e o quanto eles podem se tornarem monstros) e começa anunciar nos telões da cidade que irá acabar com o sofrimento do mundo e que deve ser seguido por todos para conseguir concluir seu objetivo.
Assim, quando finalmente chega ao hospital e encontra sua irmã Mari, Akito e seu agora parceiro KK se deparam também com o nosso assustador vilão que a sequestra, dizendo que seu corpo será perfeito para servir de receptáculo para um grande ritual que está por vir. E agora sim, além dos caminhos de Akito e KK terem se cruzado, ambos têm os mesmos objetivos, derrotar o misterioso vilão e reestabelecer a normalidade a Tóquio. Para isso os dois parceiros, mesmo que de forma forçada, são obrigados a deixar as diferenças de lado e entender que um não conseguirá cumprir a missão sem o outro.
Imagem Divulgação
Dois mundos em uma Tóquio!
Ghostwire: Tokyo se passa praticamente inteiro em Shibuya, um importante distrito de Tóquio, e há dois fenômenos principais acontecendo, primeiro a névoa misteriosa que assola a cidade e simplesmente mata todo ser humano que a toca, deixando sua alma vagando pela cidade. Assim, o jogador na pele de Akito pode, e deve, salvar essas almas e enviá-las a um local seguro. Já o outro fato importante é que alguns seres do “submundo” estão a solta e vão fazer de tudo para impedir nosso protagonista de realizar seus objetivos. E é claro que podemos e devemos eliminar essas criaturas do mal da maneira que acharmos mais conveniente, podendo ser mais furtivo ou partir pra briga sem cerimônia.
Vemos também uma Tóquio cheia de criaturas místicas do folclore nipônico que irão nos ajudar, ou mesmo atrapalhar, em alguns momentos na nossa jornada. Além disso haverá muitos documentos e artefatos espalhados por vários cantinhos do mapa, que é bem grande por sinal, um prato cheio para os amantes de cultura japonesa e, claro pra quem estiver disposto a saber um pouco mais sobre essa incrível cultura oriental.
Imagem Divulgação
Mandando os Inimigos para seu devido lugar!!
A gameplay de Ghostwire: Tokyo é bem interessante e assim como em outros títulos sob o guarda-chuva da Bethesda, como Deathloop por exemplo, ele pode ser bem insano ou cadenciado ou mesmo uma mistura dos dois estilos. Quem determinará isso é o jogador, a depender do seu estilo de jogo e habilidade.
Já o nosso protagonista é cheio de poderes sobrenaturais, graças a KK, e pode utilizar alguns elementos diferentes para acabar mais facilmente dependendo de cada inimigo. Podemos, e devemos, explorar não somente as ruas de Shibuya como também seus enormes arranha-céus. A mecânica, apesar de um pouco diferente do padrão dos jogos de FPS, é bem intuitiva e fácil de aprender. Além disso, a história do game, apesar de trazer um tema que envolve alguns conteúdos que podem ser sensíveis para alguns, leva isso de uma maneira razoavelmente leve, podendo ser jogado sem maiores problemas até mesmo pelos players mais novos. No PS5 o game explora muito bem as funções do dualsense, deixando o jogo ainda mais imersivo.
Imagem Divulgação
Um game ótimo, mas que pode não agradar a todos
Ghostwire: Tokyo vem com um enredo que sempre causa intrigas e curiosidades nas pessoas, pois quem nunca se perguntou como seria a vida após a morte? O jogo também vem com uma história que une o sobrenatural à ficção, além de algumas mensagens interessantes que podem nos fazer refletir sobre nossa vida. Com gráficos bonitos, um mundo praticamente aberto onde o jogador pode optar por ser mais direto ou fazer as inúmeras missões secundárias, o jogo é aquele que apesar de não ser tão badalado merece ser apreciado por quem gosta de uma boa história. Contudo, provavelmente não terá o sucesso que o jogo mereceria aqui no ocidente por questão cultural, mas que com certeza merece uma chance!!
Nesse domingo, dia 10, a empresa DR Music lançou uma nota sobre a saúde mental da artista Leia, de apenas 20 anos.
A garota está enfrentando algumas polêmicas após dizer publicamente sobre a má relação que tem com as outras membros de seu grupo, Blackswan. Principalmente com a integrante também estrangeira, Fatou.
Após brigas públicas e pedidos de desculpas, Leia ainda foi deixada de fora da comemoração do aniversário de Fatou, que postou várias fotos do momento com as outras integrantes do grupo em seu Instagram.
Sobre Leia, a empresa disse:
Preparamos uma agenda de filmagens e promoções do comeback, porém após algumas reuniões com ela nos demos conta que sua saúde mental não está bem.
Os especialistas disseram que, embora ela esteja recebendo aconselhamento e tratamento psiquiátrico de forma regular e mantendo sua condição com muito esforço, a condição dela, que havia melhorado, se deteriorou significativamente. Então, é melhor que ela faça uma pausa e se concentre em seu tratamento por um tempo. Por este motivo, desde fevereiro, os compromissos dela foram adiados ou cancelados. Ela está devotada ao tratamento.
Atualmente, a condição de Leia melhorou graças ao seu tratamento e descanso. Porém, os especialistas dizem que é excessivo para cumprir todos os compromissos até que sua condição melhore mais.
Porém, como o eco-concert marcado para o dia 17 de abril é um show com um bom propósito e significado do qual todos prometemos fazer parte desde o ano passado, e Leia também quer contribuir para coisas boas, ambos concordamos e decidimos participar do compromisso.
Lumina, pedimos sua compreensão e que mandem muito apoio e mensagens de amor para Leia, que está em tratamento. Além disso, por favor, evitem comentários maliciosos e negativos para o BLACKSWAN. Além disso, deem muito apoio às integrantes que estarão no palco depois de muito tempo.
Sabemos que saúde mental é algo muito sério, e esperamos que Leia se recupere logo, para poder viver momentos com seus fãs que fazem questão de demonstrar seu amor pela artista na internet.
Não é novidade que assim como o k-pop, os doramas caíram nas graças do público. Assim, nomes como Round 6, Pousando no Amor, e Vicenzo estão entre os projetos mais populares internacionalmente. No entanto, para a solista IU, fazer parte desses projetos não parece interessante.
A cantora que também é atriz e já estrelou obras como o popular Hotel Del Luna, declinou a proposta de Park Ji Eun, autor de Pousando no Amor, para estrelar sua próxima produção. O novo dorama irá retratar uma família de classe alta e seus conflitos, mas IU respeitavelmente declinou a oferta, como foi dito pela sua empresa.
Alguns fãs podem ficar chateados por não poderem ver a princesinha coreana nas telas, mas sabemos que IU vem focando bastante em sua carreira musical, estando presente nas paradas com suas parcerias em “GANADARA” com o Jay Park e “NAKKA”, com o AKMU.
Sem contar que IU tem uma persona muito tradicional, sendo reconhecida hoje como a maior solista da Coreia. Ela é bem patriota, e a oferta de agradar o público internacional pode não ser atrativa, porque ela já é totalmente consolidada dentro da Coreia.
O que é certo, é que parada ela não está! Tem projetos vindo por aí, mas pelo o que percebemos focados em sua música.
Estreou a nova animação do estúdio MAPPA, uma adaptação do mangá de George Asakura de 2015. Dance Dance Danseur é a primeira obra do autor a ganhar animação.
A trama segue a história de Junpei, um adolescente apaixonado por balé desde que assistiu uma apresentação da dança quando criança e ficou encantado. Após perder o pai, Junpei assume a responsabilidade de ser o homem da família e decide se tornar mais másculo. Ou seja, balé está fora de cogitação para um homem. Mesmo após estudar Jeet Kune Do por anos, ele nunca esqueceu a paixão pela dança.
Então na escola, Junpei é o típico menino descolado, que participa do clube de futebol e faz lutas. Enquanto isso, nega seu desejo de dançar por medo da rejeição das outras pessoas, como ele já passou anos atrás. No entanto, ele conhece uma garota do colégio que nota sua habilidade e familiaridade com os passos de balé. Assim, ela o convence a conhecer o estúdio da sua mãe, que é professora de balé. Mesmo relutante, Junpei vai conhecer a escola.
MAPPA e sua Competência
A animação não deixa a desejar, inicialmente, e mesmo com as poucas cenas de dança podemos notar a beleza dos detalhes, as expressões dos personagens, as poses de balé muito bem feitas. Sinceramente não esperava menos do MAPPA. A opening, Narihibiku Kagiri, ficou por conta da cantora YUKI, sendo uma música leve. Além disso, traz uma animação que demonstra as características fofas do anime.
Como uma boa fã de Yuri!!! On Ice, acredito na similaridade que Dance Dance Danseur deverá ter com o anime. Eu gostei muito do primeiro episódio, e agora quero muito saber como será a jornada de Junpei e como ele lidará com os seus princípios e a dança. Também, podemos esperar passar raiva com as pessoas que julgarão o protagonista bailarino. Vamos ver como essa história se desenrolará.
Nessa sexta-feira (8) o jogador profissional de Counter-Strike: Global Offensive (ou CS:GO para os íntimos), Vito “kNg” Giuseppe anunciou oficialmente seu novo projeto; “O Plano“.
A organização comentou que em breve irá divulgar sua nova equipe de CS:GO, e ao mesmo tempo considera adentrar em outros títulos como Free Fire e Valorant.
Com foco no desenvolvimento de novos talentos, bem como fortalecimento do cenário nacional e comunidade “O Plano” tem uma sede de 4.000m².
“O foco é desenvolver talentos que nem sempre tem a oportunidade em outros lugares”, afirmou kNg. “Eu mesmo, se não tivesse a sorte de ter recebido oportunidades, não estaria aqui. Então quero fazer pelos outros o que fizeram por mim”, completou.
Para fortalecer o cenário nacional o projeto abrange outras áreas como música, entretenimento e moda. Não atoa a sede já conta com um estúdio de música assim como um espaço de criação de conteúdo. No qual já está prevista a realização de um Podcast.
No quesito comunidade, existe um espaço para o sócio-torcedor jogar dentro do O Plano e os fãs serão inclusos ao máximo na rotina da organização, inclusive nas decisões internas.
Para ajudar em toda essa operação O plano também contará com pessoas especializadas em Gestão de Carreiras, Marketing, filmmakers e mais.
Assim como o lançamento oficial da organização e do anúncio da sede física, O Plano também confirmou que Raphael “cogu” Camargo será o primeiro streamer contratado da casa.
Você acha que os videogames são apenas para recreação e diversão? Você pode querer reconsiderar isso. Você reconhece o que vai além? O eSports é uma próspera indústria mundial onde jogadores experientes jogam de forma ambiciosa e feroz. É classificado como videogame competitivo geralmente jogado via console de jogos, dispositivo móvel ou computador.
A indústria de e-sports está chegando, expandindo rapidamente globalmente e facilmente financiada. O crescimento da renda e o número de espectadores da indústria de e-sports dispararam a cada ano desde 2015. Ele oferece um grande escopo para as marcas se engajarem, explorando um público ativo, animado e apaixonado.
Neste artigo, você obterá esclarecimentos sobre a dinâmica do setor, o crescimento da receita do setor, a velocidade da taxa de crescimento e muito mais.
Como a cultura digital está redefinindo os e-sports
Os jovens estão reanalisando o que envolve jogar e-sports. A tecnologia digital está transformando tudo nos esports atuais. Os jogadores contam com dados digitais para acompanhar seu desempenho e melhorá-lo. Eles podem assistir a transmissão ao vivo de seus jogadores favoritos onde ou quando quiserem.
Toda a operação de digitalização dos esportes desempenha um papel vital para ajudar a modificar a sinopse dos esports de base e de elite. Simultaneamente, a evolução dos esports está aumentando em várias questões relacionadas à integridade esportiva, por exemplo, doping, justiça, apostas esportivas, violência e discriminação.
Também traz questões e desafios de gênero ligados às expectativas sociais que envolvem a formação de comunidades de jogadores. As instituições de ensino bolsista poderão, então, abordar os diversos efeitos do uso crescente de tecnologias no esporte.
Quão rápido o e-sports está crescendo?
A indústria de eSports teve um crescimento incrível ao longo dos anos em relação ao lucro e à audiência. A N1Bet e outros esports são ortodoxos, com a expectativa de que a audiência combinada cresça em 9% CAGR ano a ano de 2019 a 2023 com suas plataformas digitais e crescimento acelerado. O e-sports é uma promessa importante para um enxame de oportunidades de financiamento e monetização.
De acordo com o Newzoo, o público de esports se expandirá de forma abrangente para mais de 645 milhões até 2023, com os devotos de esports representando 45% do total. O número total de espectadores ocasionais atingirá cerca de 350 milhões até 2023.
Elementos como urbanização e avanço na infraestrutura de TI, acompanhados por títulos móveis ferozes, incluindo Garena Free Fire e PUBG Mobile, estão impulsionando o desenvolvimento de números de audiência e conscientização em mercados proeminentes.
Indústria de e-sports em meio a uma pandemia
Agradecimentos à pandemia global, canais de transmissão e transmissão como o Twitch estão experimentando novamente em audiência e envolvimento. De acordo com o Twitch Tracker, o número total de minutos visualizados até o momento este ano aumentou 40%, enquanto a soma total do número de criadores distintos transmitindo é de até 39%, e essa tendência deve continuar.
As pessoas tinham o direito de passar o tempo em casa durante o período de bloqueio, então recorreram à transmissão ao vivo para passar o tempo. No entanto, quando a pandemia diminuir, as ligas de esports provavelmente continuarão expandindo sua audiência organizando jogos ao vivo com equipes locais de esports para imitar mais de perto as ligas esportivas tradicionais. No entanto, esta pandemia também tem sido um impulso para o aumento das apostas desportivas.
Envolvimento das Partes Interessadas
Editores
Os esports não existiriam sem desenvolvedores e editores de jogos. As mesmas editoras também produzem e transmitem alguns dos maiores torneios, como o Valve Dota 2, o internacional Riot Games League of Legends Worlds e Counter-Strike. Os editores Riot Games, Activision Blizzard, Epic Games e muitos outros são os maiores concorrentes da indústria de esports.
Jogadoras
Os jogadores se transmitem ao vivo jogando online e alcançam o status VIP na indústria. Os jogadores que transmitem a si mesmos enquanto jogam videogames são conhecidos como streamers. O streaming pode ser lucrativo. Os poucos que chegam ao nível profissional competem em competições ao redor do mundo contra as melhores equipes. Durante toda a jornada, os jogadores também ganham uma fanship para si mesmos.
Ligas
As equipes de e-sports que representam a organização da qual fazem parte competiram nos torneios de videogame com as respectivas ligas, onde há playoffs, temporadas e campeonatos mundiais constantes. Da mesma forma, os times de basquete estão envolvidos na NBA e competem contra outros times; equipes de esports competem em ligas de videogame. Durante o primeiro lançamento dos jogos da liga principal nos anos 2000, suas competições atraíram centenas de fãs. Hoje, os maiores campeonatos de esports são quase tão grandes quanto os eventos esportivos tradicionais.
Crescimento da receita de e-sports e como as marcas estão contribuindo para isso
Projeções oportunas propõem que os esports gerarão ganhos por meio de três canais principais:
O comércio de direitos de conteúdo para emissoras.
Desembolso direto da transmissão ao vivo.
Algumas competições ao vivo podem atrair dezenas de milhões de jogadores online
Espectadores
Os torneios de eSports também atraem gradualmente fãs em arenas lotadas e em plataformas de streaming, contribuindo assim com novos caminhos para o crescimento dos negócios no campo esportivo. A ampliação da audiência contribuiu principalmente para o aumento da receita e para a compreensão do potencial de atingir um público maior e mais engajado.
Para marcas que buscam parcerias com equipes, organizações e torneios de e-sports, grande parte de seu fascínio está na certeza de que a indústria deixa para trás idades, fronteiras e, muitas vezes, gêneros. Não depende de empresas de TV comprarem direitos e escolherem onde, quando e como exibir conteúdo, e visa unir diversas comunidades.
Resultado final
A indústria de e-sports é o esporte mais tecnologicamente liderado que o mundo já viu. É provável que domine a indústria do esporte tradicional dentro de 5 a 10 anos. Mesmo que o futuro do Esports pareça muito favorável, dois obstáculos precisam ser resolvidos.
Em primeiro lugar, o jogo é muito agradável, e horas de jogo ininterrupto ou visualização sem mobilidade podem ser perigosas para a saúde. O setor precisa resolver esse problema ou enfrentar regulamentações severas dos governos. Em segundo lugar, a proporção de investimento na indústria de fãs, VCs, patrocinadores e governos deve ser incentivada.