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SK8 the Infinity tem 2ª temporada e OVA anunciados

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No último domingo (14), um anúncio feito pelo estúdio BONES, revelou que o anime SK8 the Infinity receberá uma nova temporada e um especial OVA. Um vídeo promocional foi publicado juntamente com o anúncio, confira:

Por ora, sabemos que o time de produção da 1ª temporada retornará e novos detalhes deverão ser revelados em breve.

Mais sobre SK8 the Infinity

Estilizado como SK∞ the Infinity, é um anime original japonês produzido e animado pelo estúdio Bones que estreou em janeiro de 2021 no bloco ANiMAZiNG!!! da ABC e TV Asahi. Um mangá spin-off de comédia, de Toriyasu, intitulado Sk8 Chill Out!, começou a ser serializado no sítio eletrônico Young Ace Up, da Kadokawa Shoten começou a ser publicado no sítio eletrônico Young Ace Up em 11 de janeiro de 2021. Uma adaptação para mangá do anime começou a ser lançada na loja de livros eletrônicos BookLive! em março de 2021.

Sinopse: O anime segue Reki, um estudante do segundo ano do ensino médio que adora andar de skate e se envolve em “S”, uma corrida de skate perigosa numa mina abandonada sem regras. Ranga, que voltou do Canadá para o Japão e nunca andou de skate anteriormente, também se envolve em S juntamente com Reki. Os dois precisarão vencer competidores trapaceiros e até mesmo inteligência artificial na “batalha de corrida de skate para jovens”.

A primeira temporada conta com 12 episódios e está disponível no Brasil na Funimation. O anime com certeza traz ótimas recordações para todos que já tentaram se aventurar no esporte, ou uma ótima introdução para quem não conhece, então, escolha seu shape, e venha curtir cada ollies nesse anime. Confira nosso Primeiro Gole AQUI!

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Haikyu!! terá filme em 2 partes para adaptar o final do mangá

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Depois de muito aguardar, no último sábado (13), o Production I.G finalmente anunciou que o anime Haikyu!! terá sua história encerrada com dois filmes. Os fãs que esperavam a confirmação de uma 5° temporada do anime vão ter que se contentar com os filmes mesmo. Mas pelo menos, vamos ver nossos jogadores de vôlei favoritos nas telinhas de novo.

As datas de lançamentos ainda não foram divulgadas, mas um evento de lançamento será realizado em agosto de 2023, indicando que teremos que aguardar pelo menos um ano para ver o final da história de Shoyo Hinata.

Confira o teaser do anúncio:

A trama gira em torno do jovem Hinata, que almeja ser um grande jogador de vôlei no futuro — mesmo sendo baixinho. Assim, ele entra no time do seu colégio e corre atrás de seu sonho.

Sinopse: Um adolescente se encanta pelo vôlei ao assistir um campeonato pela TV. Ele e outro amigo tentam formar um clube para o esporte dentro da escola, mas encontram dificuldades em recrutar jogadores. Após finalmente conseguir outros cinco jovens dispostos a embarcar nesse projeto, eles entram em um campeonato de verdade.

Mais sobre Haikyu!!

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Haikyu!! é um dos mangás de esporte mais populares no Japão e consequentemente um dos títulos mais famosos da revista Shonen Jump na atualidade. Seriado de 2012 a 2020, narra a história do jovem Shoyo Hinata, que revive o clube de vôlei da sua escola no seu último ano de fundamental. Porém, o clube não dura mais que uma partida contra a escola Kitagawa Daiichi, liderada por Tobio Kageyama e conhecido como “rei da quadra”.

Ao entrar na escola Karasuno, Hinata está decidido em continuar no vôlei e se vingar de seu adversário, mas seus planos vão por água abaixo ao ver que o próprio Kageyama será seu novo colega de time. Hinata se vê precisando lidar com seus problemas de altura e com o agressivo Kageyama para se estabelecer com o time e sua nova jornada no esporte.

Haikyu!! se tornou cada vez mais conhecida, a partir de 2014, quando ganhou a 1ª temporada em anime pelo estúdio Production I.G. As 4 temporadas juntam 74 episódios, 4 OVAs e 4 filmes compilatórios — a animação está disponível na Crunchyroll.

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Prepare-se para atirar tinta mais uma vez em Splatoon 3

Splatoon 3
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Está chegando a hora de atirar tinta para todo lado numa das franquias mais inovadoras de todos os tempos. Splatoon 3 está chegando ao Nintendo Switch no dia 9 de setembro, mas fique ligado porque durante um painel no canal oficial da Nintendo no YouTube você pode já sentir a adrenalina.

Com uma repaginada nos modelos dos Inklings e Octolings, além de novas fases e  novidades nunca vistas antes na franquia Splatoon. Além disso Splatoon 3 já está em pré-venda e está disponibilizando uma demo para começar a bagunça e a mistura de tintas em Splatlands criando a Splatfest antes do lançamento.

O modo história traz uma nova aventura para desvendar os segredos de Alterna, The Fuzzy One, na pele do Agente 3. O mais novo recruta da Squidbeak Splatoon vai batalhar a Octarian Army em um roteiro cheio de emoções e reviravoltas.

O multijogador não fica para trás, sendo o carro chefe da aquarela de cores, com novas técnicas e até mesmo nadar nas paredes, dar rolamentos e repelir tinta! E conheça o Salmon Run, colete os ovos dos Salmonids enfrente criaturas e até mesmo o temido Rei Salmond Cohozuna que você enfrentará com um canhão nas costas!

No Online fique atento aos Splatfests e seus eventos que unem a comunidade de Splatoon em grandes festividades e jogatina. Principalmente com o retorno de Estágios de Batalha totalizando 12 opções iniciais para mostrar quem lança mais tinta.

Confira um pouco do que você vai encontrar em Splatoon 3:

Splatoon 3 será lançado para Nintendo Switch e pode ser adquirido pela loja virtual, a Nintendo E-shop, e até o dia 30 de setembro quem fez adquiriu o jogo na pré-venda vai ganhar o dobro de pontos na My Nintendo Gold Points.

Aproveite e garanta já Splatoon 3 e aproveite a demo além de começar antes a mergulhar em toda a diversão e novidades!

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FUUTO PI | Primeiro Gole

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Oi gente, hoje eu vou contar o que achei o primeiro episódio de FUUTO PI (Fuuto Tantei), uma série de anime que adapta o mangá japones escrito por Riku Sanjo e ilustrada por Masaki Sato. A obra é uma sequência de mangá da série de televisão live-action de tokusatsu Kamen Rider W, que foi ao ar originalmente em 2009 como parte da franquia Kamen Rider da Toei Company.

A série de anime é do Studio Kai, e a equipe de produção conta com Yousuke Kabashima como diretor,  Ayataka Tanemura como seu assistente, Tatsuto Higuchi é o responsável pela trilha sonora, enquanto o criador do mangá, Riku Sanjo, supervisiona o roteiro e, por fim, Hidekazu Ebina é o responsável pelos visuais dos personagens, além de codirigir as animações ao lado de Sei Komatsubara.

O enredo da história se desenrola na cidade de Fuuto, onde os criminosos usam dispositivos chamados “Gaia Memories” para se transformar em monstros superpoderosos conhecidos como “Dopants”, causando estragos na pacífica cidade. No entanto, também existem heróis que usam os “Gaia Memories” para lutar contra esses criminosos, um dos quais é o autoproclamado detetive Shoutarou Hidari. Com a ajuda do engenhoso parceiro Philip, os dois transformam-se em Kamen Rider W, o lendário herói da cidade de Fuuto.

Após a queda do Museu, pela malvada organização responsável por muitos crimes em Fuuto, a produção e distribuição dos Gaia Memories foi interrompida. No entanto, os remanescentes ainda permanecem na sociedade e são vendidos no mercado negro a preços elevados. Portanto, os dois heróis da Agência de Detetives Narumi ainda não tiveram tempo para relaxar.

Primeiras Impressões

Eu posso começar pontuando que achei a animação lindíssima, com traços e cores muito bem distribuídas, bem como as cenas de luta, que na minha opinião entregaram muito, (isso que foi o primeiro episódio e não houveram grandes acontecimentos). Sinceramente, no começo do episódio, até mais da metade, fiquei achando chato e maçante, como se não estivesse “andando”. E do meio pro final parecia que estava no começo (hahahaha brincadeira). Eu não estava entendendo a história, mas eu não li o mangá e nem vi a série na qual o anime é sequência então fiquei perdida. Além disso, achei desnecessário a sexualização em cima da personagem que é chamada de bruxa. Que os japoneses forçam a barra nessa parte a gente já sabe, mas achei meio demais.

Eu acho que FUUTO PI vale a tentativa de assistir mais, fiquei intrigada no final do episódio com a aparição de outro personagem principal, Philip, que claramente é muito poderoso e vai render muitas cenas incríveis para nós.  Para os fãs de Kamen Rider W, o anime é só elogios e está tudo o que eles esperavam. Confira alguns comentários no post do vídeo do primeiro episódio na página da Crunchyroll:

ProudCrow disse:

Que recap maravilhoso no início do episódio, pena que não mostrou a cena do Phillip perguntando se o Shotaro tinha coragem para correr com o diabo (como no tokusatsu)… a CG das cenas com a moto ficou legal e o episódio foi bem fiel ao mangá… estou muito feliz de rever todo esse pessoal!!

Nmestri disse:

Pra quem é fã da serie, esse anime tá muito bom, consegue matar bem a saudade de Kamen rider W e ainda trazer novos fãs pra serie, por que vc consegue assistir sem preocupação de nunca ter visto a serie por que é mais pro lado detetive das historias

MattOfAstora disse:

Pra quem é fã do show original, Kamen Rider W, esse episódio foi um prato cheio. Fan service fantástico de tantos personagens aparecendo de novo, momentos sendo mencionados novamente, E O PHILIP CHEGANDO ATRAVÉS DO XTREME CARA!! Mal posso esperar pro próximo episódio e pelo resto do anime inteiro, finalmente tá acontecendo!! HENSHIN!!!!

FUUTO PI – Trailer

A primeira temporada contará com doze episódios. FUUTO PI está disponível na Crunchyroll com um novo episódio lançado semanalmente, por enquanto, apenas na versão legendada.

ASSISTA AGORA NA CRUNCHYROLL

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A 26ª edição do Campinas Anime Fest acontece na próxima semana

26 campinas anime fest
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A 26ª edição do Campinas Anime Fest será realizada novamente no Liceu Salesiano de Campinas, e contará com diversas atrações! Na dublagem o evento recebe os dubladores de Stranger Things Isabelle Cunha (Eleven) e Hugo Myara (Eddie).

Da Internet o evento recebe os canais Canal PeeWee (Leonardo e Miguel) e Canal Cronosfera (Guto Barbosa). O evento ainda recebe os cosplayers premiados Mariana Pinheiro, Jessica Pandy  e Slovakia.

Games para todos os gostos e públicos

O espaço Gamer do evento vai contar com diversos torneios de computadores e consoles e até uma pista de dança! O popular jogo League of Legends contará com um torneio 1×1, um dos torneios mais disputados do Anime Fest. Um outro game muito disputado no evento, o Fifa 22 contará com duas estações exclusivas. Os jogos de luta também são destaques no evento, com Street Fighter V, Naruto, King of Fighters XV, Dragon Ball, Demon Slayer e Tekken. O evento ainda contará com os jogos de dança Pump it Up, popular simulador de dança dos anos 2000, e uma pista de dança do game Just Dance.

Mais atrações

Outras atrações do evento incluem espaços de fãs voltados para séries e filmes, temáticas medievais, KPOP, Cosplay, e espaços voltados Card Games e RPG e Board Games.

Confira abaixo mais informações sobre o 26º Campinas Anime Fest:

Informações Gerais

Data: 21 de Agosto de 2022
Horário: das 11:00 às 19:00
Local: Liceu Salesiano, R. Baronesa Geraldo de Resende, 330, Campinas-SP.

Site Oficial

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Digimon Survive | Review

Digimon Survive
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Lançado mundialmente no dia 29 de julho para PC, Playstation 4, Xbox One e Nintendo Switch, Digimon Survive é o mais novo jogo da franquia de monstrinhos digitais lançado pela Bandai Namco. Ainda recente, já gerou um certo rebuliço na comunidade após o seu lançamento e dividiu muitas opiniões…Uma pena que não de maneira exatamente positiva.

Como a própria Namco anunciou, Digimon Survive é um hibrido que mistura Visual Novel, com RPG tático. Mas o problema é que a proporção dessa mistura não ficou lá a coisa mais agradável do planeta.

Textos, textos e adivinhe…Mais textos.

Logo de cara é válido citar que o jogo conta com legendas 100% em português, o que é essencial para jogadores que não entendem inglês com tanta clareza. Por ser um visual novel, já era de se esperar que o jogo tivesse uma história profunda, repleta de diálogos e informações que justificassem e fizessem o melhor uso possível desse estilo de jogo, mas o que foi feito é bem abaixo disso.

A história começa no passado, com crianças sendo atacadas por algumas criaturas aparentemente monstruosas e logo depois disso já somos colocados nos dias atuais. Assim, acompanhamos o protagonista Takuma e seus colegas de classe, que fazem um passeio escolar até um templo antigo baseado na crença dos Kemonogami, que são tido como criaturas divinas que na realidade ninguém conhece bem. Se você conhece o básico de Digimon, já deve imaginar que após encontrarem esse tal templo as crianças ficam presas num mundo alternativo e claro, esses Kemonogami são os Digimon. A partir daí o jogo se desenrola com os estudantes buscando entender por que foram enviados a esse mundo e como podem voltar para sua realidade enquanto descobrem mais sobre esses tais Digimons…

Falando assim, parece uma premissa simples, certo? E de fato é. Mas logo aqui o jogador vai poder sentir qual vai ser o tom de jogo, pois logo no começo temos uma rápida introdução ao combate. No entanto, o problema é que todo esse início de jogo demora mais de meia hora, sendo que poderia ter sido completamente desenvolvido em uns 10 minutos.

Por ser um visual novel o jogo te coloca em muitos diálogos, sendo que a maioria deles era completamente dispensáveis e adicionam pouca coisa ao seu entendimento. A história não é nenhum primor que precisa de milhares de linhas de diálogos e interações para ser entendida, na verdade, muito pelo contrário. Ela é simples e até rasa e a escolha de ser um Visual Novel foi um baita tiro no pé pra esse jogo.

Toda essa enxurrada de diálogos poderiam ser amenizadas caso a incidência de combates fosse mais frequente e dinâmica, mas o problema é que não é… Você conversa absurdamente mais do que entra em combates e como já dito, não são lá os melhores diálogos do mundo. Depois de um prólogo e de um primeiro capítulo completamente arrastados, finalmente estamos soltos no mundo. Assim podemos enfrentar inimigos e fazer nossos Digimons evoluírem e ficarem mais fortes enquanto exploramos o mundo navegando por áreas, mas quando você faz isso, adivinhe só… Mais textos desnecessários até você finalmente conseguir enfrentar seus inimigos e fazer a história andar ou conseguir evoluir seus Digimons.

…Mas nem tudo é ruim.

Apesar de todas essas críticas à história e fluxo extremamente lento do jogo, nem tudo são lágrimas. O combate do jogo é baseado em RPG’s táticos, em que temos um grid numa área e devemos administrar nossos personagens em posições e posturas diferentes para enfrentar os inimigos. Parece até bem simples, mas ele pode exigir um pensamento mais profundo do jogador para ser dominado. Afinal, existem combinações entre os Digimons, a posição em que eles estão e até mesmo o relacionamento que se tem com eles, com base nas conversas e ações ao longo do jogo.

E por falar nos Digimons, que são a estrela do jogo, temos pouco mais de 100 monstrinhos para serem descobertos e capturados, além do clássico sistema de evolução. Aqui temos outro ponto interessante, pois em alguns momentos da história temos que fazer escolhas e escolher certos tipos de diálogos, o que influência no seu relacionamento com os demais personagens e com seus próprios Digimons. Claro que isso impacta diretamente nas evoluções, que podem acontecer conforme a sua relação com eles e tudo mais. Além disso, durante os combates podemos motivar nossos Digimons e usar itens para aumentar seus atributos.

Um visual competente

Por ser um Visual Novel, não é tão necessário que possua gráficos extremamente absurdos, afinal, na maioria do tempo, são apenas PNG’s dos personagens mexendo a boca (às vezes nem isso) num fundo borrado. Então, o jogo é relativamente bonito pelo traço em mangá, com tudo bem colorido e vez ou outra nós temos algumas animações mais elaboradas e aí realmente é mais bonito.

Quando entramos em combate, passamos a ver um cel shading 3D não tão bonito quanto os traços anteriores, mas que também não chega a ser um problema e tem até o seu charme. Igualmente, a trilha sonora do jogo que é morna, não sendo marcante como é costume da série Digimon, mas também não sendo odiável ou de fato ruim. Apenas está ali e ok.

Pode até ser bom. Mas depende.

No final de tudo, parece que o jogo tem muito mais coisas negativas do que positivas e na verdade até pode ser isso mesmo. Digimon Survive é um ponto extremamente fora da curva do que estamos acostumados nos jogos da franquia. O estilo Visual Novel com RPG tático poderia ter rendido bons frutos, mas a desproporção entre os estilos é o que matou a chance do jogo ser muito melhor.

Como Visual Novel ele é fraco, com uma história muito previsível, sem muita emoção e que segue morna do começo ao fim, além de ser extremamente arrastada sem a menor necessidade disso. Já como RPG tático ele é até agradável e é sem dúvidas a melhor parte do jogo. Porém, isso é o que menos temos ao longo da gameplay, que pode ser extremamente frustrante para os jogadores.

Digimon Survive pode ser terminado em 25 a 30 horas, dependendo muito de jogador para jogador, já que você pode escolher em subir o nível de alguns monstros em específico e focar neles até o final, ou ter uma vasta coleção com todos bem equiparados. No final, isso é a sua escolha, mas num geral, a história é sim bem longa e você não irá terminá-la com menos de 20 horas.

Quem é realmente fã da franquia ou de Visual Novel’s pode até ignorar a história arrastada e entediante e ser agradado pelo universo Digimon e seus combates, além de um outro diálogo interessante explorando a personalidade dos monstrinhos, algo até então não tão comum na série. Mas o fato é que para a gigantesca maioria e num senso comum, Digimon Survive é um hibrido entre dois gêneros e não acerta em nenhum dos lados e tende a ser lembrado mais por sua mediocridade do que por sua qualidade.

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Sandman (Netflix) | Review

Sandman
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Finalmente Sandman está entre nós, e junto a esse lançamento veio aquela dúvida de sempre quando falamos sobre adaptações de jogos, livros e até mesmo sobre histórias em quadrinhos, como é o caso de Sandman e de muitos outros conteúdos que estamos acostumados a consumir nos últimos anos.

Baseado nas HQ de mesmo nome, Sandman conta uma história através da visão de Sonho, o Governante do Sonhar (reino dos sonhos). Ele se vê em uma situação caótica após ser aprisionado por um século por magos que buscavam capturar a Morte.

Será que vale a pena? Acertaram dessa vez?? E respondendo logo de cara, pra felicidade de todos, a resposta é SIM! Porem vamos com calma.

Sandman chegou com uma grande responsabilidade, sendo uma série da Netflix (que geralmente peca um pouco em suas adaptações) que trataria de uma história bem densa e profunda. Por isso, obviamente não tinha conseguido empolgar tanto o público alvo, que já se sente cansado de tantos fiascos em cima de suas obras queridas. Mas ainda bem que nos precipitamos e estávamos enganados!

Sandman consegue construir uma ótima e envolvente trama que se esforça pra seguir à risca o seu conteúdo original, que também é muito fortalecido pelo elenco que traz uma ótima atuação para seus personagens que chegam com muito carisma pra cada um deles, e graças a isso, nos ajudam a ter uma ótima percepção de cada momento que estamos vivendo. E claro, com grande destaque ao Tom Sturridge (Sonho), sua atuação monótona e sincera se tornou a chave do sucesso de seu personagem, que graças a isso, consegue transparecer muito sentimento mesmo que mal apresente nenhum tipo de expressão ao longo da série.

Não é um sonho perfeito

Mas calma lá, sei que até aqui parece tudo bem empolgante e perfeito, mas não se engane. Apesar de ter um início poderoso com grandes momentos e diálogos que te fazem refletir sobre tudo, Sandman não consegue se manter assim até o fim, tornando uma parte da sua temporada meio cansativa, e que para alguns pode até parecer arrastada. Mas pode sossegar, pois não necessariamente isso torne os episódios finais ruins, eles apenas não conseguem sustentar todo o embate que temos logo de cara, e por conta disso, existe essa sensação de que a série esfria em certo momento.

Por fim, preciso dizer que Sandman vale muito a pena. Em tempos em que adaptações tem tendências a falharem, a série se torna algo único e especial para os amantes da cultura Geek, honrando o excelente trabalho do Neil Gaiman e respeitando os fãs da obra original (que só por curiosidade, também teve dedos na produção dessa adaptação hein!).

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The Rose anuncia show único no Brasil

The Rose Heal Together
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Na segunda-feira, dia 08, o The Rose confirmou que virá ao Brasil em dezembro para um show único. A turnê Heal Together irá começar agora em outubro e terá seu fim em fevereiro de 2023, passando pela Europa, América do Norte, e América do Sul.

O show no Brasil vai acontecer no dia 04 de dezembro, uma apresentação única em São Paulo, que está dando o que falar. Inicialmente o show seria no Cine Joia, com capacidade para 1500 pessoas, gerando várias reclamações por parte dos fãs que estão esperando há tempos por esse show.

Sendo assim, a organização do evento já anunciou que estão discutindo um lugar maior para o evento. Em relação aos preços, tirando o meet and greet, irão variar de R$ 200 até R$ 690,00.

Enfim, a banda de pop e rock coreano debutou em 2017 já esteve no Brasil anteriormente, em 2018, passando por São Paulo e Rio. De qualquer forma, os fãs já estão ansiosos pela apresentação que deve contar com os grandes sucessos como She’s in the Rain, e Sorry. E você, ficou empolgado com a volta do The Rose pro Brasil?

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