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Gash Bell!! – Mangá | Primeiro Gole

Gash Bell!! primeiro gole
Divulgação: MPEG | Foto: Suco de Mangá

O que você faria se uma criança surgisse na sua janela sendo carregada por uma águia gigante e sem uma peça de roupa no corpo? Bom, quem tem um pouquinho mais de idade vai lembrar dele, da criança Mamodo e seu companheiro humano. Assim, neste Primeiro Gole vamos desbloquear uma memória de infância com o mangá Gash Bell!!’.

O autor da obra é Makoto Raiku, que a publicou em 2001 com o nome original de ‘Konjiki no Gash!! (ou ‘Zatch Bell!’, em inglês). Em seguida, o mangá ganhou adaptação para anime em 2003, que acabou com 150 episódios em 2006. No Brasil, o anime foi ao ar no Cartoon Network e na Globo. Ou seja, com certeza participou da infância de muita gente por aqui. 

Finalmente, quem trouxe o mangá em português para os fãs brasileiros foi a Editora MPEG que chegou há pouco tempo, mas que não deixa nada a desejar.

Gash Bell!! primeiro gole
Divulgação: MPEG | Foto: Suco de Mangá

Sendo assim, vamos falar dessa publicação nostálgica e muito divertida.

O mangá da MPEG

Primeiro, como não poderia ser diferente, vou falar da publicação física em si. Essa edição tem um pouquinho mais que 380 páginas, todas impressas em papel offset (o tradicional papel branco que usamos no dia a dia). Essa é apenas uma das diferenças entre a publicação da MPEG e das outras editoras — que geralmente usam papel jornal ou semelhantes.

Além disso, no começo e no meio do mangá tem algumas páginas coloridas, o que sempre dá uma boa valorizada para os leitores. Outra coisa que eu adoro é o verniz localizado, aqui presente na sobrecapa (que tem uma ilustração fofíssima do Gash empolgado com seu boneco Vulcan 300).

Gash Bell!! primeiro gole
Divulgação: MPEG | Foto: Suco de Mangá

Ainda, na orelha da sobrecapa tem uma breve biografia do autor e um aviso que a coleção se completa com 16 mangás. Achei essa última informação genial, afinal no primeiro volume você já tem uma previsão de quantos mangás ainda estão por vir, sem precisar vasculhar a internet.

De qualquer forma, o destaque vai para os mimos do mangá. Como de costume, a publicação veio com um marcador de páginas pequeno, mas isso foi apenas um detalhe.

Além dele, o mangá conta com um cartão-postal estilizado, um pequeno pôster, um adesivo metalizado do Gash e um card colecionável. Eu abri o mangá e a única coisa que faltou sair dali foi o próprio Gash — o que também seria bem legal.

Gash Bell!! primeiro gole
Divulgação: MPEG | Foto: Suco de Mangá

Todos os itens são impecáveis em relação a qualidade e nitidez da impressão. Particularmente, eu já fico babando apenas nos marcadores de páginas, então quando o mangá traz algo a mais — nesse caso muito mais — acho que o valor dele aumenta consideravelmente.

Agora, vamos falar da história dessa criança elétrica e espontânea que todo mundo amaria ter por perto.

Gash Bell!! – Uma Dose de Energia

Primeiro, conhecemos Kiyomaro, um adolescente com uma inteligência acima da média e antissocial. Se fizermos um paralelo, ele seria como um Light Yagami de Death Note, muito inteligente, com um senso de justiça forte, mas que só começa a agir depois que uma força externa aparece na vida dele.

Nesse caso, ao invés de ver um Death Note, pela janela de Kiyomaro entra um garoto completamente nu, comendo um peixe cru, dizendo que vai treiná-lo. Esse garoto é Gash Bell, uma criança enérgica, explosiva e sentimental que irá ajudar Kiyomaro fazer amigos e trabalhar pela justiça.

Gash Bell!! primeiro gole
Divulgação: MPEG | Foto: Suco de Mangá

No entanto, Kiyomaro também recebe um livro vermelho, escrito em um idioma totalmente desconhecido. Não demora muito para ele descobrir que as palavras escritas ali são feitiços que fazem Gash soltar poderosos raios pela boca. Então, com um pouco de relutância, os dois passam a usar esses poderes para proteger os mais fracos e salvar suas próprias vidas.

Afinal, Gash Bell não é uma criança comum. Na verdade, ele é um Mamodo, uma criança do mundo dos demônios que foi criada para disputar o trono de Rei com outras 99 crianças. Assim, ele foi enviado ao mundo dos humanos para treinar e batalhar até a morte, até sobrar um único Mamodo que se tornará Rei do mundo dos demônios.

O que esperar de Gash Bell!!

Apesar da história parecer um pouco pesada, com crianças pequenas batalhado até a morte etc, Gash Bell!! na verdade é muito divertida e agradável. A história tem um humor único, explorando o fato de Gash ser um garotinho solitário que se orgulha de ter um boneco feito com uma caixinha de papelão, por exemplo.

As piadas realmente deixam a trama mais descontraída e as situações absurdas e a espontaneidade de Gash tiram sinceras gargalhadas. Além disso, algumas cenas tem peculiaridades próprias de cartoons antigos, com olhos saltando do rosto e feições caricatas.

Gash Bell!! primeiro gole
Divulgação: MPEG | Foto: Suco de Mangá

Por outro lado, a história também aborda a questão humana de toda essa situação. Ou seja, mostra Gash tentando entender quem ele é entre ser uma criança humana e uma máquina de morte. Ainda, com o fato do garoto realmente se sentir sozinho e desamparado, buscando desesperadamente alguém que possa chamar de amigo.

Por fim, a diversidade dos Mamodos, seus feitiços e companheiros humanos dão muito conteúdo a ser explorado, instigando a curiosidade pela próxima batalha. Quem serão as outras crianças; quem é o Rei do mundo dos demônios; quais outros feitiços Gash conseguirá conjurar; essas são apenas algumas das perguntas que o primeiro volume do mangá nos instiga a descobrir.

Gash Bell!! primeiro gole
Divulgação: MPEG | Foto: Suco de Mangá

Últimas considerações

Então, juntando os mimos da publicação, o humor espontâneo e a história instigante, Gash Bell!! é um mangá que vale a pena ter na prateleira. Além, é claro, da nostalgia dos tempos de TV Globinho e Cartoon Network.

Só pra não deixar passar, eu vi apenas um deslize durante o mangá todo. Em determinado diálogo era pra estar escrito “boca”, mas acabou ficando “bolsa”, como se um corretor ortográfico tivesse confundido os dois.

Enfim, terminei o primeiro volume doida pra ler o segundo. Gash Bell!! é uma história que fez parte da infância de muita gente e, agora que o mangá finalmente chegou no Brasil, é hora de começar a coleção. E você, tá esperando o que pra garantir o seu?

Gash Bell!! primeiro gole
Divulgação: MPEG | Foto: Suco de Mangá

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Game of Thrones e House of Dragon são temas da nova coleção exclusiva de óculos e relógios da Chilli Beans

House of Dragon chilli beans
Imagem Divulgação

A Chilli Beans, maior rede especializada em óculos escuros da América Latina, anunciou no dia 15 de agosto a coleção House of Dragon. Assim, a novidade reúne o universo da série originária Game of Thrones inspirada em “A Song of Ice and Fire” e o cenário dracônico e medieval da série subsequente baseada no livro “Fogo & Sangue”, de George R.R Martin.

Com isso, a marca apresenta uma linha de óculos e relógios ousados e esotéricos como o poder dos dragões. Além disso, carrega o conceito fantástico da última série lançada sem esquecer de sua história original.

A coleção oferece modelos exclusivos com design diferenciado e detalhes que remetem à anatomia imponente dos dragões e sua ligação com a casa da família Targaryen. Afinal, quem não quer usar algo da família que conseguiu unificar Westeros e governar absoluta por anos. Portanto, os produtos revelam detalhes como a textura de escamas de dragão em metal na haste de um dos óculos e, em outro, a famosa Blackfyre, uma espada em metal piece que interliga as duas partes da haste.

A coleção House Of Dragon apresenta 6 modelos, entre óculos de sol, armações de grau e multi – que vêm com uma lente escura que pode ser acoplada aos óculos de grau, trazendo praticidade – e 3 tipos de relógios. A faixa de preço é a partir de R$ 279,98 e está disponível no site, lojas físicas e quiosques de todo o território nacional desde 14 de agosto.

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Mask Girl | Review

mask girl
Imagem Divulgação

A indústria do drama coreano está vivenciando um crescimento em popularidade como nunca vivenciado anteriormente e os serviços de streaming certamente devem agradecer por isso. Outra série original que se junta à lista de programas coreanos é a comédia policial: Mask Girl,  produzida pela gigante Netflix

Este é o tipo de série sobre a qual é melhor saber muito pouco antes de sintonizar, mas basta dizer que começa com uma jovem que tem um sonho – um que se transformará em um pesadelo, explorando o patriarcado e o lado feio da beleza.

Essa garota é Kim Mo-mi, que sempre quis se tornar uma estrela. O problema é que ela nasceu sem a aparência que combina com seu talento para dança e canto.

A protagonista central da história tem um físico glamoroso, mas se considera feia e de aparência simples. Ela é uma mulher que trabalha em um escritório comum que se envolve em vários incidentes enquanto trabalhava como uma dançarina em Jockeys (fenômenos de lives na Coreia do Sul). O que a torna especial, no entanto, é o fato de ela nunca tirar a máscara durante a transmissão, fiel à sua persona online ‘Mask Girl’.

Joo Oh-nam é um colega de trabalho de Mo-mi que nutre uma paixão unilateral por ela. Assim como Mo-mi, Oh-nam também sofre de um complexo de inferioridade sobre sua aparência. A única fonte de alegria de Oh-nam é assistir a transmissões na Internet. As coisas ficam caóticas quando ele se envolve em um incidente inesperado envolvendo Mo-mi. Para complementar as relações platônicas, Mo-mi tem uma queda por seu chefe, Park (Choi Daniel).

A história começa como uma fatia de comédia quando somos apresentados aos personagens, suas motivações, personalidades e assim por diante. No entanto, ele rapidamente se transforma em um thriller de mistério quando impulsos descontrolados levam nossos personagens principais ao desastre. Mo-Mi sempre sofreu de insegurança e complexo de inferioridade por causa de seu rosto, mas ela se sente confiante e fabulosa em suas lives. A ilusão de sua desejabilidade como ‘Mask Girl’, no entanto, distorce seu senso de realidade e ela é arrastada para uma série de eventos infelizes com Oh-Nam a reboque. Mo-Mi, portanto, perde seu sonho em um piscar de olhos quando o mundo desaba sobre ela.  Este é um começo bastante inofensivo, mas, com seus tons sexuais e caracterizações sombrias, sugere a loucura engenhosa que está por vir.

Em vez de ser uma representação ideal da sociedade e seu tratamento da beleza como deveria ser, “Mask Girl” revela a amarga verdade sobre o visual e expõe o mundo como ele é. O mundo ainda julgará as mulheres por sua aparência, por mais que ela seja uma companhia perfeita. E é por esses comentários machistas que Mo-Mi é levada à loucura por sua obsessão psicótica com sua aparência, que por sua vez arrasta aqueles ao seu redor para a toca do coelho também. 

A série é um grande retrato da hipocrisia da contradição do ser humano. O chefe que fingiu ser moral na verdade foi quem teve um caso, uma amiga que disse que nunca se preocupou com a aparência é obcecada como as pessoas a veem. Um homem tímido que não confia na aparência é fã de Kim Mo-mi, mas também a denúncia como prostituta ao descobrir sua identidade secreta.

A história se desenvolveu naturalmente, mesmo que para isso seja necessário dois episódios de quase uma hora, desde o assassinato até o descarte criminoso de um cadáver. No final, a série critica justamente a contradição das pessoas. Visto que cada episódio é focado em um personagem diferente com suas próprias perspectivas sobre o mesmo evento. Tudo de uma forma ácida e natural (dentro das premissas coreanas).

Baseada em um webtoon homônimo, “Mask Girl” chega no serviço da Netflix nesta sexta-feira (18) com 7 episódios. 

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Bethesda revela antologia animada de Starfield | Explorando os Sistemas Colonizados

starfield
Imagem Divulgação

A Bethesda Game Studios está abrindo as portas para o universo de Starfield, convidando os jogadores a mergulharem nas ricas culturas e vidas dos povos dos Sistemas Colonizados através de uma antologia animada fascinante.

Sob o título de “Os Sistemas Colonizados – Uma Antologia Animada de Starfield”, essa série proporciona uma prévia envolvente de três das maiores cidades do jogo altamente esperado.

Uma Jornada Pelos Sistemas Colonizados

Nesse lançamento, a antologia mergulha os espectadores em três narrativas distintas, cada uma ambientada em uma das cidades icônicas de Starfield.

Supra Et Ultra

Na cidade de Nova Atlântida, capital da União das Colônias, um piloto de entregas chamado Kent almeja viver na parte mais cobiçada dos Sistemas Colonizados. Após se juntar à Vanguarda da UC e trabalhar para ascender à elite da capital, Kent se dá conta de que as aventuras que o aguardam fora do planeta são o que ele realmente desejava.

Onde se Constrói a Esperança

Vanna é uma órfã da famosa Guerra das Colônias e vive na cidade de Akila. Ela quer desesperadamente explorar as estrelas, e só há uma coisa faltando: uma nave que funcione. A busca por peças de reparo na cidade a deixa cara a cara com perigos inesperados enquanto ela se aproxima de seu sonho.

A Mão que Alimenta

Jovens delinquentes das ruas de Neon, Ada e Harper são parceiros no crime e vivem de roubar baladeiros ricos que vêm se esbaldar na “cidade dos prazeres”. Quando Ada se vê em um dilema moral, ela chama rapidamente a atenção da onipresente Ryujin Industries, que lhe oferece uma nova e empolgante oportunidade. Mas a que preço?

Explorando Starfield em Animação

As animações oferecem uma visão inédita do mundo imersivo de Starfield, permitindo que os jogadores explorem as diversas culturas e realidades dos Sistemas Colonizados de uma forma completamente nova. Cada narrativa é cuidadosamente desenvolvida para revelar os desafios, sonhos e intrincadas conexões desses mundos distintos.

A Chegada de Starfield

O aguardado Starfield está marcado para lançamento em 6 de setembro para Xbox Series X|S e PC. Aqueles ansiosos para explorar os Sistemas Colonizados podem reservar o jogo agora ou aproveitar o lançamento DAY ONE com o Game Pass. Reservar a Edição Premium ou da Constelação proporciona até cinco dias de acesso antecipado ao jogo, dependendo da data da compra e da região.

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Criador de “The Boys” lança HQs de terror no Brasil

um passeio no inferno
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Os pecados podem selar o destino de uma pessoa? E se a verdade cobrasse um preço terrível? Essas são algumas das perguntas que são respondidas no volume final da duologia Um Passeio No Inferno.

No lançamento A Catedral, o premiado roteirista de histórias em quadrinhos Garth Ennis – reconhecido pelos sucessos PreacherThe BoysCrossedHellblazer, Justiceiro – apresenta uma trama de perversões e mentiras que se combinam para anunciar um amanhecer terrível a toda a humanidade.

Com ilustrações de Goran Sudzuka e, na segunda edição, cores de Ive Svorcina, a narrativa propõe conduzir os leitores para uma jornada sombria e desconfortável que desafia a compreensão humana. Nesta sequência, os agentes especiais do FBI, Shaw e McGregor mergulham em uma nova dimensão de terror. E quem os guia é Paul Carnahan, o assassino de crianças, um homem conhecido por estar morto e enterrado.

Paralelamente, a diretora Driscoll quer alcançar os agentes que comanda, mas percebe que os próprios pecados podem ter selado o destino dela. Carnahan detém a chave ― mas o que agora se mostra por trás dos olhos é muito mais do que apenas um assassino.

Descrita como uma das HQs mais maduras do autor, Um Passeio No Inferno tem sido considerada um terror moderno que mistura suspense, sobrenatural e elementos psicológicos.

Um Passeio No Inferno

Um passeio no inferno
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  • Autor: Garth Ennis
  • Ilustradores: Goran Sudzuka e Ive Svorcina
  • Editora: Alta Geek, selo da Alta Books Editora
  • Número de páginas: 160
  • Preço: R$ 79,90

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Um passeio no inferno
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Sinopse de Um Passeio no Inferno Volume I: Dois agentes do FBI entram em um armazém… A agente especial Shaw, uma quarentona que beira o esgotamento e com lembranças medonhas de sua última investigação, e o agente McGregor, um jovem e dedicado idealista frente a tudo que o mundo possa jogar contra ele. Eles conduzem o interrogatório mais crucial de suas carreiras no FBI, um caso de depravação inimaginável que pode fornecer as pistas que os dois agentes precisam para entender seu tétrico cenário atual.

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Black Ninja do KaBuM! reúne produtos com até 70% off em pleno agosto

black ninja
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Dizem que agosto é um daqueles meses que demoram para passar. Para ajudar nessa missão e fazer o tempo “acelerar”, o KaBuM! – maior e-commerce de tecnologia e games da América Latina – acaba de lançar a campanha Black Ninja. A ação promocional fica disponível até às 8h do dia 23, com descontos de até 70% em diversas categorias, como periféricos, hardware, notebooks, entre outros.

Para garantir que os ninjas tenham os melhores equipamentos, é possível parcelar as compras em até 10 vezes no cartão de crédito e em 12 no cartão KaBuM!. Se o pagamento for no Pix, os descontos chegam até 15% adicionais. Confira os destaques abaixo:

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Notebook Gamer Lenovo Gaming 3i Intel Core i5-11300H, 8GB RAM, GeForce GTX 1650, SSD 512GB, 15.6 Full HD, Windows 11, Preto – 82MG0009BR

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Memória Kingston Fury Beast, RGB, 16GB, 3200MHz, DDR4, CL16, Preto – KF432C16BBA/16

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André Vianco lança aguardada sequência da saga O Vampiro-Rei

Capa-A-Deriva
Imagem Divulgação

Depois de um mal terrível ter sido lançado sobre a humanidade, metade das pessoas entraram em um sono tão profundo que mais pareciam estar mortas. Dos que acordaram, parte havia se tornado vampiro, enquanto o restante precisava lutar pela própria sobrevivência. Esta é a premissa de A noite maldita, livro de André Vianco, que acaba de ganhar continuação pela Citadel Grupo Editorial.

No lançamento À Deriva, o autor apresenta a história de São Vitor, a primeira fortaleza a erguer muros no interior de São Paulo para impedir o avanço dos noturnos e salvar os adormecidos na esperança de que em breve acordem. Enquanto os médicos do local trabalham para encontrar a cura para ambos, um grupo de resistentes desafia o conselho de emergência do forte e parte para a capital com o objetivo de resgatar aqueles cujo sono os torna presas fáceis para os vampiros.

Corpos caídos à beira da estrada.
Esqueletos de veículos incendiados e empurrados para o canteiro central
ou para os acostamentos. Grupos de andarilhos, em romaria sentido interior,
com rostos sujos, hematomas e bandagens, sinais nítidos
de que tinham passado por situações extremas
para continuarem vivos até ali.

(À Deriva, pg. 31)

Ao mesmo tempo em que acompanha o desenrolar da guerra entre humanos e sugadores de sangue, o leitor descobre que as boas intenções dos personagens camuflam ambições capazes de colocar todos em risco. O ex-policial e líder da resistência Cássio Porto, por exemplo, nunca escondeu o desejo de reencontrar os sobrinhos durante as expedições na capital. Já Dr. Graziano nenhuma vez mencionou seus verdadeiros interesses na vacina de cura dos vampiros. Qual seria o real propósito deste trabalho?

Pânico e desespero dão o tom deste terror nacional aguardado pelos fãs de André Vianco, conhecido pelo cenário nacional das narrativas. Ambientada na Grande São Paulo, À Deriva mistura a temática vampiresca a dramas reais como a falta da família, tráfico de drogas e conflitos amorosos. Uma história de horror que poderia muito bem representar o mundo real daqueles que estão perdidos em um mar de caos.

À deriva

Saga: O vampiro-rei
Autor: André Vianco
Editora: Citadel Grupo Editorial
ISBN: 978-6550472337
Dimensões: 15.2 x 2.4 x 22.9 cm
Páginas: 432
Preço: R$ 69,90

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Megazone 23 | Vintage et Underrated

Megazone 23
Imagem Divulgação

Bem-vindos ao Vintage et Underrated, a coluna que une o antigo que não sai de moda e o underground que todo mundo adora, ou deveria.

Pra hoje, vamos falar sobre esse clássico cyberpunk que traz o completo OPOSTO do Exterminador do Futuro, na mesma época: a IA que quer ajudar a humanidade.

Sendo assim, Megazone 23 é uma animação dos gênero sci-fi e ação. O criador da obra é Noboru Ishiguro, que lançou três partes em 1985 pelos estúdios AIC, Artland e Tatsunoko.

Enredo

Com cenas bonitas, mas um roteiro um pouco confuso, Megazone 23 trabalha de forma ampla a questão da manipulação de massa. Afinal, o objetivo central dos antagonistas é subverter a IA EVE, que toma conta das pessoas ao mesmo tempo que é uma espécie de celebridade virtual. Assim, eles buscam convencer a população a ingressar numa guerra tecnológica contra outra Megazone.

É interessante notar que os habitantes da megazona são humanos que saíram da Terra há 500 anos, mas que esqueceram COMPLETAMENTE dessa informação. Então, isso se torna um dos maiores “segredos” durante a história (no caso, para o personagem principal, o expectador tem consciência disso o tempo todo).

Informações de Megazone 23

As Megazonas são basicamente colônias especiais independentes que funcionam como países, de certa forma. Assim, algumas são mais tecnologicamente avançadas que outras, assim como as IAs parecem ter suas diferenças na forma como “protegem” a humanidade.

Além disso, é interessante que o conceito de colônias já estava aparecendo em animes de espaço, como a série Gundam (que vai aparecer aqui alguma hora…). No entanto, esse é um dos poucos animes em que a colônia não é gerida por humanos.

Na verdade, quem gere a colônia é uma versão gente boa da Skynet sem que isso seja de conhecimento da população, que é uma das grandes críticas do enredo. Afinal, a população vive em total alienação e alheia inclusive à política de certa forma, sobrando assim apenas pequenos grupos rebeldes que tentam enxergar a “verdade”.

Outra curiosidade digna de nota são as referências religiosas que aparecem toda hora no desenho. Por exemplo, a estação lunar de defesa ADAM, a IA EVE ou o computador Bahamut, e essas são só alguns exemplos mais explicitos.

Num plano de fundo, temos ainda temas como amor adolescente, noção de realidade distorcida, falta de perspectiva futura entre outros tantos que já são bem comuns em qualquer cenário “punk”.

O anime possui três partes, duas delas se passando na mesma época e uma que se passa mais a frente dos eventos anteriores.

Um dos únicos pontos complexos desse anime é o final da terceira parte. Ela se passa séculos a frente dos primeiros filmes, mas há personagens das primeiras partes no meio da trama, o que é um bocado bizarro já que em nenhum momento foi falado sobre esse nível de longevidade da raça humana na história.

Fora isso, ainda é uma pérola esquecida no tempo que vale super a pena ter a poeira tirada de cima.

Pontos positivos

– Animação impecável

– Temática cyberpunk bem desenvolvida

Pontos negativos

– Interações esquisitas entre os personagens

– Problemas de continuidade na história

Megazone 23 parte 1
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Sinopse (Parte I e II): Shogo Yahagi é um garoto comum que vive na Megazona 23 (Tóquio) e sem querer recepta um protótipo de motocicleta desviado de seu destino original. Ao utilizar a moto, Shogo começa a descobrir funções especiais que o levam de encontro com uma poderosa organização militar que tem como intuito começar uma guerra com outras Megazonas mais avançadas.

Megazone 23 parte 3
Imagem Divulgação

Sinopse (Parte III): Anos depois dos acontecimentos das partes I e II, o hacker Eiji Takanaka se torna alvo de uma misteriosa organização religiosa que planeja tomar o controle de um esquecido super computador com uma poderosa IA capaz de mudar os rumos da história da humanidade.

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