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Tuuh lança novo álbum em formato Isekai | Ouça ‘DOPPEL2’!

Tuuh - Divulgação DOPPEL2
Tuuh - Divulgação

Com inspirações de visual kei, Tuuh lançou no dia 18 de agosto seu terceiro disco conceitual ‘DOPPEL2’. Com isso, o cantor brasileiro explora gêneros musicais a fim de contar uma história de ascensão e queda!

Sobre DOPPEL2 – Tuuh

Um mundo alternativo dividido entre a versão do vilão e a do mocinho é o que se encontra em DOPPEL2, o disco em formato isekai de Tuuh.

O multiartista brasileiro é um dos maiores nomes do j-rock fora do Japão, com quase 300 mil ouvintes mensais somente no Spotify.

Assim, o terceiro disco de inéditas de Tuuh é um sucessor do álbum DOPPEL1 (2021). Ao contrário do anterior, traz mais peso e letras com fundo mais dramático.

Nas 13 faixas o cantor, compositor e guitarrista apresenta músicas em japonês, português, inglês e, até mesmo, latim!

Então, ouça ‘DOPPEL2’ e embarque na trama!

Sendo assim, em ‘DOPPEL1’, a sonoridade é voltada para o pop, com a história do mocinho. Por outro lado, em ‘DOPPEL2’, o isekai que conhecemos é do vilão, que traz o visual kei, além de influências rock alternativo e de ritmos brasileiros.

O que é isekai

Isekai é um gênero literário frequentemente utilizado em animes e mangás que representam mundos alternativos.

O disco ‘DOPPEL2’ é a experiência de reconhecimento do mundo alternativo do vilão, construído antes mesmo da versão do mocinho, criado em conjunto com o selo responsável pelo lançamento, conforme conta Tuuh:

O conceito desta história foi criada há muitos anos, juntamente com o Arcadia Studio, hoje selo da Ingrooves Music. Foi um trabalho que aperfeiçoei durante muito tempo, até estar satisfeito com a sonoridade e a estética. Neste álbum conhecemos a perspectiva do vilão, em sua saga de ascensão e queda já na primeira faixa, com a experiência sendo finalizada na última música.

Por fim, as imagens que acompanham a divulgação do álbum ‘DOPPEL2’, como no clipe “Jonetsu no Sanjusan” remetem à estética do visual kei.

Já a sonoridade traz influências variadas que passam por algumas bandas japonesas. Entre elas, The Gazette, L’arc~en~Ciel, Janne da Arc, Nightmare. Também passa pelo rock alternativo do Avenged Sevenfold, Circa Survive e Pitty; e a brasilidade de Zé Ramalho.

Além das diferentes referências sonoras, o álbum também traz uma série de participações especiais, como a cantora SayJuno e os cantores Kai Urusai, Lobus, Vine and the 7 e Nanasai.

Tuuh – DOPPEL2 – Jonetsu no Sanjusan

SOBRE TUUH

Tuhh - DOPPEL2
Tuhh – DOPPEL2

Ganhador do prêmio Cubo de Ouro, na categoria de “Melhor Projeto Musical Geek”, Tuuh é cantor, compositor e multi-instrumentista, conhecido no circuito geek por suas participações em eventos como Anime Family e Anime Friends.

Desde 2009 na estrada, já passou pelas bandas Sugoi, Velvet Moonlight e Miura Jam e hoje une o j-rock ao metal melódico em seu projeto solo.

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Nas Montanhas do Terror, primeiro mangá de terror da nova Conrad, chega em outubro

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Divulgação: nova Conrad

Nas Montanhas do Terror (Yamakaidan, no original), é o segundo mangá da nova Conrad e traz cinco histórias aterrorizantes. Todas elas foram roteirizadas por Junpei Azumi, famoso roteirista e escritor japonês de suspense e terror. Assim, a edição está em pré-venda e estará disponível no dia 31 de outubro.

Sobre o mangá Nas Montanhas do Terror

A HQ combina a paixão de Junpei pelo alpinismo com os traços eletrizantes de vários mangakás.

Originalmente, Nas Montanhas do Terror estreou em 2018 pela editora Asahi Shinbun e foi o primeiro mangá de Junpei Azumi.

Então, a história descreve situações misteriosas sobre os mais diferentes perigos que nos aguardam em uma escalada sozinho. Por exemplo, nos perdermos em meio a uma nevasca ou até incidentes inexplicáveis durante um simples passeio pelos Alpes setentrionais.

Além disso, os seres sobrenaturais que habitam essas regiões distantes e inacessíveis podem ser muito mais que apenas fantasmas dos contos tradicionais.

Dentro do gênero de terror japonês, Junpei Azumi, autor de diversos livros e contos assustadores ambientados nas montanhas do Japão, apresenta uma antologia de terror que mistura sua experiência como alpinista e imaginação. O resultado é uma consistente história desenhada a muitas mãos.

Participação de vários ilustradores

Além do mestre de terror Junji Ito (conhecido por mangás como Uzumaki, Tomie, e por várias coletâneas), também participam os ilustradores Akihito Yoshitomi (autora de Eat-Man e After School of the Earth), Mimika Ito (de Mierundesu, com tradução livre “Eu consigo ver fantasmas”), Akemi Inokawa (da série “Honto ni atta kowai hanashi”, de tradução livre “Histórias de terror que aconteceram de verdade”) e Daisuke Ima (mais conhecido por Love and Hell e Hiru), voltado para o estilo de mangás seinen, público masculino adulto.

Aos fãs de histórias de mangás de terror como H.P. Lovecraft – O cão de caça e outras histórias (Gou Tanabe), A Menina Do Outro Lado (Nagabe), Contos de Horror da Mimi (Junji Ito, Hirokatsu Kihara e Ichiro Nakayama), Fragmentos do Horror (Junji Ito), podem esperar um suspense bem trabalhado, bastante único e com uma série de relatos sobre as montanhas japonesas como nunca viram.

Com tradução de Edward Kondo e letras de Lilian Mitsunaga, a edição chega agora em volume único no Brasil pela Conrad.

Nas Montanhas do Terror terá acabamento em brochura com sobrecapa e papel pólen, em tamanho 13,5 x 20,5 cm, com 192 páginas em preto e branco. O mangá já pode ser reservado na pré-venda por R$ 54,90 em edição física e R$ 39,90 em e-book.

Nas Montanhas do Terror conrad
Divulgação: nova Conrad

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Os desafios e a emoção por trás de ‘Angela’ – Ísis Valverde, Hugo Prata e Duda Oliveira | Suco Entrevista

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Divulgação: Downtown Filmes

O Suco de Mangá entrevistou a protagonista Ísis Valverde, o diretor Hugo Prata e a roteirista Duda Oliveira do filme Angela. O longa-metragem conta a história da socialite Ângela Diniz, vítima de feminícidio.

Então, confira agora um pouco da conversa com eles sobre os bastidores, preparação e expectativas para o filme.

Primeira pergunta vai para o Hugo. Como foi escolher contar a história de Ângela no cinema?

Hugo: Depois do Elis, eu senti que esse era um assunto urgente, necessário de continuar dando voz à histórias de mulheres brasileiras. Histórias significativas, histórias que tivessem elementos cinematográficos, óbvio.

No caso aqui, um louco amor com a virada para um crime e, ao mesmo tempo é curioso porque foi em 2016 que eu comecei a trabalhar nesse projeto e ainda não existia o Me Too. Eu senti que isso era latente e depois que começou o Me Too eu senti que perdi a chance. O filme era para estar pronto, me senti atrasado, mas infelizmente continua atual.

‘Angela’ fala sobre um assunto necessário e retrata parte da vida de uma figura proeminente dos anos 1970. Como foi adaptar esse trecho da vida de Ângela Diniz?

Ísis: Foi um grande desafio adaptar esse trecho e levar essa mulher para a tela do cinema. Ângela era muitas coisas, sabia disso e vivia todas as suas facetas. Ela era um mulher extremamente livre e desejante, em um momento onde as mulheres era ainda mais reprimidas.

Duda: Acho que adaptar não é bem a palavra. Estamos falando de pessoas reais, então nos ancoramos em dados de realidade, só que o recorte do filme fala justamente do que não é público. Ele fala justamente do que acontecia quando os dois estavam à sós.

Isso era algo que, por mais que estamos falando de pessoas reais, não tínhamos como saber exatamente o que que acontecia nesse foro mais íntimo deles. Então, foi um trabalho de partir da realidade para poder entender as coisas que estavam as coisas que estavam acontecendo na vida de Ângela naquele momento e como isso reverberava emocionalmente nela.

Ao mesmo tempo, tem uma construção ficcional da personagem para entender qual é o coração dessa personagem, as motivações dela e somar todas essas camadas para entender como essa personagem anda e fala.

Hugo, na sua cabeça a Ísis sempre foi a atriz para interpretar a Ângela, por quê?

Hugo: Eu conhecia e admirava o trabalho dela. Nos aproximamos e fiquei com muita vontade de fazer um trabalho com ela por ver uma potência dramaturgica e emocional imensa. Ela tem uma coragem de ir à buracos emocionais que eu e você não precisamos.

É preciso coragem para entrar naqueles lugares que ela entra e você vê que ela não precisa fazer nada, só vai e sai água dos olhos dela.

E outros elementos técnicos dela como atriz, physique du rôle para a personagem. Ela apareceu imediatamente para mim como opção e já logo consultei, ela topou. Em 2017 nos encontramos e sei lá, sempre foi dela.

Cada dia acho que deu mais certo.

Como foi o momento em que todo o elenco e equipe de produção sentou para ler o roteiro pela primeira vez?

Ísis: Emocionante. Dá um frio na barriga quando chegamos nesse momento depois de tanto conversar sobre o projeto. É a hora em que a ficha cai, sabe?! Do tipo: “nossa, está acontecendo mesmo.”

Duda: Esse momento aconteceu quando os atores já “tavam” em preparação, então já tinha caminhado um pouco. Eles já estavam bebendo desses personagens, então fizemos uma leitura com todos eles e comigo presente. A minha sensação foi uma sensação muito… caramba, já tava muito pronto. Eu senti que todos os atores já tinham conectado com os personagens de uma forma muito forte.

Eu fiquei impressionada com esse trabalho de mergulhar e como eles estavam muito entregues ao texto. Me senti muito honrada e falava “caramba, que incrível que isso tá acontecendo”.

Ao mesmo tempo, foi quando percebi os silêncios de ‘Angela’. Quando eu estava no processo de escrita, eu sabia que ele era um filme que tinha um tempo e outro, mas eu não tinha me atentado tanto aos silêncios. Nesse momento de leitura eu senti esses silêncios. Como esses silêncios são uma espécie de voz muito presente no filme, como eles são importantes.

Hugo: Foi muito legal. É um filme pequeno, só tem oito personagens no filme, então conseguimos ter o elenco inteiro na mesa. Isso é raro, às vezes não cabe todo mundo e você põe só os protagonistas.

Nesse dia me deu muita segurança na qualidade do texto da Duda. Fluiu a leitura e vi que as coisas estavam jogando uma na outra, todas fundamentais, nada sobra. Quando se tira uma cena e ela não faz falta, ela não volta.

Senti que estava muito bom, o arco dela é muito difícil, o arco dele é muito difícil e isso tudo estava fluindo muito bem. Nesse dia eu tirei uma preocupação das costas.

Duda, você conversou com amigas da Ângela para entender quem era ela. Após os relatos, como foi o seu processo para organizar as ideias e escrever o roteiro?

Duda: Tem informações que se repetem e elas tinham unidades muito claras. O fato da Ângela ser uma pessoa que sabia se divertir. É uma amiga que quando você quisesse se divertir, sair pela noite de Paris e dar boas risadas em um restaurante, uma boate, ela era essa amiga. De ser uma pessoa verdadeira, que falava a verdade, não tinha papas na língua. Essas informações se repetiam, então eu comecei a entender um padrão nesses relatos.

A maior descoberta que eu tive para entender Ângela realmente foi a coisa das amigas, ela tinha muitas amigas. Isso vai muito contra a imagem de femme fatale que era pintada dela. Sim, ela era uma mulher sedutora, com consciência do poder que ela exercia, mas ao mesmo tempo uma mulher muito leal às suas amigas.

Essa foi uma descoberta muito especial da personagem, muito grata da personagem.

Como foi voltar a trabalhar com o Hugo, Duda?

Duda: Foi muito legal. Na nossa primeira experiência estávamos fazendo uma série, com uma equipe mais robusta de pessoas. A gente já se entendia em alguns lugares de cena e certos momentos.

O Hugo gosta muito desses momentos de sugestão de cena e a gente se entendia muito bem no processo criativo da série. Como a gente já tinha trabalhado antes, ele me deu um voto de confiança muito grande com esse roteiro.

Ele realmente não interferiu, ele entendeu que esse era um filme feminino, de uma essência muito feminina e que ele tava ali como um condutor, mas que tinha que sair da minha mão aquilo.

Acho que foi a primeira vez que trabalhei com um diretor que colocou na tela o que realmente foi escrito, sem colocar a mão.

‘Angela’ é uma montanha-russa emocional. Como foi o preparo para cenas tão impactantes e que, ao mesmo tempo, são bastantes sensíveis para lidar com um tema tão intenso?

Hugo: Bom, isso tudo já estava no papel e tem muito da sensibilidade da Duda. Eu, sendo o agente provocador, mas ela como mulher e foi ao fundo da alma de todas elas, dos casos de feminícidio e dos abusadores e acho que o texto já trazia bastante disso.

Feliz escalação, porque como eu disse: a Ísis tem esse mergulho. Uma disponibilidade e preparação da Ísis. Ficamos trancados com a Fátima Toledo que é uma grande preparadora e ela faz isso, ela obriga a menina a mergulhar nessa emoção.

E uma disponibilidade incrível da Ísis. Não tinha dia, não tinha horário. Todo dia que eu entrava na sala ela tava lá de moletom, chorando no chão (risos). Então muita preparação.

Qual foi o momento mais desafiador da produção? Tanto em roteiro, direção e viver o personagem?

Ísis: As cenas de agressão. Ela movimentam muito a gente física e psicologicamente. Exercitamos isso na preparação com a Fátima Toledo e na hora de rodar tivemos o auxílio do designer de ação Daniel Hu. Ele nos ajudou muito também nas movimentações.

Hugo: Para mim, o mais difícil foram as cenas de violência. Eu ficava muito aflito, eu via a minha equipe, o impacto. Ela, entregue. Eu fiquei bastante chocado, acho que ali que eu tomei dimensão final da potência e do quão é importante a abordagem da violência.

Eu fiquei muito tocado, muito preocupado com ela, com a equipe.

Duda: ‘Angela’ segue uma estrutura em que até o meio é uma história de amor, mas do meio para o final é uma história de horror. Então, durante a primeira metade do filme, um desafio para mim foi o personagem do Raul.

Sendo uma pessoa real, ele escreveu uma biografia falando do assassinato e da vida. Eu li essa biografia porque precisava entender como ele concatenava as coisas na cabeça dele.

A personagem de Ângela tinha uma urgência de falar, então encontrar a voz dela foi mais rápido. Eu tava mais segura com a voz dela, mas essa mulher precisava se apaixonar por esse homem, então para mim foi muito difícil fazer essa relação. Fazer ela se apaixonar por esse homem que eu sabia do desfecho.

Eu li a biografia dele e achei de um narcisismo tremendo, então para mim foi “como que essa mulher tão incrível viu nesse cara?”. Mas eu consegui chegar nesse lugar, passei por esse obstáculo.

Aí, do meio para o final, cada página a mais era uma página a menos na vida de Ângela, então eu fui ficando muito ansiosa e angustiada. Eu escrevia cinco páginas por dia e cada sexta-feira eu entregava 25 páginas para ele.

Na semana final de escrita, eu perdi a minha voz. Eu tive uma coisa na garganta que eu fiquei sem voz, três dias assim. Essa história e esse roteiro exigiu uma fisicalidade, não só minha. Você vê a fisicalidade que ‘Angela’ exige da Ísis também.

Então, ele é um roteiro muito desafiador. Passar por esse processo de perder a voz e depois ver a voz voltar foi entender o quanto que me afetou.

Ísis, de todas as cenas qual foi a mais marcante para você?

Ísis: Foram muitas, mas uma das mais marcantes foi a cena em que Ângela está na praia com a Toia (Bianca Bin). Ela fala um texto tão cheio de angústia e tão significativo. Porque sempre querem nos colocar no lugar de objeto, mas quando veem que a gente não vai responder como esperam, há uma frustração. Ali ela dá vazão a isso. Achei poético e emocionante.

Qual a recepção que vocês esperam do público?

Ísis: Torço para que o público vá ao cinema, reflita e ajude a pensar e propor as mudanças que precisamos para que as mulheres estejam mais seguras na nossa sociedade.

Também espero que as mulheres que vão assistir e estejam passando por alguma situação de abuso consigam se ver ali e que elas busquem maneiras de sair desse lugar de abuso e violência. Que elas tenham esperança de que é possível sim viver de outra maneira.

Hugo: Nossa! Bom, que valha o ticket, né? Que cada segundo valha a pena, mas eu sinto que ‘Angela’ tem impactado muito as mulheres, primeiramente. E é engraçado porque muita gente vem falar com a gente e dizem “ah, eu vivi, minha mãe viveu” e é engraçado como estimula essa discussão.

E tem constrangido bastante os homens também, o que eu acho muito interessante. Essa provocação sobre uma relação abusiva, eu espero que a gente contribua para a discussão e que valha o entretenimento. Que você cresça um pouquinho e que a gente tenha conseguido, com a nossa mise-en-scène, segurar a peteca.

Duda: Eu espero que o filme gere diálogo. Esse diálogo que a gente propõe com Angela é um diálogo de situações muito incômodas para todos os gêneros. São tão incômodas que, socialmente, a gente não consegue lidar com elas.

Ísis, após viver a personagem, como você a definiria e qual a importância dela atualmente?

Ísis: Ângela não tem definição.Ela era ela: transbordante, turva, magnética, mãe, a alegria da festa, a melancolia em pessoa… Foi uma mulher que quis viver e sentir tudo o que desejava.

Diante de uma mulher dessa, eu acredito que é possível se empoderar para não aceitar menos do que merecemos, para exigirmos respeito e pensar que somos por todas. Nossa luta é coletiva, é por todas nós.

Agora um espaço para vocês darem as últimas palavras.

Hugo: Acho que tudo isso tem muito valor da Duda e dela (Ísis). Foi fundamental a visão da Duda, eu jamais teria chegado a esses lugares, e a performance dela ficou sublime. Quando começou era um pouco melhor do que eu pensava.

Duda: Estamos em 2023 e continuamos com taxas altíssimas de feminícidio, com relatos horríveis de relações abusivas. Independentemente do gênero, estou falando de homem e mulher, mas esses papéis podem estar trocados também.

Eu acho que ‘Angela’ toca em assuntos muito incômodos, mas que precisam ser falados. Não dá mais para olhar para o lado.


Angela

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Divulgação: Downtown Filmes

Sinopse: Angela é uma cinebiografia nacional que conta a história da vida e morte da socialite Ângela Diniz, que ficou conhecida após seu assassinato que chocou o país. Na trama, Angela (Isis Valverde) acaba de sair de um divórcio no qual teve que abrir mão dos filhos, e quando conhece Raul (Gabriel Braga Nunes) ela acredita ter encontrado alguém que ama seu espírito livre tanto quanto ela. A atração avassaladora faz o casal largar tudo e viver o sonho de reconstruir suas vidas na praia, mas a relação declina rapidamente para o abuso e violência, terminando em um dos crimes mais marcantes do Brasil.

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NUUVEM completa 12 anos com campanha de descontos!

Imagem Divulgação

Nesta quinta-feira (7/9), a Nuuvem completa 12 anos de história e não poderia deixar a data passar em branco. Para comemorar a empresa lançou, às 15h, a campanha Anuuversário com mais de 2000 jogos para PC com descontos de até 95%. A promoção vai até o dia 16/09, então aproveitem para garantir os melhores jogos do ano.

Seguindo o princípio de o aniversário é nosso, mas a festa é de vocês, Thiago Diniz, fundador da Nuuvem estende o convite a todos: “Queremos que seja uma campanha inesquecível, com preços incríveis, assim como tem sido nossa jornada ao lado dos gamers brasileiros nesses 12 anos de Nuuvem“, conta Thiago.

Promoções exclusivas para PC e Games de Xbox

Durante os 10 dias da campanha as melhores promoções de jogos da plataforma estarão em destaque na seção de Suugestões com sucessos como Resident Evil 4 (R$ 148.99)Hogwarts Legacy (R$ 162,39)Castlevania: Lords of Shadow 2 (R$ 11,99) e DEVIL MAY CRY 5 + VERGIL (R$ 29,47). E para completar, o usuário pode contar com o já tradicional Nuuvem Select e escolher 2 jogos por um valor fixo nos combos Ouro (R$ 99,99)Prata (R$ 69,99) Bronze (R$ 44,99).

Para a Anuuversário a Nuuvem deu update na campanha e criou os Flash Bundles. São cinco pacotes de jogos com descontos excepcionaiscada um disponível por tempo limitado. Estes bundles-relâmpago serão tematizados por gêneros como Metrodvanias,Terror, RPG ou por franquias renomadas como Dark Souls e Lego.

Os games para Xbox também entram na campanha com o cupom limitado* 15NUUXBOX que aplica um desconto de R$ 15,00 em TODOS os games para os consoles da Microsoft na Nuuvem. Ou seja, é a chance perfeita para levar lançamentos como Diablo IV, Starfield, Street Fighter 6 e a pré-venda de MK1 em até 4 vezes sem juros e com desconto.

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RIIZE anuncia nome oficial do fandom, pela segunda vez, entenda

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Na segunda-feira, 4 de setembro, o recém-formado grupo RIIZE da SM Entertainment fez sua estreia com um showcase intitulado “RIIZING DAY: RIIZE Premiere”, celebrando o lançamento de seu tão aguardado debut, o álbum “Get A Guitar”.

Durante o showcase, o grupo emocionou os fãs ao revelar o nome escolhido para sua base de apoio – SUNZ. No entanto, a SM Entertainment, ciente das possíveis conotações negativas associadas ao nome “SUNZ”, decidiu efetuar uma mudança para evitar mal-entendidos futuros, renomeando o fandom para “BRIIZE”.

Essa mudança pode ter sido motivada pelo fato de que “SUNZ” poderia ser interpretado como uma referência a “Rising Sun”, que está historicamente ligada à bandeira imperialista japonesa, um símbolo que remete a um período de domínio brutal do Japão sobre a Coreia no início do século XX. A decisão da SM Entertainment de adotar o nome “BRIIZE” demonstra sua sensibilidade em relação a questões históricas e culturais sensíveis.

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Boruto: Two Blue Vortex | Confira o novo design dos personagens

Boruto: Two Blue Vortex
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Após uma pausa, chegou o primeiro capítulo do mangá Boruto: Two Blue Vortex, sequência de Boruto: Naruto Next Generations. A história se passa três anos após os últimos acontecimentos, semelhante ao salto temporal que aconteceu na obra antecessora, Naruto.

Então, assim como em Naruto, o elenco principal cresceu e ganhou novos designs. No capítulo podemos ver os novos visual de Boruto, Sarada, Mitsuki, Kawaki, Konohamaru, Shikamaru, Naruto, Sasuke e outros.

Assim, o próximo capítulo estará disponível dia 20 de setembro. É possível que outros personagens apareçam com novos visuais.

Sarada

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Boruto

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Mitsuki

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Boruto: Two Blue Vortex é escrito por Ukyō Kodachi e ilustrado por Mikie Ikemoto. A série estreou na Weekly Shonen Jump em maio de 2016, tendo serialização mensal.

Então, em julho de 2019, a obra foi para a revista V Jump (também da Shueisha). Em novembro de 2020, Masashi Kishimoto substituiu Kodachi na escrita da história do mangá.

Você pode acompanhar o anime de Boruto na íntegra no Crunchyroll e ganha novos capítulos toda semana. Já o mangá de Boruto é publicado no Brasil pela Panini.

Imagem Divulgação

Sinopse: Uzumaki Boruto, filho de Uzumaki Naruto, o Sétimo Hokage, se inscreveu na Academia Ninja para aprender a ser um verdadeiro ninja. No entanto, os outros estudantes o ignoram por ser “apenas o filho do Hokage”, mas a paixão e a personalidade do Boruto vai acabar com todos esses preconceitos. Então, quando uma série de misteriosos eventos começa a se desenrolar, cabe a Boruto e seus novos amigos a investigá-los. Como um tornado, Boruto entra no coração de todos: sua história está prestes a começar!

ASSISTA AGORA

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Kanae | Famoso Vtuber japonês cantará tema do anime Overtake!

Kanae - Tailwind overtake
Kanae - Tailwind

O YouTuber virtual Kanae irá interpretar o tema de abertura do anime Overtake!, que vai ao ar em outubro de 2023. Com isso, Kanae canta “Tailwind”, escrita por hotaru e composta Eba!

Então, a música tema de abertura ‘Tailwind’ mostra os vocais suaves de Kanae e serve como um hino edificante que encoraja suavemente aqueles que estão trabalhando duro. A música está presente no segundo vídeo promocional do anime, então não deixe de conferir!

Overtake!

Overtake! é um anime original que foca no tema do automobilismo F4. Por tanto, a história gira em torno do piloto do ensino médio Haruka e do fotógrafo freelancer Kouya.

Então, vamos acompanhar paixão e a emoção do automobilismo e as lutas e dilemas pessoais dos personagens.

Com direção de Ei Aoki e design de personagens por Takako Shimura e Masako Matsumoto, a equipe principal de Aldnoah.Zero se reuniu para criar esta animação de alta qualidade do estúdio TROYCA.

Perfil de Kanae

Kanae

Um jovem reconfortante que desceu sobre nós como um anjo. Muitas vezes ele pode ser visto segurando uma almofada em forma de gato. Sua maneira de falar é igualmente gentil e arejada. Ele parece ser um estudante, mas não está claro como ele costuma passar o tempo. Com sua voz doce, ele se envolve em conversas que parecem limpar a alma do ouvinte.

Kanae ganhou popularidade entre os fãs por meio de streaming de jogos, ostentando 1,21 milhão de assinantes no YouTube e mais de 400 milhões de visualizações totais no YouTube.

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Homem admite crime no incêndio da Kyoto Animation

kyoto animation incêndio
Imagem Divulgação

Um homem de 45 anos, identificado como Shinji Aoba, confessou nesta terça-feira (5) que foi o autor do incêndio que matou 36 pessoas e feriu outras 32 no estúdio da Kyoto Animation, em Kyoto, no Japão, em 2019.

Aoba, que já era suspeito do crime, foi detido logo após o incêndio e estava em prisão preventiva desde então. Então, seu julgamento começou nesta terça-feira por cinco acusações, incluindo assassinato, tentativa de assassinato, incêndio criminoso, violação de propriedade e violação da lei de controle de armas.

Está correto, eu fiz (o incêndio), declarou Aoba no tribunal de distrito de Kioto, segundo a agência de notícias japonesa Jiji Press. Não pensei que tantas pessoas morreriam e agora acho que fui longe demais, ele alegou, comparecendo ao tribunal em uma cadeira de rodas.

Aoba quase morreu em consequência das queimaduras do incêndio e passou várias semanas em coma no hospital. Assim, ele queimou mais de 90% de sua pele e passou por 12 cirurgias de recuperação, segundo o médico responsável pelo atendimento. Também, Aoba precisou de uma intervenção para recuperar a fala.

Em dezembro de 2020, a justiça japonesa indiciou Aoba oficialmente após considerar ele como “mentalmente apto” para o julgamento.

Incêndio na Kyoto Animation

A justiça o acusa de entrar ilegalmente no edifício dos estúdios, espalhar gasolina no térreo e atear fogo, aos gritos de “morram”.

A motivação do crime não é certeza, mas já existe a hipótese de Aoba ter acusado o estúdio de roubar seu trabalho, o que o Kyoto Animation nega.

A Kyoto Animation, mais conhecida como “KyoAni” nasceu em 1981. O tradicional estúdio produz desenhos animados, cria personagens e concebe produtos derivados de suas séries inspiradas de mangás japoneses famosos. Entre suas produções estão “K-ON!“, “A Melancolia de Haruhi Suzumiya” e “Lucky Star”.

Embora a companhia não tenha fama internacional, foi responsável por um trabalho secundário de animação em “Pokémon” e “Winnie the Pooh”.

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