Em parceria com a Universal Products & Experiences, o Burger King, anuncia uma experiência única e emocionante para seus clientes. Em comemoração aos 30 anos de lançamento da franquia Jurassic Park, dois restaurantes da marca receberão ambientação especial. Assim, o restaurante da Av. Paulista e da Av. Ragueb Chohfi passarão por transformações épicas, trazendo o universo do filme diretamente para São Paulo.
Burger King e Jurassic Park
A partir de 4 de outubro, o restaurante da Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 633, cruzamento com a Avenida Paulista, recebe uma reformulação completa de sua fachada e interior com o tema de Jurassic Park. Com isso, os visitantes se transportam para uma aventura jurássica enquanto aproveitam os deliciosos sanduíches do Burger King, incluindo os combos exclusivos da campanha.
Além disso, a loja temática criada pela DM9 irá oferecer uma visitação única, desde a entrada, com detalhes cuidadosamente projetados e elementos de design que lembram a era dos dinossauros. Ou seja, uma experiência imersiva no universo do filme que é fonte de entretenimento para diversas gerações.
Sinais de alerta, telas simulando vidros quebrados, dinossauros em 3D, pegadas em tamanho gigante, som ambiente de dinossauros e muito mais é o que os clientes podem esperar da loja da Avenida Brigadeiro Luís Antônio.
Além disso, mais uma surpresa aguarda quem for à loja: algumas mesas terão um sensor que vibrará de tempos em tempos, sempre que um dinossauro estiver próximo! Tome cuidado e não faça movimentos bruscos!
Mesmo assim, as surpresas não param por aí e se estendem para a Zona Leste de São Paulo. Para atender aos consumidores que desejam uma experiência imersiva, o BK Drive da Avenida Ragueb Chohfi, 2142, também participará das celebrações.
Assim, uma T.Rex em 3D e em tamanho real irá recepcionar quem passar pela pista da unidade. Outros dinossauros também estarão presentes, sendo que um deles pode estar te observando bem de perto.
Imagem Divulgação
Passaportes e experiência completa
Para tornar a experiência ainda mais jurássica, o Burger King se une ao Jurassic Park Burger Restaurant. O estabelecimento se encontra no Golden Square Shopping, em São Bernardo do Campo, sendo o único restaurante oficial da Universal Products & Experiences no Brasil.
Além de um cardápio completo e temático, o local proporciona uma experiência imersiva. Nela, os clientes podem entrar em diferentes cenários que recriam as cenas mais icônicas do filme Jurassic Park.
Para ganhar acesso a experiência imersiva e sensorial no Jurassic Park Burger Restaurant, os clientes deverão completar o percurso apresentado no passaporte que receberão em uma das duas lojas do Burger King participantes (Avenida Paulista e Avenida Ragueb Chohfi).
Então, ao comprar um combo, o passaporte é carimbado. Na terceira e última etapa do percurso, no Jurassic Park Burger Restaurant, na compra do novo burger T.Rex, os clientes serão contemplados com uma credencial para a experiência no local.
Novos combos e sanduíches especiais
Com o lançamento das lojas temáticas do Burger King, a rede traz sanduíches e combos especiais para comemorar os 30 anos da franquia Jurassic Park.
Agora, diferente de outros lançamentos da rede, o universo de Jurassic Park com Burger King terá duas opções diferentes de combos.
O combo 1 é composto pelo BKSSAURO Burger. Este é um sanduíche para quem tem fome de dinossauro: pão fofinho com gergelim, suculento hambúrguer de carne bovina grelhado no fogo como churrasco e fatia de queijo derretido sabor cheddar. Também tem o exclusivo molho verde sabor grelhado combinado com batata chips crocante e sequinha, alface fresco, tomate cortado em loja e a maionese do BK; batata sequinha e crocante média e free refill.
A embalagem do combo é uma caixa réplica de papel do famoso carro do filme.
Já o combo 2 possui um Ovo de Dinossauro + Dino Chicken, que abriga os saborosos pedaços de frango empanados em formato de dinossauros e pegadas. Além disso, acompanha batata frita pequena e free refil.
Nas duas opções há a possibilidade de turbinar o pedido com o Dilo Sundae. É um irresistível sundae de massa sabor baunilha, calda sabor maçã verde e um delicioso biscoito feito de casquinha de biju decorado com o logo de Jurassic Park.
Assassin’s Creed Mirage vem como uma carta de amor aos primeiros jogos da longeva franquia da Ubisoft, e de fato cumpriu essa missão de forma muito satisfatória. A trama se desenvolve de maneira orgânica, mantendo o jogador cativado a cada parkour da campanha.
Com uma jogabilidade mais intuitiva e diferente dos três últimos títulos focados no RPG, em Assassin’s Creed Mirage temos uma brincadeira maior com nossa percepção, com um uso mais inteligente da Visão. Já de cara adianto que a forma como você utiliza as ferramentas do jogo vai te propiciar mais facilidade ou não na resolução das missões.
Uma Abordagem sem Elementos de RPG
Confesso que sou um jogador “moderno” da franquia, começando ali no Black Flag, passando por Origins, Odyssey e Valhalla, atraído principalmente pela mudança de escopo para o RPG.
Dentro disso, uma das maiores dúvidas dos fãs era se Assassin’s Creed Mirage manteria os elementos de RPG presentes nos títulos mais recentes. A resposta é não, o jogo não possui elementos de RPG. Embora haja uma árvore de habilidades, os pontos são obtidos ao cumprir missões e não ao subir de nível.
Os inimigos estão, em sua maioria, no mesmo nível de poder, com exceção dos mercenários que aparecem quando você está no nível máximo de procurado. Estes são os únicos adversários que não podem ser eliminados instantaneamente – aqui, você não verá números de dano aparecendo na tela. O combate tradicional está de volta, com a capacidade de atacar e bloquear os golpes inimigos. Basim, o protagonista do jogo, também executa ataques letais durante os confrontos, e para os soulsplayers, o sistema de parry tá bem implementado.
Diferente do Odyssey e Valhalla onde era comum enfrentar muitos inimigos ao mesmo tempo, em Mirage está bem diferente e pé no chão. Caso você não consiga – ou não tenha paciência – para fazer uma missão no modo stealth e seja descoberto, tente evitar combates com muitos inimigos. Caso venha 3, 4 ou mais, a melhor forma de sobreviver seja fugindo. Não tenha vergonha disso, faz parte!
Esta forma de nivelar o jogo e deixá-lo menos fantasioso, deu a Basim aquele ar de: “não sou forte o suficiente, mas consigo lidar do meu jeito”, algo próximo do que vemos na série Demolidor, sabe? Isso possibilita maior planejamento estratégico de lidar com o que temos na mão e menos combinação de armas brancas, equipamentos e números. Por sinal, não há números subindo na tela.
E o Parkour? Ele volta em grande estilo e mais difícil de encaixar do que o aplicado nos títulos RPG. Na forma clássica, devemos prestar a atenção o local exato para saltarmos ou avançarmos com as mãos e pés, normalmente indicado por uma cor branca. Não é todo local que conseguimos saltar e há uma pré-definição/equilíbrio para que você não caia de bobeira das construções.
Dica: o furto lhe dará bons itens e dinheiro. Use com perspicácia e faça a rapa por Bagdá!
História e Ambientação
A maior parte da campanha de Mirage se passa em Bagdá e seus arredores, um mapa bem menor em escada que seus predecessores. A cidade é bem construída, mas nisso sempre damos os parabéns pela equipe de pesquisa e arquitetura da Ubisoft, que mais uma vez executam com maestria – pelo menos para olhos de um leigo e não de um historiador.
Com o clima predominantemente árido, vermelho e efervescente, ainda sim é possível ter uma gama interessante de cores e culturas entre a população. Temos uma variedade interessante de roupas e design de personagens, não reparei em muitas repetições e dou o destaque para a vegetação, a melhor vista na franquia até então.
Já no micro, acompanhamos a história de Basim, seus relacionamentos e seu crescimento pessoal dentro dos Ocultos (assassinos). A trama é bem simples, linear e com reviravoltas previsíveis, pois Mirage veio a fortalecer de fato a jogabilidade. AC Odyssey, pra mim, ainda conta com a melhor contação, ambientação e enredo dos jogos da franquia que joguei.
No que diz respeito a Abstergo, Animus e metalinguagens, os fãs mais ávidos por respostas e detalhes dentro dessa área da franquia pode se decepcionar. O jeito aqui é curtir Bagdá, que ainda que simples, possui momentos emocionantes e personagens memoráveis.
Gráficos e Desempenho no PC
Assassin’s Creed Mirage apresenta gráficos e desempenho similares ao que vimos em Valhalla, porém, com um desempenho e otimização melhor. Enquanto alguns bugs podem surgir durante a campanha, já tivemos acesso a um patche inicial (no dia 2/10) que veio a corrigir bugs mais severos. No geral, esses problemas não atrapalham significativamente a jogabilidade.
Minha experiência no PC foi com uma RTX 2060 somado a um processador Intel Core i5 10400F, jogando no Alto em estáveis 60 quadros. Para configurações mais parrudas, apesar deste setup conseguir entregar, mas com certa instabilidade, aconselho uma placa de vídeo superior. Mas já adianto que o game não está pesado e talvez muito por conta do “mundo aberto” estar mais enxuto.
Destaco a qualidade de partículas, detalhes urbanos e vegetação, um show a parte e que mesmo em presets Baixo ou Médio, ainda fica um visual bem satisfatório. O deserto em Mirage é um dos mais bonitos que já vi nos games!
Para finalizar ainda na questão técnica, a trilha sonora se mantém no padrão da franquia, os efeitos sonoros estão bem colocados, mas me incomodou a dublagem – ou sua direção. Há pouca emoção em cenas chave, o que tornam pouco convincente e prejudicam a imersão na história.
Um Retorno Refinado às Origens
Assassin’s Creed Mirage é uma carta de amor aprimorada dos primeiros jogos da franquia, mas sem grandes revoluções na série. Talvez seja um teste de público da Ubi? Ela continuará neste gênero ou deve voltar para o RPG? No entanto, para os fãs que não apreciaram os elementos de RPG dos títulos anteriores, Mirage será um respiro às origens. O Batman de Bagdá!
Graças ao sucesso de visitação, a exposição “Japão em Miniaturas” ganha mais uma semana. Assim, terá seu período expositivo estendido até o dia 15 de outubro na Japan House São Paulo, localizada na Avenida Paulista, 52.
Vista por mais de 275 mil pessoas, a exposição mostra pela primeira vez na América Latina o trabalho do fotógrafo Tatsuya Tanaka. Nas imagens, a paisagem e cultura japonesa é apresentada por meio de “mitate”, conceito tradicional do Japão que propõe novas interpretações para objetos cotidianos.
Então, ao todo são 37 cenários em miniatura, criados a partir de itens diversos, como conchas, itens de maquiagem, leques, alimentos e outros objetos presentes no dia a dia dos japoneses.
Assim, a mostra estará aberta ao público normalmente durante o feriado de Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro), das 9h às 18h, com entrada gratuita.
Japão em Miniaturas – Tatsuya Tanaka
Período: até 15 de outubro de 2023
Local: Japan House São Paulo – Avenida Paulista, 52 (2º Andar) – São Paulo, SP
Horários: quarta a sexta, das 10h às 18h; sábados, das 9h às 19h; domingos e feriados, das 9h às 18h.
Ninguém Vai te Salvar é um filme que mistura terror e ficção científica e conta a história de Brynn (Kaitlyn Dever). Após vivenciar um incidente com sua melhor amiga, a uma jovem tem que lidar com um grande trauma, desencadeando em uma ansiedade que a isolou do mundo.
Além disso, ela é maltratada por algumas pessoas da sua cidade devido a esse evento. Dessa forma, carrega uma grande culpa todos os dias pelos seus atos.
Então, um dia ocorre uma invasão alienígena em sua cidade, na qual todas as pessoas ao seu redor são substituídas por extraterrestres. Agora, Brynn luta para não ser mais uma dessas pessoas.
Enredo
O enredo envolvente utiliza uma característica pouco vista no cinema: a falta de diálogo entre os personagens. Por isso, as emoções e ações se apresentam 90% pela atuação, algo que Brynn apresenta com maestria. Ela foi capaz de demonstrar todos os seus pensamentos, emoções, medos e dores sem utilizar palavras, o que faz de sua atuação no papel excepcional.
A ideia principal do filme não é apenas a invasão alienígena, mas também como Brynn lida com a culpa que carrega há tantos anos e como a aceitação a libertou.
No momento que é abduzida, os aliens analisam suas memórias e sentimentos. Com isso, podemos entender que eles discutem se de fato devem seguir com o plano, pois se identificaram com a personagem e tiveram empatia pela sua história. Durante a abdução, Brynn tem ‘visões’ com a sua ‘eu’ versão alienígena, que tenta matá-la para ocupar o seu lugar. Porém, assim como durante toda a história, ela não se entrega e luta até o final. Assim, consegue matar sua duplicata e permanecer vivendo em paz na cidade junto às outras duplicatas, que a aceitam sem julgamentos.
Ninguém Vai te Salvar e a visão do público
O filme está sendo bem avaliado pelo público, principalmente por fugir apenas do foco de invasão alienígena e exibir uma visão humanizada e empática através Brynn. Também, por expor algo que é muito comum no mundo: traumas por situações complexas vivenciadas, a culpa carregada e a aceitação.
Em um comentário no TVShow Time (aplicativo de comentários e reações sobre séries, filmes e afins), o usuário Heitor Souza cita:
Eu adorei o filme! A inexistência de diálogos é maravilhosa, deixa tudo muito tenso e angustiante! Gosto de ver que o diretor utiliza de formas criativas para comunicar ao telespectador aquilo que ele quer dizer! (…) Mesmo com os movimentos meio cômicos e estereotipados já dos filmes antigos, conseguiu pegar o que já era comum e batido e transformou em algo bem legal de ver!
Conclusão
Imagem Divulgação
O filme contém bastante suspense, e como conta a história de uma jovem que mora sozinha e é atacada, pode ser um gatilho para quem tem fobia com esse cenário.
Apesar de um filme bem feito, os produtores não deixaram de lado o estereótipo dos aliens fisicamente. Também, reforçando a visão de que eles querem apenas o controle do mundo, não sendo de fato bons.
Dessa forma, em geral a nota de Ninguém Vai te Salvar é 4, pela excelente escolha do elenco e desenvolvimento da história. Assim como a ótima escolha de trilha sonora e conter bons sustos. Porém, ainda deixou algumas pontas soltas, como o motivo de os extraterrestres invadiram a cidade e o grande foco em Brynn.
Antes do lançamento do novo álbum autointitulado, via Sub Pop, na última sexta-feira (22), CHAI — o querido quarteto japonês das gêmeas idênticas MANA (vocal/teclado) e KANA (guitarra), além da baterista YUNA e da baixista/letrista YUUKI — apresentaram o novo single/vídeo, “GAME”.
Assista abaixo:
CHAI — ao contrário dos álbuns anteriores — foi escrito na estrada, com a banda encontrando tempo para gravar nos dias entre os shows na Grand Street em Nova York, no Ometusco Sound Machine na Cidade do México e no Stones Throw Studio em Los Angeles, onde “GAME” foi gravado. Trabalhar em estúdios com vastas coleções de equipamentos permitiu-lhes experimentar uma estética ainda inédita em um álbum da banda. A banda gravou “GAME” com a única intenção de escrever algo que os ouvintes reconheceriam como new wave, montando uma linha de sintetizadores house e uma produção minimalista.
“GAME” pode ser a destilação perfeita de CHAI, pois incentiva os ouvintes a continuarem avançando nesta vida com alegria e paixão. Seguindo uma trilha poderosa de singles – o “pronto para Barbie” (The FADER) “NEO KAWAII, K?”, o “alegre e descolado” (Stereogum) “PARA PARA”, além do “divertido, cativante” (Cool Hunting) “WE THE FEMALE!” – “GAME” continua a linha de música de CHAI. O vídeo de “GAME” que acompanha é divertido e influenciado pelos anos 80, dirigido por Cameron Lew.
Sobre o vídeo, Lew acrescenta: “CHAI combina caos e positividade da melhor maneira, então queria criar um vídeo que mostrasse exatamente isso. E que melhor maneira do que mostrá-los entregando freneticamente a música, movimentos e mentalidade diretamente aos fãs. Foi uma experiência muito divertida dirigir esse vídeo, a forma como as garotas estão em sincronia umas com as outras é uma loucura. Não é um serviço de entrega comum: venha enquanto as garotas entregam conjuntos que levarão seus fãs (e alguns clientes céticos) a uma jornada musical.”
Sobre “GAME”, MANA acrescenta: “Vencer não é o objetivo, é a estratégia e o desafio que importa ♡Portanto, não importa se você perder. Pegue essa perda e transforme-a em uma estratégia ainda melhor! A vida é um jogo! Fizemos o vídeo com Ginger Root ♡ É divertido e NEO KAWAII ♡ Enquanto você viver, você pode jogar quantas vezes quiser. Seja honesto com o seu coração, não leve isso muito a sério e viva a vida.”
Ao contrário de seu aclamado álbum de 2021, WINK, esta coleção de canções autointitulada mostra o CHAI voltando às suas raízes, inspirando-se em sua herança cultural japonesa e na música que os criou. Perceber que suas mensagens se aplicavam a pessoas fora do Japão fez com que CHAI considerasse quais outras facetas poderiam ressoar com o público fora de seu país de origem. Cada álbum do CHAI empresta inspiração estética de movimentos musicais específicos e, no CHAI, o quarteto queria fazer comparações diretas com o city pop, um som nascido em Tóquio popularizado nos anos 70 e 80. City pop foi uma versão japonesa da música lounge ocidental, emprestando do jazz, boogie, funk e yacht rock para criar um som que abrangesse duas culturas; mas para CHAI, city pop era apnas a música de sua infância.
Sobre o álbum, Mana diz: “Este é o CHAI! Com nosso álbum autointitulado CHAI, CHAI declara que vivemos com orgulho como mulheres japonesas ♡ Esperamos que este álbum dê a todos um pouco mais de confiança em viver como elas querem viver. Esse é o nosso ideal. Se este álbum se tornar essa existência para qualquer um, essa é a resposta certa aos nossos olhos.
Ouça, sinta. Damos-te a nossa evolução, por dentro e por fora! Agora vamos lá, BEBÊS NEO-KAWAII. Se você não conseguir nos alcançar, nunca sentirá o NEO KAWAII♡”
CHAI leva seu aclamado set para uma turnê norte-americana, começando neste sábado no Flipside Festival e se estendendo por EUA, Europa e Reino Unido.
Carlos Avner, finalista do Concurso Cosplay Master da CCXP22 com performance de
Yusei Fudo de Yu-Gi-Oh 5D’s
Crédito: Amanda Melo @AMNDAMELO / I Hate Flash
Atenção cosplayers! A partir da meia-noite desta terça-feira, 3 de outubro, 110 competidores do aguardado ‘Concurso Cosplay Master da CCXP23’ começaram a disputar uma das cobiçadas 12 vagas na grande final. A votação online está aberta até às 23:59h do dia 17 de outubro (horário de Brasília).
Para participar da votação, basta acessar o link e escolher seus cosplayers favoritos, que competirão na final durante a CCXP23. Após a votação, um júri técnico apurará a lista de finalistas, que será revelada no dia 23 de outubro.
Premiações Exclusivas
O concurso irá premiar em cinco categorias: Melhor Destaque (5°), Melhor Inventividade (4°), Melhor Performance (3°), Melhor Figurino (2°) e Cosplay Master, o maior prêmio da competição. O vencedor da categoria Destaque será premiado com um colecionável exclusivo e um par de ingressos ‘Epic Experience’ para a CCXP24, enquanto os vencedores das categorias Figurino, Performance e Inventividade receberão quatro colecionáveis exclusivos e um par de ingressos Epic Experience para a CCXP24.
A grande disputa fica por conta do Cosplay Master, onde o participante que reunir a maior pontuação dos juízes levará para casa um par de ingressos Full Experience para a CCXP24 e um automóvel 0km, modelo 2023. A soma dos prêmios é avaliada em aproximadamente R$85.000,00 e não pode ser convertida em moeda corrente. Para consultar o regulamento completo, visite o site da CCXP.
Desfiles Diários e Cosplay Universe.
Para aqueles que não vão competir no Concurso Cosplay Master, mas desejam brilhar na passarela do Palco Creators, é importante ressaltar que as vagas são limitadas e os interessados devem se inscrever no mesmo dia, com antecedência, para garantir sua participação. Com a intenção de fornecer todo o apoio para os cosplayers, a CCXP23 irá contar com camarins. O espaço também é equipado com guarda-volumes (vagas limitadas), espelhos, bancadas para maquiagem, provadores para a troca de roupa e cosplay help, para aqueles ajustes de última hora.
A CCXP23 acontece entre os dias 30 de novembro e 3 de dezembro de 2023, no São Paulo Expo. Para obter mais informações sobre a CCXP23, como ingressos e conferir os artistas anunciados até o momento, basta acessar o site https://www.ccxp.com.br/.
Utilizando da veia musical como nutriente que impulsionou uma virada de jogo considerável em sua vida, o jovem canadense Abel Makkonen Tesfaye encontrou abrigo de um cotidiano conturbado nas referências pop, soul, R&B e hip-hop, dando os primeiros passos rumo à uma carreira de sucesso. Assim, numa década marcada por grandes hits da música pop, o nome The Weenkd surgiu em 2010, de forma independente, espalhando suas vivências através de arte pelo YouTube e alcançando, desde o início, um público interessado em saber mais sobre sua história e a forma como ele decidiu contá-la.
The Weeknd e seus primeiros trabalhos
The Weenkd iniciou sua jornada musical no cenário underground de Toronto com um canal no YouTube, lançando uma série de mixtapes. As primeiras demos partiam de uma temática que perdura até hoje em seus trabalhos, trazendo, através de um R&B contemporâneo, canções que mergulhavam de cabeça no uso de drogas, escapismo, sexo casual e vários outros conflitos internos.
O primeiro grande nome na rede de apoio do cantor foi o rapper Drake, que passou a divulgar os trabalhos de Abel em seu blog pessoal, gerando um reconhecimento essencial para que portas se abrissem e, pouco tempo depois, House of Balloons (2011), primeira mixtape oficial, fosse lançada ao público de forma gratuita e digital. Ainda no mesmo ano, The Weeknd soltou Thursday e Echoes of Silence, outras duas mixtapes que, juntas à primeira, foram remasterizadas e combinadas em forma de coletânea sob o nome Trilogy (2012).
Tesfaye, diferente de diversos outros artistas indie, já nasceu aclamado pela crítica, recebendo comentários pra lá de positivos de meios como Pitchfork Media, Rolling Stone e The New York Times, indicações para premiações – como o Polaris Music Prize, por exemplo – e uma turnê de shows esgotados por todo os Estados Unidos. Tamanha notoriedade também fez com que os shows fossem estendidos ao território europeu, garantindo a passagem do cantor por grandes festivais como Primavera Sound de Portugal e Espanha.
Antes mesmo de assinar seu primeiro contrato com gravadora, o artista já possuía uma grande rede de apoio e uma enorme influência no meio musical, sendo responsável por impulsionar a carreira de outros grandes nomes contemporâneos como Lana Del Rey, “descoberta” por ele através do tumblr, em 2010/2011. Em diversas entrevistas, a cantora estadunidense revelou que seu querido “starboy” reblogava Video Games, primeiro grande hit da cantora, em seu blog pessoal, além de ter sido o primeiro a pedir que o trabalho da artista fosse divulgado nas grandes rádios. Isso é que é amigo, hem?
O primeiro disco de estúdio de The Weeknd veio em maio de 2013, já sob o selo XO, criado por ele em conjunto com a Republic Records. Kiss Land, apesar de não ter causado tanta comoção, apesar de muito aguardado pelos fãs, consolidou seu status como uma das vozes – senão a maior entre elas – na indústria musical da época. O álbum teve até parceria com Drake na faixa Live For:
Entre 2013 e 2015, The Weeknd teve diversos projetos de sucesso. Entre eles, temos o remix de Drunk in Love, de Beyoncé, retratado, nesta releitura, através de uma perspectiva masculina, além de Love Me Harder, parceria com Ariana Grande, e Earned It, parte da trilha sonora de 50 Tons de Cinza. Os lançamentos foram figurinha carimbada nas paradas de sucesso, sempre no TOP 10, da Billboard Hot 100.
Um passeio pela discografia de The Weeknd
Em 2015, o artista retornou com o potente Beauty Behind the Madness, lançando-o para a fama global e absoluta. Aqui, damos destaque ao ícone Can’t Feel My Face, que continua sendo um dos trabalhos mais famosos de The Weeknd até os dias de hoje. A canção foi chamada de “pop perfection” (perfeição pop) por diversos veículos, gerando comparações, em termos de grandeza nos arranjos e sonoridade, com músicas de Bruno Mars – que havia lançado o sucesso Uptown Funk – e Michael Jackson.
Outro grande destaque do segundo álbum de estúdio de The Weeknd é The Hills, em que assuntos abordados em suas mixtapes voltam a atingir o ouvinte através da lírica sombria e musicalidade versátil.
Caminhando a largos passos em direção ao pop, The Weeknd assumiu uma nova persona em Starboy (2016), terceiro disco de sua carreira, lançando um de seus trabalhos mais ambiciosos até o momento. Aqui, a transformação não se dá apenas na sonoridade, mas também em seu posicionamento na mídia, estética e temática.
A dupla francesa Daft Punk foi a maior colaboradora desta fase, produzindo uma sonoridade mais eletrônica. Mais uma vez, o artista canadense tirou de letra e entregou um trabalho contagiante e surpreendente, influenciado por grandes nomes como David Bowie e Prince, além de The Smiths e Talking Heads, outros sucessos dos anos 80 – década que inspirou diversos de seus trabalhos anteriores. Confira:
Em 2017, The Weeknd passou por uma fase de hiato. Na verdade, o cantor estava estudando e explorando novas possibilidades em sua musicalidade, enquanto preparava o terreno para o lançamento do EP My Dear Melancholy, de 2018, retomando o soul e R&B latentes de seus primeiros trabalhos.
Porém, continuando a ser o artista misterioso e de narrativas complexas que é, The Weeknd também reviveu sua potência no rap e pop com Heartless e Blinding Lights, lançadas como singles em 2019, integrando o álbum After Hours (2020). O álbum foi aclamado pela crítica e solidificou ainda mais sua posição como figura de influência na indústria pop contemporânea.
No período entre After Hours e Dawn FM (2022), último grande lançamento do cantor, ele participou dos álbuns de Doja Cat e Kanye West, além de lançar um remix de Save Your Tears com Ariana Grande.
Outro momento de extrema relevância foi o show de intervalo do Super Bowl – posição disputada por dezenas de artistas de sucesso -, para o qual ele foi convidado. Como aquecimento para a apresentação, The Weeknd lançou o seu segundo álbum de sucessos, intitulado The Highlights (2021), contribuindo, posteriormente, para um aumento estrondoso no número de streamings e downloads de After Hours.
O cantor mais famoso do mundo?
Segundo o Guinness World Records, a resposta é sim! Em março deste ano, The Weeknd foi declarado como o artista mais popular do mundo devido ao número de ouvintes mensais que tinha, até o momento, no Spotify, somando mais de 111,4 milhões de ouvintes mensais na plataforma.
Em mais de dez anos de carreira, Tesfaye ganhou quatro prêmios Grammy, além de conquistar platina para diversos álbuns e singles. Sua influência segue firme e forte, quebrando recordes nos dias atuais e carregando multidões aos estádios e arenas para a AFTER HOURS TIL DAWN. Por isso, podemos dizer que já está provado: The Weeknd não veio para ser uma aventura de final de semana; ele veio para ficar!
Retorno ao Brasil
Seis anos depois de sua última vinda ao Brasil, The Weeknd (agora com o nome artístico de Tesfaye) passa novamente pelo país com a turnê que encerra um ciclo de sua carreira. A AFTER HOURS TIL DAWN tem shows marcados para Rio de Janeiro (07/10) e São Paulo (10 e 11/10).
A turnê global é promovida pela Binance e realizada no Brasil pela Live Nation e XO. Com shows pensados para inundarem grandes estádios ao redor do mundo, a AFTER HOURS TIL DAWN conta com uma estrutura de tirar o fôlego. Ao que tudo indica, o (novo) palco COMPLETO deve ser esperado por aqui, além de uma setlist repaginada que contempla diversas eras da carreira do artista.
Pôster Divulgação
Se você não comprou seu ingresso, vai ter que deixar para uma próxima. Os ingressos estão esgotados, então só nos resta esperar por uma nova passagem de Tesfaye num futuro próximo.