Foi comunicado hoje, 24 de outubro, o falecimento de Atsushi Sakurai, vocalista da banda de rock visual keiBuck-Tick. No anuncio publicado no site oficial, a equipe da banda informa que o vocalista faleceu no dia 19 de outubro.
Atsushi Sakurai passou mal durante um show realizado no dia 19 de outubro em Yokohama. O vocalista foi levado as pressas para o hospital, no mesmo dia, as 23h00 sua morte foi confirmada em decorrência de uma hemorragia cerebral.
Ainda, o comunicado afirma que Sakurai teve um funeral privado com amigos e familiares de acordo com a vontade da família. Atsuhi Sakurai tinha 57 anos. Ele é o principal fundador da Buck-Tick que esta comemorando seu 36º aniversário.
Diversos artistas da cena visual kei escreveram sobre a morte de Sakurai em suas redes sociais:
SUGIZO (LUNA SEA)
“Sr Sakurai… eu não posso acreditar. Não consigo colocar em palavras. Do fundo do meu coração, rezo para que sua alma descanse em paz.”
Aiji (LM.C)
“Comecei uma banda porque admirava o Buck-Tick. Eu me encontrei com o Sakurai diversas vezes e ele sempre me tratou gentilmente. Não consigo organizar minha mente… rezo sinceramente pelo descanso de sua alma.”
No dia 28 de outubro de 2023, aconteceu pela primeira vez em São Paulo uma apresentação que os fãs de Final Fantasy tanto aguardaram. Então, Distant Worlds: Music from Final Fantasy aconteceu no Espaço Unimed e ficou com a casa cheia repleta de fãs, cosplayers e amantes de um dos jogos de RPG mais amados do planeta.
Não é de hoje que as grandes obras que Nobuo Uematsu compôs são apaixonantes e um dos grandes marcos de Final Fantasy. Porém, vê-las ao vivo interpretadas pela Orquestra Sinfônica de Villa-Lobos, ao comando do maestro Arnie Roth, é muito mais emocionante e arrepiante.
Assim, o público vibrava a cada música, junto das cenas dos respectivos jogos que passavam no telão, o que deixava a experiência mais imersiva ainda.
Para todos os fãs de Final Fantasy
Então, uma das coisas mais interessantes é que o espetáculo é feito para todos os tipos de gerações de fãs. Não importa se são mais novos ou mais antigos.
Há músicas de todas as épocas, desde os primeiros jogos até os mais recentes. Também apresentaram dois Medleys, um homenageando o Chocobo e outro com os principais temas de batalhas. Ao longo das músicas, o público se emocionava, vibrava e alguns até choraram.
Alguns destaques musicais foram:
Cosmo Canyon (Final Fantasy VII)
Liberi Fatali (Final Fantasy VIII)
Not Alone (Final Fantasy IX)
Zanarkand (Final Fantasy X)
Those Chosen by the Planet e Stand Up (Final Fantasy VII Remake)
Triumph e Invincible (Final Fantasy XIV).
Ao final de Distant Worlds, o público já estava ansioso porque uma das músicas mais aguardadas ainda não havia sido tocada. Então, Arnie retorna ao palco e ensaia todo o público para cantar o refrão mais clássico da história de Final Fantasy. Assim, encerra-se com One-Winged Angel (Final Fantasy VII) e o público cantando em plenos pulmões “Sepirtoh”.
O espetáculo teve três apresentações aqui no Brasil, sendo duas em São Paulo e uma no Rio de Janeiro. Infelizmente desta vez, não teve oportunidade de passar por outros lugares, porém o sucesso das apresentações com certeza é um alerta que o Brasil é um público potencial para mais edições.
Distant Worlds: Music from Final Fantasy foi uma realização do Ministério da Cultura, do Instituto Cultural Vale e da Cine In Concert Experience, e contou com o apoio da Square Enix, a desenvolvedora dos jogos de Final Fantasy.
Bem-vindos ao Vintage et Underrated, a coluna que une o antigo que não sai de moda e o underground que todo mundo adora, ou deveria. Pra hoje, vamos falar de… ANIME DE BRIGA! Mas não é qualquer anime de briga, é só o clássico dos clássicos de fliperama (e que deu origem a minha web comic favorita, o HQ de Briga, que resume tudo kkkk).
Sobre Street Fighter II
Pensa numa fanfic que simplesmente estourou mesmo ignorando a história original! Eu sei que você pensou na Saga G de CDZ, mas pensa que essa turma aqui veio antes. A ideia genial foi ao ar em 1995, com produção do grupo TAC, que conta ainda com Super Campeões (aquela versão sensacional da copa de 2002) e Viewtiful Joe no portfólio!
Além disso, a direção ficou a cargo de Gisaburō Sugii (Lupin III e Belladonna of Sadness) que já tinha o dom de deixar a gente hipnotizado com as animações em Belladonna of Sadness. Agora, volta a deixar a gente emocionado com cena de dois episódios do Ryu preparando o Hadouken com AQUELA musiquinha clássica. E eu SEI que ela começou a tocar na sua cabeça agora, nem adianta fingir.
Em Terra Brasilis o anime foi ao ar desde 1997 pelo queridíssimo SBT e mais tarde pela Cartoon Network. Inclusive, até hoje tem reprise em uma série de canais da TV aberta e a cabo (e pra quem quiser o online, TEM NA NETFLIX!)
De canônico e louco, todo roteiro tem um pouco
A parte mais divertida dessa versão do Street Fighter é que ele inventa umas coisas que nem a versão americana teve criatividade. Do veneno louco hipnótico que o Vega colocou na Chun Li até a tensão sexual da Camy e do Fei Long, tudo nessa versão é 100% livre interpretação.
É sempre interessante reparar também que, além, é claro, do Ryu aprendendo um monte de coisa num espaço menos que mínimo de tempo, o anime foca bastante nas atividades criminosas da Shadalou.
Quando eu jogava o jogo, não fazia IDEIA de que o Bison tava metido com tráfico de drogas e suborno de político e policial. Foi um escândalo quando eu comecei entender a história, se não fossem os poderes psíquicos, ele ia ser um vilão muito realista (e o Raul Julia ia ter ficado ainda mais sensacional).
Alguns personagens aparecem bem pouco, mas tem uma participação interessante. Por exemplo, os já citados Fei Long e Camy, o Nash (que não tem UM PINGO de similaridade com o do jogo) e o Akuma como um excelente easter egg.
Dá super pra brincar de “ache o Akuma” nesse desenho. kkkkA lá, tem nem direito a um gesso, coitado!
Mais personagens marcantes
No entanto, outros personagens não só aparecem, como possuem arcos de história próprio (claro que nunca focado neles e sim no Ryu e no Ken). Por exemplo, a história do Sagat preso injustamente por causa da Shadalou (nunca perdoarei… Eu fiquei com uma dó do personagem…).
Também, o Dhalsim que não se meteu a besta de encarar arma de fogo, mesmo também tendo um ataque em que vira um lança chamas ambulante. Além disso, temos ele, o salvador da pátria de queixo quadrado e cara de amigo nenhum. O Sargento “montanha de músculos e poucas ideias” Guile (quem foi que teve a ideia de meter o Van Damme pra fazer esse homem no cinema? Isso era papel pro Schwarzenegger com aquele jeitão robótico dele).
Os vilões também aparecem bem. Temos o Vega e seu crush mortal na Chun Li, o Balrog que não é boxeador e só tá querendo matar o pai da menina. Ainda, o queridíssimo Zangief (eu amo esse personagem) morto de pena porque tinha que pegar o Ryu desmaiado na praia.
Preciso falar também dos personagens principais e donos da franquia: Ryu e o Ken. Um é bem aquele garoto do interior, que não sabe absolutamente NADA de inferno nenhum e só quer saber de lutar e ajudar velhinhos na rua. Um amor.
O outro só tem um super poder: Amizade e cartão de crédito ilimitado. Bom, como ele aprendeu o HadouShoryuken EU NÃO SEI. Afinal, a única coisa que ele fez foi bater em gente aleatória o desenho todo, apanhar pro Ryu na caverna na Índia e ganhar do Vega na força do protagonismo. Fim.
O Ryu pelo menos deu uma treinada na praia, apanhou na cadeia, conversou o velhinho, fez a task de ir lá na lojinha e ganhar o poster e tal…
Pontos positivos
Animações super legais em todos os âmbitos
Enredo que prende bem
O foco tá no Ryu e no Ken e não no Guile(chupa versão americana)
Pontos negativos
A Chun Li aparece bem pouco como lutadora mesmo, só no final que ela fica bem foda
Akuma é só easter egg. Um bom easter egg, mas merecia mais
Senti mó falta do Blanka
O anime infelizmente é MUITO curtinho, conta só com 29 episódios
Imagem Divulgação
Sinopse:Amigos de longa data, Ryu e Ken saem pelo mundo explorando lugares desconhecidos em busca de aprender artes marciais e encarar novos desafios, mas acabam se deparando com um mal muito maior que eles esperavam.
A banda japonesa de heavy metalNEMOPHILA prestará homenagem às lendas da cena hard rock com seu próximo EP cover ‘The Initial Impulse’. O EP, que será lançado no dia 8 de novembro, trará covers de nomes como Slipknot, System of a Down e Limp Bizkit!
Ainda, para atiçar os fãs para o vindouro EP, a banda liberou no dia 20 de outubro o cover da canção ‘Master of puppets’ do Metallica. Com este cover, a banda pode mostrar seu apreço por um dos grupos mais populares da cena do rock. Ao mesmo tempo, as meninas tem o cenário perfeito para mostrar seus talentos musicais.
NEMOPHILA desafia todos os mais de oito minutos da música a todo vapor, mostrando sua habilidade de capturá-la em toda a sua glória de headbanging enquanto injeta o sabor que os tornou um dos mais emocionantes grupos japoneses do mundo no amado corte.
O EP chega em um momento em que o NEMOPHILA está se preparando para uma turnê nacional pelo Japão. A banda se prepara para seu primeiro show no histórico Nippon Budokan de Tóquio.
A boyband japonesa LIL LEAGUE, lançou no dia 18 de outubro seu mais novo single ‘HYPE UP’ nas principais plataformas de música. Ainda, a canção é baseada no clima carnavalesco e no baile funk brasileiro.
Então, a boyband revelou ‘HYPE UP’ pela primeira vez neste verão. A apresentação aconteceu no palco durante sua turnê nacional “LIL LEAGUE LIVE TOUR 2023 “LIL GATEWAY”.
Eles também se apresentaram no Mezamashi Live deste verão, um festival em Tóquio pela Fuji TV. A coreografia traz uma dança diferente para cada refrão e os próprios integrantes a idealizaram.
Com menos de um ano desde a sua estreia, o LIL LEAGUE lançou uma variedade de novas músicas. ‘HYPE UP’ mostra outro novo lado deste grupo à medida que eles evoluem e avançam na indústria da musical.
Os fãs brasileiros de Digimon e toda sua mitologia podem comemorar! Afinal, o novo filme Digimon Adventure 02: The Beginning estreia no Brasil através de uma colaboração entre a Toei Animation e a Paris Filmes.
Sendo assim, esta será a primeira vez que Digimon chega aos cinemas do país. O novo filme terá sua estreia no dia 27 de outubro nos cinemas japoneses. A estreia no Brasil esta programada para dia 30 de novembro.
Digimon Adventure 02 o Inicio
Ainda, o filme chegará aos cinemas brasileiros com dublagem em português. Muitos dos fãs mais saudosistas gritaram aos quatro cantos para que fosse mantido o elenco de dublagem da série dos anos 2000.
Infelizmente, apenas dois dos atores da série tem presença confirmada: Adriana Torres (Yolei) e Eduardo Dascar (Ken).
Confira o trailer dublado de Digimon Adventure 02: O início
Sinopse: Em fevereiro de 2012, quando Davis Motomiya e Veemon estavam fazendo lámen, ‘digi-ovo’ gigante apareceu no céu. Eles então conheceram alguém que alegou ser a primeira pessoa a fazer parceria com um Digimon, no entanto, apesar de ter um Digivice, este ‘digi-escohido’ não tinha um parceiro Digimon.
O Halloweendeste ano está se aproximando! Então, como responsável pela parte musical nipônica do Suco, decidi listar alguns hits que não podem estar de fora da sua playlist no próximo dia 31 de outubro!
1‘hone’ – BugLug
Primeiro, a música que escolhi para abrir o dia das bruxas foi ‘hone’ da BugLug. Ela lançou em 2014 e se tornou sucesso de vendas.
No clipe, os membros tocam em um fundo escuro com um esqueleto sentado no sofá. Além disso, temos no clipe uma maquiagem de neon de esqueleto, é sensacional.
2‘Ikenai mousou x Abunai monster’ – An Cafe
Continuando, como bom fã do An Cafe eu não poderia deixar de incluir uma música da banda no setlist do show de horrores.
Para minha sorte, temos uma música lançada especificamente para esta data ‘Ikenai mousou x Abunai monster’. Aqui, a banda aproveita as travessuras da noite de Halloween enquanto vivenciam desilusões até que chegue a meia-noite.
3‘DOGMA’ – the GazettE
Claro que não dá para falar de visual kei sem citar um dos maiores nomes do movimento: The GazettE.
Assim, o oitavo álbum conceitual da banda, ‘DOGMA’, de 2016, é basicamente um compilado de músicas dark. Então, a música título do disco marca presença nesta sutil playlist.
4‘Kinjirareta Asobi’ – Ali Project
Saindo um pouco do previsível, ‘Kinjirareta Asobi’ do duo visual keiAli Project. Afinal, toda a temática do Ali Project se volta para um estilo gótico junto de um visual Japonês-Aristocrático.
Além disso, a canção é tema de abertura da primeira temporada do anime Rozen Maiden (2004).
5‘GINGER’ – exist†trace
exist†trace também está com seu lugar guardadinho em nossa playlist sombria. Assim, a canção que escolhi foi ‘Ginger’, que apresenta um curta super interessante que envolve o roubo de um tesouro com um final trágico.
6‘Ghotic’ – Leetspeak Monsters
Ainda, quando falamos de Halloween e visual kei algumas bandas não podem ficar de lado, uma delas é a Leetspeak Monsters. Sendo assim, esta é (uma das) bandas que tem a temática Halloween durante todo o ano e não apenas no mês da festa.
Aqui, o videoclipe apresenta todos os 4 membros da banda como ícones em exposição num museu. Com o chegar da noite, os “monstros” acordam e o show gótico se inicia; se você ainda não conhece, certamente vai curtir muito!
Por fim, você pode conferir a playlist completa no link a seguir. A playlist foi criada tendo como base as músicas que esta pessoinha que vos escreve conhece e gosta.
Ainda sim, fique tranquilo para recomendar novas músicas, adoraria adicionar novos hits trevosos a esta playlist.
A cantora pop japonesa Yu Serizawa lançou no dia 18 de outubro o CD do seu mais recente e popular single‘JUNGLE FIRE feat. MOTSU’. Assim, a música é tema de abertura do anime MF GHOST, que se passa no mesmo universo da série Initial D.
Sendo assim, a versão completa da música e seu videoclipe chegaram digitalmente em 9 de outubro. Uma semana após seu lançamento, o videoclipe alcançou mais de meio milhão de reproduções.
Com isso, fãs no Japão e ao redor do mundo deixaram comentários como: “Os dois artistas têm uma química incrível“.
Yu Serizawa, membro do grupo ídoli☆Ris e artista solo, canta ‘JUNGLE FIRE’. Além disso, Serizawa comemorou seu 5º aniversário no ano passado e está atualmente em sua quarta turnê solo ao vivo. Como dubladora, ela desempenha o papel de Nozomi Kitahara em MF GHOST.
MOTSU é membro do grupo japonês m.o.v.e e trabalhou em todas as músicas-tema de abertura da série de anime e filmes Initial D, criando sua profunda conexão com MF GHOST.
Interpretada por estes dois grandes artistas, ‘JUNGLE FIRE’ tem uma sensação cinética que é perfeitamente adequada como abertura de MF GHOST. Um show sobre batalhas de corridas de carros em alta velocidade. A música tem a natureza viciante do Eurobeat e com certeza vai acelerar o seu motor.