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Parasyte: The Grey ganha trailer pela Netflix

Parasyte: The Grey
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A Netflix acaba de lançar o trailer e pôster principais do terror sci-fi Parasyte: The Grey. Com um primeiro vislumbre do mundo dos organismos parasitas, o vídeo mostra um pouco da luta implacável da humanidade contra sua invasão.

Expandindo o universo do mangá original Parasyte, de Hitoshi Iwaaki, a série conta uma nova história repleta de ação, filosofia e uma pitada de “terror existencial”.

Sendo assim, Parasyte: The Grey se baseia na história em quadrinhos original. Por sua vez, o quadrinho vendeu um recorde acumulado de mais de 25 milhões de cópias em mais de 30 regiões e países. Tudo isso com o enredo engenhoso de um parasita que permeia o cérebro humano e controla seu corpo – além de sua mensagem filosófica.

Parasyte: The Grey

Citando o mangá como uma das maiores obras que influenciaram sua filmografia, o diretor Yeon Sang-ho (Train to BusanHellbound) fez questão de integrar a mensagem principal da publicação na série live-action, ampliando o universo de “Parasyte” para um novo cenário: a Coreia.

Para mim, ‘Parasyte’ é sobre coexistência, então quis que Parasyte: The Grey ecoasse esse tema. Questionei se as pessoas poderiam coexistir pacificamente com outros organismos ou mutantes diferentes delas.

Além disso, Iwaaki também comenta:

Senti que os criadores de Parasyte: The Grey respeitaram muito a obra original. Ao mesmo tempo, pude ver ramos e ideias criativas únicas em toda a série e gostei tanto como autor original, quanto como parte da audiência. O desenvolvimento do enredo de cada episódio é dinâmico, com um ritmo rápido que o torna muito interessante.

Sobre a obra

Parasyte: The Grey
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Em Parasyte: The Grey, Su-in (Jeon So-nee), uma jovem presa entre sua humanidade e a influência parasitária, incorpora esse tema recorrente de coexistência. Como diz Heidi, o parasita que se agarrou a Su-in após um acidente quase fatal: “Nós dois estaríamos mortos se não estivéssemos juntos. Você e eu não temos escolha a não ser coexistir“.

Como mutante que é metade parasita e metade humana, Su-in não pertence totalmente a nenhum dos lados – nem aos parasitas que buscam dominar a sociedade humana, nem à equipe dedicada a erradicar os organismos, chamada “The Grey” e liderada pelo determinado Jun-kyung (Lee Jung-hyun). E é essa tensão que faz os espectadores chegarem ao principal conflito.

Retratando uma paisagem urbana cercada por tentáculos contorcidos, o pôster sugere o caos e a destruição causados pelos invasores parasitas, ao mesmo tempo em que destaca a resiliência do espírito humano, com Su-in (Jeon So-nee) desafiando Kang-woo (Koo Kyo-hwan), Jun-kyung (Lee Jung-hyun), Chul-min (Kwon Hae-hyo) e Won-seok (Kim In-kwon) contra essa ameaça iminente.

Já o trailer mostra uma complexa rede de alianças e traições enquanto Su-in navega em uma sociedade dilacerada pela influência dos parasitas. Com efeitos visuais cheios de detalhes que dão vida às criaturas de outro mundo, o trailer promete uma experiência visceral para o público.

Então, descubra se parasitas e humanos podem coexistir em Parasyte: The Grey,  5 de abril, somente na Netflix.

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MADK | Primeiro Gole

MADK NewPOP
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Não é segredo para ninguém que eu sou uma grande fã da NewPOP. Isso é principalmente por ela sempre apostar em títulos menos conservadores e inovar quando o assunto é novos tipos de publicação no Brasil. Então, recentemente a editora divulgou a aprovação de algumas novas capas. Eu quase cai no chão quando vi um título que eu já conhecia, mas jamais esperaria que chegasse aqui: MADK.

O pacto do garoto e do demônio

Makoto é um estudante que acaba de fazer um tipo de invocação demoníaca. Seu trabalho chama o arquiduque do inferno “J”, e os dois selam um contrato: Makoto irá oferecer sua alma, desde que J permita que o jovem o devore. Sim, literalmente.

O garoto vive em conflito quanto aos seus desejos macabros. Não tendo medo da morte, ele quer devorar um demônio antes que parta dessa para melhor. Durante o período em que Makoto lentamente come as entranhas de J, os dois acabam se aproximando.

Então, quando o estudante finalmente se dá por satisfeito, o demônio cumpre sua parte e leva a alma de Makoto direto para o inferno. Entretanto, a morte não é o que o espera. J tem outros planos para o garoto, e agora Makoto começa uma dolorosa trilha até sua transformação em um demônio igual a J.

Violento e gráfico

A história — dividida em três volumes — é belíssima e assustadora. Em geral, quando estamos falando de tramas que envolvem o tema de sobrenatural com demônios, temos uma visão violenta, mas também romantizada.

MADK não é nada disso.

Ryo Suzuri leva muito a sério o assunto de demônios e inferno conforme escreve a trama. Os temas abordados pelo título são pesadíssimos. Passam pela prostituição, abuso, traumas físicos e mentais, até o constante body horror acompanha essa trama de evolução pessoal e vingança.

A obra foi classificada pela NewPOP como boys love, e eu fui verificar se outras editoras também tinham optado por esse gênero. Realmente o fizeram; porém, eu sou de outro tipo de pensamento. Mesmo que o título aborde o relacionamento entre dois “homens”, e ainda exista romance, para mim MADK é muito mais um thriller de horror, em que o amor é um aspecto importantíssimo, mas não o suficiente para definir como boys love.

Mas daí é somente minha opinião.

Fantástico e macabro

MADK é incrível. É uma obra que aborda de maneira fantástica o tema de inferno, demônios e monstros. Sua trama, incrivelmente envolvente, estabelece regras para esse universo e usa dessas mesmas regras para desenvolver um roteiro sobre a construção pessoal da individualidade, a importância do reconhecimento pelos outros e por nós mesmos.

Eu particularmente gosto da relação de Makoto e J porque ela não é romantizada (até certo ponto). J faz absurdos com Makoto, e o garoto – que aos poucos vai evoluindo em um demônio – não perdoa esse passado, ao mesmo tempo em que vive em conflito com também a melhor coisa que já aconteceu na vida dele: a aceitação de quem ele realmente é.

Extremamente violento, MADK não é uma obra que é fácil de ser digerida, e por esse mesmo motivo eu fiquei tão surpresa quando vi que seria publicada aqui no Brasil. Afinal, é um título bastante chocante e nem um pouco adequado para “o grande público”. Não me surpreenderia se alguns dos leitores fossem atraídos pelas artes belíssimas e acabassem largando o título ao se darem conta da brutalidade da história.

Aqui no Brasil

É um título que eu faço questão de ter na minha coleção.

Envolvente, trágico e assustador, MADK é um mangá que irá agradar muitos, mas também apavorar outros. É uma obra mais densa, que foge dos estereótipos de boys love água com açúcar que vemos por aí. Uma trama gráfica e apaixonante sobre a evolução de um homem no seu caminho demoníaco.

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Sem uma data ainda definida, MADK será lançada pela editora NewPOP, no que eu acredito ser ainda esse ano, tendo em vista que as capas dos três volumes já foram aprovadas.

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Saiba mais sobre a ativação K-Pop no Lollapalooza Brasil

coca cola k-pop lollapalooza
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A Coca-Cola celebra a infinita devoção dos fãs de K-pop aos idols no festival com seu mais novo produto, Coca-Cola Creations K-Wave. Todos que passarem pela ativação da marca terão a oportunidade de conhecer o Coke Cube, espaço que contará com uma cabine com chroma-key onde o participante será livre para fazer a dança que quiser. Seus movimentos serão captados e multiplicados, gerando um efeito de K-pop group. Quem passar pela ativação, vai ganhar um copo exclusivo de Coca-Cola Creations K-Wave e ter a oportunidade de experimentar o novo produto.

Localizada no centro do festival, a arena de 600m², terá capacidade para 400 pessoas e contará com diversas experiências imersivas para o público, como muita música, customização de pulseiras, cabine de vídeo e sampling. “Coca-Cola Creations, nossa plataforma global de inovação, são collabs lançadas em resposta a tendências do mercado, proporcionando aos consumidores uma experiência única e exclusiva com Coca-Cola. Estamos entusiasmados para celebrar no festival o fandom do K-Pop com o lançamento da Coca-Cola® K-Wave Sem Açúcar”, completa Ted.

Arena Coca-Cola

Em formato de arena, com design exclusivo assinado pela agência Samba e por Henrique Guerra, do The Public House, o maior estúdio de criação de projetos de cenografia do país; Cadinho Brautigan, do The Black Haus, premiado designer e diretor criativo responsável por iniciativas musicais dentro e fora do país; e Junior Costa, da 28Room, estúdio multimodal com foco em artes, arquitetura e tecnologia.

O Coke Studio será um grande aliado do público para dar um gás físico e mental durante os três dias de festival. A Coca-Cola vai reforçar a experiência do público com:

Coke Cube: a plataforma global de inovação da marca, Coca-Cola Creations, lançou em fevereiro sua edição limitada que celebra a fandom de K-pop. O Coke Cube conterá uma cabine com chroma-key onde o participante será livre para fazer a dança que quiser. Seus movimentos serão captados e multiplicados gerando um efeito de k-pop group.

Sampling: distribuição de mini pet da Coca-Cola Sem Açúcar irá reenergizar a pista dando um novo gás para o público curtir o festival.

Coke Bracelet: produção de braceletes personalizados em tempo real com pingentes que conectam cada um à música – sentimentos, artistas e músicas.

Coke Studio: programação exclusiva de artistas e DJs.

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Live Action traz de volta o novo queridinho da marca: Nissin Lámen Galinha Caipira Picante

NISSIN FOODS DO BRASIL Galinha Caipira Picante
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NISSIN FOODS DO BRASIL acaba de apresentar mais uma campanha de marketing, dessa vez, revivendo o maior lançamento de 2023: o Nissin Lámen Galinha Caipira Picante. Agora, a versão Live Action do novo filme estreia dia 18 de março, nas plataformas digitais, e conta com um reforça junto ao squad de influenciadores da marca.

A produção reforça a temática “A nova era da Galinha Caipira”. Assim, traz os personagens queridinhos da marca sendo interpretados por atores ao invés das animações caóticas.

No filme, assim que o personagem experimenta o Nissin Lámen Galinha Caipira Picante, algo extraordinário acontece. O sabor explosivo e picante provoca uma transformação e faz com que um intérprete musical se torne uma criatura eletrizante do Rock and Roll.

O filme ficará disponível em todas as principais plataformas digitais da NISSIN, YouTube, TikTok, Instagram e Facebook. Além disso, um time de influenciadores irá ativar o público e relembrar do novo sabor, a fim de gerar maior experimentação e conquista do consumidor.

Kojiro Tanoue, Diretor Executivo de Criação da Dentsu Creative, comenta:

No cenário atual de criação de conteúdo, está surgindo uma tendência notável conhecida como “filmes de paródia”, em que produções de baixo custo imitam filmes populares. Intrigados com esse fenômeno cultural, decidimos aproveitá-lo criando nosso próprio vídeo de paródia usando como referência nosso filme de anime criado para a campanha que divulgou o novo sabor de Galinha Caipira Picante.

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Mulheres que não eram somente vítimas, livro aborda a superação dos traumas causados pela violência contra a mulher

Mulheres que não eram somente vítimas regiane folter
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Uma adolescente morre em um trágico acidente. Ou, pelo menos, é essa a história que tem mais credibilidade. Uma jornalista, porém, desconfia da narrativa e descobre que, na verdade, ela encobre um histórico de violências que culminaram na morte da jovem. Revoltada, a jornalista passa a lutar pela voz e pela justiça da menina, percebendo que a tragédia também a atravessa de alguma forma. Esta é a sinopse do romance Mulheres que não eram somente vítimas.

O livro é da autora paulistana Regiane Folter e tem distribuição pela Editora Folheando.

Assim, a história parte da investigação da jornalista Maria Silva, determinada a resgatar a história e o legado de Mariana Tavares, adolescente vítima de feminicídio. Nesse contexto, o livro busca discutir as feridas da violência masculina — que atravessa todas as mulheres. Ao mesmo tempo, propõe o direito das vítimas à uma narrativa complexa, que não se resumem apenas aos crimes ou abusos que sofreram.

A autora declara:

Nos últimos anos aprendi mais sobre o que é ser mulher na nossa sociedade, e quanto mais entendo as falhas dessa estrutura machista patriarcal que nos rodeia, mas indignada me sinto. Quero mudar as coisas, quero viver em um mundo mais igualitário. Esse livro surgiu como uma forma de sintetizar o que sinto sobre esses temas e como me afetam, e também simboliza minha luta interna e externa contra a violência contra a mulher.

Em Mulheres que não eram somente vítimas aparecem também as temáticas das violências pequenas e cotidianas contra a mulher. Que, por sua vez, partem do mesmo princípio patriarcal que os abusos e crimes mais severos sofridos por Mariana.

Além disso, mostra as amizades e redes de apoio entre mulheres.

Esse livro simboliza muitas coisas nas quais acredito e que tento aplicar no meu dia a dia. Também é uma homenagem à mulher que sou e às mulheres que me apoiaram e me ensinaram tanto. Não somos aquilo que fazem conosco. Podemos ser mais do que nossos traumas ou momentos de dor. Precisamos mudar a forma como a sociedade espera que nos comportemos de acordo com nosso gênero.

Trata-se do primeiro romance policial da autora, que nunca havia escrito um livro de mistério:

Sempre fui fã desse tipo de história, acho que me inspirei a partir de outros autores e autoras que li com essa mesma pegada, desde a clássica Agatha Christie, passando pela escrita cru e dolorosa da Gillian Flynn e as novelas intrigantes de Hugo Borel.

Além disso, Regiane também teve influencia dos escritores Camila Sosa Villada, Rupi Kaur, Aline Valek, Luis Fernando Veríssimo, entre outros.

Mulheres que não eram somente vítimas regiane folter
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A escrita como hábito: conheça a autora de Mulheres que não eram somente vítimas

Nascida em São Paulo, capital, Regiane Folter morou em Caraguatatuba (SP), Bauru (SP) e, desde 2014, vive em Montevidéu, no Uruguai. É jornalista com formação pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) e trabalha com comunicação e marketing em empresas uruguaias, especialmente no setor de desenvolvimento de software.

Sempre gostou de escrever, mas decidiu levar a literatura mais a sério em 2017, quando passou a publicar de forma semanal no Medium. Em 2021, começou a publicar no Substack também, em uma newsletter de formato mensal. No ano de 2020, publicou de forma independente seu primeiro livro, “AmoreZ”, em português e espanhol, que está disponível em livrarias argentinas, brasileiras e uruguaias e também em e-book pela Amazon.

Mulheres que não eram somente vítimas foi escrito durante a pandemia.

Escrever esse livro durante o período sombrio foi um salva-vidas; era algo positivo que fazia todos os dias e que me deu um norte naquele momento tão difícil. Acho que fortaleceu minha esperança de que tudo pode melhorar, por mais terrível que seja o que estamos vivendo

Confira um trecho do livro

O último anexo era uma fotografia de Mariana que tinha sido impressa pela família Tavares e colada em vários postes no bairro onde moravam. Nela, a garota de quinze anos sorria, tão jovem e, ao mesmo tempo, tão segura de si. Tão ingênua. Esse anexo Maria não se atreveu a fechar rapidamente e observou com atenção o rosto fresco, os olhos alegres, a esperança que reluzia naquela imagem. Era somente uma garota cheia de vida e energia, alguém que com certeza tivera sonhos e se sentira a dona do mundo, daquela maneira que só os adolescentes sabem fazer. Mariana tinha passado rapidamente desse ápice de juventude e força para se tornar um corpo abandonado em uma piscina. Tinha sido tanto e agora estava morta. A ideia de compreender a ironia por trás desse acontecimento infeliz atraia Maria, mas ela simplesmente não conseguia pensar em se aprofundar naquela história. Enquanto encarava os olhos alegres de Mariana na foto, ela sentia o vazio dentro dela duplicar de tamanho. Todos aqueles sonhos, toda aquela ilusão, já não existiam. De Mariana, tudo que tinha sobrado eram relatórios frios e uma fotografia em preto e branco.

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PUMA e One Piece se unem em coleção para celebrar os 25 anos do anime

PUMA X One Piece
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PUMA e One Piece, anime mais vendido de todos os tempos, se unem em collab exclusiva criada para celebrar os 25 anos da série. Sendo assim, a coleção PUMA x One Piece mistura o streetwear clássico e os modelos esportivos da PUMA. Com elementos da de uma das séries mais amadas do mundo, acompanha aventuras piratas em alto mar.

Seguindo a busca de Monkey D. Luffy em se tornar o Rei dos Piratas, o anime popular ganha destaque na collab com a PUMA por meio de estampas de bandeiras de piratas. Também, retrata cenas e personagens da série que em camisetas, moletons e agasalhos T7, modelo icônico da marca.

A coleção apresenta ainda quatro versões exclusivas do PUMA Suede, cada um inspirado em um personagem do anime: Monkey D. Luffy, Shanks, Marshall D. Teach, mais conhecido como “Blackbeard” e Buggy. Embalagens personalizadas e etiquetas especiais com medalhões dourados acompanham cada sneaker.

PUMA X One Piece
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A coleção PUMA x One Piece estará disponível a partir deste sábado (23) em PUMA, nas lojas PUMA do Shopping Morumbi e Shopping Tatuapé, e nas lojas Artwalk e Your ID.

ACESSE A LOJA

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Detroit Metal City | Vintage Et Underrated

Detroit Metal City
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Bem-vindos ao Vintage et Underrated, a coluna que une o antigo que não sai de moda e o underground que todo mundo adora, ou deveria. Pra hoje, vamos com um mangá adolescente que completa 19 aninhos esse ano e provavelmente é o REI DO CANCELAMENTO dos mangás: Detroit Metal City.

Sobre Detroit Metal City

A obra mais famosas de Kiminori Wakasugi (Everyone is Psychic, Kappei) chegou em 2005 pela editora Hakusensha. Além disso, quem publicou a obra foi a popular revista Young Animal. Já em 2008 ganhou anime pelo Estúdio 4Cº e um live action PERFEITO por Genki Kawamura. Este é o mesmo produtor do filme do Doraemon de 2018 com Kenichi Matsuyama (o Shin do filme de Nana) num papel principal MUITO bom.

Assim, entre o mangá e o anime as principais diferenças são algumas coisas que ficam mais pesadas em um e mais leves no outro. Porém, dependendo do ponto de vista, isso é relativo. Detroit Metal City ainda conta com uma trilha sonora musicalmente muito boa e com letras que parodiam de certa forma alguns hinos do Death Metal.

A história per se é uma enorme paródia do universo do Death Metal, ainda que muita gente não tenha entendido muito bem isso. Portanto, esse fato se reflete de forma engraçada não só entre os integrantes da banda (alguns deles BEEEM complicados), mas também com outros roqueiros que aparecem vez ou outra.

Pop, Metal e Dupla Personalidade

O enredo de forma geral conta só o dia a dia de um garoto normal que saiu do interior do Japão para cursar música em Tóquio e eventualmente se tornar um ídolo pop. Onde ele se perdeu nesse meio de caminho, o mangá conta melhor.

Porém, o que importa é o garoto tímido e cheio e tabus que acaba sendo transformado no “demônio” Johannes Krauzer II (se isso não teve inspiração no Demon Kakka do Seikima II eu mudo meu nome) frontman da infame banda de Visual Death Metal Detroit Metal City.

Qual é a graça? Além do Krauzer ser completamente maluco e se perder no personagem, ele começa a se tornar uma segunda personalidade de Negishi (o garoto por trás da roupa e da guitarra) que faz questão de esconder de todos o seu trabalho e alter ego por morrer de vergonha daquela vida, ainda que as vezes ele deixe o demônio assumir quando está com problemas ou com muito ódio.

Personagens

Uma coisa que não deixa muito claro na história é sobre a habilidade na guitarra do jovem. Sabe-se que ele toca, mas não fica claro que se ele se torna um ás da guitarra só quando tá virado no Krauzer ou se a habilidade é dele mesmo e ele só não usa pois não é o tipo de música que ele gosta.

Além disso, Negishi ainda possui amigos e conhecidos amáveis e gentis de fora. Às vezes eles são afetados não só pela dupla personalidade, mas também pela empresária maluca da banda que inventa de aparecer querendo se meter na vida pessoal do garoto.

Os outros dois integrantes da banda são Camus, o baterista otaku viciado em hentai. Ele não para de tocar por ABSOLUTAMENTE NADA (tem hora que ele toca pegando fogo, trocando baqueta por cobra venenosa… Negócios de doido). E Jagi que tá mais pra hardrocker farofinha (uma mistura ali de Kiss com Skid Row, mas muito gente boa) que podiam ser melhor explorados.

E falando de melhor explorado, temos ainda a agente ninfomaníaca e junkie, chamada apenas de “A Presidente”. Por sua vez, ela faz questão absoluta de tornar a vida do protagonista um verdadeiro INFERNO (ela é quase a Rê Bordosa do Angeli só que sem depressão e aparentemente com grana).

A parte mais engraçada nem é tanto a transição ou as maluquices do Krauzer, mas sim como o personagem principal lida com as questões do dia a dia (como a moça que ele gosta, ou quando ele precisa lidar com o irmão mais novo dele que virou fã da banda) e até mesmo com os fãs as vezes.

Ponto fofo: no anime, tem um determinado episódio que na fila de um show aparece uma menininha cantando pintadinha de Krauzer. MUITO FOFO.

Polêmicas cancelativas

Pois bem, Detroit Metal City abusa MUITO das piadas com est***pro. O assunto é tratado na obra meio que como um ato hediondo digno de um demônio, porém… os fãs não parecem achar muito ruim, pelo contrário.

Claro que muitas vezes não há nada acontecendo, é mais a cabeça dos fãs que criam situações com acidentes (tipo quando ele cai em cima de alguém e fica preso para sair de cima). Em outros, o próprio Krauzer faz coisas meio malucas (tipo simular fazer sexo com… a Torre de Tóquio).

Há coisas complicadas também, principalmente quando o protagonista se perde no personagem e acaba até fazendo bullying com amigos que ele gosta muito ou sendo agressivo com os outros. Faz parte do transtorno que o anime mostra que ele desenvolve, mas não deixa de ser um pouco complexo.

Ou seja, definitivamente não se trata de um anime para crianças.

Pontos Positivos

  • As músicas são realmente bem legais;
  • A história te mata de rir;
  • O filme é LIN-DO, impossível não se apaixonar pelo Krauzer.

Pontos Negativos

  • Humor ácido meio exagerado;
  • Alguns personagens são meio subaproveitados;
  • Podia ter continuação, o final dá brecha pra isso.
Detroit Metal City
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Sinopse: Após deixar sua cidade natal para viver o sonho de se tornar uma estrela pop na capital, o guitarrista Soichi Negishi  acaba se vendo envolvido no mundo underground do Death Metal, onde ele cria um poderoso alter ego que faz mais sucesso do que ele gostaria.

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Max te leva para o Bairro do Limoeiro: veja produções da Turma da Mônica

Max turma da mônica bairro do limoeiro
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A nova produção Franjinha e Milena em Busca da Ciênciaestá disponível na Max para toda a família mergulhar no universo cheio de aventuras do bairro do limoeiro!

Então, para tornar a viagem ao bairro mais famoso dos gibis ainda mais completa, confira uma lista com as principais produções do universo de Mauricio de Sousa disponíveis na Max.

Desde os clássicos episódios animados até novas séries originais, proporcionando uma experiência completa para os fãs novos e de longa data.

Franjinha e Milena Em Busca da Ciência

Nesta aventura com oito episódios, a dupla é acompanhada do esperto e inseparável cãozinho Bidu em uma divertida missão científica: desvendar os segredos da viagem no tempo! Assim, a ciência surge como resposta para cada mistério e juntos realizam experiências – desde a criação de um microscópio até à programação de um robô – ao mesmo tempo em que fortalecem uma amizade repleta de colaboração e aprendizado.

Confira o novo lançamento completo na Max.

Mônica Toy: Coleção

Agora, os personagens da Turma da Mônica continuam vivendo situações hilárias, mas dessa vez na versão toy arte! Assim, aproveite as temporadas completas de Mônica Toy: Coleção clicando aqui.

Turma da Mônica

Acompanhem todas as aventuras de Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali e de todo resto da Turma mais amada dos gibis. Cada episódio do desenho clássico, que marcou diversas gerações e continua a criar fãs apaixonados, conta uma aventura diferente da turminha. Com isso, a animação possui 3 temporadas e podem ser conferidas completas na Max.

Turma da Mônica Jovem

Neste contexto, contamos com uma temporada de 26 episódios e narra a história da versão crescida de Mônica, Cebola, Cascão, Magali e de seus amigos, todos inseridos no universo realista do Bairro do Limoeiro, agora com novas aventuras e os novos problemas que chegam com a puberdade e com essa nova fase da vida. Maratone tudo aqui.

Turma da Mônica: Cine Gibi

Uma sequência de 9 filmes, dentro de uma temporada que narra as aventuras da Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali e de todo resto da Turma. Sendo assim, a cada episódio possui cerca de 1h de duração e garante a diversão para os fãs. Assista aqui.

Biduzidos

Por fim, Biduzidos é uma série animada protagonizada pelas mascotes mais amadas dos gibis: os cães Bidu e Floquinho, o porquinho Chovinista, o gatinho Mingau e a galinha Giselda.

Então, do ponto de vista dos próprios bichinhos de estimação, os episódios mostram como se comportam. Também o que realmente desejam com suas atitudes e brincadeiras, provando que tudo pode ser muito diferente do que os seus donos imaginam! Assim, assista completo na Max.

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