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yoshikitty vai competir no ranking global de personagens da Sanrio!

YOSHIKI e yoshikitty
YOSHIKI e yoshikitty

yoshikitty irá competir no ranking global de personagens da Sanrio pelo décimo ano consecutivo com Hello Kitty e outros personagens populares. Sendo assim, yoshikitty é o primeiro personagem da Sanrio a ter inspiração em uma pessoa real, YOSHIKI – líder das bandas de rock X JAPAN e THE LAST ROCKSTARS.

yoshikitty
yoshikitty

Então, todos os anos desde 2015 yoshikitty está sendo indicado no ranking de personagens da Sanrio. Assim, foi eleito mais popular em todo o mundo do que Hello Kitty em 2018 entre mais de 450 personagens diferentes.

Ainda, na votação regional, yoshikitty ficou em primeiro lugar no Brasil, China, França, Alemanha e Tailândia. Além disso, no início deste ano anunciaram que YOSHIKI criará a música tema global para a celebração do 50º aniversário da Hello Kitty.

yoshikitty tocando bateria
yoshikitty tocando bateria

Os fãs internacionais podem apoiar o yoshikitty votando uma vez por dia em todos os seus dispositivos. A votação acontece até 26 de maio no site oficial da camapanha.

Por fim, no dia 16 de abril, YOSHIKI apresentará o hino nacional dos EUA no Dodger Stadium, em Los Angeles, para o evento “Hello Kitty Night”. Hello Kitty fará uma aparição especial no primeiro arremesso cerimonial. Os ingressos para o evento especial do Dodger Stadium estão disponíveis no site oficial da MLB.

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Pmaru-sama | Nova música é tema do anime Himitsu no AIPRI!

Pmaru sama - Zenryoku Joshi Kakumei!
Pmaru sama - Zenryoku Joshi Kakumei!

A estrela virtual japonesa Pmaru-sama lançou no dia 7 de abril a música ‘Zenryoku Joshi Kakumei!’ tema de abertura do anime Himitsu no AIPRI. Assim, Pmaru-sama se junta a personagens do anime na arte da capa!

Pmaru sama - Zenryoku Joshi Kakumei!
Pmaru sama – Zenryoku Joshi Kakumei!

Então, o título da nova canção tem como tradução algo como “Revolução Feminina com Força Total”.

Pmaru-sama comenta:

Como o anime se passa em uma escola, eu queria que a música incorporasse instrumentos musicais que soassem em casa, na escola!

Como o título sugere, cantei com toda a força da minha convicção! Eu me esforcei muito para cantar com tudo o que tenho e ao mesmo tempo me expressar do jeito que sou.

Eu ficaria feliz se a música pudesse animar você quando você a ouve!

Ouça ‘Zenryoku Joshi Kakumei!’ nas plataformas de música!

Um videoclipe está programado para ser lançado depois de 15 de abril. Então, fique de olho nas redes sociais de Pmaru-sama para não perder a estreia do clipe!

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Novo single de Ayumi Hamasaki | Ouça ‘BYE-BYE’!

Ayumi Hamasaki - Foto da Artista
Ayumi Hamasaki - Foto da Artista

A cantora pop japonesa Ayumi Hamasaki lançou no dia 8 de abril seu novo single digital ‘BYE-BYE’. Ainda, o lançamento faz parte das comemorações do 26º aniversário de carreira de Ayumi.

Ayumi Hamasaki - BYE-BYE
Ayumi Hamasaki – BYE-BYE

Então, ‘BYE-BYE’ foi escrita para a série Minna no Uta da NHK, que será transmitida entre abril e maio desse ano. Como seria de esperar de Hamasaki, a letra envolvente da música é sombria e profunda – gerando muita atenção entre sua legião de fãs.

Além disso, junto com o lançamento da música, um videoclipe também está disponível no canal oficial de Hamasaki no YouTube. Numa sala de aula de uma escola aparentemente abandonada, Hamasaki e 23 dançarinos executam coreografias intensas, especialmente durante o refrão – e todos eles, inclusive Hamasaki, estão vestidos com uniforme escolar.

26 anos se passaram desde o lançamento do single de estreia de Ayumi Hamasaki, ‘poker face’, em 8 de abril de 1998. Então, não perca o avanço da icônica artista que continua a percorrer as gerações com seu impacto pop.

Ouça ‘BYE BYE’ nas plataformas de música!

Não deixe de conferir o videoclipe de ‘BYE BYE’ no YouTube!

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Sinfonia de Anime, com Osesp e Coros, será transmitida ao vivo na sexta

Sinfonia de Anime
Imagem Divulgação

Está chegando a Sinfonia de Anime. O ano de 2024 marca as celebrações dos 70 anos da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp, além dos 30 anos de atividades do Coro da Osesp e dos 25 anos da Sala São Paulo – a casa da Osesp, dos Coros e de seus Programas Educacionais, inaugurada em 1999 no edifício onde antes funcionava a Estrada de Ferro Sorocabana.

Então, entre quinta (18/abr) e domingo (21/abr), a Osesp e os Coros AcadêmicoJuvenil e Infantil apresentam na Sala São Paulo mais uma edição de um projeto que é digno de tapete vermelho – além de muito divertido.

Em Sinfonia de Anime, nossos músicos irão interpretar composições feitas para animações japonesas clássicas como A Viagem de ChihiroMeu Amigo TotoroDragon BallPokémonNarutoCavaleiros do ZodíacoInuYashaSailor MoonDemon Slayer e Fullmetal Alchemist, entre outras.

Os concertos desta série, que acontece desde 2021, terão mais uma vez regência de Wagner Polistchuk, que também é Trombone Solista da Osesp, e participação do cantor Ricardo Cruz.

A apresentação ficará a cargo da youtuber e psicóloga Lisa Guerra, que entre as peças contará um pouco da história dos animes e seus entrelaces com a música.

Os ingressos para as quatro apresentações já estão esgotados, mas a performance de sexta-feira (19/abr), às 20h30, será transmitida ao vivo no canal da Osesp no YouTube (exibição única).

Sobre o programa

Em 2005, dentro de um velho projetor em Quioto, descobriram o fragmento do que muitos acreditam ser o primeiro filme de animação japonês — são três segundos que mostram um menino tirando seu chapéu vermelho e fazendo uma saudação com a cabeça, criados em algum momento do início do século XX.

O tempo passou, a técnica evoluiu, a relação com os mangás seguiu estreita e, no início dos anos 1960, surgiu o gênero que hoje conhecemos como animes (um dos primeiros foi Astro Boy, do lendário estúdio Mushi Productions). Os filmes com personagens de olhos grandes são parte essencial da cultura da “Terra do Sol Nascente” e adorados ao redor do mundo.

Em 2024, chega um tributo ao gênero no programa “Sinfonia de Anime”. No palco da Sala São Paulo, tocarão as músicas que embalaram a busca pelas esferas do dragão em Dragon Ball; as aventuras de AshKetchum e Pikachu em Pokémon; e a procura mágica de Sakura na captura de suas cartas clow.

A música criada para NarutoCavaleiros do ZodíacoOne Piece e Shingeki no Kyojin também estarão no programa, que traz ainda uma sequência apaixonante de temas originais escritos pelo compositor, regente e pianista Joe Hisaishi, que já escreveu mais de 100 trilhas para o cinema. São deles as músicas que ouvimos em Meu Amigo TotoroO Castelo Animado e Ponyo.

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp

A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp é um dos grupos sinfônicos mais expressivos da América Latina. Com 13 turnês internacionais e quatro turnês nacionais realizadas, mais de uma centena de álbuns gravados e uma média de 120 apresentações por temporada, a Osesp vem alterando a paisagem musical do país e pavimentando uma sólida trajetória dentro e fora do Brasil, obtendo o reconhecimento de revistas especializadas como Gramophone e Diapason, e relevantes prêmios, como o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Clássica de 2007.

A Orquestra se destacou ao participar de três dos mais importantes festivais de verão europeus, em 2016, ao se tornar a primeira orquestra profissional latino-americana a se apresentar em turnê pela China, em 2019, e ao estrear em 2022, no Carnegie Hall, em Nova York, apresentando um concerto na série oficial de assinatura da casa e o elogiado espetáculo Floresta Villa-Lobos. Desde 2020, Thierry Fischer ocupa os cargos de Diretor Musical e Regente Titular, antes ocupados por Marin Alsop (2012-19), Yan Pascal Tortelier (2010-11), John Neschling (1997-2009), Eleazar de Carvalho (1973-96), Bruno Roccella (1963-67) e Souza Lima (1953).

Mais que uma orquestra, a Osesp é também uma iniciativa cultural original e tentacular que abrange diversos corpos artísticos e projetos sociais e de formação, como os Coros Sinfônico, Juvenil e Infantil, a Academia de Música, o Selo Digital, a Editora da Osesp e o Descubra a Orquestra. Fundada oficialmente em 1954, a Orquestra passou por radical reestruturação entre 1997 e 1999 e, desde 2005, é gerida pela Fundação Osesp.

Coro Acadêmico da Osesp

Criado em 2013 com o objetivo de formar profissionalmente jovens cantores, o Coro Acadêmico da Osesp é composto pelos alunos da Classe de Canto da Academia de Música da Osesp, sob direção do maestro Marcos Thadeu.

Oferece experiência de prática coral, conhecimento de repertório sinfônico para coro e orientação em técnica vocal, prosódia e dicção, além da vivência no cotidiano de um coro profissional, fazendo apresentações regulares junto ao Coro da Osesp.

Em 2021, a Classe foi reconhecida pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo como Curso Técnico Profissionalizante em Canto. Os alunos que concluem a formação passam então a receber um Certificado Técnico Profissionalizante, válido em todo o território nacional.

Coro Juvenil da Osesp

Depois dos Coros Sinfônico, de Câmara e Infantil, foi formado em 2004 o Coro Juvenil da Osesp, com o objetivo de atender a jovens que não mais se enquadram em grupos infantis. Os 43 integrantes do Coro Juvenil, entre meninos com idade de 13 a 20 anos e meninas de 14 a 20 anos, seguem seus estudos de musicalização, solfejo e percepção musical, além de terem contato com outros idiomas.

Nessas práticas, são trabalhados repertórios mais complexos e ecléticos, que são apresentados na Sala São Paulo e em eventos especiais ao longo do ano. O grupo tem regência de Marcos Thadeu.

Coro Infantil da Osesp

O Coro Infantil da Osesp, que estreou em novembro de 2000, é formado por meninas de sete a 13 anos e por meninos de sete a 12 anos. Qualquer criança, mesmo sem formação musical anterior, pode ingressar no Coro.

Além da oportunidade de se apresentarem ao lado da Osesp na Sala São Paulo, as crianças, sob orientação e regência de Erika Muniz, recebem aulas de solfejo, percepção musical e técnica vocal. Durante essas aulas, são trabalhados repertórios mais complexos e ecléticos, apresentados na Sala São Paulo e em eventos especiais ao longo do ano.

Wagner Polistchuk

Wagner Polistchuk é trombone solista da Osesp, onde também atua como professor de trombone e regência de sua Academia de Música. Atual regente da Orquestra Experimental de Repertório, já esteve à frente da Sinfônica Municipal de São Paulo, da Filarmônica de Mendonza, na Argentina, da Sinfônica Nacional do Peru (OSN) e da Hermitage, na Suíça.

Foi diretor artístico da tradicional Camerata Antiqua de Curitiba, entre 2009 e 2011, grupo com a qual gravou Versos Brasileiros [2007], e regente principal da Sinfônica da USP (OSUSP), de 2012 a 2014, à frente da qual lançou Carlos Gomes, Villa-Lobos, Omar Fontana, Guarnieri, Guerra-Peixe (Independente, 2013) e Pitombeira, Rachmaninoff e Strauss.

Em 1998, obteve o 2º lugar no 5º Concurso Latino-Americano de Regência Orquestral da OSUSP. Em 2002, foi premiado no Concurso Internacional de Regência Prix Credit Suisse, na Suíça e no Concurso Nacional Eleazar de Carvalho para Jovens Regentes.

Lisa Guerra

Apresentadora e psicóloga apaixonada pelo mundo geek, Lisa tem sido uma voz influente desde 2020. Ela cria conteúdos dedicados a promover o diálogo sobre saúde mental e ciência de forma acessível e inspiradora para o público jovem por meio de análises de animes, games e da cultura pop em geral.

Ela está presente nas principais plataformas digitais — YouTube, Instagram e TikTok, somando uma comunidade de quase meio milhão de pessoas.

Ricardo Cruz

Cantor e compositor de temas de animes, jogos de videogame e séries de super-heróis do Japão (conhecido como anime songs), Ricardo é, desde 2005, o único estrangeiro do supergrupo japonês JAM Project, celebrada banda desse gênero musical.

Em 2019, com o conjunto, compôs e interpretou a canção original Uncrowned Greatest Hero, tema da segunda temporada de One Punch Man, lançada mundialmente pela Netflix. Em 2020, como parte de sua carreira solo, lançou o projeto Invasion Zone, homenageando a ficção científica retrô e suas demais influências musicais, que passeiam pelo pop dos anos 1980, eletrônico e synth pop. Gravou versões oficiais em português para temas conhecidos de muitos desenhos japoneses, como Cavaleiros do ZodíacoHunter x Hunter e Dragon Ball Super.

Sinfonia de Anime tem o copatrocínio do Bradesco e o apoio de Almaviva do Brasil por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Realização: Fundação Osesp, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Ministério da Cultura e Governo Federal – União e Reconstrução.


Programa

SINFONIA DE ANIME, COM OSESP E COROS
OSESP
CORO ACADÊMICO DA OSESP
CORO JUVENIL DA OSESP
CORO INFANTIL DA OSESP
WAGNER POLISTCHUK REGENTE
RICARDO CRUZ CANTOR
LISA GUERRA NARRADORA
HINOROBU KAGEYAMA | Dragonball – Medley [1986]
JOHN SIEGLER E JOHN LOEFFLER | Pokémon – Gotta Catch [1998]
AYUMI MIYAZAKI | Digimon – Brave Heart [1999]
JOE HISAISHI | Howl’s Moving Castle [2004]
MICHIO MAMIYA | Grave of Fireflies [1988]
JOE HISAISHI
My Neighbor Totoro [1988]
Spirited Away [2001]
Ponyo on the Cliff by the Sea [2008]
TOSHIYUKI OMORI | Neon Genesis Evangelion [1995]
IKIMONO GAKARI | Naruto Shippuden [2007]
KOHEI TANAKA / SHOKO FUJIBAYASHI | One Piece – We Are [1999]
HIROAKI MATSUZAWA | Cavaleiros do Zodíaco – Pegasus Fantasy [1986]
KAORU WADA
Inuyasha – Lullaby [2001]
Inuyasha – Hanyou [2001]
RADWIMPS | Your Name – Sparkle [2016]
KOHMI HIROSE | Sakura Card Captors – Catch you, catch me [1998]
TAKANORI ARISAWA | Sailor Moon – Abertura [1992]
SID | Fullmetal Alchemist Brotherhood [2003]
YOSHIHISA HIRANO | Hunter X Hunter – Kingdom of Predators
HIDEKI TANIUCHI | Death Note – Kyrie [2006]
YOSHIHISA HIRANO | Death Note – L no Theme [2006]
SHIRO SAGISU | Bleach – Incantation Part C & D
GO SHIINA / YUKI KAJIURA | Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba
MAKOTO MIYAZAKI | Seigi Shikkou – One Punch-Man Theme [2015]
LINKED HORIZON / HIROYUKI SAWANO
Attack on Titan – Intro and Vogel im Käfig [2013]
Attack on Titan – Shinzou wo Sasageyo [2013]

Serviço

18 de abril, quinta-feira, às 20h30
19 de abril, sexta-feira, às 20h30 (Concerto Digital)
20 de abril, sábado, às 16h30
21 de abril, domingo, às 18h00
Endereço: Sala São Paulo | Praça Júlio Prestes, 16
Taxa de ocupação limite: 1.484 lugares
Recomendação etária: 7 anos
Ingressos: Entre R$ 39,60 e R$ 100,00 (valores inteiros) – Esgotados
Bilheteria (INTI): neste link
(11) 3777-9721, de segunda a sexta, das 12h às 18h.
Cartões de crédito: Visa, Mastercard, American Express e Diners.
Estacionamento: R$ 28,00 (noturno e sábado à tarde) e R$ 16,00 (sábado e domingo de manhã) | 600 vagas; 20 para pessoas com deficiência; 33 para idosos.

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The Problematic Prince (novel) | Review

The Problematic Prince
Imagem Divulgação

Tem algumas histórias que valem aquela clássica frase “eu estou realmente vivendo, ou apenas sofrendo?”, e acho que essa é a melhor descrição para a novel de The Problematic Prince. Este é um romance histórico no qual 90% do tempo estamos sofrendo esperando que haja alguma esperança de final feliz.

O cogumelo venenoso

A novel escrita por Solche é um drama que tem como protagonista Erna Hardy, a filha de uma família aristocrática falida. Além disso, ela é abandonada pelo próprio pai, que só entra em contato com ela na esperança de vende-la para quem estiver disposto a pagar mais.

Porém, determinada a salvar sua avó que a criou e está com problemas financeiros, Erna decide tentar sua vida na capital. Então, ela conhece o príncipe problemático do título, Björn Denyster.

Por sua vez, Björn tem como apelido “cogumelo venenoso”. Ele ganhou esse título após um escândalo em seu primeiro casamento, em que traiu sua esposa e fez com que ela perdesse o filho que esperava. Sua punição? Perder o trono. No entanto, isso não o impediu de ainda ser um dos homens mais cobiçados do reino, e da sua ex-esposa ainda ter esperanças de uma volta dramática.

Nesse contexto, os dois personagens, Björn e Erna acabam se encontrando em uma trama trágica do destino, e decidem se casar com o objetivo de solucionar seus problemas.

Afinal, Erna quer o dinheiro para sustentar sua avó, e Björn quer se safar das tramas de um novo casamento com outro aristocrata. Mesmo que seja uma relação em que amor não deveria ser envolvido, Erna não consegue impedir de se apaixonar pelo príncipe problemático. Por outro lado, ele não pensa nem por um segundo em ser recíproco nesses sentimentos.

Sofrendo do começo ao fim

Depois de ler a sinopse, talvez você já tenha uma ideia do por que eu disse que é um sofrimento sem fim. Estou acostumada a histórias de casamentos contratuais, ou arranjados, em que se começa sem amor mas há um desenvolvimento após isso.

Entretanto, The Problematic Prince é muito mais realista e dramática do que o usual. Por isso, não há casos de amor brotando do nada, Björn é fiel em sua fala de que não pretende se apaixonar nunca mais na sua vida. Assim, o amor não recíproco de Erna é doloroso, mesmo que esperado.

Ainda que Björn nunca tenha mentido para Erna e prometido algo que não cumpre, isso não nos impede de sofrer pela sua frieza, mas acima de tudo, pelas desventuras que a inocente Erna passa na sua adaptação a capital e a corte.

Sendo uma “caipira”, ela tem que lidar com todo tipo de assédio dos nobres, dos parentes e até mesmo dos criados. Então, ela não tem ninguém ao seu lado, e durante longos capítulos nós só queremos que algo de bom, qualquer coisa, aconteça com a ingênua protagonista.

Com 153 capítulos, e mais quase 30 de histórias paralelas, a trama é 70% do tempo chorando pelas coisas que Erna tem que passar, 20% de ódio profundo pelo protagonista, e 10% de felicidade quando as coisas finalmente têm um final feliz.

Vale a pena?

Em discussão com minhas colegas leitoras de novels, foi levantado a pergunta “por que insistir em uma história que o protagonista é uma bandeira vermelha gigante?”. Eu só consigo dizer: porque ele nunca mentiu no que iria ser.

Björn só é aceitável porque ele jamais prometeu nada para Erna além de um casamento sem amor, mas confortável. Nele, ela teria os regalos de uma família rica, mas teria de enfrentar a solidão de um relacionamento onde ela não teria afeição.

Justamente por ele ter sido sincero em sua prerrogativa, que não consigo odiá-lo por completo. Na verdade, o que eu mais odeio mesmo é a situação da Erna, que está presa a um relacionamento unilateral e não consegue controlar os próprios sentimentos a qualquer mínima prova de carinho.

Os capítulos finais são SUFOCANTES. Eu tive que ativar meu passar de pano para ter de aceitar certas ações dos personagens. Mesmo assim, é interessante ver como eles amadurecem, crescem e mudam com o desenvolvimento da história.

Também, é bom ver algo mais adulto e menos “amor que surge do nada” em comparação a tantas outras histórias de temática similar.

Buscando mais sobre a obra, eu descobri que o autor(a) – Solche – também criou outra obra similar que eu não consegui nem continuar: Cry, even better if you beg. A história também tem um cenário com um aristocrata poderoso e uma jovem desafortunada pega em uma teia de acontecimentos que só trazem dor e sofrimento.

Análise final

Mesmo que seja uma novel que eu tenha mais sofrido do que tido prazer, eu ainda gostei muito da experiência de lê-la. Porém, eu devo recomendá-la com ressalvas, já que – além de tratar de assuntos sérios e pesados como assédio, bullying, aborto e traição – também é algo diferente do usual, e traz um final que compensa (em partes) o trauma causado pelos capítulos anteriores.

Solche sabe como prender a atenção do leitor, mais por mal do que por bem.

The Problematic Prince
Imagem Divulgação

The Problematic Prince não possui tradução nem em inglês ou em português disponível. Entretanto, a obra teve uma adaptação para webtoon disponível em inglês no TapyToon, no formato Time Till Free. Ou seja, você pode ler os capítulos gratuitamente se esperar um período de tempo específico.

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Tomb Raider I-III Remastered Starring Lara Croft: o valor de relembrar o passado

Tomb Raider Remastered
Imagem Divulgação

Pois bem, eu gostaria de utilizar minha posição como contribuidor do Suco de Mangá hoje para fazer uma espécie de resposta a um review que li. Ele era sobre os recentemente lançados remasters dos três primeiros jogos da série Tomb Raider, publicado por um site gringo. Então, não acho que vale a pena expor aqui seu autor ou o site em si. Porém, eu vou falar dele de qualquer maneira, pois fiquei bastante incomodado com a argumentação para justificar a negatividade entorno do lançamento.

Antes mesmo de entrar nos pormenores de porque me incomodei com a argumentação deste review, será muito proveitoso explicitar algumas coisas.

Primeiro, esta nova versão da clássica trilogia, desenvolvida pela Saber Interactive, teve envolvimento direto do modder XProger. Por sua vez, ele foi responsável pelo mod OpenLara, que além de permitir que as antigas versões do jogo rodassem em múltiplas plataformas, também adicionavam inúmeros efeitos visuais modernos na velha engine sem alterar excessivamente sua essência.

O próprio modder, em post no Twitter, declarou que “este foi o projeto de seus sonhos, que foi a culminação dos últimos oito anos da minha vida”, agradecendo a oportunidade de liderar o projeto dada pela Saber.

Então, vamos iniciar esta exploração partindo do pressuposto de que estamos lidando com o sonho de um fã, certo?

Comentários sobre o review

O review de que falo começa dizendo que a palavra “remaster” é ambígua o suficiente para significar qualquer coisa, desde um jogo velho com uma nova roupagem até um jogo reconstruído do início. Também, diz que no contexto deste lançamento, o termo deve ser definido como “gráficos atualizados, novos controles” e absolutamente nada mais. Ainda, fala que não faz nenhuma das duas coisas muito bem.

Continuando sobre os aspectos gráficos, o review diz que este lançamento não é um remake. Na verdade, são os jogos clássicos “fazendo cosplay” de algo mais novo, com texturas de alta resolução, porém, ainda “feias” coladas por cima das texturas originais.

Aqui já se nota o desgosto do escritor até mesmo pelos jogos originais, pois ele continua dizendo que estes já eram esquisitos em 1996. Também, fala que tudo que existia de errado com eles na época continua errado neste remaster. Por exemplo, que a câmera continua agindo sem muito controle do jogador e que as animações ainda fazem Lara parecer uma marionete.

Contrapartida

Eu consigo concordar que a parte gráfica dos Tomb Raider originais envelheceram bastante, considerando que estamos falando de jogos do início da era 3D.

No entanto, falando não como alguém que precisa ser extremamente crítico sobre tudo que consome e sim como um jogador de 35 anos que viveu a época de controlar Lara em suas aventuras iniciais, eu diria que a escolha de não alterar drasticamente a direção de arte do jogo no remaster trabalha muito mais em seu favor do que contra.

Os cinco primeiros jogos da série Tomb Raider, também lançados para Playstation, vêm de uma linhagem bastante peculiar. Eles são bastante inspirados em outra série antiga que amo, Prince of Persia (sobre a qual falei um pouco no nosso review de Prince of Persia: The Lost Crown).

Assim como em Prince, Lara se locomove sob regras bastante restritas. Afinal, o mundo que ela habita é completamente feito de blocos quadrados, algo que é imediatamente perceptível por qualquer jogador que esteja com boa vontade de se mergulhar num jogo antigo.

Então, a movimentação de Lara é regrada por estes blocos: se eu der um toque no meu direcional pra frente sem segurar o botão de andar, Lara irá correr por um quadrado de distância. Um pulo cobre dois quadrados de altura, e se ela pular para frente, um pulo saindo de uma posição em pé cobre dois quadrados de distância.

Se eu der um toque para trás, Lara dá um pulinho para trás que cobre exatamente um quadrado de distância. Perfeito para correr esse um quadrado e dar um pulo correndo, cobrindo assim três quadrados de distância.

Toda a jogabilidade destes jogos gira em torno desta premissa, até mesmo em Tomb Raider III, que introduziu novas habilidades que Lara era capaz. Então, imaginem o que seria necessário para atualizar todo o mundo do jogo para ter gráficos modernos SEM utilizar a movimentação “quadrada” original presente neles.

Desta forma, eu olho para as imperfeições das texturas em Tomb Raider II e não vejo nenhuma “preguiça”. Na verrdade, vejo o cuidado de um fã atualizando os gráficos de um jogo que ama sem modificar a sua direção de arte. Esse cuidado é especialmente nítido se você apertar a tecla F1, que suavemente altera a apresentação do jogo para seus gráficos originais.

Curioso, então, que este review escolhe reconhecer esta necessidade do mundo do jogo, mas simplesmente descartar a manutenção deste estilo como “inaceitável após três décadas de desenvolvimento de jogos”, como se o propósito de um lançamento como este não fosse a manutenção da história desta série.

Porém, apenas como um exercício mental, vamos listar coisas que o remaster de Tomb Raider faz que, apesar de parecerem muito básicas em 2024, eram LITERALMENTE IMPOSSÍVEIS em 1996. Esta lista provavelmente estará incompleta, pois eu não manjo de todos os efeitos gráficos possíveis.

O que notei na primeira sequência de níveis no Peru, no primeiro Tomb Raider:

  • No PC, os jogos rodam em taxas de frames até 120 FPS, os originais rodavam a 30 FPS. Inclusive, apertar F1 para trocar entre os modos gráficos fará a taxa de frames se travar em 30 para a experiência original;
  • Agora, Lara tem um mapa de sombra que reage dinamicamente à iluminação do ambiente. O original possuía apenas bolhas de sombra nos pés de Lara, que ainda existem para ajudar na precisão dos desafios de plataforma;
  • A neve caindo do teto na primeira fase não é mais composta de blocos pixelados numa resolução de 320×260, mas sim um efeito de partículas dinâmico;
  • Todos os efeitos que surgiram de forma arcaica em Tomb Raider III, como a fumaça saindo das armas de Lara e a água pingando dela quando ela sai da água, foram retroativamente adicionados aos jogos anteriores, e com muito maior resolução;
  • Em Lost Valley, você consegue ver poças de água no chão, e estas são realçadas por reflexos de mapas cúbicos, coisa que só foi ser possível em gráficos 3D dez anos depois;
  • Os ambientes podem refletir luz, tingindo Lara e seus inimigos com as cores dos ambientes ao seu redor. Por exemplo: numa sala vermelha em Tomb of Qualopec, Lara fica com um tom de vermelho iluminando seu modelo, aumentando o grau de imersão dos bonecos dentro do mundo;
  • Escadas que você pode subir agora não são mais só uma textura diferente na parede, elas têm um realce e sombreamento feito através de bump mapping, que só se tornou padrão em jogos a partir de 2006;
  • Fogo não é mais um sprite que fica alternando entre cinco frames de animação, e sim um efeito de partículas, muito bonito quando saído da boca do dragão em Tomb Raider II;
  • Agora dá pra saber o que é uma parede e uma janela, pois janelas têm reflexos!

De fã para fã

Assim, eu não sei vocês, mas eu particularmente não vejo “preguiça” ou tentativa de roubar dinheiro dos fãs de Tomb Raider com todas as atualizações feitas acima. Ao contrário, vejo um fã trabalhando para que a experiência desses jogos seja ainda mais rica.

Estas foram acusações feitas por este review, argumentando também que “os jogos originais ainda estão disponíveis na Steam e na GOG por uma fração do preço desta coleção remasterizada.

Sim, ele tem razão neste ponto. Você pode mesmo comprar as versões originais destes jogos, e eu acho que paguei 10 reais nos cinco jogos. Porém, fazê-los funcionar em versões modernas do Windows, com monitores modernos e em resoluções widescreen sem nenhum bug ou distorção é tarefa apenas para gente da minha idade, que tem experiência com hardware e software arcaicos e não se importa de jogar com controles de tanque, coisa que o review em questão despreza.

“Controles modernos”

De fato, o review também detesta a adição dos “controles modernos”. Eu não posso opinar a respeito do quão bem implementados estes novos controles são, uma vez que sou acostumado com controles de tanque e sei que o jogo foi feito com eles em mente.

No entanto, concordo em partes que, de fato, o mundo do jogo não foi nem um pouco adaptado a controles modernos.

Como Lara ainda segue os princípios de se mover com estes quadrados do mundo em mente, pequenas mexidas no controle para uma direção, que anteriormente fariam Lara girar em seu próprio eixo e ajustar levemente o corpo agora a fazem correr um quadrado na direção apertada, a não ser que você use o botão de andar.

A decisão de colocar alguns dos movimentos vitais de Lara, como o andar de lado ou pular de lado, exclusivamente na posição com as armas ativas, realmente causa algumas situações hilárias. Por exemplo, o tutorial de Tomb Raider II que menciona um pulo de lado que literalmente não é possível nos controles modernos.

No entanto, lembremos de duas coisas: primeiro, que estes controles modernos são feitos para quem joga num controle. Controles estes que já eram concessões para quem não estaria usando um teclado no Playstation lá em 99. De fato, estes jogos eram primariamente feitos para ser controlados por um teclado (nem dá pra usar mouse neles), e isto pode causar muita estranheza em quem não é velho como eu.

Mesmo assim, não me considero um jogador tão habilidoso assim e não acho que estes controles antigos sejam impossíveis de aprender em 2024. Além disos, me diverti absurdamente usando os controles clássicos em meu teclado como se eu estivesse jogando em 1999.

Segundo, que os controles originais em tanque usados para controlar Lara nos jogos originais ainda são perfeitamente viáveis, a não ser que você seja uma daquelas pessoas que dá graças a Deus que Resident Evil com câmera fixa não existe mais.

Valorização dos remakes

Neste review, o autor menciona que não conseguiu fazer a experiência de controlar Lara se tornar prazerosa de jeito nenhum, pois três décadas de jogos em terceira pessoa controlando “melhor” tinham tido um efeito nele.

Então, aqui é onde realmente tenho um problema. Afinal, a argumentação parece partir de um ponto de vista de que “estes jogos não existem mais por um motivo”. O motivo claramente sendo “porque eram ruins”, e assim não vale a pena trazê-los para a modernidade. Nisto, não consigo concordar.

Os remakes de Resident Evil 2 e 3 são, sim, ótimos jogos, mas não acho que eles substituem os clássicos, e sim os complementam. Afinal de contas, Resident Evil só é a gigantesca franquia que é hoje porque a câmera fixa e os controles de tanque de Resident Evil 2 causaram um efeito poderoso em muita gente lá em 1998.

Estes clássicos merecem existir em 2024, co-habitando e convivendo com a modernidade, e há um risco que eles desapareçam. Por exemplo, sem emulação estes clássicos da série Resident Evil não estão disponíveis em lugar nenhum. E eu acho LINDO que os Tomb Raider não estão sofrendo o mesmo destino.

Problematizações

Por último, eu gostaria de debater com mais uma parte que argumenta em favor de desaparecer com os jogos antigos. Porém, desta vez, sob o ponto de vista de como eles podem ser problemáticos em quesitos étnicos, de gênero e de consciência de classe.

No review, o autor reclama sobre uma das telas iniciais do jogo antes da tela título, onde os desenvolvedores adicionaram uma mensagem:

Os jogos desta coleção contêm representações de povos e culturas enraizadas em preconceitos raciais e étnicos. Estes estereótipos são profundamente nocivos, indefensáveis, e não se alinham com nossos valores na empresa Crystal Dynamics. Ao invés de remover este conteúdo, nós escolhemos apresentá-los aqui em sua forma original, inalterada, na esperança de que possamos reconhecer seu impacto nocivo e aprender com ele.

O review detona esta mensagem em particular, levando-a como um insulto pessoal. Como se a empresa estivesse querendo que os jogadores aprendessem uma lição que eles mesmos não estão dispostos a alterar, e como se a empresa estivesse agindo de maneira desonesta ao vender um produto inalterado como se fosse uma lição de sociologia.

Agora, eu tenho certeza que a parte mais incriminatória destes jogos que provavelmente provocou a inclusão deste aviso é a sequência de níveis nas Ilhas Pacíficas em Tomb Raider III.

Nele, Lara encontra uma tribo nativa da Polinésia que… ugh… são mostrados como canibais e atiram em Lara com zarabatanas envenenadas. É, certamente é um jogo dos anos 90.

Eu não irei argumentar em favor de simplesmente fecharmos os olhos para este problema e não aprofundar uma discussão sobre estas problemáticas em jogos antigos. Até mesmo problematizaria o fato de que Lara dá uma gemidinha toda vez que sobe uma plataforma a partir do Tomb Raider II, claramente marcando estes jogos como “feitos para marmanjos”.

Discussões necessárias

Não há problema nenhum em discutir qualquer ponto problemático em qualquer um destes games. No entanto, eu gosto de alinhar-me com uma das grandes responsáveis pela popularização desta discussão nos games, Anita Sarkeesian: “é possível, e até mesmo necessário, simultaneamente desfrutar de mídias enquanto somos críticos sobre seus aspectos mais problemáticos ou perniciosos”.

Considerando a filosofia claramente mostrada em como a equipe do remaster trabalhou suas mudanças gráficas e a implementação de controles modernos para adequar toda uma nova geração de jogadores, eu não acho que a mensagem do início vem de um lugar cínico. Ela vem de um lugar onde a manutenção da experiência que nós tivemos em 1996 vem em primeiro lugar e de um reconhecimento de que há aspectos problemáticos nestas obras.

No entanto, alterar a tribo polinésia significaria, no mínimo, remover quatro níveis que existiam no Tomb Raider III original. Além disso, seria necessário reestruturar toda a narrativa do jogo e o ritmo dele para fazer sentido sem estes quatro níveis.

Ou, se quisermos levar mais longe, seria necessária toda uma mudança do design dessas fases para remover estes inimigos étnicos ou alterá-los para estereótipos menos ofensivos. Em ambos os casos, o que teríamos não seria mais Tomb Raider III.

Conclusão

Eu realmente não gosto desses argumentos que trabalham com coisas antigas como se elas não tivessem valor algum porque os tempos mudaram.

Não apenas nos jogos, a história nos mostra onde estivemos para que escolhamos aquilo que merece ser continuado e aperfeiçoado e aquilo que precisa ser descartado. Porém, não é apagando da história que os problemas mudaram, e arriscamos nos livrar de estilos de jogo, gêneros, controles e níveis inteiros que têm algo de valioso em seu DNA. Eu não consigo concordar com sua extinção.

Ao meu ver, os remasters de Tomb Raider são extremamente valiosos e jogá-los nessas versões melhoradas em 2024 não tem preço.

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The Problematic Prince (webtoon) | Primeiro Gole

The Problematic Prince
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Webtoons históricos tem sido meu gênero favorito faz um tempo. Entretanto, é difícil achar algo que saia dos padrões de isekais/renascimento/volta no tempo dos dias de hoje. Na verdade, eu poderia dizer que 80% das obras com temática clássica/medieval tratam-se desse assunto. Por outro lado, The Problematic Prince foge do convencional e entrega um romance dramático de roer as unhas. Nele, nós sofremos, sofremos, sofremos, somos felizes por um instante, e voltamos a sofrer.

O príncipe problemático e a nobre caipira

A história se baseia na novel de Solche, e tem arte de CACTUS.

Na trama, uma jovem nobre de uma família em ruínas, Erna, acaba em um casamento com um príncipe problemático. Nenhum deles tinha como pretensão esse casamento, mas para que ambos fujam de outras possibilidades de casamento infeliz, eles fazem esse acordo a fim de terem uma vida mais tranquila.

Mesmo que o casamento tenha começado em uma relação de mútuo benefício, os dois pretendem executar seus papeis de maneira adequada. Ou seja, Erna aprendendo como ser uma nobre digna da família real, enquanto Björn – o príncipe – dá a família de sua esposa uma vida confortável e sem preocupações financeiras.

Entretanto, mesmo que Björn nunca tenha prometido uma relação com amor para Erna, ela não consegue impedir de se apaixonar pelo problemático príncipe. Porém, seu amor não significa nada para seu marido egoísta, que constantemente a negligência.

Então, até quando uma relação desse tipo pode durar no mundo cruel da corte?

Um mundo real e dramático

Justamente por The Problematic Prince não trabalhar com a fantasia, mas sim com um mundo real similar ao nosso, mas em uma época diferente, o foco do webtoon se dá mais na construção do drama da relação entre os dois protagonistas.

Assim, Björn é uma bandeira vermelha ambulante. Ele não tem a menor pretensão de entrar em um relacionamento amoroso novamente e só se casa por pura conveniência. Enquanto isso, a nobre falida Erna é uma caipira ingênua que sofre todo tipo de assédio das pessoas por seu passado simples e sua falta de tato com a nobreza.

Enquanto a obra se constrói nessa relação problemática, é impossível não se solidarizar pela protagonista. Que – apesar dos pesares – não queria estar naquela situação, mas tenta desesperadamente atingir as expectativas do marido e da sociedade ao seu redor.

Por outro lado, Björn, mesmo não sendo mais o príncipe herdeiro, é irremediável. Então, mesmo que sinta afeto por Erna, não consegue entender as situações que ela passa, acreditando que isso não é problema dele.

O que me fez continuar a história, que ainda está em andamento, é que o protagonista nunca prometeu amor a sua esposa. Ele é um cretino? Sim, mas ele nunca mentiu que não era, e sua sinceridade é o que faz com que a gente perdoe certas ações. Erna sabia onde estava se enfiando, mas não conseguiu controlar suas emoções mesmo assim.

A adaptação e a obra original

Ao alcançar o número de capítulos lançados, eu me vi obrigada a ir atrás da novel (que já foi finalizada). Assim, tenho que dizer que a segunda parte da história é ainda mais dramática e triste, e eu só terminei porque me neguei a aceitar que não haveria um fim justo para a Erna.

Apesar do webtoon estar seguindo bem à risca a novel, não sabemos ainda como a história irá se desenrolar pela frente. Afinal, não é raro que as adaptações mudem a história (principalmente quando se lida com assuntos mais pesados, ou ainda para suavizar a personalidade do protagonista).

The Problematic Prince está disponível em inglês na plataforma TappyToon na modalidade Wait Until Free. Ou seja, você pode ler todos os capítulos de maneira gratuita, mas eles possuem um cooldown de liberação entre um e outro.

Atualmente a série conta com 60 capítulos e é atualizada toda segunda-feira.

The Problematic Prince
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A Versão 4.6 de Genshin Impact Introduz Arlecchino e Um Império Submerso no Dia 24 de Abril

genshin impact 4.6
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A marca global de entretenimento interativo HoYoverse anunciou hoje que a Versão 4.6 de Genshin Impact, “Com os Dois Mundos em Chamas, a Noite Rubra se Extinguirá”, chegará no dia 24 de Abril. Os jogadores podem esperar pela Arlecchino, a quarta Mensageira Fatui, emergindo como um membro da equipe recrutável e um Chefe Semanal.

Pelo mundo de Teyvat, uma nova área explorável com um império submarino perdido finalmente se revelará em Fontaine, enquanto um festival de música e um novo evento de jogo de ritmo está pronto para balançar em um show de rock os participantes em Inazuma.

Arlecchino

Arlecchino, conhecida como a “Serva” e a Quarta Mensageira dos Fatui, encontrará os jogadores novamente como uma personagem jogável de 5-estrelas, usuária de Pyro e empunhando uma lança e uma nova Chefe Semanal. Como membro da equipe, as habilidades de combate de Arlecchino estão centradas em volta do “Contrato de Vida”, uma mecânica que deve impedir suas vítimas de se curarem, mas uma que a Arlecchino usa para tirar vantagem para aprimorar seu poder de ataque.

Arlecchino recebe uma barra de “Contrato de Vida” em cima da barra de Vida, e quando o Contrato é igual ou maior do que uma certa porcentagem da sua vida, ela entrará em um estado ofensivo, concedendo aos Ataques Normais dela uma força maior e Dano Pyro insubstituível ao consumir seu Contrato de Vida. Para manter Contrato de Vida suficiente, Arlecchino pode impor e coletar Comando da Dívida de Sangue de seus inimigos. Enquanto isso, por conta do seu Talento único, seu Supremo será a única forma que ela pode receber cura durante o combate.

Como uma nova Chefe Semanal, Arlecchino irá impor Comando da Dívida de Sangue nos jogadores que a desafiarem. Os jogadores que tiverem um Comando da Dívida de Sangue imposto a eles sofrerão do efeito de Contrato de Vida, levando mais dano de seus ataques e não podendo se curar. Aqueles que conseguirem pagar a Dívida serão recompensados com um aprimoramento em seus Ataques Carregados. Adicionalmente, Arlecchino também é chamada de “Pai” pelas crianças da Casa da Lareira. Mais sobre a Casa e Arlecchino será revelado em sua Missão Lendária “Ignis Purgatorius”.

Weekly Boss-Arlecchino
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Arlecchino se juntará na primeira metade do Evento de Oração da Versão 4.6 juntamente com a volta do Lyney, seguido do Andarilho e Baizhu na segunda parte. A nova lança de 5 estrelas “Semblante da Lua Carmesim” também aparecerá na primeira parte da Versão 4.6, focando nas habilidades de combate em volta do Contrato de Vida.

Novas Aventuras

Para aqueles que buscam aventuras, a Versão 4.6 também terá uma nova área com um grande e misterioso império subaquático esperando para ser explorado. Bem nas profundezas do Mar Antigo estão os restos de Remuria, um império cujo apogeu e subsequente destruição é anterior ao nascimento da Corte de Fontaine. Aprender sua “Sinfonia” será a chave para reativar certas mecânicas e dispositivos milenares. Conforme a aventura avança, os jogadores podem até encontrar um certo dragão especial, bem como confrontar o novo Chefe Inimigo “Legatus Golem”.

Weekly Boss-Arlecchino
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Na Ilha Watatsumi de Inazuma, os jogadores poderão ajudar Itto a se preparar para o “Tour Iridescente da Força Viva de Rock Arataki”, bem como aproveitar de um novo evento de jogo de ritmo. Os jogadores também poderão editar seu próprio jogo de ritmo e convidar amigos para desafiá-los através do compartilhamento de códigos. Como recompensa, eles poderão ter a oportunidade de colocar suas mãos no novo instrumento “Corneta Vento Noturno”.

A Versão 4.6 de Genshin Impact chegará no dia 24 de Abril, trazendo Arlecchino, um império submerso, um festival de música de rock, e mais surpresas. Com as funções de progressão cruzada e o modo multijogador, os jogadores podem desfrutar de sua aventura no PlayStation®, PC, Android e iOS.

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