O décimo e último episódio de Xógum: A Gloriosa Saga do Japão estreia hoje, terça-feira, 23 de abril, exclusivamente no Star+ e Disney+. A obra é uma adaptação do romance original best-seller de James Clavell.
Assim, a história foca no poderoso líder militar Lord Yoshii Toranaga (Hiroyuki Sanada), que luta por sua vida enquanto seus inimigos no Conselho de Regentes se unem contra ele.
No entanto, o destino de Toranaga muda com a chegada de John Blackthorne (Cosmo Jarvis). John é um capitão inglês que traz consigo segredos que poderiam ajudar Toranaga a mudar o equilíbrio de poder.
Então, os destinos de Toranaga e Blackthorne ficam inextricavelmente ligados à sua intérprete, Toda Mariko (Anna Sawai). Ela é uma misteriosa nobre cristã e a última de uma linha de sucessão desonrada.
Nesse contexto, Xógum: A Gloriosa Saga do Japão, não só é cativante por sua trama épica e intrigante, mas também prende ao longo de seus dez episódios com uma produção impressionante que recria com grande minúcia e autenticidade a era em que se passa.
Portanto, separamos os motivos que tornam a minissérie imperdível, confira!
5Historiadores, colecionadores e outros especialistas no Japão de 1600 assessoraram a equipe criativa
Imagem Divulgação: Kurt Iswarienko/FX | Moeka Hoshi como Usami Fuji
As gravações de Xógum: A Gloriosa Saga do Japãofoi em Vancouver, Canadá. Lá, recrutaram consultores japoneses especializados em diversas áreas para trabalhar com a equipe canadense, resultando em uma colaboração perfeita entre talentos orientais e ocidentais.
Assim, para contar uma história japonesa verdadeiramente autêntica e diante do desafio da falta de material fotográfico da época, a equipe criativa da série trabalhou em estreita colaboração com consultores em todos os aspectos da produção. Desde a seleção de locações que imitam o aspecto que teriam séculos atrás, até os elementos mais simples do cenário e cada peça de figurino.
O time de especialistas incluiu, entre outros, historiadores, colecionadores de arte e antiguidades, além de especialistas em armas e técnicas de combate da época.
4O figurino foi totalmente feito a mão
Imagem Divulgação: Kurt Iswarienko/FX
A equipe liderada pelo designer de figurino, Carlos Rosário, garantiu que todas as peças de figurino vistas em Xógum: A Gloriosa Saga do Japão fossem feitas à mão.
Dessa forma, pôde-se prestar atenção especial a todos os detalhes, como tecidos, cores, estilo e como eram as costuras e cortes dos trajes.
Assim, trabalhando com tecidos provenientes do Japão, estabeleceu-se uma linguagem visual fortemente baseada no uso de diferentes cores para cada grupo de personagens. Além disso, houve uma ênfase especial aos detalhes do figurino que revelam informações sobre o status social e a influência de cada membro da sociedade japonesa do século XVII.
Entre 85 e 125 pessoas trabalharam para criar milhares de trajes e vestir o elenco durante as filmagens.
3As armas das cenas de combate são autênticas do período Sengoku
Imagem Divulgação: Kurt Iswarienko/FX | Yuki Kura como Yoshii Nagakado
As armas que aparecem nas múltiplas cenas de ação da série são autênticas do período Sengoku, a extensa fase de guerra civil no Japão.
A arma mais comum era o katana, um longo sabre japonês. Também, o wakizashi é muito visto na série, um sabre curto usado em combates dentro de casa para evitar colisões com vigas, portas ou móveis.
Além disso, para recriar as cenas de combate com autenticidade, a equipe de Xógum: A Gloriosa Saga do Japão convocou especialistas japoneses em lutas com espadas e arqueria, artes marciais e armas japonesas. Também foram incorporados dublês de risco japoneses, não apenas para atuar, mas também para orientar e ajudar no treinamento do elenco e dos figurantes.
2Cada membro do elenco recebeu treinamento para aprender os movimentos de gestos próprios da época e do status social de seu personagem
Imagem Divulgação: Kurt Iswarienko/FX | Anna Sawai como Toda Mariko
A maneira como os membros de uma sociedade se move e gesticula está intimamente ligada a um momento e lugar específicos. Então, a equipe garantiu que esses aspectos culturais e históricos ligados aos personagens parecessem autênticos na tela.
No set, consultores treinaram o elenco e os figurantes em vários aspectos. Por exemplo, formas de andar, sentar-se, ficar de pé, trabalhar e interagir próprias do Japão de 1600.
1A filmagem durou nove meses e atravessou todas as estações
Imagem DIvulgação: Kurt Iswarienko/FX | Hiroto Kanai como Kashigi
Dado que a passagem do tempo é central na história de Xógum: A Gloriosa Saga do Japão, era fundamental que os reflexos das mudanças sazonais também fossem evidentes.
Portanto, ao longo dos nove meses de filmagem, a equipe atravessou todas as estações e muitas vezes filmou em horários atípicos para se adaptar à luz natural e aos tons sazonais.
Além disso, com a autenticidade como princípio, Justin Marks (co-criador, showrunner, produtor executivo e escritor) e Marc Laliberté (diretor de fotografia) garantiram que a série não se tornasse uma versão hollywoodiana do Japão feudal, mas fosse o mais neutra e realista possível.
Rodízio japonês não é tudo igual e nem sempre tem os mesmos pratos e, principalmente, qualidade e experiência. Afinal, o restaurante Black Sushi, que fica na Vila Clementino, na capital paulista é a prova disso. Comandado pelo Chef Mario Tucillo, o restaurante oferece uma experiência diferenciada para os consumidores que adoram a culinária japonesa.
Além de provar da boa gastronomia, o que levou o Black Sushi a conquistar em 2023 o selo Travellers Choice pela TripAdvisor como um dos melhores restaurantes de São Paulo segundo votação popular entre viajantes brasileiros e estrangeiros, o consumidor saboreia pratos com detalhes diferentes, como o sushi black, feito com arroz preto, e até o jou de atum decorado com ouro.
Então, com rodízio a partir de R$ 99, a lista de experiência é bem maior e abaixo alguns detalhes vão dar água na boca.
1 – Sushi Black
Sushi Black | Imagem Divulgação
Fazendo jus ao nome do restaurante, o cardápio traz o Sushi Black, que tem o shari (arroz temperado) preto com diversos acompanhamentos, desde salmão e outros peixes até frutas ou legumes.
Assim, o arroz japonês é tingido com tinta de lula, um ingrediente natural usado em diversos pratos com frutos do mar para realçar o sabor do alimento. O resultado visual também encanta.
2 – Jou de Atum com ouro
Jou de Atum com Ouro | Imagem Divulgação
Outra experiência que enche os olhos é ver a decoração do Jou de Atum com ouro. O prato é feito no capricho e o ouro utilizado traz requinte para a culinária japonesa. Diferente do ouro utilizado para acessórios, esse é puro e comestível, não sendo absorvido pelo corpo e sem qualquer risco à saúde.
3 – Ostras frescas ou gratinadas
Ostras | Imagem Divulgação
Conhece algum rodízio japonês com ostras em todas as suas opções de cardápio? Com procedência certificada diretamente de Santa Catarina, o Black Sushi proporciona essa experiência palatável para o cliente. O consumidor pode saborear a iguaria in-natura (fresca) ou gratinada como entrada, podendo também comer ao longo do rodízio.
A dica do chef é abrir o apetite com esse fruto do mar.
4 – Sushi de Steak Tartare de Wagyu
Wagyu Steak Tartare | Imagem Divulgação
A experiência com a culinária japonesa continua com o Wagyu, considerada uma das melhores e mais caras carnes do mundo – e ela está no cardápio do Black Sushi. Esse é outro diferencial para o paladar do cliente que pode experimentar o sushi com uma carne saborosa, macia e com uma textura amanteigada, que chega derreter na boca.
O diferencial também continua na sobremesa. o Black Sushi tem diversas opções artesanais, feitas no próprio restaurante e servidas em potes de vidro, que conservam a temperatura ideal do alimento. Estão inclusos no rodízio banoffee, mousse de chocolate, cheesecake com calda de goiabada, pudim de leite condensado, sorvete, entre outros.
Black Sushi
Rua Pedro de Toledo, 399 Vila Clementino, São Paulo – SP
Do carismático Hideaki Itsuno, que já trabalhou em Street Fighter e Devil May Cry, Dragon’s Dogma 2 era uma sequência muito aguardada da Capcom e que agora, depois de 12 anos, chegou e agradou os fãs da franquia, com melhorias significativas ao seu antecessor.
O RPG de Ação acontece em paralelo ao seu antecessor e segundo o diretor do jogo, é a concretização de todos os conceitos que gostaria de ter em um mundo medieval próximo a literatura de George R. R. Martin e seu “Crônicas de Gelo e Fogo” (aka Game of Thrones), com a liberdade de “mundo aberto” inspirado em GTA V. Deixei entre aspas, pois logo abordarei como é este “mundo aberto”.
O Mundo de Dragon’s Dogma 2: Uma Jornada de Grandiosidade
O primeiro aspecto que chama a atenção em Dragon’s Dogma 2 é a grandiosidade do mundo apresentado. Apesar de uma certa falta de variedade de ambientes durante boa parte da campanha, o mundo do jogo impressiona pelas suas dimensões gigantescas. Desde florestas até cidades típicas da fantasia medieval, tudo em Dragon’s Dogma 2 é colossal.
No entanto, o conceito de “mundo aberto” aqui é um pouco diferente do que estamos acostumados a ver. Sempre estamos andando em estradas e trilhas, sendo cercados por Rios (que não podemos nadar), florestas densas cercadas ou regiões montanhosas que não podemos escalar. Então, na minha perspectiva, está mais próximo de um cenário de Hellblade do que de GTA V, propriamente dito.
Mas não se iluda com o que falei. O cenário é vasto e você passará horas e horas caminhando e explorando novas regiões do continente – e claro, com muitos perigos. Dos campos verdejantes até os desertos escaldantes, cada região oferece uma experiência única e desafiadora.
Uma das características mais marcantes do mundo de Dragon’s Dogma 2 é a sua imprevisibilidade. Nenhum lugar é realmente seguro, e os jogadores podem ser surpreendidos a qualquer momento por ataques de monstros ou emboscadas de inimigos. Essa sensação de perigo iminente contribui para manter a tensão e a emoção durante toda a jornada, potencializada por jogatinas no período noturno. Quem é que não se desespera com os fantasmas no início do game?
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O Sistema de Combate: Estratégia e Ação em Perfeita Harmonia
Aqui temos uma separação. Para os fãs da franquia que jogaram o primeiro game, ótimo, tivemos melhorias significativas! Para quem nunca jogou e espera algo próximo de um Skyrim, pode se surpreender negativamente. Porém, o sistema de combate acho um dos maiores diferencias e me agrada demais, desde o primeiro.
Um misto de Ação e Estratégia, já que estamos em um grupo de 4 personagens, o sentimento de engajamento é presente o tempo todo e a variedade de classes (vocações) disponíveis permite uma customização profunda, o que dá margem para equipes malucas, funcionais ou totalmente despreparada. Destaco a mecânica de escalar monstros, como dragões e ciclopes, e assim procurar por pontos fracos e áreas que possibilitam infringir mais danos. Bem divertido!
Além disso, o sistema de peões, companheiros de jornada controlados pela inteligência artificial, acrescenta uma camada extra de profundidade tática e com a capacidade de dar ordens e coordenar táticas, os peões tornam as batalhas ainda mais dinâmicas e estratégicas.
Acredito que Itsuno tenha captado da fluidez de Devil May Cry e colocado em prática por aqui e como se não bastasse, a mesma IA bem trabalhada dos nossos peões, também são muito bem empregadas nos inimigos. Muitas vezes somos surpreendidos por ações inusitadas e até engraçadas. Quem é que nunca foi empurrado de um precipício ou capturado por uma harpia? Desespero que chama rs.
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Progressão e Narrativa: Altos e Baixos na Jornada de Dragon’s Dogma 2
No entanto, nem tudo são flores em Dragon’s Dogma 2. A progressão da campanha pode ser arrastada em alguns momentos, especialmente devido à falta de diversidade de ambientes (florestas e regiões desérticas, somente) e às longas caminhadas pelo mapa, já que não há montarias, por exemplo. A alternativa para voltar a cidades já exploradas, é a utilização de carroças e teleporte com Pedra Barca, raríssimas de encontrar e bem caras para se comprar. Use com sapiência.
Ainda sobre sua mecânica de caminhada e exploração, gastamos Stamina mesmo não estando em combate, o que torna morosa sua jornada caso esteja com muita carga e sobrepeso. A dica é administrar bem e deixar o máximo possível de coisas no baú da estalagem.
A história e os personagens secundários do jogo deixam a desejar, com uma trama repleta de clichês e diálogos nem tão inspirados. Há algumas reviravoltas interessantes, mas a falta de conexão emocional com os personagens torna difícil se envolver verdadeiramente com a narrativa. Narrativamente, o as quests secundárias são as mais interessantes, além de que há alternativas de como completá-las e também a possibilidade de falha. Tome cuidado, pois nem sempre você conseguirá voltar o seu save para uma posição segura na trama.
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Aspectos Técnicos
O visual agrada, mas não é de nova geração. Os cinco anos de desenvolvimento estão condizentes com a época e apesar de ter jogado no PC, me parece um “jogo bonito de PlayStation 4” do que um NewGen PS5, se é que me entende. Quanto a world building, as paisagens naturais e estruturas arquitetônicas das cidades são imponentes, mas nada muito fantasioso e bem próximo do Medieval clássico.
Em termos técnicos, Dragon’s Dogma 2 é honesto mas pesado em sua execução. Houve melhorias e patches logo na semana de seu lançamento, mas a ausência de DLSS 3 com o recurso de Frame Generation, traz um suplício para rodar o jogo a estáveis 60 quadros por segundo, como no meu caso. RE Engine é funcional em grande parte dos títulos da Capcom, mas parece que no “mundo aberto” de Dragon’s Dogma 2, deu uma pesada.
A trilha sonora é estupenda, belíssima e combina demais com os diferentes climas do jogo, seja em combate ou estando numa cidade, variando de acordo com sua temática; um detalhe bacana são os bardos e npc’s que tocam e cantam, deixando nossa jornada bem mais alegre e divertida – pois em muito momentos encaro como dark fantasy, um clima pesado, sabe?
Quanto à monetização, Dragon’s Dogma 2 enfrenta críticas por sua abordagem agressiva às microtransações. Embora muitos itens importantes para a jogabilidade possam ser obtidos durante a campanha, sua escassez artificial pode incentivar os jogadores a gastar dinheiro real para adquiri-los mais rapidamente. Tenho sensações mistas com relação a isto e acho que se fosse reduzido a estética apenas, não haveria nenhuma polêmica.
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Uma Jornada Épica
Em suma, Dragon’s Dogma 2 é uma experiência de jogo verdadeiramente épica, com momentos emocionantes, desafios intensos e uma riqueza de conteúdo para os jogadores explorarem. Enfrentando alguns desafios em termos de progressão e narrativa, ou até detalhes de crafting em um hub do menu totalmente confuso, pode afetar a experiência de alguns jogadores.
Apesar de seus defeitos, Dragon’s Dogma 2 ainda é uma jornada que vale a pena para os fãs do gênero, oferecendo 20 ou 30 horas de diversão, com muito mais prós do que contras.
Com algumas melhorias na performance, Dragon’s Dogma 2 tem o potencial de se estabelecer como um dos grandes nomes dos RPGs de ação do ano, com respiro para mais uma continuação no futuro e solidificando seu lugar no panteão dos RPGs modernos com identidade própria, fruto da mente criativa de Hideaki Itsuno.
A contagem regressiva para a 9ª edição do Diversão Offline já começou. Conhecido como o maior evento de RPG e boardgames da América Latina, o DOFF 2024 está prestes a consolidar também sua reputação como o maior do hemisfério sul, com uma expectativa de 12 mil visitantes ao longo da edição.
O mês de abril foi marcado pelo anúncio de detalhes sobre o que o público poderá esperar em termos de atrações, bem como as novidades sobre novas áreas.
Campanha de Mestre
O Diversão Offline, carinhosamente chamado de DOFF pelos fãs, anunciou recentemente a nova “Arena RPG”. Um local que sediará diversas campanhas nos dois dias de evento e conta com o patrocínio da Dragori Games.
Os entusiastas em mestrar mesas podem se inscrever para comandar aventuras diretamente pelo site do Diversão Offline, com a observação de que as campanhas terão duração máxima de 2h30.
A área também contará com a presença de convidados especiais, como o influenciador e ator Marcos Teixeira, que nas redes sociais adota a personalidade de O Bardo, que contará com uma programação nas mesas de RPG e um espaço exclusivo de produtos artesanais “mágicos”.
Além da presença de Marcos Teixeira, personalidades como André Grinberg do Narradores Narrados, Nadja Lírio, The Dragonesa, Gimmy, Natalia Avila, Duds, mestres da Nerdsbonde, Dan Zabot do Canal Noite de Jogo e Lucas do Canal Mestre Taverneiro também têm presença confirmada. As informações completas de cada atração estão disponíveis nas redes sociais do Diversão Offline.
Ídolos internacionais
A cada ano, o Diversão Offline cria experiências únicas com a presença de convidados internacionais renomados. Em 2023, o evento contou com a presença de Reiner Knizia, Tom Vassel e Kenneth Hite.
Para este ano, conforme divulgado nas redes sociais, o evento já confirmou a presença de Natalia Oracz, pintora de miniaturas polonesa especializada em figuras de fantasia. Além de Oracz, Rikki Tahta, designer responsável pelo jogo Coup, que comemora 10 anos de lançamento no Brasil este ano, também estará presente.
Os convidados internacionais participarão de bate-papos no Palco Doff e estarão disponíveis para encontros com fãs. No contexto das comemorações globais dos 50 anos de D&D, o DOFF também apresentará um painel com a presença online de Ed Greenwood no sábado. Mesmo não estando presencialmente no evento, o autor canadense atenderá os fãs, compartilhando mais sobre seu trabalho e respondendo a perguntas.
Diversão Offline
O Diversão Offline acontecerá nos dias 1 e 2 de junho, no Pro Magno Espaço de Eventos. As vendas do último lote de ingressos já começaram. A organização estima que, ao longo dos dois dias de evento, cerca de 12 mil visitantes passem pela feira, que contará com a participação de mais de 65 marcas entre editoras e fabricantes de acessórios.
Na última quarta-feira (17), o UNICODE fez seu debut com o single ‘Let Me Love’ do álbum “HELLO WORLD: CODE J EP.1”. O grupo feminino de cinco integrantes japonesas estreantes na indústria do K-POP foi formado pelo programa de audições online Project K, e chamou a atenção do público mesmo antes de sua estreia.
O quinteto é agenciado pela XX Entertainment e composto pelas integrantes Hana, Mio, Erin, Soo-Ah e Yura. A música título ‘Let Me Love’, que marca a estreia impactante do UNICODE, foi produzida por JinYoung, ex-integrante do boygroup B1A4, responsável por diversos hits do grupo e de outros grandes nomes da indústria musical como Oh My Girl e do popular reality de sobrevivência Produce 101, que formou o grupo I.O.I.
A nomenclatura UNICODE, vem da junção das palavras ‘união’ e ‘código’, e indica o desejo das integrantes em unir o mundo. As artistas trazem aos holofotes um K-city pop divertido e leve, sendo o primeiro grupo a representar esse estilo no K-pop. O videoclipe conta com a produção da Walala Studio, de Shindong, integrante do lendário boygroup Super Junior, que já trabalhou com grandes nomes como Red Velvet, Super Junior e Celeb Five.
O álbum conduz o público em uma viagem ao universo do UNICODE e flui de forma natural aos ouvidos. A faixa-título ‘Let Me Love’ mostra o conceito único das artistas e os talentos de cada membro. O EP ainda conta com as faixas “Invi: Bon Voyage,” “Blur,” “Spring in my 20th” e “Drizzle”. Para fechar o álbum de estreia, o UNICODE apresenta uma outro que anuncia a jornada do grupo e um chamado para o público esperar ansiosamente pelos próximos passos do quinteto.
Ghost of Tsushima Versão do Diretor está prestes a desembainhar nos PCs, e os jogadores já podem se preparar para uma experiência épica! Com a chegada marcada para 16 de maio, o lançamento promete abrir novas portas para os fãs do jogo, oferecendo uma imersão completa no mundo de Tsushima.
A inclusão de suporte para cross-play é uma das grandes novidades, permitindo que os jogadores de PC se juntem aos seus amigos dos consoles PlayStation 4 e PlayStation 5 no modo Legends. Além disso, uma nova sobreposição do PlayStation estará disponível, fornecendo acesso rápido à lista de amigos, troféus e configurações do perfil, uma adição empolgante para os jogadores de PC.
Outro destaque é o suporte completo para troféus do PlayStation, proporcionando aos jogadores de PC a mesma experiência de conquistas que os usuários dos consoles desfrutam. E com a inclusão de suporte para Conquistas no Steam e na Epic Games Store, a jornada de Jin pelo Japão feudal se torna ainda mais recompensadora.
A equipe por trás da adaptação para PC está empenhada em oferecer uma experiência de alta qualidade para todos os jogadores. Com uma variedade de configurações gráficas disponíveis, desde o mínimo até o muito alto, Ghost of Tsushima Versão do Diretor promete rodar suavemente em uma ampla gama de hardwares, garantindo que todos possam desfrutar da aventura.
Mínimo
Recomendado
Alto
Muito Alto
Predefinido
Muito Baixo
Médio
Alto
Muito Alto
Performance Média
720P @ 30 FPS
1080P @ 60 FPS
1440P @ 60 FPS / 4K @ 30 FPS
4K @ 60 FPS
Processador
Intel Core i3-7100AMD Ryzen 3 1200
Intel Core i5-8600AMD Ryzen 5 3600
Intel Core i5-11400AMD Ryzen 5 5600
Intel Core i5-11400AMD Ryzen 5 5600
Gráficos
NVIDIA GeForce GTX 960 4GBAMD Radeon RX 5500 XT
NVIDIA GeForce RTX 2060AMD Radeon RX 5600 XT
NVIDIA GeForce RTX 3070AMD Radeon RX 6800
NVIDIA GeForce RTX 4080AMD Radeon RX 7900 XT
Memória
8 GB
16 GB
16 GB
16 GB
Armazenamento
75 GB HDD (SSD recomendado)
75 GB SSD
75 GB SSD
75 GB SSD
Sistema
Windows 10 64-bit
Windows 10 64-bit
Windows 10 64-bit
Windows 10 64-bit
Além disso, o jogo oferece suporte total para monitores ultrawide, resoluções 21:9 e 32:9, e até mesmo arranjos com três monitores. E para os jogadores em busca de melhorias visuais, opções como NVIDIA DLSS 3, AMD FSR 3 e Intel XeSS estão disponíveis, juntamente com suporte para controles, incluindo o DualSense com resposta tátil e gatilhos adaptáveis.
Com uma recepção calorosa da comunidade de jogadores desde o anúncio inicial, a expectativa para o lançamento de Ghost of Tsushima Versão do Diretor para PC está nas alturas. Os fãs mal podem esperar para embarcar nessa jornada épica quando o jogo chegar às lojas em maio. Prepare-se para explorar os segredos de Tsushima como nunca antes! Para mais detalhes, consulte o PlayStation Blog: Link
Uma mistura eletrizante de poder vocal, riffs de guitarra e ritmo dançante está prestes a invadir o Brasil! Noora Louhimo, a vocalista carismática da banda de heavy metal Battle Beast, compartilha seus pensamentos e emoções exclusivas em uma entrevista imperdível. Em meio aos preparativos para a tão aguardada primeira turnê pela América do Sul, Noora nos recebe em um bate-papo descontraído sobre música, moda e suas inspirações.
Desde suas influências musicais, passando pelo processo criativo por trás dos álbuns até suas experiências pessoais, embarque conosco nessa jornada fascinante pelos bastidores do mundo do heavy metal e descubra o que Noora tem a dizer aos seus fãs brasileiros. Vale lembrar que a banda conta com diversas músicas inspiradas e baseadas na obra de Kentaro Miura, Berserk, como “The Band of the Hawk” do álbum Steel, “Golden Age”, “Kingdom” e “Fight, Kill, Die”, do álbum Battle Beast, “Madness”, “Sea of Dreams”, “The Black Swordsman” de Unholy Savior e ainda “The Eclipse”, do Bringer of Pain.
Prepare-se para uma imersão no universo vibrante e dançante de uma das vozes mais marcantes do cenário heavy metal atual!
BELLAN: Olá, Noora, primeiro gostaria de agradecer pela oportunidade e estamos ansiosos para a primeira visita ao Brasil! Tudo bem com você?
NOORA: Eu estou muito bem, estou animada porque, como você disse, eu estou indo para o Brasil! Estou indo para a América do Sul com os meus meninos, com o Battle Beast, e este é um momento histórico para a nossa banda, pois nunca estivemos na América do Sul. Visitamos o México, há alguns anos atrás, mas ainda não fizemos turnê na América do Sul, e isto é muito importante para nós, e sabemos, por estar em contato com nossos fãs na América do Sul através das redes sociais e muita gente está nos aguardando, então estou super feliz de finalmente poder estar lá!
Sobre o último álbum, “Circus of Doom”, é uma sequência direta de “No More Hollywood Endings” ou é uma obra isolada? Como vocês trabalham as temáticas dos álbuns?
Na verdade os temas vão se desenvolvendo durante a criação do álbum. Nós nunca iniciamos com um tema, sempre iniciamos com a música. A primeira prioridade é sempre criar ótimas músicas, e aí vai evoluindo a partir disso. Acho que é como uma escultura, algo que você nem decide como o resultado final será, mas o tema vai aparecendo no caminho. Também notei que agora que nós já estamos fazendo o sétimo álbum com o Battle Beast, estamos escrevendo as músicas e eu já tenho essas ideias visuais, sou uma pessoa muito visual, então já estou criando o meu novo figurino. Eu fico muito inspirada pelas músicas que os meninos escrevem, e sempre confio na minha intuição, então se minha intuição me diz “aposte nisso”, então eu escuto, porque geralmente está certo! Mas eu sempre digo pras pessoas escutarem suas intuições, seus instintos, pois para o bem ou para o mal, geralmente estão certos.
Algo que me encanta no Battle Beast é a mistura Instrumental, às vezes até dançante, com sua Voz. Vocês possuem algum tipo de fórmula para compor ou é algo que surgiu naturalmente? É o que você chama de Party Metal?
Eu acho que é porque temos muitas influências diferentes de vários estilos musicais. Por exemplo, o Janne, que é nosso tecladista e produtor, tem um background muito forte no pop, ele gosta muito de música pop, e também de heavy metal. Essa é a minha teoria na verdade, não é algo certo, mas minha teoria é que ele tem essa forte influência da música pop, e então ele gosta de adicionar esses elementos do pop nas músicas. Depois nós temos o nosso guitarrista, o Joona, que criou músicas como Eden, Beyond the Burning Skies e Eye of the Storm, com influências do pop mas com partes de guitarra lindas e melódicas, partes com muito shredding e cantos melódicos. E ele adora quando eu canto com minha voz suave, ele gosta de compor músicas para mim, para minha voz suave. O Eero, nosso baixista, cria músicas que são verdadeiro Power Metal, ou com um estilo mais rock clássico, e você consegue ouvir as influências dele, ele cria músicas bem diretas, como Straight to the Heart. Hero, que também é dele e também é bem direta, um Power Metal ou rock clássico. Eu amo muito essa combinação, é como uma dança entre todos esses gêneros combinados, e como eu amo dançar, é lindo! Eu posso dançar e fazer Heavy Metal e todas as coisas que sempre sonhei em fazer, então é muito bom!
Antes de entrar para o Battle Beast, o que mais você ouvia e cantava? Quais eram suas referências? Janis Joplin era uma delas?
Sim, ela é a número 1! Janis Joplin foi o motivo pelo qual fui chamada pelo Battle Beast, pois eles me encontraram através do Youtube, cantando “Piece of My Heart” da Janis Joplin, que você consegue ouvir no meu álbum solo! Eu fiz minha própria versão de “Piece of My Heart”, então vá escutá-la! Claro, AC/DC, Led Zeppelin, muito rock clássico, mas meu repertório como cantora é bem amplo no geral, eu já fiz soul, jazz, pop, pode escolher! Quase tudo, só não rap, mas todo o resto! Minha primeira ídolo foi Whitney Houston, porque quando eu a ouvi cantando “I Will Always Love You” com aquela voz cheia de alma, eu falei: “quero ser assim, quero cantar com tanto espírito e poder quanto ela”, e foi assim que minha jornada começou. Quando eu estava na quinta série, eu sempre tentava imitar meus ídolos, e foi assim que originalmente aprendi a cantar, eu tentava imitar e fazer as mesmas coisas que meus ídolos. É por isso que sempre digo pras pessoas, porque eu também ensino canto e apresentação, não tenham medo de imitar primeiro, não é como se você fosse se tornar outra pessoa, mas você vai encontrar novas ferramentas para usar sua voz, e daí você pode fazer seu próprio estilo.
Como é seu preparo vocal? Você faz algum tipo de aquecimento antes do show?
Sim, hoje em dia mais do que nunca, porque no último mês de Outubro tive a ruptura de uma veia interna, por isso não dá pra ver! risadas Mas foi muito ruim, foi bem pior do que eu gostaria de aceitar. E isso foi uma coisa que me deixou muito assustada. Quando eu soube que teve essa ruptura, e aí não estava vazando mais, mas tinha um acúmulo de sangue, então o que aconteceria? Seria o último fim, ou eu teria um derrame e não poderia mais cantar? Então isso foi um momento de revelação pra mim, eu já havia tentado viver de maneira mais saudável, mas agora isso teve um level up. Eu tomo muito cuidado com meu aquecimento, desaquecimento, minha nutrição, o que como, o que faço. Mas acho que isso é algo que amo fazer, eu ser meu próprio experimento para testar como meu corpo funciona de formas diferentes quando faço algo. Eu tenho objetivos muito grandes como artista e para o Battle Beast, então quero apenas ser a melhor no que faço, e isso demanda que eu tome conta de mim mesma de todas as formas possíveis, mas também preciso curtir a vida! Por isso eu gosto de cozinhar, eu amo comida, eu amo música, amo dançar e por isso estou tão animada para ir para a América do Sul porque é a Mecca da dança latina e quando eu tiver uma chance preciso ir dançar em algum lugar, pois será um sonho realizado!
Como você cria seus looks? Cada álbum te dá uma inspiração temática diferente?
Sim, o processo todo começa até antes de começar o álbum, porque eu tenho estar à frente das coisas, mas também começa com diferentes visões que tenho e aí começo a desenhá-las, e depois inicio o processo com meu estilista, que também desenha, e então compartilhamos nossas ideias, procuramos por diferentes materiais. Então, agora que temos algumas músicas já escritas, então eu fico mais inspirada e tenho mais dessas visões de elementos que quero ter no visual. Eu também tenho toda uma equipe de chifres, que vai criar os novos acessórios e chifres e coisas do tipo, e tudo é combinado com o estilista, e aí os meus meninos têm o mesmo estilista, então combinamos tudo no final. Mas todo este processo é como fazer um álbum, é como fazer esculturas, eu tenho vários acessórios e o look todo é como se fosse uma segunda pele. Não é só um uniforme de trabalho, mas sou eu no palco. É muito importante acertar isso 100%. Este também é o processo criativo que eu amo. Desde que sou criancinha, eu queria ser uma designer de vestidos, e agora é possível com a minha banda, eu posso criar minhas próprias roupas, com meu estilista, com minha equipe de chifres, eu posso expressar minha criatividade através disso também. E leva um tempo, eu tento agendar para que, depois do álbum pronto e a gente tenha que tirar as imagens para o material promocional, o processo esteja terminado, e isso significa que pode levar um ano ou um ano e meio.
Muitas letras do Battle Beast são inspiradas em obras da Cultura Pop, como Berserk, de Kentaro Miura. Então, como foi participar junto com Jorn Lande na banda PENTAKILL, de League of Legends?
Foi incrível! Eu amo fazer esse tipo de projeto colaborativo também, porque é tão diferente! Esse foi um trabalho feito à distância, eu estava com o meu produtor pessoal aqui na Finlândia, que também produziu meu álbum solo, então geralmente trabalho com ele com gravações à distância. Ele estava gravando e produzindo comigo e ao mesmo tempo eu estava me comunicando com os compositores da Pentakill e foi dessa forma. Demorou algumas semanas ou meses para terminar todo o projeto. O processo foi desta forma, eles perguntaram se eu gostaria de participar, eu disse que sim, recebi o material, agendei o estúdio, e aí temos uma conexão à distância com os compositores. Então gravamos e torcemos, “por favor coloquem tudo lá”! E claro, se houverem algumas coisas para corrigirmos, gravamos de novo. Mas eu não fiz isso! *risadas*
Você tem alguma experiência pessoal da América Latina ou do Brasil? Uma banda ou artista?
Bem, eu já cantei uma música quando estava estudando, e é mais ou menos assim… Isso foi há mais de 10 anos, mas era mais ou menos assim: “Brasil, meu Brasil brasileiro”. Era algo assim, eu me lembro e gosto muito dessa música.
Marcos (Nuclear Blast): É Aquarela do Brasil.
Isso, é essa mesmo! Mas eu estou muito animada para chegar lá, e conhecer a sua cultura, e seu povo, e sua comida e tudo, é algo que não vejo a hora de provar, absorver tudo, conhecer o Brasil, especialmente as pessoas lá, será muito especial.
A Finlândia exporta muitas bandas, inclusive para a América Latina e para o Brasil. O Governo tem participação nisso? Como funciona?
Nós podemos solicitar dinheiro do governo, há muitos lugares onde podemos nos inscrever para ter um dinheiro de apoio para turnês em qualquer lugar do mundo na Finlândia, e é muito legal que eles querem nos apoiar. Também há algumas pessoas independentes que querem apoiar artistas. Não consigo me lembrar no momento se nós temos apoio para esta turnê, mas espero que sim! Porque esta é uma troca cultural ao mesmo tempo. Também, na Finlândia, nós podemos nos aplicar depois, não toda vez, mas às vezes você pode dizer que perdeu o prazo para se inscrever e aí saiu na turnê, e pode solicitar depois da turnê. Nós estamos indo para o seu país e mostrando a cultura finlandesa também, então eu acho que o governo deve apoiar a troca musical em qualquer país.
Como você se sente sobre a oportunidade de se apresentar no Summer Breeze Brasil 2024?
A Finlândia é a mais conhecida no mundo do heavy metal, mas é engraçado porque eu sinto que na Finlândia as pessoas não estão nem aí! *risadas* As pessoas que amam heavy metal e rock estão totalmente imersas nela, e nós temos rádios de rock, o governo dá apoio, e nós temos esses festivais ao redor da Finlândia, pequenos e grandes, de rock e heavy metal. Mas aí quando falamos sobre estas gravadoras que ajudam… por exemplo, grandes gravadoras da Finlândia ignoram música pesada e rock normalmente, se não estiverem em finlandês. É um pouco frustrante, pois como eu disse antes, temos essa troca cultural e queremos fazer com que as pessoas saibam que a Finlândia existe ao redor do mundo, mas acho que as pessoas que decidem sobre essas coisas na Finlândia na indústria musical não se importam muito. Mas eu espero que isso mude! E por isso também estou fazendo este trabalho, pois quero fazer a diferença. Também por isso tocar no Summer Breeze Brasil vai ser importante para a gente, pois poderemos mostrar pras pessoas o tipo de gente maluca que vem lá da Finlândia! Eu tenho acompanhado o Summer Breeze nos últimos anos, e sempre penso que realmente gostaria de ir, e estou feliz que vai acontecer.
Para finalizar, existe alguma mensagem que você gostaria de transmitir aos seus fãs brasileiros?
Sim, nós estamos trabalhando no sétimo álbum agora, estamos escrevendo as músicas, estou criando as roupas para o novo look, e está indo muito bem! Eu estou muito feliz por fazer esta turnê, estamos indo para o Brasil com o Circus of Doom, pois este é o melhor álbum para nós, e eu posso garantir que você terá a melhor festa de heavy metal do mundo. Comprem seus ingressos agora!
*Recentemente o evento confirmou que vai rolar Signing Sessions com o Battle Beast!
A Team Liquid, organização internacional de esportes eletrônicos, anunciou sua parceria com a VIZ Media. Assim, chegou uma coleção limitada de peças inspiradas na série ‘Death Note’. A linha Team Liquid x Death Note já está disponível para os fãs.
Você pode adquirir os produtos tanto pelo site da collab quanto na loja física da Liquid, na Alienware Training Facility (centro de operações, moradia e treinamento da Liquid), localizado na região central de São Paulo.
A collab Team Liquid x Death Note tem 16 itens personalizados e exclusivos. Entre eles estão um agasalho de moletom com capuz, três modelos de camisetas casuais, um boné, quatro mousepads, três kits de keycap para teclado, três tipos de teclas de barra de espaço para teclado e uma bag. Os preços dos produtos variam entre R$ 49,99 e R$ 699,99.
Imagem Divulgação
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