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A procissão de Diablo IV Lord of Hatred parou a gamescom latam 2026

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Foto: @sucodm / @fotobelga

O Senhor do Ódio chegou em Diablo IV e causou um grande momento durante a gamescom latam 2026. No sábado, dia 2 de maio, às 15:30, fãs da franquia se reunirão no estande da Nvidia, logo na estátua do Mephisto, para iniciar a procissão Lord of Hatred, que contou com a presença do Padre Gamer Edson Ribeiro e cosplayers de Paladino, Bruxo e até mesmo a mamãe Lilith!

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Foto: @sucodm / @fotobelga

A procissão contou também com os influenciadores de Diablo IV vestidos de acólitos, e dois estandartes puxavam o foco do público com a mensagem que seria ecoada pelos corredores do evento: “O Acerto de Contas Chegou!“. Além disso, as pessoas receberam máscaras de Paladino e/ou do Mephisto para usar durante o evento.

Conforme a caminhada avançava mais pessoas iam parando e observando a mobilização que traz a nova expansão de Diablo IV Lord of Hatred. Após o término da procissão, que durou por volta de 25 minutos, o Padre Edson autografou cartões postais exclusivos do evento, tirou foto e conversou um pouco com os fãs e fiéis dessa franquia!

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Foto: @sucodm / @fotobelga
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Foto: @sucodm / @fotobelga

O Suco esteve presente e participou da ação realizada pela Blizzard! Foi muito divertido encontrar a comunidade e abraçar uma das ideias mais geniais dos últimos tempos! Provavelmente Mephisto ficou com muito ódio de não estar presente!

GALERIA DIABLO IV NA GAMESCOM LATAM

Por @fotobelga

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Morre Kenji Ohba, o lendário Gavan

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Foto: @sucodm / @brunobellan

Kenji Ohba, ator consagrado pelo papel do herói Gavan na série japonesa Space Sheriff Gavan (1982), morreu na terça-feira, 6 de maio de 2026, às 14h23 (horário local), aos 72 anos. A causa da morte foi uma doença crônica prolongada. A Japan Action Enterprise (JAE), agência que representava o ator, confirmou o falecimento em comunicado oficial divulgado no dia seguinte.

O funeral e os serviços fúnebres serão realizados em caráter privado, conforme desejo da família.

O herói que marcou gerações

Ohba ficou mundialmente conhecido ao interpretar Retsu Ichijoji, o alter ego do Space Sheriff Gavan, papel que o conectou definitivamente ao universo tokusatsu.

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Kenji Ohba, Gavan / Imagem Divulgação

Antes de Gavan, o ator já havia deixado sua marca em outras franquias do gênero, interpretando Shiro Akebono, o Battle Kenya, em Battle Fever J, e Daigoro Oume, o Denji Blue, em Denshi Sentai Denjiman. Sua trajetória também incluiu trabalhos como dublê em diversas produções tokusatsu.

Em 2003, Ohba juntou-se ao seu mentor Sonny Chiba no filme de Quentin Tarantino, Kill Bill Vol. 1, onde interpretou o assistente cômico do espadachim mestre de Chiba, Hattori Hanzo .

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Kenji Ohba em Kill Bill vol. 1

Ohba integrou o Japan Action Club (JAC) desde os primórdios da organização, onde desenvolveu as habilidades físicas e técnicas que marcariam sua carreira. O ator tinha grande admiração por Shinichi Chiba, pioneiro das artes marciais no cinema japonês, influência que moldou sua atuação em projetos de alta exigência física.

Passagem pelo Brasil na CCXP 17

No Brasil, teve um encontro especial com os fãs na CCXP de 2017, em um painel próprio que falou sobre seus personagens e sua carreira de ator e dublê no mercado internacional. Além disso, também participou de sessões de fotos e autógrafos, como podem ver abaixo em que tive o privilégio (a de capa também).

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Kenji Ohba na CCXP 17 / Foto: @sucodm / @brunobellan

Legado mundial

A JAE destacou que Ohba era “um titã do gênero tokusatsu” e lamentou a partida “com profunda tristeza”. A agência também relembrou a visita do ator à Tailândia, onde encontrou fãs e compartilhou sua paixão pelo gênero, sendo recebido com grande carinho.

“A notícia de sua partida deixou nossa equipe, colegas atores e todos os membros do time em um estado de incredulidade”, afirmou a agência no comunicado.

Kenji Ohba deixa um legado que atravessa gerações e fronteiras, vivendo na memória dos milhões de fãs que cresceram admirando seus heróis.

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Lina Tag estreia show Borrões e entrega uma das experiências mais emocionantes da música nipo-brasileira

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Imagem Divulgação

Quando falamos de shows de música, todos nós sabemos que é um trabalhão para executar tudo, e quando esse artista é independente, aí o trabalho acaba se multiplicando dez vezes. Então, quando eu vou em um show, eu sempre tento assistir o espetáculo com minha total atenção, não somente pela música, mas em respeito a todo o trabalho colocado ali.

Porém, eu não poderia descrever com palavras o quão incrível é quando somos jogados em outra dimensão ao ver um SHOWZÃO, do tipo que te arrepia e te faz pensar um bocado em várias outras coisas, e foi exatamente assim que eu me senti ao ver a pré-estreia do show Borrões da cantora Lina Tag.

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Imagem Divulgação

Quem é Lina Tag?

Lina é atriz, cantora e artista nipo-brasileira, e eu a conheci através do seu trabalho no filme O Meu Avô Nihonjin, no qual ela foi uma das dubladoras. Além disso, ela recentemente lançou um álbum autobiográfico que saiu em partes nos últimos meses, com faixas que falam muito sobre sua identidade, sexualidade e racialidade. 

Você encontra muito dos trabalhos da Lina ligados justamente a obras que falam diretamente com sua ancestralidade, como foi o caso do espetáculo Nipobrasilidades, e também quando ela abriu o desfile da marca Shitsurei na Casa dos Criadores de 2025. 

E Borrões, o show em que fui convidada, não seria uma exceção. 

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Imagem Divulgação

Memória, Luto e Família

O show, que foi uma pré-estreia fechada, aconteceu na Sala Crisantempo e teve cerca de uma hora, onde nós fomos convidados a passar por uma viagem que discutiu temas como memória, luto e família, e como todos esses elementos foram importantes para construir a identidade da artista. 

A introdução foi com Palha de Vento, mas foi em Momiji e Ojiisan que nós realmente começamos a entender sobre a criação desse novo álbum, e por consequência, as escolhas na construção do próprio show. A cantora, contou sobre seu avô, e sobre como o Japão foi, e é, importante para ela, tanto em suas memórias de viagem, mas também nos elementos e história que a marcaram durante a vida.

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Imagem Divulgação

Já em Moça, veja bem e Riso Forte nós pudemos ver uma outra face de Lina, que discorreu mais a partir das relações que construímos ao longo de nossa vida, e também sobre o luto e as memórias que ficam conosco, dos bons e maus momentos.

Porém, foi em Se não afogar que eu realmente me senti emocional, as luzes ficaram baixas, e os tons de azul me fizeram sentir em um completo oceano quando tudo que eu podia ver era a cantora no palco, e é importante dizer que Lina tem muita presença, nos hipnotizando não somente com sua voz, mas com toda a sua performance que facilmente captura a atenção de qualquer espectador. 

O show terminou com Amarela, que apesar de não ser parte do novo álbum, é uma faixa muito emblemática, que fala justamente sobre o que é ser um artista amarelo no Brasil, e como ser uma pessoa nipo-brasileira muitas vezes te deixa a margem de ambos os lados. 

lina tag borroes show
Imagem Divulgação

O que esperar de agora?

Apesar de Borrões já ter dado o seu primeiro passo em direção a uma turnê, como eu bem iniciei no meu texto, ser artista independente no Brasil não é algo simples, e shows dão trabalho, porém Lina já deixou claro que está no planejamento para as próximas apresentações, dessa vez abertas ao público, e aqui fica a minha recomendação de que se puder, VÁ! Eu não conhecia nada da artista antes do show, e foi uma surpresa deliciosa, que eu tenho certeza que irá emocionar muitas pessoas. 

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A História do Ladrão de Corpos | Lestat em sua jornada mais humana e existencial

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Capa Divulgação

Quem acompanha as Crônicas Vampirescas já sabe: Anne Rice é uma escritora de jornadas, não de clímax. E A História do Ladrão de Corpos, quarto volume da série, segue fiel a essa premissa, às vezes frustrante, sempre fascinante.

A trama parte de um Lestat profundamente deprimido, ainda assombrado pela morte de Claudia, que chega ao ponto de tentar o suicídio se expondo ao sol do deserto de Gobi. É nesse estado de vulnerabilidade que ele aceita uma proposta absurda: trocar de corpo com um humano, o charlatão Raglan James, por alguns dias. A ideia é sentir novamente o que é ser mortal — comer, dormir, transpirar, ter medo.

“O que ele mais quer é ser humano de novo: poder se alimentar como qualquer um de nós, transar, sentir arrepios e medos.”

Naturalmente, a coisa dá errado. James some com o corpo poderoso de Lestat, e o vampiro, agora preso em um corpo humano enfermo, precisa caçá-lo antes que seja tarde demais.

O que o livro faz muito bem

A grande força do romance está nas reflexões filosóficas e existenciais que Anne Rice costura ao longo da narrativa. O que nos torna humanos? O que é fé? O que perdemos quando deixamos de ser mortais? Lestat experimenta essas perguntas na pele — literalmente — ao redescobrir o gosto de um suco de laranja, o calor do sol no rosto e o toque de um amante.

O livro também amplia o universo das Crônicas com mais espaço para David Talbot e a Ordem da Talamasca, uma das adições mais interessantes da série. Talbot é desenvolvido com cuidado e acaba sendo peça-chave da trama, com um destino que surpreende. A freira Gretchen também marca presença, assim como o cão Mojo, uma homenagem carinhosa ao animal de estimação da própria Anne Rice, veja só abaixo:

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Anne Rice e seu cão Mojo

Há ainda uma conexão especial com o Brasil: passagens ambientadas no Rio de Janeiro, com referências ao candomblé e ao carnaval, trazem uma textura cultural diferente à narrativa, ainda que a representação seja um pouco estereotipada para os dias de hoje, mas achei muito bacana as citações.

Onde o livro tropeça

Raglan James é o maior desperdício do livro. No início, ele aparece como um personagem fascinante, um charlatão bom de lábia, com potencial para ser um vilão memorável. Mas vai perdendo força ao longo da narrativa, e no desfecho, a decepção é total. Para uma série que se apoia tanto na riqueza de seus personagens secundários, isso doeu um pouco.

O ritmo também pode afastar leitores menos pacientes. O início é lento, com descrições que se alongam mais do que a ação exige, mas nada tão frustrante quanto A Rainha dos Condenados. Comparado a volumes anteriores da série, a trama tem um escopo limitado, pequeno, com toques de thrillers e histórias de Ladrão e Detetive.

E há um ponto de atrito com o personagem: a decisão de Lestat de aceitar a troca de corpos parece ingênua demais para um vampiro com séculos de existência e toda a sua arrogância característica. Bom, a pior presepada do Lestat é sempre a próxima, e no fim, eu adoro isso! Se você também, boa leitura!

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Angra no Bangers Open Air 2026 | Nove Músicos, Três Atos e Uma Noite que Entrou para a História

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Foto: @sucodm / @brunobellan

Havia ceticismo. Muita gente questionava se o Angra teria “tamanho” para ser headliner de um festival internacional de metal no Brasil. A resposta veio em forma de show: mais de duas horas, nove músicos no palco, um público em lágrimas e a sensação inequívoca de ter presenciado algo raro.

Três Atos, Uma História

O espetáculo foi estruturado em três blocos distintos — e cada um cumpriu um papel narrativo preciso.

O primeiro ato apresentou a formação atual, com Alírio Netto e Fabio Lione se revezando nos vocais. O novo vocalista entrou com coque samurai, jaqueta de couro e kilt: uma presença de palco avassaladora desde o primeiro segundo. Seu timbre remete ao de André Matos de forma orgânica, não forçada, e seu domínio técnico ficou claro faixa a faixa. A estreia foi mais do que aprovada!

O segundo ato foi o coração da noite. A reunião da formação clássica do álbum RebirthEdu Falaschi, Kiko Loureiro e Aquiles Priester ao lado de Rafael Bittencourt e Felipe Andreoli — depois de 15 anos foi recebida com a intensidade que o momento merecia. Kiko e Aquiles continuam impecáveis tecnicamente. Falaschi superou eventuais limitações pela força da entrega emocional. Ver aquela formação no palco juntos de novo foi, para quem cresceu com Rebirth, um presente.

O terceiro ato, o bis, reuniu todos os nove músicos para fechar com clássicos — “Carry On” entre eles — numa celebração coletiva que resumiu bem a proposta da noite: unir gerações, não escolher entre elas.

O Momento Mais Difícil e Mais Bonito

No meio do show, durante “Silence and Distance”, a voz de André Matos soou pelos alto-falantes enquanto imagens do “Maestro” tomavam os telões. O público que já estava emocionado foi ao chão. Foi o tributo mais visceral da noite — simples na execução, devastador no efeito. Uma das cenas mais marcantes do festival inteiro.

Nem tudo foi perfeito. A saída de Fabio Lione, após 14 anos de banda, merecia mais. Cantar apenas três músicas antes do bis, ofuscado pela chegada de Alírio e pela reunião com Falaschi, foi uma despedida apagada para alguém que contribuiu tanto. As escolhas de repertório para o bloco dele também não ajudaram e “Tide of Changes” não tem o calor de outros clássicos da sua fase que ficaram de fora. Sei lá, queria um Black Widow’s Web, sabe?

Um Marco que Vai Além do Show

O Angra como headliner de um festival internacional de metal no Brasil é um dado que importa. A banda provou que tem esse tamanho, e o fez da forma mais convincente possível: com um espetáculo de produção impecável, pirotecnia, iluminação e um setlist que honrou todas as fases sem trair nenhuma.

Galeria Angra no Bangers Open Air 2026


Cobertura: Suco de Mangá, Fotos: @brunobellan | Bangers Open Air 2026 — Memorial da América Latina, São Paulo, 26 de abril de 2026

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Tekken 8 revela Kunimitsu em novo teaser

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A Bandai Namco anunciou a chegada da “Ladra Encantada” nas arenas de Tekken 8. Kunimitsu trará o Ninjutsu novamente para as arenas e, quem sabe, não será a estrela do palco onde foi revelada: na EVO Japão.

A partir do dia 1º de junho de 2026, Kunimitsu chega com as artes mortais sendo a personagem da Temporada 3 de Tekken 8, cujo acesso antecipado se inicia no dia 27 de maio! Então se quer já começar bem a nova temporada verifique os valores do Passe de Temporada 3 no seu console favorito aqui!

Fique atento, pois mais novidades de Tekken 8 chegarão no dia 24 de maio de 2026, durante o evento Combo Breaker. Então, fique ligado no Suco!

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Hisense leva monitores e TVs para o estande de Phantom Blade Zero na gamescom latam 2026

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Foto: @sucodm / @fotobelga

A Hisense participou da gamescom latam 2026 em parceria com o jogo Phantom Blade Zero, disponibilizando equipamentos diretamente nas estações de gameplay do estande do título. A presença reforça a aproximação da marca com o universo gamer e sua atuação em eventos voltados ao público de jogos na região. Confira AQUI nossa cobertura do jogo.

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Foto: @sucodm / @fotobelga

O evento aconteceu de 30 de abril a 3 de maio no Distrito Anhembi, em São Paulo. Durante os dias de programação, a Hisense disponibilizou 50 monitores e duas TVs para uso nas áreas de demonstração, com Phantom Blade Zero sendo executado nos dispositivos da marca ao longo das sessões de teste.

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Sobre Phantom Blade Zero

Desenvolvido pela S-Game, Phantom Blade Zero é um RPG de ação ambientado em um universo inspirado no wuxia, com combate rápido em terceira pessoa e foco em narrativa cinematográfica. O título está previsto para PlayStation 5 e PC.

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Mercado gamer em expansão

A iniciativa acompanha o crescimento do setor. Segundo a consultoria Newzoo, a indústria global de games deve atingir US$ 188,8 bilhões em receita em 2025. No Brasil, o mercado foi avaliado em US$ 5,64 bilhões no mesmo ano, com projeção de chegar a US$ 11,08 bilhões até 2034.

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Para Matheus, Diretor de Marketing e Produtos da Hisense no Brasil, a parceria mostra na prática o que a marca oferece ao público gamer. “O público gamer busca desempenho consistente, baixa latência e qualidade de imagem capaz de acompanhar cenas rápidas e detalhadas”, afirma. “Ao integrar nossos produtos ao estande de Phantom Blade Zero, mostramos como a tecnologia contribui para uma experiência mais responsiva e envolvente.”

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A participação na gamescom latam integra a estratégia da Hisense de ampliar sua presença no segmento, com foco em soluções de alto desempenho para entretenimento interativo.

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Phantom Blade Zero | jogamos na Gamescom Latam 2026 e o action RPG souls-like promete muito

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A desenvolvedora chinesa S-Game chegou com tudo na gamescom latam 2026 para apresentar seu novo jogo, um action RPG com aquela pitada hack n’ slash e um sabor souls-like, Phantom Blade Zero. O Suco teve a oportunidade de testar e vamos trazer nossas impressões sobre esse jogo que durante o evento foi um assunto unanime.

O Estande Escarlate

Você sempre espera algo diferente numa feira de jogos e tecnologia, e foi exatamente isso com o estande do Phantom Blade Zero, os barbantes vermelhos entrelaçados trazendo a essência e a energia do jogo para o público, as estações viradas para as laterais permitindo que a fila pudesse absorver o jogo aos poucos até a sua vez. Além de uma exposição com réplicas de armas do jogo centralizada entre as estações de jogos e ao fundo um dragão chinês simbolizando a força da equipe da S-Game em atrair o público latino-americano.

Na frente e, ao mesmo tempo, parte final das ativações do estande, uma foto oficial tirada pela equipe da produção. Toda a exposição foi chamada de “Kung Fu Punk: Proximidade do Distante“, já que o jogo tem lançamento para o dia 8 de setembro de 2026, mas também quer mostrar a relação Brasil e China na cultura, como a vinda do Kung Fu para cá e a influência da arte da Capoeira para lá, que serviram de inspiração para gerações e motivação para manter esses elos culturais. Não é à toa que, no domingo, dia 3 de maio, teve apresentações de Dragão Chinês no estande que encantaram o público.

Claro que boa parte quer saber: e o jogo, como está? Como foi a jogatina? O que esperar dele? É aí que, quando você chegava próximo da sua vez no jogo, você recebia um caderno de “manual do jogo”. Ele traz a informação da exposição, mapa do evento e, principalmente, o que você teria que encarar na demo, que eu tive a oportunidade de jogar por 1 hora. O objetivo para todos era derrotar os chefes presentes para ganhar ainda mais brindes, como cartões especiais, um leque entre outros.

Não perca tempo e contra-ataque!

Trazendo a essência wuxia, a dança de espadas e tempestades sangrentas, Phantom Blade Zero traz uma mecânica de combate que é rápida, porém requer detalhes de execução. Para trazer a essência das artes marciais, então você deve ficar atento às ações da Alma, o protagonista, pois você pode ficar sem energia para contra-atacar ou efetuar um ataque na hora exata.

O cenário da demo traz um pouco de tudo que o jogo vai oferecer, desde sessões abertas com vários inimigos, lugares mais fechados, nos quais você poderá se mover agachado e executar o inimigo em modo sorrateiro, até ter que correr e desviar em sessões verticalizadas com arqueiros te mirando e bloqueando sua evolução. Além disso, os coletáveis estavam presentes desde documentos e textos contando mais da história de Phantom Blade Zero, e itens para aumentar suas habilidades, como a Flor da Memória, onde é possível relembrar segredos e fortalecer você.

Para mim que sou um jogador mediano desse tipo de jogo, eu encontrei uma certa facilidade em pegar o ritmo proposto dos inimigos, mas não houve tempo suficiente para eu chegar no chefe final. Você tinha a opção de jogar no controle ou no teclado e mouse, testando em ambos, e por estar mais acostumado no dia a dia, o combate saiu mais fluido para mim no teclado. Além disso, meu instinto procurava dar uns pulos para acessar uns itens de forma inesperada, porém o que ocasionou umas mortes extras no fim do dia.

Mecanicamente, Alma carrega as armas da série Sanguine, que são três: a Sanguine, uma espada única de ataques rápidos; a Sanguine Longa, uma espada longa de ataques moderados e pesados, mas um pouco mais lenta; e, por último, e não menos letal, a Sanguine Dupla, duas katanas para golpes rápidos e velocidade para quebrar as defesas inimigas.

Acompanhadas por armas secundárias que eram compostas pelo Coruja Noturna, um arco longo; a Lâmina Ceifadora, um machado potente para cortar correntes; e, após o primeiro chefe, a Marreta Colossal, um martelo grande e poderoso para quebrar o chão e revelar passagens. Essas Armas das Sombras dão apoio à evolução do jogo e em combos durante os golpes.

A principal mecânica é o bloqueio; você vai aprender o tempo entre ataques dos inimigos e ver se eles darão a chance de você contra-atacar com uma arte poderosa. Se o brilho é azul, uma esquiva e ataque leve no momento certo causam um dano eficaz. Se a arte é mortal e o brilho carmesim acende, é hora de contra-atacar com a arte de Alma, o Sha-Chi, para silenciar ou quebrar seu inimigo.

Com a ambientação oriental feudal, você terá que mergulhar na História de Alma e seu desafio de 66 dias para provar que a morte de seu mestre não foi culpa sua. Em quem você pode confiar? Ou quem ainda confia em você? Colete as Phantom Edges, as armas que Alma pode usar, mais suas habilidades de kung-fu. Fique atento para não perder a chance quando Phantom Blade Zero, que terá localização de legendas e interface em Português Brasileiro,irá começar, sendo ela no PlayStation 5 ou no PC.

ADICIONE NA SUA LISTA DE DESEJOS


GALERIA PHANTOM BLADE ZERO NA GAMESCOM LATAM

Fotos por @fotobelga

 

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