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Pokémon Black & White (Mangá) | Primeiro Gole

pokémon black white
Pokémon Black & White (Imagem Divulgação)

Neste mês chegou nas bancas brasileiras pela editora PANINI o mangá ‘Pokémon Black & White’ de ‘Satoshi Yamamoto’(responsável pela arte) e ‘Hidenori Kusaka’(responsável pelo roteiro) e nós do Suco como bons jogadores de Pokémon, não poderíamos deixar de fazer o Primeiro Gole dessa belezinha.

Mas antes de começar o Primeiro Gole, tenho que explicar duas coisas, vamos lá:

  1. No Japão o título do mangá é ‘Pokémon Special’, e todas as sagas(cada uma é baseada em uma geração do game) são publicadas continuadamente, ou seja, lá a numeração não é reiniciada. Já aqui, assim como em outros países, a saga Black & White foi a ‘primeira a ser publicada’, portanto aqui ela é a edição número 1 e no Japão é a 43.
  2. O primeiro volume de B&W  custa R$6,90 pois é meio-tanko(metade de um volume original), o motivo disso é que no volume japonês sua primeira metade traz o encerramento da saga ‘HeartGold & SoulSilver’ e o volume br não! Mas já foi confirmado pela  Panini que as demais edições serão tanko inteiro, sendo publicadas bimestralmente e custando R$ 11,90. 

Agora que já expliquei bora pegar um copo de Suco e dar o primeiro gole: -Acho que eu deveria trabalhar na ‘Praça é Nossa’!

O enredo não é cativante, divertido, as coisas acontecem muito rápido, enfim ele chega a ser meio bobinho, pelo menos nesse primeiro volume, mas pelo que eu ouvi dá galera que já leu as edições americanas, ele melhora bastante, enfim não tenho muito o que falar, POIS É POKÉMON e já isto basta! Os personagens (humanos e pokémons) estão no mesmo barco que o enredo, por essa razão não mais nada a falar deles!

Agora a arte é fantástica… ela é o que salva o mangá, pois os desenhos são bastantes limpos e os personagens são muitos caricatos, eles podem até serem um pouco esquisitos, mas esse é um estilo de desenho que eu gosto bastante.

Resumidamente Pokémon Black & White é voltado para as pessoas que estão entrando no universo Pokémon agora ou para quem é realmente muito fã! Na minha humilde opinião a Panini deveria lançar desde o primeiro volume do ‘Pokémon Special’, pois entraria o fato da nostalgia, mas enfim vai entender o que se passa na cabeça dessas editoras!

Vale ou não a pena comprar?

Vale se você acreditar que a série vai melhorar, for muito fã ou colecionar tudo do universo Pokémon.

Não vale se você não gostar de Pokémon ou se quiser comprar um hambúrguer!

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O FIM de Kuroko no Basket e Oh My Goddess!

É galera, parece que tudo tem que terminar um dia. Em março já tínhamos divulgado que o mangá de Oh My Goddess iria acabar, e agora é a vez de Kuroko no Basket.

Oh My Goddess! ou Ah Megami Sama! começou à ser lançado em 1988 sob autoria de Kosuke Fujishima. Foram 48 volumes desde então, do romance de Keiichi Morisato e a deusa Belldandy e o mangá ficou conhecido pelo seu ótimo enredo e situações muito bem exploradas. Ainda não entendo do porquê do mangá não sair nas terras tupiniquins. Mas vamos torcer!

ah my goddess
Capa do último volume!

‘Kuroko no Basket’ vai terminar na edição 40 da Shonen Jump e contará ao todo com 31 volumes. O autor Tadatoshi Fujimaki começou a publicar seu mangá em 2008 e contará com 3 temporadas animadas. Cogita-se que a terceira seria a que abordaria o fim do mangá. Espera-se que o autor de apenas 32 anos continue sua jornada na Jump com mais uma obra de sucesso no futuro!

 

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Pokkén Tournament é oficialmente confirmado!

Depois dos rumores no Pokemon Game Show 2013, a The Pokemon Company oficializou o lançamento de Pokken Tournament!

Produzido pela NamcoBandai e com direção de Katushiro Harada (Tekken) e Masaaki Hoshino (Soulcalibur), o jogo de luta vai sair para os fliperamas japoneses em Agosto de 2015. Ainda não saiu uma data para consoles – no caso, WiiU – e se realmente vai sair.

Confira algumas imagens e o primeiro teaser divulgado!

 

 

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Confira o trailer do 3º filme de ‘Rurouni Kenshin’

O segundo longa de ‘Rurouni Kenshin’, saiu este mês, no dia 1º de Agosto, e como esperado, obteve ótimas críticas. Agora é a vez do terceiro filme e o último do arco Kyoto sair por lá. Agendado para 13 de Setembro, o trailer você confere logo abaixo!

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Pierce Brosnan joga ‘Goldeneye 007’ !

Imagina só se o próprio Pierce Brosnan jogasse o tão aclamado ‘Goldeneye 007‘?

O jogo para o Nintendo 64 em 1997, ainda é considerado um dos melhores FPS que existe na face da terra, e o apresentador Jimmy Fallon não deixou de brincar um pouco com a visita do ator em seu programa, o ‘The Tonight Show’. 

E não é que o próprio James Bond não é assim tão bom no jogo? Mas é uma cena épica, e o vídeo você confere aí em baixo! FODA DEMAIS! Pierce, isto não é KARATÊ! HueHUEHE

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Batman: A Máscara da Morte | Review

Antes de mais nada queria parabenizar o homem morcego pelos seus 75 anos e já explicar que Batman: A Mascara da Morte, apesar de ser um mangá, foi publicado no Estados Unidos e não no Japão!

Confira também: Silver Spoon | Review

Como assim? Ele foi publicado dessa forma por dois motivos simples, o primeiro é contar uma história do Batman de uma forma diferente ou melhor inovar o modo como elas são contadas, o segundo é popularizar os mangás nos Estados Unidos! Simples não!?

Bruce treinando no Japão?

A história não é cativante no começo, pois demora para se desenvolver, principalmente porque mostra mais o treinamento de Bruce no Japão – antes de se tornar Batman -, mas é ai que está a chave do enrendo, porque seu passado é o que determinada todo o conflito que ele sofre e sofrerá no mangá!

Se o começo é meio ‘chatinho’, o final compeça de uma maneira majestosa, pois é cheio de reviravoltas, algumas delas são meio obvias mas mesmo assim são interessantes!

Batman: A Mascara da Morte abusa bastante das lendas japonesas, mas o foco maior é no conflito pessoal do Batman do que em batalhas. Enfim isso é tudo o que falarei da história pois qualquer palavra a mais será SPOILER e não quero estragar o final pra quem vai ler!

Uma coisa que vale ressaltar é que a história não faz parte do universo das HQs, mas é bem semelhante a elas tanto no desenvolvimento, trama, etc.

A arte de Yoshinori

A arte do Yoshinori Natsume é bonita; não é tão “legal” se comparada com a dos outros mangás dele, por exemplo do ‘Togari’ e ‘White Tiger’!

Mas existe uma explicação pra isso, pois o autor diz em uma pequena entrevista no final do mangá, que ele estudou vários traços de diferentes desenhistas das HQs do Batman para se aproximar mais do estilo que os americanos conhecem o universo do Cavaleiro das Trevas!!

Personagens não são tão cativantes

Sobre os personagens, eles são bem mais ou menos, não são nada cativantes, até mesmo o Bruce é um personagem chato  se você comparar com as HQs do Batman que sempre, SEMPRE os personagens são fodas e isso é uma coisa que não acontece nesse mangá!

*Obs: os personagens foram criados apenas para o mangá ou seja eles não existem nas HQs, filmes e jogos do Batman!

Vale ou não a pena ler?

Sim vale muito a pena ler, pois ‘Batman – A Mascará da Morte’ é uma boa adição ao universo Batman!

Dica do Batman: leia o volume inteiro de uma vez, porque assim é muito mais fácil entender a história, pois a separação de capítulos é bem ruim!

Vale ou não a pena comprar?

Aí é um divisor de águas, pois se você curtir dramas, batalha, lendas japonesas ou coleciona coisas sobre o Batman é meio que uma “obrigação” compra-lo.

Agora se você não curte nada disso passa longe! Mas se quiser ler esse mangá mesmo assim, pode pedir emprestado para um amigo.

No caso de você não ter um amigo que tenha o mangá e você quer muito lê-lo é só comprar, pois ele custa  R$ 12,90 – esse preço é um pouco salgado, porque o encadernado não tem nenhuma página colorida e as folhas são normais, mas é melhor comprar do que morrer por não ler o mangá do Batman!

Capa publicada pela editora Panini de Batman: A Máscara da Morte (Imagem Divulgação)
Capa publicada pela editora Panini de Batman: A Máscara da Morte (Imagem Divulgação)

Site Oficial da Panini

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Hunter x Hunte terminará no episódio 148!

É assim mesmo? 🙁 Terminar a série em seu grande auge? :'(

Apesar de uma parcela da galera que acompanha ter a série de 1999 cravada em seu coração – mesmo com seus erros e particularidades – vamos deixar um pouco dessa nostalgia de lado. O remake 2011 da Madhouse é/foi uma das melhores adaptações de mangás até então!

O anúncio feito pela dubladora do Gon, Megumi Han, disse que os trabalhos da equipe se encerrariam no episódio 148. Isso é triste, porquê né, 143 episódios depois, e faltando CINCO… é uma facada no peito. É bom pois, quer dizer que não vão encher linguiça, fillers e vão esperar pela “boa vontade” do Togashi e seu andamento do mangá.

É claro, vamos ter uma continuação, seja em OVA ou filmes. Mas a pausa de fato vai acontecer. Chimera Ants <3 Eu te amo pra sempre! 

https://www.youtube.com/watch?v=1Tps6yYDZbA

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Psyposer | Suco Entrevista

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Psyposer como Griffith, de Berserk (Imagem Divulgação)

A partir de agora todo mês aqui no SUCO estaremos trazendo uma entrevista com um cosplayer super legal para vocês!

Para começar super bem, pensamos em ninguém mais ninguém menos do que Mauricio Somenzari, mais conhecido como Psyposer, cosplayer mundialmente conhecido por seus cosplays super elaborados e apresentações impecáveis.

Junto com sua irmã Mônica Somenzari, foram tri-campeões brasileiros e  bi-campeões mundiais lá no japão em 2006 e 2011, em um dos campeonatos mais importantes de cosplay de mundo, o World Cosplay Summit (WCS).

“Uma apresentação tem de me convencer que eu to ali, naquela cena, que o personagem está falando comigo ou que eu estou no meio daquela ação toda!”

O que despertou seu Interesse pelo cosplay? Com quantos anos fez o primeiro?

Olha, eu comecei aos 15 anos. Fui ao meu primeiro evento atrás de um VHS do filme de Sailor Moon SuperS!

Quando cheguei no evento eu encontrei os cosplayers e fiquei encantado: assisti ao desfile, conversei com os cosplayers e tive a certeza de que eu queria muito fazer parte daquilo tudo!

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Psyposer como Thranduil, de Hobbit (Imagem Divulgação)

A maioria de seus cosplays para campeonatos são de games. Qual o motivo da preferência?

Bem, nós jogamos vídeo game aqui em casa desde que me conheço por gente! Meus pais eram viciados em Sonic do Master System, e com 7 anos eu jogava Mortal Kombat com o meu avô e daí pra frente né! Tivemos o Atari, Master System, SNES, N64, PS1, PS2, GBA, GBC, DS, 3DS, PSP e o PS3 agora!

Então é algo que temos uma ligação mais forte do que em relação ao anime e ao mangá! Além do mais, games dão uma sensação de poder desenvolver um pouco mais a apresentação! Pois geralmente o enredo não é tão amarrado como em um anime!

Como é sua relação com sua irmã na hora da escolha do Tema para a apresentação. Algum de vocês opina mais ou sempre escolhem algum game/anime que agrade os dois igualmente?

Ah! A única “regra” é a de que nós nunca fazemos algo completamente desconhecido para nós! Ao menos um tem de gostar, e muito! Tentamos dosar, não tem um que opina mais que o outro! O que acontece é de um ver algo que gosta muito e mandar enlouquecido pro outro na hora, e daí vemos o que funciona melhor no palco!

Nós temos um estilo meio definido, não chega a ser uma “fórmula”, mas sempre apostamos no que somos melhores.

A Mônica é mais forte e não gosta tanto de textos e interpretações; Já eu, sou mais performático e gosto de ter mais liberdade em cena! Querendo ou não, sempre acabamos enviesando o nosso olhar para séries e personagens!

Qual dica daria pra quem quer começar a fazer cosplay e se sair bem na caracterização do personagem?

A maior dica que eu dou pra TODO MUNDO que quer começar no hobby é, fazer com calma! Eu ando numa fase em que não funciono sob pressão! Não no meu HOBBY!

Mesmo quando pensamos em competir, tentamos trabalhar com no mínimo 6 meses de antecedência! Tem de ser divertido, se não, não é um hobby né? Se estiver dando muita dor de cabeça, dê um tempinho!

Qual cosplay seu é o que mais lhe orgulha, e porquê?

Bem, são alguns, mas atualmente é o Griffith do mangá Berserk! Eu sonhei com este cosplay por 7 anos! Estudei muito, e só comecei quando me senti realmente pronto!

“Aprendi técnicas que vou usar em muitas áreas da minha vida”

Quando completei, eu fiquei tão feliz! me sinto muito realizado com este cosplay e não faria nada diferente nele! Aprendi técnicas que vou usar em muitas áreas da minha vida e pude encarnar esse personagem que é tão importante para mim. Isso tudo, não tem preço!

Como é ganhar por duas vezes um campeonato tão importante como o World Cosplay Summit?

Hahahha é meio surreal sabia? Pensar que eu era uma criança/adolescente que cresceu adorando o Japão e que nunca teve condições de ir pra lá e ter conseguido conhecer o país que eu admirava demais através do hobby que eu mais gosto?

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Psyposer e sua irmã Mônica no World Cosplay Summit 2013 (Imagem Divulgação)

Foi surreal! Isso lá em 2006! Depois veio 2011 e foi tipo “UAU como assim? Conseguimos!” E agora 2013 que voltamos pela terceira vez para representar nosso país!

O fato é que eu gosto MUITO de me apresentar. É algo que me deixa feliz e realizado! A gente não tem a noção do quão grandioso é tudo, até a poeira baixar e ver que estávamos do outro lado do mundo competindo com gente de toda a parte! Os títulos são a coroação de muito esforço meu e de nossa família e amigos!

Tudo o que fazemos, fazemos do zero, fazemos em casa, em família, e isso me dá um orgulho imenso!

Para você, cosplay seria um hobbie, uma arte, um passatempo, algo que leva muito a sério (afinal estamos nos referindo a um bi campeão mundial) ou de tudo um pouco?

Cosplay é um hobby! Não sou a favor de dizer que é uma arte…. é um Hobby que faz uso de várias artes.

Eu não consigo “levar a sério”, como se fosse “serious business”, simplesmente porque NÃO É GENTE! É um bando de gente doida de peruca e reboco na cara querendo ver quem se assemelha mais a um amontoado de pixels ahhahaha!

Tem de ser divertido e é algo que eu me repito sempre! “enquanto tá divertido, está valendo” se começa a dar mais encrenca que a minha carreira, ou vida pessoal, eu geralmente dou um tempo, ter de “extravasar” do próprio hobby é fogo né!

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Psyposer como Summoner de Final Fantasy XIV (Imagem Divulgação)

Para um cosplay ser considerado bonito e bem representado, na sua opinião, ele tem que ter quais características?

Hmm… Eu acho que tem de convencer. É o que eu sempre digo: “Você não precisa estar 200% FIEL ao traje! às vezes as coisas são incríveis no papel, mas na hora de transcrever em tecidos/armaduras/acessórios, simplesmente NÃO FUNCIONA!”

Tanto em Cos quanto em Play! Gosto de ser convencido de que aquilo é real! Uma apresentação, por exemplo, não precisa ter efeitos complexos, mil trocas de roupa, lança confete (poc), glitter, talco e metros de panos!

Pelo contrário! Uma apresentação tem de me convencer que eu to ali, naquela cena, que o personagem está falando comigo ou que eu estou no meio daquela ação toda! Independente de ter um milhão de macaquices mal ensaiadas!

Qual foi o cosplay mais trabalhoso que fez?

Foram alguns! O Griffith foram 9 meses de trabalho, a armadura era dificílima e foi toda moldada em acetato! O Summoner de Final Fantasy 14 tinha MUITO bordado: Foram 7000 pérolas aplicadas à mão e técnicas de envelhecimento e pinturas.

O Vladimir do League of Legends tinha uma costura bem complicada e a peruca toda montada! O Sora do Opera- Aurora, tinha mais de 850 detalhes traçados, recortados, pintados, re-pintados e aplicados um a um, fora que foram mais de 15 metros de tecido!

O Emperor Palamecia de Final Fantasy 2: Dawn of Souls, foram 2 anos pra ficar pronto! além das 6 asas eram 4 chifres e a roupa foi bem detalhada! Deixo esses aqui como mais trabalhosos!

Complete a frase: ser cosplayer é…

Se divertir, aproveitar as portas que o hobby abre! Sejam de aprendizado, sejam de contatos, sejam de amizades!

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Psyposer como Antichrist – Shin Bionic Soldier (Imagem Divulgação)

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