Início Site Página 1793

Long Love The Chase | Grand Chase, A Sinfonia

Estou tentando lembrar aqui, qual outro jogo online que “acabou” e que teve tanto baque em nossas terras tupiniquins. E aí, lembrou? Difícil não é? ^^

Quando a empresa sul-coreana KOG anunciou que iria parar os servidores, foi uma flechada certeira da Lire em nossos corações; E agora? Grande parte aqui do SUCO adorava as jogatinas na época da primeira e segunda season, diversos amigos nossos com contas absurdas e claro, conhecemos MUITA gente nessa época. E parece que era um combo fantástico da Level Up né? Ragnarok + Grand Chase, um caso de amor e ódio amor.

Pra quem não lembra, 2006/2007 ainda era uma época de internet “salgada”. Não era todo mundo que contava com uma banda larga em casa, mas não importava, o velho modem discado dava conta do recado com o Grand Chase. Era divertido… ah se era! Menos a conta do telefone 😛

Trajeto

Hoje vejo que Grand Chase foi, o que é um HearthStone nos dias atuais: Um jogo que acabou “sem querer” no pc, com partidas rápidas e sem muitas firulas; E aí que tá a magia, ele ocupou aquele tempo que estamos “cansados” de jogar coisas mais pesadas ou densas, e já que era extremamente divertido e simples, GC acabou conquistando toda a galera que jogava.

Tinha suas falhas? Tinha, claro. Mas o fera mesmo era tentar ser o mais forte ou fazer aquela inveja para seu amigo rival, que por sinal, você também acabou conhecendo-o pelo jogo ou por alguma rede social referente a Grand Chase. Então, acho que além de tudo, além do bom trabalho de dublagem – um marco pra época – do visual “anime” e chamativo, Grand Chase unia pessoas. O que deveria ser o foco da maioria dos games online.

Nestes quase 10 anos de história por aqui, foram diversas tramas mirabolantes por diversas fases, 20 personagens com 3 classes cada e mais uma infinidade de personalização e mais de 6 milhões de jogadores que passaram no mundo bidimensional de Grand Chase,  lotando as lan houses.

A Sinfonia

Após a notícia de fechamento dos servers, a campanha #LongLiveTheChase da comunidade do jogo em parceria com a sua distribuidora aqui no Brasil, a Level UP,  rendeu uma sinfonia, com arranjos e regência por Lucas Lima (Família Lima), para então assim eternizar o jogo em nossos corações.

O SUCO estava por lá e podemos dizer que havia grande espera de todos os presentes. A sinfonia que estava marcada para as 18:30, por algum motivo, proposital ou não, começou cerca das 20:00 entretanto, isso não desanimou nenhum fã, que aproveitaram esse tempo vago para enturmar no saguão, deixar uma mensagem de despedida numa árvore e ainda adquirir alguns itens referente ao jogo. Conversar com dubladores, GMS e pessoas que estavam envolvidas com a funcionalidade do Grand Chase, também era possível! 😀

A sinfonia foi composta com 13 músicas e junto aos efeitos de iluminação e um telão rolando imagens, a emoção tomou conta de todos os presentes ali. Nem mesmo a inesperada falta de luz, no inicio da última musica, desanimou os convidados. Enquanto o problema era resolvido, o musico Lucas Lima, presenteou a todos com uma palhinha de Zelda e Mario em sua flauta, até que a energia voltasse, e o show pudesse ser encerrado. Do inicio ao fim da sinfonia, haviam pessoas que riam , e pessoas que choravam… principalmente que choravam ;~~

As mais de 1500 pessoas presentes no evento em dois dias, mostraram a força que um game com mais de 10 anos tem na vida das pessoas e A Level Up está de parabéns por proporcionar estes dois dias mágicos para toda a comunidade Chase do país. *Fotos feita pela Verinha* :3 

Eternizando um Momento, Realizando Sonhos

Na última semana o Suco de Mangá junto a Level UP Games, disponibilizou dez pares de ingressos para a galera curtir a sinfonia e eternizar na memória este momento. Na campanha – que você confere o regulamento AQUI – queríamos descobrir quem é que gostava mais de Grand Chase, e pedimos pro pessoal enviar-nos suas declarações.

Em todo esse processo de escolha até a disponibilização do ingresso, ouvimos diversas histórias de amizade e até mesmo relacionamentos amorosos que começaram lá atrás com o jogo e duram até hoje. Isso é uma grata recompensa que o SUCO teve, de poder fazer diferença em algum momento na vida das pessoas, da mesma forma que fez Grand Chase.

Alguns depoimentos, estaremos postando a seguir e sem nenhuma alteração. Esta é nossa homenagem e nosso ADEUS! <3

Os 10 Vencedores!
Os 10 Vencedores!

“Obrigado por cada um de vocês que fizeram parte dessa emocionate história, que acaba quase se confundindo com a história de nossas vidas. Por quem amou, vivenciou e sentiu a emoção que essa caçada nos proporcionou. Gostaria também de saudar esse momento que é apenas nosso, pois só quem viveu Grand Chase vai sentir o que nos estamos sentindo nessa dolorosa despedida. Um brinde a todos vocês guerreiros!”

Wanderson Barcelos


“Durante muito tempo atrás na época que eu era apenas um pirralho, ouvi falar sobre um jogo que estava para, depois do surgimento de Grand Chase as portas para minha imaginação se expandiram, minha diversão foi imensa. Ao longo do tempo fiz grandes amizades que Junior, quando estava em uma sala ajudando Em pessoal em uma sala. Na season 1 a fazer missão da Queda de Vermécia ou não lembro o nome da missão rsrs. Então a partir daí começamos a jogar sem parar. Conforme os anos foram passando Victor me apresentou Yuri para jogar Grand Chase na época da season 3 e desde então eu ensinei a eles tudo aquilo que sabia para se divertir em PVP e não é que deu certo? HAHAHA Nunca me esquecerei de GC, tivesse grandes momentos com esse jogo, fiz grandes amizades com os brothers aí e terei orgulho disso, no dia que eu ver meus filhos viciando em algum game online eu lembrarei de Grand Chase com muita felicidade. Obrigado Grand Chase, obrigado pela diversão e pelas aventuras que me proporcionou, Grand Chase sempre continuará em uma grande caçada em meu coração.”

Vídeo com sua experiência AQUI

Kauê Paes


“Espíritos do fogo, água e terra, me deem força! para aguentar essa dor que é não poder mais jogar Grand Chase.”

Vídeo de sua experiência no evento AQUI

Giovanna Six 


“Uma aventura inesquecível, Grand Chase marcou nossas vidas, nos apegamos aos personagens, aos momentos inesquecíveis de amizade, nervosismo e todas as sensações boas e ruins que um grande jogo pode trazer, Vou sentir falta, mas as lembranças vão continuar aqui para sempre”

Natasha Takagi


“Mais que um jogo, uma lenda. Grand Chase foi e sempre será inesquecível. A bola de fogo da Arme… conseguir chegar até aquele lv que parecia impossível… conseguir aquele tão sonhado item… vencer uma partida estando na ultima vida…as amizades que foram feitas dentro e fora do jogo ( Lucas, Willian , Emerson , estou falando de vocês)… Grand Chase é como aquelas pessoas que aparecem para marcar nossas vidas para sempre e, de repente , somem, sem deixar rastros. marcando nosso passado e mudando nosso futuro. Tudo tem que acabar um dia,verdade, são as lembranças que ficam. Mas no final, é isso que realmente importa, pois a vida é feita de lembranças.”

Felipe Bandeira


“Não importa o quão boa seja a história, um dia ela deve acabar. Grand Chase, obrigado por divertir minha infância e adolescência. Tenho inúmeras lembranças deste que foi o primeiro jogo online que eu joguei. Lembro bem dos personagens, da trilha sonora, da simples e boa jogabilidade, das amizades que fiz no jogo e dos inúmeros “sobres” com meus amigos. Mas acima de tudo, uma coisa ficará na memória. Aquele que viria a ser meu personagem favorito, e que me proporcionaria muita diversão, sempre dizia para que nunca esquecessem seu nome. É, Jin, eu não vou esquecer.”

Lucas Trindade


Devo fechar meu olhos e contar até 10 antes de começar? Hora de mostrar minha coragem! É difícil dizer adeus a uma parte da minha infância que apesar de ter me impedido de lavar a louça pra minha mãe as vezes, de ter me proporcionado várias broncas do meu pai, “sai desse computador menino!”, e ter diminuído o acesso da minha irmã ao Pc (foi mal Priscila kkk) me marcou de uma forma que nenhuma outra coisa fez. Quantas vezes eu não me senti o heroi só por dizer: x1 noob? Como era bom ir pra lan house só pra jogar Gc com a galera né não Lucas eMichael??? Já até perdi as contas do quanto eu lutei pela glória de Canaban… “nunca mais apareça na minha frente” é…parece que o lass venceu de novo!

Victor Edvani


A melhor fala de todas era “Amyzilla!” e depois quando quer dar uma provocada só manda aquelas duas falas que não tem erro: “Awn, tá dodói?” ou “Hihi, é como lutar com um ursinho de pelúcia.”
Tudo lá era muito bom assim como: “Vou lhe mostrar a força da natureza!” É uma pena que essa parte da nossa infância chegou ao fim ;/

Michael Elias


“Mesmo que a caçada acabe, ainda estarei em uma caçada eterna da vida com vocês”

Matheus Chaves


Grand Chase..
Apesar das minhas responsabilidades em um certo tempo da minha vida, eu sempre estive ai para jogar Grand Chase! Mas agora, eu vejo que tudo acabou.. Me arrependo de ter recusado à jogar com alguns de meus amigos.
Pois é, mas nessas horas, a alma de alguns desses heróis falam dentro da minha mente..

E eu aprendi muitas coisas com cada um deles.
Eu aprendi que a vida é uma luta, batalhas dificeis sempre haverão.. Mas caberá à vc acertar no ponto CERTO da sua vida, e assim prosseguir adiante esquecendo os seus erros do passado.. [Lire]

E na vida, sim ou sim em algum momento vamos cair e nos encontrar naquela situação dificil, mas não deixe a escuridão do seu coração te dominar e te fazer mudar com as pessoas q vc ama, lute contra isso, e se não puder, sei q a “Grand Chase(Elesis/Lire/Arme/Etc)” virá para te salvar, pois eu fui salvo da escuridão do meu coração por pessoas q eu talvez não considerava muito amigos, e hoje eu estou livre dessa escuridão junto na jornada da vida com esses novos amigos. [Lass]

Quem nunca desejou imortalidade!? rsrs..
As vezes eu pensava q ser imortal seria legal, eu pensava q eu salvaria todos e q eu seria o herói, mas não.. pois tem seus pontos negativos tbm.
Pq sendo imortal vc verá as pessoas q vc ama envelhecer.. e do q adiantará vc ser imortal e nao poder evitar a morte delas naturalmente. Seu destino será viver em solidão e em dor, vc nunca descansará em paz como as pessoas q já se foram desse mundo. O mundo evolui, e parece q só piora, pra q ser imortal e viver vendo esse mal desenvolvimento durante séculos ?
Por isso nós temos esse periodo de vida, q é oq as vezes nos salva de viver e ver um futuro ruim.
Pois é, as vezes nem a imortalidade pode te salvar de certas coisas ruins. [Sieghart]

E Obrigado Grand Chase, aprendi mto contigo, não só a jogar, mas também a viver!!
Aproveitem cada segundo, minuto, hora, dia, semana, mês e ano da sua vida, pois o amanha talvez pode ser tarde.

Eber Master Nyuubi

PUBLICIDADE

Junketsu no Maria | Review

Não demoraria para eu #BELLAN ver Junketsu no Maria (Maria the Virgin Witch) e te explico algumas das motivações.

Confira também: Rolling Girls | Review

A primeira é que tento acompanhar tudo que sai do Production I.G. e não seria diferente aqui. Segundo que, por se tratar de temática fantástica-histórica e terceiro por conter bruxas.

Já te convenci a ver? Não? Então vamos aprofundar um pouquinho mais no universo de Maria.

Desvirginando

A animação é baseada nos mangás de Masayuki Ishikawa e lançados em revistas seinen, só que com o roteiro adaptado de Hideyuki Kurata, que trabalhou recentemente com Grisaia no Kaijutsu e Tokyo Ravens.

De fato, se julgarmos pela “capa” e com as artes de divulgação, Junketsu se passa por um apelo com temática mais “jovial”, mas a trama não é nada infantil e conta com temas pesados como pedofilia, profanação e estupro.

A Hora das Bruxas

Já adianto por aqui que o roteiro central da série é bem enxuto e amarradinho; Pra quem achou que faltou explicar isso e aquilo, ao meu ver foram pontos que se auto-explicam e mais, quem está mais habituado com contextos históricos e religiosos da época, com toda certeza irá usufruir melhor das questões tomadas na obra de Ishikawa.

O enredo trata basicamente da luta entre Maria com o poder religioso da França. Como pano de fundo – mas bem presente durante toda a série – temos a Guerra dos Cem Anos, em especial com os Ingleses tentando invadir a região próxima onde a bruxa loira mora, esta a mais poderosa de sua geração. Com estas ferramentas, a série trabalha com um pouco de comédia, batalhas e com o ideal da protagonista.

Não é o que parece…

Lendo sinopses ou assistindo os primeiros episódios, temos uma ideia do que o anime será. Mas aí é que tá, lá pelo meio da série temos algumas surpresas e sacamos que o plot principal não é somente esta luta de bruxas vs cristãos.

A série é de fato sobre Maria e de seu ponto de vista sobre o mundo e de como ela quer fazer o bem – a partir de seu ideal – para a sociedade em torno dela.

Por ser uma bruxa de grandes poderes e querendo a paz em sua região, ela acaba interferindo em leis e batalhas. O que para ela está tudo de acordo, para as “leis do mundo celestial” não, pois ela está interferindo no andar natural do mundo. É aí que Deus envia Miguel – e a jovem Ezekiel – para conter os poderes da bruxa, mesmo que custe com sua vida.

Para quem achava ser um anime recheado de fan-service ou ecchi, nada disso! Há insinuações sexuais, nudismo e piadas de baixo calão, porém nada que saia do que a proposta e época da série pede. Qual o problema de Maria ter o hábito de dormir nua? Onde mais ela tomaria banho, se não num rio próximo a sua casa na floresta? Então quanto a isso, se um problema, não se preocupe!

Bruxaria

A primeira quadra de episódios servem como uma introdução de cada um dos mundinhos. Temos um tratamento com a Igreja, mostrando os pontos favoráveis e não favoráveis, como casos de pedofilia e abusos infantis por parte dos padres.

Temos uma abordagem da sociedade e de como as famílias reagem diante de uma guerra que parece ser “eterna”, já que não bastasse a morte dos soldados, a fome, miséria e doenças também acaba atingindo os moradores.

Temos uma abordagem mínima de cada mitologia e cultura, com bruxas – pra quem curte temática Wicca, há vários pontos tratados por aqui – e criaturas sobrenaturais, mesmo que muitas vezes elas apareçam por meios mágicos.

Os já citados em nosso Primeiro Gole, é com relação a Sucubo, que é uma das fontes da bruxa obter energia vital para fortalecer a sua magia.

Iluminismo

O que mais chamou a atenção em Junketsu no Maria é que, no meio de toda a fantasia e comédia, diversos pontos histórico-culturais que são tratados e que não se resume a guerra e a época de inquisição, apenas.

O que mais pode lhe intrigar, principalmente nos quatro últimos episódios é com relação ao Iluminismo, movimento filosófico-cultural que surgiu na França no século XVIII, período pós o da animação.

O que quero dizer e sem spoilers é que os acontecimentos com a Igreja e seus asseclas no fim da série, reflete bem o que aconteceu para surgir o tal movimento em questão e o mais legal, por influência e ideal de uma bruxa.

Qual o papel de Deus na sociedade?
Junketsu no Maria aborda este tema sob diversos aspectos, a fim de deixar o telespectador refletir no que pode representar a fé para si.

Pontos como “esperar que tudo caia do céu” ou “depender somente e exclusivamente de uma pessoa/entidade”, são alguns dos pontos que vale ressaltar que a animação trata, e é aí que Maria a “rebelde” a que “protege os oprimidos” entra e arrebenta com tudo, pois caminha contra a Lei do Divino e contra a maré daquela época. *Preste muita atenção no episódio 9*

Hoje é Dia de Maria

A série também virgem Maria, funcionou muito bem em seu propósito e passou de forma coerente para o seu receptor as ideias que o diretor Gorou Taniguchi (Space Dandy) quis explorar.

Apesar de não ser considerado um destaque da temporada de inverno e não ter “hypado” como deveria, encaro um anime subestimado pela galera. É fácil gostar de Junketsu no Maria, apesar dos pesares – principalmente com cenas mais fortes.

Quanto a dinâmica e fluxo de roteiro, ela se mantém num bom patamar na extensão de seus 12 episódios, sem baixas e com algumas altas, principalmente na reta final.

Por não ter muitos personagens, acabou até que explorando bem suas histórias e motivações, mas como já dito, a história é de Maria e sinceramente, não dá pra ver um co-protagonismo aí não.

Na questão de animação, não é o melhor do estúdio Production I.G. e isso pode ser dito para o mix de áudio também, mas não há nada que atrapalha. Já na questão de trilha sonora, a ambientação para os moldes da música medieval foram bem trabalhadas e temos trilhas ora dançantes, ora rebuscadas por toda animação.

Há quem diga que pode haver uma segunda temporada e sim, é possível mas não necessário. Lembrando que a soma dos mangás não bate os 4, ou seja, tem muita coisa pra queimar e virar animação novamente. Quem sabe um OVA?

PUBLICIDADE

Dorama de Death Note em Julho!

Depois de 10 anos após seu término na semanal da Shounen Jump – me espanto até hoje por ter saído nessa revista o.o’ – Death Note ganhará uma série de TV!

Prevista para sair em Julho no canal NTV, a produção já confirmou um novo plot sem qualquer relação com o mangá, anime ou mesmo live-action. A única imagem que temos é com Ryuk/Ryuuku num cartaz pensando: “Uma série dramática…. Interessante!!”

Agora é aguardar por mais informações!

Imagem Divulgação
Imagem Divulgação
PUBLICIDADE

Saint Seiya Soul of Gold | Primeiro Gole

soul of gold
Saint Seiya Soul of Gold (Imagem Divulgação)

E vamos com um dos destaques da Temporada de Primavera, Saint Seiya: Soul of Gold! Não importa quando ou que tipo de série, quando lê-se “nova série de Cavaleiros do Zodíaco”, todo mundo brasileiro vai querer assistir.

Uns torceram com a Saga G ou Next Dimension, outros – poucos – torceram contra Lost Canvas e outros – muitos – contra Omega. Sinceramente, os que mais torcem o nariz é a galera que quer ver uma trama toda amarradinha, sem furos, mas cá entre nós: Queremos mesmo é ver porrada! E se for com os cavaleiros de ouro, MELHOR! 😛

E mais ou menos no mesmo feeling que tivemos com a Saga de Hades, temos novamente os 12 dourados como destaque, especialmente Aiolia. O cavaleiro de leão, acabou parando em Asgard por motivos inexplicados, ainda. Neste primeiro episódio, tudo leva a crer que Odin, estranhamente o reviveu por lá, pós os acontecimentos no Muro das Lamentações, durante a luta contra Hades.

Reviva, Lenda Dourada!

A trama começa com Aiolia e uma jovem garota, de nome Lifia, presos numa cela mista. É claro que um conjunto de muros e grades não são suficientes para um cavaleiro de ouro e não demora para eles saírem dali. Com sua memória ainda perturbada, o cavaleiro de ouro quer voltar a encontrar seus aliados e partir salvar Athena das garras de Hades. O que ele não esperava é que Lifia, uma garota que diz ser da “resistência” e que luta para o bem do seu povo, diz ser estar sendo perseguida e que Andreas e Frodi, dois cavaleiros de Asgard estão à sua procura, ou melhor dizendo, querem sua vida!

E porquê à procuram? Bem, Hilda, a representante de Odin na Terra, ficou terrivelmente doente de forma repentina. Com isso, Andreas Rize a substituiu, trouxe a árvore da vida Yggdrasil para a Terra e prometeu uma nova vida a toda sociedade de Asgard. Conspiração? A vá :p 

O primeiro episódio ‘Reviva, Lenda Dourada’ é bem similar a um episódio de pokemon shounen clássico! Temos uma apresentação, um desenvolvimento com apresentação de alguns personagens e no fim, a tão esperada batalha. Os destaques aqui é no apelo a mitologia nórdica e na questão social, onde o povo de Asgard está sofrendo de um frio rigoroso e uma terrível fome – e com a vinda da grande árvore Yggdrasil, espera-se que todo este sofrimento termine. Toda essa apresentação de plot dá a entender que a série caminha para algo mais denso que a clássica… que bom!

Árvore da Vida

Como já dito, nota-se o trabalho do roteiro, mas claro, nada tão chamativo. O que todo fã de CDZ quer mesmo ver são batalhas que fazem sentido ou que pelo menos entendamos as reais motivações das personagens. E justamente neste primeiro episódio, temos um tratamento bem bacana com o psicológico do Aiolia, que né, conhecido por ter um temperamento austero e determinado.

Estão confirmados 13 episódios, passando um a cada 15 dias. Resta saber se a série terá Aiolia como protagonista real e cada um dos outros episódios teremos a apresentação de um cavaleiro de ouro na trama. Convenhamos, seria um migué né? Mas já que se trata da Toei, não dá pra esperar muitas reviravoltas.

Elevando o Cosmo

Na questão técnica, este episódio debut é acima da média. Boa animação, taxa de quadros, colorização e cogita-se que esta qualidade não caia até o seu fim, que bom. Saint Seiya: Soul of Gold fez jus ao seu retorno, vai agradar aos fãs mais antigos, novos e amantes do shounen.

PUBLICIDADE

Primórdios da Animação Japonesa

primordios da animacao japonesa
Imagem Divulgação

Os primeiros passos da animação japonesa são exibidos na década de 10. De 1917 a 1945- ou final de 40-, notamos uma onda experimental (não) amadora, mas feita com muita dedicação, atenção e técnica.

Esse movimento só não prosseguiu porque o Japão passava por uma fase complicada. Perdeu uma guerra contra os EUA, sofrendo as imposições da economia americana capitalista, semelhante a um colonialismo.

O esforço dos animadores amadores surtiu muito efeito, dando frutos de qualidade, como Osamu Tezuka e a Mushi Production, o que é assunto para outra coluna. Enquanto isso, eu os convido para darem uma olhada nesses links e conhecerem o que foi a pré-história da animação “japonesa”.

Chu no Sainan 

Por Filipe Nazareth

PUBLICIDADE

Final Fantasy XV – Episode Duscae | Primeiro Gole

final fantasy 15 episode duscae
Final Fantasy 15: Episode Duscae (Imagem Divulgação)

Faz quase nove anos desde que Final Fantasy XV foi anunciado na E3 de 2006. Na época o jogo se chamava Final Fantasy Versus XIII e faria parte do Fabula Nova Cristallis, o universo do décimo terceiro jogo principal da série, e seria exclusivo de Playstation 3.

Originalmente dirigido por Tetsuya Nomura (Kingdom Hearts), o jogo foi renomeado para Final Fantasy XV, se tornando o próximo episódio principal da franquia, ao invés de um jogo paralelo. O anúncio foi feito na E3 de 2013, onde também foi anunciado que agora será multiplataforma, para os consoles Playstation 4 e Xbox One.

Em 2014, após uma mudança na estrutura de desenvolvimento da Square Enix, Nomura deixou a direção de Final Fantasy XV para se dedicar exclusivamente ao Kingdom Hearts III, que também estava dirigindo desde 2012, sendo substituído por Hajime Tabata (Final Fantasy Type-0).

Após anos de espera e uma história conturbada de desenvolvimento, finalmente em março de 2015 foi lançada a demo Episode Duscae, que veio junto com a edição Day One do Final Fantasy Type-0 HD, então vamos ao que interessa.

Uma Fantasia Baseada na Realidade

A demo começa com uma pequena cena de corte introduzindo os personagens e um tutorial mostrando a mecânica de jogo. Posso estar ficando chato na mesma proporção que estou ficando velho, mas jogar o tutorial de Episode Duscae logo após Bloodborne me deixou bem irritado.

É desnecessário um tutorial lento que ensina o jogador a andar pressionando o analógico esquerdo para frente. Podia pular direto para o sistema de combate, que ai sim, é novidade. Passado o tutorial, a primeira coisa que se repara no jogo é como ele é lindo. É impressionante observar a paisagem da demonstração.

O cenário em Episode Duscae é completamente livre e aberto, com exceção de uma pequena dungeon no final da demonstração, o que pode ser resultado das severas críticas à linearidade de Final Fantasy XIII.

Aqui, após o tutorial, é possível se locomover por todo o imenso cenário como bem entender, respeitando apenas os limites físicos, é claro.

É importante lembrar que Episode Duscae é somente uma demonstração, e como tal não representa o produto final em sua totalidade, muito embora tudo leve a crer que o apresentado nesta demo seja uma constante no jogo final.

De qualquer forma, os monstros também se encontram soltos pelo cenário, de forma em que as batalhas não são aleatórias. Ao avistar um inimigo agressivo, há uma barra que começa a preencher quanto mais se aproxima, completando, a batalha começa. Quanto aos inimigos “pacíficos”, a batalha somente começa se os atacar.

O mais interessante a respeito das batalhas é que não há qualquer tipo de transição entre a exploração no mapa e as batalhas. Tudo acontece na mesma tela, há apenas uma mudança na música e na posição dos personagens, que assumem as posições de combate.

Quando as batalhas terminam também não há nenhum tipo de transição, aparece apenas uma tela mostrando as estatísticas do combate, como experiência e tempo de duração, mas o jogador continua na mesma tela de exploração.

Tudo isso proporciona um maior dinamismo para o jogo, uma vez que o jogador não precisa esperar o carregamento e mudança de tela no início e no fim da batalha.

Sistema de Combate

Em relação ao sistema de combate, a série abandonou o combate por turno por um em tempo real. Há um time de quatro personagens, porém o jogador somente controla o líder, Noctis. É possível se movimentar livremente durante o combate e o posicionamento influencia diretamente se o ataque vai acertar ou não.

Há apenas um botão de ataque simples que ao pressionar, Noctis desfere um ataque, e ao segurá-lo dá início a uma sequência de ataques. Além do ataque básico há alguns ataques especiais, que são ativados ao pressionar outro botão.

Não obstante, há também um botão para esquiva. Ao manter pressionado o personagem entre em posição de esquiva e irá se esquivar automaticamente caso algum inimigo tente acertá-lo.

Por fim, há um botão para tele transporte. Como visto nos trailers, Noctis pode se tele transportar para alguma localidade próxima. Nas batalhas isso pode servir para se afastar dos inimigos, para fazer um ataque que cobre a distância entre o personagem e o monstro ou para subir em algum lugar predefinido pelo jogo, caso haja algum nas proximidades.

Todos os movimentos, com exceção do ataque básico gastam MP. Ao esquivar dos ataques é necessário MP, assim como para se tele transportar e usar os ataques especiais.

Para recuperar MP o jogador pode se esconder atrás de objetos no cenário, utilizar o tele transporte para alguns lugares predefinidos do cenário ou apenas atacar os inimigos. Os ataques básicos bem sucedidos também recuperam o MP.

Já em relação à vida, há uma novidade em Final Fantasy XV. Existem agora duas barras de vida. Primeiramente tem uma barra branca, que vai decaindo na medida em que o personagem leva dano. Ao ficar completamente vazia, o personagem fica atordoado e não pode atacar nem se esquivar.

Todo dano que o personagem leva nesse estado é subtraído da barra vermelha de vida, que ao chegar no fim o personagem morre. Se Noctis morrer, é game over, se algum outro personagem morrer, o jogo continua.

Enquanto o personagem está atordoado ele pode ser resgatado por algum companheiro, recuperando toda barra branca até o limite da barra vermelha. Ou seja, se ele não tomou dano enquanto atordoado, recupera toda a vida, se tomou dano, recupera só até o restante da vida. Após a batalha a barra branca também é preenchida dessa forma, mas para recuperar a vida vermelha perdida só após descansar em um acampamento ou hotel.

Outro ponto interessante são as famosas summons, as invocações de criaturas poderosas para te ajudar em combate. Em Episode Duscae você tem contato com uma delas. Porém, diferentemente dos demais Final Fantasies, é necessário perder toda barra de vida branca de Noctis para poder utilizar a invocação.

Uma coisa que sempre me irritou nos Final Fantasies são as summons que tem animações de criaturas extraordinárias com poderes que parecem que vão destruir a Terra (É, você mesmo Bahamut ZERO), mas que no fim apenas dão um pouco de dano no inimigo.

Em Episode Duscae a summon, além de ter uma animação imponente, é extremamente poderosa, matando todos os inimigos com um golpe, inclusive o chefe da demonstração, um inimigo com uma barra de vida gigantesca.

O ponto negativo é que as vitórias através das invocações não dão experiência para o jogador, de forma que acaba se tornando uma opção para pular batalhas ao invés de uma arma do jogador para vencer o adversário.

Não há muito do enredo de Final Fantasy XV em Episode Duscae. A demonstração funciona como um episódio separado. Noctis e sua turma precisam de dinheiro para consertar seu carro que está quebrado, e resolvem aceitar um contrato para caçar um monstro. Toda a demo se resume a caçar e matar esse monstro, embora há outras coisas para se fazer nesse meio tempo.

Por falar no chefe, a batalha final da demonstração algo a parte. O chefe final tem uma barra de vida imensa e é extremamente longa a batalha, caso o jogador não resolva utilizar a invocação.

A série Final Fantasy é conhecida por batalhas longas, como as omega weapons de Final Fantasy VII, mas nelas não havia o sistema de combate em tempo real de Final Fantasy XV.

Lutar com o chefe com uma barra de vida monstruosa, tentar se manter vivo e proteger personagens que você não controle torna a batalha cansativa demais. Havia passado de 25 minutos quando desisti, pois estava ficando chato e cansativo. Talvez seja questão de gosto, mas para mim isso vai ser um problema se todo chefe do jogo for assim.

Por fim, é legal fazer uma ressalva quanto às animações do jogo. Muito embora tenha quedas constantes de frames, o que é aceitável considerando que é uma demonstração, não o produto final, as animações são tão naturais e fluídas que é impossível não se impressionar.

Se tiver passando por um arbusto, Noctis ira usar os braços para desviar, se estiver atordoado, algum personagem irá ficar na frente de Noctis com o braço estendido para protegê-lo. Caso acerte um contra ataque, há a possibilidade de um ataque em conjunto com algum membro do time, o que também é feito através de animações impressionantes.

Muito embora seja difícil definir com precisão como será o jogo completo apenas jogando uma demonstração, Episode Duscae mostrou que o jogo com certeza está na direção certa.

Combate rápido e fluído, batalhas sem transições, um mundo aberto para ser explorado e animações fluídas e naturais foram os pontos altos. Fica a ressalva para a batalha final desnecessariamente longa e cansativa e os problemas de framerate.

Fica a dúvida apenas a respeito da história, que pouco é mostrado na demonstração. Mas isso não chega a ser uma preocupação, já que a Square Enix costuma se sobressair nessa área em seus Final Fantasies

E que venha o jogo completo.

PUBLICIDADE

High School DxD Born | Primeiro Gole

High School DxD Born
High School DxD Born (Imagem Divulgação)

Esta é a terceira temporada de uma das séries mais “hypadas” da Primavera 2015. Se você ainda não conhece, pode estar acessando os nossos links acima e terá um entendimento melhor para quando assistir Born!

Como o nome já diz, Born marca o “nascimento” – ou assim esperamos – de um novo Hyodou Issei, todo armadurado e mais próximo de se tornar algo como um “guerreiro dragão”. Esta nova temporada vem com o mesmo elenco de dubladores, bem como de produção e não sei se é por causa do episódio de estreia, mas a animação teve algumas melhorias, se compararmos com os episódios da primeira temporada.

Como já visto nos primeiros trailers, diferente do que se pensava – e do que foi trabalhado nas duas primeiras temporadas – não teremos as adaptações sequenciais das light novel, ou melhor dizendo, já que a primeira temporada adaptou os volumes 1 e 2, a segunda 3 e 4, com esta será diferente e talvez teremos um pulo ou uma corrida até o volume 10 da série! Se isto é bom, já não sei, mas lembrando que a franquia anda muito bem nas vendas, principalmente nas vendagens de DVD/Blu-ray da segunda temporada.

Railway to Hell + Peitos

A nova temporada de High School DxD começa do jeito que todos os fãs gostam: Uma boa história Peitos! Ok, até aí não muda muita coisa das estreias das temporadas anteriores, pois se formos relembrar, acho que teremos o mesmo molde: Primeiro episódio chamativo, bem ecchi. Primeira metade teremos o chamado da aventura e o que esta temporada irá nos apresentar. A segunda metade – na verdade, no miolo dela – teremos alguns episódios para encher linguiça e teremos o fim com muita pancadaria. Quem duvida que será assim com essa também? 😀

Pois bem, Born começou com o convite de Rias Gremory para todos do grupo ocultista: Conhecer o seu reino lá no inferno! E não é que todos aceitaram? Pois bem, se você acha que para chegar ao inferno precisa de muitos ononô, tá bem enganado meu jovem, é só comprar uma passagem de trem!

Além da galera conhecer este submundo infernal, a galera pretende treinar para a batalha que está para surgir. Quem assistiu a segunda temporada, sabe muito bem do que estou falando. Anjos, Demônios, Anjos-Caídos e sabe-se lá mais o que estarão disputando a nossa querida Terra, ou pelo menos um pedaço dela.

Agora o que todos querem ver em DxD são peitos, claro. E já nos primeiros segundos, temos meia-dúzia de pares, balançando pra lá e pra cá e não para por aí: Tem-se uma cena mítica num onsen do inferno, onde Azazel explica os mistérios dos mamilos femininos para Issei. Mas gente, o garoto vai virar um expert em seios.

Mitologias e Koneko

Já que diversas raças estarão em uma disputa visceral e bem mortal, teremos diversos representantes. É aí que está a magia desta temporada, onde as mitologias vão se cruzar e digo mais, religiões também! Não me lembro de outra animação onde Cristianismo, Budismo, cultura Nórdica e outras, estariam presentes e em guerra! Será bem interessante presenciarmos uma luta entre Loki e Son Goku, por exemplo. *Son Goku da lenda ‘A Viagem ao Oeste’.

Além de todo esse bafafá mitológico, similar de como foi tratado na segunda temporada, teremos finalmente a revelação e um trabalho do background da Koneko. Isso aí já dá mais vontade para assistir o miolo da temporada, que toda certeza, teremos uma abordagem e centralização nela.

Sem Xadrez… novamente

Ainda não dá pra saber se esta temporada terá uma dinâmica bacana como a primeira, pois já vimos que o universo já está abrangendo diversas mitologias. Será que conseguem uma história enxuta e sem furos em Born? Oremos por Rias que sim.

Agora, o que o #BELLAN não aceita é a ausência do xadrez de novo. Alguém que acompanha as light novel, sabe se é assim também? As batalhas com referência nas regras do jogo de tabuleiro eram tão interessantes. Gostaria que este lado mais gasparov, voltasse. Era a cereja de bolo da série!

 

PUBLICIDADE

Shingeki no Kyojin | NOVO trailer do live action!

Se você ainda não tinha empolgado com o primeiro trailer do live action de Shingeki no Kyojin – AQUI – pode se preparar para este, que está MUITO mais foda!

Nele já dá pra sacar algumas cenas “clássicas” da animação/mangá, e lembrando que teremos mais ou menos 7 personagens novos para o filme – o que significa muitas mortes =X. O primeiro filme estreia 1 de Agosto e o segundo 19 de Setembro. *Ansiedade define*

 

Poster (Imagem Divulgação)
Poster (Imagem Divulgação)
PUBLICIDADE