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Naruto | Novo Mangá Em 2015

Uma nova era de Konoha vai começar com o lançamento de ‘Naruto Shin Hen’ – título provisório – e que já entra na Shonen Jump na primavera japonesa, acompanhado de livros spin-off; Um deles, ‘Kakashi Den’, por Akira Higashiyama (responsável pelo filme Blood Prison).

Quanto ao novo mangá, nada se sabe se virá nas mãos ou pelo roteiro de Masashi Kishimoto. Bora esperar, e saca só o anúncio aí em baixo:

Imagem Divulgação
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Takeshi Obata | Novo Mangá Na Shonen Jump

Depois de Death Note, Bakuman, Hikaru No Go, Blue Dragon e do recente All You Need Is Kill – anunciado pela JBC – mestre Obata retorna às páginas da Shonen Jump ao lado do roteirista Enoki Nobuaki, autor de um one-shot que saiu na Jump em 2011, denominado 006.

Sem detalhes revelados, o nome deste novo trampo será ‘Gakyuu Houtei’, algo como Tribunal Escolar e vem na edição #1 de 2015 – que na verdade, já sai em Dezembro.

Nada se sabe além destas informações e da imagem abaixo:

Imagem Divulgação
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Produtor de X-Men no painel da Brasil Comic Con!

David Gorder trabalhou em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”, “X-Men”, “X-Men 2” e “X-Men: Confronto Final”; No BCC, participará de painel de debate sobre “A era dos super-heróis – 15 anos que mudaram a cara do cinema” ao lado do jornalista e crítico de filmes Roberto Sadovski

Via Assessoria de Imprensa

Fãs de cinema e super-heróis acabam de ganhar outro excelente motivo para ir ao Brasil Comic Con, evento de cultura pop, nerd e geek que acontece nos dias 15 e 16 de novembro no novo Centro de Eventos Pro Magno, em São Paulo. O produtor David Gorder, famoso por seus trabalhos nos filmes da série X-Men, virá ao Brasil especialmente para participar do painel de debate “A era dos super-heróis – 15 anos que mudaram a cara do no cinema”, que acontece no primeiro dia de Brasil Comic Con, das 13h às 14h, e contará com a participação de Roberto Sadovski, jornalista e crítico de cinema no portal UOL.

Além de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”, “X-Men”, “X-Men 2” e “X-Men: Confronto Final”, Garder trabalhou em outros filmes de sucesso como “Quarteto Fantástico”, de 2005; “A Hora do Rush 3”, de 2007; e “O Negociador” (Stand Off), de 2013.

Gorder se formou em Literatura, Ciência e Artes pela Universidade de Michigan, quando fez seus primeiros workshops sobre cinema e conheceu o cineasta Robert Altman, que o inspirou a seguir carreira. Antes de se tornar produtor independente, foi executivo de desenvolvimento da Ralph Winter Productions, baseada na 20th Century Fox, e realizou diversos trabalhos de produção e pós-produção para a Twentieth Century Fox Film Corp.

David Gorder
David Gorder

Serviço: 2º Brasil Comic Con

Quando: 15 e 16 de novembro de 2014

Onde: Centro de Eventos Pro Magno – www.promagno.com.br

Av. Profª Ida Kolb, 513 – Casa Verde – São Paulo.

Hora: 10h às 20h.

Realização: Yamato Comunicações e Eventos – www.yamatocorp.com.br

Ingressos em venda antecipada: R$115,00 a inteira e R$57,50 a meia- entrada, por dia.

Ingressos na porta: R$ 138,00, a inteira, e R$ 69,00, a meia-entrada, por dia.

Meia-entrada: válida para estudantes e doadores de um quilo de alimento não perecível, exceto sal e açúcar.

Voucher para Photo Op com Paul Zaloom (Beakman): R$ 92,00. As vagas são limitadas.

Voucher para Photo Op com Takumi Tsutsui (Jiraiya): R$ 92,00. As vagas são limitadas.

Voucher para Photo Op com Cassandra Peterson (Elvira): ESGOTADO.

Onde comprar: http://brasilcomiccon.com.br/site/ingressos/

Mais informações: http://brasilcomiccon.com.br/site/

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Universo Marvel e Shingeki No Kyojin Juntos em Crossover!

Parece loucura né galera? Mas não! Os titãs de Shingeki no Kyojin (Hajime Isayama) vão invadir o universo Marvel, segundo o roteirista CB Beluski (Marvel Fairy Tales). No Twitter do editor/roteirista, ele postou a seguinte nota: ‘E se os titãs resolvessem atacar o universo Marvel?’. Já em produção, a previsão para que isto chegue nas bancas JAPONESAS, é daqui 2 semanas!

UPDATE: O evento se passará em um universo paralelo numa edição da revista chamada “E se…”. A capa será do mangaká original, Hajime Isayama e chega às bancas japonesas no dia 15 de Novembro!

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E o cara já soltou um teaser!

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The Last – Naruto | Trailer Completo

Datado para estrear no dia 6 de Dezembro no Japão, ‘The Last: Naruto The Movie’ ganha um trailer completo e revelador: Um pouco da cronologia e apresentação oficial do vilão! Veja só e em PT-BR!

*Música: Hoshi no Utsuwa – Sukima Switch

https://www.youtube.com/watch?v=GVUcj_-Ivn8

 

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Os 13 Jogos Mais Assustadores | Top Suco

Um bom tempo que não fazemos um Top Suco não é mesmo? Voltamo agora com ótimos jogos para você jogar neste Halloween – ou não. Selecionamos 13 jogos que fizeram os editores mijarem nas calças… Então vamos lá:

Menção Honrosa: Bloodborne

Este foi um dos jogos que a galera do Suco jogou lá na BGS. E já podemos falar que o clima é sombrio e pesado, ou pelo menos na parte que jogamos. O jogo de ação e aventura, une com o clima soturno e nos apresenta uma cidade da época vitoriana, tomada pode monstros e uma aura vil de arrepiar. Mesmo ainda não lançado, acreditamos que será um grande game! Pelo menos com muito potencial 😀

13. Penumbra: Black Plague

https://www.youtube.com/watch?v=FORCVGSS2Mw

O outro jogo de tiro da lista, talvez o mais representativo de sua época. Half-Life foi uma revolução nos jogos de tiro em primeira pessoa, e não só por seus headcrabs pulando na nossa cara nos momentos mais inoportunos, mas primariamente por sua forma de exposição narrativa: nunca deixava os olhos do protagonista Gordon Freeman. Avanços em inteligência artificial, e uma passagem pelo mundo alienígena de Xen, que era assustador e desconhecido na época, selavam o acordo. Um clássico dos anos 90. Dê uma olhada também no Half-Life 2 e sua passagem por Ravenholm…

11. Evil Within

https://www.youtube.com/watch?v=nxlo67zhOWc

Lançado este ano, The Evil Within é um jogo de survival horror em terceira pessoa do diretor Shinji Mikami – famoso pela franquia Resident Evil. O game é um verdadeiro tributo ao gênero, retratando diversas situações clássicas envolvendo lendas urbanas – orientais e ocidentais – e o imaginário survival horror. O segredo é saber quando lutar e quando correr: a mecânica de stealth e satisfatória e as cenas de ação muito empolgantes! A atmosfera tensa e macabra completam a composição com uma pegada bem Gore – esteja preparado para violência, tensão, mortes e muito, muito sangue.

10. Clock Tower: The First Fear

Em sua versão para SNES, o jogo conseguiu explorar o máximo do processamento gráfico e sonoro do console, e por questão deste seu visual, me lembro bem da galera na época se arrepiar todo. Um survivor horror completo, a cereja do bolo são os diversos finais alternativos.

09. Parasite Eve 2

Já declaramos amor por Aya Brea em alguns tops por aqui, de fato. Mas o bacana mesmo é de que além desta sequência superar lindamente o seu debut, que né, nada contra o RPG do primeiro, mas o estilão survivor horror daqui é fantástico, fechando em grande estilo a época de ouro do estilo.

08. F.E.A.R.

Voltando ao terror japonês das fantasmas com cabelo na frente da cara, F.E.A.R. não é bem um jogo de terror tradicional, já que ele é um shooter tático. Mas ainda assim funciona, pois contra Alma, não existe arma. Algumas das melhores cenas de susto com fantasmas estão em F.E.A.R., mesmo você podendo carregar um arsenal de armas futuristas nas costas. E o lado do tiroteio também não é mau negócio: a melhor inteligência artificial que já vi num shooter. E a melhor escopeta também.

07. Alien Isolation

Um dos membros mais novos da lista, mas não menos importante. Depois do desastre que foi o Aliens: Colonial Marines, é um colírio para os olhos ver um game criado com tanto cuidado. Isolation foi desenvolvido por fãs que entendiam o primeiro filme da série, e que, pegando sistemas de outros jogos, foram montando uma visão ideal do que seria estar na pele da tenente Ripley. É uma experiência que foca mais em tensão ininterrupta do que em sustos. Fãs de Alien: finalmente existe um game pra vocês.

06. Fatal Frame II: Crimson Butterfly

Uma das franquias de terror mais conhecidas, e seu melhor capítulo é o segundo. Já assistiu O Chamado ou O Grito? Curte fantasmas, assombrações e espíritos? Esse é o jogo pra você. Com apenas uma câmera mágica, que precisa ser usada para capturar fotos dos fantasmas e espantá-los, as gêmeas Mio e Mayu precisam solucionar o mistério da vila Minakami para conseguir escapar. É, ter as menininhas colegiais é meio esquisito, mas os fantasmas são os mais cabulosos do gênero, e os sustos são garantidos.

05. Dead Space

Dead Space | Primeiro Gole

A primeira missão de Isaac Clarke é, sem dúvida, a mais aterrorizante. A ambientação de Dead Space é seu melhor elemento: a movimentação limitada do personagem em sua roupa espacial, a imersão proporcionada pela câmera over the shoulder e a integração da interface do usuário no gameplay – nada de menus separados, vide barra de vida na espinha dorsal – contribuem para elevar o tom do horror ao tornar o universo de do game um lugar crível. O jogo traz o equilíbrio perfeito entre o suspense e o gore, com as coisas ficando cada vez mais quentes conforme o avanço do personagem. No espaço, seus anos de treinamento em jogos de tiro, que te ensinaram a mirar na cabeça dos inimigos, de nada adiantarão: Os “necromorphs” não cairão tão facilmente.

04. Outlast

Fiz dois anos da faculdade de jornalismo, e te digo com toda certeza: eu nunca seria corajoso como o protagonista de Outlast, Miles Upshur. Acha, ir num asilo de loucos sozinho, apenas com uma câmera, e não dar as costas e vazar no primeiro rastro de sangue? Mas o cara, e o jogador, precisam ser perseverantes. Se você assistiu filmes como REC, Cloverfield ou Bruxa de Blair e não suporta a visão noturna das câmeras, esse jogo não é pra você. Mas para os fãs de horror “câmera na mão”, apesar do final fraco, é um ótimo jogo

03. Amnesia: The Dark Descent

Uma mescla de Drácula com ocultismo, o jogo traz uma história fantástica, digna de um romance de Bram Stoker, tanto que os próprios contos são disponibilizados pra galera. A tensão e o medo estão presentes pelo jogo todo, unindo puzzles e muito terror psicológico, ou algo como sanidade – próximo do que víamos em Eternal Darkness – e desafio a todos vocês jogarem na noite, sozinhos e com fones de ouvido.

02. Resident Evil

Resident Evil HD Remaster | Primeiro Gole

Este aqui fez um reboliço todo quando saiu lá em 1996, e olha que zumbi nem era tão popular quanto hoje. Resident Evil – assim como suas duas primeiras sequências – unia o survivor horror e puzzles com maestria. O mais bacana e até então inesperado, foi seu remake para gamecube e mais: Além dos gráficos totalmente modelados, deixou o jogo ainda mais sinistro. O mais bacana é que, para a galera que não teve oportunidade de jogar, ano que vem sai pra geração atual, passada e PC!

01. Silent Hill 2

Lógico que ele vai estar na lista, e no topo, porque eu sou o editor de games e eu mando nessa aba! Brincadeiras à parte, Silent Hill 2 merece totalmente estar no topo da lista. É um dos poucos jogos que consegue acertar a atmosfera de solidão, que consegue entrar no psicológico do jogador, e ainda por cima tem a narrativa mais bem construída e utiliza todas as forças específicas à mídia dos videogames para reforçar sua história. Praticamente impecável, e a melhor pedida pra qualquer Halloween.

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Nyvi Estephan | Suco Entrevista

Nyvi Estephan
Nyvi Estephan (Imagem Divulgação)

Continuando com nosso quadro de entrevistas, esta semana temos a presença de Nyvi Estephan! Além de seu trabalho com games na Gamewise, ela também nos conta um pouco de seus outros projetos e hobbies! Curta só! 😀

O BELLAN já anda acompanhando o trabalho de Nyvi tem um tempo; Além do virtual, alguns eventos como Anime Friends e do circuito Avalon – como o Campinas Anime Fest – ela marcou sua presença. Além destes,  também esteve na Brasil Game Show e foi a partir de lá, que esta entrevista surgiu! Valeu Nyvi <3

“Eu amo esse universo gamer e estou amando trabalhar com isso; as mulheres que tiverem estômago pra aguentar o assédio e não deixarem perder a feminilidade só porque entraram em um universo originalmente masculino, vão amar também”

Olá Nyvi! Pode contar um pouquinho sobre você?

Tenho 23 anos, sou de São Paulo, me formei em Design de Moda pela Universidade Anhembi Morumbi.

Sou coordenadora de moda em uma grife de luxo e apresentadora no canal da Gamewise: divido meu tempo profissional com o universo da Moda e o universo Gamer.

A 3ª paixão é música (talvez seja a 1ª): Desde os blues dos anos dourados, o iê iê iês dos Beatles e o poemas políticos de Chico Buarque.

Quando criança o que mais gostava de fazer antes de ter seu primeiro videogame?

Era rueira e caseira: gostava de andar de bicicleta/patins, brincava com os amigos da rua; Mas eu era a mais nova e era a café com leite na maioria das brincadeiras, então gostava de ficar em casa com o meu pai, ele me ensinava a tocar piano e, enquanto eu tocava, ele acompanhava com o violão.

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Nyvi Estephan como Kataryna (Imagem Divulgação)

Se a Nyvi tivesse a oportunidade de visitar a Vila do Chaves, com quem faria amizade primeiro?

Se pensasse por conveniência, com a Chiquinha. Pois notoriamente ela é a mais inteligente e também é traiçoeira (melhor manter por perto). Mas, o Seu Madruga seria o amigo mais querido.

Conte-nos como começou suas participações no lendário programa Hermes & Renato

Quando os meninos vieram para São Paulo, se mudaram para o meu bairro, que também era perto da MTV.

Eu era muito fã do programa e eles gravavam sempre nas ruas ao lado de casa. Os encontrei algumas vezes em umas gravações e troquei contatos na gravação do clássico “Bolovo”. Aí um dia eles me ligaram e me chamaram pra figurar em um episódio: eu chorei de emoção! rs

Isso já tem 10 anos, mas, antes que alguém pergunte, meu relacionamento com o Bruno nada tem a ver com essa época. Pelo contrário, eu era só uma menina e todos sempre foram 100% respeitadores.

Fui crescendo e com a minha carreira e faculdade, fomos nos distanciando. Nos reaproximamos a pouco mais de um ano, e foi o improvável (porém, maravilhoso) amor à segunda vista! rs

Como você encara a vida “virtual”? Há um lado negativo da exposição em redes sociais ou como youtuber, por exemplo?

É muito difícil! O comportamento dos seguidores pessoalmente e virtualmente é descomunal.

É uma geração que cresceu na internet e, a liberdade de expressão lhes parece fascinante! Tanto que eles confundem o momento em que a liberdade de um, extrapola o respeito ao outro.

Tenho muitos seguidores carinhosos e acolhedores e muito também que pessoalmente são fofos e tímidos. Mas, alguns na internet falam “vomitadamente” o que querem falar, tentam impressionar os coleguinhas, tentam seu minuto de fama com um comentário “zoeiro“, esquecem que eles não estão comentando no Xvideos e, que, é uma trabalhadora vestida que está lá, e não uma stripcam.

Nyvi Estephan mulher maravilha cosplay
Nyvi Estephan como Mulher Maravilha (Imagem Divulgação)

Alguns (poucos) ainda se sentem no direito de dizer que, se você expõe um decote, você não pode reclamar dos comentários (me desculpem, crianças, mas um decote não é uma placa de “diga nos comentários que você quer me comer” ou que vai “fapear a noite toda por mim”). Isso é feio, me dá vergonha alheia e, nenhuma mulher vai querer você com esse discurso.

Quanto aos cosplays, você gosta de se caracterizar como diversas heroínas de HQ’s e Animes. Pode nos falar um que deseja muito fazer mas ainda não teve oportunidade?

Ai meu deus, posso começar a lista? rs, tem muitos, mas um deles é de Link do Zelda (não, não a Zelda, o Link mesmo! rs).

Entre outros: Pikachu, Dixie do Donkey Kong, Chapolin Colorado e, vou começar a preparar o de Afrodite dos Cavaleiros do Zodíaco (vou fazer uma versão amazona).

Sabemos que você é uma garota gamer e fã de jogos mais antigos e de Smash Bros. Pode nos contar de seus jogos favoritos desta época/plataforma?

Então, mais do que Smash Bros, gosto dos jogos com os personagens do mesmo: Super Mario, Donkey Kong, Zelda, Sonic.

Esse jogo compila os personagens que eu mais amo! Jogava muito Super Nintendo e, meus jogos favoritos eram Donkey Kong 2 e Super Mario World.

Amo jogar com meu namorado! Pra nossa sorte, temos mais esse ponto em comum: ele também cessou os talentos nos jogos 2D do Super Nintendo! rs

Nyvi Estephan
A estação de jogos de Nyvi Estephan (Imagem Divulgação)

Hoje em dia, cada vez mais garotas estão curtindo a vida gamer e dando muito tiro na bunda dos marmanjões barbudos. O que acha deste novo cenário? Acha que ainda há um tipo de preconceito (principalmente com as youtubers) ou: falta feminismo na indústria dos games?

Estava lendo uma matéria de uma redatora que falava sobre o papel das personagens femininas na maioria dos jogos e vi que aquilo fazia um pouco de sentido: na maioria das vezes as personagens são extremamente sexualizadas e voluptuosas (seios enormes, roupas quase que íntimas). Isso porque os jogos ainda são feitos visando o público masculino.

Mas isso não é um problema, não na minha opinião, pois muitas mulheres se identificam com os games mesmo assim. Acho que o problema é parte da comunidade mesmo e um pouco do que eu expliquei duas perguntas acima.

Eu amo esse universo gamer e estou amando trabalhar com isso; as mulheres que tiverem estômago pra aguentar o assédio e não deixarem perder a feminilidade só porque entraram em um universo originalmente masculino, vão amar também.

E quanto aos animes, quais mais lhe marcaram?

O melhor do mundo: Os Cavaleiros do Zodíaco! (Saga Clássica, Lost Canvas, ND… menos Ômega! haha). Pokemon e Digimon eu era viciada também quando mais nova, mas não lembro de muita coisa, pois não me marcaram tanto quanto CDZ.

“É uma geração que cresceu na internet e, a liberdade de expressão lhes parece fascinante!”

Gosto muito também dos OVAs do Samurai X, mas aquilo não é pra criança, rs, pesado demais!

Nyvi, algo que pode nos contar sobre projetos futuros ou eventos que estará participando?

Estou pensando muito em investir mais nesse universo gamer. Trabalho com isso a 6 meses e já estou apaixonada.

Quero trabalhar mais! Estou com umas idéias, mas ainda não quero contar, rs (vou deixar abaixo os links do meu youtube pessoal e Twitch que farão parte desses projetos futuros). Sobre eventos, a pretensão é ir em todos os grandes que eu conseguir.

O evento Anime Friends é certeza que todos conseguem me encontrar pois, desde 2005, que vou em quase todas as edições.

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Nyvi Estephan comol Yuzuriha (Imagem Divulgação)

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A Lenda do Demônio | Suco Apresenta

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A Lenda do Demônio ou Urotsukidoji (Imagem Divulgação)

Parece que tudo que vinha pro Brasil com monstro ou na temática horror nos anos 80/começo dos 90, recebia o nome demônio, ou algo relacionado. Pelo jeito, aconteceu com este aqui também.

Veja também: As Mais Gatas dos Games – Parte 1 | Top Suco

Só pra você ver que não estou inventando moda, sem googar nem nada, listo alguns títulos que lembro: A Morte do Demônio (Evil Dead no original e um clássico *-*), A Encarnação do Demônio (Zé do Caixão <3), Demônios e Maravilhas, A Noite dos Demônios, A Classe do Demônio, Demônio do Espaço… enfim.. já deu pra sacar né?

Bem, antes de tudo, saca só como começa. Bacana que já serve de “introdução” ao que vamos falar. *Por favor, no bom sentido*

Genialidade Controversa de Toshio Maeda

Particularmente, considero Maeda uma espécie de H.R. Giger nipônico. Para quem viu os trampos do cara, sabe que além do erotismo, as obras vem carregadas de violência e bestialidade. Sabe aquele estilo hentai com tentáculos e membros entrando em tudo que é lugar? Dê os créditos à ele – ou não.

Espero ainda falar mais deste autor, mas resumindo o seu trabalho com ‘A Lenda do Demônio’ ou no original ‘Choujin Densetsu Urotsukidouji’ ou apenas ‘Urotsukidouji‘ – ok, difícil de qualquer forma – é que o autor enfrentava o bloqueio da legislação japonesa em meados dos anos 80, onde não podia retratar da forma que queria os atos sexuais, como exposição das genitais masculinas.

Foi aí que o cara teve a grande sacada grotesca, sério. Além de driblar as leis nipônicas com os tentáculos – e que ainda possuíam olhos em sua extremidade – Toshio criou um roteiro conciso envolvendo temas religiosos e ocultistas em pleno 1986. Tudo para dar errado. Talvez no começo tenha dado alguns problemas com o autor (e depois com a animação), mas fato é que o diretor deste primeiro longa, Hideki Takayama, adaptou o mangá de Maeda muito bem.

 A Lenda do Demônio Urotsukidoji amano
Amano em A Lenda do Demônio ou Urotsukidoji (Imagem Divulgação)

Cine Band Privê

Além dos problemas com o mangá, Maeda e o diretor Takayama também tiveram com a animação. Proibido em diversos países (como Austrália e Inglaterra), o longa animado chegou no Brasil como um “outro desenho japonês” qualquer, mas né, isto até ser exibido.

Para você que tem mais de 20 anos de idade, sabe muito bem o impacto que ‘Cine Band Privê’ teve na garotada. Em meio aos pornochanchadas e Emmanuelle da vida, estava lá ‘A Lenda do Demônio’, exibido pela primeira vez em 1998. Por registros na web, estima-se que passou 3 vezes naquele mesmo ano, e olha, consegui “pegar” duas vezes e mais, consegui gravar numa finada fita VHS.

Para espanto, apenas nestas poucas exibições o estouro e sucesso foi extremamente grande – e minha fita rodou inúmeras vezes. Sabe como é, internet no Brasil naquela época, era um luxo bem caro e consequentemente, a busca pela informação era mais difícil. Logo, ‘A Lenda do Demônio’ era uma novidade por aqui.

A Lenda do Demônio

Bom, já que estamos falando com mais foco no OVA, vamos lá. Não conheço o mangá para fazer alguma comparação de roteiro, mas sabe-se que:

A obra animada é dividida em 6 sagas. Este é o primeiro filme da Primeira saga com três. Em inglês, os títulos ficaram como:

Birth of the Overfiend (1987)
Curse of the Overfiend (1988)
Final Inferno (1989)

Estas três obras são as adaptações diretas do mangá e conta que a cada 3 mil anos, um poderoso demônio (o tal do Overfiend) vem a Terra para equilibrar os três mundos: O nosso (humanos), dos demônios e dos meio-demônios.

Com isso, Amano vem ao nosso mundo junto de sua companheira Megumi – ambos meio-demônios – na caça desse tal demônio overpower. E do jeito “anime de ser”, o tal demônio vai despertar no corpo de um humano qualquer e tarado da escola Myojin, o tal do Tatsuo.

Bem, até aí tudo bem e o roteiro se desenrola para um caminho dado como “certeiro”. Uns comem ali, outros com tentáculos ali e toda bestialidade por lá. Mas é aí que toda genialidade de Maeda – e do diretor Takayama em animar isso – entram em cena: A cereja do bolo é a surpresa! O roteiro dá uma reviravolta tremenda e termina sem…. fim?

Como dito, A Lenda do Demônio que passou no Brasil é a primeira parte de três, e infelizmente – e aos que aguentavam ficar acordados até o fim do filme na madrugada sem acordar os pais – não continha um fim O.O’. Pra quem tiver a chance de acompanhar o filme/OVA dublado, é bem interessante, já que reúne diversos personagens centrais de Dragon Ball! Saca só:

  • Nagumo – Márcio Araújo (James de Pokemon, Yamcha de Dragon Ball)
  • Akemi – Tânia Gaidarji (Bulma de Dragon Ball, Paradox de SS Omega)
  • Amano – Figueira Júnior (Fry de Futurama, 17 de Dragon Ball)
  • Megumi – Márcia Regina (Misty de Pokemon, Cheza de Wolf’s Rain)
  • Osaki – Sérgio Corsetti (Leorio de Hunter x Hunter)
  • Aqualitis – Alexandre Marconato (Tenshinhan de Dragon Ball)
  • Deus Supremo – Raquel Marinho (ChiChi de Dragon Ball)
 A Lenda do Demônio Urotsukidoji
Capa do VHS de A Lenda do Demônio ou Urotsukidoji (Imagem Divulgação)

Além da Lenda

A Sato Company distribuiu aqui no Brasil (a versão americana e editada) e é a atual detentora das cópias de Naruto. Obviamente, ela não pensa em lançar esta obra cult por aqui. Mas para você fã da animação japonesa, principalmente oitentista, pode encontrar em sites como Amazon, sob o título americano de ‘The Legend of the Overfiend’. *Tem em blu-ray também*

Claro, não pode deixar de comentar é de que a obra não pára por aí. Além dos 6 volumes em mangá de Toshio Maeda, lançados no período de 1986 e 1987, foram lançados 16 episódios em OVA, no período de 1987 e 1994. Ou seja, o que você está vendo por aqui, é a ponta de um dos tentáculos da obra.

Para os amantes de séries cults ou censuradas – para buscar o porquê da censura – é um prato cheio daqueles. A Lenda do Demônio é uma obra grotescamente bela, ápice do horror erótico japonês e além de tudo, um representante da liberdade artística.

 A Lenda do Demônio Urotsukidoji monstro
A Lenda do Demônio ou Urotsukidoji (Imagem Divulgação)
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