A dançarina e violinista Lindsey Stirling entrou no mundo futurista e animado das batidas eletrônicas e logo se tornou um grande sucesso. Pela primeira vez no Brasil, a artista vai se apresentar no Citibank Hall no Rio de Janeiro, dia 11 de abril; no Citibank Hall em São Paulo, dia 13 de abril; e no Teatro Sesi, em Porto Alegre, dia 14 de abril.
Os ingressos poderão ser adquiridos pela internet (www.ticketsforfun.com.br/), nas bilheterias oficiais (Citibank Hall/Rio de Janeiro; Citibank Hall/São Paulo e Multisom/Porto Alegre) e nos pontos de venda espalhados pelo Brasil.
Lindsey e seu cosplay de Link (Imagem Divulgação)
Criada em uma comunidade Mórmon no Arizona, Lindsey estudou música clássica na adolescência. O amor pelo violino sempre foi tão forte que ajudou a artista a superar a luta contra um distúrbio alimentar no início da vida adulta. Através dessa paixão, Lindsey criou um novo mundo musical, onde o romance da música folk celta e a clássica moderna se encontram com a energia contagiante da dança e música eletrônica.
O álbum de estreia (Lindsey Stirling) inclui o sucesso “Crystallize”, que já acumulou mais de 111 milhões de visualizações no YouTube. O álbum vendeu mais de 474 mil cópias nos EUA, sem o suporte de nenhuma grande gravadora, além de ter conquistado Disco de Platina na Alemanha e Disco de Ouro na Polônia e Suíça. Alcançou também o 1º lugar nas paradas de Dance/Eletrônica e Música Clássica da Billboard, além de atingir a 22ª posição no Top 200 da Billboard.
Em abril de 2014, Lindsey lançou o novo álbum, Shatter Me, estreando na 2ª posição na Billboard Top 200. O álbum apresenta 12 novas canções escritas por Lindsey e conta com colaborações da vocalista da banda vencedora de Grammy Lzzy Hale, da Halestorm, e do participante do The Voice Dia Frampton, de Meg & Dia. “Eu realmente mergulhei fundo e deixei meu coração em Shatter Me”, disse Lindsey. “Tudo, das artes até as músicas, compartilha mensagens que eu espero que sejam inspiradoras e ajudem as pessoas a ultrapassarem seus próprios limites”, completou.
Com um milhão de singles vendidos, mais de meio bilhão de visualizações no YouTube, hits entre as primeiras colocações da Billboard e shows esgotados por todo o mundo, Lindsey vai trazer a alegria de seus shows, apresentando-se pela primeira vez para o público brasileiro.
Para a segunda edição da CCXP – Comic Con Experience (www.ccxp.com.br) está confirmada a presença do quadrinista Francis Manapul. Em 2009, Manapul tornou-se o artista responsável pela HQ do Flash, escrita por Geoff Johns e com o personagem Barry Allen no papel principal. Em 2011, ele assumiu a função de co-redator do título junto a Brian Buccellato e, desde 2014, a dupla é responsável pela Detective Comics, revista estrelada pelo Batman.
O artista filipino-canadense também é co-criador da personagem Gazelle, da revista Legion of Superheroes, e já venceu o Joe Shuster Award na categoria Outstanding Artist e o Inkwell Awards na categoria All-in-One. O quadrinista foi apresentador do programa Beast Legends, série de TV do canal SyFy que combinava ciência e fantasia ao mostrar monstros mitológicos que poderiam ser reais e criaturas históricas que poderiam ser mitos.
A CCXP – Comic Con Experience 2015 acontece de 3 a 6 de dezembro no São Paulo Expo, antigo Expo Imigrantes, próximo à estação Jabaquara do Metrô, com atrações de peso e conteúdos para fãs de quadrinhos, cinema, programas de TV, desenhos animados e outras áreas da cultura nerd & geek. Mais de 120 mil pessoas são esperadas nos quatro dias de evento, que terá início das vendas dos ingressos em junho.
Para saber mais sobre o maior evento de cultura pop do país, acessewww.ccxp.com.br
Em maio, chega às bancas e livrarias de todo o País, Penadinho – Vida, sétimo título do selo Graphic MSP, em que quadrinistas convidados reinterpretam os clássicos personagens de Mauricio de Sousa, em seus próprios estilos. Os responsáveis pela releitura, desta vez, são Paulo Crumbim e Cristina Eiko, que construíram uma trama que mescla aventura, humor, romance e suspense, com desenhos lindos.
Na trama, Alminha vai reencarnar. E Penadinho nunca teve coragem de dizer que ela é o amor da sua… morte! Pra piorar, a fantasminha sumiu e precisa ser encontrada até o amanhecer, quando a Dona Cegonha a levará. Os autores reimaginam os personagens criados por Mauricio de Sousa de forma terna, apaixonante e divertida.
O texto de quarta capa da edição é assinado pelo roteirista e diretor Luiz Bolognesi, do ótimo Uma História de Amor e Fúria. Além disso, o álbum traz esboços, a biografia de Crumbim e Eiko e uma matéria com a primeira aparição dos personagens nas tiras de jornais e revistas.
Penadinho – Vida (formato 19 x 27,5 cm, 80 páginas) é uma publicação da Panini Comics e será vendida em bancas e livrarias de todo o Brasil, em duas versões: capa dura (R$ 31,90) e capa cartonada (R$ 21,90).
Não era por menos, já que tinha Madhouse e que seria uma extensão do especial e um dos vencedores do Anime Mirai de 2013, Death Billiards.
Os mortos se divertem?
Então já estou deixando claro que Death Parade FOI o destaque da Temporada de Inverno de 2015, sem nenhuma dúvida.
Até aí ok, mas posso te garantir de que a primeira impressão nos 10 minutos iniciais do episódio debut foi um tanto quanto estranha. E você pode somar a estranheza com a música também!
Fiquei pensando: Uai, como um anime que retrata sobre a morte, a psiquê humana – na maioria das vezes o lado mais podre da pessoa – tem aquele “feeling jackson five na brilhantina”?
O Limiar da Vida e da Morte
Podemos dividir a animação em duas partes, meio a meio: A primeira sem background, com foco nas personagens em julgamento e a segunda com o background, onde os protagonistas são explorados.
O plot da história pode parecer simples no início, algo como: “Duas pessoas serão julgadas a partir de um jogo. O destino de cada uma delas pode ser o Céu (Reencarnação) ou Inferno (Vazio).”
No universo do anime, quando certas pessoas morrem, tais almas são levadas a um local similar ao que seria um purgatório, mas falo SIMILAR mesmo.
Ao contrário do cristão onde as almas são julgadas individualmente e não vão para o inferno, pois passam apenas por uma purificação, no universo do anime a coisa é bem mais arbitrária, onde são sempre duas pessoas, cada uma podendo influenciar na decisão do juiz e cada uma podendo tomar um rumo igual ou diferente da outra.
Essa questão de rumos é uma das formas de se divertir enquanto assiste a animação, pois podemos julgar e tentar adivinhar o destino de X e Y.
Um Drink no Inferno
Apesar de muitos considerarem o QueenDecim uma tortura, o bar todo “irlandês” é bem aconchegante. Tem uma área de aquários, pista de dança, o balcão de bebidas, espaço para jogos e um praticável onde se encontra o piano.
É nele que trabalham o árbitro e barman Decim, de personalidade severa, austero e com um chamativo cabelo estiloso branco e a que considero a personagem mais “forte” do anime, Chiyuki, apresentada como “garota dos cabelos negros” nos primeiros episódios.
O que acontece no bar é que, quando as duas almas chegam pelo elevador, nada da vida passada elas se lembram (apesar de que, caso a pessoa tenha um trabalho espiritual mais elevado, ela pode até se lembrar de ter passado no bar numa outra vez) e muito menos da cena em como morreram.
Conforme a interação com diálogos e jogos vai acontecendo, as lembranças vão florescendo e a personalidade de cada um é exposta.
Para dar um dinamismo para a série, o diretor e roteirista Yuzuru Tachikawa, resolve muitas vezes expor o lado podre da pessoa.
Muitas vezes temos aquela surpresa em que “nossa, ela fez isso? Ela deve ir pro Vazio”, para cinco minutos depois “nossa, a outra pessoa deve ir pro Vazio!”.
Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças
Tem-se algumas questões quanto a memórias e lembranças que podemos falar. A primeira delas é quanto ao choque do Morrer. O quão pode ser pavoroso para a pessoa isso? E mais, imagina só que inusitado seria você morrer, estar em um elevador e se deparar que está num bar.
Que loucura não é? Sabe-se lá quem cuida da lembrança das almas, mas já sabe que manter todas as lembranças da pessoa, não é uma boa.
Outra questão interessante é a “transferência” de memória. Sabemos que os juízes, assim como Decim, recebem as memórias de cada uma das almas que chegam. Será que outra pessoa sentiria as mesmas sensações que você? A construção do Ego se dá apenas pela vivência e lembranças? Seria mesmo capaz, mesmo com nossas lembranças, outra pessoa ser capaz de julgar nossos atos? E mais, Se você tem as mesmas experiências e tais lembranças, como você (se)julgaria em tal ato?
Viva o Agora, pois você irá Morrer!
Um ponto alto para a criação de Yuzuru é a joelhada no queixo que temos com cada um dos episódios. Se você para bem para pensar e refletir, pode extrair diversos elementos que vão lhe fazer refletir sobre sua própria vida.
Um destes elementos é do Memento Mori, que traduzindo de forma bem banal do latim, temos algo como “Lembre-se que você irá morrer”. Esta é uma forma de “alertar” ou incentivar uma pessoa a viver o momento, viver como se você fosse morrer amanhã, dando até pra unir com a célebre frase de Horácio, o Carpe Diem, que popularmente virou Colha o Dia.
Até o momento em que estas expressões são trabalhadas, na última metade de episódios, você – o telespectador – já vai estar mais habituado com as ferramentas que lhe foram apresentadas e a contextualização e entendimento de todo aquele pano de fundo ainda não explorado, começa a fazer mais sentido e algumas peças começam a se encaixar de forma orgânica. Isso é ótimo pra quem não gosta de “tudo mastigadinho” ou “vomitando o ponto de vista do criador”.
Talvez até o fim da animação, suas conclusões, julgamentos e explicações do universo de Death Parade, poderão ser bem diferentes da do seu vizinho ou amigo que assistiu com você. Isso bem interessante, já que, se ao assistir a animação lhe dá a oportunidade de refletir, nada mais natural de também ter a possibilidade de trocar uma ideia com seu parceiro.
A Técnica
O #BELLAN falou, falou e falou…mas e aí?
Death Parade é uma extensão de seu irmão menor Death Billiards e já nasceu com juras de amor por uma penca de fãs. Yuzuru Tachikawa não tem seu espaço como diretor ou roteirista bem definido, e vamos torcer para que o cara continue nesse ótimo trampo junto a Madhouse.
Os 12 episódios fluem de forma “episódica e linear” na primeira metade e difere para algo “episódico e complementar”. Como já dito, depois de ter as ferramentas, os jogos que as almas jogam, ou mesmo explicações e introduções que teríamos com todas as visitas, são colocadas em segundo plano.
Este ritmo flui até que bem, com uma leve caída lá nos episódios 6 ou 7, dando uma revitalizada no altura dos episódios 9 e 10, fechando brilhantemente nos dois últimos episódios.
Se você pensa em acompanhar a série e quer assistir tudo de uma vez, talvez não seja a melhor recomendação. É interessante digerir e refletir sobre cada tema explorado ou cada caso mostrado. Uma dica é assistir de dois em dois ^^
O Julgamento Final
Gostaria de falar sobre cada uma das personagens, cada um dos casos mostrados, mas essa análise ficaria gigantesca. Tentei focar em alguns pontos gerais que a série traz; Eu #BELLAN não gosta de categorizar obras com o gênero “Psicológico“, pois acho que TUDO pode se encaixar aí. Porém, se há uma série que evidencia isso, é Death Parade, e das poucas.
Ainda teremos mais conteúdo para vocês e enquanto isso, se não assistiu, fica aqui nossa recomendação!
Ae galera, a semanal da Shounen Jump acaba de revelar informações spoilers bem bacanudas sobre o novo filme Dragon Ball Z: A Ressurreição de Freeza. A nova forma deus de Goku!
A diferença que temos do filme Batalha dos Deuses é a cor do cabelo, antes vermelha e agora Azul. Será que Goku terá todas as cores de cabelos possíveis? :3
Imagem Divulgação
Outra informação interessante é que já se tem notícia que teríamos 2 níveis desta nova forma no filme, algo tipo SSJ1 e SSJ2, todas com a coloração e aura azulada em nosso guerreiro lendário Z. E já que logo temos um game novo, a nova forma também estará presente no ‘Dragon Ball Z: Extreme Butouden’ para 3DS.
Imagem Divulgação
O filme estreia dia 18 de abril no Japão em 2D, 3D, Imax e no Brasil 18 de Junho, com 120 minutos de duração.
Para os fãs da Sininho e Disney, mais uma novidade da Abril pra gente!
Depois de relançar ‘O Roubo da Coroa das Fadas’, a editora trará pra gente ‘O Segredo de Tinker Bell‘, com ilustração da mesma mangakáHaruhi Kato. A obra estará presente no dia 24 de Abril em todas as bancas do Sul e Sudeste e até o meio do ano em todo o Brasil, por R$ 13,00 e volume único.
O Segredo de Tinker Bell, capa Abril (Imagem Divulgação)
Sinopse: Tudo indica que Tinker Bell, a mais brilhante de todas as fadas, perdeu seu talento mágico de artesã. Ela não consegue mais cumprir sua principal tarefa, que é consertar coisas quebradas. Mas o que estaria acontecendo de verdade com ela? A resposta está envolta em um segredo que remonta ao primeiro contato de Tinker Bell com o mais famoso habitante da Terra do Nunca… Peter Pan! Para os fãs da animação de Walt Disney lançada em 1953, este mangá inédito traz à tona um eventohistórico conhecido por poucos: o dia em que “o menino que não queria crescer” encontrou sua melhor amiga. Aqui estão as raízes da sincera amizade de Peter Pan e Tinker Bell – amizade que acabou comprometida pelo incontido ciúme que a fadinha tinha da menina Wendy.
Um novo título da JBC estará presente nas livrarias e lojas especializadas este mês: Eien no Zero ou Zero Eterno!
A obra é baseada no romance de Naoki Hyakuta e conta com 5 volumes de 200 páginas cada. Para quem quiser saber ainda mais sobre o enredo e curte 2ª Guerra Mundial, tem o filme também, que por sinal sucesso de crítica e bilheteria.
Zero Eterno, capa JBC (Imagem Divulgação)
Sinopse: Kentaro Saeki, um jovem de 26 anos, sente que sua vida está estagnada: há alguns anos reprovando no Exame Nacional de Advocacia, o rapaz sente falta de algo que o faça ter motivação e fazer o “motor” da sua vida funcionar. Até que, um dia, sua irmã o contrata para uma importante pesquisa: descobrir quem foi Kyuzo Miyabe, seu verdadeiro avô, homem que batalhou nos céus da Guerra do Pacífico de 60 anos atrás, pilotando um caça Mitsubishi A6M Zero, e morreu em missão pelo Tokkotai, a esquadra de pilotos suicidas muito atuante durante a Segunda Guerra Mundial. A partir disso, Kentaro vê sua vida finalmente tomar um rumo ao descobrir mais sobre os valores e o modo de pensar de quem sobreviveu a esse passado não tão distante e confrontá-los com o presente que não parece entendê-los.
Como seria sua reação em jogar um bilharzinho logo após de morrer? Creio que não é nenhum spoiler já falar que Death Billiards é um anime onde o julgamento da alma acontece em um um bar, mais especificamente no Queen Decim.
Na verdade, diferente do que acontece em Death Parade, Billiards é simples e direto no que se propõe: Duas pessoas disputarão suas vidas numa partida de bilhar.
Bem Vindo ao Queen Decim
Se você acompanhou os 12 episódios da animação e pretende ver este aqui, bacana! Algumas localidades do andar do bar são mostradas e algumas tomadas em locais revelam mais detalhes.
Se você ainda não acompanhou a série, e for ver. Ok também. Não tem aquela de assistir um primeiro e ver o outro, tanto que este especial aqui se passa entre algum dos episódios da série, talvez entre o episódio 5 e 10.
A animação lançada pela Madhouse em 2013 contém apenas 25 minutos e foi parte de um projeto do Anime Mirai de 2013, onde o governo japonês incentiva produções de jovens animadores.
Para vocês terem uma noção, neste ano pelo projeto, saiu Little Witch Academia e Arve Rezzle. Se for falar em criação, direção e roteirização, tudo por conta de Yuzuru Tachikawa. Guardem esse nome e vamos esperar por mais trabalhos do cara!
O Branco e o Negro
São duas pessoas que atendem no bar: O juiz Decim e a garota sem nome e com cabelos negros (Kurokami no Onna).
Enquanto o garotão de cabelos brancos parece ser uma pessoa mais austera, séria e sem compaixão, a garota é exatamente o contraponto, com suas emoções sempre em evidência.
Se você fosse julgado junto a uma pessoa que nunca viu na vida, escolheria quem para analisar tuas ações?
O Vigor e a Experiência
A animação começa com a chegada de um senhor de idade num elevador. Quando sai, ele passa por um corredor em formato de L e cheio de aquários: Logo ele se dá conta que está em um bar, com características de um pub britânico.
Lá ele encontra um jovem em seu drink – que ele logo pede um – e dois atendentes: Os já citados acima, Decim e a garota de cabelos negros. É nessa que os dois são convidados a jogar bilhar e mais, valendo a vida!
Algumas surpresas acontecem no episódio e isso é bacana, já que mantém o telespectador sempre motivado e interessado no que vem a seguir. Os 25 minutos parecem voar e ao final desta bela trama da Madhouse, você fica com aquele gostinho de querer mais.
No decorrer daquele episódio, algumas perguntas começam a aparecer e aos poucos – mesmo com menos de meia hora – todas elas vão se respondendo. Porquê tais pessoas aparecem por lá? Qual o passado de cada uma ou qual será o destino de cada uma delas.
O Gênero Psicológico
Eu #BELLANnão gosto de categorizar animes como “gênero psicológico”, mas olha, Death Parade/Billiards é um daqueles que se pode encaixar muito bem aqui, já que é exatamente disso que o anime trata.
Como cada pessoa lida com a vida ou mesmo com a morte? Amor, traição, assassinato, perda de um amigo ou amor da sua vida… São diversos pontos que são tratados nesta obra de Tachikawa.
Quanto a questão mais reflexiva, estarei deixando para a análise vindoura de Death Parade que logo estaremos postando.
Enfim, voltando ao bilhar, temos uma animação com menos de 30 minutos onde explora muito bem a psiquê e as emoções humanas. Tudo de uma forma natural e interpretada de belíssima forma pelos seiyuus (dubladores).
Vazio ou Reencarnação
Não tem como NÃO recomendar Death Billiards e Death Parade para você que gosta de uma animação mais profunda e reflexiva, e digo no geral mesmo. Sabe aquela coisa: “Ninguém pode te julgar” ou mesmo “Só Deus tem o poder do julgamento”, isso vem a tona aqui quando você se põe no patamar de um juiz.
Uma dica, se você ainda não viu Death Parade, assista os episódios com um olhar mais analítico e julgue. É bem divertido ^^
Concluindo: Você que fica pensando na morte do bezerra, na vida enquanto toma aquele banho demorado – olha a economia aí jovem – é o anime perfeito pra você. Se busca mais detalhes, assista Death Parade e também nosso Review.
Aposte no destino
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