A mensal Shounen Magazine revelou novíssimas fotos do live action de Shingeki no Kyojin/Attack On Titan/Ataque dos Titãs! O mangá de Isayama terá sua adaptação duas vezes nas telonas; A primeira estreia 1 de Agosto e o segundo 19 de Setembro. Confira as imagens:
O site ANIMELAND fez um post bem interessante com um rank dos 15 mangás mais vendidos entre as três principais editoras: Shueisha, Kodansha e Shogakukan. Algumas regras foram implementadas, onde apenas UM e MAIOR tiragem da série entra na tabela. *Se não, seria só de One Piece, Shingeki no Kyojin e Nanatsu no Taizai*.
Começando o rank com uma surpresa já esperada, One Piece foi desbancado neste primeiro semestre do ano. O grande destaque nesta primeira metade, fica para The Seven Deadly Sins/Nanatsu no Taizai, o novo grande hit de vendas da Kodansha. O mangá vendeu mais de 7 milhões de unidades e conseguiu vender mais que os piratas – até então invencíveis – da Shueisha. Seu ultimo volume lançado somo pouco mais de 700 mil unidades, comprovando que a editora achou sua nova mina de ouro.
The Seven Deadly Sins #14 (Imagem Divulgação)
Como citado, One Piece foi desbancado e digo novamente pois no ano passado, a mesma coisa aconteceu, só que com Shingeki no Kyojin/Attack On Titan. Nesse ano uma diferença bem menos que a do ano passado, pouco mais de 10 mil unidade é o que separa os dois, é um numero bem pequeno mesmo. Mesmo estando no arco mais fraco do mangá até agora, com muita enrolação e muita mais muita enrolação mesmo, o mangá continua vendendo bem, seu ultimo volume lançado chegou a marca mais de 2 milhões e 750 mil unidades vendidas.
Seguindo um pouco de longe os dois primeiros, Ansatsu Kyoushitsu/Assassination Classroom, em 3° lugar no rank. O mangá chego na marca de 5 milhões e 200 mil unidades vendidas, um dos grandes títulos dessa nova leva da Jump, junto com Nisekoi, Haikyuu! e Shokugeki no Soma/Food Wars. Logo na cola temos Shingeki no Kyojin na 4° colocação, com uma diferença mínima de 200 mil unidades para AC.
Fechando o Top5, Haikyuu! com quase 3 milhões e 600 mil unidades, o mangá de vôlei da Jump é uma das grandes promessas. O mangá demonstra ter um grande caminho a ser trilhado na revista, pois geralmente, mangás de esporte são conhecidos por ter uma quantidade grande de volumes publicados. Vamos esperar para que isso não seja prejudicial para a obra.
Naruto #72 (Imagem Divulgação)
Logo depois temos claro duas obras de grande sucesso no Japão e no mundo: Tokyo Ghoul que entra no rank com duas versões – incluindo Tokyo Ghoul:re. O autor optou por mudar o nome depois de um fim chocante e recomeçou com Tokyo Ghou:re. Continuando no rank temos o ninja laranja de Konoha, Naruto, que não podia faltar no que pode ser seu último rank. O mangá se encerrou com 72 volumes, um marco histórico para a revista, editora e pro universo dos quadrinhos.
Outro que terminou recentemente foi Aoharaido, com 49 capítulos e somando 13 volumes ao todo. Atualmente o mangá esta em lançamento aqui no Brasil pela Panini pelo preço de 12,90. Terra Formars aparece no rank com 2 milhões e 300 mil unidades e fechando o top 10 do rank com dois títulos de esportes, Yowamushi no Pedal e Diamond no Ace, comprovando a alta do gênero Esporte nos mangás nos últimos tempos.
Entrando na segunda parte da tabela temos Fairy Tail e Nisekoi vendendo quase a mesma coisa. O primeiro que esta ai com quase 50 volumes ao todo, não é mais o principal titulo da Kodansha em vendas, mas ainda continua firme e forte, o que não o caso do segundo, já que ele é um dos títulos seminovos da Shueisha e com menos de 20 volumes. Nisekoi é um comédia romântica que vem mostrando ser grande em vendas e talvez possa superar Ichigo 100% como mangá de Comédia Romântica mais longo da editora.
Nisekoi #18 (Imagem Divulgação)
Um pouco mais para o meio da tabela Magi, Kuroko no Basket e World Trigger aparecem vendendo na mesma faixa. O primeiro está em transição, mais de 25 volumes e já pode ser comparado com obras mais longas, o de basquete é outro título da Shueisha que terminou totalizando 31 volumes e final satisfatório. Já com World Trigger que se encontra em hiato por conta de problemas de saúde do autor, o que pode dar um tempo para o autor pensar no futuro da obra. *Ou pode colocá-lo sobre pressão da editora.
Terminado rank comentando sobre uma obras que esta me surpreendendo muito positivamente claro tem que ser One Punch-Man, um mangá que eu simplesmente não consigo entender a genialidade simplista do autor, com aquelas quebras de situações que mudam da água pro vinho de uma página a outra; Essa é uma das característica marcantes desse mangá, dosando bem ação frenética e comédia. Finalizando o post, não podemos esquecer de mencionar Owari no Seraph, que com o sucesso recente do anime, vai ganhar um grande boost de vendas neste segundo semestre de 2015.
Otafest é uma convenção anual realizada no Canadá, mais precisamente na cidade de Calgary e já conta com 17 edições. Neste ano, o público estimado foi de quase 9 mil pessoas – recorde do evento – com as presenças do diretor de Excel Saga, Shinichi Watanabe, da seiyuuYui Makino (Sakura de Tsubasa Chronicle e recentemente fazendo a Meiko de Yamada-kun) e da banda UchuSentai:Noiz!
A produção é dividida entre a Warner e a Legendary e conta na direção com Gareth Edwards, que vinha de pequenos trabalhos – perto desse – como Monstros.
Godzilla foi muito bem em sua estreia e na sua bilheteria durante o ano de 2014, o que renderá para o diretor uma continuação programada para 2018, algo que até podemos de nos orgulhar após o fiasco da versão de 1998, protagonizado por Matthew Broderick (Curtindo A Vida Adoidado).
Neste reboot, temos um protagonista em sua “jornada do heroi”, com um começo um tanto morno e até mesmo desacreditado, surpreendendo até o fechamento do filme. Temos também um elenco que não chama a atenção por sua popularidade – a não ser pela presença de Ken Watanabe – mas sim, um elenco que acaba ganhando espaço e força enquanto o filme se desenrola, principalmente com Elizabeth Olsen.
Godzilla (Imagem Divulgação)
Entre Camadas
A trama do filme trabalha principalmente com a perda, no “que você acredita”, provação e superação, demonstrada na própria introdução do longa até mais ou menos a sua metade, onde as monstruosidades começam a aparecer de fato.
O que estou tentando dizer é que, o filme foi um pouco crucificado na questão de que Godzilla aparece pouco ou de que ele tem pouca atuação. Mas isso, deve-se ao fato do próprio diretor – ele fez o mesmo com seu filme anterior – em nos apresentar camadas, dando uma sensação de “degustação” surpresa e mais suave durante todo o filme.
O plot é bem simples, onde temos o protagonista Aaron Taylor Johnsson como Ford, que perdera seu pai – este que perdera sua mulher no início do filme – e embarca numa missão de salvar sua família, cidade e planeta dos ataques monstruosos.
Voltando as camadas, o personagem Ford acaba sendo surpreendido a cada andamento do filme, juntamente com o telespectador. A direção de Gareth tenta cuidar “especulosamente” das imagens que temos dos monstros, numa revelação gradual, ora apresentados numa janela embaçada de um metrô, na tela de uma TV de um cidadão comum, até chegar o momento em que temos uma visão total do rei dos monstros Godzilla. Este degradê visual acaba instigando nossa curiosidade e dando um ritmo rápido para um filme de 2 horas de duração.
Aaron Taylor Johnsson como Ford, em Godzilla (Imagem Divulgação)
A Mundialização de Godzilla
O que mais chamou a atenção no roteiro de David Callaham é que ele desconstrói aquele padrão de: “Produção japonesa? Vamos colocar Japão como centro do mundo” ou “Produção americana? Vamos colocar os EUA como centro do mundo”. No filme aqui, o Japão tem sua importância, a Europa tem sua importância e os Estados Unidos tem sua importância na trama, tudo numa construção crível e baseada em conflitos pós Segunda Guerra Mundial.
Da mesma forma que temos uma construção gradual no visual dos monstros, no protagonismo de Ford, temos também quanto ao perigo iminente que tais criaturas podem ocasionar com a raça humana. No filme, Godzilla é induzido – ou pelo menos os cientistas acham que convenceram-no de alguma forma – a lutar contra duas espécimes aterradoras e gigantescas, denominadas M.U.T.O. (Massive Unidentified Terrestrial Organism), estas que se alimentam de material radioativo, ou seja, mandam guela abaixo uma bomba atômica. Já que a humanidade não consegue dar conta, “vamos” usar Godzilla para detê-los.
Godzilla, 2014 (Poster Divulgação)
Embelezamento Vintage
Com uma trama concisa – e de certa forma simples – temos no pano de fundo, um emaranhado nostálgico com explosões nostálgicas – remetendo até mesmo a alguns tokusatsus – trilha sonora marcante e super condizente com o ambiente e o que mais chama a atenção: O “monster design” do grandalhão, super fiel às produções da Toho, principalmente com o longa de 1954.
Em nossa era de modernidade tecnológica, como criar situações em que a tecnologia não sobressaia e ocupe o espaço do esforço humano? Difícil não é? Dessa forma, M.U.T.O. está no filme para deixar a resposta pra lá e deixar as coisas mais fáceis de trabalhar. Isso porquê os monstrengos inimigos emitem um pulso eletromagnético – danificando ou não – todo e qualquer aparato eletrônico por alguns momentos. Dessa forma, o contexto “analógico” volta à tona no filme, causando novamente o efeito vintage e similar aos filmes clássicos de Godzilla. *Momento bomba-relógio que o diga*
Godzilla, 2014 (Poster Divulgação)
O Rei dos Monstros está salvo?
Sim! O filme tem suas belas particularidades, mas não é perfeito por um motivo: Risco!
Gareth e seus roteiristas fizeram o “feijão com arroz” e não arriscaram muito numa densidade de roteiro ou reviravoltas na trama, mas repetindo, de longe não o faz um filme ruim, mas sim uma boa e fiel adaptação. O desafio virá com a sequência, aí sim, poderemos ver o diretor arregaçando as mangas para entregar o “algo a mais” para nós.
Se colocarmos o filme numa mesa junto com Círculo de Fogo e King Kong de Peter Jackson, diria que ele está no meio deles, com o de Del Toro num patamar acima e o macaco gigante abaixo, já que o filme do símio abusou – e muito – o jeito “aventura” de ser. Aqui não, Godzilla é uma obra sci-fi pé no chão – até onde pode ser – que coloca a humanidade numa terrível submissão ao monstrengo, que até podemos chamá-lo de: Herói.
O maior evento de games do mundo está chegando – a E3 – e já temos alguns nomes confirmados para a mostra. A feira em Los Angeles acontece entre os dias 14 e 18 de Junho, e se formos destacar alguns jogos, temos do lado da SONY com Persona 5, Uncharted 4 e Until Dawn. Já com os exclusivos da MICROSOFT, Crackdown, Fable Legends, Forza 6, Halo 5, Gears of War 4 e o mais esperado do console, Quantum Break!
Já do lado da NINTENDO, temos Mario Maker, Shin Megami Tensei X, Star Fox, Xenoblade Chronicles X e Yoshi’s Wooly World! Não podemos esquecer que teremos diversas surpresas e alguns títulos não podemos colocar aqui se ainda estão como rumor, como no caso do novo jogo da franquia Zelda para Wii U. Sem mais delongas, confira a lista:
Games
Produtora
Plataformas
ASSASSIN`S CREED SYDICATE
Ubisoft
Xbox One, PS4 e PC
BATMAN: AKHAM KNIGHT
Warner Bros.
Xbox One, PS4 e PC
BORDERLANDS 3
2K Games
Ainda não reveladas
BATTLEBORN
2K Games
Xbox One, PC e PS4
BROFORCE
Devolver Digital
PC e PS4
CRACKDOWN
Microsoft
Xbox One
CROSSING SOULS
Devolver Digital
PC, PS4 e Vita
CALL OD DUTY: BLACKOPS3
Activision
Xbox One, PC e PS4
DARK SOULS 3
A ser anunciada
Ainda não reveladas
DEUS EX: MANKIND DEVIDED
Square Enix
Xbox One, PS4 e PC
DESTINY: NOVA EXPANSÃO
Activision
PS4, Xbox One, PS3 e Xbox 360
DISNEY INFINITY 3.0
Disney Interactive Studios
Xbox One, PS4, Wii U, PS3, Xbox 360 e PC
THE DIVISION
Ubisoft
Xbox One, PS4 e PC
DIVINITY: ORIGINAL SIN ENCHANCED
Larian Studios
Xbox One, PS4 e PC
DOOM
Bethesda
Xbox One, PS4 e PC
ENTER THE DUNGEON
Larian Studios
Xbox One, PS4 e PC
FABLE LEGENDS
Lionhead Studios
Xbox One
FALLOUT 4
Bethesda
Ainda não reveladas
FORTINITE
Epic Games
PC
FORZA 6
Microsoft
Xbox One
GEARS OF WAR 4
Microsoft
Xbox One
GUITAR HERO LIVE
Activision
PS4, Xbox One, Wii U, Xbox 360 e PS3
HALO 5 : GUARDIANS
Microsoft
Xbox One
HOMEFRONT 2: THE REVOLUTION
Deep Silver
Xbox One, PS4 e PC
HOLLOWPOINT
Ruffian Games
PC e PS4
JUST CAUSE 3
Square Enix
Xbox One, PS4 e PC
KINGDOM HEARTS 3
Square Enix
Xbox One e PS4
LEGO JURASSIC WORLD
Warner Bros.
PS4, Xbox One, PS3, Xbox 360, PC, Wii U, PS Vita e 3DS
LEGO DIMENSIONS
Warner Bros.
PS4, Xbox One, Xbox 360 e PS3
MAD MAX
Warner Bros.
Xbox One, PS4 e PC
MARIO MAKER
Nintendo
Wii U
MASS EFECT 4
Electronic Arts
Xbox One e PS4
MAGIC DUELS: ORIGINS
Wizards of the Coast
Xbox One, iOS, PC e PS4
METAL GEAR SOLID V: THE PANTOM PAIN
Konami
PS4, Xbox One, Xbox 360, PC e PS3
MINECRAFT: STORE MODE
Telltale Games
PS4, Xbox One, Wii U, Xbox 360, PC, iOS, Android e PS3
Também conhecido como Seiken Tsukai no Kinju Eishou, este foi um dos animes mais populares do começo do ano, e resolvi dar uma bizoiada para ver qual é que era a dele. A animação feita pelo estúdio Diomedéa – que trabalhou recentemente com Kantai Collection – entregou um bom primeiro episódio, adaptado das light novel de Akamitsu Awamura.
Para a galera que acompanhou Absolute Duo e quer MAIS UM do mesmo “estilinho“, pode encarar Seiken Tsukai no World Break sem bronca, pois pode-se considerar bem próximos no quesito “escolar + sobrenatural”.
Vidas Passadas
A história do anime é mais ou menos a seguinte: Uma escola – Akane – reúne pessoas/alunos do mundo todo que despertaram algum tipo de memória da vida passada. Com isso, estas pessoas começam a utilizar uma espécie de poder latente de seu corpo, podendo com isso virar Saviors. Estes, são treinados na arte da luta e magia, dividindo em dois tipos de poderes: Purana e Mana.
Nesta escola, temos o aluno Moroha, que ao contrário da maioria – ou se não todos ali estudantes – recorda-se de VÁRIAS vidas passadas, o que acaba lhe dando vantagem em seu treinamento e luta. Como de praxe de um anime de contexto harem/ecchi, o protagonismo é bem fraco e morno, pelo menos neste episódio e o que dá mais dinâmica para os fatos acontecerem é com a incansável e energética Satsuki Ranjou, que acaba se identificando com Moroha, pois ela acredita que foi sua irmã.
O que esperar?
A proposta de Seiken Tsukai no World Break é bem interessante e se tomarmos como referência este primeiro episódio, teremos uma trama repleta de ação escolar. Para a galera que espera contar mais com cenas ecchi, não há nada que atrapalhe na trama ou mesmo não tem cenas tão quentes; Sinceramente, não consideraria um anime no contexto ecchi – pelo menos por enquanto.
Se você ainda não viu nenhum anime “escolar-genérico-sobrenatural” desta primeira temporada do ano, e for escolher entre ele e Absolute Duo, recomendamos World Break! 😀
Para quem estava com saudade de Tokyo Ghoul, um trailer quentinho do novo OVA está no ar!
Sinopse: Em ‘Tóquio Ghoul: Jack’, um incidente envolvendo um homem devorando um Ghoul ocorre em Tóquio, no 13º distrito. Para buscar a verdade por trás do que aconteceu com seu amigo, o rebelde estudante secundarista Taishi Fura persegue o Ghoul chamado Lanterna com o jovem investigador Kisho Arima. A história segue o investigador Arima e o talentoso investigador Taishi Fura do 7º distrito se encontram pela primeira vez.
A estreia da animação fica para a Temporada de Outono, no fim do ano!