Diferente dos collants que estamos costumados a ver, o novo filme dos Power Rangers traz um uniforme mais futurístico!
A imagem foi revelada pela revista EW e traz todos os cinco rangers, sendo eles: Becky G (Yellow Ranger – Trini), Ludi Lin (Black Ranger – Zack), Dacre Montgomery (Red Ranger – Jason), Naomi Scott (Pink Ranger – Kimberly) e RJ Cyler (Blue Ranger – Billy).
Power Rangers (Imagem Divulgação) – CLIQUE PARA AMPLIAR
Como Rita Repulsa teremos a atriz Elizabeth Banks e na direção Dean Israelite (Project Almanac). O filme estreia em 24 de março de 2017.
A norte-americana Vans em parceria com a japonesa Nintendo, fecharam um acordo para a produção de uma linha de tênis!
Teremos diversos personagens da Nintendo, desde os clássicos como Mario a modelos inspirados em controles, como o do NES (Nintendinho). Além destes modelos, a Vans informou que tem planos para outros personagens – alguém sugeriu Zelda ou Metroid? – e a previsão é chegarem aos varejistas em junho deste ano.
O DVD está previsto para sair no segundo semestre no Brasil. Yu-Gi-Oh! Duel Monsters foi a segunda adaptação animada e exibida em mais de 60 países.
O anúncio veio pela 4K Media Inc. (subsidiária da Konami e responsável pela licenciamento dos produtos da empresa) e as duas primeiras temporadas já estão confirmadas, via Playarte Pictures.
Sinopse: Há 3000 anos atrás, no antigo Egito os faraós e outros líderes egípcios disputavam jogos que incluíam monstros e magia. Esses jogos foram ficando mais poderosos e causaram uma guerra que ameaçou destruir o mundo inteiro. Então um faraó aprisionou o poder em 7 relíquias místicas, marcadas com o olho do milênio. Com o tempo essas relíquias foram se espalhando pelo antigo Egito. Hoje, um menino chamado Yugi Muto ganha de seu avô um quebra-cabeça de ouro chamado Enigma do Milênio, e descobre que é uma das relíquias do milênio. E depois que o monta ganha poderes incríveis, incluindo um espírito que habita dentro do enigma, Yami Yugi, de origem misteriosa. Por outro lado, Yugi é profissional em um jogo de cartas chamado Monstros de Duelo, inspirado nos antigos jogos egípcios, e como as relíquias contém os poderes dos jogos das trevas, tem extrema ligações com eles. Contudo Yugi passa por diversas situações, envolvendo Monstros de Duelo, as Relíquias do Milênio e várias outras coisas.
A dupla de autoras conhecidas por Akira Himekawa divulgou uma nota de que o primeiro volume compilado de The Legend of Zelda: Twilight Princess sairá no dia 24 de junho.
O mangá é uma adaptação do jogo para Nintendo Game Cube – posteriormente para Wii e Wii U – e tem uma grande chance de também sair em outras localidades do planeta, fora o Japão. As autoras adiantam que não podem falara nada a respeito do mangá até que a editora do mesmo, se pronuncie.
O mangá The Legend of Zelda: Twilight Princess começou a ser publicado no dia 8 de fevereiro através do aplicativo MangaONE, da editora Shogakukan e marcou o retorno da dupla após o trabalho com The Legend of Zelda: Skyward Sword em 2011.
Desde a 7ª edição, em 2014, a Brasil Game Show tem sido uma forte aliada dos desenvolvedores independentes de jogos, abrindo espaço para que apresentem suas produções a um público interessado e superior a 300 mil pessoas. Em 2014, 7 indies tiveram a oportunidade de figurar ao lado dos maiores publishers mundiais. Em 2015, a área cresceu e já contou com a participação de 36. Para a próxima BGS, que acontece de 01º (só para imprensa e convidados) a 05 de setembro, no São Paulo Expo (SP), o Pavilhão Indie será ainda maior e terá ainda mais jogos.
A área abrigará 108 estandes, mostrando a força desse mercado e o foco da BGS em fomentar a indústria de games no Brasil. Entre os primeiros jogos indies já confirmados estão ‘Holo Drive’ (PC), do estúdio BitCake, ‘Dino Lost’ (PC), do Supernova Game Studio, ‘Tiny Little Bastards’ (PC, Xbox One e PS4), do Overlord, ‘Lampião Verde – A Maldição da Botija’ (PC e Mobile), do Nars Vera, Black Iris (PC), do Hexa Game Studio, ‘KriaturaZ’ (Mobile), do Messier, ‘Homo Evolutis’ (PC) do Poking Life Studio, ‘Super Button Soccer’ (PC), do Smyowl, uma continuação de Lupy Quest (Mobile), do Too Nerd to Die e A Treta dos Irmãos Piologo (Mobile), da 2Dverse.
O interesse dos indies em participar da BGS se explica: a feira é a maior da América Latina e a melhor vitrine para lançamentos. “Depois que apresentamos Lupy Quest na BGS de 2015, recebemos mensagens vindas até do Japão de pessoas interessadas no game”, disse Alex Barroso, proprietário do estúdio Too Nerd to Die, que este ano pretende levar uma continuação de Lupy Quest, dessa vez em uma nova versão com experiência totalmente repaginada em 3D. Ele conta que a feira gerou até propostas de empresas comercialmente interessadas no game. “Chegamos a ser sondados por várias companhias e distribuidoras quanto à viabilidade de Lupy Quest ser desenvolvido para outras plataformas. A BGS é a chance de mostrar para o mundo o que você está produzindo”, analisa Barroso.
A opinião é compartilhada por Rafael Prado, analista de marketing do Smyowl, estúdio que no ano passado apresentou a versão alfa de Super Button Soccer, game de futebol de botão para PC que terá sua versão final apresentada na BGS 2016. “Nosso estande esteve o tempo inteiro lotado de visitantes que queriam conhecer e jogar nossos games. Foi uma participação muito importante em todas as frentes. Ficamos cara a cara com as grandes desenvolvedoras e com outros estúdios indies, com quem pudemos trocar experiências e, do público à mídia, a recepção foi excelente”, comenta Prado.
A quatro meses da Brasil Game Show, mais de 80 dos 108 estandes do Pavilhão Indie já estão reservados e em breve a área deve estar completa. Para mais informações sobre reservas, acesse AQUI . A BGS 2016 ocorre de 01° a 05 de setembro no mais novo e moderno centro de exposições do Brasil, o São Paulo Expo.
Entre as demais empresas indies confirmadas até o momento estão: Hexa Game Studio, Penski, Poking Life Studio, Supernova Game Studio, Onanim, Wolfb, Flipflop Lab, Bad Minions, Behold Studios, Higher Studio, Arcolabs, ABXY, Estúdio Lune, Messier, Smyowl, Too Nerd to Die, Original VGO, Overlord, Void Studios, Narsvera, Ethereal Flame Studios, Carnarval Game Studio, Sixvisions, Miris Mind, Xplow Studio, Mega City Copter, TDZ Games, Reload Game Studio, Alien Phalanx, Tower Up Studios, Kekis Games, Geek2Geek, Duca Games, P8G Player 8 Studio, Mopix Games, 2DVerse, Mono Myth, Cartoonauta, Dreamkid Studio, Sky Jaz e Raw Studio.
Indie Meeting confirmado para BGS 2016
Pelo segundo ano, os estúdios independentes poderão participar do Indie Meeting, que está confirmado para a BGS 2016. A área é um espaço com plateia onde cada expositor indie fará uma apresentação de seus projetos ao público. “Dessa maneira, o Pavilhão Indie da BGS se firma como o ponto de encontro de um mercado plenamente aquecido, o que ressalta nosso compromisso em apoiar iniciativas com grande potencial e, principalmente, levá-las ao conhecimento do grande público”, analisa Marcelo Tavares, idealizador e CEO da BGS.
Devil May Cry é uma adaptação feita pelo estúdio Madhouse e deve estrear no serviço de streaming no dia 30 de maio.
O anime é baseado no jogo da Capcom e conta com 13 episódios dirigidos por Shin Itagaki (Berserk 2016). Ainda não há informações se o anime será dublado em português.
Sinopse: Dante é um caçador de demônios que está passando por dificuldades financeiras. Ele é contratado para proteger a órfã Patty Lowell, uma garota que herdou uma fortuna de seu pai adotivo. Patty é alvo de pessoas e seres malignos que querem ficar com sua fortuna. Ela também carrega um colar que é a chave para libertar um ser poderoso que pode destruir o mundo.
Bem, quando li a respeito de Re:Zero Kara Hajimeru Isekai Seikatsu, presumi que essa obra seria o típico anime onde o personagem principal é transportado para um mundo de fantasia, formando seu harém particular e usando poderes que as pessoas daquele mundo não podem, então pensei: O que esperar de um plot TÃO batido como esse?
Então meus caros, vocês podem imaginar o quão forte foi o tapa na minha cara, depois de ter visto o belíssimo episódio inicial, um especial com 50 minutos de duração!?
Da loja de conveniência para um mundo novo
A primeira parte do episódio inicial, começa intercalando algumas cenas de um suposto massacre, e de uma simples compra numa lojinha de conveniências 24 horas. Inicialmente, Subaru, nosso protagonista, nos é apresentado de uma maneira bem simples, enquanto lê um mangá, escolhe alimentos de consumo rápido, e não encara com boa reação um casal de jovens apaixonados que passa em frente à loja, o que me fez pensar durante um instante que ele talvez tivesse uma personalidade parecida com o Hachiman de Oregairu. Nos segundos seguintes, somos surpreendidos com a invocação para outro mundo mais abrupta de todos os tempos… Foi literalmente em um piscar de olhos!
A sinopse desse anime não faz jus ao verdadeiro Natsuki Subaru, quando o menciona apenas como um estudante comum. Ele usa um uniforme de educação física como vestuário padrão (tipo o do Yato de Noragami), passa noites em claro jogando videogame e não tem namorada. Podemos presumir então que ele é um hikikomori – Pessoas que se isolam em casa, por não se encaixarem na escola ou no trabalho, e são vistas como sem serventia perante o sistema. Isso explicaria sua reação extremamente entusiasta quando exposto á um mundo novo, com criaturas novas, magia, e todo tipo de clichê que se possa imaginar. Entretanto, as coisas não saem tão bem quanto ele esperava, e ele fica questionando várias coisas. Ele não sabe quem o trouxe para esse mundo, muito menos seu objetivo. Não consegue ler o idioma local, mas consegue entender e conversar com as pessoas daquele mundo. E, aparentemente, não possui qualquer poder que facilite a sua jornada.
Quando achamos que a situação não poderia piorar, Subaru é surpreendido por um grupo de ladrões que exige os seus pertences (um celular sem sinal, um pacote de batatas e um miojo), e mesma a interrupção momentânea de uma loli gatuna não parece ser o suficiente para fazer os rapazes mudarem de ideia. Essa parte é interessante por vários motivos. Nela, podemos ter um vislumbre da força física do nosso protagonista, que mesmo sendo um otaku recluso, alega se exercitar todos os dias, além de “ficar empunhando uma espada de madeira sem motivo algum”, o que justificaria parte da sua resistência. Porém, um dos bandidos carrega adagas, então Subaru começa a ser sobrepujado pelos mesmos, tomando uma verdadeira surra. Nesse momento, somos apresentados a nossa heroína com arquétipo altruísta. Além de linda, a garota visivelmente meio-elfa é uma usuária de magia, e também possui habilidades de invocação de espíritos, possuindo um contrato com um carismático espírito em forma de gato chamado Pack. Com toda essa mana envolvida, é bem óbvio que os bandidos não seriam nenhum desafio, então eles acabam fugindo enquanto Subaru perde a consciência. Quando acorda, ele é questionado sobre um brasão que pertence a garota, porém foi roubado sem que ela sequer pudesse assimilar a aparência do bandido, e então Subaru menciona a garota que passou ali enquanto ele era ameaçado pela gangue.
Tomado por sentimentos de gratidão, e enfeitiçado pela beleza da moça, Subaru se oferece então para ajudar a recuperar a joia de família roubada. A heroína se apresenta como Satella, e a partir dai, uma bela química entre os dois começa a se formar. Durante o episódio, mesmo em uma situação complicada, Satella e Subaru ainda arranjam tempo para ajudar os outros, enquanto reúnem informações sobre o paradeiro da ladra de joias, que descobriram se chamar Felt. Todas as informações direcionam os dois a uma favela no subúrbio do reino, e, supostamente, ao local onde Felt esconderia e comercializaria toda sua mercadoria roubada. Como bom cavalheiro, Subaru se oferece para entrar no esconderijo primeiro, para averiguar a situação, mas é surpreendido por um mar de sangue, um corpo e… Uma bela apunhalada na barriga. Preocupada com Subaru, Satella entra para averiguar a situação, e também acaba sendo morta, nos proporcionando então a oportunidade de ver todo o protagonismo de Subaru em ação, enquanto executa seu primeiro “retorno por morte”. Pelo direcionamento do anime até aqui, seu ponto de tensão durante o primeiro episódio, podemos constatar que aquela foi a primeira morte de Subaru, mas que dificilmente seria sua última.
Começando do ZERO
É difícil imaginar algo como voltar no tempo através de um savepoint, então é extremamente crível que o protagonista também tenha dificuldade em assimilar esses acontecimentos, não pegando de primeira o que está acontecendo ali. E suas tentativas de reproduzir os acontecimentos anteriores durante os episódios, também não dão muito certo, o que pode acabar favorecendo ou prejudicando ainda mais sua jornada.
O anime teve sua estreia no dia 4 de abril, e até o lançamento deste post, já conta com 6 episódios lançados, dos 25 que foram prometidos pelo estúdio White Fox (Steins;Gate, Hataraku Maou-Sama, Akame ga Kill). A staff possuí nomes de peso como Masaharu Watanabe na direção e Masahiro Yokotani, um exímio roteirista especializado na adaptação de light novels. Ainda não acompanho a LN ou os mangás de Re:zero, mas pelo que pude pesquisar, foi feito um trabalho de excelência no que diz respeito a adaptação, sem que fossem cortados diálogos e/ou cenas importantes da obra original, inclusive no que diz respeito as partes de gore da trama. As músicas de fundo dão boa ênfase, sejam nas partes cômicas, de serenidade romântica ou cenas de caos em meio aos combates.
Em suma, tive uma primeira impressão bastante positiva de Re:Zero, e acho que grande parte disso não se deve a sua belíssima execução técnica, mas sim ao desenvolvimento dos personagens. Subaru consegue ser extremamente otimista e determinado, mesmo nas situações mais desesperadoras.
A garota meio-elfa, nossa heroína, não se prende aos padrões moe que vemos nos animes atuais, e mesmo sendo de uma classe claramente superior, não trata Subaru ou qualquer outro personagem com indiferença. Criamos empatia até mesmo por Felt, cujo as ações são justificadas durante os episódios iniciais. A trama de Re:zero é construída através de uma serie de elementos de roteiro como plot twist e cliffhangers que, se bem desenvolvidos, transformarão o anime num hype absoluto, junto com Boku no Hero Academia e etc.
Por trazer personagens tão cativantes, um linear bem trabalhado entre comédia e drama e cenas bem explicitas de morte e mutilação, o anime promete fazer a alegria dos amantes de uma boa animação japonesa, inclusive a minha.
Dragonball Evolution é considerada uma das piores adaptações hollywoodianas de uma obra japonesa e o roteirista Ben Ramsey tenta se redimir com um pedido de desculpas aos fãs.
O filme de 2009 já levantava aquela dúvida desde as primeiras imagens reveladas e conseguiu a proeza de ser o pior live-action avaliado no site Rotten Tomatoes. Em um depoimento recente do roteirista, após 7 anos da produção do filme da FOX, foi dado ao roteirista do fã-filme Dragon Ball Z: Light of Hope, que por sinal, angariou diversas críticas positivas no YouTube.
Abaixo, você acompanha na íntegra o depoimento que estará fazendo parte do livro USA DBZ, Derek Padula, que contará curiosidades da série em território americano e informações nunca antes divulgadas do longa tão odiado, Dragonball Evolution.
“Eu eventualmente sabia que esse dia iria chegar. Dragonball Evolution marcou um momento criativo muito doloroso em minha vida. Pra ter algo com o meu nome e ser globalmente insultado como escritor é de revirar o estômago. Receber mensagens de ódio de todo o mundo é de quebrar o coração. Eu passei tantos anos tentando me tirar da culpa, mas no fim do dia tudo se resume à palavra escrita na página e eu assumo toda a responsabilidade para o que foi um enorme desapontamento para tantos fãs. Fiz o melhor que eu podia, mas no fim do dia eu deixei ‘a esfera do dragão cair’.
Eu entrei nesse projeto atrás de um grande cachê, não como um fã da franquia, mas como um cara de negócios assumindo uma responsabilidade. Aprendi que quando você entra em um esforço criativo sem paixão você sai com resultados abaixo do esperado, e por vezes é só lixo. Então eu não vou culpar ninguém por Dragonball além de mim mesmo. Como um ‘fanboy’ de outras séries, eu sei o que é ter algo que você ama e se desapontar.
Para todos os fãs de Dragon Ball por aí, eu sinceramente peço desculpas. Espero que eu possa fazer isso por você, fazendo algo muito legal e divertido que você vai gostar e que também seja algo que eu sou apaixonado. Esse é o único trabalho que faço agora.
A propósito, Dragon Ball Z: Light of Hope foi incrível! Excelente trabalho, Derek. É o que Dragonball Evolution deveria ter sido.”