Como são curiosos, eles resolvem explorá-la e descobrem os atrapalhados extraterrestres Invas – os seres mais simpáticos da galáxia -, apresentados em um teaser recém-divulgado que você pode ver logo abaixo. Juntos, crianças e ETs vão tentar salvar o mundo de uma terrível ameaça.
Com dublagem de Maisa Silva, de Danilo Gentili e de Rogerio Morgado, o longa tem direção de Ale McHaddo. Produzido pela 44Toons!, o filme estreia em circuito nacional em 2D e 3D, com distribuição da Imagem Filmes.
No ano em que a produção de animações no Brasil completa um século, a diretora Ale McHaddo, da 44 Toons!, lança “Bugigangue no Espaço”, o 44° filme do gênero feito no país.
Voltado ao público infantil, o longa-metragem distribuído pela Imagem Filmes estreia nesta quinta, dia 23, em cerca de 400 salas, a maior abertura de uma animação nacional. Além disso, será o primeiro filme brasileiro a ser exibido com tecnologia D-BOX da Rede Cinemark, levando uma experiência mais imersiva para o espectador.
“Foram cinco anos de dedicação a esse filme. Estou muito contente de poder mostrar ao público um trabalho realizado com uma equipe tão competente e dedicada”, comenta Ale McHaddo. A diretora já havia explorado o universo do filme no curta “Bugigangue – Controle Remoto” lançado em 2010, primeira produção nacional em 3D.
Com vozes de Danilo Gentili, Maisa Silva e Rogerio Morgado, a animação narra as aventuras de sete amigos que se unem a um grupo de alienígenas para salvar o mundo do vilão Gana Golber. Ao longo da trama, os personagens encontram figuras icônicas da cultura pop, como Yoda, Mario, Seu Madruga, ET de Varginha e Chupa Cabra.
A história é embalada pela Orquestra Sinfônica de Budapeste, responsável por gravar as músicas compostas por Alexandre Guerra. O som grandioso é inspirado em clássicos como “Star Wars” e também mescla toques de humor com as harmonias do theremin e da viola caipira. A trilha sonora está disponível para streaming e download nas principais plataformas digitais (iTunes, Deezer, Spotify, Rdio, entre outras) desde o dia 18 de fevereiro.
Alienígenas invadem celulares e tablets
Para quem gostou dos simpáticos alienígenas de “Bugigangue no Espaço”, a 44 Toons! preparou uma surpresa: o jogo “BugiGangue: Planetóides”. No game, os jogadores devem controlar os Invas em um percurso pelo universo, em que pulam de planeta em planeta sempre desviando dos obstáculos.
Trata-se de um jogo infinito de contagem de pontuação, o que significa que sempre é possível quebrar os próprios recordes. Por enquanto, o game está disponível em Android nesse link. Até o fim da semana, também estará no iOS.
Sinopse: Enquanto Gustavinho (voz de Danilo Gentili), Fefa (voz de Maisa Silva) e os demais integrantes do clube Bugigangue estão preocupados com os trabalhos da escola, nem imaginam que em um ponto distante da galáxia o vilão Gana Golber tomou o poder da Confederação dos Planetas, ameaçando a paz do universo. Expulsos da confederação, sete Invas, alienígenas atrapalhados e ingênuos, conseguem escapar ao cerco de Gana, mas na fuga sua nave é danificada e cai na Terra. Logo os Invas fazem amizade com as crianças do clube, consertam a nave e embarcam juntos numa aventura intergaláctica para restaurar a paz do universo.
A Brasil Game Show (BGS) acaba de revelar mais uma atração internacional para sua décima edição, que acontecerá entre os dias 11 e 15 de outubro de 2017, no Expo Center Norte, em São Paulo.
Hector Sanchez, que foi produtor de jogos das consagradas séries Mortal Kombat e Injustice, estará presente em todos os dias do evento, fará uma palestra sobre sua experiência na indústria e participará da área Meet & Greet, onde os visitantes poderão conhecê-lo, tirar fotos e pegar autógrafos sem ter que pagar a mais por isso.
Sanchez gravou um vídeo convidando os gamers para a décima edição da BGS, que pode ser visto abaixo:
Para conferir de perto as novidades da décima edição da Brasil Game Show, os interessados podem adquirir ingressos do segundo lote com desconto de até 38% pelo site oficial www.brasilgameshow.com.br. Dessa forma, os tickets para cada dia da BGS custam R$55 (meia-entrada) e o passaporte para os quatro dias do evento abertos ao público R$165 (meia-entrada).
Além disso, há uma opção de supercombo da BGS + BGC Rio de Janeiro em que o ingresso individual para sábado, meia-entrada, custa apenas R$89, ou seja, R$44,50 cada.
Têm direito ao benefício da meia-entrada aqueles que doarem 1kg de alimento não-perecível na entrada do evento, estudantes, idosos, professores e pessoas com deficiência.
Para acompanhar de perto todas as novidades da #BGS10 e garantir os ingressos, acesse: www.brasilgameshow.com.br.
Como sempre, e discreta, a Netflix disponibiliza seus títulos e foi a vez da animação em computação gráfica, Gantz:O.
Gantz | Filme em 3D ganha trailer completo
No último sábado (18), o serviço de streaming Netflix colocou no catálogo Gantz:O, com opções de legendas em português e áudio original (em inglês também). Ainda não está confirmado se teremos uma versão dublada.
O filme estrou em 14 de outubro no Japão e conta com o diretor-chefe Keiichi Satou (Tiger & Bunny), Yasushi Kawamura (Appleseed: Ex Machina) e roteiro de Tsutomu Kuroiwa (One Piece Film Gold). A produção vem pela Digital Frontier e é uma adaptação do arco Osaka do mangá. No elenco estão Hachiro Oka como Kendo Kobayashi, George Shimaki como Razor Ramon HG e Nobuo Muroya como Razor Ramon RG.
Gantz: O (Cartaz divulgação)
O mangá de Gantz foi publicado na Young Jump (Editora Shueisa) entre 2000 e 2013 e saiu no Brasil pela Editora Panini, entre 2007 e 2014. Além disso, ganhou duas temporadas animadas e feitas pelo estúdio Gonzo em 2004 e dois live-action produzidos pela Toho em 2011.
Com traços da atmosfera dos filmes western, Logan, de James Mangold e Scott Frank, traz inspiração visual e conceitual para o estilo. Ao citar trecho de Os Brutos Também Amam (Shane, de 1953) – que conta a história de um gunslinger que se isola fugindo do seu passado e eventualmente se vê obrigado a utilizar suas armas novamente – não só recebemos uma breve referência direta e uma homenagem, mas uma metáfora do caminho percorrido por Logan (Hugh Jackman).
A história se passa em 2029, ambientada em um decadente futuro distópico evidenciado pelas locações, fotografia e trilha sonora. Mangold explora, de maneira formidável, as perspectivas e cicatrizes – físicas e emocionais – de Logan, inserindo a audiência na pele do personagem. Com a utilização eficiente de takes fechados e em primeiríssimo plano, a produção detalha as marcas, olheiras, olhos vermelhos e o visual acabado, entregue, e com o alcoolismo como válvula de escape de alguém que procura desesperadamente esquecer a dor e a culpa.
O drama de um homem
Esse não é um filme sobre super-heróis, sobre fantasias e super-poderes, não é a história do “Wolverine”. Apesar de conter os elementos, esse é um filme sobre um homem, Logan, e sua resistência em continuar se escondendo e fugindo do passado.
Talvez, o maior inimigo de Logan não seja Donald Pierce e os Carniceiros com suas inúmeras armas, mas sim a transição entre um homem fugindo de seu passado em direção a um presente que envolve cuidar de uma menina de 11 anos e um nonagenário com uma doença cerebral degenerativa, que coincidentemente, possui a mente mais poderosa do mundo.
A empatia com a personagem X-23 é realçada pelas sombras do passado pois o protagonista encontra na garota uma metáfora de si mesmo. Ao longo de seu relacionamento com os personagens, Logan encontra uma nova “família” ao passo que é tragado por responsabilidades e laços afetivos, coisas das quais fugiu a vida inteira.
Um filme definitivo sobre Wolverine
Em entrevista coletiva, Hugh Jackman diz considerar esse o filme definitivo sobre Wolverine. “É um mundo realista e pé no chão (…) não é um filme em que um prédio cai sobre as pessoas e fica por isso mesmo. Quando alguém morre… Elas morrem.”
Esta perspectiva mais realista da narrativa é evidenciada em cena. Dentro do universo da trama os X-Men se tornaram heróis e deram origem à histórias sobre seus feitos. Confrontado por uma HQ, inclusive desenhada pelo próprio Joe Quesada, que narra parte destes fatos, Logan indica que “Talvez um quarto disso aconteceu, e não foi assim (…) No mundo real, as pessoas morrem”. Hugh Jackman compara o sentimento do personagem ao de um veterano de guerra – glorificados por atos heróicos, muitas vezes exagerados, enquanto são consumidos pela culpa das atrocidades que presenciaram.
Cercado por arrependimentos, culpa, violência e tristeza entendemos melhor o homem por trás do herói. A história de um homem criado em laboratório para ser uma arma e que não consegue mais viver com a culpa e o peso. É a visão de alguém que já presenciou tantos amigos morrerem ao longo da vida que a última coisa que ele quer é voltar para a batalha.
Tensão e violência em profundidade
Mesmo não costumando me afetar tanto com filmes, me peguei prendendo a respiração e segurando na poltrona do cinema em diversos momentos, sentindo que estava paralisado junto à cena, apanhando junto ao Wolverine com toda a realidade e humanidade trazida às telonas.
Com uma das melhores incorporações de Hugh Jackman e Patrick Stewart nos papéis de Wolverine e Charles Xavier, observamos atuações densas e que fogem dos padrões estabelecidos para estes personagens. Além, é claro, do destaque para a sensacional Dafne Keen como Laura (X-23), a pequena responsável por boa parte da violência e tensão dentro da trama.
Laura traz toda a fúria e brutalidade que Wolverine tenta tanto esquecer, porém ao mesmo tempo, mostra traços e momentos em que vemos ali uma simples criança, mas que foi forçada e criada desde o nascimento para se tornar uma arma.
Fãs do Wolverine dos quadrinhos podem respirar aliviados. O filme foi feito e pensado para vocês pelo próprio Jackman, juntamente a James Mangold.
E se algum dia você já quis qualquer prova de que adamantium consegue perfurar um crânio e cortar cabeças, ask no more. Logan tem muito material pra estudar.
O passado repleto de aventuras do emblemático mercenário e do Wookiee favorito de todo mundo vai para as câmeras este mês – as filmagens da História Star Wars, ainda sem título, sobre Han Solo começaram oficialmente dia 20 de fevereiro nos Estúdios Pinewood, em Londres.
O filme vai explorar as aventura da dupla antes dos eventos de Star Wars: Uma Nova Esperança, incluindo os seus encontros anteriores com aquele outro desonesto de uma galáxia muito, muito distante, Lando Calrissian.
Primeira foto do elenco de Han Solo (Imagem Divulgação – Disney)
Phil Lord e Christopher Miller são os diretores que copilotam o filme, com um elenco que inclui Alden Ehrenreich como Han Solo, Woody Harrelson, Emilia Clarke, Donald Glover como Lando Calrissian, Thandie Newton, e Phoebe Waller-Bridge, com Joonas Suotamo como Chewbacca.
“Ver pessoas com tamanha inspiração do mundo todo, com vozes tão singulares, unirem-se com o propósito único de fazer arte, não é nada menos do que um milagre”, disseram Lord e Miller. “Não conseguimos pensar em nada engraçado para falar, por que nos sentimos realmente tocados, e realmente com muita sorte”.
Escrito por Lawrence e Jon Kasdan, o filme será produzido por Kathleen Kennedy, Allison Shearmur, Simon Emanuel e coproduzido por Kiri Hart, Susan Towner e Will Allegra. Lawrence Kasdan e Jason McGatlin farão a produção executiva.
Na tripulação da nave estarão alguns dos maiores talentos da indústria, incluindo o indicado ao Oscar por seu trabalho em “A Chegada”, Bradford Young (Diretor de Fotografia), Chris Dickens (Editor), Dominic Tuohy (Supervisor de SFX), Rob Bredow (Supervisor de VFX) e Brad Allan (Action Designer).
Eles vão unir esforços com os membros veteranos da equipe de Star Wars Neal Scanlan (Supervisor Criativo de Efeitos Especiais para Criaturas e Androides), Neil Lamont (Diretor de Arte), Dave Crossman e Glyn Dillon (Cofigurinistas), Jamie Wilkinson (Aderecista), Lisa Tomblin (Cabelos), Amanda Knight (Maquiagem) e Nina Gold (Diretora de Elenco no Reino Unido).
A história Star Wars ainda sem título sobre Han Solo tem data de lançamento prevista para dia 25 de maio de 2018.
Atenção, potterheads! A loja oficial de Harry Potter é atração confirmada durante os quatro dias da primeira edição da CCXP Tour Nordeste, que acontece de 13 a 16 de abril no Centro de Convenções de Pernambuco.
Os fãs do universo criado por J. K. Rowling poderão encontrar camisetas inéditas, colecionáveis e reproduções de peças dos filmes, nacionais e importadas. Além disso, o estande também representa a loja online oficial do universo de Harry Potter no Brasil, que desde o lançamento na CCXP 2016 traz novidades relacionadas a esse universo.
Comic Con Experience 2016 – Foto: Flavio Battaiola/ Galpão de Imagens
“A loja na CCXP 2016 fez enorme sucesso entre os fãs. Queremos replicar essa experiência com os pottermaníacos do Nordeste, trazendo produtos oficiais de Harry Potter à CCXP Tour”, ressalta Ivan Costa, sócio da CCXP.
A CCXP – Comic Con Experience (www.ccxp.com.br) é o maior evento de cultura pop da América Latina e um dos maiores do mundo. A CCXP Tour Nordeste acontece de 13 a 16 de abril no Centro de Convenções de Pernambuco e espera receber de 60 a 80 mil visitantes. Os ingressos estão à venda pelo site a partir de R$ 79,99 (meia-entrada), que podem ser parcelados em até 06 vezes sem juros no cartão de crédito ou à vista por boleto. Para saber mais, acesse:
Há pouco mais de um mês para estreia de Power Rangers nos cinemas, o longa tem seu cartaz final revelado. No material, o público poderá conferir os cinco Rangers em destaque sobre uma pedreira com suas respectivas armaduras.
Ao fundo, o visual dos zords e a icônica frase “É Hora de Morfar”. Com distribuição nacional Paris Filmes, o longa-metragem tem estreia confirmada para 23 de março.
Dirigido por Dean Israelite, de “Projeto Almanaque”, o filme reúne os atores Dacre Montgomery como o Ranger Vermelho, RJ Cyler como o Ranger Azul, Naomi Scott como a Ranger Rosa, Becky G como a Ranger Amarela e Ludi Lin como o Ranger Preto.
O longa traz ainda a vilã Rita Repulsa, interpretada por Elizabeth Banks, e o Zordon (Bryan Cranston).