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Pica-Pau | Live action ganha cartaz nacional

No mês das crianças, a Universal Pictures traz para os cinemas o longa “Pica-Pau” (Woody Woodpecker), produção que apresenta a atriz brasileira Thaila Ayala no elenco. Para adiantar o lançamento, a Universal divulgou hoje o cartaz nacional do filme, que em breve estará exposto nas redes de cinema.

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Com direção de Alex Zamm, de “Os Batutinhas: Uma Nova Aventura”, o longa resgata o personagem que marcou várias gerações em uma produção que mescla live action e tecnologia CGI. Criado por Walter Lantz em 1940, o personagem é protagonista de 166 episódios animados que já foram transmitidos em mais de 155 países e em 105 idiomas diferentes.

Além dos desenhos – atualmente exibidos pela Rede Record, Cartoon Network e Boomerang -, Pica-Pau possui uma área dedicada no resort da Universal na Flórida (EUA) e faz participações especiais em atrações nos parques em Hollywood e no Japão.

No filme, atores Thaila Ayala e Timothy Omundson interpretam o casal Vanessa e Lance Walters – os novos alvos do traiçoeiro Pica-Pau na história. A comédia mostra uma guerra de território entre o pássaro e o vigarista Lance Walters e sua namorada, que estão determinados a construir a casa de seus sonhos, mas para isso têm que derrubar a casa do travesso personagem. A estreia está marcada para 5 de outubro nos cinemas brasileiros.

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Death Note (2017) | Review

Death Note? Filme do Caderno da Morte? Morrer de rir ou de chorar? Ok, trocadilhos baratos a parte, viemos trazer um review com uma pitada de bom humor à lá Suco.

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Antes de mais nada, já deixamos claro que sim, temos plena consciência da enxurrada de críticas em relação ao filme. Eu mesma, particularmente tenho vários “poréns” e ressalvas. Entretanto, vamos fazer diferente. Olhar pelo outro lado da coisa – afinal, há males que vem para o bem, não? Ryuk que o diga :v

Ryuk em Death Note (Imagem Divulgação)

[Ps: Aviso de sarcasmo eminente. Por favor, leia com atenção.]

Primeiro, não consigo não deixar de comentar em como o Ryuk saiu uma mistura de Groot, Freddy Krueger e Cheshire. Sim, um mix bizarro, mas deu para pegar as referências, né? Rs Agora, acredito que ele saiu sim muito tendencioso e um tanto sádico demais para além do que já era. Porém, ainda está dentro do plausível, só americanizado demais haha O espírito trickster dele foi trocado por um meio psicopata, mas vou relevar porque gostei – até que deram um arzinho diferente para ele, mais bicho-papão.

Só que, vamos lá. É muito simples colocar a culpa no “demônio” da história. Oh, coitado do Light. Foi enganado e corrompido pelo deus do mal. Nananinanão. Essa não vai colar.

Ok, vamos esclarecer que a maneira que apresentaram a suposta inteligência e esperteza do Light não foi das melhores. Há outros indícios que ele é inteligente sim, mas eles são muito pouco explorados no decorrer do filme – apenas no final, me arrisco dizer. Agora, de fato, filmes hollywoodianos adoram uma vitimização alheia. Um quê de sentimentalismo. O adolescente que perdeu a mãe recentemente, de uma maneira injusta e cruel; o pai ausente e figura de autoridade ironicamente incapacitada de fazer justiça. A escola então, ao invés de lhe dar apoio, somente intensifica o problema e se torna hostil para ele – mais do que já é suposta nessa fase tão conturbada.

Eis que, milagrosamente, ele recebe um presente. Um poder para fazer justiça, tanto em sua situação desfavorável quanto para seus semelhantes em apuros. Sofredores e vítimas que nem ele. Light, com a melhor das intenções, começa a “corrigir” as injustiças. A começar pelo assassino da mãe. Então, ele sente que finalmente está fazendo o que é correto. É quando, o pobre garoto se depara com sua crush e decide se exibir um pouquinho. A menina, que também se sente perdida e tem suas questões, vê a oportunidade perfeita e se junta a ele – por vezes fazendo a cabeça dele.

Death Note

Ok, acho que já deu para pegar um pouco aonde quero chegar.

Fato é que, assim como o live action de Death Note (2006), o filme da Netflix é uma adaptação. Cabe ao diretor e aos roteiristas decidirem como interpretar e transmitir a mensagem. Enquanto os japoneses geralmente gostam de se manterem fieis as obras com alterações não muito impactantes ou que se distanciem da mesma, Hollywood é conhecida por fazer exatamente ao contrário.

Para além do quê americano e os padrões que já conhecemos, a proposta do filme era imaginar o que se passaria caso a história de Death Note tivesse ocorrido em solo americano, em outro contexto.

Pela trilha sonora e aparelhos telefônicos (rs), podemos supor que se passa nos anos 90 que não está tão distante de quando se passa a obra original (mangá: 1993-2010/ anime: 1996-2013). Sou suspeita para falar, mas até que curti as músicas. As letras encaixam e as vezes dão até um ar tragicômico para as cenas.

Outro personagem-chave muito criticado foi o detetive L. Sou obrigada a admitir que algumas cenas do filme foram desconexas e forçadas, principalmente a sequência referente ao Watari. Porém, acredito que tenha sido uma falha de roteiro e direção, porque no quesito interpretação o ator Lakeith Stanfield está de parabéns. (E olha que sou chata para elogiar alguém.) Sim, L estava vai humanizado, imprudente e alterado. Entretanto, considerando o setting e a proposta, L ganhou um perfil diferenciado e bem colocado. Não foi uma simples cópia da obra original. Sua essência e manias foram preservadas tal como a capacidade de dedução e sagacidade. (Se ainda achar que estou delirando sugiro que assista de novo algumas cenas e dê uma olhada com atenção.

Lakeith Stanfield como L, Death Note (Imagem Divulgação)

Qualquer semelhança não é mera coincidência, mas com um toque diferenciado.

Outro ponto positivo que consegui encontrar foi a atuação e adaptação do pai do Light, James. Quem conseguiu ver um Soichiro Yagami versão ocidental americana levanta a mão? o/ O policial de princípios, que inspirou o filho a ser justo e correto – por mais que esses dois valores tenham sido distorcidos. Bem, me remeteu ao Death Note – The Last Name e acho uma comparação interessante, especialmente a cena final, pai e filho.

O que comentar de Mia? Que ela ofende o nome de Misa Amane? Maybe. Não sei, mas fiquei bem incomodada em como retrataram ela. Inclusive, acho que o papel dela ficou meio perdido ou ela que era perdida demais? :v

Mia Sutton em Death Note (Imagem Divulgação)

Enfim, entre altos e baixos, acho que o filme foi mais do que muitos esperavam e bem menos do que outros queriam. Entretanto, comparando com as demais adaptações que temos de obras japonesas para uma proposta ocidental acho que essa valeu o esforço – ainda que os fãs mais fiéis fiquem um tanto ressentidos. Não teve a batalha de gênios que esperávamos, nem o thriller psicológico intenso. Resta nos conformar com o terror/horror pseudo-gore pseudo-suspense pseudo-romance adolescente.

Para ser otimistas e esperar por adaptações melhores, bora dar 3 copinhos para eles 😀

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Fãs de Star Wars são convidados a ‘encontrar a Força’ num evento de VR sem precedentes para o Force Friday II

Depois do fenômeno global que a Force Friday foi em 2015, a Disney e a Lucasfilm anunciaram hoje o Find the Force, um evento global de realidade aumentada (RA) que acontecerá na Force Friday II (1º de setembro) para comemorar o lançamento mundial dos novos produtos inspirados no “Star Wars: Os Últimos Jedi”.

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A caça ao tesouro em RA versão pop-up tem como objetivo unir fãs do mundo todo na batalha contra o lado negro da força em um evento único de 3 dias, em mais de 20.000 lojas em 30 países. Quando os fãs forem comprar os produtos do filme “Os Últimos Jedi”, eles terão a oportunidade de ativar uma experiência única de realidade aumentada com os personagens de Star Wars, incluindo os favoritos dos fãs e também alguns do novo do filme que aparecerão de surpresa.

“O Force Friday II é um marco importante na contagem regressiva para ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’. Star Wars sempre foi pioneiro em tecnologia e estamos entusiasmados com essa novidade. A realidade aumentada permitirá aos fãs experimentar o universo de uma maneira totalmente nova”, explica Kathleen Kennedy, Presidente da Lucasfilm.

No Brasil, a loja Ri Happy do Shopping Villa Lobos em São Paulo abrirá suas portas (o evento tem início na noite de quinta-feira, 31 de agosto) para que os fãs possam comprar brinquedos e colecionáveis inspirados no novo filme. O evento contará com a presença do androide BB-8 e da equipe do site Omelete que serão os apresentadores do Force Friday II. Um concurso irá escolher o melhor cosplay que, além de ganhar um kit de produtos licenciados, poderá entrar oito minutos antes da abertura da loja.

De 1 a 3 de setembro, lojas no mundo todo convidarão os fãs para “Find the Force” a participar de uma caça ao tesouro em RA. A atividade funcionará da seguinte forma. Primeiro, é necessário baixar o aplicativo Star Wars, que é o ambiente virtual para tudo que se refere a Star Wars. Então, é só visitar qualquer uma das 20.000 lojas para encontrar um gráfico que contenha o logotipo “Find the Force”. Quando o usuário escanear o logotipo usando o aplicativo Star Wars, um personagem de realidade aumentada aparecerá na tela e será possível tirar fotos, gravar vídeos e compartilhar a experiência na mídia social. Diariamente serão colocados novos personagens (15 no total durante os 3 dias do programa). Clique aqui para ver como isso funciona: www.starwars.com/findtheforce.

“Fãs do mundo todo abraçaram a primeira Force Friday, e quisemos criar um evento que fosse tão divertido e épico quanto o anterior para o lançamento dos produtos do novo filme, Os Último Jedi.  Estamos empolgados para que os fãs vejam o que os aguarda nas lojas e mal podemos esperar para que eles conheçam nossa linha de produtos mais inovadora e criativa até agora”, disse Jimmy Pitaro, diretor de produtos ao consumidor e mídia interativa da Disney.

Para mais informações sobre o “Find Force”e para ver um vídeo com instruções, acesse starwars.com/findtheforce

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Seedtown: Mangá Sci-fi nacional chega ao Catarse

Seedtown – A Última Terra Fértil é um mangá seinen de ficção científica no subgênero Dieselpunk que conta a história de Aiko, uma inocente garota que é lançada em um mundo distópico para realizar o maior desejo de seu finado avô: alcançar a última terra fértil e plantar as últimas sementes de arroz do mundo.

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Uma jornada que confrontará seus valores e a apresentará a personagens únicos como o robô Oby, um autômato coletor de lixo radioativo que possui uma falha curiosíssima em sua inteligência artificial.

Seedtown é sobre como Aiko manterá seus valores e essências num mundo que, de tão corrupto e decadente, está lá fora só pra destruir tudo isso. E se essa luta vale ou não a pena.

Sinopse: Aomori, Japão, 2198. A humanidade ainda se arrasta sobre o planeta. Tempestades solares fuzilaram a eletricidade e o consumo desesperado do homem acabou por esgotar a flora e a fauna que, junto a radiação inserida pelos eventos solares, inutilizaram a terra. Não há mais plantações. Não há mais alimentos naturais. A tecnologia é atemporal e movida a KBNNO radioativo, um mineral sintético produzido pelas Industrias Perovski , capaz de produzir energia elétrica. Nesse cenário, Aiko parte em uma jornada rumo à Seedtown, a última terra fértil do mundo localizada no interior do Brasil, para plantar as últimas sementes de arroz cultivadas pelo seu falecido avô, além de enfrentar desconhecidos perigos desse mundo em falência, imoral e desregrado. Porém, alianças inusitadas entre Aiko e personagens curiosos desse novo mundo a ajudarão em sua viagem rumo à manutenção da vida e do que resta da honra e dos valores familiares.

O quadrinista Felipe Fox, de Uberlândia – MG, lançou o projeto no Catarse visando financiar seu primeiro mangá. Esta é sua estreia como profissional e a tentativa de realizar o sonho de ter sua primeira história publicada. Ele apresenta uma produção que envolve técnicas tradicionais de desenho, como arte-final com pena e nanquim, e construção de imagens utilizando modelagem 3D.

O livro tem 160 páginas no formato 13,5 x 20,5 cm em papel Polen Soft 80 g/m2 em PeB e capa em Cartão Supremo DuoDesign com cores 4 x 0 e lombada Quadrada.

Para apoiar acesse: www.catarse.me/seedtown

Apoio básico: R$25,00 (Exemplar impresso + Cartão Postal + frete incluso)

Meta: R$ 5.000

Encerramento da campanha: 01/09/2017 às 23h59m59s

APOIO e + INFORMAÇÕES no link: https://www.catarse.me/seedtown

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Quake Champions | Primeiro Gole

A Bethesda encerrou a fase Beta do Quake Champions e anunciou o acesso antecipado para esse novo título da franquia.

Com a pegada de um novo game para e-sports com campeonatos ativos, o Quake Champions apresenta 11 campeões, vários mapas e muito conteúdo in-game para os antigos e novos jogadores desse shooter em primeira pessoa.

Novidade! 

A novidade desse pré-lançamento é a inclusão do 11° campeão: DOOM Slayer. Para os fãs de DOOM, nada como ter seu protagonista atirando em todos pela frente. Dentre suas características o pulo duplo e a habilidade de Beserker promete destruir seus oponentes em suas próprias mãos!

Quake Chapions será um jogo gratuito em seu lançamento oficial, sem data prevista, mas para aqueles que não querem esperar o “The Champions Pack” no valor de R$ 69,99 (Steam) permite você jogar o acesso antecipado, além de liberar todos os campeões atuais e os futuros a serem disponibilizados, uma Skin exclusiva do Ranger e três relicários (caixas de conteúdo do jogo raras).

Liberado para os beta tester!

Para quem testou o Beta, o acesso antecipado está liberado apenas pelo Bethesda.net e poderão jogar com aqueles que comprarem o “The Champions Pack” além de poder compra-lo para seu conteúdo. Dentre o conteúdo novo apresentado temos:

2 mapas novos (Church of Azathoth e Tempest Shrine, Lore System (itens escondidos que ao coletar todos de um campeão libera um avatar exclusivo), Desafios rúnicos, novas customizações de heróis e chat de voz in-game.

Você está preparado para esse novo desafio?

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LBEE anuncia campeonato de League of Legends em parceria com a Riot Games e a Federação Paulista Univeristária de Esportes

LBEE – Liga Brasileira de Esportes Eletrônicos em parceria com a Federação Paulista Universitária de Esportes e a Riot Games anuncia o Campeonato Paulista Universitário de League of Legends.

Confira também: Cinemark exibe, ao vivo, final do Campeonato Brasileiro de League Of Legends 2017

Com mais de 60 mil Riot Points em premiação, além de Skins exclusivas e ingressos para assistir à final do CBLoL ao vivo em Belo Horizonte, o torneio vale vaga para os Jogos Universitários Brasileiros, maior competição esportiva interuniversidades do País.

Esse é o primeiro campeonato de eSports organizado pela Federação Paulista, que busca oferecer aos jogadores universitários um campeonato de qualidade que possa tanto servir de incentivo para que surjam mais equipes quanto fortalecer as que já existem.

“Isso vai congregar os atletas de esportes eletrônicos com os de outras modalidades esportivas”, afirma  Eduardo Kallel, diretor das conferências regionais da FUPE. “O fato da Federação Paulista Universitária de Esportes e da Confederação Brasileira incluírem os esportes eletrônicos no quadro de modalidades ajuda a fortalecer e oficializar a modalidade”, completou.

Nos Estados Unidos, universidades oferecem bolsas de estudo para jogadores profissionais de eSports desde o ano passado. No Brasil isso começou a se tornar realidade recentemente e, iniciativas como o Campeonato Universitário de League of Legends chegam para somar e fortalecer esse ambiente, mostrando para as universidades o potencial dos eSports e fomentando o crescimento cada vez maior do mercado brasileiro de esportes eletrônicos.

“Estamos muito felizes com a parceria firmada com a FUPE. Esse é apenas o primeiro passo de uma longa caminhada”, afirmou Luis “Chicão” Costa, diretor de projetos da LBEE. “Estimular a prática de esports eletrônicos dentro das universidades é algo benéfico para todos os lados e isso já acontece em cenários mais evoluídos como Estados Unidos e Ásia. Ter algo oficializado e de peso sempre foi a maior dificuldade das empresas quando buscavam fazer torneios universitários e, com o apoio da Federação, conseguimos vencer essa barreira”, completou.

O campeonato é aberto para equipes universitárias de todo o Estado de São Paulo e irá coroar o Campeão Paulista de League of Legends. Além do título e a vaga para os Jogos Universitários Brasileiros, está em jogo 60 mil RPs (moeda interna do League of Legends), ingressos para a final do 2º Split do Campeonato Brasileiro de League of Legends e a tão desejada skin Ryze Campeonato.

Premiação (para cada atleta­):

1º Lugar – 4.800 RP + Skin Ryze Campeonato + Ingresso para a Final do CBLoL + Vaga no JUBS 2017
2º Lugar – 3.200 RP
3º Lugar – 2.400 RP
4º Lugar – 1.600 RP

Para se inscrever no torneio é muito simples. O representante da Atlética deverá acessar o portal da Federação Paulista Universitária de Esportes e cadastrar sua equipe. No caso da equipe não ser vinculada a uma atlética ou departamento de esportes da faculdade, o representante poderá inscrever utilizando um nome fantasia.

As equipes interessadas poderão inscrever até 7 atletas, sendo 5 titulares e 2 reservas. As inscrições vão até o dia 03 de Setembro e custam R$ 29,90 por equipe – apenas R$ 5,98 por jogador. O campeonato acontecerá entre os dias 16 e 17 de Setembro.

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Twitch lança ferramenta de descoberta de conteúdo para Overwatch e Hearthstone

A plataforma social de vídeos Twitch disponibiliza recursos de descoberta de conteúdo para as streams de Overwatch® e Hearthstone®, da Blizzard Entertainment.

Confira também: Aplicativo da Twitch passa a permitir streaming pelo smartphone

Um novo menu ficará disponível no topo dos diretórios dos jogos permitindo aos espectadores filtrar os canais de acordo com o herói escolhido em Overwatch, ou pelo modo de jogo, a classificação do jogador, o número de vitórias e a classe selecionada em Hearthstone.

“Quando recentemente introduzimos opções de filtros para um dos nossos principais jogos de eSports, não apenas tivemos um feedback positivo dos fãs, como também recebemos pedidos da comunidade para ter acesso a ferramentas similares para outros títulos”, afirma JT Gleason, Diretor de Integração da Twitch.

“Uma vez que Overwatch e Hearthstone também estão entre os nossos jogos competitivos mais populares, em que os jogadores usam a Twitch para melhorar suas habilidades ao assistir outros competidores, nos concentramos em melhorar essa descoberta de canais. Nossos filtros facilitam a exploração de aspectos mais amplos da jogabilidade que anteriormente exigiam mais pesquisas”.

Os filtros para os diretórios foram desenvolvidos pelo time do ClipMine, empresa adquirida recentemente pela Twitch com base em sua plataforma de indexação de vídeos baseada em Deep Learning (Aprendizagem Profunda). Como o produto da ClipMine tem a capacidade de traduzir automaticamente informações visuais, incluindo objetos, textos, logos e cenas, em informações de metadados, a plataforma agora emprega sua tecnologia de aprendizagem para analisar o conteúdo de vídeo digital e melhorar sua ferramenta de descoberta.

“As transmissões têm uma estrutura muito rica que tem sido difícil de explorar com o objetivo de habilitar a exploração de conteúdo”, comenta Zia Syed, Diretor de Engenharia da Twitch e Fundador da ClipMine. “Ao empregar a visão computacional e aprendizagem de máquinas desenvolvidas na ClipMine, conseguimos recriar essa estrutura de forma confiável e escalável. Isso nos permite combinar streamers e espectadores de maneira muito precisa, oferecendo novas formas de descoberta de conteúdo na Twitch.”

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Rainbow Six Siege supera a marca de 1 milhão de jogadores cadastrados no Brasil e poderá ser jogado gratuitamente até 27 de agosto

A Ubisoft acaba de anunciar que mais de 1 milhão de brasileiros já curtiram Tom Clancy’s Rainbow Six Siege, jogo de tiro que em menos de dois anos entrou para a história dos games no país.

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Nesse período, o Rio de Janeiro se tornou cenário da expansão Skull Rain, o Brasil passou a fazer parte do circuito da Pro League 2017, e times brasileiros profissionais se destacaram no campeonato mundial do jogo, inclusive com chances de vitória na final, que acontece neste final de semana (25 e 26), na Alemanha. E de hoje, 24, até domingo, 27 de agosto, para mais uma vez mostrar a forte relação com o Brasil, a Ubisoft libera Rainbow Six Siege, totalmente em português, para ser acessado gratuitamente, em todas as plataformas.

“Há um ano e meio, nossa meta era chegar aos 500 mil usuários no Brasil. Agora que alcançamos 1 milhão de jogadores, nosso objetivo é colocar o país no TOP 3 mundial”, diz Bertrand Chaverot, diretor da Ubisoft na América Latina. Segundo ele, o sucesso de Rainbow Six Siege no Brasil comprova o enorme potencial competitivo do jogo. “Os campeonatos de Rainbow Six Siege já se consolidaram no calendário global de eventos de e-Sports e a comunidade brasileira tem sido uma das mais ativas e competentes”, completa Chaverot.

Desta quinta-feira, 24, até às 23h59 de domingo, 27 de agosto, o número de jogadores deve crescer ainda mais. Neste período, o acesso ao conteúdo completo de Rainbow Six Siege estará liberado para usuários de PlayStation 4, Xbox One e PC, que só precisam fazer o download pela PSN, Xbox Live e Steam e começar a se divertir. Durante o período de acesso gratuito ao game, os usuários que quiserem ampliar a experiência de combates táticos letais terão a chance de adquirir Rainbow Six Siege com 50% de desconto e manter todo o progresso obtido até então.

Brasil nas finais da Pro League Season 2

Duas equipes brasileiras representarão o país na fase final da segunda temporada da Pro League de Rainbow Six Siege, o campeonato mundial do jogo, que será realizada entre 25 e 26 de agosto na Gamescom, em Colônia, na Alemanha. Team Fontt e BRK e-sports, campeão e vice da etapa latino-americana, defenderão as cores do país em confrontos contra as melhores equipes do planeta. Todas as partidas poderão ser vistas, ao vivo, nos canais da Ubisoft eSports no Twitch e no YouTube.

Durante as transmissões, o público poderá ver pela primeira vez um pouco da nova expansão de Rainbow Six Siege “Operação Blood Orchid”, ambientada em Hong Kong e que será adicionada ao jogo em 5 de setembro. Entre as novidades do conteúdo extra estão itens de customização e três operadores. Quem tiver adquirido o season pass de Rainbow Six Siege terá acesso a todas as novidades no dia do lançamento da expansão, enquanto os demais usuários poderão curtir o mapa desde o início, mas precisarão esperar até 12 de setembro para desbloquear os novos personagens.

Mais informações sobre Rainbow Six Siege estão disponíveis no SITE OFICIAL.

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