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A.I.C.O. Incarnation estreia em março na Netflix

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A.I.C.O. Incarnation já tem data para estrear no catálogo da Netflix: 9 de março de 2018.

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A.I.C.O. Incarnation é mais uma produção original Netflix com o estúdio Bones (My Hero Academia) e que conta com Kazuya Murata (Suisei no Gargantia) na direção, e deve agradar os fãs do gênero sci-fi.

Sinopse: No Japão, ano de 2035, um acidente conhecido como a “Explosão” ocorre durante um projeto de pesquisa, gerando uma incontrolável forma de vida artificial chamada “Matéria”, que se espalha por todo o desfiladeiro de Kurobe. A cidade, sede da pesquisa antes proclamada como a esperança da humanidade, é então isolada pelo governo. Dois anos depois, a jovem de 15 anos Aiko Tachibana, que perdeu a família no acidente, aprende algo inacreditável com Yuya Kanzaki, um novo estudante em sua escola. Um segredo está escondido em seu corpo, e a resposta para o quebra-cabeça está no “Ponto Primordial” que foi o centro da Explosão. Aiko então resolve se infiltrar na área restrita, escoltada por um grupo de mergulhadores e tendo Yuya como seu guia. Quando um garoto se apaixona por uma garota e tem o destino da humanidade em suas mãos, qual nova verdade será revelada?

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A.I.C.O. Incarnation (Pôster Divulgação)
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Godzilla: Monster Planet chega ao catálogo da Netflix

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E finalmente o longa animado de Godzilla chega a Netflix, com um trailer em português também revelado pela plataforma de streaming (confira mais abaixo).

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Com direção de Kobun Shizuno e Hiroyuki Seshita, roteiro de Gen UrobuchiGodzilla: Monster Planet é uma versão futurista da história dos humanos tentando deter a criatura!

A animação leva a franquia a um território inexplorado – um mundo hostil em um futuro no qual o monstrengo dominou a Terra pelos últimos 20 mil anos, e se aproxima de um fatídico confronto final com a humanidade.

Godzilla: Monster Planet estreou em 17 de novembro no Japão e agora já está disponível no catálogo Netflix.

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Anime Night | Cinemark exibirá Hetalia Axis Powers: Paint It, White!

Hetalia Axis Powers: Paint It, White! será exibido na rede de cinemas Cinemark em 31 de janeiro.

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O longa animado de 2010 faz parte da programação da Anime Night da Cinemark, e mais confirmações e anúncios devem vir em breve.

Hetalia Axis Powers: Paint It White!
Hetalia Axis Powers: Paint It White! (Imagem Divulgação)

Sinopse: A Terra está sob o ataque de estranhos seres e as principais potências do mundo se reúnem para decidir o que fazer. Entretanto, nenhuma delas se entendem e acabam indo enfrentar a ameaça cada uma do seu jeito. Após serem derrotadas, as potências percebem que precisarão se unir para conseguir vencer o inimigo.

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Cardcaptor Sakura: Clear Card (Mangá) | Primeiro Gole

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Cardcaptor Sakura: Clear Card (Imagem Divulgação)

Cardcaptor Sakura (ou Sakura Cardcaptor aqui no ocidente) foi um anime que marcou a vida de muitos garotos e garotas dos anos 90 e começo dos anos 2000.

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Assim como títulos como Sailor Moon, Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball Z, Sakura Card Captors foi um dos primeiros animes a serem adquiridos e reproduzidos nas televisões brasileiras, inicialmente no canal Cartoon Network e posteriormente na TV Globo.

O que muitos não sabem, é que o mangá de Sakura teve uma grande importância no Brasil também. Sendo um dos primeiros títulos nacionais, ainda em seu formato meio-tanko, o título se tornou extremamente popular e rapidamente um dos títulos mais raros por anos!

Quando houve seu relançamento, pela JBC, em uma versão de luxo com maior qualidade, rapidamente os volumes se esgotaram das prateleiras!

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Cardcaptor Sakura Clear Card, Volume 1 (Imagem Divulgação)

O Retorno

Após anos do seu lançamento original (e término) a CLAMP – grupo de escritoras e artistas de obras icônicas como Guerreiras Mágicas de Rayearth, xxxHolic, Chobits e o próprio Sakura Card Captors – anunciou uma inesperada continuação para a história original, chamada: Cardcaptor Sakura: Clear Card-Hen, que retrataria Sakura Kinomoto – a protagonista – no primeiro ginasial enfrentando mais problemas e aventuras mágicas.

Lançado no Japão em julho de 2016 a história gira em torno da protagonista no seu primeiro dia de aula do ginasial, quando – após muito tempo – ela tem um sonho misterioso com uma pessoa coberta e mascarada, nesse mesmo sonho todas as cartas Sakura se desfazem, e quando a mesma acorda e verifica seu livro ela percebe que as cartas estão totalmente transparentes e perderam seu poder mágico.

Syaoran está de volta da China e junto com Kero e Yue, ela terá que desvendar o mistério das cartas, enfrentar novos e poderosos inimigos e ainda ficar boa na câmera com os novos modelitos que Tomoyo preparou para eles.

Para aqueles que leram e acompanharam o mangá original vai ser possível notar muitas mudanças na arte do novo lançamento.

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Cardcaptor Sakura Clear Card, Volume 2 (Imagem Divulgação)

Arte mais proporcional

A arte está claramente mais limpa, não temos mais personagens com membros extremamente desproporcionais (uma marca dos primeiros títulos da CLAMP), além de também haver um maior cuidado com as alturas (nada de adultos de dois metros e crianças de 50cm).

Também há uma infantilização da obra – muitos rostos e formas caricatas bem simplistas contrastando com as artes de capa de cada capitulo que está absolutamente maravilhosas.

Quanto ao enredo não há muito o que se dizer: a história é extremamente semelhante ao mangá anterior, não espere grandes mudanças ou novidades. Como o próprio título da obra diz: a Sakura deve capturar cartas, e é basicamente sobre isso que a obra vai contar (mais uma vez).

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Cardcaptor Sakura Clear Card, Volume 3 (Imagem Divulgação)

Para todos os fãs! 

Para todos os fãs da obra original Cardcaptor Sakura Clear Card-Hen é uma leitura essencial. Apesar de não apresentar nada de muito novo a história é cativante e extremamente nostálgica, a arte tem alguns pontos diferentes do original – mas é muito bonita, e vale a pena cada segundo.

Ainda em lançamento não sabemos o quão longa será a obra, mas iremos acompanhar e esperar – quem sabe – o lançamento da versão BR.

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Rei de Lata | Primeiro Gole

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Rei de Lata, por Jefferson Ferreira (Imagem Divulgação)

Rei de Lata é uma HQ de Jefferson Ferreira publicada no site Smocci, com um nome chamativo e uma arte interessante. Resolvi dar uma olhada.

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A historia começa com uma breve narração sobre o passado desse mundo, estabelecendo o cenário que iremos ver e que os personagens irão interagir, o que é muito bom para series grandiosas com muita informação. Contudo no caso desta, torna-se meio desnecessário, não pelo roteiro mas sim pela identidade visual da serie.

E então somos introduzidos a José, um garoto que se acha rei do mundo e provavelmente a razão pelo titulo, é estabelecido até pelo texto introdutório que as crianças desse mundo possuem poderes e no caso de José – nosso pequeno clone de Magneto – é o magnetismo.

Depois de uma discussão com um “colega de trabalho”, José sai para buscar comida. Nessa busca ele encontra Arthur, outra criança com poderes ou “Herança” como é chamado no mundo deste quadrinho.

Eles tem uma pequeno conflito por comida mas Arthur é resgatado por seus amigos antes da situação escalar para algo mais grave.no final somos introduzidos ao que sera provavelmente o grupo de personagens coadjuvantes da obra e somos deixados para o próximo capitulo.

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Rei de Lata, por Jefferson Ferreira (Imagem Divulgação)

Visual Impactante

Rei de Lata é uma combinação interessante tendo um visual remanescente de animações da Cartoon Network, como Gravity Falls, e roteiro e roupas lembrando Akira, o que gera um conflito para aqueles que conhecem as duas metades.

O que mais me chamou a atenção neste primeiro capítulo é justamente quando ele não se leva tão a sério, a criação de nomes “complexos”, o que na minha opinião se tivessem uma nomenclatura mais simples, seria mais fácil de aceitar.

Uma boa leitura

Apesar dessa breve crítica, Rei de Lata foi divertido e se dividir melhor sua identidade visual de seu roteiro e abraçar algo mais simples e cativante, pode se tornar muito mais interessante – contando que não caia na maldição de ter cem mil capítulos.

No momento a obra conta com cinco capítulos, inteiramente grátis para a leitura no Smocci.

Se você cresceu com Meninas Superpoderosas e achou o filme Akira super valorizado, Rei de Lata dilui os dois e faz uma caipirinha que não te arrama, mas te deixa querendo mais. Vá ler e tire suas próprias conclusões.

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Rei de Lata, por Jefferson Ferreira (Imagem Divulgação)

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Gaby Estrella – O Filme | Review

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Gaby Estrella - O Filme (Imagem Divulgação)

Os filmes infantis normalmente são considerados infantilóides pela crítica, onde esse termo é usado quando o alívio cômico serve para divertir crianças, fazendo do humor um verdadeiro estardalhaço.

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Talvez porque pensam que são crianças e isso irá divertir elas; mas e se o diretor fosse ousado e levasse um filme desse para um nível superior que mesmo assim ficasse a nível infantil?

Pois bem, isso acontece com a série Gaby Estrella, e a fórmula permanece igual no filme, até mais emocionante que na série. coisa que realmente marca de forma positiva a experiência de ter visto esse longa.

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Gaby Estrella – O Filme (Pôster Divulgação)

Vida da Música

Gaby Estrella relata a história de uma garota tentando o sucesso na vida da música. Claramente no filme esse feito foi alcançado, pois segue a série – com uma trama diferente: falando sobre origens, família, amigos e até sentimentos mais fortes como tristeza.

Um patamar que sinceramente não esperava que o longa chegasse, mas foi surpreendente essa ousadia que deu muito mais do que certo, excedendo totalmente as expectativas. Pode não ser a obra mais esperada do ano – mas assim que é bom – pois mesmo aqueles que não assistem a série, irão se divertir e se impressionar com a história.

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Gaby Estrella – O Filme (Imagem Divulgação)

Fora do clichê infantilóide

Em coletiva, o diretor Cláudio Boeckel explicou que queria o filme fora do clichê infantilóide. Ele conseguiu, mas ainda assim havia algumas cenas desse tipo, que pela direção dele, era facilmente removível do filme e provavelmente nem as crianças sentiriam falta.

Além disso, a atriz Maitê Padilha falou sobre a experiência do filme, e de todos os ocorridos, e até improvisos, exaltando tudo, porque é o primeiro personagem da atriz, e vê-lo em uma tela de cinema foi realmente impressionante.

Missão Cumprida

Levantando a bandeira para filmes infantis menos infantilóides, Gaby Estrella está dentro do formato infantil, conseguindo atingir positivamente qualquer idade, e ainda sim, divertir aqueles que forem assistir.

Trazendo várias lições de moral e emoções fortes quando nos referimos a entes queridos, vale o ingresso para mais um filme na lista do cinema nacional que tanto cresce ano após ano.

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Old Boy | Autor falece aos 70 anos no Japão

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A nota de falecimento foi emitida no Twitter oficial da Monthly Comic Bean, revelando que o autor de Old Boy, Caribu Marley, de 70 anos, morrera em 7 de janeiro de 2018.

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Além de Old Boy, Marley também publicou obras como Hard & Loose, Ao no Senshi e Hard Core: Heisei Jigoku Brothers.

Old Boy virou filme por Chan-wook e depois também ganhara uma versão norte-americana por Spike Lee.

Nossas condolências.

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Darling in the FranXX | Primeiro Gole

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Darling in the FranXX (Imagem Divulgação)

Lançado no dia 13 de janeiro, na Temporada de Inverno 2018, Darling in the FranXX é um anime da A1-Pictures com a parceria da Trigger, dois estudos de peso, que já trouxeram para o mundo dos animes grandes obras como Sword Art Online e Kill la Kill, respectivamente.

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Darling in the FranXX é um anime shonen original, e se trata de ficção científica com mechas. O diretor é Nishigori Atsushi, que já trabalhou em animes como Evangelion, FLCL e Tengen Toppa Gurren Lagann, na parte de animação, mas dá para imaginar que ele tem bastante noção de ficção científica. O anime tem a previsão de 24 episódios, e sai aos sábados na Crunchyroll.

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Darling in the FranXX (Imagem Divulgação)

Evangelion + Pacific Rim?

Darling in the FranXX se passa em um futuro distante do nosso, onde a Terra que conhecemos não existe mais, e a humanidade criou uma colônia em uma cidade que é móvel. Os humanos são ameaçados por inimigos chamados Kyoryu, que aparentemente são monstros gigantes (é o que deu para perceber no primeiro episódio).

Para defender o povo, crianças são escolhidas e treinadas para pilotar robôs gigantes, mechas, chamados FranXX. Cada FranXX é pilotado em dupla, e quem não consegue pilotar, é levado a algum lugar, e deixa de existir. Essas crianças são chamadas por códigos compostos por números, e entre si, elas criam nomes umas para as outras.

No primeiro episódio já temos um vislumbre dos personagens principais, secundários, do inimigo, e do mais esperado, os FranXX.

Os principais mais focados nesse anime são Hiro (Código 016) e Zero Two (Código 002). Hiro já foi considerado um garoto prodígio, mas cometeu uma falha, e perdeu seu posto como piloto, junto com sua antiga parceira.

Antes de partir para o lugar onde, provavelmente, deixaria de existir, um inimigo surge, e ele se vê na necessidade de ajudar seus colegas. Ao que deu para perceber no primeiro episódio, ele terá um grande foco no anime, e acredito que vá evoluir muito, pois até então, não parece ser tão poderoso.

Zero Two é o charme do anime. Sua aparência exótica, com chifres na cabeça, e seu jeito maluco já a torna a personagem mais interessante do anime. Com sangue de Urrossauro (um dos monstros gigantes inimigos), ela tem a fama de ser a devoradora de parceiros, já que nunca fica com um por muito tempo. É meio selvagem, e não tem medo de lutar.

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Darling in the FranXX (Imagem Divulgação)

Harmonia

Os dois personagens claramente foram feitos para ficar juntos, que é comprovado no final do episódio quando pilotam o FranXX da Zero Two em parceria, e conseguem lutar em harmonia e destruir o monstro.

Acho que o balanço dos dois é perfeito, e um ensinará coisas para o outro, e forçará o outro a fazer coisas que normalmente não fariam. Será um desafio para ambos, mas acredito que os tornará mais fortes que muitas duplas.

O primeiro inimigo que aparece é um Urrossauro, e tem semelhanças com os dinossauros, mas não parece ser feito de carne e osso. Deu a entender que ele possui um núcleo vital, então se alguém o destruir, ele para de se mover. Provavelmente explicará mais para frente como isso funciona.

O cenário é, ao mesmo tempo, distópico e tecnológico. Enquanto não há nada praticamente na Terra devido às guerras, a cidade móvel já se encontra em melhores situações, parecendo ter uma tecnologia mais avançada.

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Darling in the FranXX (Imagem Divulgação)

Um dos melhores animes da temporada?

A animação se mantém em boa qualidade, até mesmo durante as lutas, o que é um ponto positivo. O traço não é tão diferente ou inovador, mas é bem bonito. O FranXX que aparece no primeiro episódio é incrível, e depois da sua transformação fica mais legal ainda.

Depois de assistir aos seus previews, Darling in the FranXX se tornou o anime que eu mais fiquei empolgada para essa temporada. Fora todo o staff do anime e os estúdios incríveis, a história parece ser muito promissora e viciante. Tanto que acabou o primeiro episódio e eu queria mais.

Para quem gosta de ficção científica, luta entre robôs e monstros gigantes, aposto que esse anime será um prato cheio. Se conseguirem construir bem os personagens e esse mundo, esse anime estará disparado na frente dos outros animes da temporada.

 

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