O mangá de 7 volumes Nausicaä do Vale do Vento (Kaze no Tani no Naushika), de Hayao Miyazaki, ganhará uma adaptação no teatro Kabuki através da empresa Shochiku Co.
O ator de kabuki Onoe Kikunosuke V será o personagem principal, enquanto Nakamura Shichinosuke II será a Princesa Kushana.
As performances começarão em dezembro deste ano de 2019, no Teatro Shinbashi Enbujo. Esta será a primeira vez que uma obra de Miyazaki será adaptada para o teatro kabuki.
A peça será baseada no mangá, que foi publicado de 1982 a 1994, e que teve um filme em 1984.
Undertale definitivamente teve um impacto significativo na minha vida, para melhor. Toda a mensagem que o jogo traz junto com os personagens marcantes e uma trilha sonora que faz qualquer um lacrimejar.
Desde que terminei Undertale, acabei ficando “órfão” do jogo. Joguei vários jogos extremamente lindos e com mensagens tão bonitas quanto, mas eles não me impactaram da mesma forma. O que mais trazia “dor” para meu coração era saber que não teria uma sequência, uma prequel então? Totalmente improvável.
E sem sombras de dúvida, eu queria MUITO algo naquele universo, nem que fosse um Spin-off. Então, no fatídico dia 30/11, o criador de Undertale, Toby Fox, postou algo peculiar no Twitter.
Um dia depois desse tweet, o twitter oficial de Undertale soltou a demonstração do mais novo jogo de TobyFoxy, chamado de Deltarune.
Eu, como um fã assíduo de Undertale, não poderia deixar de jogar isso, muito menos escrever minhas impressões sobre o jogo!
Rostos familiares, histórias diferentes.
É muito bom ver como ele aproveitou as coisas que marcaram Undertale, desde a fonte da letra, até o design dos personagens, tanto os antigos, como os novos.
O jogo começa com uma “criação de personagem”, que nos surpreende a princípio.
Isso deu a entender, pelo menos numa gameplay inicial, que nosso personagem é Chara, o primeiro humano que caiu nas ruínas, que aquela customização é a criação do primeiro humano caído.
“Nossa, que maravilha! Então é uma prequel!”
ERRADO, MEU CARO CONFRADE.
Nós assumimos o controle de Kris, um humano que vive em meio aos monstros, que vivem em harmonia na superfície.
DeltaRune não tem relação direta com Undertale, recebemos a demo de um Spin-off da franquia! Isso é bem interessante, já que uma história totalmente nova pode ser explorada, usando personagens já existentes.
Claro, nosso “Titio” Toby Fox não deixaria os mundos totalmente desconectados, existem diversas formas de ligar Undertale a Deltarune, principalmente no ponto “traçar paralelos”.
Durante a primeira cena, Toriel (personagem muito conhecida da franquia) acaba acordando Kris para ele ir para a escola. Ela também menciona que Asriel, seu irmão, iria visitar eles no final de semana.
Sim, Asriel está vivo nesse universo paralelo!
Kris acaba chegando atrasado para a aula, inclusive uma personagem bem conhecida de Undertale é a professora, no caso, a Alphys.
Por ter chegado atrasado, acabamos ficando sem um colega para formar dupla, então, um novo personagem aparece!
Susie.
Ela tem uma aparência similar a um cavalo, mas com um corte de cabelo “emo”, impossibilitando a visão de seus olhos. Quando ela aparece, todos na sala imediatamente ficam com medo.
Alphys manda os dois irem pegar giz de lousa, mas ao entrar no closet, ambos acabam sendo mandados para um mundo completamente diferente.
Um mundo de trevas e luz!
Ao serem enviados para esse mundo, novos personagens e um novo design de nível é apresentado! Tudo encaixando perfeitamente com o clima desse novo jogo, mesmo que o universo seja de Undertale, consegue inovar em cima da proposta.
Ao explorar o mundo, acabamos encontrando Ralsei, o príncipe daquele mundo, que conta o que devemos fazer para voltar para casa.
E a forma que é contada…
Eles contam da mesma forma que o início de Undertale conta, através de pinturas, como se fossem de um livro, junto a um texto.
Fez escorrer uma lágrima, admito.
A sua missão, além de voltar para a casa, é selar a Fonte das Trevas, onde emana uma energia maligna que destruirá o mundo. De acordo com Ralsei, apenas um humano, um monstro e um príncipe conseguiriam selar aquilo.
Um jogo dedicado aos fãs de Undertale
Além de um enredo único, as músicas, level design e sistema de batalha estão novos. Inclusive, algumas músicas são remix de músicas de Undertale, o que não deixa de ser excepcional, já que o trabalho de mixagem do Toby Fox é sempre impecável.
O sistema de batalha continua com a opção de Spare, mas diferente do seu antecessor, onde a luta era individual, agora ela é em grupo. Você vai andar a demo intereira junto a companheiros, que formaram sua equipe. Cada um pode agir da maneira que bem entender, de acordo com o comando que você dá. Sem falar que a batalha tem uma visão diferente agora, sendo bem parecida com Final Fantasy e Chrono Trigger.
Deltarune contém um gameplay de 3 a 4 horas, bastante tempo de jogo, principalmente por se tratar de uma demonstração.
Quanto menos você souber do que acontece nessa demonstração, melhor será sua experiência. Como foi algo recente, não pretendo trazer uma review completa da história e dos sistema de batalha em geral, já que pode ser um grande spoiler, porém jogue sem medo, o jogo foi feito com muito esmero para os fãs. (Sim, eu já terminei a demo).
Infelizmente, não temos uma data de lançamento para o jogo, o próprio Toby diz que o processo de criação dele será bem lento, esse foi o motivo dele ter soltado a demonstração, para começo de tudo. Ele precisava que alguém visse e falasse como estava ficando esse novo projeto. Eu imagino o quão ele deve estar se pressionando sobre, afinal, Undertale teve um impacto gigante, sempre tem o risco dos fãs acharem o jogo “meh” comparado ao grande sucesso, não deve ser algo fácil de lidar.
Mesmo assim, ele passou tempos dos últimos anos, desde o lançamento de UT, trabalhando nessa demonstração, que ficou extremamente bem feita! Com uma ambientação incrível, personagens carismáticos, trilha sonora impecável e muitas teorias e dúvidas quanto ao universo em geral.
É muito bom ver Undertale voltar a ser comentado, Deltarune realmente reacendeu a chama do jogo.
Eu confio que Toby dará um game a altura para nós, com uma proposta e história diferente, mas com a mesma graciosidade de Undertale.
Quando se tem o sucesso nas mãos, mudar a fórmula pode ser considerado um erro ou uma ousadia, depende do roteiro e da mão do diretor.
Nunca na história do cinema mundial um estúdio esfregou em nossas caras a enorme cobiça dentro de seus corações, não por perder a mão, por atuações ruins ou roteiro fraco, mas por entregar literalmente a mesma coisa com uns inserts sem graças e galhofas como se não tivesse piadas o suficiente, Era uma Vez Deadpool consegue acertar como Deadpool 2, mas isso é o óbvio do óbvio.
Era Uma Vez Deadpool (Pôster Divulgação)
Cenas Extras
Deadpool 2 com poucas cenas diferentes, isso resume o que é esse filme, por ser igual, não há surpresas, mesmo com as cenas acrescentadas, estará pagando para ver o mesmo filme que foi lançado no primeiro semestre de 2018, as mesmas genialidades e pontos fracos do filme podem ser destacados na review de Deadpool 2.
A Fox já fez a versão preta e branca de Logan, e por incrível que pareça, se mostrou muito melhor do que o filme em cores, parece um absurdo, mas foi um tempero para o tipo de história apresentado, essa genialidade passou a anos luz de Deadpool, apesar de ser uma referência, a mesma não faz grande diferença e o único destaque está no próprio filme de Deadpool 2, ao mesmo tempo que a diversão permanece, a questão fica: Era realmente necessário fazer esse filme? Pareceu muito mais uma jogada para lucrar às custas de um filme que já foi apresentado antes.
Era Uma Vez Deadpool (Imagem Divulgação)
Uma nova oportunidade de ver Deadpool 2?
Era uma vez Deadpool não erra em seu desenvolvimento, o que seria difícil, mas entregar o mesmo filme não passa de marketing barato, chega a ser desapontador, e de certa forma ofensivo, a ponto de pedir o dinheiro de volta, é preferível comprar o DVD/Blu-ray desse filme ou esperar ele passar nos canais fechados.
Se for para rever, que seja Deadpool 2, a venda desse filme se baseia no próprio Deadpool 2, e isso de certa forma se mostra uma tristeza inesquecível.
Um dos maiores e mais importantes festivais de k-pop do mundo, o SMTown, desembarca em Santiago, no Chile, neste mês de janeiro de 2019.
Datado para os dias 18 e 19, o evento reúne artistas da SM Entertainment, a maior empresa de música da Coréia do Sul, bem como responsável por grandes grupos k-pop da atualidade.
DICA: Quem é que vai para o SMTOWN no Chile? Para dicas de como comprar, hospedagem, passagem aérea e passeio, o KoreiaIN fez uma matéria bem batuta que vai te auxiliar. Confira AQUI.
Poderia ser mais uma grande produção nacional, rasgar elogios para o cinema brasileiro, mas não é todo dia que se acerta.
Às vezes a preguiça domina a criatividade e copiar quase que por completo os padrões norte americanos para uma comédia romântica se mostra cativante, com isso a história fica tão genérica que sobrepõe pontos que merecem um destaque maior. Esse é Minha Vida em Marte, um filme que preferiu ser uma cópia abrasileirada do que se mostrar original e desvinculada a comparações norte americanas.
Engraçado, Espontâneo e Funcional
O arco de uma comédia romântica começa com aquela famosa cena do casal se conhecendo de forma engraçada e espontânea, clichê mas funcional para trama, porém esse filme traça um caminho inverso.
Dessa vez, o centro da trama é o divórcio, e com isso temos uma comédia romântica às avessas, isso nos coloca em um novo mundo, um humor que se sabe o quanto será escrachado, mas que caminha para outro caminho do que é comédia romântica.
Ao invés da construção, temos uma desconstrução de romance, de vida perfeita de casados, a crise matrimonial que resulta no divórcio, trazendo nesse caso, o lado da mulher, a linda Monica Martelli mostrando sua sensualidade sem medo de ser julgada, e muito mais importante, seu talento para uma protagonista que se desenvolve do quebrado ao amadurecido, uma cinquentona que merece todo o respeito e aplausos não só por sua carreira, mas pelo seu papel em Minha Vida em Marte, uma trama completamente sem graça e monótona, mas que Monica carregou nas costas facilmente.
Minha Vida em Marte (Pôster Divulgação)
Potencial
Esse filme tinha tudo para ser uma comédia bem sucedida, mesmo com o humor escrachado que desenvolve a trama, porém já temos alguns filmes do gênero comédia romântica, mas dessa vez a semelhança com os Estados Unidos estava tão exposta que lembrou muitos filmes norte-americanos.
Isso nos tira por completo da trama da mulher pré divorciada, misturar elementos de pessoas tristes com a separação e tentar se distrair com viagens e experiências com as amigas parecia uma forma belíssima de desenvolver a história, trazendo todo aquele ambiente brasileiro que conhecemos, até mesmo se a cena se passar em Nova Iorque, que é o caso: a personalidade do brasileiro está nítida nos personagem mas não em cena, a história se desenvolve escalando junto com as piadas, e por ser um humor extrapolado, a sustentabilidade da história é frágil e facilmente cai em um arco cansativo e pastelão, a ponto de ignorar a mensagem de amadurecimento do filme, a importância dos amigos e o recomeço de um fracasso amoroso.
Vale lembrar na perda total da alegria e risadas que o filme gera, tudo por manter um padrão americanizado que te tira da realidade do brasileiro, seja ele de classe alta ou baixa, o filme se mostrou mais estados unidenses do que brasileiro.
Teoria e Prática
Minha Vida em Marte se mostra genial e incrível na teoria, porém um fracasso na prática, uma forçação de comédia que nos tira por completo da história pelos seus padrões norte americanos em roteiro, conseguiu estragar o talento mostrado de Monica Martelli.
Uma comédia que traz mensagens motivacionais, e uma história divertida que te arranca muitas risadas, mas falhou em desenvolvimento e se mostrou mais uma comédia romântica norte americanizada que incomodará demais quem estiver assistindo.
Já pensou em ganhar um jogão neste começo de ano? É isso mesmo! O Suco de Mangá em parceria com a Nuuvem, que cedeu as chaves do jogo, está sorteando três títulos: Assassin’s Creed: Odyssey, Dark Souls III e Darksiders 3!
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O ano de 2018 foi marcado por uma das temporadas mais fracas para o gênero terror, colecionou fracassos e decepções que deixou o público na mão. O último suspiro seria o novo filme da Sony, Cadáver.
Produzido para esse ano, sem nenhuma expectativa por causa de um trailer de dois minutos e meio, o longa se mostra mais profundo do que aparenta, porém necessita de uma interpretação maior do que está sendo visto, tirando um pouco do gênero terror que ele deveria ser.
Cadáver (Imagem Divulgação)
Sem delongas
O filme não veio para enrolar, a primeira cena já mostra um exorcismo rápido e pouco desenvolvido para explicar a origem da assombração e seus poderes, a partir daí o roteiro já caminha para a protagonista alvo dessa assombração, a qual sua origem se mostrou um dos pontos mais fortes: uma ex policial que falhou em uma missão, perdeu seu parceiro e agora é atormentada pela culpa e ainda sofre de ansiedade por causa de remédios controlados que eram do ex namorado.
Um nível quebrado de personagem que foi bem além para uma protagonista de um filme de terror, conseguiu apagar quase que por completo os outros personagens.
O ambiente do filme é clichê, porém perfeito, um necrotério onde habita um corpo o qual o exorcismo não foi terminado, não precisa de mais nada para fazer o público já ficar aflito e começar a pensar em tudo que pode acontecer nesse cenário, tanto que os preparativos que precedem o susto foram geniais, com sombras em câmeras, portas das gavetas de corpos que não fecham e até a luz que funciona por sensores, tão certeiro que salva os pontos fracos do filme.
Cadáver (Imagem Divulgação)
Assombração Cadavérica
A assombração divide opiniões, ela se move de forma macabra pelas paredes e nas sombras. Isso convence a ponto de você se encolher na cadeira, com a cara coberta pelo cabelo ensanguentado e vultos rápidos vistos em cantos de telas, deixa aflito com a criatura preparada para atacar.
O que ficou questionável foi os poderes telecinéticos dela, um tanto exagerado e forçado, pois ela estava funcionando com vultos que precede o ataque e movimentos sinistros, mas quando aparece de vez, apenas te dá um susto momentâneo e começa o uso dos poderes exagerados, que apagou toda aquela aflição causada em cena.
Porém esse filme traz uma reflexão muito mais profunda, o fato do demônio da trama apenas possuir pessoas depressivas e ansiosas, doentes mentais que mostram a fraqueza emocional e racional, a vítima perfeita para possuir, e como a protagonista sofre de ansiedade, a criatura sempre foi atrás dela, pois a menina possuída têm um explicação no meio da história, a qual também sofria de depressão, a personagem principal tomando coragem para enfrentar o demônio mostra a sua vitória contra a ansiedade e a depressão, uma mensagem muito importante que reflete sobre uma doença que tem dominado aos poucos a nova geração, importante porém esquecida pelo gênero terror, pois é uma cena muito breve.
Cadáver (Imagem Divulgação)
Atingindo seu objetivo
Cadáver não é o melhor filme de terror de 2018, muitos menos um dos melhores já feitos, mas atinge seu objetivo no limite, com fotografias escuras e criatura macabra que cria toda a agonia e pavor do ataque da mesma.
Mesmo que seja quase que um super poder mutante, ainda sim os sustos funcionam e alcança a média a ponto de concluir de que Cadáver cumpre muito bem o seu papel!
Uma das maiores redes varejistas do país, a Saraiva, revelou a lista dos livros mais vendidos em 2018, no período entre 1º de janeiro a 12 de dezembro, englobando TODAS as categorias, e títulos comercializados em lojas físicas e digitalmente.
O destaque ficou para “A sutil arte de ligar o f*da-se”, auto ajuda de Mark Manson liderando a lista, seguido por “As Aventuras na Netoland com Luccas Neto”, e o “O poder da autorresponsabilidade”, em terceiro lugar.
1º) A sutil arte de ligar o f*da-se (Editora Intrínseca), Autor: Mark Manson
2º) As Aventuras na Netoland com Luccas Neto (Editora Nova Fronteira), Autor: Luccas Neto
3º) O poder da autorresponsabilidade – a ferramenta comprovada que gera alta performance e resultados em pouco tempo (Editora Gente), Autor: Paulo Vieira
4º) O Milagre da Manhã (Editora Record), Autor: Hal Elrod
5º) Seja Foda! (Buzz Editora Ltda.), Autor: Caio Carneiro
6º) O Poder da Ação (Editora Gente), Autor: Paulo Vieira
7º) Felipe Neto – A Vida por Trás das Câmeras (Editora Nova Fronteira), Autor: Felipe Neto