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Novo teaser do longa Human Lost

 

O canal do youtube TOHO Animation lançou na última quinta feira (02/05) um novo teaser da animação Human Lost, baseado no livro Declínio de um Homem de Osamu Dazai.

Human Lost ficará a cargo da Polygon Pictures e seguirá os passos de projetos anteriores como Blame!, anime com uma vibe cyberpunk feito com CGI. Confira o novo teaser:

Além de descobrirmos um pouco mais da história com esse teaser, foi revelado também quem irá dublar a voz original do personagem principal no Japão. Mamoru Miyano dará voz a Yozo Oba, conhecido por muitos por ter dublado Yagami Light de Death Note e Death the Kid de Soul.

Human Lost tem previsão de estreia para a primavera deste ano, distribuído no Japão pela TOHO Visual Entrertainment e mundialmente pela Netflix. A direção do filme é de Tow Ubukata (Ghost in the Shell), com roteiro de Yuusuke Kozaki (Bubuki Buramki) e animado por Polygon Pictures (Blame!).

Assista também o primeiro teaser lançado:

Ainda sem sinopse oficial leia a descrição da Amazon do livro no qual o anime é baseado: 

Sinopse: O livro conta a história do autor, por meio do personagem alter ego Yozo – um jovem estudante provinciano que tenta sobreviver na capital Tóquio – relata em primeira pessoa diversos episódios sobre as hostilidades da vida que ele tem de enfrentar. Yozo é um depressivo contumaz cuja tristeza se espraia nele como uma metástase, contaminando suas energias e impedindo-o de recuperar uma alegria de viver que, na verdade, nunca sentiu. Uma obra notoriamente autobiográfica retrata a dificuldade de entendimento de Yozo com seus familiares, sua antissociabilidade niilista, seu patológico apego ao álcool – vício do qual nunca conseguiu se livrar -, sua autoestima inexistente, enfim, sua evidente sensação de deslocamento em relação ao mundo – como se tivesse sido enviado à existência por mero descuido.

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Until Dawn | Review

Until Dawn
Until Dawn (Imagem Divulgação)

Com o recente lançamento de Black Mirror: Bendersnatch, os telespectadores ficaram fascinados com a opção de fazer escolhas que influenciassem em múltiplos finais, porém, o que muitos não sabem é que essa é uma opção já disponível em muitos jogos, e explicita em um dos lançamentos mais bem avaliados de 2015: Until Dawn (Até o amanhecer).

O jogo consiste em uma aventura e survivor horror que relembra os antigos filmes slash das décadas anteriores, como Sexta Feira 13 e Halloween. Na trama, temos diversos protagonista, cada um com suas próprias características, que se vem presos em uma montanha durante uma noite enquanto são caçados por um serial killer. Os jovens precisam sobreviver até o amanhecer, se quiserem ter alguma esperança de sair de lá vivos.

Until Dawn
Until Dawn (Imagem Divulgação)

Efeito Borboleta

A ferramenta de escolha é chamada de “Efeito Borboleta”, em referência a teoria do caos de Edward Lorenz, em que as menores escolhas (o bater das asas de uma borboleta) podem causar as mais extremas consequências.

Como uma fã de jogos de terror, devo dizer que pouca coisa tem me surpreendido nos últimos anos. O gênero tem ficado saturado com poucas novidades e mais cópias do mesmo estilo, oferecendo quase nenhuma novidade, e menos qualidade ainda. Ainda assim, Until Dawn está no meu hall de jogos favoritos, já que – em uma época de popularidade de jogos de tiro e ação frenética – ele opta por um formato mais cinematográfico com investigação, suspense e tensão. E é justamente esse quesito que faz com que o mesmo não seja apreciado por uma parcela dos jogadores. Da minha parte, porém, que sou mais exploradora investigativa o jogo agrada, surpreende e assusta, oferecendo um plot criativo e instigante.

Escolhas

Não vou mentir, apesar da minha apreciação pelos jogos de terror, não possuo as melhores qualidades de jogadora. Estou ainda acostumada a consoles mais antigos, e o PS4 muitas vezes me confunde. Em Unitl Dawn, porém, suas escolhas contam mais do que a rapidez que você aperta os botões, o que tornou a experiência mais agradável para mim.

Ainda em tempo, diferente de outros jogos, nesse não há Game Over. As suas decisões são imutáveis, e uma vez iniciado um gameplay você deve ir até o final com as decisões realizadas (e os cadáveres acumulados).

Until Dawn
Until Dawn (Imagem Divulgação)

The Inpatient

Com um enredo rico, e o sucesso do jogo, a produtora lançou um Prequel da história chamado The Inpatient lançado em janeiro de 2018.

O jogo foi indicado a uma série de prêmios em 2015 e 2016, ganhando como melhor jogo de terror no Global Game Awards e ficando com o terceiro lugar como melhor jogo original, no mesmo evento.

Until Dawn é uma preciosidade dos jogos modernos de terror, merecendo honrarias e (quem sabe) uma continuação. Já disponível para PlayStation 4.

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Suspíria: A Dança do Medo | Review

Suspíria
Suspíria: A Dança do Medo (Imagem Divulgação)

Em 1977, o cinema italiano apresentou o que é considerado até hoje um dos melhores filmes de terror já feitos de todos os tempos, Suspiria!

Muito elogiado na época e foi usado de inspiração para muito filmes, dentre eles Cisne Negro, e chega em 2019 algo que já era de se esperar, um reboot: Suspíria: A Dança do Medo!

Trabalhando nosso psicológico, mistérios místicos e acontecimentos macabros, nos prende com uma trama que desenvolve o terror e simboliza alguns pontos artísticos, porém de longe não alcança o sucesso e impacto que a produção da década de setenta causou no público um dia, tornando-o mais um filme de terror sem graça.

Semelhanças com o passado

Ambos os filmes têm suas semelhanças quanto ao terror, mesmo datado com seus efeitos de sangue e feridas expostas aparentemente galhofas, o conjunto da obra faz o antigo filme Suspìria ser considerado ainda um dos melhores filmes de terror já feitos!

Utilizando a fotografia como chave para indicar algum acontecimento e trabalhando a trilha sonora da banda Goblin – também considerado uma das melhores trilhas sonoras de filme de terror até hoje – por alguns furos de roteiro, linguagem lenta e efeitos de sangue fajuto, talvez afastem algumas pessoas desse filme, mas que é uma obra brilhante até hoje, isso não deixa dúvidas. Assisti-lo hoje, não te causará medo ou sustos, mas ainda sim, é uma história bem fechada e trabalha bem com jogo de luzes e continuísmo de cena impecáveis, com certeza vale a pena.

Suspiria
Suspíria: A Dança do Medo (Imagem Divulgação)

Reboot

O reboot trabalha a mesma linguagem lenta, trabalhando a mesma curiosidade que as cenas de suspense que precede o terror, com o estilo de bruxaria sutil, antes de se tornar algo exagerado, porém utilizando de recursos mais modernos, de cenas de chuva de vermes e pedaços de carne comido por cachorros, aparentando ser o pescoço de alguém, para ossos sendo revirados dentro do corpo e decomposição com a pessoa ainda viva, ou seja, em questões de cenas macabras e marcantes, esse reboot acerta em cheio.

A fotografia de ambas trabalham diferenciadas, o colorido de 1977 é tão chamativo que não lembra um filme de terror, e detalhes em cena, junto com a iluminação, te guiam para futuros acontecimentos que aparentam ser algo tão óbvio, mas funciona perfeitamente, já no reboot a surpresa toma conta, te deixa à deriva no momento em que a cena fica mais escura, pois a mesma permanece sempre iluminada, isso é maravilhoso porque não é nítido sem prestar bem atenção, isso nos ganha facilmente, e sem perceber você já está vendo em cena uma perna quebrada com o osso para fora, alguém enforcado por um fio enroscado, ou uma tentativa de fuga em vão pois a pessoa caiu em arames enrolados.

Suspiria
Suspíria: A Dança do Medo (Imagem Divulgação)

Modernização Confusa

Antes fosse tudo maravilhoso e bem ligado, mas Suspíria: A Dança do Medo é uma modernização que consegue trabalhar seus medos só te deixando confuso com a trama, mas te deixa à deriva eterna até o fim do filme, como ele é separado em atos, literalmente pois anuncia o nome dos atos em tela, é possível ligar os pontos e entender os acontecimentos e o porquê das bruxas fazerem aquilo com a protagonista Susie, mas ainda sim deixam novas dúvidas que ficam no ar e resultam em um dos cultos mais macabros e bizarros que eu já, o que era digno de contemplação também foi dores de cabeça pelos acontecimentos aleatórios assistido na sessão, nesse caso não foi confuso, e sim esquisito, mas disso tudo, pode-se ver alguma arte nessa cena, porém só na visão de quem pratica alguma dança artística, logo é difícil de contextualizar isso.

Trabalhar o macabro é algo que poderia ser mais explorado em outros filmes como esse reboot fez, pois consegue perturbar e impactar melhor do que uma simples cena de susto, porém nesse caso fomos apresentados a um roteiro que poderia concluir a história melhor, pois o de 1977 têm um belo final, mas ainda sim típico de filme de terror, do nada tudo se resolveu, porém com um detalhe, o fato das bruxas serem queimadas vivas dentro do internato, esse marco pode ser considerado não um grande final, mas um final chocante para Suspíria de 1977, fazendo o até hoje, um belo filme de terror.

Suspiria
Suspíria: A Dança do Medo (Imagem Divulgação)

Confusão?

Enquanto um surpreendeu pessoas, arrancou elogios de críticos e é lembrado até hoje pelo conjunto de roteiro, fotografia e trilha sonora, o outro cairá no esquecimento com um roteiro confuso, deixando dúvidas que te fazem torcer o nariz e confundir Suspíria: A Dança do Medo como um filme cult chato, o qual ele não é, pois não trás uma grande reflexão para a sociedade, a não ser cultura de bruxas e mulheres que superaram os acontecimentos da guerra. Enfim, meros simbolismos que caem no oculto e viram pó com mais um fraco reboot gerado pela escassez de ideias do cinema moderno.

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Life is Strange 2 | Episódio 3 ganha trailer de lançamento

life is strange 2

A Square Enix acaba de divulgar o trailer de lançamento do episódio 3 de Life is Strange 2, jogo produzido pela DONTNOD Entertainment e que sai em 9 de maio, intitulado “Wastelands”.

Sobre Wastelands

No Episódio 3, a longa jornada de Seattle para o México continua quando Sean e Daniel Diaz chegam à Floresta Redwood na California, alguns meses depois de sua dramática fuga de Beaver Creek.
Reunidos com Cassidy e Finn, os irmãos vivenciam a vida à margem da sociedade, fazendo amizade com uma comunidade unida de marginais e fugitivos, e começam a trabalhar em uma fazenda ilegal na tentativa de juntar dinheiro suficiente para continuar sua jornada.
Novas amizades, relacionamentos e mentores influenciam Sean e Daniel, encorajando-os a aprender mais sobre si mesmos e sobre os outros. Atritos surgem entre os irmãos e sua determinação é testada mais uma vez. O forte vínculo que têm é capaz de sobreviver à medida em que as tenções aumentam?
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Bloodstained chega em junho para PS4, Xbox One, PC e Switch

bloodstained ritual of the night

Finalmente! Depois de anos em produção, a desenvolvedora 505 Games lançou um trailer de Bloodstained: Ritual of the Night revelando a fatídica data de lançamento do game: 18 de junho!

Para quem tem Nintendo Switch, a espera vai ser um pouquinho maior, sendo lançado na semana seguinte, em 25 de junho.

Abaixo vocês podem conferir o vídeo que traz como exemplo as melhorias gráficas que passou por todo esse tempo na “confecção”.

Bloodstained: Ritual of the Night estará disponível para PC, Xbox One, PlayStation 4 e Nintendo Switch.

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Wind Princess | Curta brasileiro inspirado no Studio Ghibli ganha trailer

wind princess

O animador e diretor Chris Tex divulgou hoje o trailer de Wind Princess. Sem fins lucrativos ele espera angariar o financiamento necessário para concretizar sua homenagem a Hayao Miyazaki, do Studio Ghibli.

A produção é da Filmes Sem Sapato e Tex Filmes junto em uma parceria com La Casa de La Madre e Delicatessen filmes. A pós-produção está sendo feita pela Tribbo Post.

No vídeo o diretor diz que pretende doar todo o material para Museu Ghibli, como naves, concept arts e outros itens. Wind Princess ainda não tem data de lançamento definida.

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Cemitério Maldito (2019) | Review

cemiterio maldito 2019

Inspirado em um dos contos mais macabros e pesados de Stephen King, somos apresentados a mais uma refilmagem de um dos filmes mais marcantes do gênero de terror: Cemitério Maldito

O longa vem com tudo para assustar a nova geração que não conhece essa história, fazendo-os entender o porquê desse clássico ser tão exaltado, além de causar aquele mal estar e incômodo que o velho filme causou aos mais velhos, além de silenciar um pouco esses chatos comparadores de livro e filme.

Uma nova tonalidade

Literalmente uma refilmagem, todos os elementos do antigo filme são trabalhados como na primeira adaptação, mas dessa vez modificando a fotografia, cenas iluminadas deram lugar para névoas densas, noites escuras e tons acinzentados que lembram muito coisas mortas e em decomposição, esse novo filme trás uma sensação muito mais de horror e macabro para quem comparar com o antigo filme, se equilibrando com os sustos extrapolados que te faz pular da cadeira e levar seu coração até a garganta, tudo bem produzido e facilmente absorvido.

Toda a trama envolvendo a morte de um dos filhos nos leva a uma profundidade de roteiro já conhecida pelo filme de 1989 e pelo livro de 1983, a escolha do pai por enterrar seu filho morto no cemitério indígena e trazer o mesmo de volta à vida, todo o macabro da cena nos leva a refletir o quão doente e perturbada estava a mente do pai em luto, isso só cresce com a agonia e o desespero da mãe ao ver seu filho morto de volta a vida, e no momento em que o mesmo abraça sua mãe, o terror psicológico já está incluso, fazendo você agonizar junto com a mãe, a transformação do pai em uma espécie de sub-vilão da trama divide opiniões, se ele estava com a razão pelo amor por sua filha, ou estava errado por ir contra as leis da natureza, por mais absurdo que pareça, essa dúvida bate, e acabamos nos colocando no lugar dele.

A mistura de cenas de susto, ambientes macabros e terror psicológico é a chave para te manter com medo e agonia do início o fim, no quesito terror, pode-se dizer que essa refilmagem assusta mais que o antigo filme, mas permanece bem abaixo do livro, porém o objetivo não era superar nem um e nem outro, e sim te vender uma experiência aterrorizante no cinema, essa missão foi cumprida.

Cemitério Maldito
Cemitério Maldito (Imagem Divulgação)

Covas no Roteiro

Cemitério Maldito de 2019 também têm seus furos de roteiro, que te fazem apelar para uma suspensão de descrença um pouco maior, mas ainda sim fomos apresentados a uma cena galhofa que te faz torcer o nariz.

Para quem já leu o livro ou assistiu o antigo filme, coloca em cheque todo o conjunto da obra, quase colocando esse filme em um nível desastroso de refilmagem, porém a cena só é justificada caso você absorveu a ideia que o filme traz, as controvérsias que geram o terror psicológico são o motivo da “desculpa” para esse filme funcionar, mas a Paramount Pictures quis trabalhar algum marketing maior no filme e resolveu colocar um cover de Ramones com a música Pet Semetary, o que ficou legal e te faz abraçar o filme como uma refilmagem excelente, mas que a cena piegas talvez tenha travado a empolgação pelo que foi assistido e tira sua imaginação do que poderia ter acontecido em seguida, talvez melhor finalizar com uma trilha macabra para causar aquele mal estar de uma cena pesada que poderia ter ocorrido, mas o nível gore do filme é leve, então não havia necessidade colocar uma cena de morte explícita, sendo que já existe no filme.

Resumindo todo esse argumento, a cena galhofa pode dividir opiniões e te fazer esquecer tudo o que sentiu ao assistir Cemitério Maldito de 2019, talvez seja por isso que as críticas estão divididas.

Cemitério Maldito
Cemitério Maldito (Imagem Divulgação)

Livro vs Filme

Há um assunto que deve ser destacado, o público insiste em criticar negativamente uma adaptação por ser diferente do livro, com todo respeito a vocês leitores de inúmeras obras, mas aprendam de uma vez por todas, que uma adaptação têm como objetivo transformar um livro ou quadrinho em um filme direcionado para a massa popular, isso vale para qualquer gênero, sejam sagas de livros como Harry Potter e Senhor dos Anéis, quadrinhos da Marvel ou DC Comics, e até contos dos irmãos Grimm que resultaram nas princesas da Disney e outros filmes infantis.

Os próprios reboots e remakes são isso e eles têm o mesmo objetivo que as primeiras obras, atingir a massa popular para gerar grandes bilheterias, caso esse objetivo seja bem sucedido, que bom para os estúdios e dane-se os velhos de pensamento tradicional, pois essa falta de criatividade de Hollywood já ocorre a um bom tempo.

Eu sou um cético quanto a reboots e remakes, acho que é a pobreza de idéias estampada na testa de Hollywood, mas eu li a obra de Stephen King e assisti o filme de 1989, ao sair da sessão do novo Cemitério Maldito, achei fantástica, para não dizer vários palavrões que definem um filme sensacional, me causou medo, me fez pensar quanto as escolhas doentes do pai, me fez agonizar como a mãe, me fez querer assistir de novo, tudo o que eu já senti quanto a esse que é um dos meus livros favoritos, me fez sentir de novo como se nunca tivesse visto essa história antes, é um filme que eu indicaria para muita gente que é fã do gênero terror.

cemiterio maldito 2019
Cemitério Maldito (Imagem Divulgação)

Remake digno

Com exceção dos comparadores de filme/livro de plantão, Cemitério Maldito não vem superar o livro e nem o antigo filme, apenas está aqui para se apresentar às novas gerações que não conhece esse grande clássico do terror literário e cinematográfico, e ainda consegue causar medo e agonia para muitos leitores e velhos fãs do filme de 1989, furos de roteiro são supridos pelo terror macabro e psicológico com algumas cenas de susto aterrorizantes.

É uma refilmagem não só bem sucedida mas também um sucesso para gênero de terror, esse filme facilmente supera todas as tentativas de terror do ano de 2018, finalmente podemos dizer que temos um filme de terror que causa medo – porque os últimos filmes de terror foram aterrorizantes…de ruim.

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Roteiristas de Vingadores: Ultimato falam sobre cenas deletadas e a batalha final

markus mcfeely
Markus, à esquerda, e McFeely na direita

Christopher Markus e Stephen McFeely escreveram os três filmes do Capitão América, Thor: O mundo Sombrio com Christopher L. Yost, a série de TV Agent Carter, Guerra Infinita e o mais novo filme Vingadores: Ultimato com a direção dos Irmãos Russo.

markus mcfeely
Markus, à esquerda, e McFeely na direita

Os escritores revelaram em uma entrevista recente em Los Angeles para a NY Times como foram as discussões sobre as possibilidades do filme, as decisões sobre qual caminho tomar, quem morreria e quem ficaria vivo.

Eles contaram que algumas cenas foram deletadas e que a batalha final era ainda maior no rascunho original. McFeely disse “Tivemos uma cena em uma trincheira onde, por algumas razões, a batalha foi interrompida por cerca de três minutos e agora há 18 pessoas dizendo, ‘O que vamos fazer?’ ‘Eu vou fazer isso’. vou fazer isso “. Numa cena dessas é inevitável várias falas soltas de diferentes personagens e não parecia uma conversa natural. Markus continuou “Era preciso que eles encontrassem algum tipo de abrigo bom o suficiente para ter uma conversa no meio da maior batalha. ”Então, sim, não era o ideal.”

Para alguns, 3 horas de filme foi suficiente, mas outros estão esperando o filme em DVD Blue-ray para conferir as cenas deletadas e poder aproveitar esses momentos extras que não tivemos na telinha.

Sinopse: Com a culminação de 22 filmes interconectados, o quarto filme da saga dos Vingadores fará público testemunhar o ponto crítico desta jornada épica. Nossos amados heróis perceberão o quão frágil é a realidade, e também os sacrifícios que precisam ser feitos para defendê-la. 

Confira nosso Review com Spoilers de Vingadores: Ultimato

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