Além de Akira, outro anime bastante conhecido ganhará um reboot (segundo a Variety), Ghost In The Shell, pela Netflix. O anime será produzido pela Production I.G, mesma companhia que fez os projetos da franquia, e pela SOLA Digital Arts.
O nome anime se chamará Ghost In The Shell: SAC_2045 e terá Shinji Aramaki e Kenji Kamiyama na direção.
No Twitter, pela conta de NXOnNetflix, foi divulgada a primeira imagem oficial, feito pelo designer do projeto, Ilya Kuvshinov. Confira:
And if that wasn't enough cyberpunk goodness for you, the first character art for Ghost in the Shell just released and it. is. Stunning. pic.twitter.com/Bxxl6kOlQL
Segundo um comunicado à imprensa, essa animação irá ser um “renascimento” do universo de Ghost In The Shell, no qual teremos uma nova tecnologia usada na produção, 3DCG, como as animações da Polygon Pictures (Knights of Sidonia, Ajin).
Veja o trailer da animação de 1995:
https://www.youtube.com/watch?v=p2MEaROKjaE
Sinopse do anime de 1996:“O mundo, em 2029, se tornou um local altamente informatizado, a ponto dos seres humanos poderem acessar extensas redes de informações com seu ciber-cérebros. A agente cibernética Major Motoko é a líder da unidade de serviço secreto Esquadrão Shell, responsável por combater o crime. Motoko foi tão modificada que quase todo seu corpo já é robótico. De humano só teria sobrado um fantasma de si mesma.”
Vale lembrar que o live-action estrelado por Scarlett Johansson estreia na Netflix em 28 de junho na Netflix.
Ghost In The Shell: SAC_2045 deve estrear na Netflix em 2020.
Crônicas de Arthdal (Arthdal Chronicles) já está no catálogo da Netflixe terá periodicidade episódica semanal, já que a transmissão acontece via emissora tvN, da Coreia do Sul.
Sinopse: Uma sangrenta batalha é apenas o começo para aqueles que serão caçados e escravizados. CRÔNICAS DE ARTHDAL conta a história de uma luta épica pelo poder e o nascimento de um reino em uma terra mítica, e vem do premiado diretor do MISAENG e SIGNAL e da equipe de escritores por trás de SIX FLYING DRAGONS. Estrelado por Song Joong-ki, Jang Dong-gun, Kim Ji-won e Kim Ok-vin.
Curiosidade: O dorama conta com a participação de Jisoo, do grupo de k-pop BLACKPINK. Vale lembrar que além desta série, ela já atuou em The Producer (2015).
Confira outros animes e séries que estreiam em junho na Netflix:
Os Homens de Preto são uma organização que defende a terra de grandes ameaças alienígenas, ao mesmo tempo colocam ordem na imigração deles para a nosso planeta, pois nem todos os alienígenas são maus, afinal, se um brasileiro pode morar nos Estados Unidos, porque um alienígena não pode morar no planeta Terra?
É dentro desse maravilhoso mundo já conhecido por muitos que MIB: Homens de Preto – Internacional trás uma das produções mais desastrosas que o cinema poderia nos fornecer – e que será defendido por causa de Thor: Ragnarok.
Expansão do Universo Homens de Preto
Antes de mais nada, pode-se dizer que esse filme respeita o que é MIB: Homens de Preto – Internacional, é uma expansão de universo maravilhosa quanto a instituição MIB e à alienígenas e e suas cobiças por alguma arma que destrói o universo, mantendo a mesma linha de roteiro dos antigos filmes, prender-se a isso foi inteligente para te jogar de volta a esse mundo, só que aparências e universo expandido não resumem um filme.
Por mais genérico que seja o roteiro, a construção dele é catastrófica, bagunçada e com furos sem explicação, se em uma cena eles mostram alguns segundos de onde sai a arma do carro, como em outro a resolução do problema acontece em um estalar de dedos? De roupas trocadas a diálogos aleatórios, tentando fazer algum humor na cena, por mais que tenha sido sensacional por ser brasileiro, a cena do Sérgio Mallandro no filme é completamente forçada e aleatória à trama, que pareceu mais um fanservice brasileiro do que engraçado em si.
O humor é algo bem dividido nesse filme, pois piadas como “homem de preto” sendo que existem mulheres na organização não só funciona como até joga a discussão na mesa, e isso te mantém atento à brincadeira, porém foi a única piada que funcionou, o alívio cômico de MIB: Homens de Preto – Internacional é completamente descartado e esquecido por quem assistiu e isso têm um motivo e peço desculpas a fanbase da Marvel pela realidade a ser dita.
Jogada de Marketing?
Está mais do que claro que usar os atores de Thor e Valquíria de Thor: Ragnarok foi uma jogada de marketing descarada para trazer o público para ver o filme, pois já estamos na geração onde o público jovem não conhece a franquia MIB, e como Hollywood está milionária, porém pobre de ideias, agregar uma dupla que fez fama no MCU para protagonizar um filme nostálgico desse, faz qualquer um encher o olhos e vibrar por esse filme, mas no MIB: Homens de Preto – Internacional existe uma realidade que foi muito melhor construída do que no Thor Ragnarok.
A dupla em questão funciona muito melhor que no filme da Marvel, pois lá eles são dois superpoderosos que, juntos, são dois superpoderosos obviamente, mas aqui eles são quebrados, uma é a nerd lunática e isolada da sociedade, o outro é o agente arrogante isolado da organização, sozinhos são apagados completamente da trama pela fraqueza do roteiro, e de certa forma dos atores também, mas juntos, eles não só se completam como ofuscam os aclamados Liam Neeson e Emma Thompson da trama que, quer você aceite ou não, são melhores atores que os protagonistas, a história comprova esse fato.
Agente M e Agente H
Tessa Thompson, a Agente M e Chris Hemsworth, o Agente H, foram a melhor coisa do filme, mas em alguns momentos mal trabalhado, um exemplo disso é a Agente M ser uma nerd maluca por alienígenas e ser rotulada de perturbada por acreditar nisso, porém nem a atriz e nem a trama te convencem disso, o arco inicial da personagem sofre um salto temporal esquisito que, do nada, ela já está vestida de preto e dentro da sede MIB, tentaram uma construção maluca que pareceu mais um corte brusco na construção dela, pelo menos coloca-la como estagiária, antes de ser uma agente MIB foi algo dentro da “realidade” de uma empresa, mesmo se tratando de uma ficção, só que ela já sabia tudo, como se já fosse uma agente a muito tempo, faltou trazer uma ingenuidade, e não adianta falar que ela é acostumada por ser uma nerd que teve essa experiência com alienígenas, isso é um argumento muito fraco para convencer.
Quanto ao Agente H, ele te prende pelo mistério que o roda, o falastrão e arrogante que só pensa em curtir a vida e se mostrar o agente malandro e sem conhecimento de nada sobre a MIB, mas o plot do personagem de vende o porque ele é assim, ou no caso, está assim, porém essa personalidade agrega a um outro personagem que coloca o plot como uma dúvida, que é o personagem de Liam Neeson, o grande T, toda reviravolta do filme não roda esse personagem e te coloca à deriva, te deixando curioso, e quando parece que o filme vai entrar nos trilhos, a trama toma um rumo clichê e sem essência, que resulta em um diálogo estilo jornada do herói mal feito que coloca o plot do agente H em cheque, porque a linha do roteiro referente à eles está bagunçada, e com isso, o agente H se torna um belo alívio cômico escrachado, mas jogado fora ao fim da trama.
Indicado aos fãs de MIB
MIB Internacional só funciona como expansão do universo MIB, mas extrapola em níveis de filme genérico e com uma construção bagunçada de trama que te deixa chocado por esse filme estar nas mãos Amblin Entertainment, estúdio fundado por Steven Spielberg, obviamente esse filme não têm o dedo dele.
Fingir que esse filme nunca existiu é a melhor opção, mas os argumentos para defendê-lo já estão na ponta da língua do povo, e mais uma vez a nova geração irá rotular de “épico”, tudo porque a fraca atuação e o roteiro ruim se escondem nos rótulos de Thor e Valkíria do MCU.
Pra vocês que amam gastronomia, a Netflix lançou a série documental “Street Food”, que mostra um pouco das comidas de rua do continente asiático.
Cada episódio foca em um país da Ásia, e o diferencial da série é que não se trata só de comida, mas da importância da gastronomia de rua, na cultura e na vida pessoal de cada um desses povos.
Outra característica específica de “Street Food” relaciona-se com a importância dada aos cozinheiros de rua, mostrando todo o conhecimento que esses possuem sobre os pratos típicos e os alimentos, mesmo que a grande maioria não tenha cursado gastronomia. As técnicas gastronômicas que esses cozinheiros apresentam, foram adquiridas através dos seus antepassados, demonstrando a importância da tradição familiar, e o quão simbólica, pode ser, uma “simples comida de rua.
A série te coloca dentro desses países, e você realmente tem a sensação de estar passeando nas ruas junto com o cinegrafista. O único defeito de “Street Food” é que ela te deixa com vontade de experimentar todas as comidas, as quais só têm nos países citados.
O primeiro episódio nos leva a um passeio pela cidade de Yogyakarta, na Indonésia, em que somos apresentados a uma senhora que trabalha há mais de 50 anos vendendo jajan pasar, um tipo de guloseima da região. O episódio também nos traz algumas curiosidades dessa região, como por exemplo, é explicado que muitos pratos em Yogyakarta levam jaca, pois a fruta é encontrada com muita facilidade pela cidade.
É claro que não vou descrever todos os episódios, pois não teria nenhuma graça. Então, vá logo assistir!
Antes que seu coração congele, queria dizer que saiu o trailer de Frozen 2, continuação da animação da Disney que fez o maior sucesso em 2013, e tem tudo para arrasar nas bilheterias do Brasil em janeiro de 2020.
Enquanto no primeiro filme, Elsa busca se livrar do passado, na nova animação, ela entra e uma aventura em busca de informações sobre a origem de seus poderes.
Para descobrir um pouco mais sobre seu passado, a rainha do gelo e seus companheiros são enviados pelos trolls, em uma missão enigmática no Norte, para desvendar alguns segredos nas terras encantadas.
Com o trailer subentende-se que há alguém com poderes parecidos ou mais fortes dos que os de Elsa. Será que nesse longa, a rainha do gelo terá que enfrentar algum tipo de vilão?
Frozen 2 estreia nos cinemas brasileiros em 2 de janeiro de 2020.
Recentemente a Netflix Brasil postou na sua conta oficial do Twitter que a série americana Love, Death & Robots foi renovada e terá mais uma temporada. Até agora não temos muito mais detalhes, confira o tweet contando a novidade:
Eu já tava com saudade de ver robôs estranhos, relações conturbadas e brigas raivosas em animações curtinhas. Vai ter segunda temporada de Love, Death & Robots. pic.twitter.com/ciIYmarSbo
Além disso, o Twitter de noticias oficial da Netflix americana publicou que a diretora de Spawn: O Soldado do Inferno e Kung Fu Panda 2, Jennifer Yuh Nelson, será a supervisora de direção nessa segunda temporada. Veja:
"Love, Death and Robots" will be back! Jennifer Yuh Nelson has joined as supervising director for Volume 2 and will oversee all episodes pic.twitter.com/8OVStMbpeP
“Love, Death and Robots estará de volta! Jennifer Yuh Nelson se juntou ao projeto como supervisora de direção para o Volume 2 e supervisionará todos os episódios.”
Assista o trailer da primeira temporada:
“Laticínios com consciência, soldados lobisomens, robôs fora de controle, monstros do lixo, ciborgues caçadores de recompensas e demônios sedentos de sangue – tudo isso em dezoito curtas de animação NSFW. De Tim Miller e David Fincher, Love Death + Robots estreia na Netflix em 15 de março.”
A primeira temporada já se encontra disponível na Netflix
Nesta segunda-feita (10), a renomada empresa de jogos Square Enix realizou a sua conferência para a E3 2019, fazendo diversos anúncios e mostrando gameplays de jogos bastante aguardados.
Entre um dos destaques, Final Fantasy VII Remake recebeu novo gameplay, mais detalhes sobre a história e visual de alguns personagens. A data de lançamento ficou para 03 de Março de 2020. Confira o trailer:
Um rumor que acabou sendo confirmado foi o jogo baseado na equipe de heróis mais popular do momento: Marvel’s Avengers. O game contará com a presença de diversos heróis e uma história totalmente original. A data prevista para seu lançamento é 15 de Maio de 2020.
Após um teaser que não mostrava muita coisa, foi finalmente revelado oficialmente o game Outriders, um shooter em terceira pessoa onde times de jogadores irão trabalhar em equipe para combater monstros gigantes:
Game aclamado pelos fãs, Final Fantasy VIII, um clássico JRPG do PlayStation 1, ganhará uma versão remasterizada para novos consoles. Ele será lançado ainda este ano, porém sem uma data específica.
Além disso foram revelados:
Uma nova expansão para Kingdom Hearts III, chamada de ReMind;
O novo DLC Shadowbringers para Final Fantasy XIV;
O game Dying Light2, que terá lançamento previsto para 2020;
Um novo trailer de Dragon Quest Builders 2
Mais detalhes do FPS Battalion 1944, que já está disponível para PC através da Steam.