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Aggretsuko | Review

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Aggretsuko ou Agressive Retsuko, é um Original Net Animation (ONA), ou seja, uma obra que é publicada diretamente pela internet. Nesse caso, Aggretsuko foi transmitido pela Netflix. Lançado mundialmente no dia 20 de abril de 2018, o anime faz parte da Primavera de 2018, e contém 10 episódios de 15 minutos.

A comédia se baseia em uma personagem da Sanrio, mesma empresa japonesa que desenvolveu a Hello Kitty e o Keroppi, e vende produtos baseados em seus diversos personagens.

O estúdio por trás da animação é o Fanworks, que também é responsável pela primeira aparição de Retsuko, em um compilado de curtas chamado Agressive Retsuko, de 100 episódios, cada um de um minuto. Essa animação começou em abril de 2016 e foi terminar em março de 2018. Boa parte do staff desse compilado voltou para a animação na Netflix, como o diretor Rareko, que também escreveu a animação.

A Panda Vermelha e seus anseios

Aggretsuko conta a história de Retsuko, uma panda vermelha de 25 anos que enfrenta problemas de “adultos” como nós. Muitos que assistirem vão se identificar com a personagem principal. Retsuko trabalha em uma empresa, no departamento de contabilidade.

Em seu dia a dia, ela tem que lidar com os fofoqueiros da empresa, os bajuladores de chefes, chefes abusivos e machistas, e frustrações da área em si. E para tirar todo esse estresse dentro de si, Retsuko vai ao karaokê após o expediente cantar Death Metal, expondo seus sentimentos e pensamentos na música. E isso ela não conta para ninguém. Por mais que pareça estranho, é bem engraçado e um tanto original.

No japonês, a voz de Retsuko é feita pela Kaolip, mas não se acha muita informação sobre a seiyuu. E a voz cantando Death Metal é feita pelo próprio diretor, Rareko. A dublagem brasileira ficou por conta de Agatha Paulita, também dubladora da Violetta.

Amizades e Trabalho

Uma das amigas de Retsuko é a Fenneko, uma raposa. Ela é engraçada e é mais de boa no escritório. Ela gosta bastante de zoar seus amigos e sua risada é muito engraçada, já que não tem muita emoção na voz. Sua seiyuu é a Inoue Rina e a dubladora no Brasil é a Tarsila Amorin, a mesma que dubla Jane de Breaking Bad. Rina é a seiyuu de mais três personagens em Aggretsuko, Tsunoda, uma gazela que bajula o chefe o tempo todo, Komiya, um suricato que também paparica o chefe, e Puko, uma amiga de Retsuko que aparece bem rapidamente.

Haida é amigo de Retsuko e Fenneko, e é uma hiena. Ele secretamente gosta da Retsuko, mas não tem coragem de se confessar. Fenneko sempre tenta dar uma força para ele. Seu seiyuu é o Shingo Kato e seu dublador é o Diego Marques, que também dubla o Trunks criança em Dragon Ball Z. Shingo é o seiyuu de mais um personagem na animação, Resasuke, que vai aparecer mais para o final de Aggretsuko.

Outras duas personagens interessantes que aparecem são a Washimi e a Gori. Elas sempre estão impecáveis e são admiradas pelo resto da empresa, inclusive pela Retsuko. O legal é que elas sempre aparecem em um pedestal perante o resto da firma, mas são pessoas normais como qualquer outro membro do escritório.

Washimi é uma Sagittarius serpentarius, um tipo de pássaro que também é chamado de Secretário, e sim, ela é a secretaria do presidente da empresa. Ela parece sempre calma, mas vive dando broncas no presidente por imprudências. Sua seiyuu é a Komegumi Koiwasaki. E a dubladora é a Shallana Costa, que dublou a Hikari Horaki de Evangelion.

Gori é uma gorila que administra o departamento de marketing da mesma empresa que Retsuko trabalha. Ela pode parecer séria, mas é um doce e adora sair com suas amigas. Sua seiyuu, Maki Tsuruta, também dá a voz à outra personagem do anime, Tsubone, a superior de Retsuko. No Brasil, a dublagem é da Adriana Pissardini, que dublou o Haku de Naruto.

E por fim, Ton é o diretor do departamento de contabilidade e chefe direto de Retsuko e sua turma. Ele adora não fazer nada e fingir que está trabalhando, mas quando trabalha, realmente se esforça. Ele tem seu lado ruim onde é abusivo e muito machista, principalmente com Retsuko, mas dá alguns conselhos bons para a principal e de vez em quando age melhor com ela. Bem de vez em quando. Seu seiyuu é o Souta Arai e o dublador brasileiro é o Francisco Junior, que deu a voz ao Sam Wilson, Falcão dos Vingadores.

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Realidade no dia a dia

Aggretsuko é bom pelo fato de mostrar nossa realidade, mas sempre com humor. Por mais que sejam todos animais, é muito fácil associar com pessoas. A identificação é tanta que dá até agonia em certas situações em que a Retsuko se encontra. Quem nunca trabalhou perto de pessoas como essas citadas a cima ou passou por situações semelhantes à de qualquer personagem do anime? O melhor é que sempre mostra duas facetas dos personagens. A gente acha que o personagem é de um jeito, mas depois mostra um outro lado, sempre nos surpreendendo, assim como as pessoas na vida real.

O anime é bem divertido e rápido de assistir. Eu recomendo a qualquer um que goste de histórias que se passam em ambientes de trabalho, e como os personagens lidam com isso ou só gostam de uma comédia meio malucas ou gostam de se identificar com a história contada.

Aggretsuko já tem sua segunda temporada confirmada, e sairá na Netflix no dia 14 de junho de 2019.

ASSISTA AGRRETSUKO NA NETFLIX

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Divulgada imagem do anime Ghost In The Shell da Netflix

Além de Akira, outro anime bastante conhecido ganhará um reboot (segundo a Variety), Ghost In The Shell, pela Netflix. O anime será produzido pela Production I.G, mesma companhia que fez os projetos da franquia, e pela SOLA Digital Arts.

O nome anime se chamará Ghost In The Shell: SAC_2045 e terá Shinji Aramaki Kenji Kamiyama na direção.

No Twitter, pela conta de NXOnNetflix, foi divulgada a primeira imagem oficial, feito pelo designer do projeto, Ilya Kuvshinov. Confira:

Segundo um comunicado à imprensa, essa animação irá ser um “renascimento” do universo de Ghost In The Shell, no qual teremos uma nova tecnologia usada na produção, 3DCG, como as animações da Polygon Pictures (Knights of Sidonia, Ajin).

Veja o trailer da animação de 1995:

https://www.youtube.com/watch?v=p2MEaROKjaE

Sinopse do anime de 1996: “O mundo, em 2029, se tornou um local altamente informatizado, a ponto dos seres humanos poderem acessar extensas redes de informações com seu ciber-cérebros. A agente cibernética Major Motoko é a líder da unidade de serviço secreto Esquadrão Shell, responsável por combater o crime. Motoko foi tão modificada que quase todo seu corpo já é robótico. De humano só teria sobrado um fantasma de si mesma.”

Vale lembrar que o live-action estrelado por Scarlett Johansson estreia na Netflix em 28 de junho na Netflix.

Ghost In The Shell: SAC_2045 deve estrear na Netflix em 2020. 

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Crônicas de Arthdal já está disponível na Netflix

cronicas de arthdal

Crônicas de Arthdal (Arthdal Chronicles) já está no catálogo da Netflix e terá periodicidade episódica semanal, já que a transmissão acontece via emissora tvN, da Coreia do Sul.

Sinopse: Uma sangrenta batalha é apenas o começo para aqueles que serão caçados e escravizados. CRÔNICAS DE ARTHDAL conta a história de uma luta épica pelo poder e o nascimento de um reino em uma terra mítica, e vem do premiado diretor do MISAENG e SIGNAL e da equipe de escritores por trás de SIX FLYING DRAGONS. Estrelado por Song Joong-ki, Jang Dong-gun, Kim Ji-won e Kim Ok-vin.

Curiosidade: O dorama conta com a participação de Jisoo, do grupo de k-pop BLACKPINK. Vale lembrar que além desta série, ela já atuou em The Producer (2015).

Confira outros animes e séries que estreiam em junho na Netflix:

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MIB: Homens de Preto – Internacional | Review

MIB Homens de Preto Internacional

Os Homens de Preto são uma organização que defende a terra de grandes ameaças alienígenas, ao mesmo tempo colocam ordem na imigração deles para a nosso planeta, pois nem todos os alienígenas são maus, afinal, se um brasileiro pode morar nos Estados Unidos, porque um alienígena não pode morar no planeta Terra?

É dentro desse maravilhoso mundo já conhecido por muitos que MIB: Homens de Preto – Internacional trás uma das produções mais desastrosas que o cinema poderia nos fornecer – e que será defendido por causa de Thor: Ragnarok.

Expansão do Universo Homens de Preto

Antes de mais nada, pode-se dizer que esse filme respeita o que é MIB: Homens de Preto – Internacional, é uma expansão de universo maravilhosa quanto a instituição MIB e à alienígenas e e suas cobiças por alguma arma que destrói o universo, mantendo a mesma linha de roteiro dos antigos filmes, prender-se a isso foi inteligente para te jogar de volta a esse mundo, só que aparências e universo expandido não resumem um filme.

Por mais genérico que seja o roteiro, a construção dele é catastrófica, bagunçada e com furos sem explicação, se em uma cena eles mostram alguns segundos de onde sai a arma do carro, como em outro a resolução do problema acontece em um estalar de dedos? De roupas trocadas a diálogos aleatórios, tentando fazer algum humor na cena, por mais que tenha sido sensacional por ser brasileiro, a cena do Sérgio Mallandro no filme é completamente forçada e aleatória à trama, que pareceu mais um fanservice brasileiro do que engraçado em si.

O humor é algo bem dividido nesse filme, pois piadas como “homem de preto” sendo que existem mulheres na organização não só funciona como até joga a discussão na mesa, e isso te mantém atento à brincadeira, porém foi a única piada que funcionou, o alívio cômico de MIB: Homens de Preto – Internacional é completamente descartado e esquecido por quem assistiu e isso têm um motivo e peço desculpas a fanbase da Marvel pela realidade a ser dita.

Jogada de Marketing?

Está mais do que claro que usar os atores de Thor e Valquíria de Thor: Ragnarok foi uma jogada de marketing descarada para trazer o público para ver o filme, pois já estamos na geração onde o público jovem não conhece a franquia MIB, e como Hollywood está milionária, porém pobre de ideias, agregar uma dupla que fez fama no MCU para protagonizar um filme nostálgico desse, faz qualquer um encher o olhos e vibrar por esse filme, mas no MIB: Homens de Preto – Internacional existe uma realidade que foi muito melhor construída do que no Thor Ragnarok.

A dupla em questão funciona muito melhor que no filme da Marvel, pois lá eles são dois superpoderosos que, juntos, são dois superpoderosos obviamente, mas aqui eles são quebrados, uma é a nerd lunática e isolada da sociedade, o outro é o agente arrogante isolado da organização, sozinhos são apagados completamente da trama pela fraqueza do roteiro, e de certa forma dos atores também, mas juntos, eles não só se completam como ofuscam os aclamados Liam Neeson e Emma Thompson da trama que, quer você aceite ou não, são melhores atores que os protagonistas, a história comprova esse fato.

Agente M e Agente H

Tessa Thompson, a Agente M e Chris Hemsworth, o Agente H, foram a melhor coisa do filme, mas em alguns momentos mal trabalhado, um exemplo disso é a Agente M ser uma nerd maluca por alienígenas e ser rotulada de perturbada por acreditar nisso, porém nem a atriz e nem a trama te convencem disso, o arco inicial da personagem sofre um salto temporal esquisito que, do nada, ela já está vestida de preto e dentro da sede MIB, tentaram uma construção maluca que pareceu mais um corte brusco na construção dela, pelo menos coloca-la como estagiária, antes de ser uma agente MIB foi algo dentro da “realidade” de uma empresa, mesmo se tratando de uma ficção, só que ela já sabia tudo, como se já fosse uma agente a muito tempo, faltou trazer uma ingenuidade, e não adianta falar que ela é acostumada por ser uma nerd que teve essa experiência com alienígenas, isso é um argumento muito fraco para convencer.

Quanto ao Agente H, ele te prende pelo mistério que o roda, o falastrão e arrogante que só pensa em curtir a vida e se mostrar o agente malandro e sem conhecimento de nada sobre a MIB, mas o plot do personagem de vende o porque ele é assim, ou no caso, está assim, porém essa personalidade agrega a um outro personagem que coloca o plot como uma dúvida, que é o personagem de Liam Neeson, o grande T, toda reviravolta do filme não roda esse personagem e te coloca à deriva, te deixando curioso, e quando parece que o filme vai entrar nos trilhos, a trama toma um rumo clichê e sem essência, que resulta em um diálogo estilo jornada do herói mal feito que coloca o plot do agente H em cheque, porque a linha do roteiro referente à eles está bagunçada, e com isso, o agente H se torna um belo alívio cômico escrachado, mas jogado fora ao fim da trama.

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Indicado aos fãs de MIB

MIB Internacional só funciona como expansão do universo MIB, mas extrapola em níveis de filme genérico e com uma construção bagunçada de trama que te deixa chocado por esse filme estar nas mãos Amblin Entertainment, estúdio fundado por Steven Spielberg, obviamente esse filme não têm o dedo dele.

Fingir que esse filme nunca existiu é a melhor opção, mas os argumentos para defendê-lo já estão na ponta da língua do povo, e mais uma vez a nova geração irá rotular de “épico”, tudo porque a fraca atuação e o roteiro ruim se escondem nos rótulos de Thor e Valkíria do MCU.

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Street Food Netflix | Um rolê gastronômico pela Ásia

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Pra vocês que amam gastronomia, a Netflix lançou a série documental “Street Food”, que mostra um pouco das comidas de rua do continente asiático.

Cada episódio foca em um país da Ásia, e o diferencial da série é que não se trata só de comida, mas da importância da gastronomia de rua, na cultura e na vida pessoal de cada um desses povos.

Outra característica específica de “Street Food” relaciona-se com a importância dada aos cozinheiros de rua, mostrando todo o conhecimento que esses possuem sobre os pratos típicos e os alimentos, mesmo que a grande maioria não tenha cursado gastronomia. As técnicas gastronômicas que esses cozinheiros apresentam, foram adquiridas através dos seus antepassados, demonstrando a importância da tradição familiar, e o quão simbólica, pode ser, uma “simples comida de rua.

A série te coloca dentro desses países, e você realmente tem a sensação de estar passeando nas ruas junto com o cinegrafista. O único defeito de “Street Food” é que ela te deixa com vontade de experimentar todas as comidas, as quais só têm nos países citados.

O primeiro episódio nos leva a um passeio pela cidade de Yogyakarta, na Indonésia, em que somos apresentados a uma senhora que trabalha há mais de 50 anos vendendo jajan pasar, um tipo de guloseima da região. O episódio também nos traz algumas curiosidades dessa região, como por exemplo, é explicado que muitos pratos em Yogyakarta levam jaca, pois a fruta é encontrada com muita facilidade pela cidade.

É claro que não vou descrever todos os episódios, pois não teria nenhuma graça. Então, vá logo assistir!

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Disney divulga o novo trailer de Frozen

frozen 2

Antes que seu coração congele, queria dizer que saiu o trailer de Frozen 2, continuação da animação da Disney que fez o maior sucesso em 2013, e tem tudo para arrasar nas bilheterias do Brasil em janeiro de 2020.

Enquanto no primeiro filme, Elsa busca se livrar do passado, na nova animação, ela entra e uma aventura em busca de informações sobre a origem de seus poderes.

Para descobrir um pouco mais sobre seu passado, a rainha do gelo e seus companheiros são enviados pelos trolls, em uma missão enigmática no Norte, para desvendar alguns segredos nas terras encantadas.

Com o trailer subentende-se que há alguém com poderes parecidos ou mais fortes dos que os de Elsa. Será que nesse longa, a rainha do gelo terá que enfrentar algum tipo de vilão?

Frozen 2 estreia nos cinemas brasileiros em 2 de janeiro de 2020.

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Love, Death & Robots terá 2º temporada

Recentemente a Netflix Brasil postou na sua conta oficial do Twitter que a série americana Love, Death & Robots foi renovada e terá mais uma temporada. Até agora não temos muito mais detalhes, confira o tweet contando a novidade:

Além disso, o Twitter de noticias oficial da Netflix americana publicou que a diretora de Spawn: O Soldado do Inferno e Kung Fu Panda 2, Jennifer Yuh Nelson, será a supervisora de direção nessa segunda temporada. Veja:

“Love, Death and Robots estará de volta! Jennifer Yuh Nelson se juntou ao projeto como supervisora de direção para o Volume 2 e supervisionará todos os episódios.”

 

Assista o trailer da primeira temporada:

“Laticínios com consciência, soldados lobisomens, robôs fora de controle, monstros do lixo, ciborgues caçadores de recompensas e demônios sedentos de sangue – tudo isso em dezoito curtas de animação NSFW. De Tim Miller e David Fincher, Love Death + Robots estreia na Netflix em 15 de março.”

A primeira temporada já se encontra disponível na Netflix

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Nintendo anuncia sequência de Zelda: Breath of the Wild

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Zelda: Breath of the Wild vai ganhar uma sequência, segundo a Nintendo Direct durante a E3 2019.

O teaser não traz muitas revelações e o jogo é uma sequência direta – o que é raro na franquia – do jogo da Nintendo que saiu em Março de 2017.

A sequência de Zelda: Breath of the Wild ainda não ganhou uma data de lançamento.

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