Como se não bastasse todos os sustos que tomamos no dois primeiros filmes de Annabelle, no dia 27 de junho, estreia Annabelle 3: De volta pra casa, para nos matar de vez.
Dessa vez, os demonólogos Ed e Lorraine Warren, pretendem “esconder” a boneca possuída, para que ela não cause mais nenhum caos, mas como o filme é dela, o que a boneca mais vai fazer, é causar.
Annabelle é trancada em uma caixa na sala de artefatos da casa dos demonólogos, e o que eles não esperavam é que a boneca fosse desperta os espíritos malignos na sala, e perturbar sua filha Judy, de 10 anos.
A cultura coreana no Brasil não é nenhuma novidade já faz um bom tempo. A extinta Rede Manchete apresentava algumas aulas de Tae Kwon Do com o Mestre Kim. E isso foi no final dos anos 1980. Ele chegou até a ganhar uma revista em quadrinhos.
A imigração dos Coreanos em solo verde e amarelo, começou em 1963 e não parou mais. E sua forte concentração está no Estado de S.Paulo, com mais de 90% e a cidade paulista é sem dúvida alguma a quem eles adotaram como seu lar.
E lógico que a sua rica cultura cairia no gosto dos brasileiros. Principalmente o chamado K-Pop, o Korean Pop.
O mercado k-pop no Brasil cresce anualmente com novos artistas aparecendo e se adaptando a este novo estilo. E nossos artistas não ficam a dever em nada, pois o brasileiro possui aquela criatividade em seu sangue.
Nossos artistas acabam seguindo uma linha que se assemelha a de seus ídolos e depois acabam criando algumas tendências, principalmente como influenciadores. E acredito que em pouco tempo teremos participações de brasileiros nas músicas de k-pop.
É por este motivo, pela enorme influência asiática no Brasil e agora dominando o mundo, que o k-pop vem para mostrar que seu estilo é aberto e cheio de diversidade. Um bom exemplo é o grupo BTS, um dos maiores do mundo é unanimidade e inspiração para outros artistas. Eles conseguem abraçar toda a diversidade mundial e manterem-se fieis a suas origens.
E nosso país, que é o fruto de uma miscigenação, está sempre aberto ao novo e principalmente as raízes. E foi por isso que bandas famosas acabam enxergando o Brasil de forma tão carinhosa. Cada idol que passa em uma mini ou grande turnê nacional, é recepcionado de maneira acolhedora pelos fãs. E isso nos torna um dos melhores anfitriões, principalmente quando o assunto é a música que até pouco tempo atrás não possuía espaço na mídia do ocidente, mas sempre foi querida pelo público brasileiro.
Agora, por que gostamos tanto do k-pop afinal? Porque eles possuem o essencial que os fãs gostam. Utilizam o seu estilo como meio de motivação, com músicas que falam sobre amar a si mesmo, a continuar a lutar mesmo que te julguem ou falem o contrário.
São temas que cantam para a alma de qualquer pessoa, não importando a idade ou gênero. E é sobre isso o que desejamos cantar: a vida!
Todo mundo que está na comunidade de games, em algum momento escutou a seguinte frase:
Caramba! esse jogo é mais difícil que dark souls!
Não é novidade que Dark Souls carrega uma enorme carga de dificuldade, tanto que definiu todo um gênero! Os famosos “Souls-likes”.
Mas, afinal, o que categoriza um jogo Souls-like?
Dificuldade extremamente elevada, história não explicitada ao jogador (geralmente conta com uma cutscene de introdução, mas somente contextualiza o jogador. O mesmo tem que descobrir a história lendo os itens do jogo e interagindo com NPC’s), poucos NPC’s durante a aventura, ausência de mapas e, principalmente, a exploração individual do jogador pelo cenário, cabendo a ele descobrir seu objetivo.
Em Dark Souls III, o jogo que iremos analisar hoje, muito da essência dos primeiros souls está presente, seja nos cenários ou nos NPC’s
Dark Souls III é um jogo produzido pela From Software, dirigido e idealizado por Hidetaka Miyazaki, que marcará presença na BGS deste ano, lançado em março de 2016.
A história de Dark Souls III é cíclica, ou seja, os jogos tem todos um mesmo formato, porém com alterações nos lugares, chefes e NPC’s, mas sempre com a mesma premissa: a manutenção da chama primordial. Entretanto, Dark Souls III propõe um fim para o ciclo da chama, sendo assim, possivelmente o último jogo da franquia. Mas, afinal… como é a história de Dark Souls III?
Lothric é a cidade onde os Lordes das Cinzas se encontram, esses que têm seus deveres como herdeiros da Chama, responsáveis pela manutenção ou extinção da mesma. Entretanto, quando o dever chamou tais Lordes, cada um fugiu para uma parte do mundo, renunciando e negando seu trabalho. Porém, um Inacesos do cemitério, nasceu das cinzas por mais uma vez, para trazer cada lorde em seu devido trono, dando um destino à chama.
Em suma, cabe ao Inaceso (o jogador), recolher a alma e cinza de todos os Lordes e as posicionar em seus devidos tronos, para decidir o destino das chamas pela última vez.
A sombria beleza da contradição
A contradição é o tema principal em Dark Souls III. Antes, os Lordes das Cinzas eram grandes heróis responsáveis pela manutenção da chama, agora, são criaturas egoístas agarradas ao seus tronos, ou deveres mundanos.
Este contraste é muito bem aplicado durante o desenvolvimento do enredo do jogo, já que podemos observar os Lordes lutando pela sua sobrevivência, enquanto a Chama primordial corria um sério risco de apagar.
Falando no gameplay, encontramos diversos NPC’s durante o mesmo, estes tem suas próprias sidequests! Em uma primeira jogatina, será extremamente difícil cumprir a side de algum deles (se você jogar sem detonado, ou algo do tipo), só que em um New Game+ as coisa vão estar mais claras para o jogador.
O jogo conta com alguns lugares secretos também! Com chefes, magias, equipamentos e armas adicionais. Algum tempo depois de seu lançamento, duas DLC’s foram lançadas para o jogo: Painted World of Ariandel e Ringed City. Embora eu não tenha jogado, os fãs recomendam muito a compra das DLC’s, que exapandem o jogo por pelo menos umas 10 horas.
Uma novidade no gameplay de DS3 foram as Weapon Arts, que melhoraram muito a dinâmica das lutas. Cada arma tem sua própria Weapon Art, que consiste em um movimento único e especial, normalmente eles dão algum tipo de buff ao jogador, ou apenas infligem um dano insano.
Um momento de destaca para a Weapon Art da “Espada do Lupino”, que basicamente imita o ataque do Artorias, O Caminhante do Abismo de Dark Souls 1!
Os gráficos do jogo, assim como sua trilha sonora, são simplesmente incríveis! É sensacional ver o carinho que a From Software tem com a direção de arte de seus jogos, sempre com um padrão de qualidade excepcional.
O fim da primeira chama
DS3 encerra a franquia de uma forma extremamente bonita e poética, dando ao jogador três finais, que podem ser igualmente canônicos. Embora eu ame a série souls, o ciclo tinha que ter um fim, Miyazaki acabou dando um final à saga da Chama. Isso pode significar o final de Dark Souls, ou apenas o início de uma nova era no mundo do mesmo.
De qualquer forma, mesmo depois de 3 anos de seu lançamento, Dark Souls III ainda emociona, desafia o jogador com sua dificuldade e dá aquele sentimento e ambientação que só os jogos da franquia podem proporcionar.
Como uma boa fã de filmes de terror, todos os anos eu fico de olho em listas de lançamentos – sejam no cinema, ou em plataformas de streaming – e “The Silence” ou O Silêncio, era um dos que estavam na minha lista de espera.
O trailer (veja abaixo), já deixa claro que é um filme mais pipoca – produzido e lançado pela Netflix – com alguns atores já carimbados da plataforma, como é o caso de Kiernan Shipka (a nova Sabrina aprendiz de Feiticeira), mesmo assim eu esperava um pouco mais de qualidade, tendo em vista os últimos excelentes lançamentos da Netflix como Estrada Sem Lei.
A premissa do filme é bem similar a de Um Lugar Silencioso, um dos meus filmes favoritos de 2018, inclusive. Um grupo de exploradores acabam gerando um desmoronamento dentro de uma caverna, o que libera criaturas cegas chamadas de “vespas”, muito similares a morcegos mutantes carnívoros, estas são atraídas pelos sons e devoram tudo que encontram.
Os protagonistas são uma família que possuem uma jovem com deficiência auditiva – após perder a mesma em um acidente de carro – e supostamente (por causa disso) sabem viver no silêncio. Assim, eles tentam sobreviver nesse cenário pós-apocalíptico.
John R. Leonetti, é o responsável pelo filme. Confesso que sou fã de muitos trabalhos dele quando a proposta é fotografia, mas como diretor ele já conseguiu me desapontar bastante com o desastre que foi Anabelle em 2014. Em The Silence, ele repete o feito.
A trama é interessante, mas cansa nos primeiros 20 minutos, e torna um filme de 1h30 em um verdadeiro sacrifício. Diferente de Um Lugar Silencioso, o filme explora de maneira pobre a questão do silêncio, tenta inserir um plot com uma seita religiosa que dura 10 minutos e se perde rapidamente. Tem furos por todos os lados, as criaturas não são tão interessantes (nem assustadoras) assim.
De pontos positivos eu posso apontar algumas cenas pontuais, como a dos celulares, que causam certa tensão, e a tentativa de alguns atores de salvar a produção.
The Silence é fraco, raso, com muitos furos de roteiro, suspense mediano, plot previsível, terror minúsculo, cansativo e chato. Ele deixa um final aberto para uma futura sequência, e por mais que não tenha gostado nem um pouco, eu até me atreveria a ver já que a premissa em si tem pontos interessantes (a única coisa que se salva no filme).
A Nuuvem, lança hoje (21) a Campanha de Agasalhos Nuuvem, antecedendo a tradicional Inverno Gamer realizada pela companhia durante a estação mais fria do ano.
Até o próximo dia 28 de junho, os clientes da empresa terão acesso a um pacote com seis dos melhores jogos brasileiros na plataforma pelo valor de R$ 19,99.
Toda a renda arrecadada será destinada à Organização Social Viva Rio. Prezando pela transparência, os clientes da loja poderão acompanhar ao vivo um contador de agasalhos com a soma total de peças acumuladas a partir das vendas.
O pacote de jogos escolhidos para a Campanha do Agasalho pode ser acessado aqui: bit.ly/31OeTue
O grupo sul-coreano de k-pop, Monsta X, lançou nesta sexta-feira, 21 de junho, o mais novo clipe da música “Who Do U Love?”, com participação do rapper French Montana.
Vale lembrar que em julho, o grupo se apresenta no Brasil, e a apresentação acontecerá no dia 19 de julho, no Espaço das Américas (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda), em São Paulo, e faz parte da turnê mundial “WE ARE HERE”, giro mundial da banda que divulga o seu terceiro álbum de estúdio, “Take.2 We Are Here”.
No dia 19 de junho, Dia do Cinema Nacional, uma data que muitos ignoram por não gostar de filmes brasileiros, acharem que só existe as comédias da Globosat ou filme independente, acabou se tornando um dia de tristeza: o mais amado e aclamado crítico de cinema, Rubens Ewald Filho, faleceu na última quarta-feira.
O “senhor Oscar” estava internado desde o dia 23 de maio, nos deixou aos 74 anos, e pode-se dizer que deixou sua marca quando o assunto é cinema. Para todas as idades, ele será lembrado como um grande ícone que representa o cinema para nós brasileiros, pois também se mantinha presente em sua conta no Instagram para mostrar sua emoção com filmes de todos os gêneros, dos indicados ao Oscar e cults europeus, até os incansáveis reboots e filmes de heróis.
Além de suas críticas escritas em sua coluna na dvdmagazine.com e trabalhos recentes para a TNT, amantes da sétima arte ou não, Rubão moldou gerações para essa cultura.
Daqueles que lembram dele quando trabalhou em todas as emissoras da TV aberta, até os que conhecem por seus comentários em temporada de premiações na TNT, Rubens Ewald Filho deixará saudades, não por causa da sua visão sobre a sétima arte, mas sua paixão por esse mundo, um mero telespectador das grandes produções cinematográficas, demonstrava sua emoção a cada um desses filmes.
O que nos resta para nós cinéfilos, blogueiros, e youtubers é agradecer por tudo que ele fez, por suas críticas que guiaram pessoas a grandes filmes que estão longe de ser aclamado com uma gigante bilheteria ou marketing agressivo, nos fez ter uma visão melhor para filmes, nos agraciou com sua paixão e nos fez enxergar e sentir tudo o que é possível em qualquer filme que estiver em cartaz.
Eu (Baraldi) como um cinéfilo agradeço a experiência passada por suas críticas, sua passagem foi sim uma emoção para nós amantes da sétima arte, nada menos pode-se dizer e muito menos difícil de demonstrar nossas emoções como você o fez, é a prova que tudo o que você representou do cinema para os brasileiros é digno de Oscar.
Foi em minha primeira cabine, de O Bom Gigante Amigo, em 2016, que o conheci (BELLAN), e tive o primeiro contato. Fiquei com certa vergonha em pedir um selfie, já que um cumprimento e aperto de mão, já bastava para mim.
Rubão foi o cara – na minha visão – que aproximou o Cinema da grande massa, tirando o ar blazé de que “se o filme cult não é bom, é porque você não o entendeu”, enfatizando: “não, às vezes o roteiro que é ruim mesmo!”.
Entre seus grandes feitos como cineasta, o que mais me marcara e que assistia com grande prazer ao lado de minha avó, foi a adaptação de Éramos Seis (1994), que ao lado de Sílvio de Abreu, me trouxe a primeira experiência com a teledramaturgia brasileira – e das poucas que tenho um apreço verdadeiro.
Rubens Ewald Filho, com certeza, foi o responsável por abrir as portas da Crítica Cinematográfica na Televisão Aberta, algo que era restrito a colunas em jornais e apreciado por um público seleto, desconstruiu o Oscar, o tornando interessante até mesmo para uma criança com seu carisma. Nos anos 90, eu mal via filmes no cinema, mas achava o Oscar muito divertido!
Como um site que entre suas seções há a de REVIEW, é fatídico uma parcela desta “Indústria da Crítica de Cinema” ter ganho poder com sua representação nos últimos anos. Fica o nosso agradecimento e que descanse em paz.
A espera acabou! Neon Genesis Evangelion, um dos maiores clássicos da animação japonesa, está disponível na Netflix– e com nova dublagem!
A voz do Shinji (Ash e Kuririn), Fábio Lucindo, é o diretor deste relançamento via VoxMundin Audiovisual, além de também redublar os filmes End of Evangelion e Death, todos disponíveis no catálogo.
Sinopse: Neon Genesis Evangelion é uma série de ação pós-apocalíptica que gira em torno de uma organização paramilitar chamada NERV, criada para combater seres monstruosos chamados Anjos, utilizando seres gigantes chamados Unidades Evangelion (ou EVAs).