Go Yun Ha, mais conhecida como Younha é cantora, compositora, atriz e produtora e faz parte da agencia C9 Entertainment. Em breve, Younha irá lançar seu mini álbum, Unstable Midset, e ontem (30/12), à meia noite no horário da Coreia do Sul ela divulgou o nome das músicas.
A primeira música do quinto mini álbum se chama Winter Flower e foi composta por Eden, Ollounder, Lezz e Rap Monster. O líder do BTS já havia comentado que adoraria fazer uma colaboração com a Younha frequentemente elogiando as músicas dela para os fãs.
Quando Younha lançou seu quarto mini álbum em julho desse ano, Stable Mindset, RM escreveu no Twitter oficial do BTS sobre, veja o tweet original:
Com opção de áudio original em japonês e dublagem em inglês, você poderá acompanhar a saga da Glóbulo Vermelho em 13 episódios divertidíssimos! A segunda temporada está confirmada, sem previsão de lançamento.
Cells At Work (Imagem Divulgação
Sinopse: Esta é uma história sobre você, um conto que se passa dentro do seu corpo. De acordo com um novo estudo, o corpo humano é composto de aproximadamente 37 trilhões de células. Essas células trabalham muito todos os dias no mundo que é o seu corpo, desde os Glóbulos Vermelhos que carregam oxigênio até os Glóbulos Brancos que combatem as bactérias. Saiba mais sobre esses heróis anônimos e o drama que se desenrola dentro de você! Baseado na popular série “Cells at Work!”, vem aí uma nova série de TV!
Nunca é tarde para se brincar, sorrir e se divertir. Todos os adultos ainda têm aquele pedacinho de nuvens coloridas e esperança da criança que um dia foram, além da CCXP19 que trás essa experiência para todas as idades, Playmobil: O Filme consegue trazer a tela todo o mundo imaginário que um dia foi criado pelas mentes infantis daquela época, um filme fofo e divertido que faz qualquer um se encantar pelo que está sendo assistido e esquecer de todos os problemas do filme, ou possivelmente o contrário.
Existe uma artimanha em Playmobil que faz ele ser livre de amarras e passar dos limites, aqui é um mundo onde os brinquedos não se mexem, exigindo que as crianças usem a imaginação. Quem já brincou com Playmobil ou qualquer outro brinquedo sabe que misturar os mundos é algo comum, um pirata está indo atracar no litoral do império romano, quando são abordado por vikings, e do nada alienígenas montados em dinossauros aparecem para começar uma invasão, é a mente da criança trabalhando para sua diversão, então está liberto para a mais insana e maluca aventura que pode acontecer, e foi esse um ponto importante que faltou no filme.
A trama desenvolve a relação dos irmãos do início ao fim, Marla (Anya Taylor-Joy) é uma sonhadora, querendo viajar, conhecer novas culturas, descobrir o mundo, algo que ela também busca para o irmão Charlie (Gabriel Bateman), mas no momento em que a situação muda, Marla precisa ser a responsável enquanto Charlie segue amargurado pela mudança drástica de sua irmã, a sonhadora se tornou a adulta da rotina mediana, até aí parece interessante, até entrar no mundo de Playmobil, a loucura parte para níveis cósmicos, usando e abusando de suspensões de descrença, coerências com a história e inúmeros furos que distorcem todo o filme, trazendo assim algo cansativo e monótono de se assistir, agregando as partes musicais que devem funcionar apenas para o público infantil, pois os adultos estavam a um passo de sucumbir, chega um momento a ser irritante.
Outro artifício para manter o público atento foram as referências sutis da cultura pop no filme, essa funcionou para idades maiores de dezesseis anos, de Star Wars a Game of Thrones, parte para Cinderela, Aladdin, brinca com Jurassic Park e até De Volta para o Futuro, além de um dos bonecos viver as aventuras de James Bond, foi algo rico e cativante para o conjunto da obra, porém os tropeços do roteiro conseguem ofuscar tais referências.
Por ser um filme infantil, pensa-se em elementos de comédia, emoção e aventura, e isso foi algo esquecível, o alívio cômico é bem abaixo da média, por ser uma trama clichê, talvez o laço emocional não foi forte o suficiente para gerar algum apego, isso vale para a aventura também, a cartilha do herói, no caso heroína, que precisa passar por vários perigos para salvar a princesa, no caso o irmão, não se trata de uma questão de representatividade, esse tipo de história já está saturada, a falta de originalidade fez Playmobil se tornar mais um filme bobinho que passará na televisão e talvez só aí que as pessoas poderão rasgar elogios, mas dificilmente será aclamado a ponto de trazer um grande lucro em bilheteria.
Poder parecer uma visão ranzinza sobre o que era para ser um filme divertido, mas em alguns pontos ele consegue tocar nos corações de todo mundo, muitos problemas e incoerências ofuscam boa parte da obra e a simplicidade é a faca de gumes para qualquer produção audiovisual.
Playmobil: O Filme deixa a desejar, desaponta pelo comum e incomoda com cantorias aleatórias, explanando uma preguiça criativa de um filme, cujo o tema é uma brincadeira onde toda criança já deve ter imaginado enquanto brincava com Playmobil.
Disponível na Netflix, I Am Mother é mais uma produção de Sci-Fi e Fantasia da plataforma de streaming, que está apostando cada vez mais em longos de fantasia que estejam ambientados em distopias futuristas.
A trama consiste em uma jovem adolescente que foi criada desde sua gestação por um doide “Mãe”. A menina é a única remanescente da humanidade, criada em uma estação de sobrevivência, onde ela passa seus dias aprendendo sobre o mundo exterior, e como tudo foi eliminado a partir de uma praga que extinguiu toda a raça humana. As coisas tomam um rumo diferente quando, um dia, uma mulher humana bate nas portas da estação, trazendo informações bem diferentes do que a “Mãe” contou a jovem.
I Am Mother é um longa pós-apocalíptico que trata a respeito de muitas coisas: evolução, tecnologia, aprendizado, ética, humanidade e sobrevivência. Rodado praticamente todo em um só cenário, é uma trama de fantasia e mistério que não dá respostas claras a respeito do que se passa pela maior parte do filme, se revelando nas cenas finais, e mesmo assim gerando alguns questionamentos a respeito de quem é o protagonista e antagonista.
Assim como a maior parte dos longas de utopias tecnológicas, a sempre um embate entre humano e máquina, no estilo “Eu, Robô”, o que é bastante interessante levando em conta o momento histórico em que nos encontramos onde a inteligência artificial tem evoluído cada vez mais, tornando-se necessária até mesmo para a realização das atividades mais básicas.
Não espere muitas respostas do filme, ele é mais uma daquelas produções que entregam mais questionamentos que afirmações, a trama tem um foco simples e se mantem atrelada a ela, não esclarecendo realmente fatores externos muito além do ambiente que estamos.
Com um elenco minúsculo, o filme é interessante, bem feito, com um roteiro sólido e sem grandes buracos. Apesar de não ser uma obra prima do Sci-Fi, ele entrega bem o que promete, e tem um final que – particularmente – me agradou bastante.
I Am mother é uma fantasia pós-apocalíptica de uma distopia tecnológica que ninguém pediu, mas aceitamos com prazer, mostrando que a Netflix está muito séria em sua produção de longas, e com uma qualidade cada vez maior.
Colado juntinho com as festas de Natal, o Ressaca Friends 2019 aconteceu no final de semana dos dias 21 e 22 de dezembro, no Centro de Convenções PRO MAGNO, na Barra Funda, São Paulo.
Nesta edição, o Suco de Mangá teve a chance de acompanhar diversas atrações no Auditório mediadas pelo Bellan. E ter a chance de fazer parte dessas atividades também foi uma oportunidade de ver o que se tornou o Friends depois que a Maru Division tomou as rédeas do evento.
IMPRESSÕES GERAIS
Me foge à memória a última vez que um evento contou com ônibus que levavam e traziam as pessoas da estação de metrô até o local. Isso por si só já foi algo bem impressionante se imaginarmos o custo disso com os demais custos para trazer três personalidades internacionais e pagar cachê de dubladores. Deu pra perceber a boa vontade que essa edição teve de realizar um ótimo evento.
É muita arrogância querer bem ou mal avaliar o próprio trabalho; é melhor deixar isso para terceiros. Mas muitos de nossos leitores moram em outras cidades e estados, então é bom dizer alguma coisinha sobre o que foi palestrar no Ressaca Friends. É preciso frisar que essa oportunidade chegou como a Inquisição Espanhola (ninguém espera pela Inquisição Espanhola…). Tão repentina quanto a oportunidade em si foi a surpresa de saber que todas as três sugestões de temas foram bem aceitas!
E assim, durante o final de semana, pude falar um pouco com o público que compareceu ao auditório sobre: 1) A simbologia budista presente no anime Dororo (um pouco dela já pode ser vista no nosso Review); 2) O gênero slice-of-life; 3)Monster, Coringa e o problema do Mal. Verdade seja dita, um rapaz de 25 anos não tem como ser o mais experiente dos oradores, mas deu pra ficar muito contente tanto com a conversa como todo (e aí eu tenho que agradecer e muito a companhia da Verinhae do Bellan!) como também foi uma felicidade enorme ver um público que se envolveu, que escutou, que riu e que perguntou!
Que principalmente perguntou, vale ressaltar! Primeiro porque essa é a alegria de qualquer professor, responder dúvidas. Segundo porque até mesmo na terceira palestra, que admito, não é o mais popular dos assuntos, teve gente fazendo pergunta e teve gente fazendo pergunta desafiadora! Porque falar sobre Mal e vilões e como a cultura pop nos faz pensar sobre essas coisas não são temas fácil ou mesmo confortáveis. E foi feliz demais ver gente fã do gênero slice-of-life feliz a cada referência que era trazida ao papo, que falou feliz ao microfone sobre suas séries favoritas, apreciando o papo como um todo.
De minha participação nesse evento, só tenho a dizer isso. Avaliações propriamente ditas, como disse, deixo aos terceiros (e todas elas são bem-vindas). Agora só resta a agradecer mais uma vez, ao Bellan, por acreditar na ideia e pela equipe do Ressaca Friends por ter aceitado de bom grado as sugestões!
COSPLAYERS
Pra fechar esse curto apanhado pessoal do que foi o Ressaca Friends, devo fazê-lo em cima daquilo que realmente fez o evento. De um modo ou de outro, entre preparos aqui e ali entre palestras e trapalhadas de uma cabeça avoada que perde os próprios pertences, não deu pra acompanhar de perto as atrações do evento.
Sei e aprecio muito o fato de terem convidado um professor japonês para falar de virtual youtubers, uma febre enorme no Japão que ainda não tem lá muita vazão no Brasil, mas que definitivamente tem lá suas meia dúzias de fãs nos trópicos, entre eles este que vos fala. Quem quiser conhecer um pouco mais sobre o fenômeno, pode lê-lo aqui!
Mas o que realmente fez o evento e foi de cair o queixo e que são a marca registrada da nata dos eventos paulistas, são os cosplayers. Quantas vezes você vê um público aplaudir de pé um cosplay de tão bom que ele ficou? Pois é, isso aconteceu. E há quanto tempo não se via grupos e mais grupos de cosplayers? Demon Slayer? Teve. Fate Grande Order?! Para minha imensa surpresa, teve! Não sei de qual caverna saíram (ou de qual caverna eu estive enfiado este tempo todo), mas estavam todos excelentes! Até mesmo grupo cosplay de Bleach, a coisa mais 2008 possível, tinha para a alegria de muitos.
Com certeza quem quiser ver mais desses cosplayers, poderá ver na nossa galeria dedicada só para estes. O trabalho de fotografia do Belga nesse evento foi espetacular como sempre, algo que só dá pra explicar mostrando. Parte tanto do trabalho quanto da diversão do evento foi justamente andar pra lá e pra cá procurando cosplayers, dando sugestões de poses e assim fazendo os melhores clicks possíveis, prestigiando o esforço de cada um pra deixar seu personagem favorito pronto para o evento.
E é agradecendo também aos cosplayers pelo show visual, bem como os já mencionados amigos do Suco e do Ressaca Friends, que fecho esse curto apanhado do evento. Mas mais partes dessa cobertura virão com o tempo. Enquanto isso, aos nossos leitores, boas festas!
Fala galera! Estivemos nos dois dias de Ressaca Friends 2019, em 21 e 22 de dezembro, e por lá, além de participarmos de palestras, mediar painéis, também rolou nossa tradicional cobertura cosplay, que vocês podem ver mais abaixo. As fotos do concurso serão disponibilizadas nos próximos dias!
Divulgado no Twitter oficial da franquia, o filme Evangelion 3.0+1.0 finalmente teve sua data de estréia revelada: 27 de junho de 2020, mas a data é apenas para o território japonês.
O filme que tinha previsão de estréia para o mês de março, até o momento não recebeu data de lançamento em outros países. Abaixo você pode conferir o pôster de divulgação:
Evangelion 3.0+1.0 será o quarto e último filme da tetralogia intitulada Rebuild of Evangelion, que é baseada na série original Neon Genesis Evangelion.
Já é um fato conhecido que o Japão não é um país de maioria católica e têm poucos fiéis da religião, cerca de 1% da população. Mas eles não comemoram o Natal? Bom, não do jeito ocidental.
O Natal não tem um sentido religioso ou de reunir a família para comer uma ave gorda que foi ao forno com acompanhamentos infames como arroz com passas. O Natal do Japão é focado na beleza da decoração e no clima romântico, nem mesmo é feriado e tudo funciona normalmente no dia.
Parece que durante a época das festas, o Japão vai na direção contrária dos países ocidentais, já que o Natal é uma data para se encontrar com os amigos ou sair em casal para aproveitar as festas, enquanto o Ano Novo é motivo para reunir as família, visitar os templos e entrar no Ano Novo aproveitando uma bela ceia farta.
O Natal japonês tem suas próprias características, basicamente é muita decoração e belas iluminações, misturado com comidas que remetem aos EUA e muito romantismo. Confira as tradições de Natal que tornam o Natal no Japão tão único.
KFC: A Ceia de Natal Japonesa Oficial
Todo natal, cerca de 3,6 milhões de famílias japonesas compram sua “ceia” no KFC – Sim, o fast food de frango frito. De alguma forma, essa é a maior tradição do espírito natalino japonês. A demanda é tão grande que as pessoas começam a fazer pedidos do menu especial de natal 6 semanas antes. E a fila de espera no dia do Natal é tão longa que pode durar horas.
Tudo começou com Takeshi Okawara, o gerente do primeiro KFC do país. Logo depois de inaugurar em 1970, Okawara teve a idéia de vender “baldes de festa” especiais para o natal depois de ouvir vários estrangeiros reclamando que sentiam falta da comida típica durante essa época.
Menu de Natal do KFC
Em 1974, o KFC pôs em ação seu plano de marketing nacional (Kentucky para o Natal). A propaganda deu tão certo que Okawara ascendeu rapidamente na empresa até chegar ao cargo de CEO do KFC do Japão, entre 1984 e 2002.
O Balde de Festa se tornou um fenômeno nacional quase que instantaneamente, sendo que até então não havia nenhuma tradição de natal no país.
Propaganda do Kentucky para o Natal de 1981.
As refeições são grandes o suficiente para uma família inteira e incluem não apenas frango frito, mas também bolo e salada, dependendo do combo que você escolher.
Além disso, a campanha ajudou a divulgar o “mascote” da empresa, o Coronel Sanders, que durante o final do ano é vestido com a roupa do Papai Noel, o que o tornou a imagem principal do Papai Noel no país.
Mas e o bom e velho Chester, frango assado ou peru de Natal? Alguns mercados já vendem frangos assados inteiros, coxas de peru ou frango assados e refeições completas com salsicha alemã, frango frito e frango assado. Até mesmo nas lojas de conveniência vendem alguns pedaços de individuais de frango ou peru assado.
Um Bolo de Natal com Gosto de Prosperidade
Outra tradição culinária importante do Natal no Japão são bolos com massa de pão de ló com cobertura e recheio de chantilly e morango. É um bolo bem comum no Japão e é vendido o ano todo, até mesmo nos mercados e lojas de conveniência. Muito popular no Natal e nos aniversários, o bolo ganhou popularidade após a derrota do Japão na 2ª Guerra Mundial. Foi uma época de sofrimento e escassez de comida, e os doces eram verdadeiros itens de luxo. Com a Ocupação Americana que forçou a reconstrução do país, os doces começaram a serem vistos uma esperança de um futuro melhor e mais próspero.
Conforme o conceito do Natal foi entrando no país após a guerra, a economia também quis se beneficiar disso. Com os ingredientes agora disponíveis, esse bolo de natal de morango se tornou um símbolo de superação. Os morangos e o chantilly foram escolhidos pois representam as cores da bandeira do Japão.
Estação de Quioto
Iluminações de Inverno
Diferente do Brasil onde boa parte das iluminações ficam dentro de shoppings e outros lugares fechados, as iluminações de natal no Japão são feitas não só nos shoppings, mas também ao ar livre, em jardins, ruas, áreas públicas e até mesmo em hotéis, restaurantes e aquários. O cenário é tão bonito que te faz sentir no clima natalino, cheio de pessoas contentes e maravilhadas pelas luzes, fora o frio que dá um charme especial ao evento.
Mercados de Natal
De norte a sul, o Japão apresenta mercados típicos de natal de inspiração europeia. Geralmente os mercados começam no final de novembro e se estendem até o dia do Natal. Os mercados são bem iluminados, com belas decorações e comidas “típicas”, como salsichas alemães e quentão (vinho quente).
O Espetáculo de Natal da Disney
Na Disney de Tokyo, todos podem se encantar com o evento especial “Fantasia de Natal” com temas de contos de fadas com os personagens da Disney em um clima natalino. O evento ainda tem fogos de artifício, produtos especiais, doces de graça e um menu de natal especial. É um ótimo lugar para passar o natal em família com as crianças.
Decoração de Frozen 2
Compras de Natal
Como o Natal não é uma tradição japonesa, todas as lojas ficam abertas em horário normal. Você pode comprar várias decorações tradicionais de Natal, incluindo árvores de Natal, ornamentos, utensílios e tudo mais com tema natalino.
Além disso, a troca de presentes se tornou uma tradição entre os casais, portanto, é bem comum ver sugestões de presentes românticos e até eróticos.
A Data mais Romântica do Ano
Para a maioria dos japoneses, a Véspera de Natal é mais importante do que o dia de Natal, já que esse é o dia mais romântico do ano, como uma espécie de Dia dos Namorados. Os casais saem para jantares caros e andam pelas ruas para ver as belas iluminações. Também é um dos dias do ano com maior movimentação nos motéis, que ficam praticamente todos lotados.
A origem disso é um pouco desconhecida, alguns dizem que é porque o Natal é uma época de Amor e Alegria, então associaram amor ao amor de um casal. Mas também existe outra história, que remete a 1982, quando um sucesso musical chamado “My Lover is Santa Claus” alcançou o topo das paradas e sucesso. Também tem uma versão que diz que em 1988, Tatsuro Tamashita lanlou uma canção chamada “Christmas Eve”, que conta sobre a tristeza de se passar o natal sozinho. Essa canção ganhou popularidade em 1990 através de um dorama que conta a vida de vários casais que trabalham em um grande banco e cujo clímax se dá na Véspera de Natal.
De qualquer forma, essas músicas são como o “Então é Natal” da Simone, e toca em todos os lugares durante essa época.