A Play! Pokémon quer você participando das competições online de PokémonEstampasIlustradas, PokkénTournamentDX e de PokémonSwordand Shield (Espada e Escudo). Então como você está Mestre?
A Copa se dividirá em duas etapas. A primeira acontece em julho de 2020, onde os jogadores aptos a participar irão se enfrentar em uma chave de eliminação dupla, definidas pela pontuação dos jogadores.
Enquanto que a etapafinal acontece em agosto, consagrados os campeões e garantindo um auxilio viagem para um futuro campeonato internacional. A classificação terá como base os resultados de cada categoria.
Nas EstampasIlustradas, o ranqueamento contará até o final de junho no formato Padrão de jogo. Já o ranque nos videogames são diferentes, enquanto que no PokémonSwordandShield teremos a semana classificatória entre os dias 21 a 24 de maio, o Pokkén não tem uma data pré definida, mas os registros estão abertos.
Agora você sucogammerserá parte desse campeonato? A America Latina tem 256 vagas para a competição então vincule sua conta da Nintendo ao clube de treinadores e comece a praticar. Siga as redes sociais de Pokémon e confira as transmissões ao vivo!
Com tudo o que está acontecendo desde o final do ano passado, qualquer evento que causa aglomeração de pessoas está suspenso até segunda ordem.
Cinemas e teatros estão fechados no mundo todo, então é claro que as estreias de filmes planejados para este ano estão comprometidas. A Sony Pictures então divulgou recentemente o calendário de lançamentos de suas próximas produções aqui no Brasil em 2021, confira abaixo:
Monster Hunter | 03 de setembro
Super conectados | 22 de outubro
Escape Room | 31 de dezembro
Happiest Season | 14 de janeiro
Cinderella | 04 de fevereiro
Pedro Coelho 2 | 11 de fevereiro
Ghostbusters: Mais além | 04 de março
Morbius | 18 de março
Fatherhood | 15 de abril
Vivo | 03 de junho
Venom: Tempo de carnificina | 24 de junho
Uncharted | 15 de julho
Hotel Transilvania | 05 de agosto
Man from Toronto | 16 de setembro
Homem-Aranha 3 | 28 de outubro
The Nightingale | 23 de dezembro
Vemos que apesar de não termos nenhuma perceptiva de vacina ou solução permanente contra o coronavírus, a Sony antecipou a estreia de diversas produções como o longa (que ainda não foi gravado) Homem-Aranha 3. Ainda tem muito por vir e por enquanto só nos resta esperar e acompanhar as notícias.
Hoje, a partir das 20h00 em seu canal no YouTube, o cantor e compositor Ricardo Cruz, único estrangeiro da cultuada banda japonesa JAM Project e autor da música tema oficial mundial da segunda temporada do anime One-Punch Man, lança hoje seu novo trabalho solo – Invasion Zone – homenageando monstros gigantes japoneses em parceria com a nova coleção Ikoria – Terra de Colossos de Magic: The Gathering.
Em formato de Lyric Video, Invasion Zone se inspira na estética dos clássicos filmes de monstros gigantes que também é o tema da coleção Ikoria – Terra de Colossos, lançada hoje pela Wizards of The Coast no Magic: The Gathering.
“A ideia de fazer algo referenciando os filmes de monstros já existia na minha cabeça. Em uma reunião com a Wizards of The Coast, descobri a coleção Ikoria e o casamento foi perfeito”, revela Ricardo Cruz.
A produção do lyric video e a mixagem da música passaram por alguns desafios, já que tudo aconteceu em meio a pandemia. Designers, artistas digitais e músicos trabalharam junto com o Ricardo, mas cada um em sua casa. O resultado está na nova música e no lyric vídeo, que estará disponível a partir das 20h de hoje no canal oficial do cantor no YouTube e em breve também nas principais plataformas digitais, como Spotify, Deezer e Apple Music.
A nova coleção de Magic: The Gathering,Ikoria: Terra de Colossos, chega nas lojas a partir de hoje, dia 15 de maio. Trazendo um plano de criaturas gigantescas e um novo personagem inédito, o planeswalkerLukka do Gibão de Cobre.
Ikoria: Terra de Colossus já estava presente de forma digital para os jogadores do MTGArena e MTGO (MagicOnline) durante 1 mês. Além disso, você contará com as cartas exclusivas da série Godzilla em parceria com a produtora TOHOCO., são 19 artes sendo 3 delas exclusivamente japonesas.
A nova coleção traz novas mecânicas como Mutação, que faz suas criatura crescerem e manter as habilidades de seus hospedeiros. Marcadores de Habilidades marcam presença nessa edição que permitem jogadas interessantes e até mesmo poder de escolhas para vencer uma partida.
Contudo a mecânica mais badalada é o Companheiro, com um requisito a ser respeitado da construção de seu baralho, a criatura com essa habilidade vai transformar suas estratégias. A coleção conta com um total de 274 novas cartas e vários produtos, além disso algumas cartas da coleção tem uma versão alternativa de arte.
Ikoria: Terra de Colossus chega para balançar o meta jogo de forma física. Então procure se informa com o lojista mais próximo sobre os produtos relacionados e mantenha-se informado sobre os eventos durante esse momento.
Todo ano a Sanrio (empresa japonesa que cria produtos pop kawaii como a famosa Hello Kitty, Aggretsuko, o preguiçoso Gudetama e o carrancudo BAD BADTZ-MARU) faz uma ranking pra saber qual de seus personagens kawaii é o mais amado pelo público. Neste ano, os resultados parciais da pesquisa mostram que Yoshikitty está no TOP 5 do total mundial de votos!!
Yoshikitty é um personagem inspirado no famoso Yoshiki, baterista do X-Japan (sendo ele o primeiro personagem da empresa baseado em uma pessoa real) e na Hello Kitty. O resultado disso é um Hello Kitty super kawaii e rock and roll! O personagem nasceu em 2009 com mais de 500 itens à venda.
Amado no Japão e em todo o mundo, ele ficou em 12º lugar em 2015 e marca presença no top 10 há quatro anos, desde 2016. Em 2018, Yoshikitty ficou em 3º lugar no mundo, ficando acima da própria Hello Kitty!! Os resultados deste ano serão anunciados em 9 de junho.
Nesse momento Yoshikitty já está no topo em vários países, sendo 1º lugar no Brasil, 2º na China e 3º na Alemanha. Os fãs de todo o mundo podem continuar votando até o dia 25 de maio pelo site da Sanrio ou comprando o merch do seu querido personagem.
Na esteira de reviews sobre os filmes do Studio Ghibli estreantes na Netflix, falaremos um pouco sobre O Castelo Animado, outro gigante da animação fantástica dirigida por Hayao Miyazaki e musicalizada por Joe Hisaishi!
DIANA WYNNE JONES
Esse é o nome da escritora britânica que deu origem à história original, Howl’s Moving Castle. Diana escreveu a história nos anos 80 ao receber o título pela sugestão de uma criança. Ela conta sobre uma filha de chapeleiro chamada Sophie Hatter, que é amaldiçoada por uma bruxa após um surto de inveja quando esta é salva de criaturas pelo mago Howl.
Com a maldição, a jovem Sophie envelhece subitamente e tenta achar um jeito de voltar ao normal, encontrando o Castelo Animado no meio do caminho. No castelo de Howl, ela conhece a chama viva Calcifer, um Espantalho e por fim o próprio Howl, que a permite que permaneça com eles. Servindo como uma espécie de zeladora do lugar, a convivência de Sophie com Howl permite que pouco a pouco cada um lute contra o destino imposto a cada um deles.
A VIAGEM FANTÁSTICA NO CASTELO ANIMADO
Como é de praxe dos filmes de Miyazaki, o seu ouro está menos na história que a animação conta e mais na animação em si, que acaba comunicando mais do que as falas em si. A arquitetura cacofônica do Castelo Animado se mexendo, soltando pedaços pelo caminho, suas bugigangas que transportam uma pessoa de um lugar ao outro pela mesma porta com o girar de uma manivela, são essas animações fantástica que transparecem ser o maior legado do filme: uma animação que te transporta para uma hora e meia de muita fantasia.
Parte dessa fantasia que vale cada segundo do filme é o modo como vemos Sophie retornando ao normal. Como uma afeição que cresce a passos de formiga e se transforma num sentimento intenso, a velhice de Sophie passa naturalmente pelos nossos olhos como a regressão de um Benjamin Burton, refletindo sempre a bondade e a firmeza de seu coração, que finaliza na forma de uma jovem mais bela do que ela fora antes da maldição.
O LUGAR DE CADA UM
A fama global de Hayao Miyazaki faz com que O Castelo Animado seja um daqueles casos onde a adaptação supera o original em notoriedade, pelo menos fora da Inglaterra. É muito improvável que a pessoa que for assistir ao filme pela primeira vez já terá lido a história de Diana Wynne Jones antes. Mas, se fizermos um exercício de imaginação, é bem provável que a própria Diana, que teve a felicidade de viver parar ver sua história ser adaptada para uma das animações mais lindas possíveis, iria gostar de uma alteração fundamental na história de Sophie e Howl.
Miyazaki não está interessado em violência e muito menos em mortes, mesmo para os vilões. Isso é verdade para A Viagem de Chihiro, isso é verdade para Princesa Mononoke e isso também é verdade para O Castelo Encantado. Numa atitude típica de uma geração tal qual a mesma geração de Osamu Tezuka, traumatizada pelo horror à guerra, Miyazaki troca a morte da vilã por um final onde haja o lugar de cada um.
Nesse sentido, O Castelo Encantado acaba sendo também um filme sobre graça; sobre perdão imerecido. Além de contar uma bela história de superação do próprio destino. Ao final dessa fantasia, você sai com o espírito mais leve e um sorriso daqueles que o Estúdio Ghibli entrega como poucos.
Incapaz de apontar defeitos neste trabalho de gigantes, preferindo com prazer a crítica daqueles que acharem este review brando demais, esta animação merece facilmente 5 Suquinhos.
Pra não deixar a banda LIVERECHT sozinha na RAJEWELY Entertainment (sub-selo da Starwave Records) temos a adição de mais um artista, o solista Jaki, que também é guitarrista da banda La’veil MizeriA, grupo visual kei que atua sob um estilo oldschool!
O projeto não é lá muito diferente do La’veil MizeriA, a estética utilizada por Jaki na prévia lançada pra “In the mirror” é a de um visual kei dos anos 90, bem oldschool!
O mini-álbum foi lançado em 6 de Maio com 6 músicas!
Jaki – IN THE MIRROR
CD:
01. Suuhai uta (崇拝歌)
02. Kyousenritsu (狂旋律)
03. Kanraku aijou (歓楽哀情)
04. IN THE MIRROR
05. Eien ni sayounara (永遠にサヨナラ)
06. Madness Gate
O tema da natureza é um assunto bem forte nas obras de Hayao Miyazaki. De algum modo ele aparece em filmes como Ponyo ou A Viagem de Chihiro, mas é em Princesa Mononoke (Mononoke Hime) aonde o conflito “homem x natureza” atinge o seu pico. Vamos entender um pouco mais do que se trata esse filme e o que significa esse conflito que move o filme.
E claro, este review está livre de spoilers. A ideia aqui é acrescentar alguns pontos e curiosidades que podem incrementar a experiência de quem assistir pela primeira vez.
UMA FANTASIA HISTÓRICA
O cenário de Monoke Hime se passa num Japão tipicamente feudal, embora o filme jamais seja explícito nisso. Como o sabemos então? Se prestarmos atenção em alguns detalhes dos personagens principais e de onde eles vêm, tudo fica claro.
ASHITAKA
O Príncipe Ashitaka, um dos protagonistas, se anuncia como alguém que vem de ”terras longínquas do Leste”. E no vilarejo de onde ele parte para sua jornada, os anciões (muitos deles barbados, o que é incomum no Japão) mencionam serem “os últimos dos Emishis”, destruídos e expulsos para o Leste pelo Imperador há 500 anos.
“Emishi” é um dos nomes para os Ainu, um dos povos nativos do arquipélago japonês. O assunto é um pouco complexo, até porque nem mesmos os estudos começaram a esgotar o assunto, mas se trocarmos em miúdos, o arquipélago japonês era dividido entre os Yamato-jin (povo de Yamato, ou descendentes do Imperador) e os Ainu (chamados pelos Yamato-jin de Emishi ou Ezo).
Na medida em que o Japão fortaleceu suas instituições imperiais e consolidou seu poder pelos bakufus (primeiro com Kamakura, no século XI), esses povos eram pouco a pouco empurrados mais para leste, subindo a norte de Honshu (a ilha principal) e em direção à atual região de Hokkaido (a ponta acima no mapa próxima à Sibéria).
Uma última curiosidade sobre Ashitaka: volta e meia se pergunta se ele tem algo haver com o shogun Ashikaga Yoshiteru (1536 – 1565), o último shogun dos Ashikaga que viveu durante o Sengoku Jidai. A semelhança é mera coincidência, como acontecem com muitos nomes japoneses. Pelo que foi escrito até agora, deu pra perceber que o mundo dos shoguns e o mundo dos ainu estão separados como água e óleo.
EBOSHI GOZEN
Apesar de Eboshi ser uma figura completamente fictícia sem qualquer semelhança à alguma figura factual na história japonesa, isso é apenas uma verdade se levarmos em conta semelhanças literais (como em aparência ou nomes). Mas como ideia, Eboshi é uma antagonista (ou anti-heroína, tudo isso é bem discutível) que incorpora a noção de “progresso” e do humano dominando a tecnologia para dominar a natureza e os seus pares.
No caso dessa personagem, temos duas perspectivas de “progresso” postas em jogo. Um progresso histórico e um progresso na visão do próprio Hayao Miyazaki. Como alusão histórica, o uso de arcabuzes é uma referência óbvia a Oda Nobunaga, daimyo que fez um uso pioneiro de armas de fogo em batalha, derrotando exércitos bem mais prestigiados que o seu. Foi como o que aconteceu na batalha de Nagashino, em 1575, onde fileiras de armas aniquilaram a famosa cavalaria Takeda. Em Mononoke Hime, o paralelo se sustenta, pois o vilarejo consegue se manter e se proteger graças ao domínio da tecnologia de seu tempo.
Durante as guerras do Sengoku Jidai, esses arcabuzes recebiam o nome de “tanegashima”, pelo nome da mesma ilha onde os portugueses começaram a comercializar essas armas com os japoneses em 1543.
O CONFLITO “HOMEM X NATUREZA” E A BUSCA DA HARMONIA
A outra noção de progresso nos leva ao cerne do conflito que move o filme, o conflito “homem x natureza”. É verdade que a vila de Eboshi é a fonte do mal que ataca o vilarejo de Ashitaka; e é verdade que sua vila também é responsável pelo desmatamento da natureza e pela extinção de tribos de animais. São esses feitos que trazem a ira de San, a Princesa Mononoke.
Mas nada é tão simples assim. Se Eboshi faz um ataque feroz à natureza, ela o faz pelas pessoas que abriga. É graças à vila onde a miséria (que é a regra numa era de guerras como a Sengoku Jidai) se transforma em prosperidade com a venda de ferro.
E é nesse lugar onde pessoas que normalmente seriam incapazes de autonomia por conta própria, ganham autonomia e um lugar de destaque naquele meio. Não só os homens guerreiam com lanças e espadas; mulheres guerreiam com armas e mantem a produção de ferro em dia. É delas que provem a sobrevivência daquele lugar e aquilo que o torna único.
E mesmo os enfermos encontram abrigo, enquanto mantém sua dignidade ao poderem contribuir com a comunidade. É de seu trabalho artesanal que vêm as armas que protegem a vila. Então o progresso que a humanidade dá ao dominar a natureza é definitivamente algo a ser considerado e Miyazaki faz questão de evidenciar isso ao longo do filme.
Mas a pergunta principal de Hayao Miyazaki que é a principal engrenagem que faz este filme girar é esta: de quanto vale todo o progresso que a humanidade é capaz de prover se ela acabar matando a fonte de toda a vida? De que vale o progresso se sua busca matar a nós e o mundo no meio do caminho?
A figura do príncipe Ashitaka é a de alguém que reconhece tanto a importância da natureza, como ensinado por sua terra natal que cultua e protege a natureza, como é capaz de reconhecer o bem feito na vida de tantas pessoas graças à tecnologia. A importância dele no filme é a de ser um personagem que busca algo maior que o equilíbrio; em uma palavra, Ashitaka busca e luta pela harmonia.
Grosso modo, Mononoke Hime se trata disso. Ele é uma mensagem de Hayao Miyazaki para que saibamos usar o que construímos para melhorar nossas vidas, ao mesmo tempo em que saibamos respeitar e apreciar a natureza que acolhe a todos nós. O que busquei escrever aqui foi mais um apanhado de curiosidades, pois a história do filme é simples e o que ele tem a oferecer, animações e músicas dizem mais que palavras.
Afinal, em se tratando de Studio Ghibli e Hayao Miyazaki, quais descrições de animação ou direção ou trilha sonora, na companhia consagrada de Joe Hisaishi, podem ser feitas além de: absolutamente maravilhosas?