Evento, não-evento, exposição, beat, ato, protagonista ativo, clímax irreversível, multi-protagonista e realidade consistente se unem na estrutura de ORIENT, mas, será que isso funciona?
A nação de Hinomoto era a terra dos humanos, mas com a aparição dos misteriosos Kishins, a supremacia humana acabou. Os famosos generais de Sengoku caíram um após o outro, contudo, alguns continuaram resistindo à dominação dos Kishins, e as batalhas continuam até hoje. Eles são os únicos capazes de enfrentar os onis. Eles são os Bushis!
Em poucos minutos de tela, temos uma breve noção do objeto de desejo do protagonista MUSASHI (Yuuma Uchida) e o que ele pensa desse universo. MUSASHI está em desacordo com a “comodidade mentirosa” das pessoas, pois um mundo onde os humanos não possuem mais supremacia só pode estar louco.
Nesse estado de comodidade falsa, Bushis e Kishins tomam posições contrárias, o primeiro, como monstros terríveis que assolam Hinomoto e o segundo, divindades que merecem respeito e adoração.
O não-evento, momento em que MUSASHI conversa com seus amigos de escola e o evento que surge após o primeiro beat – a mudança de comportamento que ocorre por ação e reação – ocorre sem tropeços e confusões.
A exposição de Hinomoto nos primeiros minutos de animação salva o expectador e cumpre o princípio básico da exposição: “Não conte, mostre”.
Os dois possíveis flashbacks que aparecem possuem funções interessantes; KOJIRO (Souma Saito) E MUSASHI quando crianças bradando espadas de madeira. Esse flashback tem a intenção de nos causar empatia pelos personagens através do riso e a felicidade de duas crianças enquanto brincam, o segundo flashback busca reforçar nossa empatia por KOJIRO, mas desta vez puxando para um lado mais afetivo, afinal, a rejeição e o preconceito é algo triste de se ver.
A dramatização e a necessidade que os flashbacks tiveram, surtiu o efeito desejado, ou seja, não desacelerou o passo do episódio.
O protagonista ativo da estória não há dúvidas de que seja MUSASHI, pois é ele quem define o conflito, guia KOJIRO ao Ato que encabeça um clímax irreversível e faz com que tudo isso funcione dentro de uma realidade consistente muito bem elaborada segundo os princípios de uma boa estória.
O filme derivado do mundialmente popular lakorn 2gether The Series finalmente saiu dos cinemas para a telinha: No próximo dia 11 de fevereiro, o longa entrará no catálogo do serviço de streaming Disney+ Hotstar, subsidiária da The Walt Disney Company India, e estará disponível para os assinantes tailandeses.
สารวัตร-ไทน์ พร้อมกลับมาเติมเต็มความประทับใจอีกครั้ง ให้แฟนๆ ชาวไทยใจฟูแบบไม่รู้จบ ใน "เพราะเราคู่กัน The Movie"
Sinopse: Tine (Win Metawin Opas-iamkajorn), um calouro da faculdade de Economia e membro da equipe de cheerleaders da universidade, é um paquerador de primeira, sempre à procura do amor de sua vida. Ele acaba atraindo a atenção de Green (Gun Korawit Boonsri), um calouro da faculdade de Ciências Sociais, que se declara para ele repetidamente — nunca de forma discreta. Para se livrar das espalhafatosas investidas de seu admirador, ele tenta fazer um acordo com Sarawat (Bright Vachirawit Chivaaree), um calouro da faculdade de Música e galã da universidade, pedindo que ele finja ser seu namorado; mas Tine não imagina que o bonitão tem outros planos.
2gether The Series é baseado na novel Because We Are Together, da autora tailandesa JittiRain. Depois do sucesso da primeira temporada, a GMMTV lançou uma segunda temporada especial com 5 episódios, Still 2gether. Ambas já fazem parte do catálogo da Netflix na Tailândia, e estão disponíveis no canal da produtora no YouTube com legendas para os fãs internacionais.
O filme é um compilado de cenas das duas temporadas, e, enquanto a série foca na visão de Tine sobre os acontecimentos, no longa veremos um pouco mais da visão de Sarawat da história. Também teremos “cenas escondidas”, que foram gravadas para “atar” o enredo, além de um final diferente do que vimos na série.
Desde o anúncio da sequência em forma de longa, em 2021, a expectativa foi muito grande entre os fãs dentro e fora da Tailândia; infelizmente, a pandemia atrapalhou um pouco a agenda de lançamento nos cinemas. Agora que a produção finalmente será lançada no streaming, a esperança dos fãs internacionais é que mais plataformas também adquiram os direitos para transmissão.
Atualmente, Bright e Win estão juntos no elenco de F4 Thailand: Boys Over Flowers (a adaptação tailandesa da popular história criada pela mangaka Yoko Kamio, Hana Yori Dango), como Thyme e Kavin, respectivamente. Os atores também têm outras produções agendadas para o ano de 2022, pela mesma produtora de 2gether.
Mais uma animação Marvel estreou com exclusividade no Star+. “Hit-Monkey” acompanha um macaco da neve japonês guiado pelo espírito de um assassino americano, que embarca em uma jornada sombria repleta de vingança e momentos peculiarmente engraçados pelo submundo de Tóquio. Após ver seus companheiros serem assassinados brutalmente, Hit-Monkey jura fazer justiça com as próprias mãos.
Com a ajuda de Bryce Fowler, ele consegue encontrar os culpados e fazê-los pagar pelos crimes que cometeram. Depois disso, Hit-Monkey faz de seu propósito de vida ir atrás de matadores e foras-da-lei para reparar as injustiças que cometeram. Durante seu trajeto, ele conhece Akiko, sobrinha de um poderoso político, e os dois acabam se aproximando e se ajudando em seus objetivos.
Assista o trailer abaixo:
Criada por criada por Will Speck e Josh Gordon, a animação conta com Jason Sudeikis (Ted Lasso), Olivia Munn (X-Men: Apocalipse) e George Takei (Star Trek) no elenco de voz.
O bruxo Geralt de Rivia é provavelmente um dos protagonistas mais conhecidos da ficção nos últimos anos e não só pela série ou jogo, mas também pelos livros que inspiraram todas as produções de The Witcher. Frases como ‘aguenta carpeado’, ‘não toque na plotka’ e ‘a verdade é um fragmento de gelo’ são algumas das marcas desse personagem famoso criado há cerca de 30 anos.
A trama, que se passa na era medieval e mostra os conflitos vividos pelo mutante que caça monstros, é baseada na coleção de obras que têm o mesmo nome e foi escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski no final dos anos 80 e publicada no início dos anos 90.
Os livros ‘A espada do destino’ e o ‘Último Desejo’, ambos publicados aqui no Brasil pela WMF Martins Fontes, mostram o início da aventura do bruxo que percorre diferentes povoados oferecendo seus serviços de caça. A história tem claramente influências mitológicas e umas das narrativas mais envolventes do gênero. O que muita gente não sabe é que ambas publicações também existem em formato de audiolivro.
Narrado por Mauro Ramos e disponível na plataforma Skeelo Audiobooks, as duas obras contadas despertam a imaginação diante de cada acontecimento na trama. Além da caça aos monstros, Geralt enfrenta a rejeição das pessoas e precisa lutar de todas as formas para viver. O enredo também tem espaço para romance. Yennefer é o grande amor do bruxo, mas a relação dos dois é desafiadora e envolve traições, medos e angústias.
Vale lembrar que volume 1 e 2 da saga formaram a base que inspirou todas as outras produções de sucesso já conhecidas até agora. E para quem ainda não conhece a história, vale conferir o enredo e voltar no tempo com o bruxo Geralt de Rivia.
Nessa temporada, a Vans em união com a Warner Bros. Consumer Products dão vida às clássicas histórias de terror e orgulhosamente apresentam a coleção Vans x Horror. Composta por interpretações dos momentos mais assustadores da história do cinema em combinação com os icônicos tênis, peças de vestuário e acessórios da Vans, a colaboração desembarcou oficialmente no Brasil este mês de janeiro.
Responsável por criar e eternizar ícones assustadores, a Warner Bros. produz os filmes de terror mais amados há mais de 80 anos. Eles se tornaram o sinônimo de terror – desde as gêmeas aterrorizantes de “O Iluminado” e os personagens diabolicamente possuídos de “O Exorcista” e “Os Garotos Perdidos”, até as mentes maníacas de “Sexta-Feira 13”, “A Hora do Pesadelo” e “IT: A Coisa”.
Reviva os momentos mais assustadores dos clássicos filmes de terror com interpretações gráficas e mensagens escritas no Vans Era com a icônica estampa Checkerboard e balões vermelhos do filme “IT: A Coisa”; enquanto o SK8-Hi recebe o logo de “O Iluminado” estampado repetidamente nos painéis laterais, além do horripilante manuscrito na vira de borracha da silhueta.
A coleção de vestuário de modelagem masculina da colaboração nos transporta para nossas cenas favoritas — para os assustados, nem tanto – de “Sexta-Feira 13”, apresentando moletom estampado com a máscara de hóquei que brilha no escuro e as garras de Freddie Kruger rasgando nossa pochete Ward Crossbody em poliéster.
Para o vestuário de modelagem feminino, é tudo sobre “O Iluminado”. As gêmeas aterrorizantes do longa são apresentadas juntas à impressão do papel de parede vintage em nossa camiseta de manga longa e um par de meias com babados. A coroação desse núcleo é justamente o boné “Vans x The Shining”, finalizado com um laço docemente sinistro e a máxima “Off The Wall” bordada na peça.
Completando os tênis da coleção, a colaboração também conta com variações das silhuetas do Classic Slip-On, Old Skool, Sk8-Hi, Lowland CC e o Style 47 Creeper. As peças de vestuário e acessórios femininos também destacam o moletom com capuz em corte boyfriend de “O Iluminado”, camiseta de algodão e mini mochila de “IT: A Coisa”, enquanto o vestuário masculino entrega o moletom de “Os Garotos Perdidos”, camiseta de manga curta de “O Exorcista”, meias, boné e mochila de “Sexta-feira 13”.
A coleção Vans x Horror já está disponível em revendedores autorizados, nas Vans Stores e no SITE OFICIAL.
Em sua passagem pelos Estados Unidos no ano passado, Jennie fez questão de marcar sua presença. Assim, ela posou ao lado de Grimes em um projeto do ex marido da americana, e hoje o público descobriu que a idol também apareceu no clipe do novo projeto musical de sua amiga.
A faixa Shinigami Eyes ganhou a atenção dos fãs de kpop por trazer essa combinação inesperada. Sobre a parceria, Grimes fez um agradecimento mega especial a todos que se envolveram e sobre Jennie ela disse:
Á minha popstar favorita, que literalmente arrumou meu cabelo no set em um certo momento porque o vento soprou minha franja na vertical haha
Alguns membros da equipe também comentaram sobre a participação de Jennie, elogiando a cantora pela sua performance, dizendo que ela é uma das mais profissionais com quem já trabalharam.
Não dá nem para dizer que não é verdade, sabemos que Jennie faz questão de trabalhar muito bem a sua imagem. Além disso, até o momento acreditávamos que ela estava de olho em parcerias de moda, mas será que os fãs podem esperar uma collab? Só o tempo dirá!
Com lançamento no dia 13 de janeiro, Koroshi Ai é um anime da Temporada de Inverno 2022. Sua equipe conta com produtores renomados como Kadokawa (Re:Zero) e Toy’s Factory (Saiki Kusuo), importantes na área de romances e dramas. Além disso, o estúdio responsável é o Platinum Vision, o qual não possui histórias muito famosas, mas oferece uma animação de qualidade e harmônica.
Bom, Koroshi Ai, ou Kill of Love, assim chamado em inglês, é um mangá escrito e ilustrado por Fe, ganhando sua serialização em 2015, possuindo 11 volumes até então. Este é um dos romances adaptados para 2022, e para minha felicidade é também de ação. Em uma primeira impressão, não aparenta ser um shoujo convencional, o poster oficial apresenta um preferência maior para a ação do que o romance em si. Seguindo esse pensamento, caso eu não tivesse assistido o primeiro episódio, não acharia que esse anime é também shoujo apenas com as imagens promocionais e sinopse.
Como protagonista, temos Chateau Dankworth, uma jovem caçadora de recompensas; e também Son Ryang-ha, um assassino profissional de alta classe que é seu alvo. Os dois possuem personalidades totalmente opostas, enquanto ela é introvertida e rigorosa em relação às regras a seguir, ele é extremamente extrovertido e falante, seguindo o que acha melhor e não se importando com normas. Assim, após o primeiro encontro, um pouco excêntrico e perigoso, Ryang-ha se torna obcecado por Chateau, ligando e mandando mensagens a todo momento, dando início à relação dos dois. Os momentos em que isso acontece são cômicos, fica claro que ele tem experiências em relacionamentos e provavelmente nunca foi rejeitado. Já em contraste, ela se mostra fechada a relações e rejeita friamente e repetidamente toda aproximação desse “galã”.
É interessante a maneira como Chateau está determinada a fazer seu trabalho corretamente, mas como Ryang-ha acaba se esforçando ao máximo para chamar sua atenção, distraindo-a do seu foco principal que é matá-lo. Além disso, este romance segue a ideia de “os opostas se atraem” e acredito que os dois sejam como Yin-Yang, ao mesmo tempo que antagônicos e são complementares. Ademais, há cenas de violência explícitas que dividem o espaço com o flerte e cenas de comédia. Desta forma, a atmosfera do anime não se torna tão pesada, porém não perde a seriedade da temática criminal. Para quem gosta de um pouquinho de gore aqui e ali, os assassinatos não devem incomodar.
Um romance entre a mercenária e seu alvo simplesmente me chamou muito a atenção. Como uma viciada em shoujo, estava em busca de uma proposta diferente do romance escolar, fofinho e tradicional e fiquei satisfeita ao encontrar esse lançamento. Afinal, nunca é demais um romancezinho com mafioso, não é?.
É uma história promissora, e o primeiro episódio não decepciona. Ao final deste, é deixado claro que será explorado o passado dos personagens, dando uma dica da profundidade e obscuridade encontrada neles. Temos, então, uma mescla do leve com o pesado, chegando a um equilíbrio agradável e atrativo.
No quesito musical, tanto a opening quanto a ending são boas e as músicas temas também combinam bem com o anime. No geral, é uma adaptação com potencial, que me agradou bastante, mas corre o risco de cair nas sombras já que está sendo lançada em concorrência com histórias enormes e não entrega o padrão esperado pela maioria dos otakus.
Por fim, recomendo Koroshi Ai para aqueles amantes de romance e histórias que envolvam máfia e o submundo do crime. Se você procura uma abordagem diferente, acredito que gostará desta novidade. E também, se gosta daquele típico bad boy, sarcástico e de caráter duvidoso, tenho certeza que Song Ryang-ha te conquistará!
No último dia 21, chegou ao fim mais um sucesso da gigantesca produtora GMMTV. Bad Buddy, que começou com uma audiência modesta na TV aberta da Tailândia, logo se tornou um fenômeno nas redes sociais.
As proporções alcançadas pela popularidade do BL, fez com que ele garantisse uma recepção internacional bastante calorosa, batendo recordes de visualizações e figurando o topo de assuntos mais comentados no Twitter de diversos países, incluindo o Brasil. E após 12 semanas, o desfecho de uma história que tinha tudo para perpetuar os clichês do gênero, acabou surpreendendo até mesmo quem desacreditava de um final positivo.
Adaptado da novel Behind The Scenes (หลังม่าน), Bad Buddy surge da história clássica de um romance proibido. Pran (Nanon Korapat) e Pat (Ohm Pawat), são vizinhos, mas devido à rivalidade entre seus pais, são proibidos de terem qualquer tipo de relação. Da infância à juventude, diversos eventos fazem com que eles ora se aproximem, ora se afastem um do outro. Esse vaivém, acaba revelando um certo acontecimento do qual irá unir os dois, e como já é de se esperar, a intervenção familiar no relacionamento deles trará à tona coisas do passado e problemas que ambos terão de enfrentar no futuro.
À primeira vista, Bad Buddy soa como uma produção nos moldes técnicos em que maioria das adaptações BLs se encontram na Tailândia: com poucas ressalvas para fotografia e edição.
Dois aspectos marcados pela simplicidade e acessibilidade de um drama centrado no desenvolvimento dos personagens. E quanto a isso, não há o que reclamar, pois, o que vemos aqui, é uma verdadeira aula de como tornar uma narrativa bastante arriscada devido aos acontecimentos intensos da novel, em algo extremamente satisfatório e pertinente ao sentido pelo qual caminham os personagens. Exemplo disso são as tomadas que favorecem os personagens secundários, os quais são cuidadosamente explorados para agregar sentido ao arco principal. Como é o caso de Wai (Jimmy Jitaraphol), melhor amigo de Pran e que exerce seu companheirismo tóxico ao ponto de levar a crer que ele é o grande antagonista da história. O mesmo quase acontece com Korn (Drake Sattabut), melhor amigo de Pat e que consegue surpreender a todos em um determinado momento do BL.
Nessa linha narrativa que envolve os amigos dos protagonistas, temos o primeiro debate levantado pela série: as amizades tóxicas. Além disso, o drama familiar também se mostra um debate necessário sendo lembrado em todos os episódios de maneira fundamental.
E como é de costume nas adaptações BLs, o casal secundário também se faz presente ao longo do drama, porém, diferente da maioria, em Bad Buddy, somos apresentados a um romance afetivo entre duas garotas, o que acaba abrindo espaço para outro debate: a representação feminina nesse tipo de obra. Pois, como sabemos, muitos títulos costumam tratar garotas como vilãs ou encaixá-las em papéis extremamente irritantes, o que felizmente, não acontece aqui. Outra quebra na estrutura dos dramas BLs que podemos observar em Bad Buddy, é a forma em que a relação dos personagens principais é representada, com respeito a isso, os papéis não dependem do estereótipo seme/uke, em outras palavras, Pran e Pat não precisam mostrar quem é o “protetor” e quem é o “protegido” da relação. Eles apenas vivem um relacionamento de forma igual, transmitindo suas emoções sem se apoiar em artifícios datados.
Ainda sobre os protagonistas, é possível notar uma dedicação extremamente assertiva por parte da química explorada por eles, cortesia da ótima atuação de Ohm e Nanon, amigos de longa data e que souberam usar a intimidade entre si para dar vida a personagens que parecem se amar perdidamente. Sendo assim, é impossível não ser fisgado pelo carisma deles em cenas de derreter o coração.
Por fim, a grande sacada de Bad Buddy fica por conta do diretor Aof Noppharnach Chaiwimol, que esteve à frente dos emblemáticos Dark Blue Kiss (2019), 2Gether (2020) e 1000 Stars (2021), três dos seus melhores trabalhos e que agora somam juntos a trajetória de mudanças estilísticas das quais ele vem apostando nesse novo projeto. Do tratamento extremamente positivo aos personagens e suas nuances, passando pela forma única de adaptar a dar sentido a diferentes pontos da história, muito do que ele já trabalhou em outros dramas, reflete perfeitamente em Bad Buddy. E ao abordar questões importantes de uma forma tão saudável e enriquecedora, Aof e toda sua equipe parece ter reunido os piores aspectos de um BL tradicional e jogado no lixo. Fazendo de Bad Buddy, um exemplo a ser seguido.