Após mais de 7 anos de serialização, a edição mais recente da revista Weekly Young Jump confirmou que o mangá escrito e ilustrado por Aka Akasaka será concluído em 14 capítulos. Kaguya-sama: Love is War (Kaguya-sama wa Kokurasetai: Tensai-tachi no RenaiZunousen), segundo a previsão, será encerrado em outubro, se não houver pausas.
O mangá é seriado desde 2015 com capítulos semanais e conta com 16 milhões de cópias em circulação. No Brasil, quem publica o mangá é a EditoraPanini, desde fevereiro de 2021. A obra tem uma adaptação para anime que é produzida pelo estúdio A-1 Pictures e, atualmente, conta com três temporadas, que podem ser assistidas na Crunchyroll e Funimation.
A história é uma comédia romântica que acompanha os dois líderes do conselho estudantil da Escola Shuchiin, Kaguya Shinomiya e Miyuki Shirogane. Embora tenham se apaixonado um pelo outro, pelo fato de serem muito orgulhosos para admitir isso, ambos começam a criar formas para fazer com que o outro se declare primeiro.
Kaguya-sama: Love is War | Trailer da 3ª temporada
Sinopse:Shinomiya Kaguya e Miyuki Shirogane são membros do Conselho Estudantil da Academia Shuchi’in. Os dois sendo gênios entre os gênios. O tempo que eles passam juntos acabou fazendo com que se apaixonassem, mas o orgulho deles não vai permitir eles se confessem e se tornem submissos no relacionamento!
Após muitos pedidos dos fãs, a web novel coreana Solo Leveling será adaptada para um anime, e todos os detalhes foram compartilhados pela Crunchyroll na Anime Expo. A história em quadrinhos, escrita por Chugong e ilustrada por DUBU do Redice Studio, é um verdadeiro sucesso na Coreia do Sul e a plataforma de streaming anunciou que a A-1 Pictures estaria trabalhando na adaptação do anime e será lançada em seu serviço em todo o mundo.
Sobre o assunto, Chugong se pronunciou:
Cerca de seis anos atrás, quando eu estava escrevendo o início de Solo Leveling, se alguém me dissesse: “O romance que você escreveu se tornará uma história em quadrinhos”, aposto que teria dito a eles para parar de puxar minha perna. Mas agora, me disseram que será animado?! Sério, pare de puxar minha perna!… Mas esses dias, estou me sentindo animado e emocionado. Como ainda estou meio duvidando que isso seja real, quero ver Jinwoo e os outros personagens se animarem logo e se sentirem aliviados. Continuarei trabalhando diligentemente enquanto espero ansiosamente por esse dia.
O time de produção conta com:
Trabalho Original: Solo Leveling por DUBU (REDICE Studio), Chugong, h-goon
Diretor: Shunsuke Nakashige
Escritor Principal: Noboru Kimura
Designer de personagens: Tomoko Sudo
Música: Hiroyuki Sawano
Estúdio de Animação: Imagens A-1
Uma ilustração especial foi revelada para comemorar o anúncio, bem como uma mensagem dos criadores originais, confira:
Imagem Divulgação (Fonte: Crunchyroll)
Solo Leveling – Trailer
Sinopse: Dez anos atrás, depois do “Portal” que conecta o mundo real com um mundo de montros se abriu, algumas pessoas comuns receberam o poder de caçar os monstros do portal. Eles são conhecidos como caçadores. Porém, nem todos os caçadores são fortes.
Para conferir todos os anúncios da Crunchyroll, na Anime Expo, acesse AQUI!
Já faz um tempo que a Fase 4 da Marvelcomeçou e o público tem se dividido quanto ao desenvolvimento da franquia, não só o último filme do Doutor Estranho foi um tanto questionável como algumas séries estão colocando em dúvida a fidelidade dos fãs quanto a Marvel, parece que cada vez mais o público da cultura pop tem se tornado nichado, e cada obra lançada se mostra mais nítido essa verdade. Thor: Amor e Trovão tenta trazer a essência Marvel escrachada para nos conquistar pela comédia, mas peca em roteiro e apresenta um filme artificial demais a ponto de estar a baixo de um blockbuster mediano.
Thor traz o puro viking espacial clássico, ou seja, extrapola no brega a ponto de transformar isso na estética principal do filme, não só em tela como em marketing também, a genialidade de Taika Waititi é colocada em prova aqui e mais uma vez é mostrado o porque ele têm que ser colocado como um dos maiores gênios da sétima arte dos tempos atuais, mas o fato disso ser algo genial, não faz dele algo grandioso para a obra, toda a estética brega cai para um lado menos expressivo e se torna quase que ignorado por completo, mas longe disso ser o único problema de toda a produção.
De tanto que Waititi revolucionou o Thor para o MCU em Thor: Ragnarok, se pede mais do que ele pode trazer desse personagem, e aqui não foi tão bem quanto se era esperado, talvez porque a fórmula é mesma, a qual já tá batida na franquia ou porque o conjunto da obra se mostrou sem sal, muitos dos personagens perdem o brilho, Thor se mantém na mesma essência que dos outros filmes, mas a história deixa a desejar e não te empolga em nenhum momento de ação, mesmo sendo um desenvolvimento bem nivelado, sem arrastar demais e nem correr, a obra fica na medida do mediano e ali se estabiliza, se ela vai conseguir te cativar de alguma maneira, vai ser de cada um, mas o conjunto da obra em si se mostrou um filme completamente esquecível.
A trilha sonora é algo bem marcante em pontos específicos e exagera no show off do Thor (Chris Hemsworth) ao estilo extravagante que se conhece dele; estávamos com saudade da versão clássica, meio esnobe e fanfarrão, é bom que isso não foi mexido, mas sinceramente apenas a primeira cena com música é a que te impacta de verdade, o decorrer da trama perde o brilho e músicas clássicas do Guns n Roses se tornam bem apagadas, trilhas mais épicas em aparições de deuses e luta com o vilão são mais marcantes de início, mas se perdem em cenas com CGI em demasia e animações não fluídas. Realmente, Waititi está fazendo sua história e é um dos maiores diretores da atualidade, o que não significa que ele não possa errar, quer gostem ou não, Marvel não é sinônimo de perfeição, pelo menos não mais.
Criticar o filme inteiro também é injustiça, certos momentos da trama se fazem grandiosos e precisam ser destacados, eu já li os quadrinhos então sabia o que aconteceria com a Jade Foster (Natalie Portman) e o porquê dela se tornar a nova Thor, mesmo assim foi magistralmente perfeito seu tempo em tela, trabalhando o drama e dando carga de emoção tremenda, Portman entregou tudo!
Já Gorr (Christian Bale), se tornou memorável, um vilão cruel e macabro para um filme que não se mostraria tão denso quanto a profundidade de personagem. Da origem ao fim de Gorr, não só temos uma entrega gigantesca de Bale como todo arco dele sobrepôs quase que o filme inteiro. Você compra o drama pessoal dele sem precisar defender suas atitudes, você o despreza e quer que ele seja vencido, mas ele não se mostra um vilão abaixo de outros da franquia. Aliás trago uma opinião polêmica: não tenho medo de dizer que Gorr sobrepõe Thanos no quesito atuação, fazendo dele memorável pelo seu jeito, e não pela grandiosidade como foi Thanos.
Não concordo com a ideia que uma cena pós crédito possa ser o motivo principal que esse filme deu certo, para mim é só desculpa de fãs mais enraizados da franquia comemorarem que a teoria deles estava certa, mas não vou dizer aqui por causa de spoilers.
A Fase 4 continua se mostrando uma eterna construção e já está incomodando demais, o filme mais esperado sobre o multiverso não foi tudo isso, séries questionáveis por conta de roteiro e até CGI mal feito. Agora, o filme que deveria ser o mais simples blockbuster, se mostrou o mais sem sal possível. Será que a Marvel se acomodou e está se aproveita do título de principal franquia da cultura pop ou a fonte já secou? Na minha opinião, toda franquia um dia se torna nichada, e a Marvel está encontrando esses dias.
A Anime Expo(Los Angeles) já rendeu – como esperado – muitas notícias e lançamentos para nós. Dessa vez, foi a Warner quem anunciou que a segunda parte de Jojo’s Bizarre Adventure: Stone Ocean (6ª temporada do mangá de JoJo), estreia mundialmente na Netflix no dia 1 de setembro. A temporada acompanha a protagonista Jolyne Cujoh, que se vê presa por um crime que não cometeu.
Os 12 episódios da primeira parte de JoJo’s Bizarre Adventure: Stone Ocean estão disponíveis na Netflixe naCrunchyroll, nas versões legendado e dublado.
Sinopse: Jojo’s conta a história da família Joestar, uma família cujos vários membros descobrem que estão destinados a derrubar inimigos sobrenaturais, tais como Dio Brando um vampiro semi-imortal, Yoshikage Kira um serial killer e Diavolo um líder de gangue usando poderes únicos que possuem.
Imagem Divulgação
Mais sobre JoJo’s Bizarre Adventures
JoJo’s Bizarre Adventures é um mangá japonês escrito e ilustrado por Hirohiko Araki. O mangá foi publicado pela Shueisha na revista Weekly Shōnen Jump entre 1987 e 2004, e a partir de 2004 pela revista seinen Ultra Jump. É o segundo mangá mais longo da Shonen Jump com 127 volumes, e ainda está em produção. O que fazia dele também, até meados de 2012, o mangá mais longo sem uma adaptação para televisão.
A trama conta a história da família Joestar e suas lutas contra forças sobrenaturais. Divido em 8 partes (com uma 9ª parte já confirmada), nas quais cada uma há o mais recente primogênito dos Joestar, por via de regra apelidado de JoJo. Este está fadado a seguir as tradições de sua família, “cumprindo com o seu destino” ao participar ativamente em combate a tal presença mística e derivados que assombram a sua família há séculos.
Uma adaptação para anime, produzida pela David Production, foi exibida de 6 de outubro de 2012 a 6 de abril de 2013 na Tokyo MX, adaptando os dois primeiros arcos, Phantom Blood e Battle Tendency, totalizando 26 episódios. Posteriormente, essa série recebeu sequências: JoJo’s Bizarre Adventure: Stardust Crusaders (5 de abril de 2014 a 20 de junho de 2015), dividida em duas temporadas de 24 episódios, adaptando o terceiro arco do mangá. Em 2016, foi produzido JoJo’s Bizarre Adventure: Diamond is Unbreakable (2 de abril de 2016 a 24 de dezembro de 2016) com 39 episódios. Em 2018, a parte 5 foi adaptada como JoJo’s Bizarre Adventure: Golden Wind (8 de Outubro de 2018 a 28 de Julho de 2019), também com 39 episódios.
JoJo Bizarre Adventures foi adaptada para um OVA de seis episódios, baseado na segunda metade do terceiro arco, Stardust Crusaders, que foi lançado entre 1993 e 1994 pelo Studio A.P.P.P. Seis anos depois, o mesmo estúdio produziu uma série de sete episódios baseado na primeiro metade do mesmo arco, que durou até 2002. O estúdio ainda produziu um filme baseado no primeiro arco, Phantom Blood, em 2007, que nunca foi exibido fora de circuitos especiais no Japão. Esse filme possuía cortes no roteiro, como a exclusão de alguns personagens-chave.
Além da coleção de One Piece, outra novidade que já está disponível para venda é a coleção do anime Jujutsu Kaisen, inspirado no mangá japonês escrito e ilustrado por Gege Akutami, que foi lançado em 2020 e foi considerado por muitos fãs e pela imprensa uma das boas surpresas das últimas temporadas.
Em abril deste ano, o anime ganhou seu primeiro filme “Jujutsu Kaisen 0” e a segunda temporada já está em produção e chegará em 2023. Confira nossa review do filme AQUI!
“Jujutsu Kaizen é um dos novos fenômenos dos animes. Somos a primeira marca brasileira a lançar produtos oficiais dessa propriedade. Estamos muito felizes com esse lançamento, pois nossa comunidade sempre nos pediu por produtos dessa marca. A coleção possui alguns acessórios e peças baseadas nos elementos core da propriedade, como o moletom do Itadori de Sukuna“, afirmou Luani Guarnieri, diretora de marketing e produto da Piticas.
A coleção contará com três novos modelos das camisetas dos personagens, moletom, meia, pin, bucket, cordão, e chaveiro, inspirados nos personagens, como vocês conferem abaixo:
Imagem Divulgação
Você pode conferir e adquirir a coleção direto no site oficial da Piticas (AQUI) ou nos muitos quiosques espalhados pelo Brasil.
Jujutsu Kaisen está disponível na Crunchyroll, nas versões dublado e legendado.
A loja Piticas comemora os 25 anos de ONE PIECE mas é a gente quem desfruta do presente (haha), a série conta com mais de mil episódios de anime e o autor do mangá de One Piece já anunciou que o próximo arco da obra será o último, confira a matéria completa AQUI!
Já a venda no site, quiosques e lojas, a coleção contará com quatro novos modelos das camisetas dos personagens, sendo uma delas dupla face, além de moletom, meia, pin, almofada, boné, shorts, canecas, capa, copos, cordão, garrafa, chaveiro, kimono, entre outros produtos inspirados nos personagens, como vocês conferem abaixo:
Imagem Divulgação
“A nova coleção ONE PIECE da Piticas é uma coletânea dos personagens que chamamos de ‘abre alas’. Do grupo do Luffy, demos ênfase principalmente ao Zoro e ao Chopper. Reproduzimos o quimono vermelho do Luffy e o chapéu fazendo referência ao de palha usado pelo personagem. Para completar o look alike do Luffy pela primeira vez numa coleção Piticas, produzimos o shorts jeans. O Chopper como tem a carinha fofa e mais leve, trouxemos peças mais animadas, divertidas e coloridas. Já o Zoro que tem uma pegada espadachim, a gente vem com o quimono dupla face na cor verde. Para as próximas coleções ONE PIECE queremos apostar nas sagas. Nós almejamos isso para todos os animes, apostar nas categorias de personagens e suas referências e cada vez mais incrementar o storytelling das coleções“, explicaMatheus Pieri, supervisor de criação da Piticas.
Você pode conferir e adquirir a coleção direto no site oficial da Piticas (AQUI) ou nos muitos quiosques espalhados pelo Brasil.
One Piece está disponível na Crunchyroll, nas versões dublado e legendado.
O cenário pop brasileiro acaba de ganhar mais um nome de peso! O B&G é formado por Belli, Vini Lee, Gabi Bessa e Guzz, jovens talentosos que cantam, dançam e atuam. O encontro do grupo aconteceu em 2019 durante os ensaios para o musical K-Pop Dreams, produção brasileira cancelada devido à pandemia da Covid-19.
Depois de meses de estudos, preparação e ensaios, as afinidades musicais dos quatro ficaram evidentes com destaque para a paixão pela música pop produzida em vários continentes.
Com carisma e talento o grupo traz a essência da música pop e apresenta a combinação perfeita entre músicas contagiantes, coreografias vibrantes e visual marcante. Agora o B&G prepara o lançamento de seu primeiro trabalho, o single duplo “In the Name of Love/O Jogo Vai Virar”, que chega às plataformas digitais no dia 07 de julho pela SoundOn/TikTok.
Sim, foi isso mesmo que você leu! Após 10 anos de hiato, Bleach, vai voltar para a sua temporada final.
O anúncio foi feito durante o Anime Expo (Los Angeles Anime Convention), afirmando que o anime retorna apenas para terminar de adaptar os eventos do mangá, que chegam ao fim com o Arco da Guerra de Sangue dos Mil Anos(Thousand-Year Blood War).
BLEACH: Thousand-Year Blood War chega em outubro de 2022.
Sinopse:Em resumo, temos o jovem Ichigo Kurosaki é um garoto de 15 anos que tem uma estranha capacidade de ver fantasmas e espíritos. Logo, por causa de sua habilidade, ele conhece uma Shinigami chamada Rukia Kuchiki. Dessa forma, para salvar sua família de um espírito comedor de alma chamado de Hollow, Rukia se vê obrigada a transferir seus poderes de Shinigami para Ichigo! Agora, as aventuras do jovem como Shinigami está prestes a começar e aguarda muitos desafios.
Confira o trailer:
Mais sobre Bleach
Bleach é uma série de mangá escrita e ilustrada por Tite Kubo, que segue as aventuras de Ichigo Kurosaki que após ganhar os poderes de um Ceifeiro de Almas, através de uma Ceifeira de Almas, Rukia Kuchiki. Com os seus novos poderes, Ichigo é forçado a assumir o dever de guiar almas boas ao mundo pós-vida à Soul Society, e derrotar os Hollows (monstros espirituais malignos) que tentam devorá-las.
Bleach teve os capítulos serializados na revista semanal Weekly Shōnen Jump entre agosto de 2001 e agosto de 2016, com os capítulos compilados em 74 volumes e publicados pela editora Shueisha. A série deu origem a uma franquia de mídia que inclui uma série de anime que foi produzida pelo Studio Pierrot e foi transmitida no Japão entre 2004 até 2012, dois episódios OVAs, quatro filmes de animação, dez musicais de rock, vários jogos eletrônicos, bem como muitos outros tipos de mídias relacionadas com Bleach. Uma adaptação do mangá em filme live-action foi lançada em 20 de julho de 2018 no Japão.
Tanto o anime quanto o mangá de Bleach alcançaram um grande sucesso dentro e fora do Japão. Em 2005, o mangá obteve o prêmio Shōgakukan na categoria shōnen. Bleach vendeu mais de 87 milhões de cópias no Japão. Entre os críticos, Bleach é mais elogiado por suas cenas de ação e pela arte, mas criticado por sua quantidade excessiva de personagens e elementos do enredo.
Você pode assistir as temporadas lançadas de Bleach nas streamings Netflix, Crunchyroll, Funimation e HBO Max, nas versões dublado e legendado em português.