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God of War: Ragnarök | Review com Spoilers

God of War: Ragnarök
Divulgação: PlayStation

Pouco mais de 4 anos após o lançamento dessa nova saga, Kratos e Atreus retornam em God of War: Ragnarök para o desfecho da história nesse cenário nórdico. Antes de mais nada, é importante dizer que este Review irá conter SPOILERS relevantes do jogo em questão e também de seu antecessor, então, caso continue a leitura, será por sua conta e risco.

God of War: Ragnarök foi um dos jogos mais aguardados do ano (se não O mais), e não à toa. Em 2018 fomos agraciados com o primeiro jogo da série nesse novo formato, com um Kratos bem mais velho e maduro junto de seu filho Atreus, agora envolvendo todo o rico panteão da mitologia nórdica, numa jornada aparentemente simples, de apenas espalhar as cinzas da falecida Faye no ponto mais alto dos nove reinos. Como se o choque do retorno do Deus da Guerra já não fosse o suficiente, tê-lo muito mais calmo e sábio e tendo ainda seu filho em sua jornada nos apresentou um lado muito mais profundo e uma história muito mais envolvente do que jamais se viu antes na série. Em Gof of War: Ragnarök isso não foi diferente.

No jogo de 2018, ao fim da jornada, temos a revelação numa profecia de que na verdade Atreus pertencia a raça dos gigantes e seu nome era Loki. A tal profecia ainda mostrava que no Ragnarök, o equivalente ao apocalipse na mitologia nórdica, seria ele o responsável por matar Kratos em algum momento. Com isso em mente, o mais novo jogo da Santa Monica Studios traz o desfecho da história de pai e filho aprofundando ainda mais os laços entre os dois, gerando muito mais conflitos e levantando várias questões, como por exemplo, se fazemos o que fazemos graças ao destino a nos incumbido, ou se as nossas escolhas são o que definem o nosso futuro, que por sua vez é completamente mutável.

Maturidade e sabedoria

Os que jogaram os jogos clássicos de God of War devem se lembrar daquele Kratos impulsivo, completamente raivoso e sem piedade alguma. No jogo de 2018, por outro lado, vemos um Kratos mais maduro, mais sábio e muito mais calmo, algo completamente diferente de sua antiga versão. Porém, agora em Ragnarök, o que vemos é uma versão ainda mais profunda do matador de deuses, que está aprendendo com seus erros e literalmente lidado com questões normais de um pai. Por exemplo, como ser próximo de seu filho e fazer o possível para entendê-lo, além de ter se tornado até mesmo um pacifista em certos momentos, abdicando do combate mesmo quando o momento pediria um. Algo até então impensável para o Deus da Guerra.

Por outro lado, temos Atreus, aqui já mais velho e também mais maduro. Se no jogo anterior temos o jovem garoto descobrindo o que é ser um Deus e suas capacidades, aqui temos um adolescente ciente de seus deveres. De qualquer forma, ainda confuso com quem de fato ele mesmo é, procurando por respostas e tendo muitas vezes conflitos naturais com seu pai, acreditando que ele não o entende. Porém, não enxerga que no final, tudo o que Kratos busca é protegê-lo.

God of War: Ragnarök
Divulgação: PlayStation

Logo nos momentos iniciais (que é inclusive um dos começos de gameplay mais intensos da franquia como um todo) temos Kratos e Atreus sofrendo um ataque de Freya. Esta havia surtado no jogo anterior após o Deus da Guerra ter matado seu filho, Baldur. Agora buscando vingança, ela constantemente ataca a dupla, que para a surpresa de todos, evita o conflito a todo custo. Kratos simplesmente se recusa a atacá-la, mesmo quando ele próprio esta com sua vida em perigo. Após uma fuga bem sucedida, temos a chegada de um dos personagens mais impactantes desse novo jogo: O Deus do Trovão, Thor. E como se não fosse o suficiente, surge na sequência Odin, o pai de todos.

O deus supremo da mitologia nórdica oferece uma trégua a Kratos com vários benefícios, apenas pedindo que ele também desistisse de se preparar para um combate entre eles e claro, que o garoto Atreus parasse de procurar Tyr. Aqui, temos o início de algo que irá ser uma das bases do jogo, já que Kratos não sabia da procura do filho, que preferiu omitir a situação. E isso acontece mais de uma vez ao longo da história, com Atreus constantemente mentindo para seu pai, que por sua vez cobra sinceridade do garoto, mas também não se sente confortável em confiar nas escolhas do filho, que por esse motivo, prefere mentir para seu pai.

Em suma, o jogo segue com a premissa de Atreus buscando reconhecer quem é de fato e a procura por essas respostas acaba fazendo ele descobrir que seu pai morrerá na profecia do Ragnarök e por sua vez, a sua busca se torna impedir que isso aconteça, mesmo que isso signifique se aliar momentaneamente à aquele que jamais deveria ser um aliado: o próprio Odin.

God of War: Ragnarök
Divulgação: PlayStation

Personagens marcantes

Além dos protagonistas, temos mais personagens secundários do que o jogo de 2018, extremamente marcantes. Por falar em protagonistas, seria uma injustiça não adicionar Mimir, a cabeça falante do homem mais inteligente do mundo que acompanha Kratos em sua cintura. Os diálogos o envolvendo são sempre ótimos, com ele tendo um papel ainda mais fundamental nessa história, agindo muitas vezes como um conselheiro para o Deus da Guerra e como uma espécie de avô para Atreus.

Brok e Sindri ficaram ainda mais geniais e o aprofundamento na história dos dois tornou tudo melhor. Além disso, temos ao lado dos protagonistas outros personagens incríveis, como o próprio Tyr, que é o Deus da Guerra da mitologia nórdica que simplesmente abdicou do combate. Ou então a própria Freya, que após uma jornada pessoal desiste de matar Kratos e passa a ser uma importantíssima aliada e trás consigo o seu irmão Freyr e sua armada, preparada para o Ragnarök.

Além disso, é claro, precisamos falar dos vilões que são simplesmente icônicos. Temos um Thor brutal, raivoso e totalmente impiedoso, se provando um dos inimigos mais poderosos que Kratos já enfrentou em sua jornada (inclusive, vale ressaltar a batalha no início do game entre os dois que é simplesmente memorável). Temos também Odin, que foi feito com uma maestria sem igual. A todo instante você é lembrado que ele é alguém ardiloso, extremamente calculista e inescrupuloso, com Tyr, Mimir e Freya constantemente fazendo questão de dizer a Kratos e a Atreus (e ao jogador) os atos terríveis cometido pelo pai de todos. Porém, a forma como ele aparece em cena, sempre benevolente, carismático e até mesmo tentando apresentar um certo coleguismo e vitimismo, as vezes nos faz até se questionar se ele é realmente esse vilão inescrupuloso que todos falam. Mesmo que saibamos disso.

Por fim, vale também lembrar um dos personagens mais insuportáveis da franquia. Heimdall, o deus mais fiel a Odin, tem a capacidade de nos fazer odiá-lo em sua primeira linha de diálogo. Quando Atreus vai parar em Asgard e sobe a grande muralha, ele se encontra com Heimdall, que possui a capacidade de ler pensamentos e portanto consegue descobrir as intenções de Atreus de matar Odin. Isso faz com que ele constantemente provoque o garoto e inclusive tenha um rápido combate entre ambos, com o devoto a Odin sendo simplesmente intocável, o que serve apenas de combustível para a luta contra Kratos, onde mais uma vez vemos o Deus da Guerra ser misericordioso e inclusive ter pena do inimigo prestes a ser morto.

God of War: Ragnarök
Divulgação: PlayStation

Um mundo vasto e totalmente rico

Recentemente temos visto uma exigência cada vez maior em relação a side-quests em jogos. Ter um mundo grande e explorável não é o suficiente se esse mundo não é rico e não possui vida. Em God of War: Ragnarök temos simplesmente os 9 reinos a serem explorados e é ótimo ver como ele são repletos de coisas a se fazer e cantos para se explorar. Inclusive, não só em relação aos segredos e puzzles disponíveis, mas também às missões secundárias que são realmente interessantes e nos fazem nos aprofundar ainda mais na história. Afinal, elas acabam revelando algo sobre os personagens secundários da trama, ou até mesmo mostra pontos de evolução e amadurecimento de Kratos. Ainda mais, muitos dos diálogos e registros fazem um link direto com os jogos antigos e vão trazer uma pancada nostálgica bem grande para os fãs de longa data da franquia.

Cada reino é bem diferente um do outro. Temos uma midgard totalmente congelada e devastada pelo Fimbulwinter e, para minha surpresa, totalmente diferente da do jogo anterior, mostrando que houve uma preocupação em trazer algo novo e não somente em reaproveitar o que já havia sido feito antes. Além disso, todos os outros reinos são maravilhosos com características únicas, como Vanaheim, com uma flora simplesmente sem igual, ou ainda Muspelheim, que se apresenta ainda mais ameaçador e realmente traz uma sensação de algo infernal ao jogador.

God of War Ragnarök
Divulgação: PlayStation

A gameplay esta refinada, mas…

A mudança no estilo de jogabilidade foi sem dúvidas a maior mudança na franquia até hoje. Uma câmera mais intimista, seguindo Kratos acima do ombro quase numa visão lateral nos aproxima ainda mais do personagem e seus atos e, com isso, a jogabilidade também mudou. O combate se tornou mais cadenciado e estratégico do que o antigo esmagar de botões característico da franquia. Aqui, ele foi ainda mais refinado e algo curioso é notar a diferença conforme o personagem que controlamos.

Enquanto com Kratos temos uma jogabilidade mais pesada, dura e quase travada. Nos momentos que jogamos com Atreus, notamos que essa sensação é causada de forma proposital, pois jogar com o garoto é completamente diferente. Além do fato de fazermos grande uso do arco e flecha, Atreus é mais jovem, mais leve, mais ágil, mais rápido e também mais fraco que seu pai. Portanto, a forma de jogar com ele é completamente diferente, muito mais fluída, mais veloz e a quantidade de golpes para abater um inimigo é maior (ainda que o tempo para derrotar um oponente seja similar).

É importante salientar também o diferente uso das armas aqui. Além do machado Leviatã, já começamos o jogo com as características Lâminas dos Caos de Kratos, que podem ser utilizadas de formas estratégicas bem diferentes, já que as lâminas permitem ataques a longa distância. No entanto, aparentam dar menos dano, enquanto o machado é muito mais poderoso, mas requer um combate mais curto e possui uma capacidade de ano em área bem menor.

Ganhamos ainda na metade do jogo a Draupnir, uma lança feita com um anel místico de mesmo nome, que permite a Kratos multiplica-la e inclusive muda um pouco a forma de jogar, já que ele combina ataques a distância com ataques curtos e pude notar até que deixa o combate mais rápido.

God of War Ragnarök
Divulgação: PlayStation

E por falar no combate, que é a parte essencial do jogo, ele segue primoroso, porém, o sistema de lock on, onde focamos num determinado inimigo é um pouco…Desastroso. Ele muitas vezes mais atrapalha do que ajuda e não é nada assertivo, sendo que eu preferi usa-lo poucas vezes durante o jogo graças a essa falta de qualidade, que pode ser descrita como um dos poucos defeitos realmente relevantes do jogo.

Por fim, um ponto a ser levantado é sobre a dificuldade do game. Contando com níveis que equivalem do “Very Easy” ao “Very Hard”, isso realmente impacta na forma de jogar. No modo fácil, os inimigos dão pouco dano, não possuem lá muita resistência e são um tanto quanto burros… Já no modo mais equilibrado, até os jogadores mais experientes e familiarizados com o combate podem acabar sofrendo em alguns inimigos ou uma horda deles, que passam demonstrar alguma estratégia no combate. Porém, o verdadeiro desafio está no modo “Quero God of War”. Aqui o jogo é simplesmente impiedoso. Os inimigos são absurdamente fortes e resistentes, muitas vezes derrotando o jogador com 2 ou 3 hits e usando de estratégias avançadas no combate. Tendo isso em mente, saiba bem qual dificuldade escolher para jogar (é possível mudá-la durante o gameplay, porém, a dificuldade mais difícil só está disponível no começo do jogo, depois disso é possível apenas reduzi-la.)

Considerações Finais

Muito se falou sobre God of War: Ragnarök ser uma ‘Gigante DLC” do God of War 2018, afinal, apresenta gráficos iguais e nada de inovação. Realmente, os gráficos são iguais e não tivemos nenhuma inovação técnica. Porém, isso não o diminui como jogo, pois God of War: Ragnarök é uma das jornadas mais épicas e emocionantes no mundo dos jogos. Acompanhamos uma história de aprendizado de vários os lados, bem como o próprio jogador aprende com o jogo e com os acontecimentos nele. O jogador vai se emocionar, se irritar e sorrir com a história apresentada.

O visual está mais bonito do que nunca, ainda que os gráficos sejam os mesmos. A trilha sonora é simplesmente impecável e a vontade de jogar sem pausa é extremamente presente, ainda que seja quase impossível. Afinal, o jogador levará em torno de 22 horas para terminar apenas a história e pode levar tranquilamente mais que o dobro disso para fazer o 100%, que inclusive é divertidíssimo e nada maçante.

God of War Ragnarok
Imagem Divulgação

God of War: Ragnarök é um jogo obrigatório não só para fãs da franquia ou donos de Playstation 4 e 5 (e futuramente PC, já que é previsto que o game saía em algum momento para a plataforma), mas é uma obra-prima a ser vivenciada e experenciada por fãs de videogames e boas histórias, fechando com chave de ouro a jornada de Kratos no panteão nórdico.

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Empresa se pronuncia pela saída de Park Ji Eun do Purple Kiss

Park Ji Eun Purple Kiss
Divulgação: Soompi

A empresa RBW, responsável pelo Girl Group Purple Kiss, publicou um anúncio oficial após a saída da membro Park Ji Eun. A publicação foi feita no fórum coreano FanCafe, onde a empresa se desculpa diretamente com os fãs pelas más notícias:

“Primeiro, gostaríamos de nos desculpar por entregar uma mensagem repentina aos fãs que demonstraram amor ao Purple Kiss.

Park Ji Eun, que esteve no Purple Kiss até agora, deixou o time…”

A idol teria optado pela saída, devido a questões de saúde, depois de  ter alguns episódios de ansiedade. Ainda segundo a nota oficial da agência, Ji Eun está recebendo acompanhamento profissional.

O grupo Purple Kiss debutou em 2021 e desde então emplacou alguns sucessos como a música ZOMBIE, e conquistou um fandom fiel, que leva o nome de PLORY. A ideia do nome surgiu com a junção das letras PL, do Purple, e Glory, pois segundo as membros, elas querem passar momentos gloriosos com os fãs. Umas fofas né ?

De qualquer forma, o grupo irá permanecer com seis membros.

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Vinland Saga (Mangá) | Suco Apresenta

Vinland-Saga
Imagem Divulgação

Vinland Saga, um título que caiu na boca do povo após o lançamento de seu anime, em 2019, que envolve um período conturbado da História da Inglaterra medieval, a conquista dinamarquesa da Inglaterra, no início do século XI. O Seinen, escrito por Makoto Yukimura, autor da obra de ficção científica Planetes, está em publicação desde 2005, contando, atualmente, com 197 capítulos e 25 volumes.

A história começa com Thorfinn, um jovem guerreiro que faz parte do bando de Askeladd, um mercenário viking que aproveita o clima da conquista das terras inglesas para lucrar. Thorfinn se “infiltra” no grupo para poder se vingar da morte de seu pai, Thors, desafiando Askeladd para um duelo, porém é usado para fazer tarefas no grupo “em troca” dos duelos.

Entre violência, dilemas, conflitos e as dificuldades encontradas pelo bando ao longo da guerra, o leitor é apresentado ao passado e às motivações dos dois personagens, Thorfinn e Askeladd, mostrando mais da estranha relação entre eles. Com a introdução de Canuto, mais para o meio dessa parte da história, dá ao leitor um novo ponto de vista, muito mais distante da reação viking e o paganismo, já que o personagem um dinamarquês convertido ao cristianismo.

Vale um disclaimer, há uma mudança em como a história é contada um pouco diferente no anime do que no mangá, mas é somente no começo da adaptação: no anime os primeiros 7 episódios são referentes aos 17 primeiros capítulos do mangá. Há uma mudança na ordem de como contam o flashback do Thorfinn, antes da batalha na Normandia e do primeiro enfrentamento com o Askeladd, mostrados nos capítulos 1 e 2 do mangá, correspondentes dos capítulos 3 ao 17. E ainda tem uma parte exclusiva do anime, a primeira metade do episódio 6, mostrando como Thorfinn se virando para sobreviver longe de casa e quase matando o Askeladd enquanto dormia, uma parte que agrega a obra. Fora isso o anime segue à risca o mangá.

Sobre as referências utilizadas para a concepção da obras pode destacar a Saga dos Groenlandeses (tradução livre) e a Saga de Eric, o Vermelho, duas importantes sagas islandesas medievais que narram os feitos de Eric, o Vermelho, após ser expulso da Noruega e da Islândia e descobrir a Groenlândia e de seu filho, Leif Ericson, grande navegador que acreditava em terras a oeste da Groenlândia, no caso a parte continental da América do Norte, na região de Markland e do Golfo de São Lourenço, no Canadá. Além de, claro, registros e estudos sobre a guerra entre Inglaterra e Dinamarca, de 1004 a 1014, o pano de fundo dessa primeira parte da obra.

Tá, mas o que faz essa obra ser tão boa?

Vinland Saga não é só um Seinen de ação medieval e “aaaaaah! sangue e tripa!”. Vinland usa a violência do período histórico retratado para provocar reflexões no leitor e nas personagens e trazendo a tona outras questões, como: escravidão; qual é o sentido da guerra, da violência; o choque entre o paganismo escandinavo e o cristianismo e outros.

A riqueza de detalhes da obra para te ambientar na Alta Idade Média vale muito a pena pegar ficar olhando cenas do mangá e você não vai parar de encontrar detalhes, pois foge do imaginário comum de que os soldados possuíam muita armadura durante toda a era medieval, sendo que isso é um detalhe do final da Baixa Idade Média e da Renascença, entre o final do século XV até o começo do século XVII!

Como toda a obra, tem que ser feitas algumas licenças poéticas em relação a algumas coisas, principalmente em relação a personagens com capacidade sobre-humanas: Thors, Thorkell, até mesmo o próprio Thorfinn; e a cotas de malha sendo cortadas facilmente por espadas, porém não é algo que incomoda muito e seja algo para tirar muita nota, ao meu ver.

vinland saga mangá
Capa Divulgação (Panini)

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Se você não leu Vinland Saga, leia! É uma obra que vale muito a pena contemplar, e aproveitando que é relativamente curta, no momento que escrevo aqui são 197 capítulos, e está sendo publicada oficialmente aqui no Brasil pela Panini! Então, não tem desculpa para não ir atrás e ler essa obra fantástica.

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KaBuM! antecipa ofertas da Black Friday com até 70% de desconto

kabum black friday 2022
Imagem Divulgação

 KaBuM!, maior e-commerce de tecnologia e games na América Latina, inicia hoje (7) o “Esquenta Black”, ação que antecipa centenas de ofertas com até 70% de desconto.

Ideal para os clientes que já querem adiantar as compras de Black Friday e desejam fazer upgrade em seus setups, trocar o smartphone ou comprar uma TV nova para assistir aos jogos do Brasil em busca do hexa, a promoção inclui diversas categorias do site, como hardware, periféricos, games, notebooks, celulares e muito mais.

Confira alguns dos destaques no Esquenta Black KaBuM!*:

de R$ 999,99 por R$ 699,99 à vista no PIX

de R$ 3.894,73 por R$ 3.449,99 à vista no PIX

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de R$ 89,99 por R$ 19,99 à vista no PIX

*Os preços estão sujeitos à alteração, de acordo com a disponibilidade de estoque promocional.

Os clientes Prime Ninja – programa de vantagens do KaBuM! – terão ainda mais 3% de desconto em toda a listagem da promoção com limitação à compra de uma unidade por produto a cada 24 horas.

Black Friday histórica

Na última edição da Black Friday, o KaBuM! – um dos pioneiros no varejo brasileiro a realizar a promoção – registrou o maior estoque de toda a história da empresa com aproximadamente 2 milhões de produtos em estoque e a maior capacidade logística de armazenamento e expedição.

Neste ano, a expectativa é quebrar novos recordes. Recente pesquisa do Pelando, site de compras com promoções e cupons de descontos, revela que mais de 80% dos consumidores pretendem comprar na data apenas em e-commerce. Entre os preferidos está o KaBuM!, que sempre foi referência em Black Friday e nos produtos mais aguardados pelos clientes, fãs da marca e o público que busca as melhores opções de tecnologia e games. A promoção, que completa sua 15ª Edição este ano, começará mais cedo, a partir do dia 24 de novembro, às 10h.

Concorra à Super Máquina

Lançada no início de outubro, a promoção para ganhar a Super Máquina prossegue até o dia 31 de dezembro deste ano no site do KaBuM!. Para concorrer ao prêmio – um cockpit em formato de escorpião e um PC High-End equipado com monitor gamer Odyssey Ark Curvo da Samsung, processador Intel i9 de 13ª geração e 32GB de memória Kingston – um cupom é gerado a cada R$ 300,00 em compras em todas as categorias no site e no app.

Aqueles que baixarem o aplicativo do e-commerce ou já contam com o app instalado já ganham um cupom – basta resgatá-lo no menu Minha Conta. Também é possível ganhar cupons ao indicar amigos que nunca compraram no KaBuM!.

A participação na Super Máquina segue até o dia 31 de dezembro. Todas as informações e o regulamento estão disponíveis na página especial da promoção.

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Confira as revelações do grupo OMEGA X sobre a empresa

Omega X
Imagem Divulgação: AllKpop

Em conferência oficial na associação de direitos humanos de Seoul, o grupo Omega X revelou que irá finalizar o contrato com a Spire Entertainment. A polêmica começou após alguns fãs flagrarem uma Staff da empresa gritando com um dos membros, e as imagens repercutiram nas redes sociais como Twitter, e TikTok. Acontece que a funcionária em questão era a esposa do CEO, e logo surgiram novas acusações e imagens dos abusos que o grupo estaria sofrendo.

Entre eles, um vídeo do líder, Jaehan, sendo xingado por estar passando mal durante a turnê. Os onze membros participaram da coletiva, com a presença de uma advogada, para explicar o posicionamento do grupo.

“Esse não é apenas um problema do Omega X mas de todo o jovem constituinte da nossa sociedade que é tratado de forma injusta por aqueles que estão no poder”.

O membro Hangyeom, se emocionou a falar de saúde mental, e sobre ter iniciado tratamento em uma clínica psiquiátrica. Já o CEO da Spire, Hwang, se retirou do cargo na semana passada, mas não chegou a falar diretamente sobre as acusações.

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Confira os Boosters Dourados em Magic Arena

Magic Arena A Guerra dos Irmãos
Imagem Divulgação

Após o final de semana de pré-lançamento de “A Guerra dos Irmãos“, a nova coleção de Magic: The Gathering, o Magic Arena está preparando uma grande novidade para você explorar essa experiência nostálgica da história do universo de Magic.

Enquanto os boosters físicos das edição trazem os cards especiais do crossover de personagens da franquia Transformers junto com os arsenais de Urza e Mishra, os do Magic Arena vão recompensar com cards dourados e míticos para você!

É isso mesmo! Você terá adquirir os Booster Dourados que vem com 6 cards do formato Padrão. Dentre os seis, um é garantido a raridade mítica, e cada outro card tem 1 em 8 chances de também ser míticos. Então você poderá aumentar e completar sua coleção ou melhorar seus decks com esse novo booster.

Para adquirir o Booster Dourado basta você adquirir boosters convencionais avançando o medidor. Então a cada 10 boosters convencionais você receberá 1 Booster Dourado. E olha só, a Maestria simples dessa temporada garante para você até 33 boosters e com o Passe de Maestria até o nivel 80, mais 20 além de todo o conteúdo como avatares, mascote, ouro, gemas e protetores de card.

A Guerra dos Irmãos” traz um cenário onde tecnologia e magia entram em conflito com imensos constructos e golens, armas de destruição e família. Então por isso que Transformers faz o crossover perfeito nessa edição, veículos que se moldam em máquinas de guerra para lutar por um proposito. Lembrando que os cards de Transformers não são validos do formato Padrão, mas liberados em Commander, Legacy e Vintage.

Então prepare-se para a histórica guerra entre os irmãos Urza e Mishra a partir do dia 18 de novembro! Confira aqui mais detalhes sobre as mecânicas da nova coleção e não perca nada dos novos produtos.

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Entenda a importância do BTS no Grammy

BTS no Grammy
Imagem Divulgação

As indicações do BTS no Grammy estão movimentado a internet, sendo este o primeiro ato coreano a ser indicado em duas categorias da premiação.

Afinal, o grupo está concorrendo na categoria de Melhor Performance Pop em Grupo ou Duo. Inclusive, essa é a mesma categoria concorrida no ano passado, com My Universe, em colaboração com o Coldplay.

No entanto, a grande surpresa veio com a indicação de Yet To Come, na categoria de Melhor Vídeo Musical. Com isso, a repercussão foi imensa, pois a música foi muito criticada em seu lançamento por ser vista como não comercial. Ou seja, uma música que não serviria para as rádios.

Portanto, o público está impressionado com a bancada ter escolhido uma música 100% em coreano, e não em inglês. Até porque o Grammy já se envolveu em algumas polêmicas por não indicar ou premiar com frequência artistas que não são norte-americanos, ou ingleses.

Enfim, o BTS no Grammy, além de conquistar mais um marco na história da música coreana pop, traz valorização dela, o que pode abrir portas para outros grupos. A torcida é grande, agora é só aguardar a noite da premiação!

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Blue Lock (Mangá) | Primeiro Gole

blue lock
Foto: @sucodm

Vocês estão ouvindo esse barulho? Prestem bem atenção e ao longe conseguirão ouvir o ressoar das vuvuzelas. Ela está chegando, a queridinha dos brasileiros, o último fio de esperança nacional, a Copa do Mundo. Então, pra entrar no clima da torcida, se liga nesse mangá que leva os jogadores ao limite para selecionar o melhor atacante da história da competição. Confira Blue Lock, a Prisão Azul.

Escrito por Muneyuki Kaneshiro e desenhado por Yusuke Nomura, o mangá chegou este ano pela Editora Panini. De qualquer forma, a estreia não é tão recente assim. Na verdade, Blue Lock foi publicado no Japão em 2018, mas acredito que a Panini tenha aproveitado o momento pra fazer o lançamento no Brasil.

Assim, voltamos para a Copa do Mundo 2018, logo após a seleção japonesa ser eliminada nas oitavas de final. Decididos a conquistar seu lugar entre os melhores dos melhores, a União Japonesa de Futebol constrói um alojamento de treinamento chamado Blue Lock. Então, concentrando os 300 melhores jovens atacantes do Japão, o objetivo é levá-los além dos seus limites e despertar seu pior lado para conquistarem a próxima Copa do Mundo. Para isso, 299 jogadores cairão diante do maior atacante da história do país.

O Fervor dos Mangás Esportivos

Bom, com essa breve premissa dá pra ver que Blue Lock tem um enredo bem “sangue no olho”. Inclusive, achei que o mangá é uma espécie de Jogos Vorazes esportivo, no qual apenas um sairá “vivo”, sendo obrigado a massacrar até mesmo seus aliados em prol do prêmio. Por exemplo, logo no começo do mangá o treinador literalmente fala “Um único herói que ficará de pé sobre 299 cadáveres”. Sim, algo extremamente normal para se dizer a um bando de adolescentes. Ah, o maravilhoso mundo dos mangás esportivos…

Além disso, o próprio treinador parece ser um personagem roubado de alguma história de terror psicológico. Com olhar penetrante, doentio e perturbador, ele deixa claro que na Prisão Azul não há lugar para perdedores. Ao contrário, enquanto se contorce em poses estranhas, ele clama que o melhor artilheiro é aquele que pensa em si mesmo, aquele que tem o egoísmo como maior arma.

Achei essa uma proposta ousada e diferenciada, destoando da esmagadora maioria dos mangás esportivos que prioriza o trabalho em equipe. Inicialmente, imaginei que Blue Lock teria um desfecho parecido com Haikyu!!, rivais de diferentes escolas tendo que trabalhar em conjunto. No entanto, rapidamente essa teoria foi destruída, mostrando que esta não será mais uma história com fórmulas clichês.

De qualquer forma, seguindo o gênero no qual ele está inserido, aqui o esporte também é visto como a coisa mais importante na vida dos personagens, tendo todo aquele drama até mesmo nos mais simples passes de bola.

blue lock
Foto: @sucodm

Astro em Blue Lock

Enfim, o protagonista, Yoichi Isagi é um estudante do 2º ano do colegial e o melhor do seu time, mas perde um gol após confiar no seu companheiro. Após este incidente, ao ser chamado para Blue Lock e ouvir as palavras do treinador, Yoichi acende a chama do seu egoísmo. Assim, estando no 299º lugar do ranking da Blue Lock — logo, o segundo pior jogador ali dentro — ele mostra que fará o que for preciso para se tornar o melhor atacante do mundo.

Inclusive, para deixar isso bem enfatizado, uma suposta fala do Pelé é citada. Teoricamente, o nosso astro do futebol teria dito que “O melhor atacante do mundo, o melhor meio-campista do mundo, o melhor zagueiro do mundo, o melhor goleiro do mundo… Não importa a pergunta, sempre responderei que sou eu”.

No entanto, meio pasma com essa declaração fui pesquisar se era verdadeira, e não consegui encontrar nenhuma fonte que comprovasse. Bem, sendo uma obra de ficção isso não é exatamente um problema, mas como boa brasileira fiquei meio ofendida por usarem a imagem do Pelé dessa forma. Juntamente com o desenho bem fora da realidade que fizeram do astro, pouquíssimo semelhante a ele. Bem, nada é perfeito.

blue lock
Foto: @sucodm

Vale a pena?

Enfim, Blue Lock tem uma proposta instigante e o final do primeiro volume me deixou curiosa para continuar lendo e ver até onde esses jovens conseguirão ir. Então, caso você já curta mangás esportivos, não tem muito erro, pode ler que não vai se decepcionar. Inclusive, as várias referências a jogadores de futebol atuais podem ser um agrado. Mas caso você só esteja curioso pra ver um Jogos Vorazes de futebol, com personagens perturbadores e misteriosos, também vale a pena. Finalmente, se você só está empolgado com a Copa do Mundo e quer entrar no clima competitivo, Blue Lock é a melhor escolha!

Desculpa Japão, mas que venha o Hexa brasileiro!

blue lock
Foto: @sucodm

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