Parece que foi ontem que milhares de pessoas saíram de casa, povoaram praças e centros históricos em busca de Pokémon durante o lançamento de PokémonGo. Em comemoração aos 10 anos de seu lançamento, uma campanha especial está começando: GOMemories.
Para celebrar essa década de aventuras de PokémonGo, um treinador brasileiro terá a oportunidade de ir ao Pokémon GO Fest: Tóquio com um acompanhante! O Sorteio de 10º aniversário do Pokémon GO é exclusivo para o Brasil. Dessa forma para participar você deverá compartilhar suas histórias mais especiais com o PokémonGo e torcer para receber:
Ingressos para o evento: Entrada para o evento Pokémon GO Fest: Tóquio para o vencedor e um acompanhante.
Passagem aérea: Voo de ida e volta para Tóquio para o Treinador e acompanhante.
Acomodação: Cinco dias e quatro noites de hospedagem.
Verba para despesas: Cobertura adicional para refeições e transportes extras durante a viagem.
Compartilhar uma foto ou vídeo de uma memória pessoal e especial envolvendo Pokémon GO. Essa memória pode ser com seu Pokémon favorito adquirido, um momento com os amigos da comunidade, ou uma descoberta feita enquanto jogava.
Incluir as hashtags #GOMemories e #Sorteio na publicação e marcar a conta oficial de Pokémon GO na rede social da postagem.
Os Treinadores podem enviar apenas uma inscrição (X, Instagram ou TikTok). Para mais inspirações, os participantes também podem conferir sugestões no blog oficial de Pokémon GO ou nas redes sociais. Então compartilhe seus momentos e quem sabe você não terá um grande momento em Tóquio, Japão!
Pokémon Go está disponível gratuitamente na Google Play e na App Store. Confira no site todo regulamento do sorteio! Boa Sorte!
Confesso que cheguei a O Morro dos Ventos Uivantes pelo caminho mais moderno possível: o trailer do filme com Margot Robbie. Achei lindo, fui direto buscar o livro e ainda tive a sorte de encontrá-lo numa baita promoção na Amazon — em torno de 15 reais. Um mês depois, terminei o bendito. E olha, saí de lá com um turbilhão de sentimentos que vou tentar organizar aqui.
A História e Quem a Conta
O livro é narrado em camadas. Tudo começa com Lockwood, um homem urbano que serve como porta de entrada para o leitor. Mas é Nelly Dean, a governanta, quem assume o protagonismo da narração e carrega a história nas costas. E que diferença de estilo entre os dois. Enquanto Lockwood é mais direto e narra o que vê literalmente, Nelly tem toda a energia de uma fofoqueira das brabas — o que, dependendo do dia, pode ser cansativo ou extremamente divertido de acompanhar.
Essa estrutura de narradores em camadas é um dos traços mais marcantes da obra. Não é uma narrativa linear e simples. É preciso se entregar ao ritmo proposto por Emily Brontë para que a história comece a fazer sentido. Agradeço a minha companheira de leitura, a Doka, por já me alertar sobre isso.
Para você se situar, a obra se passa em uma região de charneca.
O Cenário Como Personagem
Uma das coisas que mais gostei no livro é a dualidade entre a vida campestre e a vida da cidade. Isso fica bem explícito ao longo de toda a trama. A região da Granja Thrushcross — nem sei falar isso direito kkk — e a casa no Morro dos Ventos Uivantes funcionam como um bolsão isolado do mundo — é difícil qualquer coisa externa influenciar o que acontece por ali, a não ser que venha por meio de algum personagem, como no caso do misterioso Heathcliff.
Essa oposição entre os dois ambientes é, na verdade, a espinha dorsal estrutural do livro. O Morro dos Ventos Uivantes representa o selvagem, o tempestuoso e o violento. A Granja Thrushcross representa o civilizado, o passivo e o educado, se personificarmos em Catherine. Os personagens vivem se cruzando entre esses dois polos — e é nesse cruzamento que toda a tensão da narrativa se sustenta.
Representação da casa no Morro dos Ventos Uivantes / FONTE
Heathcliff, figura central e enigmática, encarna essa dualidade de forma mais intensa. Sua origem misteriosa e sua aparência ambígua eram, para os leitores do século XIX, uma fonte de estranhamento profundo. Ele representa o “outro”, aquele que não pertence completamente a nenhum dos dois mundos — e é exatamente isso que o torna tão fascinante e perturbador ao mesmo tempo. Na minha fic, ele é um ser sobrenatural…
O Que o Livro Faz Muito Bem
Apesar de desafiador, O Morro dos Ventos Uivantes tem qualidades inegáveis. O ritmo da narrativa é ágil e agitado, sem momentos de estagnação prolongada. Quando a história engrena ali na sua metade, ela não para. A intensidade emocional é constante e opera em um nível elevado — não é um livro para quem quer uma leitura leve antes de dormir.
A riqueza de referências literárias também impressiona. Emily Brontë bebeu em Shakespeare, com ressonâncias claras de Hamlet, e falo isso por ter visto Hamnet recentemente, no folclore local, incluindo a figura do changeling e das fadas. Essa profundidade de camadas é o que torna o livro uma obra para ser lida várias vezes. Acredito que em cada releitura, novos detalhes surgem, novas interpretações se abrem.
Outro ponto que merece destaque é a segunda geração de personagens, que traz uma resolução mais serena para os conflitos. A educação e a leitura aparecem como ferramentas de reconciliação — o ato de ensinar a ler se transforma em um gesto de amor e reconstrução. É uma virada narrativa interessante, especialmente depois de tanto caos emocional nos capítulos anteriores.
O Que Exige Paciência do Leitor
Mas nem tudo é fácil. O livro tem seus pontos desafiadores, e é honesto falar sobre eles, já que quebrou minhas expectativas.
A violência da obra é intensa. Os personagens — e até os animais — frequentemente sofrem maus-tratos físicos, vivem em estado de insônia e angústia, e agem de formas cruéis uns com os outros, com muitas picuinhas. O pequeno Linton Heathcliff, por exemplo, é descrito sem meias palavras como um verdadeiro crápula. Não é uma leitura confortável.
O ambiente confinado também pode pesar. Toda a história gira em torno de, basicamente, duas casas. Isso cria uma sensação de pesadelo claustrofóbico — o mundo exterior quase não existe, e os personagens parecem presos em um universo próprio onde as regras sociais comuns simplesmente não se aplicam. A obra funciona quase como um espaço psíquico, um sonho — ou um pesadelo — em que a lógica da vida cotidiana fica do lado de fora. Acho que é uma característica forte de um romance gótico.
E tem a questão dos nomes. Os nomes se repetem muito — e isso não é acidente. É uma escolha proposital que cria um clima onírico, mas que também gera uma confusão danada, especialmente na segunda metade do livro, quando além de se repetirem, os nomes e as identidades começam a se misturar de formas que exigem atenção redobrada. A dica que dou é ter em mãos um diagrama ou uma árvore de personagens para não se perder. Só não coloco aqui por conta de spoilers, mas ajuda muito.
Contexto Histórico que Enriquece a Leitura
Vale saber que, na época do lançamento, romances como O Morro dos Ventos Uivantes eram vistos como entretenimento de massa para a classe média — comparáveis, em certo sentido, ao papel que o celular ocupa hoje. Não eram considerados “estudos sérios”. O tempo e as releituras foram os responsáveis por elevar a obra ao status de clássico da literatura inglesa.
Outro contexto histórico é você conhecer Wuthering Heights da Kate Bush (ou do Angra).
Mas e aí, vale a leitura?
Sim — mas com expectativas ajustadas.
O Morro dos Ventos Uivantes não é um romance de amor bonito e tranquilo. É intenso, violento, confuso por vezes e absolutamente envolvente. Acredito que uma segunda leitura traz muito mais clareza e uma experiência imagética bem mais rica, porque aí já se conhece o quebra-cabeça completo e é possível perceber as picuinhas e os detalhes que na primeira vez passam despercebidos.
Se você ainda não leu, aproveite uma promoção — como eu fiz — e mergulhe nesse clássico sem julgamentos prévios. O Morro pode te prender por um bom tempo.
A menos de dez dias do lançamento mundial, aPearl Abyss revelou as especificações de desempenho de Crimson Desert para todas as plataformas confirmadas: PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S e Apple Mac.
Motor gráfico próprio como diferencial técnico
Crimson Desert é desenvolvido na BlackSpace Engine, motor gráfico proprietário da Pearl Abyss. A tecnologia sustenta um mundo aberto ambientado no continente de Pywel, com cenários variados e detalhados, combate dinâmico e amplas possibilidades de exploração.
Para PC, os requisitos detalham as configurações de hardware recomendadas para cada nível de qualidade gráfica. Já para consoles, as informações indicam as resoluções e taxas de quadros esperadas em cada sistema.
Nick “Tasteless” Plott e Dan “Artosis” Stemkoski foram os escolhidos como capitães da primeira Blizzard Classic Cup da história. A dupla, conhecida coletivamente como “Tastosis”, está há quase duas décadas ligada à história dos esports da Blizzard— principalmente como comentaristas — e agora assume um papel inédito na competição.
Na BlizzCon 2026, Tasteless e Artosis não ficarão apenas atrás da mesa de transmissão. Como capitães, eles serão responsáveis por selecionar e liderar equipes de estrelas em disputas por quatro títulos clássicos da Blizzard.
Os jogos da competição
A Classic Cup reunirá quatro franquias icônicas da Blizzard em um único palco competitivo:
Heroes of the Storm
StarCraft: Remastered
StarCraft II
Warcraft III: Reforged
Mais detalhes em breve
A Blizzard Classic Cup é apenas uma parte da programação de esports planejada para a BlizzCon 2026. Informações sobre formato, premiação e a grade completa de competições ainda serão divulgadas pela empresa.
O cantor e compositor japonês Kiro Akiyama lançou nesta quarta-feira (11) seu quinto álbum de estúdio, Magic if. O trabalho já está disponível nas principais plataformas de streaming em todo o mundo.
Com oito faixas inéditas, o projeto representa o trabalho mais ousado do artista até hoje. Akiyama expõe sua vulnerabilidade de forma direta, abordando temas como solidão e dor emocional com uma honestidade que marca uma virada em sua trajetória musical.
O conceito por trás de Magic if
O título do álbum é uma referência a uma técnica teatral em que atores se perguntam “E se eu fosse…?” como forma de explorar novas perspectivas e estados emocionais.
Inspirado por esse conceito, Akiyama aplicou a mesma lógica à sua escrita. Questões como “E se eu tivesse vivido uma vida diferente?” ou “E se o mundo não fosse assim?” guiam as letras e ampliam o alcance temático do disco em relação aos trabalhos anteriores.
“Completei meu quinto álbum. Para cantar sobre uma gama mais ampla de coisas do que o habitual, criei algumas hipóteses do tipo ‘e se’. O disco também inclui músicas com um sabor ligeiramente diferente do que fiz antes, então espero que todos se animem com isso.” — Kiro Akiyama
Uma janela para o mundo interior do artista
Mais do que introspecção, Magic if funciona como um convite. Ao longo das oito faixas, o ouvinte é convidado a acessar os pensamentos e emoções de Akiyama com uma sinceridade pouco comum — tornando o álbum uma das entregas mais pessoais de sua discografia.
Magic if está disponível agora em todas as principais plataformas de streaming.
Capa Divulgação
M1. DO NOT DISTURB
M2. Quest ※ OP theme to TV Anime “The Banished Court Magician Aims to Become the Strongest”
A editora Nova Fronteira lança em fevereiro o box 101 Melhores Contos Clássicos de Crime, Mistério e Suspense, uma coleção de luxo em dois volumes de capa dura que reúne obras fundamentais da literatura policial. A coletânea traz autores que moldaram o gênero, como Edgar Allan Poe, Arthur Conan Doyle, G.K. Chesterton, Charles Dickens e Wilkie Collins.
Dois volumes, 1.776 páginas de literatura policial
O box é dividido em dois volumes complementares. O Volume 1 apresenta 54 contos com atmosfera clássica, incluindo algumas das primeiras histórias de crime e mistério da literatura de língua inglesa — entre elas, o célebre “A Carta Roubada”, de Edgar Allan Poe. O Volume 2 reúne 47 narrativas de abordagem mais moderna, com temas psicológicos, sociais e políticos, além de vozes do Brasil e do exterior.
Ao todo, são 1.776 páginas organizadas em um formato de 15 x 6 x 23 cm, pensado tanto para leitores já familiarizados com o gênero quanto para quem deseja ingressar no universo da ficção policial.
Organização assinada por especialista do mercado editorial
A coletânea foi organizada por Janaína Senna, responsável pelo catálogo nacional da Ediouro e com mais de 20 anos de experiência no mercado editorial brasileiro. Doutora e pós-doutora em Letras, ela já trabalhou com inéditos de Rubem Fonseca, Carlos Heitor Cony e Laurentino Gomes, além de atuar na fixação de textos de Mário de Andrade e Guimarães Rosa.
A Blizzard Entertainment confirmou a chegada da colaboração entre Overwatch e o Projeto YoRHa, disponível no jogo até 23 de março de 2026. O evento traz cinco skins Lendárias inspiradas nos personagens do universo de NieR: Automata, além de uma Central de Evento exclusiva com desafios e recompensas.
As cinco skins da colaboração
O crossover transforma heróis do Overwatch em unidades androides e máquinas humanoides do universo YoRHa. As transformações são Kiriko como 2B, Wuyang como 9S, Vendetta como A2, Mercy como Comandante White e Lifeweaver como Adam.
Os visuais Lendários estão disponíveis em diferentes ofertas dentro do jogo.
Central de Evento e desafios exclusivos
Além das skins, a colaboração inclui uma Central de Evento dedicada, com desafios especiais e recompensas a serem conquistadas pelos jogadores durante o período do evento.
Como acessar
A colaboração Overwatch x Projeto YoRHa já está ativa e segue disponível até 23 de março. Os jogadores podem acessar o evento diretamente pelo jogo e conferir todas as ofertas e desafios disponíveis. Para mais informações sobre a colaboração, acesse o blog e encontre materiais no Gamespress. Confira também os perfis oficiais de Overwatch do Brasil no Instagram, X, YouTube e Facebook.
A banda japonesa GALNERYUSestá confirmada no Anime Friends 2026. O grupo se apresenta no dia 3 de julho, sexta-feira, durante o AF Festival — data dedicada aos shows de metal da edição, com início às 11h e encerramento às 23h.
Na mesma noite, o público poderá acompanhar também as apresentações de HANABIE. e MUCC.. Os ingressos já estão disponíveis.
Primeira vez no Brasil
A apresentação marca a estreia do GALNERYUS em território brasileiro, tornando o evento um marco para os fãs de power metal japonês no país.
“O Anime Friends sempre busca proporcionar experiências únicas para os fãs da cultura pop asiática, e a presença do GALNERYUS reforça esse compromisso. É uma banda muito aguardada por quem acompanha trilhas e artistas ligados ao universo dos animes”, afirma Juliano Aniteli, CEO da Maru Division.
Quem é o GALNERYUS
Fundado em 2001, em Osaka, pelo guitarrista Syu, o GALNERYUS é um dos principais nomes do power metal japonês. Com mais de duas décadas de carreira, o grupo combina técnica apurada, influências neoclássicas e arranjos de grande impacto.
Desde 2009, os vocais são de Masatoshi Ono, conhecido também por interpretar músicas do universo dos animes — entre elas “departure!”, tema de abertura de Hunter × Hunter.
Ligação com os animes
Além da carreira no metal, o GALNERYUS tem forte presença nas trilhas sonoras de produções japonesas. A banda assinou faixas como “HUNTING FOR YOUR DREAM”, encerramento de Hunter x Hunter, e “A FAR-OFF DISTANCE”, de Rainbow: Nisha Rokubou no Shichinin, entre outras músicas presentes em Mnemosyne e Donten ni Warau.
Em 2012, o álbum Angel of Salvation representou um dos pontos altos da trajetória do grupo, conquistando destaque nas paradas japonesas e ampliando o reconhecimento internacional da banda. Desde então, o GALNERYUS mantém agenda constante de lançamentos e turnês.