A Bandai Namco Entertainment anunciou a chegada da nova DLC de Digimon Story Time Stranger que traz o Pacote de Episódios e Digimon Adicionais 3: Anti-ParadoX. O lançamento que você já pode estar jogando traz uma jornada centrada em Asuna Shiroki e Monica Simmons com uma história que transcende o tempo e o espaço.
O titulo traz uma experiência memorável para fãs como novos jogadores. São mais de 450 Digimons com habilidade únicas que são ponto chave da aventura. Crie laços, treine e fortaleça seus amigos Digimons para dominar as batalhas contra outros Digimons e Chefes que precisam ser controlados em batalhas por turno.
O Pacote de Episódios e Digimon Adicionais 3 também apresenta diversas rotas inéditas de Digievolução para cinco Digimon de nível Mega: Omnimon (Anticorpo X), Jesmon (Anticorpo X), Magnamon (Anticorpo X), Gallantmon (Anticorpo X) e UlforceVeedramon (Anticorpo X). Aproveite e procure sua plataforma de agrado, Digimon Story Time Stranger está disponível para PlayStation5, Xbox SeriesX|S e Pc via Steam, a DLC necessita do jogo base! Confira mais detalhes no site oficial e tenha uma bela cyber aventura no Digimundo!
A SEGA anunciou a chegada de mais um personagem na sua versão do Arco do Castelo Infinito para seu jogo Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba – The Hinokami Chronicles 2. Giyu Tomioka se junta ao elenco como personagem adicional e jogável no modo Versus.
Como parte do pacote de personagens do Passe deTemporada, você pode adquirir ele individualmente pelo valor de R$ 25,90 ou comprando o Passe de Personagens doCasteloInfinito que está R$ 153,90.
Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba – The Hinokami Chronicles 2 está disponível para PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, Nintendo Switch e Pc via Steam. Entre na batalha você também coma chegada de Giyu Tomioka e escolha a melhor plataforma para sua batalha aqui.
Treinadores, a nova coleção de Pokémon Estampas ilustradas está chegando no dia 26 de maio de 2026 prometendo mais Mega Evoluções e novas cartas para colecionar. A nova edição Megaevolução – Caos Ascendente traz a cidade de Lumiose entre a destruição da Mega Floette ex e luta dos treinadores com Mega Greninjaex, MegaPyroarex e MegaDragalgeex.
Veja os detalhes que a nova coleção trará para você jogadores e colecionadores de Estampas Ilustradas:
5 Pokémon ex de Megaevolução
5 Pokémon ex
11 cartas Ilustração Rara de Pokémon
18 cartas Rara Ultra de Pokémon e de Treinador
6 cartas Ilustração Rara Especial de Pokémon e de Apoiador
Os jogadores poderão encontrar Megaevolução — Caos Ascendente em pacotes de booster, Coleções Treinador Avançado e várias coleções disponíveis em revendedores no mundo todo. Os torneios de Pré-Lançamento ocorrerão no dia 9 de maio e você pode conferir uma loja perto de você aqui!
Você também poderá jogar a nova coleção no Pokémon Estampas Ilustradas Live disponível para iOS, Android, macOS e Windows a partir do dia 21 de maio. Não deixe de Mega evoluir para o próximo capitulo: CaosAscendente
A Bandai Namco lançou em 12 de março o terceiro DLC de Digimon Story Time Stranger: o Pacote de Episódios e Digimon Adicionais 3: Anti-ParadoX. O conteúdo adiciona um episódio completamente novo à experiência, separado da narrativa principal, e expande as possibilidades de Digievolução com cinco Digimon de nível Mega.
Uma história que transcende tempo e espaço
O novo episódio coloca os jogadores em uma jornada centrada em Asuna Shiroki e Monica Simmons, com uma narrativa construída a partir de encontros que transcendem tempo e espaço. O conteúdo é independente da história principal, funcionando como uma história paralela completa.
Cinco novas rotas de Digievolução com Anticorpo X
O pacote também apresenta rotas inéditas de Digievolução para cinco Digimon de nível Mega, todos com a variante Anticorpo X:
O DLC está disponível agora para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam. Para acessá-lo, é necessário possuir o jogo base. O pacote pode ser adquirido por meio do Passe de Temporada ou comprado separadamente. Mais informações no site oficial da Bandai Namco.
Digimon Story Time Stranger chega ao Nintendo Switch e Nintendo Switch 2 em 10 de julho de 2026. Os três pacotes de DLC estarão incluídos no Passe de Temporada da versão Switch. Para mais informações, visite o site oficial.
Antes de qualquer análise, é preciso entender as aspas. O título oficial do novo longa de Emerald Fennell é, deliberadamente, “O Morro dos Ventos Uivantes”— entre aspas. Não é capricho tipográfico. É um aviso.
A diretora de Bela Vingança e Saltburn não filmou uma adaptação do romance de Emily Brontë. Ela filmou a memória coletiva dele: a versão distorcida que vive no imaginário popular, vendida por capas de livro com casais apaixonados no vento e confundida com história de amor quando é, na verdade, uma tragédia de obsessão e crueldade. “Se o livro fosse vendido dessa forma, como seria?” — é dessa pergunta que nasce o filme.
A resposta é provocadora, tecnicamente apurada e narrativamente irregular.
Margot Robbie e Jacob Elordi: a química que sustenta o filme
O par protagonista é o coração pulsante da obra. Margot Robbie entrega uma das atuações mais multifacetadas de sua carreira: transita entre a doçura singela e a crueldade selvagem dentro de uma mesma cena, equilibrando o que poderíamos chamar de perfeição plástica e sujeira moral sem deixar costura aparente. É aquela dualidade entre a selvageria da Casa do Morro com a Granja, o que achei bem interessante.
Jacob Elordi canaliza Heathcliff como uma figura de bad boy contemporâneo. A leitura é intencional — e controversa. O personagem, originalmente construído como uma criatura de vingança complexa e ambígua, ganha contornos mais próximos de um homem rejeitado FAZENDO BIRRA do que de um anti-herói gótico. Funciona dentro da proposta do filme; perde em profundidade literária.
Juntos, os dois criam uma tensão sexual densa que permeia até as cenas mais corriqueiras. O erotismo do filme não depende de nudez — ele está nas mãos, nas bocas, nos objetos, nos enquadramentos. É constante, presente e raramente (eu diria nunca) vulgar.
Imagem Divulgação
Qualidade técnica: figurino, som e fotografia
O figurino assinado por Jacqueline Durran é um dos pontos altos da produção. A mistura entre alta costura moderna e gótico romântico cria uma estética que não pertence a nenhuma época específica — o que é completamente proposital. Fennell abraça o anacronismo da mesma forma que Baz Luhrmann em Romeu + Julieta: com convicção e sem pedir desculpa.
O design de som merece destaque especial. O vento — tão central no título original — é utilizado em camadas, criando uma atmosfera imersiva que responde ao estado emocional da protagonista. Quando Cathy está em colapso interno, o vento engole a cena. Isso segue com chuva, raios e trovões também, deixando a protagonista sempre com frio, o que fazia-me cantarolar sempre “Heathcliff, it’s me, Cathy, I’ve come home, I’m so cold, let me in-a-your window”…
A fotografia aposta em saturação intensa (veja abaixo) e enquadramentos que flertam com o formato vertical das redes sociais, fechados e focados nos rostos. Há quem veja isso como crítica à cultura do consumo visual. Há quem veja como rendição a ela. A tensão entre os dois lados é parte da experiência do filme e acredito que a diretora faz isso propositalmente.
Imagem Divulgação
Ressalva pessoal: senti falta de tomadas aéreas e de um maior empoderamento visual das duas residências — a Granja e a casa no Morro. Esses espaços são personagens no livro. No filme, ficam em segundo plano.
O que foi preservado — e o que foi descartado
Fennell descarta a segunda metade do livro. Personagens centrais na narrativa de Brontë são reduzidos ou fundidos a outros e/a funções menores. Isabella aparece como alívio cômico e caricatura de submissão, desperdiçando o que poderia ser um contraponto dramático rico, principalmente em seu segundo ato que considero uma barriga danada e onde a personagem poderia ter aparecido mais.
Nelly Dean, por outro lado, recebe uma reconfiguração. Interpretada por uma atriz asiática, a excepcional Hong Chau, ela é apresentada como filha bastarda de um lord que a escondeu nos pântanos como companheira de Cathy — pagando pela vergonha de sua existência. Isso não é apenas diversidade de elenco. É uma chave de leitura para entender por que Nelly age como age ao longo de toda a história, e por que Cathy é tão centrada em si mesma e cruel. A escolha remete à crítica literária dos anos 1950-60, especialmente ao trabalho de James Hafley, que declarou Nelly a verdadeira vilã do romance. Fennell parece concordar — e depois dessa pesquisa para este REVIEW, o filme ficou mais rico por isso.
Hong Chau como Nelly Dean em O Morro dos Ventos Uivantes / Imagem Divulgação
Raça, classe e outsiders: o filme é mais complexo do que parece
As polêmicas étnicas do longa vão além de Heathcliff. Linton é apresentado explicitamente como novo rico — sua fortuna vem do comércio, não da terra. Cathy deixa claro que veludo não equivale a linhagem. O pai dela apoia o casamento não por afeição, mas porque está quebrado.
Há uma cena em que o patriarca admite estar disposto a ignorar a não-branquitude de Linton e a origem de Nelly pelos seus “bons traços” — a riqueza de um, o trabalho da outra. Das poucas aberturas no tema que o longa faz nesse sentido.
O filme não é um ensaio sobre racismo. Mas tampouco ignora que a maioria dos personagens são outsiders por razões variadas: pobreza, raça, bastardia, esquisitice. Heathcliff não é o único à margem. É apenas o que amou Cathy. E isso, pode ser superficial, concordo, mas no fim, é o que permanece quando tudo mais é descartado.
Edgar Linton em O Morro dos Ventos Uivantes / Imagem Divulgação
Onde o filme tropeça: montagem e passagem do tempo
O segundo ato apresenta problemas reais de ritmo. A montagem perde sustentação e a diretora recorre a segmentos acelerados com trilha sonora pop que funcionam mais como trailers do que como cinema. A passagem do tempo — elemento narrativo sempre desafiador em qualquer adaptação de Brontë — não é resolvida de forma convincente.
Há também uma crítica legítima à obsessão do filme por criar sequências prontas para viralizar. Alguns momentos parecem construídos de fora para dentro: primeiro o enquadramento impactante, depois a necessidade dramática. Quando isso acontece, a fluidez da trama paga o preço.
Imagem Divulgação
A coragem do desfecho — e o que o filme realmente propõe
Curiosamente, contrariando toda a superficialidade que o filme transforma da obra literária e a suavização do texto de Brontë, Fennell mantém a crueldade dos personagens até o fim. Não há redenção. Não há amor que redima a manipulação. O espectador é forçado a se perguntar por que continuou assistindo — e a resposta é incômoda.
O filme constrói uma relação tóxica com o próprio público: mistura asco e curiosidade, sedução e degradação. Você sabe que aquelas pessoas são destrutivas. Você não consegue parar de olhar.
As cenas envolvendo Isabella Linton e Heathcliff, assim como a relação entre Joseph e Zillah, são filmadas com atenção especial ao universo do Dark Romance — literatura com temas de BDSM e fetichismo que domina o mercado editorial feminino atual. Fennell parece perguntar: o que acontece quando o livro que não é romance é lido como romance? E então filma exatamente essa leitura distorcida.
Kate Bush continua como detentora da melhor adaptação do livro. E o Angra, com a melhor versão! kkk
Veredicto
“O Morro dos Ventos Uivantes” de 2026 não é uma adaptação. É uma reimaginação deliberada, uma sátira afetiva da memória popular (ou da diretora) de um clássico. Tecnicamente impecável em partes, narrativamente irregular em outras, é um filme que incomoda da forma certa — e que não pede para ser comparado ao livro, porque nunca fingiu sê-lo.
Margot Robbie e Jacob Elordi sustentam a obra nos momentos em que o roteiro vacila. O erotismo é levado a sério. A crueldade, também. Para quem busca fidelidade a Brontë, a frustração está garantida. Para quem aceita o convite das aspas, o filme tem muito a oferecer.
A Netflix confirmou oficialmente a produção de Guerreiras do K-Pop 2. A sequência já está em desenvolvimento e marca o início de um acordo exclusivo de vários anos entre a plataforma e os diretores Maggie Kang e Chris Appelhans, responsáveis pelo primeiro filme.
A data de estreia ainda não foi anunciada, mas especula-se que o lançamento aconteça somente em 2029.
Um Universo com Muito Mais a Contar
Em comunicado, Maggie Kang afirmou que a história tem espaço para crescer. “Há muito mais nesse mundo que criamos”, disse a diretora, acrescentando que se sente orgulhosa de levar uma narrativa coreana com personagens autênticos ao público global.
Chris Appelhans também comentou o retorno à franquia. “Estamos empolgados para escrever o próximo capítulo desses personagens, desafiá-los e ver como eles evoluem”, afirmou o cineasta, sinalizando que o novo filme deve expandir o universo apresentado no primeiro longa.
O Sucesso do Primeiro Filme
Guerreiras do K-Pop estreou na Netflix em 20 de junho de 2025 e rapidamente se tornou um fenômeno global, quebrando recordes de audiência e alcançando o posto de filme mais assistido da história da plataforma, com mais de 500 milhões de visualizações.
O longa acompanha o grupo feminino de K-pop Huntr/x, formado por três jovens que, além de artistas, são caçadoras de demônios secretas. As protagonistas enfrentam uma boy band rival, os Saja Boys, que também escondem identidades demoníacas.
Trilha Sonora Histórica e Indicações ao Oscar
O sucesso do filme foi além das telas. O álbum da trilha sonora chegou ao topo da Billboard e entrou para a história como o primeiro com quatro faixas simultâneas no top 10 da Billboard Hot 100. O single “Golden” segue há oito semanas na liderança da parada.
Na temporada de premiações, Guerreiras do K-Pop foi indicado ao Oscar em duas categorias: Melhor Animação e Melhor Canção Original.
Marcelo Nery chega à ficção literária com “Flores Astrais”, uma saga familiar gótica ambientada no interior de Minas Gerais que mistura suspense, sobrenatural e crítica social. Publicado pela editora Mondru, o romance marca a estreia do autor no gênero e já recebe elogios de nomes como Jarid Arraes e Santiago Nazarian.
A Trama
A história começa em 1980, quando Tiago Amaral Grandi, jornalista gay de meia-idade, retorna à Fazenda Grandi após vinte anos de ausência, motivado pela morte do pai. O reencontro com o casarão familiar traz à tona segredos, assombrações e traumas não resolvidos: o peso do sobrenome, a presença inquietante da tia Augusta, uma prima idosa que conversa com bonecas e os resquícios do suicídio da mãe, Serena.
A narrativa não linear entrelaça passado e presente para revelar uma teia de intolerância, hierarquias raciais e dinâmicas de poder. Como descreve Jarid Arraes, “o verdadeiro gótico se mostra na atmosfera rica em experiências sensoriais, nos segredos que se entranham entre móveis e corpos, e na herança psicológica que se recusa a morrer.”
Capa Divulgação
Gótico Brasileiro com Raízes Históricas
Mais do que um romance de terror ou fantasia, “Flores Astrais” funciona como uma alegoria sobre a herança colonial brasileira. O historiador e jurista Flávio Muniz destaca que a obra “faz o Brasil olhar-se no espelho da própria decadência, revelando o que a elite tenta esconder sob vernizes de civilização, moral e fé.”
O livro trata temas como homossexualidade, espiritualidade, racismo e poder de forma psicológica e simbólica, flertando com a estética de telenovela e minissérie — drama, mistério e uma dose calculada de kitsch. Santiago Nazarian o classifica como “um épico familiar muito bem estruturado, misturando suspense, o kitsch e a crítica social com muito tempero.”
Dois Anos de Pesquisa e Memória
O processo criativo envolveu dois anos de pesquisa histórica e exploração de vivências pessoais. Nery, que cresceu entre a capital mineira e o interior, afirma que o livro “exigiu mineração — da terra, da família e de mim mesmo.” As influências vão de Agatha Christie e Edgar Allan Poe à tradição oral mineira, “das histórias contadas em voz baixa, entre café e reza, nas noites embaladas por grilos.”
Quem é Marcelo Nery
A trajetória do autor é marcada pela diversidade: formado em Ciência da Computação, foi professor universitário por 16 anos e coordenou o curso de Jogos Digitais da PUC Minas. Hoje atua como coordenador de game design na ARVORE Immersive Experiences, com projetos para empresas como Meta e Universal Studios. Também transita pelo tarô e pelo design de jogos de tabuleiro.
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Além de “Flores Astrais”, Nery tem outros dois projetos em andamento: “Não se engane com a morte”, sobre gaslighting, e “Manual para se criar monstros”, uma distopia sobre refugiados climáticos desenvolvida sob mentoria de Celso Taddei, finalista do Prêmio Jabuti 2025.
A Pearl Abyss divulgou nesta quarta-feira (12) o trailer de lançamento de Crimson Desert, seu aguardado jogo de ação e aventura em mundo aberto. O vídeo antecipa o que os jogadores encontrarão no game, que estreia globalmente em 19 de março.
As imagens destacam batalhas contra chefes poderosos, estilos de combate distintos para cada personagem e mecânicas de jogo como lutas montado em dragões. O trailer também evidencia a escala do mundo de Pywel e a qualidade visual da experiência que os jogadores terão no lançamento.
Números e Expectativa
Crimson Desert já acumula mais de três milhões de inclusões em listas de desejos nas principais plataformas globais, sinalizando grande antecipação em torno do título.
Datas e Plataformas
O download antecipado estará disponível a partir de 17 de março, às 19h (horário de Brasília), na PlayStation Store, Xbox Store, Microsoft Store e Steam.