Início Site Página 337

Tattoo (イレズミ) | Livro aborda o submundo japonês pelos olhos de uma brasileira mestiça

Tattoo (イレズミ) Laboralivros
Imagem Divulgação

Em algum ponto entre 1999 e 2009, no tecido pulsante de Tóquio, surge a dramática narrativa de Tattoo (イレズミ). Este é um romance de estreia da autora Lua Bueno Cyríaco, uma obra que nos transporta para a vida de Tsukiko. Ela é uma brasileira hafu (mestiça) e suas reflexões sobre o Japão contemporâneo.

Assim, a trama se desdobra a partir do enigmático desaparecimento e assassinato da colegial Arisu Higa. Com isso, conduz Tsukiko, Satsuki e Nakasato por um labirinto de mistérios que, mesmo após uma década, permanecem sem respostas satisfatórias.

Porém, uma reviravolta traz à tona novas pistas, lançando os protagonistas de volta à busca pela verdade. Através dos olhos críticos de Tsukiko, nos guiamos por uma narrativa dinâmica que entrelaça passado e presente.

Entçao, o blog The Outsider (posteriormente Hatame-tô), de Nakasato, e recortes de notícias adicionam camadas à história. Enquanto isso, Tsukiko com sua autenticidade ácida e humor peculiar, nos convida a mergulhar em suas impressões sobre a cultura japonesa, relacionamentos e as complexidades de ser uma “hafu”.

O enredo leva os personagens a enfrentarem os resquícios não resolvidos do desaparecimento de sua colega de escola ao se depararem com o sumiço de Alice Fontana, uma aeromoça e também hostess de um clube. Isso os leva a Kabukichô, o famoso distrito da luz vermelha de Tóquio.

Este cenário icônico é mais do que apenas um pano de fundo; é uma porta de entrada para a realidade de várias mulheres de Tóquio.

Então, ao abordar temas como machismo, xenofobia, prostituição e a experiência das mulheres na sociedade contemporânea, a narrativa de Tattoo (イレズミ) transcende as páginas, tornando-se uma janela para as complexidades sociais do Japão moderno.

Tattoo (イレズミ)

Tattoo (イレズミ) Laboralivros
Imagem Divulgação

A história é fictícia, mas me baseei em não só relatos de pessoas com experiências diversas, como também em fatos reais (crimes, pra ser exata) para compor o livro. Um dos pontos de se optar pela linguagem da lightnovel, é que, é mais fácil achar uma visão romântica do Japão nos mangás (diferente da literatura japonesa, que é muito crítica) e eu queria aproximar essa realidade dos leitores jovens adultos que curtem mangá

O livro flerta com estilos literários populares no Japão, como o diário (nikki) e a inserção de textos jornalísticos e jurídicos, enriquecendo ainda mais a experiência do leitor. Além disso, a inclusão de páginas de quadrinhos e ilustrações adiciona uma dimensão visual única, complementando a prosa. Por isso, ele pode ser considerado uma light novel, um estilo de publicação japonês que, nos anos 90, começou a se popularizar globalmente.

Em síntese, Tattoo (イレズミ) é uma jornada envolvente e perspicaz pelas complexidades do Japão moderno. Lua Bueno Cyríaco tece uma trama que vai além da ficção, mergulhando nas questões sociais que definem a experiência contemporânea.

Então, prepare-se para uma leitura que transcende fronteiras culturais, proporcionando uma visão não romantizada do Japão.

O livro está disponível no site da editora (com preço promocional) e também na Amazon.

COMPRE NO SITE

COMPRE NA AMAZON

GANHE UMA AMOSTRA DO LIVRO

PUBLICIDADE

illycaffè apresenta a coleção illy Art Collection assinada por Lee Ufan na ARCOmadrid

illy Art Collection de Lee Ufan illycaffè
Imagem Divulgação

Há 19 anos que a illycaffè tem o orgulho de ser a patrocinadora oficial da ARCOmadrid, exposição de arte contemporânea realizada na capital espanhola, de 6 a 10 de março de 2024. Este ano, a empresa irá mostrar a mais recente edição da illy Art Collection, assinada pelo artista coreano Lee Ufan, e apresentar o prestigiado prêmio illy SustainArt.

Com 17 anos, este prêmio reflete o compromisso da illycaffè com a promoção da arte e da cultura, apoiando artistas e instituições.

Cristina Scocchia, CEO da illycaffè, diz:

Temos muito orgulho no nosso apoio contínuo à ARCOmadrid, uma das feiras de arte mais importantes da Europa, onde transmitimos os valores da marca illy através da linguagem da arte há quase duas décadas. Simultaneamente, nos dedicamos a projetar artistas emergentes e mestres estabelecidos

illy Art Collection de Lee Ufan

Assim, os visitantes do lounge da illy no stand B26 no Pavilhão 7 da IFEMA MADRID terão a oportunidade de saborear o exclusivo blend illy enquanto exploram a mais recente illy Art Collection de Lee Ufan.

Famoso por sua busca pela simplicidade, Ufan imprime sua filosofia no design da illy Art Collection. Por sua vez, ela é característica pelas linhas flúidas e pinceladas que lembram a pintura reducionista. Assim, cada pincelada incorpora o conceito de descoberta de Ufan, capturando o momento em que o pincel encontra a tela. Em especial, as xícaras apresentam áreas não pintadas, permitindo uma ligação entre a porcelana branca e a criação do artista.

Às 16h30 da quinta-feira, 7 de março, no illy lounge, anunciarão o vencedor do prêmio illy SustainArt 2024. Ele é uma criação da illycaffè em colaboração com a ARCOmadrid para apoiar artistas emergentes.

Além disso, os vencedores anteriores incluem Ana Navas, Felipe Cohen, Hellen Ascoli e Marcelo Cidade. Assim, reflete o objetivo do prêmio em promover internacionalmente as carreiras de jovens criativos.

Este ano, o prêmio reconhecerá um dos artistas expositores com menos de 40 anos. O júri de 2024 inclui Patrizia Sandretto (curadora e fundadora da Fundação Sandretto Re Rebaudengo), Tania Pardo (vice-diretora do Museu CA2M, Centro de Arte Dos de Mayo), Ianko López (jornalista da Vanity Fair) e Carlo Bach (diretor criativo da illycaffè).

Então, o prêmio, no valor de 15.000 euros, financiará a criação de uma obra que ficará no lounge da illy durante a ARCOmadrid 2025.

Além disso, o illy lounge apresentará “Costas Quentes”, uma obra de arte de Cristina Mejías, a artista espanhola que ganhou o prêmio illy SustainArt 2023.

Costas Quentes 

Esta obra pertence à série “Aprendices Errantes”, de Cristina Mejías (Jerez de la Frontera, 1986), no Museu Patio Herreriano de Valladolid.

Com ênfase na materialidade do som e no potencial de expressão das formas, Mejías emprega uma abordagem arrojada ao trabalho da madeira. A artista teve influencia nas suas raízes familiares e pela análise de vários tipos de madeira.

O seu trabalho procura transcender os modelos padrões, explorando diversas subjetividades e expressões inseridas em diferentes tradições, fragilizadas pela passagem do tempo.

Reconhecendo o domínio histórico da escrita na expressão, Mejías destaca a visibilidade da oralidade, percebendo que a essência emocional da comunicação ultrapassa muitas vezes a linguagem, encontrando eloquência no movimento corporal.

Perante as obras de Mejías, é possível perceber a interligação de ideias, desejos e medos, cada elemento fluindo do seu antecessor numa narrativa contínua.

Sobre illycaffè 

illycaffè é uma empresa familiar italiana fundada em 1933, em Trieste, que tem como missão oferecer o melhor café ao mundo.

Produz um exclusivo blend 100% Arábica composto por 9 ingredientes diferentes. A empresa seleciona apenas 1% dos melhores grãos de Arábica do mundo. Todos os dias são 8 milhões de xícaras de café illy em mais de 140 países em todo o mundo, nos cafés, restaurantes e hotéis, em cafés e lojas de marca própria, em casa e nos escritórios, nos quais a empresa está presente através de filiais e distribuidores.

Desde a sua fundação, illycaffè direciona suas estratégias para um modelo de negócio sustentável, compromisso que reforçou em 2019 ao adotar o estatuto de Benefit Company e em 2021 ao tornar-se a primeira empresa de café italiana a obter a certificação internacional B Corp. Desde 2013, a empresa é também uma das Empresas Mais Éticas do Mundo. Tudo o que é “made in illy” tem a ver com beleza e arte, princípios fundamentais da marca, desde o seu logotipo, desenhado pelo artista James Rosenquist, até às xícaras da illy Art Collection, decoradas por mais de 125 artistas internacionais, ou máquinas de café concebidas por designers de renome internacional.

Com o objetivo de difundir a cultura de qualidade a produtores, baristas e amantes do café, a empresa desenvolveu a Università del Caffè que hoje realiza cursos em 25 países em todo o mundo.

Em 2021, a Rhône Capital tornou-se acionista minoritária da illycaffè com o objetivo de contribuir para os planos de crescimento internacional da empresa. Em 2022, a empresa contava com 1230 colaboradores e um volume de negócios de 567,7 milhões de euros. A rede de cafés illy de marca própria tem 190 pontos de venda em 34 países.

PUBLICIDADE

Avatar: O Último Mestre do Ar renovada para segunda e terceira temporadas

Avatar: O Último Mestre do Ar
Imagem Divulgação

A Netflix anunciou a renovação da série Avatar: O Último Mestre do Ar para mais duas temporadas. Assim, a reimaginação live-action do desenho retornará com uma segunda e terceira temporadas para concluir a história épica das nações de Água, Terra, Fogo e Ar.

Mais detalhes e informações sobre a quantidade de episódios ainda estão por vir.

Avatar: O Último Mestre do Ar encantou o mundo

Avatar: O Último Mestre do Ar
Imagem Divulgação

Desde a estreia da série na Netflix no dia 22 de fevereiro, Avatar: O Último Mestre do Ar reinou como o programa de TV de língua inglesa nº 1. Assim, teve 41,1 milhões de visualizações apenas nos primeiros 11 dias.

Além disso, a série ficou em primeiro lugar em 76 países e no Top 10 de 92 países.

O entusiasmo por Avatar: O Último Mestre do Ar continua crescendo nas redes sociais. No TikTok, a hashtag #AvatarTheLastAirbender gerou 1 bilhão de visualizações globais nos primeiros sete dias de lançamento da série.

Leia mais sobre as ações de marketing, os memes virais e como milhares de pessoas estão entrando no “Modo Avatar” aqui.

Sobre Avatar: O Último Mestre do Ar, 1ª temporada

Avatar: A Lenda de Ang Live-action
Imagem Divulgação: Netflix

Água, Terra, Fogo e Ar: quatro nações viviam em harmonia, sob a tutela de Avatar, o mestre dos 4 elementos e guardião da paz. Porém, tudo mudou quando a Nação do Fogo resolveu conquistar o mundo, atacando e dizimando os Nômades do Ar. Como a nova encarnação de Avatar ainda está para surgir, o mundo já perdeu as esperanças.

Até que Aang (Gordon Cormier), um jovem Nômade do Ar e o último representante de seu povo, surge para tomar seu lugar de direito como o próximo Avatar. Então, junto com os novos amigos Sokka (Ian Ousley) e Katara (Kiawentiio), irmãos e membros da Tribo da Água do Sul, Aang embarca em uma missão fantástica para salvar o mundo e reagir à matança cruel do Senhor do Fogo Ozai (Daniel Dae Kim).

No entanto, essa não será uma tarefa fácil, pois o príncipe Zuko (Dallas Liu) está determinado a capturá-los. Eles vão precisar de muitos aliados nesta jornada.

PUBLICIDADE

Ghost of Tsushima: Versão do Diretor será lançado para PC em 16 de maio

ghost of tsushima
Imagem Divulgação

A PlayStation acaba de anunciar que Ghost of Tsushima: Versão do Diretor será lançado em 16 de maio para PC. É mais uma aclamada franquia exclusiva da PlayStation que chega a um novo e apaixonado público. Para levar o game aos usuários de PC, a Sony contou com a parceria da Nixxes e, claro, da Sucker Punch Productions, estúdio desenvolvedor do título.

Em Ghost of Tsushima: Versão do Diretor para PC, os fãs encontrarão o jogo completo, a expansão da ilha de Iki e o modo cooperativo online Legends. Em 2023, a equipe da Nixxes trabalhou arduamente para levar a melhor experiência aos usuários e para implementar os recursos adequados ao PC, como taxas de quadros desbloqueadas, diversas configurações, predefinições gráficas, além dos controles personalizáveis de mouse e teclado.

Para quem estiver ansioso para adquirir a versão para PC, já é possível adicionar Ghost of Tsushima: Versão do Diretor à lista de desejos e na pré-venda no Steam e na Epic Games Store. Desta forma, além do jogador garantir o acesso ao jogo no dia 1 após o lançamento, também terá direito a itens especiais, como o cavalo do modo Novo Jogo+ , o Traje do Viajante e as tintas da loja de Baku para a Armadura Quebrada.

Ghost of Tsushima: Versão do Diretor para PC conta com suporte a monitor ultrawide, o que permite aos fãs apreciarem todo o vasto terreno e os monumentos antigos como se estivessem no cinema. O game está totalmente otimizado para resoluções 21:9 e 32:9 e é compatível, inclusive, com resolução 48:9 para configurações com três monitores.

A nova versão para os computadores também conta com as mais modernas tecnologias de melhoria de performance, incluindo NVIDIA DLSS 3 e AMD FSR 3, disponíveis tanto como opções de ajuste de resolução quanto como de geração de quadros, além de suporte para ajuste de resolução com Intel XeSS. Também é possível usar DLAA da NVIDIA ou a suavização nativa da FSR 3 para melhorar ainda mais a qualidade de imagem, caso o computador ofereça essa oportunidade.

O jogo ainda oferece amplo suporte ao uso de controles no PC. Use a Entrada Steam para remapear e personalizar o periférico de preferência. Para obter uma experiência mais imersiva, é possível utilizar o DualSense com resposta tátil e gatilhos adaptáveis para sentir a tensão da corda do arco e os golpes da espada.

A opinião da Sucker Punch

O cofundador do estúdio desenvolvedor do game, Brian Fleming, disse que está muito animado com a chegada do título para uma nova plataforma. “Estamos orgulhosos em anunciar que nossos amigos e parceiros da Nixxes estão trazendo Ghost of Tsushima para PC! Isso é algo inédito para a Sucker Punch – todos os nossos outros títulos são exclusivos para consoles. A equipe da Nixxes é ideal para esse projeto. Com eles envolvidos, o resultado só poderia ser incrível”, comentou.

Sobre Ghost of Tsushima

Ghost of Tsushima: Versão do Diretor é um jogo de ação e aventura ambientado no Japão feudal. O protagonista Jin Sakai foi criado e treinado segundo os costumes dos samurais. Seu mundo é destruído quando uma invasão mongol chega à ilha de Tsushima e derrota o exército samurai. O jogador se vê diante de uma decisão difícil: honrar as tradições e os costumes de sua criação, travando uma luta que não pode vencer, ou proteger a ilha e seu povo a qualquer custo. Em sua jornada para recuperar Tsushima, Jin busca os conselhos e o apoio de velhos amigos e improváveis aliados.

PUBLICIDADE

Evento JBC no Sesc 14 Bis | Soundtrack, por Rashid e Guilherme Match

Soundtrack
Imagem Divulgação

Para celebrar o lançamento da HQ Soundtrack, o quadrinista Guilherme Match e o rapper Rashid participam de um bate-papo no dia 19 de março, às 19h, na unidade 14 Bis, no centro de São Paulo.

Sendo assim, os autores vão falar sobre como foi criar a história em quadrinhos, seus processos criativos, as conexões de cada um com as HQs, o hip hop e suas influências na música, mangás e cinema.

Assim, com uma narrativa envolvente, Soundtrack é uma distopia que traz reflexões profundas sobre o poder da música na vida das pessoas. O quadrinho chegou em dezembro de 2023, pelo selo JBStudios da Editora JBC e está disponível em livrarias e comic shops de todo o Brasil.

Então, com um volume único e 200 páginas, a edição traz extras com curiosidades sobre a história e os personagens. Além disso, tem prefácio assinado por Emicida, posfácio do crítico de cinema PH Santos e depoimentos do escritor Alê Santos e do criador de conteúdo Load.

Bate-papo: Soundtrack

  • Quando: 19 de março de 2024
  • Horário: das 19h às 21h
  • Onde: Sesc 14 Bis
  • Endereço: R. Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista, São Paulo
  • Quanto: Gratuito
  • Ingressos online a partir das 14h do dia 19/03 pelo site e pelo aplicativo Credencial Sesc SP e presencial nas bilheterias da rede Sesc SP.
    A partir de 14 anos

CONFIRA

Sobre a HQ Soundtrack

soundtrack
Imagem Divulgação

Mayk é um rapper que atua como guia em um sistema de compartilhamento neural chamado R.E.A.L, onde os usuários são transportados para uma projeção baseada em seus subconscientes.

Assim, neste mundo distópico, a tecnologia permite que indivíduos compartilhem uma experiência terapêutica por meio da música. Então, a missão do MC é se conectar com seus ouvintes através da rima para ajudá-los a encarar seus desafios, vencer seus medos e sonhar com um futuro melhor.

PUBLICIDADE

Jujutsu Kaisen 2ª temporada é o Anime do Ano no Anime Awards 2024

Jujutsu Kaisen anime awards
Imagem Divulgação

A  Crunchyroll revelou os vencedores Crunchyroll Anime Awards 2024 durante a live de cerimônia. Entre os ganhadores, Jujutsu Kaisen 2ª temporada ganhou o prêmio de Anime do Ano.

Crunchyroll Anime Awards 2024

Com celebridades globais e emocionantes performances musicais, os criadores, músicos e artistas que impulsionam o amor global pelos animes foram homenageados. A lista completa dos vencedores pode ser encontrada abaixo e no site do Anime Awards.

Crunchyroll Anime Awards de 2024 aconteceu ao vivo em Tóquio, Japão, e transmitido ao vivo globalmente. Os apresentadores foram a dubladora Sally Amaki e o apresentador Jon Kabira.

Assim, os vencedores de cada categoria foram revelados por um grupo de celebridades globais. Inclusive, estava presente a artista vencedora de três GRAMMY Megan Thee Stallion, a compositora e cantora japonesa LiSA, bem como várias estrelas internacionais.

Além disso, o pré-show do Anime Awards, co-apresentado por Lauren Moore e Tim Lyu da Crunchyroll, juntamente com a criadora de conteúdo Lena Lemon, também foi um evento de celebridades e influenciadores. Também teve a participação do músico indicado ao Grammy, Porter Robinson, e da drag queen e DJ internacional Aquaria (vencedora da 10ª temporada de RuPaul’s Drag Race), da artista, produtora e DJ Yaeji, do rapper e artista Che Lingo, do modelo, dublador e ator de cinema Vinnie Hacker, da criadora de conteúdo de moda Nava Rose, da streamer profissional Emiru e da artista Ylona Garcia.

Atrações

Os fãs globais também tiveram uma variedade de performances musicais durante a celebração, incluindo a primeira apresentação ao vivo da música tema oficial do Anime Awards, criada e interpretada pelos compositores Hiroyuki SAWANO (Attack on Titan, Solo Leveling) e KOHTA YAMAMOTO (Attack on Titan, The Seven Deadly Sins), uma interpretação de “battlecry”, tema de abertura de Samurai Champloo, por Shing02OMA e SPIN MASTER A-1 em comemoração ao 20º aniversário do programa, e uma emocionante performance de “Idol” pelo duo pop japonês YOASOBI, que se apresentaram com a música vencedora do Anime Awards antes de sua apresentação no Coachella. Para homenagear as séries de anime favoritas dos fãs que estão comemorando marcos, um medley único de músicas icônicas de cada série foi executado por uma orquestra ao vivo em um formato de sinfonia.

Informações do evento

O Crunchyroll Anime Awards é o principal programa de premiação anual que celebra os criadores e artistas que impulsionam a contínua ascensão do anime à dominação da cultura pop.

Este ano, um recorde de 34 milhões de votos foram lançados por fãs globais para aplaudir seus favoritos e levá-los para casa com as maiores honrarias, com alguns dos países mais engajados incluindo Alemanha, Argentina, Austrália, Brasil, Espanha, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Índia, México, em ordem alfabética.

O Anime Awards  2024 estará disponível em breve no canal oficial da Crunchyroll no YouTube e na Twitch.

A Sony Music Solutions, parte da Sony Music Entertainment (Japan) Inc., apoiou a Crunchyroll na realização do evento.

Vencedores do Anime Awards 2024 

  • Anime do Ano – JUJUTSU KAISEN Season 2

  • Melhor Anime de Ação – JUJUTSU KAISEN Season 2

  • Melhor Animação – Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba Swordsmith Village Arc

  • Melhor Música de Anime – Idol – YOASOBI – 【OSHI NO KO】

  • Melhor Direção de Arte – Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba Swordsmith Village Arc

  • Melhor Design de Personagens – Sayaka Koiso, Tadashi Hiramatsu por JUJUTSU KAISEN Season 2

  • Melhor Cinematografia – JUJUTSU KAISEN Season 2

  • Melhor Anime de Comédia – SPY x FAMILY Season 1 Cour 2

  • Melhor Continuação – One Piece

  • Melhor Direção – Shota Goshozono – JUJUTSU KAISEN Season 2

  • Melhor Anime de Drama  – Attack on Titan Final Season THE FINAL CHAPTERS Special 1

  • Melhor Encerramento – “Akari” por Soshi Sakiyama (JUJUTSU KAISEN Season 2 Hidden Inventory/Premature Death)

  • Melhor Anime de Fantasia – Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba Swordsmith Village Arc

  • Melhor Filme – Suzume

  • Melhor Personagem Principal – Monkey D. Luffy (One Piece)

  • Melhor Série Estreante – Chainsaw Man

  • Melhor Abertura – “Where Our Blue Is” por Tatsuya Kitani (JUJUTSU KAISEN Season 2 Hidden Inventory/Premature Death)

  • Melhor Anime Original – Buddy Daddies

  • Melhor Anime de Romance – Horimiya: The Missing Pieces

  • Melhor Trilha Sonora – Attack on Titan Final Season THE FINAL CHAPTERS Special 1

  • Melhor Slice of Life – BOCCHI THE ROCK!

  • Melhor Personagem Secundário – Satoru Gojo (JUJUTSU KAISEN Season 2)

  • Melhor Atuação de VA (Árabe) – Taleb Alrefai como Senku Ishigami (Dr. STONE)

  • Melhor Atuação de VA (Castelhano) – Joel Gómez Jimenez como Denji (JUJUTSU KAISEN Season 2 MAPPA)

  • Melhor Atuação de VA (Inglês) – Ryan Colt Levy como Denji (Chainsaw Man MAPPA)

  • Melhor Atuação de VA (Francês) – Martial Le Minoux como Suguru Geto, (JUJUTSU KAISEN Hidden Inventory / Premature Death)

  • Melhor Atuação de VA (Alemão) – Franziska Trunte como Power (Chainsaw Man MAPPA)

  • Melhor Atuação de VA (Italiano) – Mosè Singh como Denji (Chainsaw Man)

  • Melhor Atuação de VA (Japonês) – Yuichi Nakamura como Satoru Gojo (JUJUTSU KAISEN Season 2 MAPPA)

  • Melhor Atuação de VA (Português) – Léo Rabelo como Satoru Gojo (JUJUTSU KAISEN Season 2 MAPPA)

  • Melhor Atuação de VA (Espanhol) – Emilio Treviño como Denji (Chainsaw Man MAPPA)

  • Personagem mais PRECIOSO – Anya Forger de SPY x FAMILY Season 1 Cour 2
PUBLICIDADE

A produção de animações no Japão: a técnica pioneira que não é mais utilizada

animação japonesa
Imagem Divulgalção

Uma das maiores dificuldades encontradas durante a pesquisa de animações estrangeira que fogem do eixo estadunidense é a falta de materiais para referência bibliográfica. Os pesquisadores precisam ter em mãos materiais em que possam se basear a fim de desenvolver as pesquisas. Portanto, quando há diversas barreiras – linguísticas por exemplo – que impedem de ter materiais de qualidade para pesquisa, surge um dilema: é preciso mudar de assunto por falta de fontes confiáveis sobre o que está sendo procurado ou é melhor desbravar o assunto?

A segunda opção é, sem sombra de dúvidas, a mais difícil. Porém, também aquela que trará resultados mais interessantes e satisfatórios (do ponto de vista do desenvolvimento pessoal).

Animação Japonesa

A animação produzida no Japão é uma das mais interessantes de analisarmos. Principalmente quando pensamos no desenvolvimento histórico e técnico dessas produções.

Temos como exemplo o que é considerado o primeiro filme de animação feito no Japão, Katsudô Shashin (1907). O que mais chama a atenção nessa obra é a técnica. No filme vemos um menino usando roupa de marinheiro escrevendo uma frase e fazendo uma mesura para o público que lhe assiste.

Apesar de comum no Ocidente, principalmente entre animadores dos anos 60 nos EUA – tendo no Brasil, como exemplo mais famoso, o filme “O Átomo Brincalhão” (1964), de Roberto Miller –, essa técnica de animação direta ou animação sem câmera, em que as imagens são criadas diretamente na película, pode ser considerada experimental para os padrões atuais.

Obviamente não podemos cometer anacronismos. Numa época de desenvolvimento de uma nova tecnologia, em que técnicas e conceitos ainda não haviam sido estabelecidos, praticamente tudo que se fazia era uma experimentação.

No entanto, o que mais chama a atenção no decorrer da história da animação japonesa é que, dos filmes que sobreviveram ao tempo, não encontramos nenhuma outra obra que utilizasse essa mesma técnica.

A vantagem da animação desenhada diretamente na película do filme é que ela é relativamente barata, pois não requer conjuntos de câmeras complexos, nem milhares de células, nem softwares caros

 Algumas ferramentas simples de desenho e gravação, um rolo de filme e um projetor podem ser suficientes para permitir que um animador explore sua originalidade e brinque com um meio totalmente único.

Além disso, essa simplicidade do formato também obriga os animadores a serem mais criativos e inovadores na narrativa por meio de recursos visuais animados.

Oten Shimokawa

Por esses motivos, não é de se espantar que o primeiro filme animado (cujo autor é desconhecido) tenha utilizado essa técnica. Oten Shimokawa (1892-1973), um dos primeiros animadores japoneses de que se tem registro, também usou a animação direta em seus trabalhos, provavelmente pelas mesmas razões.

Os primeiros trabalhos de Shimokawa datam de 1917. Ele iniciou sua carreira como ilustrador de charges políticas e mangás. Aos 26 anos, foi contratado pelo estúdio Tennenshoku Katsudô Shashin (Companhia de Filmes de Cores Naturais) para criar um curta-metragem em animação.

A técnica mais comum de produção de animações, criada em 1915, era a pintura em celuloides transparentes. Nela, eram pintados em camadas diferentes os diversos elementos do filme.

No entanto, esse tipo de material era escasso no Japão na época, razão pela qual Shimokawa foi pioneiro em utilizar duas técnicas de animação: a pintura de giz em quadro-negro e a pintura direta na película do filme.

Assim como muitas outras animações criadas no Japão antes da década de 20, nenhum vestígio desse filme – nem de qualquer outro curta-metragem de Shimokawa – sobreviveu aos incêndios causados pelo Grande Terremoto de Kanto em 1923, que destruiu boa parte dos materiais do primeiro estúdio de animação existente no Japão.

Fora Katsudo Shashin, não temos registro de outros filmes animados japoneses que utilizem essa técnica.

Mas qual o motivo disso?

É difícil dizer, pois essa questão pode ser analisada por diversos ângulos, desde questões orçamentárias – já que as primeiras animações feitas no Japão eram realizadas com a técnica de recortes – até questões estéticas, quando o Japão começou a produzir animações em celuloides transparentes, proporcionando uma animação mais fluida e, por consequência, mais atraente aos olhos do público.

Segunda Guerra Mundial

Algo que devemos ter em mente é que as técnicas de animação também influenciam o tipo de narrativa. Se olharmos para o período da Segunda Guerra Mundial, percebemos que a animação produzida no Japão durante esses anos tinha como principal função serem animações propagandistas. Suas histórias contavam lendas japonesas que se uniam para enfrentar os inimigos ocidentais.

No início do desenvolvimento do cinema, não havia estabelecimento das técnicas. Mas agora o cinema de animação era uma indústria forte e concreta no cenário do imaginário popular japonês devido ao incentivo governamental para a produção desse tipo de filme.

Percebe-se que a qualidade técnica deveria acompanhar o desenvolvimento narrativo. Afinal, a produção de uma técnica complexa como a animação direta na película do filme demorava demais e a qualidade de fluidez dos personagens também sentia o prejuízo.

Após a Segunda Guerra, graças à ocupação estadunidense as animações com temáticas nipônicas se tornaram ilegais em território japonês. Novamente, vemos que as narrativas dos filmes tiveram que se adaptar.

Mudança de ares

Assim a animação japonesa tomou dois rumos: animações fantásticas e extravagantes, com protagonistas animais e características cartunescas similares aos trabalhos de Walt Disney; e a adaptação de contos folclóricos de outros países.

Mais uma vez as narrativas moldam as técnicas de produção. Agora, se as animações estavam seguindo padrões de produção ocidentalizados, as técnicas deveriam seguir um padrão similar. Pelo menos no que diz respeito às animações que não tiveram destaque em festivais internacionais, como foi o caso das obras do diretor Noburo Ofuji.

Esse diretor teve reconhecimento internacional em diversos trabalhos, primeiramente com “Flor e Borboleta” (1954). A animação utilizava técnicas de animação em celuloide, mais tarde recebendo elogios de Pablo Picasso e Jean Cocteau com “Baleia” (1952). Este é um filme de silhuetas multicoloridas em celofane, que lhe garantiu o segundo lugar no festival de Cannes em 1952. Em 1956, ele recebeu o prêmio máximo no Festival de filmes de Veneza com “Navio Fantasma”, também com a técnica de silhuetas multicoloridas.

Tecnologia

As décadas seguintes tiveram muitos desenvolvimentos industriais e tecnológicos. O estúdio Toei, com seu filme “O Conto da Serpente Branca” (1958), demonstrou capacidade de ultrapassar barreiras culturais e ter destaque no grande mercado internacional.

Osamu Tezuka, Hayao Miyazaki, Isao Tahakata, Katsuhiro Otomo, Satoshi Kon, Makoto Shinkai e tantos outros cineastas produziram obras reconhecidas mundialmente. Porém, nenhuma delas utiliza a técnica de animação direta na película.

Pode-se pensar que é impossível a confecção de um longa-metragem utilizando essa técnica por conta do tamanho da película do filme.

Esta pode variar consideravelmente, e os formatos mais utilizados são 35 mm, medida equivalente à largura do filme, cujas dimensões do fotograma são 22,05 × 16,03 mm; 16 mm, com dimensões do fotograma de 10,26 x 7,49 mm; e 70 mm, cujas dimensões de fotograma são 52,63 x 23,00 mm.

Com certeza a limitação do tamanho do material dificulta a produção de grandes produções. No entanto, o fato de não encontrarmos nenhuma outra obra semelhante a Katsudo Shashin pertencente à mesma época é um dado importante.

Quem sabe, num futuro próximo, haja uma onda de animações experimentais no Japão. e, dentro das técnicas usadas, a animação direta possa trazer outros filmes, com visuais e narrativas únicas?

Seria interessantíssimo e maravilhoso de se estudar.

Só o tempo dirá.


Texto de Viktor Danko, mestre em comunicação e professor na universidade São Judas

Quer conhecer mais sobre a história da animação japonesa?

Animação japonesa
Imagem Divulgação

A Laboralivros irá lançar a campanha de financiamento coletivo para o livro “Animação japonesa de 1907 até 1999”, de Viktor Danko nos primeiros minutos do dia 12 de março no Catarse! Na primeira semana tem o livro com 36% de desconto!

ACESSE AQUI A CAMPANHA

PUBLICIDADE

Solo Leveling ganha documentário pela Crunchyroll

Solo Leveling documentário
Imagem Divulgação

O documentário The Leveling of Solo Leveling, estreou essa semana, disponível exclusivamente na Crunchyroll! Esta série em duas partes mergulha profundamente na cativante jornada do anime de grande sucesso Solo Leveling.  Essa é uma história que transcendeu suas raízes originais na novel web para se tornar um dos animes mais celebrados do ano.

Abrangendo a Coreia e o Japão, The Leveling of Solo Leveling oferece uma visão abrangente da evolução da franquia. Assim, explora seus primórdios como uma web novel até seu sucesso como webtoon e agora sua mais recente encarnação como anime. Ainda, o documentário proporciona uma visão interna do fenômeno que capturou os corações dos fãs ao redor do mundo.

A série documental apresenta entrevistas com mais de 20 indivíduos, que vão desde fãs até os criadores e produtores por trás de Solo Leveling.

Solo Leveling documentário
Imagem Divulgação

Além disso, os espectadores serão levados a uma jornada até a Coreia, onde o documentário visita a D&C Media e o Redice Studio, mostrando a transição de Solo Leveling do texto para a arte.

Então, a narrativa se desloca para o Japão, apresentando insights das equipes da Crunchyroll, Aniplex e A-1 Pictures, bem como do diretor do anime, Shunsuke Nakashige, proporcionando uma visão dos bastidores do processo de adaptação.

Em colaboração com AllSo, uma produtora sediada em Paris famosa por suas experiências digitais inovadoras e seus documentários, a Crunchyroll apresenta uma exploração detalhada da ascensão de Solo Leveling. Assim, AllSo traz sua experiência ao trabalhar em projetos de cultura pop com empresas notáveis como a Ubisoft e a Red Bull.

Solo Leveling documentário
Imagem Divulgação

ASSISTA SOLO LEVELING NA CRUNCHYROLL

PUBLICIDADE