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Ghost In The Shell: Arise | Anime Anunciado!

Em comemoração aos 25 anos de uma das maiores séries da animação nipônica, Ghost In The Shell ganhará um novo anime!

De acordo com o site oficial, o anime está programado para Abril deste ano, ele será uma adaptação de Arise, que foi o último arco lançado da série em 4 filmes/OVA para cinema. Ainda não há mais detalhes sobre sua produção, mas que obviamente vem pela Production I.G. e talvez com Gen Urobuchi na direção.

GhostintheShell-Arise-Anime

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O Fim de Ao Haru Ride e Liar Game

Duas grandes serializações vão terminar este ano no Japão. A primeira delas e recentemente anunciada pela Panini, Ao Haru Ride – ou Aoharaido – vai fechar com 13 volumes, e seu último capítulo vai sair na próxima edição da Bessatsu Margaret, em Fevereiro. Com criação de Io Sakisaka, já teve uma animação com 12 episódios e um live-action exibido em dezembro nos cinemas japoneses.

Yoshioka Futaba tem algumas razões pelas quais ela quer “reiniciar” sua imagem e vida como estudante de colegial. Porque ela é fofa, ela foi isolada pelas amigas no Fundamental, e por causa de um mal-entendido, ela não conseguiu ter os sentimentos correspondidos pelo único garoto que ela sempre gostou, Tanaka-kun. Agora no Colegial, ela está determinada a ser o mais “relaxada” possível para que suas amigas não fiquem com ciúmes dela. Satisfeita ao viver sua vida dessa maneira, ela reencontra o Tanaka-kun, mas agora ele está sob o nome de Mabuchi Kou. Ele fala pra ela que sentia o mesmo por ela quando eles eram mais jovens, mas que agora as coisas podem nunca mais serem as mesmas. Futaba será capaz de continuar seu amor, que nem nunca começou há três anos atrás?

Quanto a Liar Game, criação de Shinobu Kaitani, terminará com 19 volumes e após um hiato de um ano na revista Young Jump, volta na edição deste mês.

A história gira em torno de Nao Kanzaki, uma estudante extremamente honesta que um dia recebe um pacote contendo 100 milhões de ienes e uma carta. Ele descobre então que faz parte do seleto grupo de 1 em cada 100.000 pessoas que foram escolhidas para participar de um jogo que pode resultar em extrema riqueza ou na desgraça total.

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Kingdom Hearts 3 em 2015!

Será que teremos algo na E3 deste ano? Ainda não se tem um anúncio oficial, mas segundo Bill Farmer no Twiiter (voz do Pateta no jogo) o game pode chegar ainda em 2015. Ele ainda revelou que todas as falas já foram gravadas. Então pelo que parece, está num processo de pós-produção o jogo?

Interessante citar que após criar um grande burburinho, ele deletou diversas twitadas a respeito do assunto. Bom, começo de ano as coisas são bem lentas e quem sabe daqui um tempo temos uma nota oficial da Square-Enix.

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Vagabond | Takehiko Inoue vai retomar o trabalho – de novo!

E desde 2010 estamos esperando o desfecho de uma das maiores obras de Takehiko Inoue, junto com Slam Dunk. Vagabond está em hiato desde o começo do ano passado, onde o próprio autor disse que voltaria em meados de Junho, já que pararia por problemas de saúde. Bem, meio ano se passou do seu prazo estipulado e agora retorna nas páginas da Weekly Morning.

Vagabond começou a ser publicado no Japão em 1998 e já se encontra com 322 capítulos e 37 volumes. Aqui no Brasil foi serializado pela Conrad – e interrompido algumas vezes – e agora está com a Nova Sampa em uma edição luxuosa, onde se encontra no volume 18.

Sinopse: 

Tendo como pano de fundo o conturbado Japão feudal do Século 16, a obra se baseia na vida do mais famoso samurai do Japão. Miyamoto Musashi não foi só um especialista no manuseio da espada. Ele também desenvolveu técnicas de luta mortíferas e escreveu o chamado tratado das artes marciais e das estratégias de guerra compilado no Livro dos Cinco Anéis. Dessa forma, Musashi delineou o caminho e a conduta a serem seguidos por aqueles que vivem da espada.

Takehiko Inoue conta toda a trajetória do lendário espadachim, revelando momentos cruciais de sua vida desde o momento que deixa a sua vila natal para se tornar o mítico samurai que jamais foi vencido em combate.

Via UniversoHQ

Cadê você TOGASHI? ;~~

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Os Diferentes Tipos de Mangá

Já faz um tempo que estávamos querendo fazer uma matéria deste tipo. Provavelmente vai rolar mais algumas descrevendo sobre cada um dos tipos em separado. Mas né, vamos por partes. O objetivo desta postagem é de que muitas vezes nos deparamos com a demografia de certo tipo de mangá, e bem… o que seria isso? Creio que nem sempre todos sabem as diferenças entre cada um. Então vamos lá! 😀

Demografia NÃO é Gênero!

De forma simples e clara, dá pra separar muito bem os dois. Enquanto a demografia/tipo de mangá trata de um público específico, o gênero nada mais é que o tema abordado daquela obra. Este tipo de classificação é feita para delimitar a distribuição – e suas formas – de uma certa revista. Basicamente entre crianças, adolescentes e adultos.

E  o gênero? É como de um filme ou livro. Funciona da mesma forma e teremos os mais comuns como Aventura, Terror e Esporte, aos mais específicos como Ecchi, Hentai e Yaoi. Diversos sites – até mesmo aqui 😛 – costuma colocar a demografia e o gênero numa mesma “categoria” ou aba. Errado ou não, é uma forma de organização, já que muitas vezes se você lê shounen, você já vai imaginar porradaria e uma história com espírito de aventura, e ao se ler shoujo, já vem logo de cara, mangá de menininha e de romance. Funciona? Nem sempre! Vamos a cada um deles então:

Shounen

Com certeza o mais popular, são obras que atingem o público masculino, entre os 10 e 18 anos. Talvez, este tipo de mangá são os que mais se assemelham aos HQ’s americanos – pelo menos aqueles mais populares – onde o gênero Ação é sempre bem explorado. Normalmente aqui se vê aqueles temas com um protagonista do sexo masculino sendo chamado para uma aventura.

Nesta aventura, em diversos momentos ele tem que provar sua força de vontade, pontos chave onde há demonstração de superação e sempre ao lado de seus melhores amigos – ou rivais. Outros detalhes do shounen é que a arte costuma ser mais simples, com foco em personagens, movimentações e quando possui cor, ele é extremamente colorido.

Revistas: Weekly Shounen Jump, Weekly Shounen Magazine, Weekly Shounen Sunday, Weekly Shounen Champion, Shounen Ace, Monthly Comic Dragon, Monthly Shounen Gangan, Boy’s Life e muito mais!

Exemplos: Fullmetal Alchemist: Brotherhood, Hunter x Hunter, Gintama, Hajime no Ippo, Dragon Ball, Great Teacher Onizuka, Kuroko no Basket, Shingeki no Kyojin, Naruto, One Piece, Bakuman, YuYu Hakusho; 

Shoujo

O foco aqui são garotas de 10 a 18 anos. Já que normalmente nessa faixa etária os sentimentos estão a flor da pele – vale para os garotos – muito da temática aqui é quanto a relacionamentos e romances. O shoujo é basicamente o contraponto do shounen, mas não quer dizer que você não encontrará porradaria por aqui: É claro que sim, Sailor Moon está aí para isso, por exemplo. O que muda é a forma de como todo contexto é trabalhado.

A arte normalmente é toda carregada de detalhes, principalmente com roupas e adereços. Outra característica do shoujo é do desfecho de histórias. Quase sempre ele é imprevisível, ao contrário do shounen que você sabe que o protagonista vai chegar até o fim e vencer a tal batalha. Aqui não, por exemplo: Caso aborde um tema de triangulo amoroso, já fica difícil saber se X ficará com Y ou Z. Desta forma, é fácil separar o shoujo do shounen. Enquanto o shounen trabalha com Ação, o shoujo trabalha mais com o Sentimento.

Revistas: Ciao, Ribon, Cookie, Shoujo Friend, Princess, Monthly Asuka, Bessatsu Margaret, Bessatsu Hana To Yume, Bessatsu Friend, LaLa, Nakayoshi;

Exemplos: Nana, Natsume Yuujinchou Shi, Hotarubi no Mori, Rose of Versailles, Fruits Basket, Sakura Card Captor, Sailor Moon, Vampire Knight, Fushigi Yuugi;

Seinen

Este aqui é direcionado ao público masculino mais velho. Alguns locais categorizam como 20 ~40 de idade, outros 17 ~ 40, enfim, é o público masculino adulto. Apesar de tratar de temáticas mais sérias e densas, não quer dizer também que não há banalidades ou temas escolares, mas claro tudo de uma forma mais abrangente e podendo conter mais violência e cenas sexuais mais explícitas.

É curioso que esta demografia está ficando mais popular só agora por aqui, já que ao contrário dos shounen onde diversos animes são exportados, os seinen viram muitas vezes live-actions e doramas. Assim como os temas são mais sérios, os traços também tentam retratar isso de uma forma mais realista e com traços mais refinados.

Revistas: Weekly Young Magazine, Weekly Young Jump, Big Comic Original, Weekly Manga Goraku, Young Champion; 

Exemplos: Akira, GUNNM: Hyper Future Visio, Berserk, Ghost In The Shell, Battle Royale, Wolf’s Rain, Mushishi, Monster, Hellsing, Tokyo Ghoul, Baccano, Black Lagoon;

Josei

A forma mais adulta do shoujo, atende uma faixa etária da garota entre os 15 e 16 até meados dos 40 anos. Enquanto que no shoujo as coisas eram mais a flor da pele, com romances idealizados e toda aquela fantasia – psicológica ou não – por trás, o josei trata das coisas como elas são, ou seja, de forma mais realista. Isto também não se aplica a tudo. Pode ter josei de ficção, magia e tudo mais!

Uma temática muito comum e corrente é a tal da Slice-of-Life, que sem uma tradução próxima do português, da pra pensar em algo como “cotidiano”. Talvez, estes tipos de obras estão mais próximas das novelas tupiniquins, por mais estranho que isso possa parecer. 😛

Revistas: You, Be-Love, Kiss, Chorus, For Mrs., Dessert, Feel Young;

Exemplos: Chihayafuru, Usagi Drop, Loveless, 07-Ghost, Kuragehime, Paradise Kiss, Honey and Clover;

Kodomo

Este aqui é mais voltado ao público infantil, entre os 6 e 15 anos de idade. Talvez o apelo para a animação seja maior que os citados acima, já que a questão “visual” para a criança possa ser mais atraente, a temática com animais/bichinhos fofinhos – ou algo próximo disso – são as mais usuais.

Muitas vezes, as revistas possuem a tradicional página(s) para colorir, joguinhos de labirinto entre outros. E quanto as histórias, os roteiros são sempre mais curtos, arcos pequenos e desenhos mais simples.

Revistas: Bessatsu CoroCoto Comic, Comic Bom Bom;

Exemplos: Doraemon, Pokemon, Super 11, Deltora Quest;


Espero que fique claro o que cada um representa no cenário nipônico e de como a demografia pode ter influência em certa temática e obra. Estaremos trabalhando com cada uma em separado futuramente, onde trataremos dos conceitos históricos envolvidos em cada uma delas.

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Tsukimonogatari | Primeiro Gole

tsukimonogatari
Tsukimonogatari (Imagem Divulgação)

Ae galera! Já começo logo mandando: Não conheço nada de Monogatari Series e resolvi começar por esse. É, não entendi bulhufas nenhuma! Achei complexo e altamente profundo. E isso é legal! 😀 Me fez querer conhecer toda a série!

Confesso que já assisti aos quatro episódios de Tsukimonogatari, que veio com esta Temporada de Inverno e como não estou com toda carga de conteúdo que uma série de Nisio Isin tem, vou deixar para fazer o review desta aí depois de assistir as anteriores. Mas claro, vou retratar minhas primeiras impressões, então vamos lá…

Início do Fim

Criação original de Nishio Ishin/Nisio Isin, o cara já coleciona 18 volumes lançados em dez anos com Monogatari Series e diversos outros títulos de grande sucesso, como o roteiro de Medaka Box e os livros de Death Note, xxxHolic e JoJo’s Bizarre Adventure Over Heaven.

Para quem espera uma animação com começo, meio e fim, já tire seu cavalinho da chuva. A série Monogatari é toda “bagunçada”, já que cada temporada é baseada em um(s) volume(s) da obra e nem sempre está na sequência. Esta mesmo é uma adaptação do volume 13 e Tsukimonogatari é o que chamam de ‘início do arco final’. Ou seja, já começa com o barco andando. Ela foi lançada no fim de Dezembro (31) e veio com quatro episódios!

Enredo

Já de cara com o primeiro episódio, nos damos de cara com diálogos reflexivos e intensos. Creio que muito do material ali é retirado da própria light-novel (se alguém puder me confirmar, bacana :D). Bem, o enredo de Tsukimonogatari vem logo após os acontecimentos de Monogatari Series Season Two, onde o protagonista Koyomi Araragi está num processo de transformação num vampiro! O problema é que ele não para de utilizar estes poderes, o que acarreta em muitos problemas.

E é aí que aparece a lindeza Yotsugi Ononoki, onde a sua história é baseada. Ela é uma Tsukumogami, um ser sobrenatural vindouro de um objeto que completou 100 anos de “vida”, tornando-se consciente. Ela foi designada para ser um familiar (shikikami) – um ser que protege um tutor – e apesar de ter uma aparência dócil de uma boneca, ela esconde um maligno espírito como seu verdadeiro ser. E como ela entra na trama? Como o Koyomi está com problemas em ser vampiro – em não saber utilizar seus poderes – ele vai em busca de Ononoki para obter respostas!

Quanto ao drama, vai um comentário: É comum o fetiche de ter relações sexuais entre irmãos? Vide a longa cena do banho no primeiro episódio.

Mas ok, pelo que se sabe, o fanservice e as cenas mais quentes estão bem presentes em Monogatari Series para dar uma aliviada na grande quantidade de diálogos e reflexões. Seria em definitivo um momento do cérebro do espectador relaxar e se divertir com a série. Com Tsukimonogatari não é diferente. A história se desenvolve na divisão entre cenas mais profundas e outras com um teor mais humorístico.

Visual e Metalinguagem

Agora falando em algo que mais chama atenção em Tsukimonogatari, o visual! Além do character design super bacana da doll Yotsugi Ononoki, os cenários possuem uma estética toda surrealista e com cores extremamente vibrantes. Em diversos momentos e tomadas você se pergunta: “Nossa, mas este banheiro é GIGANTE”. Tudo parece pertencer ao universo de Ononoki. Tudo parece ter similaridade com um universo “boneca”, casinha de boneca. Novamente volto e comento: Não conheço as outras animações Monogatari, mas a estética deste aqui é única!

Ainda na parte artística e conceitual é quanto aos frames de “capítulo”. Em diversos momentos do episódio – num processo meio Jequiti do SBT – um frame aparece com o nome do capítulo, referente à cena da animação. Não sei se isso é bom ou não, mas para quem leu as novels, pode situar melhor ao assistir. O #BELLAN vai ficar devendo sobre o diálogo, pois ele precisa saber mais sobre as personagens e série, e o que tá rolando de fato! 😛 

Folclore, Fetiche e Surrealismo

Isto é Tsukimonogatari, isto é Monogatari Series. Já sentia uma atração em assistir – até mais em ler, se possível – e agora estou com ainda mais vontade, mesmo sem compreender muito do que vi. Se você gosta de temas sobrenaturais, obras carregadas de misticismos e com uma carga reflexiva bem grande, você vai se identificar com a série. Esperamos em breve trazer mais material para vocês 😉

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As Light Novels Mais Vendidas de 2014

Depois de postarmos os mangás mais vendidos de 2014 – AQUI – vamos ver quais os livros/light novels que mais venderam por lá. Quem anda no calço de Monogatari Series e Sword Art Online? Logo abaixo você confere também os 10 volumes mais vendidos.

Para conferir o restante da lista, em inglês: AQUI
Para conferir o restante da lista, com os volumes em separado e em inglês: AQUI


1. Mahouka Koukou no Rettousei

Mahouka Koukou no Rettousei

Autor: Tsutomu Satou / Kana Ishida
Editora: ASCII Media Works
Unidades vendidas: 1,599,614

 

2. Sword Art Online

sword art online

Autor: Reki Kawahara / abec
Editora: ASCII Media Works
Unidades vendidas: 1,403,681

3. Kagerou Daze

kagerou daze

Autor: JIN / Shizu
Editora: Enterbrain
Unidades vendidas: 1,106,631

4. Monogatari Series

top4

Autor: NisiOisin
Editora: Kodansha
Unidades vendidas: 826,719

5. Yahari Ore no Seishun Love Come wa Machigatteiru

top5

Autor: Wataru Watari
Editora: Shogakukan
Unidades vendidas: 640,119

6. Haikyu!!

top6

Autor: Wataru Watari
Editora: Shueisha
Unidades vendidas: 603,511

7. No Game, No Life

top7

Autor: Yuu Kamiya
Editora: Kadokawa
Unidades vendidas: 594,667

8. Shinyaku Toaru Majutsu no Index

top8

Autor: Kuzuma Kamachi / Kiyotaka Haimura
Editora: ASCII Media Works
Unidades vendidas: 545,890

9. Kuroko no Basket

top9

Autor: Sawako Hirabayashi / Tadatoshi Fujimaki
Editora: Shueisha
Unidades vendidas: 387,330

10. Log Horizon

top10

Autor: Mamare Touno
Editora: Enterbrain
Unidades vendidas: 376,830


Top 10 – Volumes

01. Kagerou Daze V -the deceiving –  398,038
02. Sword Art Online #14 – 350,693
03. Sword Art Online #15 – 332,314
04. Sword Art Online: Progressive #2 – 331,256
05. The irregular at magic high school #13 – 226,371
06. Kuroko’s Basketball -Replace V-  215,859
07. Owarimonogatari Part II – 210,846
08. The irregular at magic high school  #14 – 206,593
09. Owarimonogatari Part III – 202,795
10. Kagerou Daze -in a daze-  202,453


Fontes: ANN / Oricon

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Os Melhores Shoujo de 2014 | Top Suco

Por Sofis

O ano de 2014 foi muito bom para a animação shoujo e resolvemos fazer um Top Suco dedicado a eles! Todos os citados aqui mereciam ganhar uma segunda temporada e antes de citarmos os 5 escolhidos, tem dois que não poderíamos deixar de falar e ficam como uma menção honrosa, vamos lá:

Inaki Konkon

Uka, uma deusa, admira e observa uma garotinha desde sua infância, Inari Fushimi. Ao conceder um desejo de Inari, Uka acaba passando um pouco de seu poder para a menina. A história se desenrola com Inari tentando conquistar Koji Tanbabashi tentando não usar seu poder, e na amizade dela com Uka.

Bokura Wa Minna

Kazunari Usa, um estudante, é obrigado a viver em um pequeno complexo habitacional com várias figuras engraçadas. O que ele não esperava era que Ritsu Kawai, a menina que ele gostava e não tinha contato, também morava nesse complexo, mas ela é fechada e apaixonada por livros, então é bem complicado chegar até ela. Muito divertido e MUITO bonito (no sentido estético).


05. Akatsuki no Yona

top5

Esse mistura um pouco de shounen com shoujo, mas acho bem mais puxado pro shoujo. Yona é uma princesa mimada que tem Son Hak como amigo de infância e guarda costas. Logo nos primeiros episódios uma tragédia acontece na família envolvendo seu amado Soo-won, obrigando ela a esquecer esse amor e fugir do castelo com Son Hak. Durante a jornada ela deixa de ser a princesinha mimada, e vai atrás dos quatro guerreiros conhecidos como desentendes de dragões pra conseguir ajuda com sua vingança e proteger o reino.

04. Ookami Shoujo to Kuro Ouji

top4

Erika Shinohara quer ter uma boa imagem e mente sobre ter um namorado mostrando a foto de um cara bonito que encontrou na rua. O que ela não esperava era que o tal namorado estivesse na mesma escola que ela e seu nome é Kyouya Sata. Ela vai implorar pra ele manter a mentira, e ele aceita, o que ela não espera é que ele é muito cruel e mal humorado aceitando apenas com a condição de que ela vire sua “garota loba” ou “cadelinha”. Devagar os dois vão amolecendo e a história segue com muitas risadas.

03. Ao Haru Ride

top3

O enredo é simples, mas vale a pena. Futaba Yoshioka quer dar um novo rumo a vida no colegial, mas para sua surpresa ela reencontra o amor do ginásio. No anime Futaba vai tentar reconquistar Kou, mas tem muitos obstáculos que os dois terão que passar para ficar juntos.

02. Gekkan Shoujo Nozaki kun

top2

Outro shoujo comédia. Chiyo Sakura tenta confessar seu amor para Umetaro Nozaki, mas ele intende como a declaração de uma fã, já que ele é um escritor de mangá, assim ele dá um autógrafo como resposta e chama ela pra ajudar ele no trabalho. A história segue cheia de confusão e personagens caricatos, rende umas boas risadas.

01. Soredemo Sekai wa Utsukushii

top1

Nike Lemercier, princesa do reino da chuva, perde ao tirar a sorte com as irmãs e é obrigada a casar com um temido e cruel rei. Quando chega ao rei descobre que as coisas são um pouco diferentes do que era contado. A história se desenrola com muita comédia, e Nike se mostra uma personagem teimosa e forte (do jeito que eu gosto), que vai lugar com garras e dentes pra mostrar para o rei que o mundo é mais bonito do que ele pensa. Destaque para a trilha sonora que é muito boa!

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