Saiu hoje, na revista V Jump, que o mestre dos mestres Akira Toriyama está participando da produção do novo filme da franquia Dragon Ball Z.
Toriyama diz que, assim como aconteceu no longa ‘A Batalha dos Deuses’, o novo filme terá diversas cenas de comédias, além das batalhas épicas. Completa dizendo que a ideia desse novo longa foi escrito por ele na época que desenhava o mangá e que era para ser um novo arco da série.
Confira o scan com o anuncio:
O filme está previsto para ser lançado no Japão durante o evento Golden Week de 2015.
Foi fácil escolher esse mangá! Durante essa semana, a galera do Suco se reuniu (como sempre) para discutir as novidades e tudo mais, dentre elas, o que fazer no ‘dia do Rock‘ (13 de julho). Tive essa ideia na hora, ali, imediatamente! Suco Apresenta: BECK! Não tinha como ser diferente, se for para falar de rock, vamos logo no melhor!
Para ler a noticia, recomendo uma música que sua família ache muito barulhenta… E bora!
Sinopse: Yukio Tanaka, apelidado de Koyuki por Izum (amiga de infância) é um garoto japonês de 14 anos que tem uma vida monótona, pois é tímido e nada popular em sua escola. Sua vida começa a mudar quando espanta alguns garotos que estavam maltratando um cachorro com o nome de Beck e, consequentemente, acaba conhecendo o seu dono, Ryuusuke Minami. Ryuusuke, o fenomenal guitarrista da banda Serial Mama, é um rapaz de 16 anos que voltou há pouco tempo de Nova York, onde viveu um bom tempo. Por isso, ele age mais como americano do que como japonês. Na América, Ryuusuke foi influenciado por um amigo músico Eddie, que no momento presente possui uma banda conhecida mundialmente como Dying Breed. No ano passado, Ryuusuke e Eddie tinham feito uma promessa de tocarem juntos novamente. Ryuusuke, na verdade voltou para o japão meio fugindo, pois a guitarra que ele possui é muito famosa por lá, e é conhecida pelo nome de Lucille. Na América, Ryuusuke e Eddie roubavam carros para se divertir, até que um dia roubaram o carro errado. Dentro do carro estava Lucille, a guitarra, e Beck o cachorro. Então, Ryuusuke levou Beck e a guitarra dizendo que ia continuar o legado de Sonny Boy. Só que descobriram que Lucille está com Ryuusuke, no Japão, e Leon Sykes, sobrinho de John Lee Davis (o verdadeiro dono de Lucille) e dono de uma grande gravadora, foi para o Japão pegar Lucille de volta e acabar com a vida de Ryuusuke. Então Ryuusuke influencia Koyuki a tocar guitarra emprestando uma guitarra a ele para ele aprender, mas coisas desastrosas acontecem fazendo os dois brigarem. Apesar de tudo, eles voltam a ser amigos e Koyuki aprende a tocar, entrando com seu amigo de escola Saku, na nova banda de Ryuusuke, chamada Beck, o nome do cachorro, além de Chiba no vocal e Taira, um dos melhores baixistas da cidade, mas descobrem que Koyuki canta bem e ele acaba dividindo os vocais em músicas com Chiba, apesar de que em algumas canções eles cantam individualmente. A banda Beck passa por muitas coisas em seus shows, suas turnes e shows em festivais, fazendo eles conseguirem sucesso com o tempo. Koyuki também gosta da irmã de Ryuusuke, mas a influência artistica que a garota recebe de pessoas famosas torna tudo realmente dificil para Koyuki.
Bem por ai… Na verdade essa sinopse semi-roubada do wikipédi é um grande resumo do anime, pois conta só a a primeira fase do mangá. Mas vamos ao que interessa mesmo… Beck tem uma puta trama foda! Principalmente se você foi adolescente que, como eu, aprendeu tocar algum instrumento e tentou ser ‘rock star’. Fala a verdade rapaz… Todo mundo já pensou nisso! Beck vai bem por ai… Cinco garotos e um sonho fácil de se identificar… Já no final do primeiro episódio você se sente parte daquilo, eis a primeira magia da obra. Outro ponto massa da história é o lance do ‘cotidiano normal’, Beck nunca vai para o lado surreal da coisa, então você realmente sente como é a carreira de quem está começando e doloroso caminho pela frente. A história te carrega e da uma sensação de nostalgia, mesmo para aqueles viverem pouco daquilo, ou só pensaram em viver. Outro lance muito bem explorado na série é a amizade, é massa ver a relação ‘real’ entre os personagens. É ver personagens vivendo um sonho que facilmente poderia ser seu, ou é, isso é muito confortante e divertido. Agora… O ponto chave: Rock! Beck é rock’n’roll sem frescura!
Chiba é o ‘Zack de la Rocha1Taira é o Flea
Durante toda a historia vemos referencias do bom e velho rock’n’roll. Começando pelo visual dos personagens: O vocal Chiba é o ‘Zack de la Rocha’ (Rage Against the Machine) e o baixista Taira é o Flea (Red Hot Chilli Peppers). E não para, alias, as referencias não param nunca! Tem músicas gravadas para o anime com referência até nos ‘riffs’, como no som ‘by her(ENDLESS TRAVELING MAP)’, lá ouvimos uma inspiração direta do consagrado guitarrista Tom Morello (Rage Against the Machine / Audioslave). No mangá rola até ‘color spreads’ (capas coloridas de capitulo) usando os personagens em ‘capas de CDs famosos’. Aparecem em sonhos figuras como Kurt Cobain (Nirvana), Freddie Mercury (Queen) e por ai…. Quer mais Rock? Ok… Ok… A banda The Pillows da as caras no anime também! Os três membros da banda aparecem fazendo show por lá! Eu disse que Beck é rock e rock do bom!
Beck x Nirvana x Oasis
Falando um pouco do autor… Harold Sakuishi manda bem demais. A arte do mangá é linda! Os personagens são simples e até caricatos, mas combinam muito com suas personalidades. Agora, o nível de detalhamento dos ambientes e objetos é assustador! Fato curioso é que o mestre Sakuishi, para desenhar com mais perfeição, comprou um instrumento de cada um da banda para deixar em seu estúdio! Foda né?! Será que ele faz um som nas horas vagas?… Eu aposto que sim…
Capa do penúltimo volume. Falei que a arte era foda!
Porém… porém… Apesar do anime cobrir uma pequena parte do mangá, só a primeira fase mesmo, tem um ponto muito positivo e óbvio: a música! Mangá não sai som ué! (Apesar que empolga do mesmo assim). A trilha sonora da animação foi feita com tanto capricho que, desde de que vi o anime e faz uns bons anos, escuto sempre. Outro ponto interessante são os dubladores, exemplo: O personagem e vocalista da banda ‘Beck’ Chiba é dublado pelo Shintarou Oohata, vocalista da banda Typhoon24. Inclusive, a música que sempre abre os shows do Beck é uma musica da banda original. Para ter ideia, rola até Beatles no anime. Coisa fina!
Então, o que eu recomendo.. Leia o mangá, é claro, para saber da história toda e porque realmente vale a pena…. Mas comece pelo anime, conhecer/ouvir as músicas vão dar uma cara ainda mais legal no mangá, vai por mim!
Ah! Beck também conta com um Live Action muito bom! De fato, uma excelente adaptação da obra. Assim como no anime, a trilha sonora do filme é excepcional! Puta produção, vai na fé, pode ver! Detalhe: o filme cobre o mesmo trecho do anime.
E pontos negativos? Somente se você não tiver tempo e dinheiro para comprar um instrumento e se dedicar, pois não tem ninguém que assista/leia Beck e não queira arriscar uns sons. Do resto, é Rock brother! Ponto negativo nada! Acredita e vai!
Galera, bom dia do rock a todos! Mas, escutem música todo dia! Combinado?! Não deixem o rock morrer! E fiquem ligados na página do Suco no Facebook que vai rolar muitas matérias e curiosidades massa sobre ‘rock vs. mangá’.
Até a próxima!
O Dia Mundial do Rock está aí e para comemorar esse dia não há nada melhor do que um Primeiro Gole, sobre um anime da temporada que fala de ROCK ‘N’ ROLL!
Pela sinopse já deu pra dar uma sacada sobre o que se trata o anime néh?! Então bora pro Primeiro Gole…
Apesar do anime se passar nos período Bakumatsu e Togukawa, ele contém várias coisas High tech , como ‘tvs’,microfones, caixa de sons,etc. O enrendo de Bakumatsu Rock é legalzinho, pois tem um lado politico- mas nada comparado ao SNK – e além do mais tem J-Rock.O lado politico do anime é muito simples, funciona assim: O Xogunato(governo) quer controlar o país através das ‘Heaven’s Songs’, que são as únicas musicas permitidas por ele, e para isso realiza diversos shows, onde a maioria das pessoas que comparecem são os samurais e a alta burguesia; o governo sabendo que praticamente todas as pessoas do Japão fariam qualquer coisa para ver um show do Shinsengum, vende bilhetes de loterias para os cidadães concorrerem a ingressos, e como as chances de ganhar na ‘loteria’ são baixíssimas a população fica cada vez mais pobre e mais submissa ao governo. E é ai que entra o Rock, apesar dele não ser conhecido pelos ‘japas’, Ryouma e companhia o traz para o Japão como forma de serem livres e protestar contra o Xogunato.
*Shinsengum: músicos permitidos(aprovados) pelo governo, são escolhidos através de uma audição, que para participar é necessário uma recomendação de um senhor feudal ou um instrutor de ‘Heaven’s Song’
Sobre o enrendo, pelo primeiro episódio já dá pra perceber que ele é meio nosense. Você deve estar se perguntando como assim nosense?- Calma que eu explico. No anime eles deixam bem claro que instrumentos são proibidos , fazer canções ou até mesmo cantar músicas- que não são aprovadas pelo Xogunato-, e que se alguém for pego com instrumento( livre os músicos permitidos pelo governo), ele é confiscado e a pessoa pode ser presa, logo são muito, muito,muito raros os instrumentos, então como diabos o personagem principal quando ganha a guitarra já sabe toca-la perfeitamente? Não tem um tempinho se quer pro cara aprender! Aconteceu dessa forma:
O ‘Mestre Descabelado'(um cara esquisto) vê Ryouma cantando, dá a guitarra, e fala “Toca para mim com toda a sua emoção!”, então nosso personagem principal sai arrepiando na guitarra! E não é só o ele que aprende a tocar do nada, os dois integrantes da ‘banda’ dele também! E tem mais, a guitarra do personagem não está conectada em nada, mas mesmo assim ela produz som como se estivesse conectada em um amplificador! E as ‘loucuras’ não acabam aí, pois quando Ryouma começa a tocar ROCK, uma bateria e um baixo aparecem do nada e começam a sair luzes dos personagens e se isso não bastasse as roupas dos ‘caras’ rasgam misteriosamente enquanto eles estão tocando! WTF? Mas vamos em frente.
Agora que você já está manjando do enrendo vamos aos personagens: Ryouma é aquele personagem desastrado, persistente, espontâneo, e que quer realizar seu sonho de tocar suas próprias musicas, mas as pessoas o desprezam, dizem que suas músicas são ruins, ou seja nós já vimos esse tipo de personagem um milhão de vezes, mas mesmo assim ele é um bom personagem – e por enquanto o único!- Em geral os personagens são ‘sem sal’, mas são todos ‘bonitos’! Ei como assim bonitos? Bakumatsu Rock apesar de ser um anime de música, ele é um Fanservice feminino, mas pra você que é macho dá para assistir tranquilo pois o fanservice é leve, exceto na ending que só tem cara pelado e sensualizando, e também na hora em que eles estão tocando- pelo motivo que citei acima!
A trilha sonora é bacana, mas pra um anime de música, deveria ser melhor, como as músicas de ‘BECK’ que são muito empolgantes. Mas vamos lá, Beck é um anime exclusivamente sobre música, já Bakumatsu é um fanservice que utiliza o tema música, ou seja ele não é um anime sobre música; entendeu a diferença?!
Vale lembrar que Bakumatsu Rock é baseado em um jogo de PSP, com o sistema parecido com o do Guitar Hero, agora se o game é bom ou não eu não sei responder pois eu não joguei, mas pelos videos e comentários que eu vi é mais ou menos.
Enfim vale ou não apena assistir ?
Vale se você gostar de J-Rock, não ligar muito para enredo, animes de música e/ou caras ‘pelados’.
-Ah eu não curto nada disso então não vou assitir! Calma ai feroz, eu assisti apenas o primeiro episódio! Pode ser que ele se torne um bom anime, pois ele tem tudo pra ser legal, exceto os caras ‘pelados’ !
Por hoje é isso pessoal! e não se esqueçam de ficarem ligados no Suco de Mangá, pois o ‘Final de semana do Rock’ está apenas começando!
Dia 13 é o Dia Mundial do Rock! Ao coisa boa! Então, vamos postar e repostar algumas matérias em homenagem, já que todo mundo aqui é ‘roqueiro marvado’! Depois de pensar um tempo, decidimos começar de que maneira: Apresentando bandas de JRock que foram importantes para nós! Justo né?! Então, vamos lá:
Bellan: Malice Mizer
Não é minha banda preferida do Japão, porém foi a que abriu as portas para eu conhecer diversas outras além das que tocavam nos animes. Bacana citar que lá em meados de 2002, na ascensão do Fotolog e internet banda larga, vi um crescimento bem grande da cultura Visual-Kei por aqui, ainda mais em eventos góticos ou mesmo em eventos como a finada ‘Thorns Gothic Rave’. Enfim, seja transportado para a época vitoriana com Au Revoir do Malice Mizer!
Donis: BUCK-TICK
Formada em meados dos anos 80, Buck-Tick é uma das bandas mais antigas em atividade no Japão. Precursora do Visual Kei – Movimento japonês inspirado no Glan Rock Ocidental – a banda é um forte influência no cenário musical oriental. Artistas como Hyde e bandas como L’Arc~em~ciel foram assumidamente influenciados por eles. Uma das principais características da banda é a versatilidade que apresenta ao explorar diferentes estilos musicais – do punk ao pop – sem perder a identidade, com um baixo bem trabalhado e uma pegada mais dark. Uma das minhas músicas favoritas dos caras é “Dress” do álbum “Darker than Darkness”. A música, lançada em 1993, foi posteriormente utilizada como tema de abertura do anime “Trinity Blood”(2005).
Chell: Nightmare
Como muita gente, eu fiquei sabendo da existência deles por causa de Death Note lá pelos idos de 2006, e na época sabia bem que existia j-rock e visual kei, mas não tinha nenhuma banda que me interessasse muito. Nightmare foi a banda que chegou dando uma voadora nos meus preconceitos e fazendo eu me sentir que nem uma daquelas fãs alucinadas do Gackt que conheciam não só todos os CDs e músicas como também todos os fansites na internet e vídeos de fanservice. Existe um negócio na vida de que todo fã de Nightmare é um fã de Nightmare pra sempre, então volta e meia eu volto a ouvi-los e concluir que eles são ótimos, desculpa, sociedade.
*ps: É difícil dizer qual a minha música favorita, porque o estilo deles é versátil e eu poderia citar pelo menos uma para cada album, mas fiquem com a clássica Criminal Baby!
Aline: L’Arc~en~Ciel
Como muitos, meu primeiro contato com a música japonesa foi através de animes. Eu já sabia de cor muitas canções e já era muito fã de alguns artistas, mas assistindo Samurai X nas velhas madrugadas do Cartoon Network, foi que descobri L’Arc~en~Ciel com ‘the Fourth Avenue Café’. Já era uma música muito bem produzida, ainda mais pelo apelo que Samurai X tinha fora da Ásia. Explorei tudo que podia da banda na Internet. Foi amor à primeira vista. Na época não existiam tantas fontes de JPop e JRock como hoje, então eu guardava tudo que podia sobre os membros da banda: hyde, tetsu, yukihiro e ken. Anos mais tarde, a banda me presenteia com a música que mais amo entre todas da minha vida: DAYBREAK’S BELL. Em 2015 não pude perder a oportunidade de conhecer o vocalista, em sua visita única com a banda VAMPS ao Brasil. As lágrimas de felicidade ao realizar o sonho ver ao vivo, tocar e interagir com HYDE certamente marcam o dia mais feliz da minha vida.
A última Famitsu trouxe uma reportagem bem interessante sobre o musou do Zelda, ‘Hyrule Warriors’. Estaremos colocando em tópicos para uma melhor assimilação e logo abaixo, trailer de Midna e Agitha e pra finalizar, scans novíssimas do jogo! Lembrando que o jogo sai dia 14 de Agosto no Japão e à partir de 19 de Setembro no resto do mundo!
– Há uma área de compra entre as batalhas e nela se divide em: Sala de Treinamento, Poções, Insígnias e JunkShop;
– Sala de Treinamento é possível aumentar o nível de seu personagem;
– Materiais podem ser convertidos em Insígnias. Uma das insígnias serve para encher o ‘Weak Spot Gauge’ mais rápido;
– A tela de seleção mostra se o nível precisa de certo personagem para alcançar locais ou conseguir itens.
– ‘Power Bow’ será obtido num baú;
– Fi voa e se transforma em espada para atacar inimigos;
– Não se sabe se Ghirahim será jogável. Suas habilidades incluem invocação de “inimigos”;
– Wind Waker será um item e além de controlar o vento, criará relâmpagos;
– Não é possível mudar de arma durante a batalha;
A nova temporada começou ! Ae, que alegria! Apesar de não ter tantos títulos que eu (Franja) quero acompanhar dessa vez, esse ar de renovação sempre é bom.
O #BELLAN já fez o ‘Primeiro Gole: Sailor Moon‘ e aprovou, gostou do que viu! Chegou minha vez e confesso que estava ansioso pela estreia desse anime, sou fã demais do universo ‘terror’, mas… Guardem isso: Publico alvo. Agora, vamos lá:
Já vou mandar a real: Achei meio ‘sem sal’… Não empolgou não… Mas, lembra do que eu pedi para guardar? Continuando…
Tokyo Ghoul foi indicado como uma das principais promessas da temporada e, quando eu vi o teaser e a sinopse, concordei com a ideia e fiz questão de conferir. Logo de cara somos apresentados aos ghouls, que são seres humanoides com uns tentáculos doidos que comem os outros no mal sentido (canibalismo mesmo). Até ai, massa (e gore)! Em seguida já surge o protagonista Ken Kaneki e, com ele, o primeiro problema: Que cara sem graça… Mas tudo bem, é terror, pode ser um cara normal…
Durante quase todo o episódio assistimos o primeiro encontro do Kaneki com uma garota que ele acredita ser a ‘namorada ideal’ quando, de repente, ela é um ghoul e tenta mata-lo! Fácil de adivinhar né? Ainda mais quem leu a sinopse… Depois ele vira um ghoul e fica na crise de ‘quero comer pessoas, mas não quero perder minha humanidade’… E o episódio acaba! Pois é…
Mas vale lembrar que essa sessão chama ‘Primeiro Gole’, ou seja, ainda da para melhorar… É só a primeira impressão… Porém, um primeiro episódio foda como do Ao no Exorcist ou enigmático como Another ajuda muito! Confesso que não tenho muita vontade de continuar com Tokyo Ghoul, mas ainda acredito na ideia, vou terminar e ele volta aqui para a review completa. Um dos motivos que me fazem continuar é popularidade positiva do mangá, a galera pira! Então, por que não dar uma chance?
Sobre a parte técnica, sem enrolar, é massa! Animação ótima, trilha fera, dublagem boa! Aprovado.
Para finalizar: Publico alvo!
Esse é um ponto que considero interessante. Passei o dia pensando sobre o que escrever do anime e isso não sai da minha cabeça… Tokyo Ghoul é massa para quem é adolescente e não muito legal para quem é adulto ou é fã de muitos títulos de terror. O anime vai impressionar sim a galera que está entrando nesse universo ou é ‘mais nova’… O Franja já tem seus 26 anos, velho de guerra… Enfim, mesmo com tudo o que disse, você seguidor adolescente ou que quer conhecer mais sobre ‘terror’: acredita e vai!
De qualquer modo, Tokyo Ghoul volta para a review completa e eu espero muito mudar de opinião!
É isso mesmo galera o mangá de ‘Yoshihiro Togashi’ será relançado no Brasil pela JBCem outubro. A publicação será em edição de colecionador e contará com 19 volumes. A editora disse que a tradução de todos capítulos do mangá foram revisados e atualizados.
Yu Yu Hakushoufoi publicado no Japão na década de 90, pela Shonen Jump, e devido ao grande sucesso do mangá, ganhou uma adaptação em anime com 112 episódios.Além de vários filmes,OVAs e jogos.
No Brasil, o anime foi transmitido na TV durante a década de 90 pela Rede Manchete, com uma ótima dublagem- é década de 90, você é o auge das dublagens brasileiras-. Já o mangá foi publicado de 2002 até 2004.
Mais informações serão dadas em breve.
E as novidades da JBC não acabam ai. A editora também divulgou no facebook a capa e o nome brasileiro de ‘Magi’, confira:
Bônus do dia: Capas do ‘Magi’ em outros países:
‘Magi – O Labirinto da Magia’ será lançado no Brasil em julho, muito provavelmente no Anime Friends!
E no dia 5 de Julho, foi o dia da estreia mundial de ‘Sailor Moon Crystal’ – ou Bishoujo Senshi Sailor Moon Crystal – e para aqueles que pegaram uma balada na sexta-feira, foi difícil de encarar o horário das 7h da matina. Mas a galera do SUCO está aqui para falar um pouco de como foi este primeiro episódio das nossas guardiãs!
A nostalgia já toma conta nas primeiras cenas com Usagi (Serena na época da Rede Manchete) acordando atrasada para a escola. Nesses primeiros minutos já se nota a fluidez da animação, um belo trabalho da Toei.
Um ponto a comentar é que, além do padrão que se vê durante todo episódio, há algumas passagens com o 3D, como no caso da transformação de Usagi e no início do episódio onde mostra-se os planetas.
Além do recurso tridimensional, o mais impressionante foi o trabalho com algumas imagens em aquarelado estático e que algumas vezes até se funde com a estilização da animação principal. É interessante estes recursos e viável para uma série que terá 26 episódios, pelo menos nesta temporada.
Um fator bem marcante que estava presente nos mangás – e para quem anda acompanhando com a JBC – são as memórias e flashbacks de Usagi. Elas eram bem vitais para o entendimento do roteiro, e que não eram muito exploradas na série de ’92. Ao menos, este episódio piloto deixou claro que a série está seguindo a risca o mangá.
Para a galera que curtia bastante a série antiga, há algumas referências – como a transformação, claro – mas há um ponto baixo quanto a abertura. Talvez seja uma decepção a nova música se comparar com ‘Moonlight Densetsu’, mas esta impressão possa ser apenas uma falta de costume.
Pra terminar e fazer mais uma comparação com a série de ’92: Crystal tem um character design mais refinado, afinado e mais próximo que o mangá original. Isso e na combinação com a animação, é o ponto mais alto desta nova série.
Já o baixo, ou talvez seja um saudosismo pessoal, é a falta da caricatura e expressão exagerada das personagens, o que deixa a série nem tão engraçada quanto a antiga. Mas uma coisa é fato: Usagi está bem MENOS irritante em Crystal, e pra falar a verdade, ela não está nem um pouco irritante! 😀