Jeph Loeb (Batman, Superman / Homem Aranha / Demolidor)
Tim Sale (Superman / Batman / Supergirl)
Scott Williams (Batman / X-men)
Alex Sinclair (Liga da Justiça Nº52)
Hoje estou voltando a falar um pouco sobre Batman – Silêncio, Parte 2. Esta obra faz parte da coleção de Graphic Novels da DC COMICS recentemente lançada pela Eaglemoss Collections que já esta em seu quarto volume. Realmente a DC vem investindo forte com seus novos filmes, jogos e claro os HQs. O conteúdo desta matéria pode conter spoilers.
Um plano complexo para destruir Batman é iniciado por uma misteriosa figura envolta em bandagens, possuidora de um íntimo conhecimento sobre o cavaleiro das trevas e as pessoas a sua volta. O tormento do herói continua nesta sequencia quando o Batman é chamado para resgatar uma criança sequestrada pelo Crocodilo.
O desfecho eletrizante das revelações leva SILÊNCIO parte 2 então a uma conclusão, envolvendo todas as pessoas que já tiveram alguma importância na vida de Batman (Bruce Wayne). Como se a presença de Coringa, Superman e mulher gato não bastassem, os personagens que vem a seguir são de igual importância para o desfecho do caso: Crocodilo, Hera Venenosa, Arlequina, Batgirl (Bárbara Gordon), Asa Noturna e 1º Robin (Dick Grayson), Duas Caras (Havey Dent), Charada, Lex Luthor (Agora presidente USA), Ra’s al Ghul, Caçadora, 2º Robin (Jason Todd), 3º Robin (Tim Drake), Espantalho, Cara-de-barro, Pinguim.
A ultima aparição de Jason Todd, foi na revista original #617 e onde teve um final chocante que reviveu umas das histórias mais arrepiantes da franquia, o clássico de 1988-89, Morte em família. Todd apareceu pela primeira vez como Robin em Batman 366(1983), depois do Robin Original Dick Grayson, ter se tornado Asa Noturna. Seis anos mais tarde, Todd foi assassinado, e não veio só pelo Coringa: Milhares de leitores votaram em decidir a vida do garoto prodígio numa pesquisa feita por telefone. Mais de 10 mil votaram SIM para a morte do “2º Robin” e seu destino foi selado por uma margem de apenas 72 votos.
No clássico suspense O longo Dia das Bruxas (Jeff Loeb), o autor manteve a identidade do real assassino, mas também fez com que todos tentassem adivinhar quem estava por trás do caso. Agora em Silêncio, ele atormentou os leitores com o homem das bandagens, aumentando as apostas se um adversário mais antigo teria retornado.
Relação do filme Esquadrão Suicida e DC COMICS Batman – Silêncio
Ano de 2016 pode ser um grande marco para DC com a vinda de Esquadrão Suicida e Batman vs Superman: A Origem da Justiça nos cinemas. Boatos correm sobre a possível identidade do novo Coringa interpretado por Jared Leto em Esquadrão Suicida.
No desfecho de Silêncio, Parte 2 temos a possível volta a vida de Jason Todd (2º Robin) que foi morto brutalmente pelo coringa com um Pé de Cabra. Muitos acreditam que o Coringa interpretado por Leto seja de fato o próprio Jason Todd, incluindo também as semelhanças do Coringa e Todd da franquia dos jogos do Batman em na franquia (Arkham Knight ).
Particularmente acho que seria uma nova vida para o Coringa depois da adaptação feita pelo ator Heath Ledger que imortalizou o papel nos cinema o levando ao Oscar. Realmente vamos ter que aguardar até o ano que vem para conferir isso tudo.
A KOEI Tecmo Games divulgou diversos vídeos do sistema de batalha do jogo Attack on Titan, que chega para Playstation 4, Playstation 3 PS Vita no dia 18 de fevereiro.
Nos vídeos podemos ver como funciona o co-op, colaboração de aliados, ataques básicos e mais complexos. Os personagens confirmados são:
Female Titan
Titan Eren
Erwin Smith
Mike Zacharius
Nile Dok
Hitch Dreyse
Marlo Freudenberg
A trama de Attack on Titan passará durante a batalha de Trost, onde os jogadores poderão circular por toda cidade com cenários destrutivos, conversar com outros personagens, fazer upgrades e claro, sobrevoar com seu 3D. Um detalhe é de que o cast de dubladores será o mesmo do anime!
O #BELLAN lembra de 16 anos atrás quando assistiu o primeiro episódio Star Wars: A Ameaça Fantasma; E lembra como um momento mágico por ter vivenciado toda aquela estética que a franquia oferece, desde o momento em que o letreiro característico aparece.
Star Wars: O Despertar da Foça (Logo Divulgação)
O Despertar da Nostalgia
Com Star Wars: O Despertar da Força não foi diferente e na verdade, foi até mais intenso.
Este sétimo episódio da nonalogia – teremos o oitavo daqui dois anos e o nono, daqui quatro – trouxe um pouco do que cada filme representou em sua época, mais a experiência de ser um filme Disney.
O diretor J.J. Abrams também tem seu mérito, já que o cara sabe o significado da palavra Aventura em todo seu âmbito.
Ópera Espacial
Não tem como não citar a Jornada do Herói em Star Wars: O Despertar da Força, o que ocorreu explicitamente com Luke na trilogia mais antiga, mas agora com a contagiante protagonista Rey; Dando ainda mais crédito pela direção de J.J. Abrams em explorar o “lado feminino” da Força, o que faltou com Natalie Portman nos episódios I, II e III.
Junto ao diretor também temos o roteirista Lawrence Kasdan de O Império Contra Ataca, o que acaba dando ainda mais know-how para trabalhar com o público novo, somando o saudosismo “aventura” de Sessão da Tarde e também, a dura missão de convencer aquele fã antigão dos episódios IV, V e VI. Posso te dar uma certeza por aqui: Esta missão foi muito bem concluída!
Star Wars: O Despertar da Força (Imagem Divulgação)
Rey
Voltando um pouquinho para a Jornada do Herói, temos Rey. Ela é órfã, e trabalha como lixeira/catadora de ferr-velho do quase-inóspito planeta Jakku. Ela ganha a vida encontrando restos de bugigangas e lixos espaciais que caíram em sua região, pós os acontecimentos de ‘O Retorno de Jedi’.
Por trás de sua personalidade cativante, ela esconde aquela fagulha de “escolhida”. Sabe o Luke? Anakin? Ou até mesmo o Goku? Rey simplesmente faz o que tem vontade de saber, sabendo se vai dar certo ou não. Ela arrisca e realmente faz acontecer – mesmo que em alguns momentos, pareça fácil para o telespectador. Ninguém sabe sobre suas origens e é uma das cerejas do bolo que J.J. Abrams colocou por aqui.
Podemos colocar que este é o primeiro papel de Daisy Ridley – que por sinal atuava de graças há três anos – e surpreendeu, seja por sua representatividade e também por atuação.
Star Wars: O Despertar da Força (Imagem Divulgação)
Finn
Todo fã de Star Wars gostaria de ver um pouquinho da sensação de ser um Stormtrooper. Temos isso em O Despertar da Força com FN-2187, ou simplesmente Finn. O cara foi capturado pela Primeira Ordem e “programado” para lutar contra a Resistência, mas seu lado “humano” sobressaiu.
É possível dizer que temos uma das melhores – ou se não a melhor – interpretação do filme com o ator John Boyega, mesclando atos de coragem com heroísmo e somados com uma espécie de alívio cômico. Quando o mesmo junta com Han Solo e Chewie, o telespectador pode esperar muita “tiradinha”.
Kylo Ren
Aqui temos o candidato para ser o personagem mais Amado e Odiado desta nova trilogia. Adam Driver – que já desempenha uma exímia atuação na série Girls da HBO – tem o trabalho mais difícil do longa, já que grande parte dos fãs da franquia idolatram mais os vilões da história. Ele seria um novo Darth Vader? Um novo Darth Maul?
Nada disso! Kylo Ren nem chegou ainda no status de Darth e está numa fase de treinamento, encabeçado pelo misterioso Snoke, interpretado por Andy Serkis (o Gollum de O Senhor dos Aneis/Hobbit). Talvez, grande parte do público confundirá seus momentos de “mimo”, sua interpretação um pouco enfadonha e mesquinha sem o capacete, com uma má atuação do ator. Pelo contrário! Kylo Ren é um personagem em desenvolvimento e que dará muito pano pra manga nos filmes seguintes. *Pelo menos, é o que se espera.
Outro ponto forte com o personagem, é seu sabre diferenciado, bruto (repare no laser) e com todo simbolismo de “O Anticristo”. Sem contar também, que podemos citar seus trejeitos de batalha, com posições duras e referenciadas a guerreiros bárbaros. O vilão aqui, não tem nada daquela “leveza” da esgrima e da técnica mais apurada com o sabre, ao invés do que vimos nas lutas de Obi-Wan e Qui-Gon Jin vs Darth Maul.
Star Wars: O Despertar da Força (Imagem Divulgação)
Elenco Estelar
Na frente dos novos personagens, temos o ainda pouco explorado Poe Dameron, piloto da Resistência e uma peça chave durante o filme, junto ao seu robô BB-8.
Star Wars: O Despertar da Força (Imagem Divulgação)
Este aqui é um dos que vai cativar tanto quanto o R2-D2 (alguém aí gosta do C-3PO?) e fará um pouco do que os outros androides faziam nos filmes anteriores. É inegável não lembrar também de Wall-E quando temos em cena a “jabulani robótica”.
Harrison Ford – que tornou-se um dos atores mais bem pagos de Hollywood para atuar em Star Wars: O Despertar da Força – voltou com o que acho o personagem mais bacana da franquia, Han Solo.
Ele, junto com Leia (Carrie Fisher) tem uma missão importante neste ponto da saga, além de dar uma tonelada (literalmente com a Millenium Falcon) de fanservice para o público. É bacana o trabalho de roteirização com o filme, onde cada personagem tem seu brilho e momento especial de aparição. Guarde bem isso: Quando um personagem aparece pela primeira vez, a cena é DESSE personagem.
Reciclagem Tecnológica
É bacana em perceber que a Lucasfilms – e seja quem mais esteja ligado aos efeitos especiais – em dar aquele trato Star Wars de ser. Não somos bombardeados com cenas em CGI e em nenhum momento temos cenas maçantes de explosões e pirotecnias revolucionárias. Tudo aqui é muito bem montado e mesclado com figurino, jogo de câmera e maquiagem.
No quesito da trilha sonora, John Williams não quis “arriscar” muito e jogou o máximo de seu repertório da franquia no filme. Em diversos momentos quando a trilha sonora fica mais evidente em Star Wars: O Despertar da Força, temos aquela sensação de “já ouvi isto aqui”. Mais uma vez por aqui, o filme transpira nostalgia.
Star Wars: O Despertar da Força (Imagem Divulgação)
O Despertar do Fã
Se por um lado temos um roteiro bem estruturado e com pano para muita manga, a repetição pode incomodar aquele fã que espera algo definitivamente novo. Uma outra questão e interessante de ressaltar é de que o universo expandido está por aqui.
Temos um pouquinho da literatura, dos quadrinhos e até mesmo dos jogos, seja em novas raças alienígenas, alimentos, vestimenta e equipamento bélico.
Esta segunda questão pode incomodar a quem não conhece tanto do universo de Star Wars, bem como a estranheza as leis da física um tanto quanto “exótica” que a franquia apresenta.
O roteiro mesmo não está perto da perfeição. Para quem está acostumado com aventuras pastelonas dos anos 70, é até que interessante ver como trama se desenvolve, mas as motivações de certos personagens ou de como a “nova Estrela da Morte” é atacada pela Resistência, pode frustrar em certos momentos, mas nada que ofusque o “quê” de ser um filme Star Wars.
O fã pode ir ao cinema despreocupado, Star Wars: O Despertar da Força surpreende com uma produção que eleva a franquia num patamar estelar, novamente. Este hype nesta época de lançamento do filme, seria um pouco do que rolou nos anos 70?
E parece que Star Wars não prejudicou em nada a arrecadação de Yo-Kai Watch the Movie 2: King Enma and the 5 Stories, Nyan!, onde até o momento teve 975 mil ingressos vendidos, contra 800 mil de Star Wars: O Despertar da Força.
Ao contrário dos Estados Unidos, a medição de um filme de cinema vem pelo número de ingressos vendidos e não por sua renda e tem outro detalhe de que, os ingressos para o público infantil são mais baratos que os para adultos.
Se levarmos em conta a renda de ambos os filmes, o filme da Disney levaria vantagem com 10,3 milhões de dólares, enquanto o longa animado teria 8,71 milhões de dólares arrecadados.
Já sabemos que não é incomum um anime ou live-action bater um blockbuster por lá, não é mesmo?
A animação brasileira está cada vez mais forte, disso não temos dúvida. Eis que Historietas Assombradas vai ganhar sua versão animada para os cinemas, sob o título Historietas – O Filme, com previsão de lançamento para o halloween de 2016.
Esta é uma produção dos estúdios Glaz Entretenimento e Copa Studio, com direção de Vitor-Hugo Borges.
Sinopse: A série conta a história de um garoto chamado Pepe, que ajuda sua avó fazendo entregas de artefatos e poções mágicas através da internet. O menino vive aventuras estranhas, enfrentando monstros, fantasmas e todo tipo de criatura sobrenatural.
Segundo o site JBOX, já temos mais um anúncio de mangá para 2016 e que vem pela editora JBC: UQ Holder!
Com 9 volumes, o mangá é mais um título de Ken Akamatsu (Love Hina, Negima) e saiu pela editora Kodansha na revista Shuukan Shounen Magazine. O lançamento ficou ainda para o primeiro semestre de 2016, sem nenhuma outra informação adicional, formato ou mesmo um pronunciamento oficial da própria editora.
Sinopse: A história se passa em um mundo onde a magia faz parte do cotidiano das pessoas há quase uma década. Longe das grandes capitais, o órfão Touta vive uma vida pacata que será sacudida por acontecimentos inesperados e pela presença de uma professora versada nas artes mágicas.
Uma notícia que pode ainda hpyar mais os fãs nostálgicos da época “Squaresoft”: O remake de Final Fantasy VII será totalmente dublado!
A notícia veio à partir da entrevista que o diretor do jogo, Tetsuya Nomura fez a Dengeki Playstation, com a participação do produtor Yoshinori Kitasi. Segundo Nomura “Basicamente, ele será totalmente dublado. Nós ainda não decidimos as vozes dos personagens que não estiveram em Final Fantasy VII: Advent Children”.
Outra questão interessante é de que os eventos de romance também seriam dublados, porém, com as situações sociais diferentes nos dias de hoje, todo o cuidado seria tomado. Ainda não se sabe se o mapa será mundo aberto, mas a Square já deu a dica de que teremos o maior número possível de mini-games no jogo.
E rolou nos últimos 19 e 20 na capital paulista o último evento do ano, o Ressaca Friends 2015. A galera do SUCO esteve presente no domingão para tirar foto dos cosplays e também acompanhar a Mesa Redonda das Editoras.
Apesar de toda a chuva, o evento não “desandou” e reuniu centenas de cosplayers – o #BELLANainda acha é o melhor evento para cosplayzar no país – e teve atrações como Sambomaster, banda japonesa e intérprete de temas de Naruto e Bleach.
Um agradecimento especial para o pessoal da LBTV que abrigou e alimentou a equipe do SUCO, do Noticias Anime United e da Anime X. <3