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Smyowl lança jogo com os divertidos e atrapalhados DODOS

A Smyowl começa o ano com uma novidade para usuários de smartphones e tablets com sistema operacional iOS: o lançamento do jogo de raciocínio Save the Dodos, cujo objetivo é salvar os DODOS,  pássaros não voadores extintos há séculos,  das armadilhas e inimigos.

Gratuito, Save the Dodos transporta os jogadores por uma viagem no tempo para mudar o rumo da história, ajudar os pássaros a sobreviver e evitar sua extinção por meio de desafios divertidos. As cem fases do jogo se passam em diferentes períodos e ambientes históricos, como Egito Antigo, Idade Média e Pré-História.

Em Save the Dodos, os atrapalhados pássaros roxos caminham pelas fases sem parar até caírem em armadilhas ou serem capturados por caçadores, vikings ou outros inimigos. O jogador precisa ter raciocínio rápido e mover as plataformas embaralhadas para poder direcionar os DODOS pelo caminho seguro até o portal para a próxima fase. A partida termina quando todos os pássaros sãosalvos dos obstáculos e entram no portal.

Além dos DODÔS comuns, existem também os especiais, que são pássaros com habilidades únicas que vão ajudar o jogador a superar as fases. O DODO Soldado, por exemplo, usa um capacete que faz com que ele não morra caso caia em uma armadilha ou seja alcançado por um inimigo, e o DODO Fantasma consegue escapar com vida das arapucas com espinhos.

Todo jogador tem uma colônia de DODÔS que diminui quando um deles não consegue chegar ao portal e ser salvo. Ao completar os desafios e missões, o jogador ganha ovos de ouro que servem para completar a sua colônia com novos pássaros.

Save the Dodos é gratuito, mas possui itens adicionais que podem ser adquiridos com dinheiro real. O game já pode ser baixado gratuitamente para iOS e em breve também estará disponível para Android.

iOS: http://bit.ly/dodos_ios

save the dodos poster
Save the Dodos (Imagem Divulgação)

Sobre a Smyowl – A Smyowl é um estúdio brasileiro de criação de jogos para dispositivos móveis (iOS, Android e Windows Phone) e desktop (Windows e Steam). Seus jogos são publicados mundialmente e já contabilizam milhões de downloads.

Para baixar os games desenvolvidos pela Smyowl e saber mais sobre o estúdio acesse www.smyowl.com

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Ajin | Primeiro Gole

Ajin
Ajin (Imagem Divulgação)

A galera vem comentando que Ajin pode ser o Tokyo Ghoul do ano e também por ter um potencial imenso para ser o anime do ano. Ainda tenho minhas dúvidas e antes de falar do porquê, vamos conhecer um pouquinho sobre a obra em questão.

Ajin é um mangá criado por Gamon Sakurai – conhecido por trabalhar com mangás eróticos, veja AQUI – e conta com sete volumes lançados na good! Afternoon até então. Quem “abraçou” a ideia para animar o mangá foi a Polygon Pictures, já conhecida pelo recente trabalho com Sidonia no Kishi (Knights of Sidonia) e que por sinal também trouxe o diretor do mesmo, Hiroyuki Seshita.

Já foram prometidos três longas animados, um OVA e a animação contará com 13 episódios, sendo que os direitos de transmissão do anime estão com a Netflix, ou seja, já já teremos Ajin no catálogo.

Intensidade

Temos um início de episódio impactante e até mesmo perturbador. Nele, num tom de sépia, vislumbramos uma espécie de vilarejo de interior. Lá, a população local desbrava e luta com armas de fogo contra os chamados “enviados de Deus”.

Até o fim do episódio e aos poucos, pequenas informações sobre tais criaturas são liberadas para o espectador. Basicamente, estes “enviados” são meio-humanos que NÃO MORREM, ou pelo menos, não sabem como morrem. De alguma forma mística ou biológica, não se sabe – ou pelo menos não foi ainda explicado – como tais seres surgiram. Mas eles são como nós, humanos, de carne e osso, porém, possuem uma forma de regeneração potente. E não pense que é algo do nível Piccolo ou Wolverine; É bem mais potente! A pessoa pode ser queimada e triturada, que ela vai voltar na ativa em poucos segundos, ou pelo menos, foi o que deu à entender neste primeiro episódio.

Questões Sociais

Na trama, temos os protagonista Nagai Keium “shinji na vida”, se é que você me entende – até que ele é atropelado. Sim, japoneses adoram atropelamentos em primeiros episódios. Mas voltando à trama, os meio-humanos não sabem que possuem este poder, até “morrer pela primeira vez”. E não basta sofrer o trauma desta primeira morte, é saber que este tipo de criatura é caçado pela população e até mesmo, caçado por uma espécie de grupo secreto.

O que a galera pode associar com o Tokyo Ghoul, é com relação de como estes meio-humanos, ou melhor, os chamados Ajin, são tratados na sociedade. Na verdade, eles não são tratados, e sim descriminados – o que ainda não entendi claramente do porquê disso. A comparação também não para por aí, pois provavelmente teremos o protagonista Ajin, agindo em cima do muro – eu queria fazer esse trocadilho – já que provavelmente, vamos conhecer os dois lados da moeda, dos humanos e dos meio-humanos.

Polígonos e Dinâmica

Sobre as questões técnicas, as músicas de abertura e encerramento não chamaram tanto a atenção, talvez o ending tenha dado um pouco mais impacto. Na dinâmica do enredo, o episódio correu super bem, mantendo uma apreensão no telespectador.

Quanto ao trabalho de animação da Polygon Pictures, pode não agradar à todos, pode ter certeza. Não sei se este é o futuro da animação japonesa – espero que não – mas, parece que falta muita coisa para adicionar. Para quem não conhece, o estúdio trabalha com CGI e 2D ao mesmo tempo. Basicamente, eles dão vida à um boneco/personagem 3D e o animam dentro de um cenário em 2D. O que pessoalmente incomodou neste primeiro episódio, foi com relação à queda de quadros em algumas cenas, principalmente nas mais “rápidas”. Sabe aquele jogo que cai de 30 para 22 quadros por segundo? É mais ou menos esta a situação. Mas né, gostaria que vocês opinassem sobre isso.

Quanto ao que escrevi lá no início do texto de ter minhas dúvidas em ser o hype do ano, é com relação à temática pesada e também com esta animação que pode não agradar o público. Quando estrear na Netflix, poderemos saber com mais facilidade do impacto do anime aqui no ocidente.

ASSISTA AGORA NA NETFLIX

 

 

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Litchi Hikari Club | Novo trailer do live action é divulgado

Para quem aguarda ansiosamente o live-action de Litchi Hikari Club, mais um vídeo foi liberado e mostra o elenco principal do longa. O filme tem data de estreia confirmada para 13 de fevereiro no Japão.

Sinopse: A história gira em torno de nove alunos de um colégio masculino que tem o plano de criar uma super máquina com inteligência artificial, isso para caçar as meninas bonitas do mundo. Entretanto, conflitos internos e com a própria máquina acabam transformando tudo em caos.

 

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ReLIFE vai ganhar uma adaptação em anime

Foi divulgado nesta quinta-feira que o mangá ReLIFE vai ganhar uma adaptação animada ainda neste ano.

Além disso, foi divulgado que a TMS Entertainment vai animar a animação de Yayoiso. Por ora, o mangá conta com 4 volumes (o quinto sai dia 12 de fevereiro) e também contará com uma peça de teatro, onde será apresentada em Tóquio e Osaka.

Mais informações do anime serão reveladas no evento da peça de teatro, mas tudo indica que a animação vem ainda este ano. Então vamos aguardar!

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UQ Holder e Dragon’s Dogma são os primeiros anúncios da editora JBC

O Henshin Online da sexta-feira passada, dia 15 de janeiro de 2016, trouxe duas grandes novidades para os nossos leitores: Dragon’s Dogma, pelo selo INK; e UQ Holder, pela própria JBC.

Dragon’s Dogma
Baseado no jogo “Dragon’s Dogma”, o mangá conta as aventuras de Karol, que teve uma grande mudança em sua vida após um dragão invadir a vila em que morava, e Elise.
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UQ Holder
Uma década após o mundo estar ciente da existência da magia, as coisas tomaram rumos cataclísmicos. Apesar disso, um garoto que vive numa zona rural está longe desse caos. Sua vida comum muda quando ele conhece uma usuária da magia se torna sua professora. A partir daí, ele embarca em uma grande aventura!

Ainda não há mais informações sobre esses títulos, como por exemplo o formato ou data de lançamento, mas assim que tivermos alguma novidade, divulgaremos.

uq holder e dragon's dogma poster jbc

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Kyoukai no Rinne | Segunda temporada em abril

Segundo o blog Anime World+, a NHK revelou a data de estreia da segunda temporada de Kyoukai no Rinne (Rin-Ne) que ficou para 9 de abril. O anime é uma adaptação do mangá homônimo de Rumiko Takahashi e já conta com 27 volumes publicados pela Shogakukan na semanal da Shounen Sunday.

Assista a primeira temporada de Kyoukai no Rinne no Crunchyroll

kyoukai no rinne poster

 

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Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu | Primeiro Gole

Segue aqui o Primeiro Gole do anime Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu, anime de drama, romance e história japonesa que já tem sido considerado uma das grandes estreias da temporada. Depois de alguns anos sem uma boa obra josei, surge este anime baseado em um mangá premiado da autora Haruko Kumota. E aí, o que eu achei?

Antes de tudo, demasiadamente sensível. Apesar de fazer um apanhado aqui, devo dizer que não consigo transmitir um décimo das emoções demasiadamente sensíveis que o episódio transmite, e por isso, se você não assistiu o episódio, recomendo que evite os spoilers antes de assistir.

Rakugo

Gostaria de começar falando do título, Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu ( ???????? ). O que significa esse nome tão longo e difícil? “Rakugo“, como qualquer pessoa que assistiu o primeiro episódio do anime já sabe, diz respeito a um tipo de arte performática japonesa bem curiosa tratada nessa série, e em algumas outras como Rakugo Tennyo Oyui e Joshiraku. Um sujeito senta no chão de um palco, munido apenas de um leque e um tecido, e atua uma história cômica – por isso tem sido comparado a uma comédia stand-up, só que, no caso, na posição sentada. O anime é essencialmente sobre artistas de rakugo, então essa parte é óbvia. Quanto ao Shouwa Genroku, diz respeito ao período histórico em que provavelmente se passará a maior parte do anime: os anos 70. Já Shinjuu é uma palavra que denota suicídio duplo com uma conotação amorosa, dois amantes que não podem ficar juntos, por exemplo; histórias como a de Romeu e Julieta são “shinjuu”. Resumindo tudo isso, o que temos no título “Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu” é algo como: “Suicídio duplo de amantes” no rakugo do período Shouwa Genroku. Bem, o rakugo do período Shouwa Genroku nós já vimos explicitamente no anime – ele é sobre isso, afinal! – mas o suicídio duplo… É. Só por aí já deu pra sentir que Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu provavelmente não vai ser uma história feliz.

Sobre o episódio em si, o episódio de estreia teve 47 minutos. Mesmo assim não foi nada cansativo, e passou muito rápido, porque Rakugo Shinjuu – nome dado pela equipe de produção ao projeto – é incrivelmente envolvente. E lento, também. Mas o que esperar de um episódio que começa com um ex-presidiário cheio de expressões faciais cômicas (um dom da Haruko são as expressões faciais cômicas e fofinhas que ela desenha) chegando na casa de um artista de rakugo famoso, implorando de joelhos para ser seu aprendiz? Nada muito sério? Ledo engano de quem não espera nada sério. O protagonista, Yotaro (uma gíria do rakugo para rapaz jovem; ele, ao menos por enquanto, não tem sequer nome próprio.) é uma pessoa que saiu da prisão com uma mão na frente e outra atrás, sem um lar para retornar e tem um histórico de crimes.

Mas Yotaro se apaixonou pelo rakugo na prisão, por conta de uma apresentação feita pelo seu mestre Yuurakutei, e quer ser aprendiz dele. Esse é seu fio de esperança quando ele chega para o empregado da família, assustando-o. O motorista diz que o mestre Yuurakutei, uma figura bastante conturbada, não pega aprendizes. E então surge o mestre Yuurakutei. Ele tem problemas, sim: ele é rígido, autoritário, estóico. Apesar de rakugo ser um gênero de comédia, seu rakugo transmite precisão e exatidão, mas não faz as pessoas rirem escrachadamente. Ele é mestre em sua técnica, mas falta algo. Mas ele tem uma misteriosa inclinação para acolher pessoas que não tem um lar para onde irem, e assim acolhe o criminoso, que passa a viver com ele e uma filha adotiva. Essa filha adotiva é um “problema”: ela quer ser artista de rakugo, apesar de isso ser considerado algo errado para as mulheres; logo no começo do episódio, ambos pedem para aprender com o mestre, e ele só aceita Yotaro. Eles discutem com freqüência, e descobrimos no meio do episódio que ela acusa Yuurakutei de ter assassinado seu pai.

Mas Yuurakutei, apesar de conturbado, é uma pessoa incrivelmente boa e sensível sob uma outra ótica. Assim como o yotaro, que, apesar de ex-criminoso, é honesto, faz amigos por onde passa, e leva o mestre a mudar, a ponto de revelar um lado mais sensível que nem mesmo a filha conhecia. E esse foi um ponto incrível desse episódio: os personagens. Aos pouquinhos, eles vão te conquistando, e quando você se dá conta, muitas coisas já aconteceram e você quer saber mais. Todos os personagens são muito vivos e realistas, e o episódio nunca mostra de cara tudo o que eles podem ser. O espectador é convidado a descobrir suas facetas aos poucos ao longo do episódio.

Sensibilidade e Maturidade

Boa parte do episódio mostra apenas Yotaro aprendendo a ser um artista de rakugo na casa do Yuurakutei. Enquanto Yotaro pratica rakugo, chega o ex-chefe dele na máfia, que quer ele de volta para a vida de crimes, mas ele não quer; e então Yuurakutei o incumbe com a missão de convencer seu chefe de que ele realmente quer ser do rakugo, através do rakugo. Esse é um dos clímax do episódio. Tem uma longa apresentação, ele é convencido e vai embora.

É basicamente isso que acontece em quarenta minutos de episódio. Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu é terrivelmente lento, e não faz um esforço para não ser lento: para o anime, não tem problema em passar oito minutos do episódio em uma única apresentação de rakugo – uma arte que por si só é muito inanimada, já que o intérprete fica sentado o tempo todo, e o anime é sobre ela afinal. Rakugo é uma arte parada e “entediante”, mas é mágico o quanto uma pessoa sentada consegue transmitir apenas com seu corpo humano, um leque e um pano. E tudo bem ser assim, tudo bem ter diálogos longos com pouca animação e não ter cores muito vivas: é uma série assumidamente mais “madura”, com escolhas diretoriais arriscadas do diretor veterano ex-SHAFT Mamoru Hatakeyama.

Mesmo sendo uma animação e não atores de verdade, o rakugo de Yuurakutei e Yotaro é bem diferente, e a animação toma um cuidado essencial com isso. Yotaro tem movimentos rápidos, é empolgado, grita e fala tudo com ritmo. O próprio Yuurakutei diz: ele tenta compensar a falta de experiência com empolgação. Já o rakugo de Yuurakutei é como a pessoa dele aparenta ser: estóico, com movimentos precisos e experientes, com o mínimo possível de esforço em um certo sentido. O fato de terem escolhido dubladores veteranos, além do cuidado com a animação, certamente foram fatores que ajudaram a fazer bons rakugos. Claro que, sendo um anime de rakugo, eles precisavam dar uma atenção a mais a essa parte, mas eles poderiam não ter tido sucesso e não foi o caso aqui.

No mais, uma das coisas que descreve, ao menos esse primeiro episódio do anime, é: sensibilidade. Condizendo com os personagens realistas e humanos, o anime é de uma sensibilidade ímpar. É interessante observar como o lar de Yuurakutei e Konatsu – a filha – é desestabilizado totalmente com a chegada da personalidade espontânea, honesta, quase ingênua do Yotaro. Ele propõe uma coisa pequena (ser aprendiz de Yuurakutei – ele mesmo já sabia que Yotaro queria isso!) e faz isso se transformar em um grande evento (Konatsu admitindo que quer aprender rakugo também) e essa abertura da garota para o pai adotivo culmina em uma revelação de Yuurakutei, no final do episódio, de algo que ele nunca havia dito para mais ninguém – e certamente não pensava em dizer – a respeito da amizade com o pai da garota. Assim, ele começa a contar uma história do passado, do período Shouwa Genroku, que quiçá durará o resto do anime… Cenas dos próximos capítulos.

Capítulos pelos quais eu estou aguardando ansiosa, pessoalmente. Saudades de joseis convencionais e bons, com personagens maduros e ritmos despretensiosamente lentos. Por esse primeiro episódio, diria que não é a toa que Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu foi premiado. Está sensacional, e muito recomendável. Quis ver mais e mais, mesmo o episódio tendo 47 minutos.

É isso. Críticas, sugestões e etc. são muito bem vindas. Espero que tenham gostado do post, e até mais!~

ASSISTA AGORA NA CRUNCHYROLL

Texto originalmente publicado no NotLoli

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Tibia | Quase 20 anos depois, clássico MMORPG ganha trailer e chance de entrar na Steam

É isso mesmo que você leu. Tibia ganhou seu primeiro trailer depois de 19 anos de seu lançamento.

O jogo ainda conta com uma comunidade de 500 mil jogadores ativos – mesmo que sua última atualização tenha sido feita em 2006 – e o estúdio responsável está trabalhando para que o jogo entre no catálogo Steam, sendo que desde 2014 já está aprovado e dentro do greenlight.

Confira o trailer divulgado:

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