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Brasil Game Show confirma SAGA como patrocinadora da Brasil Game Cup

A Brasil Game Show (BGS) acaba de confirmar uma atração inédita para a edição de 2016 da maior feira de games da América Latina, que acontece no São Paulo Expo/SP entre os dias 1° e 5 de setembro. A SAGA, rede de escolas de artes digitais com 10 unidades espalhadas pelo Brasil, estreia no evento como patrocinadora diamante da Brasil Game Cup, campeonato nacional de jogos eletrônicos realizado pelo terceiro ano consecutivo na BGS. Além do apoio financeiro à BGC, a SAGA participa da feira com um estande onde apresentará trabalhos de alunos do Playgame, seu curso de desenvolvimento de jogos.

“Estamos muito animados em participar da BGS que, sem dúvidas, é o grande evento de games do Brasil, e honrados em apoiar a BGC, que já se firmou entre os mais importantes campeonatos do gênero.”, diz Alessandro Bomfim, CEO da SAGA.

“A BGS é um espaço onde fãs de games podem encontrar produtos, serviços e atrações em diversas áreas relacionadas aos jogos eletrônicos. Estamos muito felizes por ter a SAGA conosco em 2016, tanto patrocinando a terceira edição da BGC quanto com um estande cheio de atrações para o público do evento. Esperamos que essa seja a primeira de muitas participações da SAGA na BGS” disse Marcelo Tavares, criador e CEO da BGS.

Fãs da SAGA e de games ainda poderão conferir as novidades da rede de escolas de artes digitais nos intervalos dos jogos da Brasil Game Cup e no site www.brasilgameshow.com.br.

Além da SAGA, a BGS já confirmou a HyperX como patrocinadora ouro e a Piticas como patrocinadora prata da edição deste ano da feira e revelou que o Pavilhão Indie será três vezes maior do que no ano passado. Entre os estúdios independentes já anunciados estão: Hexa Game Studio, Penski Studio, Poking Life Studio, Supernova Game Studio, Onanim, Wolfb, Flipflop Lab, Bad Minions, Behold Studios, Higher Studio, Arcolabs, ABXY, Estúdio Lune, Messier, Smyowl, Too Nerd to Die, Original VGO, Overlord Game Studio, Void Studios, Narsvera, Ethereal Flame Studios, Carnarval Game Studio, Sixvisions, Miris Mind, Xplow Studio, Mega City Copter, TDZ Games, Reload Game Studio, Alien Phalanx, Tower Up Studios, Kekis Games, Geek2Geek, Duca Games, P8G Studio, Mopix Games, 2DVerse Studio, Mono Myth Game Studio, Dreamkid Studio, Sky Jaz, Raw Audio Studio, Machine Bear, Donut Coffeeshop Studios, Orion Digital, Kiatto, Samurai Games e Bit Cake.

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Digimon Universe: Appli Monsters | Jogo e anime já estão confirmados

Na última V-Jump tivemos o anúncio de Digimon Universe: Appli Monsters, um projeto multimídia que envolve a produção de jogos, animes e produtos como figures.

Yuko Mizutani morre aos 51 anos

Por trás desta iniciativa está a Bandai Namco e Toei Animation, e teremos os primeiros títulos ainda este ano, prometido para o outono japonês, no quarto trimestre deste ano. Mais informações serão reveladas durante o Tokyo Toy Show, a ser realizado no dia 9 de junho.

digimon universe appli monsters poster

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Yuko Mizutani morre aos 51 anos

A dubladora Yuko Mizutani eternizou sua voz em Sora (Digimon), Iris (Mega Man X4) e Minnie (Kingdom Hearts).

Yuko Mizutani faleceu na última terça-feira (17) vítima a um câncer de mama. Com 51 anos, já atuava na profissão desde 1985 e conta em seu currículo desde obras como Sailor Moon Crystal onde interpretava Ikuko Tsuniko, até Mobile Suit Zeta Gundam como Cheimin Noa.

 

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Netflix dos quadrinhos? Conheça o Social Comics!

Quem ama Netflix? Quem ama quadrinhos? O Social Comics é basicamente isso: por uma taxa mensal, você tem acesso a vários títulos de quadrinhos para ler no computador, no celular, no tablet, whatever, sem limite de quanto conteúdo vai conseguir ingerir no mês. Há também a opção de salvar até dez títulos em modo offline, para aqueles momentos em que não se quer gastar mais do seu mísero pacote de dados do celular e a viagem no metrô está bem chata.

Qual tipo de HQ tem nesse negócio?

Todos os tipos. Tem desde gibi do Senninha até material de autor independente tipo Mikrokosmos, do Thiago Souto. Tem mangás da JBC/Henshin, tem títulos da Editora Nemo, Devir, Draco, Alto Astral, só citando algumas.

Tem as duas edições de Bear, da Bianca Pinheiro; tem o Pétalas – aquela graphic novel sem falas, muito amorzinho, da raposa na neve; tem umas histórias super curtinhas de gente que tá começando a vida de quadrinista agora; tem vários títulos do Camilo Solano, para quem curte umas histórias do cotidiano de gente-como-a-gente; tem coletâneas de mini-histórias como o Fast Comics.

O Social Comics ainda tem pouco material estrangeiro, como os quadrinhos da Marvel e tals, mas eu não senti muita falta. Esperamos que melhorem neste ponto, porque é sempre bom ter mais possibilidades.

Serve para quem?

Todo mundo! Leitores, autores e editoras. Os autores recebem dinheiros proporcionalmente à quantidade de visualizações das suas obras. As editoras têm acesso às estatísticas de preferência dos leitores. Baixo risco, facilidade de uso (pelo o que tenho lido por aí, eu mesma só tenho experiência como leitora).

Quais as VANTAGENS?

  • Ler muitos quadrinhos por um preço só – e nem é caro (atualmente a mensalidade está em R$ 19,90, sendo mais barato que muitos dos quadrinhos disponíveis);
  • Selecionar melhor quais comprar na versão impressa, já que infelizmente somos pobres e não podemos ter todos (no meu caso, pelo menos);
  • Poder ler em qualquer lugar onde se pode mexer no celular com tranquilidade – não leiam andando na rua, é perigoso e você tropeça em tudo e em todos;
  • Descobrir títulos novos, de autores que não se encontram em qualquer livraria, de um jeito muito fácil;
  • Poder ler edições já esgotadas na versão impressa – acontece bastante com obras independentes, que normalmente tem uma tiragem baixa.

Tem pontos NEGATIVOS?

  • O aplicativo no celular às vezes irrita. Quando você abre outro aplicativo por um tempo, ao voltar ao SC, muitas vezes reinicia o programa ao invés de voltar para a leitura.
  • Apesar de ter bastante material, ainda pode melhorar – por exemplo, poderia ter ainda mais títulos estrangeiros;

Basicamente, para quem curte quadrinhos, o Social Comics vale a pena SIM. De qualquer forma, são 14 dias gratuitos para experimentar, nesse tempo dá para ter uma boa noção de quanto compensa para cada um. Eu ganhei cupom como apoiadora do Catarse, se você contribui para projetos de lá, dá uma vasculhada no seu e-mail também. (Catarse, te amo.)

Indicações de leitura – não necessariamente nessa ordem:

  • Bear, de Bianca Pinheiro;
  • QUAD Curtas #1, de Eduardo Ferigato, Diego Sanches, Aluísio C. Santos;
  • Desengano, de Camilo Solano;
  • Refúgio, de Catia Ana;
  • Pílulas Azuis, de Frederik Peeter;
  • Bando de Dois, de Danilo Beyruth;
  • Nós – Dream Sequence Revisited, de Mario Cau.

Acesse agora: https://www.socialcomics.com.br/

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Tanaka-kun is Always Listless | Primeiro Gole

Tanaka-kun Is Always Listed
Tanaka-kun Is Always Listed (Imagem Divulgação)

Você por acaso é uma daquelas pessoas que vive no seu mundinho, e só quer que o mundo acabe em barranco pra você morrer deitado? Se sim, você é como Tanaka-kun. E se você é como Tanaka-kun, certamente vai se identificar e se divertir com as peripécias dele em Tanaka-kun wa Itsumo Kedaruge ( Tanaka-kun is Always Listless) – ou, em tradução livre, “Tanaka-kun está sempre esgotado”.

O anime é baseado em um web mangá da autora novata Uda Nozomi, publicado desde 2013 na Gangan Online, revista online de séries populares como WataMote, Danshi Koukousei no Nichijou e Barakamon. A adaptação está sendo animada pelo estúdio Silver Link, já consagrado por séries de comédia como Baka to Test to Shukanjuu e Non Non Biyori, e apesar de ter enganado a muitos antes da estreia com o seu carão de “série descontraída com episódios curtos”, os episódios tem duração de 24 minutos. Neles acompanhamos os acontecimentos da vida sobre-humanamente parada de Tanaka-kun, e dos amigos que tem mais disposição do que ele. Basicamente.

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Desde o PV inicial, a sensação que tinha era de que Tanaka-kun seria um daqueles slice-of-life extremamente relaxantes e, ao mesmo tempo, uma comédia ironizando o estilo de vida monótono do seu protagonista. Assim, foi com a promessa de acompanhar os dias anormalmente parados de Tanaka-kun que eu comecei a acompanhar esse anime, e como eu, muita gente. A premissa é tão direta que chega a ser original – afinal, anime com protagonistas que fazem vários nadas o tempo todo não é nada de novo, mas ter isso como premissa poderia resultar em uma comédia deliciosamente repleta de ironia. E afinal, quem disse que personagens parados não podem dar comédias excelentes? Vamos lembrar de Tonari no Seki-kun, que com seu protagonista monossilábico conseguiu cativar muita gente em 2014?

Sucede que Tanaka-kun, em três episódios, conseguiu se superar – em muitos sentidos. A sensação de tédio é ainda mais forte em alguns momentos do primeiro episódio, fazendo a infame discussão de “como começar a comer o cone de chocolate” de Lucky Star parecer fichinha. Para quem gosta de séries “pacíficas”, à la Isshuukan Friends ou Haibane Renmei, Tanaka-kun tem muito a oferecer desde o começo: a sensação que a série passa – desde sua arte agradável repleta de tons pastéis, passando pelo character design extremamente adorável, até a abertura fofa que parece ser obra da dupla Sukima Switch, mas não é! – é definitivamente de paz e fofura… a ponto de começar sonolenta. Conhecemos primeiramente Tanaka-kun, o “rapaz em modo de economia de energia”, e também Oota, o melhor amigo que age como uma mãe e praticamente permite que ele continue sobrevivendo apesar de vegetar o dia todo.

Comédia Japonesa

A comédia mostrou ser extremamente bem definida geográfica e culturalmente. Em outras palavras: ela é muito japonesa. Para ser ainda mais exata: às vezes ela não tem graça nenhuma porque ela se baseia em uma outra forma cultural de enxergar essa “monotonia” de Tanaka-kun, que chega a ser terrivelmente niilista, e em outras vezes ela é cheia de referências a clichês de anime. Em resumo, não é para todo mundo, mas quem já é otaku de carteirinha deve reconhecer e gostar do estilo. Um exemplo que me fez rir foi a cena do “eu não quero nem mesmo ser protagonista da minha própria vida”, em que Tanaka-kun fala sobre como “ser figurante é mais legal” e “em alguns casos eles nem mesmo tem rostos”, enquanto o anime mostra vários figurantes sem rosto passando. É esse o tipo de comédia auto-referencial e irônica que Tanaka-kun nos apresenta, mas vinte e três minutos de piadinhas assim parecia ser… algo que simplesmente não se sustentava, pelo primeiro episódio.

No entanto, depois de três episódios ficou claro que o brilho de Tanaka-kun está muito menos no seu protagonista, e muito mais nas pessoas que o rodeiam. Mais similar a um Nozaki-kun que a Seki-kun, Tanaka é um rapaz que simplesmente vive sua vida no modo “economizar energia”, e isso faz com que as personalidades de quem o rodeia fiquem ainda mais evidentes. Nesses episódios iniciais de Tanaka-kun conhecemos personagens como Oota, o melhor amigo que toma conta de Tanaka em todas as circunstâncias e que faz acontecer o ship yaoi forte da coisa toda; Miyano, a pequena genki girl que admira Tanaka por “parecer-se com um adulto com seu jeito indiferente”; e Shiraishi, a garota super-popular que acaba se apaixonando por um protagonista graças a um mal entendido. Todos os personagens apresentados até agora (repito: todos) são extremamente criativos, e as personalidades deles vão além de quaisquer estereótipos. Preciso dizer que me identifico totalmente com a Miyano, apesar de ser muito raro eu me identificar com uma personagem de anime, justamente porque ela é bem única!

O tom da graça é dado acima de tudo pelas personalidades dos amigos do protagonista, e o que eles aprontam ao seu redor nesse slice-of-life escolar bizarro, com algumas reflexões desnecessariamente profundas sobre inatividade em meio a uma comédia muito japonesa, e uma calmaria e fofura que com certeza podem ser entediantes para alguns. Não para mim, com minha velhice e minha carteirinha de otaku.

Por enquanto, tenho considerado Tanaka-kun um slice-of-life divertido e relaxante, que parece se superar a cada episódio, e definitivamente quero continuar acompanhando! Como saber se você deve assistir? Considere: o que acha de uma série escolar com a tranquilidade de um Natsume Yuujinchou, e a comédia e os personagens excêntricos de um Gekkan Shoujo Nozaki-kun? Se isso soa divertido para você, dê uma chance a Tanaka-kun! No mínimo, se você tem mania de apoiar a mão no queixo, vai se auto-avaliar um pouco mais.

ASSISTA AGORA NA CRUNCHYROLL

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McLanche Feliz com brinde Pokémon em junho

O McDonald’s dará brindes Pokémon no combo McLanche Feliz em junho.

Ainda não temos a certeza de quais monstrinhos de bolsos estão confirmados para esta ação, mas se nos basearmos na versão japonesa, eles são: Primal Kyogre, Primal Groudon, Mega Rayquaza, Pikachu, Wobbuffet, Lugia, Pikachu e Hoopa.

Além disso, há uma possibilidade de contarmos com 12 cartas e uma identidade visual que homenageia os novos lançamentos de Pokémon para Nintendo 3DS, com Pokémon Sun e Pokémon Moon.

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Overwatch | Blizzard disponibiliza de graça quadrinhos em português

A Blizzard planeja realmente expandir seu universo de Overwatch, agora com dois volumes em quadrinhos e em português.

Overwatch | Primeiro Gole

Overwatch já conta com dois volumes dos quadrinhos em português no site Comixology (da Amazon), que podem ser visualizados via app em seu tablet ou smartphone também. Todos são gratuitos e você pode lê-los baixando em seu app ou mesmo pelo próprio site.

O primeiro quadrinho de Overwatch, temos um foco no personagem McCree, com roteiros de Robert Brooks e desenho de Bengal. Já o segundo, temos Reinhardt no foco, com roteiro de Matt Burns e desenhos de Nesskain.

Ainda não sabemos se haverá uma versão física dos mesmos.

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Assassin’s Creed Identity chega para dispositivos com sistema operacional Android

Usuários de dispositivos móveis com sistema operacional Android já podem se divertir com Assassin’s Creed a qualquer hora e lugar. A Ubisoft acaba de lançar no Google Play o jogo Assassin’s Creed Identity, que leva a experiência de ser um Mestre Assassino para a ponta dos dedos em uma grande aventura com nova temática. O game do gênero RPG de ação já havia sido lançado para dispositivos iOS e chega ao sistema operacional Android por R$ 14,99, com menus e legendas em português.

Em Assassin’s Creed Identity a aventura acontece na Itália durante o período do Renascimento e os jogadores precisarão desvendar o Mistério das Coroas. A aventura se passa em cenários icônicos, como a Basílica de Santa Cruz, em Florença, e o Coliseu, em Roma. Conforme os jogadores progridem no jogo e completam as missões de contrato, seus personagens evoluem de aprendiz até o nível Mestre Assassino.

Assassin’s Creed Identity leva a diversão e a adrenalina do parkour para os dispositivos móveis com diferentes opções de controle, seja tap-to-move, controles virtuais ou gamepad.

 

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