A nova versão do console clássico se chamará NES Classic Edition – apelidado pela comunidade gamer de NES Mini – e será lançado no dia 11 de novembro por $59,99, com controles saindo por $9,99 – este último, pode ser conectado ao Wii Remote, ou seja, podemos jogar com ele no Virtual Console do Wii ou Wii U.
Este novo NES será compatível com televisores atuais e com cabo HDMI incluso. No pacote, ele conta com um carregador, controle clássico do NES e 30 jogos na memória interna. Para tristeza de alguns, ele não será compatível com os antigos cartuchos; abaixo você confere a lista dos 30 jogos.
Balloon Fight™
BUBBLE BOBBLE
Castlevania™
Castlevania II: Simon’s Quest™
Donkey Kong™
Donkey Kong Jr. ™
DOUBLE DRAGON II: THE REVENGE
Dr. Mario™
Excitebike™
FINAL FANTASY®
Galaga™
GHOSTS’N GOBLINS®
GRADIUS™
Ice Climber™
Kid Icarus™
Kirby’s Adventure™
Mario Bros. ™
MEGA MAN® 2
Metroid™
NINJA GAIDEN
PAC-MAN™
Punch-Out!! ™ Featuring Mr. Dream
StarTropics™
SUPER C™
Super Mario Bros.™
Super Mario Bros. ™ 2
Super Mario Bros. ™ 3
TECMO BOWL
The Legend of Zelda™
Zelda II: The Adventure of Link™
O NES Mini terá um sistema fechado, sem conexão com internet, sem armazenamento externo e a Nintendo não pretende lançar mais jogos para o mesmo. Em uma entrevista com o Kotaku, a Nintendo não revelou se pretende fazer algo similar com o Super Nintendo ou Nintendo 64.
Mais de 30 mil brasileiros já estão se divertindo e explorando o universo mágico de Seal Online, jogo gratuito de MMORPG (Massively Multiplayer Online Role-Playing Game) lançado no Brasil pela Playwith Latin America, subsidiária da produtora coreana de games para PC e dispositivos móveis. Além do volume expressivo de usuários em tão pouco tempo – após dois períodos fechados de testes o jogo chegou oficialmente ao país no dia 28 de junho -, Seal Online já conquistou excelente engajamento dos brasileiros, que passam, em média, de 3 a 4 horas diárias jogando.
“Trouxemos Seal Online para o Brasil por acreditar no mercado local e nos brasileiros, que abraçam seus jogos preferidos, criam grandes comunidades de jogadores e se dedicam bastante aos games”, disse Mario Alberto Kim, CEO da Playwith Latin America. “Estamos muito satisfeitos com os resultados até aqui e confiantes de que a base de usuário ainda aumentará consideravelmente, inclusive nesse período de férias escolares. É um jogo gratuito, envolvente e muito divertido. Convido todos a experimentarem”, acrescentou.
O sucesso de Seal Online no Brasil também pode ser medido quando comparado a outros mercados. Nos Estados Unidos, por exemplo, o jogo conta com uma base maior de jogadores ativos e o tempo de permanência do usuário é de cerca de duas horas diárias.
Com visual moderno, Seal Online relembra os clássicos jogos MMORPG ao manter recursos emblemáticos do gênero, como a grande variedade de classes, customização de personagens, guerra de guilds, evoluções de níveis e um universo próprio. O game está disponível com menus e textos em português, é exclusivo para PC e transporta os jogadores para um universo de aventuras desafiadoras e batalhas heroicas com os personagens míticos de Shiltz.
Para fazer o download e jogar gratuitamente Seal Online, basta acessar AQUI.
A Legendary Pictures (Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos) adquiriu os direitos para uma adaptação cinematográfica e em live action de Pokémon, porém, o que ninguém imaginava é de que o filme seria baseado no game para Nintendo 3DS, Great Detective Pikachu: Birth of a New Combination.
Ainda não há mais informações sobre a produção (que deve iniciar em 2017), mas, da mesma forma de como foi com o longa de Warcraft, a Legendary tem mais uma poderosa/perigosa missão de entregar algo que agrade os Mestres Pokémon.
Tem muito artista bom aqui. Do nosso lado. Passando por nós na rua, enfrentando as mesmas filas, reclamando do mesmo clima, provavelmente. E nem sempre os reconhecemos. Nem sempre conhecemos os seus trabalhos.
Bom, talvez a maior parte do mundo já tenha conhecimento e já adora, sendo eu a perdida alienada que sou. Mas como faz pouco tempo que me dei conta de que literatura e arte local me satisfazem tanto quanto as estrangeiras, resolvi indicar algumas das obras que mais me deixaram contente nos últimos meses. Às vezes por autor, às vezes por tema, vai depender da vontade.
Então, aí vai a primeira indicação: quadrinhos do Guilherme de Sousa.
Como conheci
No Social Comics. Quer dizer, foi num blog que indicou um livro, que para minha alegria, está disponibilizado no SC. O título é A última bailarina e confesso que no começo fiquei de preconceito besta, porque achei que seria um negócio bem infantil. Acho que já deu para perceber que eu estava enganada.
Quem é Guilherme de Sousa?
Sinceramente, não tenho detalhes da pessoa, mas podemos imaginar uma criatura talentosa e com ótimo humor, além de uma mentalidade meio louca, dado o teor das suas histórias. Sua escrita é fluida e sem constrangimentos, nos fazendo ler cada história em uma tacada só, e deixando uma vontadezinha de reler.
As obras
São três HQs, o suficiente para eu me tornar uma admiradora e incluir na lista de “autores a serem lidos sempre que possível”.
A Última Bailarina
A Última Bailarina (Imagem Divulgação)
Achei que seria uma espécie de historinha para crianças, bem desenhada, graças à minha mania de nem sempre ler sinopses antes de “folhear” algo. Na real, é a história de Laurita, uma garotinha vestida de bailarina, sobrevivente de uma epidemia zumbi.
O outro sobrevivente é um urso de pelúcia. Sim, no estilo Ted de ser, soltando altos palavrões e pouco ligando para a opinião alheia – não que existam muito mais seres capazes de emitir algum julgamento na história – com o adicional de que ele combate zumbis.
A bailarina é irritantemente inocente, para equilibrar as energias. E tem um unicórnio na história. Cara, unicórnios são mágicos, e o Leo aqui garante a purpurina do projeto. O conjunto é fofo e engraçado, e me deixou feliz a ponto de eu ficar empolgadíssima quando vi o livro relacionado…
Fifo é o ursinho. Esta história é anterior à da que acabei de falar, antes de Fifo conhecer Laurita. Ele já foi um ursinho de pelúcia normal, olha só. Situações drásticas causam mudanças drásticas. Nesta HQ, nós entendemos o motivo do mau humor aparentemente eterno dessa criaturinha tão apertável, e quem for do tipo que chora com comercial de margarina provavelmente sofrerá aqui – muito.
Quer dançar?
Quer Dançar? (Imagem Divulgação)
Já esta, nada tem a ver com as anteriores. É um pouco mais curta, mas também bastante divertida. Começa com um casal se conhecendo numa balada, gerando um ser humaninho que acaba tendo seu desenvolvimento natural abortado.
Mas, este serumaninho não tem um final exatamente trágico, e a cada momento uma atitude gera uma consequência totalmente inesperada, culminando com evolução de espécies e um final que me fez lembrar da crença iorubá de que as histórias são sempre as mesmas, se repetindo no tempo.
Resumindo: Busque e leia, vale a pena. No Social Comics tem as 3 HQs.
Uma grata surpresa do jogo da Dontnod Entertainment, que fez um grande sucesso em 2015. Para quem não conhece o estilo do jogo, Life is Strange é um jogo episódico, com opções de diálogo e com uma linha de jogo que muda de acordo com suas decisões. No game, você controla Max (Hanna Telle) que tem o poder de voltar no tempo após presenciar um assassinato no banheiro de sua escola.
O mangá de Kouhei Horikoshi ganhará um spin-off com roteiro de Hideyuki Furuhashi (K: Dog & Cat) e arte de Court Betten (Tokyo Girls Destruction), focando em heróis que atuam de forma ilegal. Ainda não há informações sobre ele ser um one-shot ou uma serialização com mais capítulos. Intitulado “Vigilante: Boku no Hero Academia ILLEGALS”, será lançado no dia 20 de agosto na revista.
No Brasil, Boku no Hero Academia foi anunciado pela editora JBC. Ainda sem previsão ou data de lançamento.
Boku no Hero Academia / My Hero Academia (Capa Shueisha Divulgação)
Sinopse: Como o mundo seria se 80% da população manifestasse superpoderes extraordinários chamados “Quirks” aos quatro anos? Heróis e vilões batalhariam por todos os lados! Se tornar um herói significaria aprender a usar seus poderes, mas onde você iria estudar? U.A. High’s Hero Program, claro! Mas o que você faria se fosse um dos 20% que nascem sem Quirk? O estudante Izuku Midoriya que ser um herói mais do que qualquer coisa, mas não tem um resquício de poder em si. Com nenhuma chance de entrar na prestigiosa U.A. High School para heróis, sua vida está se tornando mais e mais em um beco sem saída. Até que um encontro com All Might, o maior herói de todos, lhe dá uma chance para mudar seu destino…
Apita o árbitro e a bola rola em Super Button Soccer, o jogo virtual de futebol de botão da Smyowl que leva para os PCs a nostalgia da clássica brincadeira. Depois de ser apresentado ao público na Brasil Game Show 2015, passar pela difícil peneira do Steam Greenlight no começo do ano e disputar alguns amistosos na última edição do BIG Festival, Super Button Soccer está pronto para estrear oficialmente e está à venda no Steam, por R$19,99. Usuários de Windows, Mac e Linux podem preparar as palhetas virtuais, chamar os amigos e começar a jogar.
Com perfil de e-Sport, Super Button Soccer é focado em competições e oferece partidas multiplayer locais e online. Tem opção de treinamento contra jogadores controlados pelo computador, desafios single player, times variados, botões de borracha, metal e magnetizados que podem ser combinados mediante as habilidades e estratégias na hora de colocar o time em campo. Além disso, o game conta com narração exclusiva em português e inglês, é fácil de aprender e tem um modo de gerenciamento de time em que o jogador pode criar sua própria equipe e personalizar o nome, escudo, camisa, material do botão e formação tática.
Durante todo o período de desenvolvimento do game, a Smyowl ouviu a opinião do público para aprimorar o jogo e tornar a experiência ainda mais completa. “O feedback dos visitantes da BGS 2015 e dos jogadores que testaram as versões preliminares de Super Button Soccer foi fundamental para evoluir o game e chegar ao nível que alcançamos. Estamos bastante animados e confiantes que Super Button Soccer vai divertir, resgatar boas lembranças e levar um pouco dessa brincadeira tão presente na cultura brasileira para outros países.”, disse Mauricio Alegretti, VP da Smyowl.
Diversão para toda a família com infinitas possibilidades
Quem não está acostumado com os jogos eletrônicos, mas já se divertiu bastante com o clássico futebol de botão, tem tudo para se dar bem em Super Button Soccer. O jogo é fácil de aprender e uma excelente oportunidade para unir gerações em grandes disputas.
Em Super Button Soccer os jogadores podem escalar seus times da forma que preferirem, determinar o local da partida, acompanhar sua evolução no ranking do game, jogar lado a lado com os amigos ou mesmo pela internet. Se ainda não estiverem preparados para adversários muito fortes, não tem problema: o jogo permite que os usuários vejam os níveis dos adversários e escolham contra quem preferem jogar.
Cada partida de Super Button Soccer é uma experiência única, em que os tipos de botões (borracha, metal e magnetizados), estádios (arena, treino, salão, gelo e asfalto) e bolas (normal, clássica, borracha e madeira) influenciam diretamente na estratégia, física e dinâmica do jogo. Para controlar os times, os usuários podem usar o periférico mais confortável, seja um gamepad, teclado ou mouse, todos eles equilibrados para uma mecânica acessível e de fácil aprendizado.
Outra brincadeira tradicional do Brasil que está presente em Super Button Soccer é a coleção de figurinhas. Para gerenciar cada time, o jogador usará cards que representam os elementos do seu time: escudo, camisa, botão, estádio e formação. Conforme avançam no jogo, vencem as partidas e participam de campeonatos, os jogadores sobem de nível e recebem pacotinhos de figurinhas, que ampliam as possibilidades de jogo e vão para um álbum virtual.
Você gosta de futebol? E anime de futebol? Baseada em um mangá que vem sendo publicado na Weekly Shounen Magazine (Nanatsu no Taizai, Fairy Tail) desde 2013, Days é a mais nova série de esportes animada pelo estúdio do estúdio MAPPA (Zankyou no Terror, Punchline, Sakamichi no Apollon). E advinha qual é o esporte da vez? Futebol!
O que difere Days das demais séries de futebol?
Aqui pelo Brasil já passaram algumas séries de futebol, como Captain Tsubasa (como Super Campeões) e Inazuma Eleven (como Super Onze), sem atingir um sucesso absurdo. Foram séries decentes, mas que realmente não tinham a caracterização, o carisma e a sentimentalidade que as séries de esporte atuais mais populares, como Haikyuu!! e Kuroko no Basket, tem. Days surge com a promessa de mudar isso.
Days (Imagem Divulgação)
Com um visual muito digno e um primeiro episódio realmente emocionante, a menos que algo dê muito errado no meio do caminho, é possível que Days se torne um dos queridinhos da temporada. A história é a seguinte: em uma determinada escola chamada Seiseki existe um renomado clube de futebol. Um garoto, Tsukushi, acabou de ingressar no primeiro ano do ensino médio nessa escola. Ele é pequeno, frágil e “normalzinho”, e por isso sofre bullying e tem dificuldades para se enturmar. Um dia, um rapaz bonito o encontra sendo atacado, e resolve assustar seus bullies com uma arma, fingindo que é um andarilho. Tsukushi fica muito grato, e é claro que aceita quando o rapaz, chamado Jin, o convida para jogar uma partida de futsal, mesmo sendo uma completa negação em esportes.
E como ele sai dessa situação? Jin o aconselha “correr o quanto puder”, e é assim que com esforço, determinação e inteligência, Tsukushi acaba conseguindo até mesmo fazer um gol e ajudar sua equipe. No dia seguinte, os dois acabam se encontrando na escola e finalmente descobrem que são colegas de classe. Tsukushi resolve então acompanhar Jin até o clube de futebol… que, no fim das contas, é extremamente sério e exigente. Note que o primeiro episódio em nenhum momento fez questão de esfregar na nossa cara que esse clube é renomado; sabemos apenas que tem um estudante que atua como capitão e vai se tornar jogador profissional, e todos os estudantes estão muito sérios… Nós, juntos com Tsukushi, vamos sentindo a sua sensação de: “o-oh… isso aqui não vai ser moleza”.
Sem dar “spoilers” do fim do episódio 1, basta dizer que Days promete ser uma daquelas séries de esportes em que no começo o protagonista mal sabe o que é o esporte, e vai inspirando os outros – colegas e espectadores – com sua garra. Notem também que eu só escrevi metade do episódio aqui, porque o episódio tem muita informação, que, eu diria, é sempre apresentada com sucesso, de forma clara mas não é expositiva demais. Acabou sendo uma experiência bem envolvente, e me deixou com gostinho de “quero mais”, como qualquer bom anime de esportes.
Haikyuu + Baby Steps?
Se minha aposta inicial era de um novo Haikyuu, eu diria agora que Days promete mais ser uma mistura da energia de Haikyuu com a mensagem de superação e a doçura de um Baby Steps. Sendo honesta aqui, como a “fujoshi” local, eu devo dizer ainda que Days é tão “pacote completo” que tem até os elementos presentes nos melhores animes de esportes “fujobait”, como rostos enrubescidos e um tratamento carinhoso entre os protagonistas, que passam batido pelo espectador desavisado. No final, tivemos ainda os perfis dos personagens: como esperado, Jin é o “tipo B” mulherengo, e Tsukushi é o “tipo A” herbívoro. Os perfis chegam a ser engraçados, assim como os lances perna-de-pau do Tsukushi, e me fazem concluir que a série tem até um certo humor, ainda que não seja escrachado.
Não posso dizer que senti falta de alguma coisa nesse primeiro episódio. Talvez não seja uma série muito madura em termos de caracterização, mas ainda não dá para afirmar nada. A animação foi satisfatória, o character design é agradável, e até agora, Days é um anime de esportes que promete empolgar todas as tribos. Fica a expectativa de que nossas esperanças não acabem levando um 7×1!