Mantendo a autenticidade que nasceu com o dueto em 2007, o GLIM SPANKY, constituído pelo vocal intenso de Remi Matsuo e os riffs pesados e orientados de Hiroki Kamemoto, edifica para além dos holofotes o melhor do blues-rock, tornando-se por assim dizer um dos melhores duos do Japão.
Você deve ter se perguntado: O que é esse subtítulo louco? E qual a relação entre os nomes citados? E eu lhe respondo: Não, Janis Joplin não retornou dos mortos e a relação é plausível, portanto, eu explicarei.
No Japão, a cantora Remi Matsuo é conhecida como o “Retorno de Janis Joplin” devido as suas habilidades vocais serem “quase” idênticas as da Pearl (apelido de Janis Joplin), além disso, a moça junto de seu parceiro musical fez um vídeo ao estilo jam session ao qual interpretaram a canção MOVE OVER, de Janis Joplin.
Percebe-se que a moça realmente merece a alcunha no que se refere ao vocal, afinal, a mesma rouquidão que a rainha do rock and roll possuía, faz-se presente em Remi Matsuo, por outro lado, os riffs de Hiroki Kamemoto não deixam a desejar de maneira nenhuma e é assim também em DUMMY ROCK & BLUES
Novamente com o jam session, o GLIM SPANKY enche o estúdio com um blues-rock recheado de riffs, grooves e percussões, bem como, o vocal intenso que é a marca de Remi Matsuo.
Hiroki Kamemoto: a outra metade do GLIM SPANKY
Não é preciso nem salientar que o rapaz de apenas 27 anos domine tão bem as principais técnicas de guitarra que como resultado, propicia ao GLIM SPANKY a pegada do rock e do blues, tal qual outra de suas influências, isto é, a semelhante síntese musical que o The White Stripes construiu e que Hiroki Kamemoto ao lado de Remi Matsuo tiraram inspiração para SHOUSOU.
Autêntico até os dias de hoje, o dueto com fortes influências de gênero e cantores ainda mantêm todas as características que lhe foram atribuídas e conquistadas, por exemplo, o blues-rock que está presente na alma do GLIM SPANKY rendeu canções que serviram de tema para os filmes ONE PIECE: GOLD, TAG e a animação de Kyoukai no Rinne.
Em conclusão, o dueto realiza o que poucas bandas ainda fazem, quer dizer, mantêm-se fieis ao gênero que escolheram e por mais que pensemos que eles estão sendo limitados, conclui-se que é um pequeno erro levar isso em consideração, já que Remi Matsuo e Hiroki Kamemoto apresentam um trabalho que como citei: “para além dos holofotes”, mas que sempre está de acordo com o que GLIM SPANKY faz.
Smokin’ Parade é outra série da dupla Jinsei Kataoka (história) e Kazuma Kondou (arte) e segue a história do protagonista Kakujou Youkou. Em um mundo onde a medicina está deveras evoluída e é possível fazer transplante de órgãos, a principal empresa que domina ramo é a Ame no Tori (Rain of Birds ou Chuva de Pássaros) – que domina 60% do ramo mundial e promete fazer transplante de qualquer órgão.
A história começa com Youkou nos contando que tudo começou quando, ironicamente, ele morreu. A irmã de Youkou, Mirai Kakujou, que recentemente fez um transplante de pernas, está preparando uma surpresa para o seu estimado irmão. Eis que, na verdade, os implantes da Ame no Tori não são 100% perfeitos e infalíveis como afirmam. Na realidade, parte deles gera um tipo de reação na qual transformam seus pacientes em monstros – com cabeças de bichos de pelúcia – que são denominados de Spiders (aranhas). E, como todo protagonista sortudo, Youkou é atacado no dia de seu próprio aniversário de 15 anos pela irmã transformada.
Então, prestes a morrer, ele é “salvo” pela Jackalope – uma divisão especial criada para eliminar esses monstros, basicamente, uma organização anti-Spider. Digo, “salvo” pois os mesmos não sabiam que ainda havia um sobrevivente no local. Youkou assiste Mirai (ou o que sobrou da irmã) ser morta pela Jackalope e, no entanto, ainda tenta protegê-la. A priori, o grupo é composto de três indivíduos, que remetem à demônios – por causa dos chifres e suas próteses mecânicas com armas de combate, os Gears.
Por fim, o ruivinho acaba sendo convidado para se juntar a Jackalope, recusando-se. Ele opta por pegar partes mecânicas mais simples e seguir com sua vida. Entretanto, acaba presenciando novos ataques de Spiders. Uma coisa leva a outra e ele é novamente salvo, mas também salva o dia, juntando-se a trupe mecânica. A série segue a partir daí.
Da Obra
O mangá está em andamento e é publicado pela Monthy Shonen Ace da Kadokawa Shoten e, diferente de outras revistas, ela tem um público mais específico – tendo publicado títulos como Eureka Seven, Deadman Wonderland, FateStay Night, Mirai Nikki, Samurai Champloo, Blood+, dentre outros.
Simbolismos
Vou começar falando de algo que achei bem simbólico. Curiosamente, ‘mirai’ significa ‘futuro’ em japonês; assim como ‘youkou’ é uma variação de ‘youkai’ que é ‘monstro’ ou ‘demônio’. (Aqui não tenho certeza se são os mesmos kanjis, mas achei bem simbólico comentar.) Não obstante, ele logo de cara fala que tudo começou quando ele ‘morreu’. Pode parecer uma sopinha de palavras, porém, acredito que tenha alguma trama por trás disso. Não me parece uma escolha tão aleatória assim.
Ademais, dê cara percebemos que ele não é nem de longe um personagem típico. Muito menos para protagonista, o que cria certa estranheza – ao invés do sentimento de identificação e vínculo. É difícil entender o que ele pensa e, mais ainda, o que sente. Youkou tem uma maneira bem particular de agir e pensar. Além disso, é marcante como o personagem segue fielmente suas próprias regras de conduta e como elas são de suma importância para si – vulgo “regras da família Kakujou”, que ele mesmo criou.
O que torna alguém humano?
Uma questão que particularmente me intrigou é o fato dele ser bem apegado ao que é ‘humano’, ao ser humano. Tanto que o embate ‘monstro’ e ‘humano’ é levantado repetidas vezes. O que confere a condição de humanidade à alguém? E o que seria um monstro? Tais perguntas são ainda mais enfatizadas quando ele entra na Jackalope e conhece os demais personagens ou em sua luta com os Spiders. Uma passagem também alarmante é a (possível mãe) mulher que tenta matá-lo ainda quando criança e o chama de monstro. (Mais alguém ficou com a pulga atrás da orelha?)
Para encerrar, queria deixar a provocação: o que torna alguém humano?
Bom, com base no que lemos até agora, a série é só elogios. Quem curte sci-fi, steampunk, ação, drama e um bom mistério fica a recomendação!
A plataforma social de vídeos Twitch apresenta seu Programa de Afiliados (Affiliates Program), que concederá aos canais participantes ferramentas da plataforma que antes estavam disponíveis apenas para streamers que participassem do Programa de Parceiros. O objetivo é que esses canais possam ter lucros com suas transmissões.
“A Twitch sempre se preocupou em atender às necessidades dos nossos criadores de conteúdo, seja os que contam com grandes comunidades, ou os com uma base de visualizações menor”, afirma Ethan Evans, Vice-Presidente de Comércio da Twitch. “Com o Programa de Afiliados seremos capazes de desenvolver uma categoria completamente nova com diversos streamers.”
Os critérios para que os streamers se encaixem no programa se baseiam no tempo gasto em transmissões, suas visualizações e número de seguidores. A primeira ferramenta de monetização disponível para os Afiliados será a função Cheering, por meio dos emotes animados Bits.
A função Cheering é uma maneira divertida e interativa para os espectadores apoiarem os criadores de conteúdo e celebrarem os momentos que mais gostam com o restante da comunidade diretamente no bate-papo. Desde seu lançamento, o programa tem feito sucesso com mais de um bilhão de Bits utilizados.
A Twitch tem planos para desenvolverá ainda mais seus programas de Afiliados e de Parceiros para oferecer maior suporte aos streamers em todos os estágios de seu desenvolvimento. Os Afiliados terão eventualmente acesso a programas que gerem renda, tais como assinaturas, comércio de jogos e publicidade.
Os fãs de Smite, game do gênero MOBA desenvolvido pela Hi-Rez Studios e distribuído no Brasil pela Level Up, estão acostumados a encarnar diversos deuses antigos em suas aventuras pelo jogo, mas agora têm à disposição uma das divindades mais veneradas da atualidade pelos hinduístas: Ganhesha, o deus do sucesso e da prosperidade e que remove obstáculos.
Primogênito de Parvati e Shiva, Ganesha tem cabeça de elefante em um corpo de menino. Suas características físicas representam os dois primeiros passos para a autorrealização: escutar os ensinamentos e refletir sobre eles. Em Smite, Ganesha é um personagem jogável muito poderoso, capaz de fortalecer seus aliados e enfraquecer os inimigos com ataques exclusivos.
Passiva – Boa Sorte: Ao abater um deus inimigo, Ganesha creditará o abate ao deus aliado mais próximo e receberá as recompensas de uma assistência.
Mudança do Destino: Com enorme força de vontade, amaldiçoa e causa dano aos inimigos. Para cada inimigo atingido (no máximo de 5), os deuses aliados em até 55 unidades de distância ganham dano bônus.
Ohm: Ganesha inicia um cântico e ascende em posição de lótus, ficando um pouco mais lento, mas podendo avançar em qualquer direção. Enquanto canta, silencia os deuses inimigos em um cone à sua frente e aumenta as Proteções Físicas de todos os aliados próximos.
Remover Obstáculos: Puxa um inimigo com seu aguilhão, mantendo-o no lugar e causando grande dano antes de arremessá-lo para cima. Enquanto avança, Ganesha atravessa obstáculos deixados por jogadores.
Pilares Dármicos: Invoca os Quatro Grandes Pilares da Retidão para aprisionar seus inimigos. Entre cada par de pilares uma barreira mágica é criada e inimigos que atravessarem a barreira recebem dano, ficam lentos e têm suas proteções reduzidas por 3 segundos.
Patch 4.7
Além da possibilidade de encarnar Ganesha, o pacote de atualizações 4.7 oferece aos usuários de Smite cinco aparências (Cila Vampírica, Mercúrio Mensageiro Moderno, Nike A Pardal, Uller Ordem Secreta e Jano Andamundo), dois emotes (palmas de Ganesha e acenar de Ganesha), mudanças em itens e em deuses e correções de bugs.
Vainglory, o jogo líder em eSports na plataforma touchscreen, anuncia sua atualização 2.4 que trará Glory em dobro por quatro finais de semana, a partir de hoje, 28 de abril – sempre com início às 21h da sexta-feira e término às 21h de domingo. O Glory poderá ser usado para desbloquear e aprimorar os Talentos, novo sistema do título, que chegará em breve ao jogo.
Talentos será o novo sistema de progresso que se destina somente para os modos Duelo, como Blitz e Battle Royale. Com o uso de Glory será possível aprimorar as habilidades dos heróis, estatisticamente falando, deixá-las mais divertidas ou mesmo mais “loucas”.
Novas skins e herói
A atualização 2.4 de Vainglory trará também um novo herói, Baptiste, que tem o poder de controlar a batalha invocando o medo no coração dos inimigos. Ao ceifar a alma dos oponentes, ele se mantém na luta e reforça os próprios ataques e habilidades. Baptiste pode ordenar que seu exército de sombras aprisione vítimas desavisadas ou aterrorize toda a equipe, forçando-a a fugir dele.
Além disso, a atualização contará com quatro novas skins: Blackfeather Destino do Campeão (lendária), Saw Forças de Elite (rara), Flicker Lanterna Escarlate (épica) e Taka “Sombra Noturna” (edição especial).
BaptisteBlackfeather Destino do CampeãoFlicker Lanterna EscarlateSaw Forças de Elite
O novo capítulo do mangá de Ichigo Takano, Orange, será lançado na edição de junho da revista Monthly Action (Editora Futabasha), prevista para sair no dia 25 de maio. Ainda não há maiores informações sobre o enredo da nova história – e se a série terá um potencial para continuações.
Sinopse: Originalmente publicado em abril de 2012, na revista shoujo Bessatsu Margaret (Shueisha), a série teve sucesso mas acabou entrando em hiato a partir de dezembro do mesmo ano, devido a problemas de saúde da autora, Ichigo Takano. Para alegria dos fãs da obra, Orange foi retomada em 2014, na Monthly Action, da editora Futabasha. O título foi finalizado agora em 2015, com um total de 5 volumes encadernados. Com uma sensível história que mescla romance e ficção, Orange já vendeu mais de 1 milhão de cópias no Japão, ficou em 5ºlugar na lista de recomendações de leitura das livrarias e em 15º lugar no ranking do “Kono manga ga sugoi!” (“Este mangá é demais!”), da editora Takarajimasha. Tal é o sucesso da obra ganhou até um filme!
Como a BMQMNQ é uma coluna mais livre e de variedades, direcionada aos leitores, pensei em trazer algo diferente dessa vez. Diferente dos temas anteriores, em que usei duas obras como referência, vou começar com algo do… Cotidiano (?) Na real, será parte guia, parte reflexão/introdução para quem pensa em fazer um, mais de um, tem curiosidade sobre o assunto e etc.
Então, eis a questão “Piercings: perfurar ou não perfurar?” – usei o termo ‘perfurar’ propositalmente pois, como devem saber, o piercing não é apenas o furo; e sim, a jóia por dentro do furo feito e esse conjunto per se. (Achei importante ressaltar para já quebrarmos logo de cara pré-conceitos rs)
Mais um desenho da Nairi pra bmqmnq~ Thanks, dear!
Cuidados e Saúde
Well, nunca é demais começar com esses tópicos. Vou listar o que julgo de vital importância – com grande ênfase para quem pretende fazer:
Pesquise(!)
Pode parecer bobo ou óbvio, todavia, quis ressaltar. Se você quer fazer algo no seu corpo, procure se informar e fazer um estudo prévio. Digo ‘estudo’ porque é bem isso. É procurar se informar, conversar com pessoas mais experientes na área, ler e ler até entender. Do contrário, aquela ponta de insegurança que sempre pode rolar acaba virando um poço.
Lugar
Procure um local especializado nesse tipo de serviço e um body piercer para tirar suas dúvidas, conhecer como é o procedimento e afins. Claro, a internet facilitou em muito o acesso a informações e tals, no entanto, sempre é bom ir conhecer pessoalmente – indicações sempre são válidas, mas ainda assim recomendo dar uma olhada antes.
Dica: sempre é importante perguntar sobre a esterilização dos materiais utilizados.
Corpo
Para além dos cuidados, estética e o que levou a escolher o lugar que você quer fazer, procure refletir como isso vai influenciar na sua vida prática. Por exemplo: “você lida com crianças? ou faz algum esporte de mais contato físico e atrito? há algum perigo de se machucar o local ou, no pior dos casos, arrancar?” – essas questões hipotéticas podem parecer desnecessárias, mas ajudam. (Vai por mim, conselho de amiga.)
Aproveitando, se você é uma pessoa que curte simbolismos e afins, vai achar bem legal os significados de perfurações em diferentes partes do corpo. Dê uma olhada em tradições tribais, diferentes culturas – inclusive, a nossa cultura indígena tem vários fatos interessantes sobre adereços fixados ao corpo rs.
Jóia
Igualmente, a jóia utilizada pode ter significados interessantes. No aspecto estético, hoje em dia temos a vantagem de cada vez mais termos diferentes modelos e opções. Procure pesquisar se o que você pretende é o apropriado. Por vezes, a jóia que se quer pode ser mais elaborada ou de uma maneira que não favoreça seu num primeiro momento. Frequentemente, você pode ter que colocar um modelo mais simples antes daquele almejado – então não se apresse e deixe seu corpo se acostumar.
Dica: se você for uma pessoa alérgica ou que tem a pele sensível, recomendo conversar com o body piercer qual o material mais adequado e que pode “dar menos problema”. Coloquei dessa forma, pois não dá pra ter uma garantia definitiva. Porém, hoje em dia há várias opções, como falei acima. E materiais que não causam tanta irritação na pele.
Cuidados
Antes, durante e depois. Sempre.
Essa é uma das partes mais importantes. Creio que o furo em si não é a maior questão, e sim, como você cuidará dele dali em diante. Claro, a perfuração e colocação da jóia influem, mas como você irá se responsabilizar por ela durante o processo de cicatrização e mesmo depois também são vitais.
Dica: saiba que você terá que estabelecer uma rotina mínima de limpeza mesmo após a cicatrização. Pessoalmente, digo que é um trabalhinho que vale a pena e você se acostuma. Entretanto, se você é uma pessoa que é desleixada e acha que é só furar e acabou, recomendo dar uma repensada pois, as complicações que por vezes vemos ou ouvidos se dá em conta de descuidos assim – claro, que nem sempre. Mas é aquilo, “melhor prevenir que remediar”.
Motivação e dor
Muitas pessoas acreditam (erroneamente) que os piercings são apenas um adereço de moda. Hm…. Tenho minhas ressalvas em afirmar isso. Não desmereço quem faz piercings por uma questão estética, de maneira nenhuma. No entanto, é muito generalista assumir tal. Eis que prefiro deixar a questão em aberto e apenas falar que são muitos os motivos. E, por vezes, complexos demais para tentar explicar aqui. Ou mesmo, também não precisam ser complicados. Podem ser mais simples do que se imagina.
Agora, esses motivos conversam com o segundo aspecto que quero comentar aqui: dor. Até onde sei, a maioria das pessoas não gosta de sentir dor ou sofrer – que, na minha concepção podem ser coisas semelhantes ou não. Entretanto, particularmente, acho que a dor é o que dá parte do sentido ao piercing, assim como à tatuagem. A vida seria muito mais simples se não tivéssemos que pagar um preço pelas coisas que queremos rs
Sempre que as pessoas veem meus piercings ou que fiz um novo são duas as reações mais frequentes: ou apenas observam (e aí já tenho certa noção de sua opinião) ou fazem um comentário seguido das palavras “doeu (muito)?”. A dor é relativa. Ela varia de pessoa para pessoa e é percebida de maneira e graus diferentes.
Claro, o local de escolha influencia. Há regiões no nosso corpo que são mais sensíveis, mais enervadas, menos propícias, enfim. Acredito que se o sujeito tem motivação, a dor é acessória. Sendo sincera e dizendo na lata: geralmente os furos são rápidos, o que mais dá agonia é colocar a jóia pois o lugar está bem sensível. Ademais, o mais “chato” mesmo é a cicatrização. Ou seja, a perfuração pode não ser a pior parte :v
Entretanto, não se assustem, dears. É como o ditado: “Where is a will, there is a way”… Ou mesmo, “no pain, no gain” <3 hehe
Desabafo
Como já disse, acredito que o maior “problema” não seja colocar o piercing, e sim, cuidar. Claro, considerando que a perfuração seja feita do modo correto e com os materiais corretos. No entanto, agora faço um desabafo pessoal.
“Pior que colocar é tirar. E depois, colocar de novo.” – pois então. Lembram que quando me apresentei disse que sou uma pessoinha meio azarada? Não? Tudo bem, tem na minha minidescrição. E se você não acredita, enfatizo: sou.
Vou contar rapidinho duas infelicidades que aconteceram comigo depois que fiz alguns dos meus piercings. Uma que já faz um tempo, logo quando coloquei meus primeiros, e outra bem recente, tipo esses dias.
A primeira: pouco depois que fiz meus três primeiros, caí da escada e rompi ligamentos. Ou seja, precisei fazer exames. E, para os exames você precisa tirar todos os piercings. Eis que, descobri que um deles emperrou. Deu um trabalho para tirar os outros dois, mas um em especial não saiu de jeito nenhum. Ai que sufoco, tive que voltar no lugar que fiz – de robofoot e tudo, com a cara inchada de tanto tentar rs – para tirar. Sorte que a moça manjava, mas ainda assim foi sofrido… E depois pra recolocar o bendito. Tive que esperar desinchar, cicatrizar de novo pra refurar.
O segundo episódio: a Megu esses dias foi feliz da vida fazer piercings de novo. Eis que saiu a data para ir na Polícia Federal tirar passaporte. Para tirar passaporte, você tem que tirar tudo da cara – inclusive franja, maquiagem. Piercings não seriam diferentes. Aiai, é… Sensação de déjà vu. Situação repetida. Apesar de já ter 8 deles, parece que não foi prática suficiente. Fora a dor de ter que tirar todos, também teve a dor de não conseguir tirar um deles. Não, não foi o mesmo da primeira historinha (esse fiz questão de aprender a tirar u-u). Entretanto, foi ainda mais dolorido. E, como cutuquei, digo, tentei demais. É… É esperar desinchar e cicatrizar todos de novo para ir furar de novo. Mas, enfim~
E, aproveitando a vibe, semana que vem: tattoos!
Aí comento sobre preconceitos e inconvenientes no geral na sequência.
Se tiverem alguma pergunta, dúvida, curiosidade sobre o tema – seja piercings ou tattoos – manda pra gente 😀 (Na real, de qualquer outro tema também rs)
A estação Talos I foi dominada por alienígenas, e cabe a você impedir que a infestação Typhon destrua a humanidade que conhecemos. Para prepará-lo para a luta, a Bethesda liberamos a primeira hora de Prey de graça no PlayStation 4 e Xbox One.
Você é a última – e única – esperança da raça humana, então vista seu uniforme da TranStar, entre na Talos I e jogue a primeira hora hoje antes do lançamento mundial do game em 5 de Maio! Você pode conferir toda a ação no mais novo trailer de Prey abaixo:
A Prey Demo: Opening Hour coloca você no papel de Morgan Yu, cientista chefe a bordo da Talos I, trabalhando em uma descoberta científica que irá alterar o destino da humanidade para sempre. O que começa como o primeiro dia de trabalho rapidamente se transforma em algo sombrio. Você se verá sozinho na Talos I, uma estação interestelar de pesquisa grandiosa porém abandonada. Alienígenas infestaram a estação e estão eliminando todos os sobreviventes, incluindo você. Se as criaturas conseguiram chegar à Terra, a vida como conhecemos será extinta. Cabe a você desvendar os mistérios da Talos I e proteger o mundo da ameaça Typhon. Então não se esqueça de conferir o site da BETHESDA para mais detalhes sobre como você pode se preparar para a invasão.
Com lançamento mundial previsto para 5 de Maio, 2017, no Xbox One, PlayStation 4 e PC, Prey é o altamente aguardado jogo de ação em primeira pessoa do Arkane Studios – os criadores da premiada série Dishonored, que inclui o ‘Jogo do Ano’ 2012 e a sequência aclamada pela crítica, Dishonored 2.