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Argentino Ariel Olivetti confirma presença na CCXP 2017

CCXP – Comic Con Experience, que se tornou a maior comic con do planeta em 2016, quando reuniu um público recorde de 196 mil pessoas, anuncia a presença do quadrinista argentino Ariel Olivetti em sua quarta edição, que acontece de 07 a 10 de dezembro no São Paulo Expo.

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O artista é conhecido em seu país como co-criador da série cômica de HQs Cazador de Aventuras, publicado entre 1992 e 2001. No exterior, Olivetti trabalhou para as gigantes Marvel e DC Comics em títulos como Demolidor, X-Men, Space Ghost, Punisher War Journal e mais recentemente em Venom: Space Knight, série solo do simbionte Venom, como parte das novas HQs da Marvel.

Suas primeiras publicações foram para a prestigiada revista de quadrinhos independentes Fierro e seu primeiro trabalho fora da Argentina foi em The Last Avengers Story, publicado pela Marvel Comics em 1995 nos Estados Unidos. O quadrinista trabalhou ainda em títulos como Mística e Dentes-de-Sabre (Marvel – 1996), além de Lanterna Verde (2003) e Batman: Lendas do Cavaleiro das Trevas (2006) para a DC Comics.

Em 2006, assinou um contrato de exclusividade com a Marvel Comics para a produção do segundo volume de Punisher War Journal. É ainda co-fundador da Editora Dícese, onde se dedica a espalhar o talento argentino ligado ao mundo dos quadrinhos, ilustração e escultura; desenvolvendo uma coleção bilíngue de tutoriais de arte de renomadas referências locais. Atualmente, está trabalhando em Space Ghost para a DC Comics.

“Ariel Olivetti é um veterano na CCXP. Ele adora os fãs brasileiros e essa será sua terceira participação como convidado especial. O artista vem novamente para trazer sua versatilidade e estilo únicos para o evento. Ele estará todos os dias no Artists’ Alley conversando e distribuindo autógrafos para os fãs”, comenta Ivan Freitas da Costa, sócio do evento e curador da área de quadrinhos.

CCXP – Comic Con Experience (www.ccxp.com.br), que reuniu 196 mil pessoas em 2016 e bateu o recorde de público em comic cons no mundo, terá sua quarta edição entre 7 e 1o de dezembro de 2017 no São Paulo Expo e espera receber mais de 220 mil visitantes. Os ingressos de sábado (9/12) já estão esgotados. Os ingressos para quinta, sexta, domingo, quatro dias, Full Experience e Epic Experience estão à venda pelo site com preços a partir de R$ 89,99. Para saber mais, acesse:

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Junji Ito: O mestre do horror japonês | Suco Apresenta

Aclamado como um dos preceptores do horror japonês, Junji Ito, nascido em Gifu, no Japão em 1963 interpela em seus trabalhos a união do estranho e o escatológico. O desfecho é por fim, grotesco, mas ao mesmo tempo encantador.

O começo

Junji Ito, considerado hoje como um dos célebres autores contemporâneos do horror, só havia se tornado profissional depois dos trinta anos de idade, além disso, antes o autor desenhava apenas por hobby.

A partir de 1987, Junji Ito ficaria conhecido pela sua obra Uzumaki (Uzumaki – A espiral do horror, no Brasil) nos quais moradores de Kurôzu-cho, uma antiga cidade ficcional são atormentados por uma maldição que envolvem espirais.

Recentemente, a Darkside Books lançou a coletânea “Fragmentos do Horror”, com oito histórias e já disponível em livrarias por todo o Brasil.

Influências

É quase impossível de não notar que algumas obras de Ito, dentre elas Uzumaki, Tomie, Gyo e Ma no Kakera (Fragmentos do Horror, no Brasil) possuem influências sutis de autores como H.P.Lovecraft, Kazuo Umezu, Hideshi Hino e Yasutaka Tsutsui.

Em Uzumaki vemos não somente traços destes autores como também presenciamos um lado kafkiano retratando a história com um realismo inesperado, inverossímil e até mesmo com um pequeno senso de humor. O deleite vem quando Ito usa as pequenas influências de H.P.Lovecraft, colocando o leitor e os próprios moradores como meras marionetes nas mãos de entidades e maldições.

Gyo também virou um OVA pelo estúdio ufotable!

Traços

Esboçando traços realistas para narrativas cheias de absurdos e mistérios, Junji Ito demonstra que o titulo de mestre do horror não é apenas uma menção, mas sim um fato. Aproximando a realidade a narrativa ficcional, Ito constrói um belo souvenir recheado de ilustrações que causam nojo, espanto, admiração e repulsa.

É unindo todos esses elementos que Junji Ito, o mestre do horror japonês não só cause estranheza e repulsa, mas sim o que o autor de O Mito de Cthulhu disse certa vez: “A emoção mais antiga e mais forte da humanidade é o medo, e o medo mais antigo e mais forte de todos os medos, é o medo do desconhecido”.

As três capas de Uzumaki. (Editora Conrad)

*Imagem de capa via Darkside Books

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Paul Azaceta, desenhista de Outcast, confirma presença na CCXP 2017

CCXP – Comic Con Experience, que se tornou a maior comic con do planeta em 2016, quando reuniu um público recorde de 196 mil pessoas, anuncia em sua quarta edição, que acontece de 07 a 10 de dezembro no São Paulo Expo, a participação do artista norte-americano Paul Azaceta. O quadrinista estará no evento todos os dias em uma mesa no Artists’ Alley, área destinada a quadrinistas e ilustradores.

Confira também: Artista de Batman Beyond, Bernard Chang, vem à CCXP 2017

Azaceta iniciou sua carreira na Marvel Comics com a criação dos desenhos de Capitão Marvel. Desde então, trabalhou em diversas obras da editora como O Espetacular Homem-AranhaDemolidor e Conan. Também participou da criação de dois livros de Mark SableGraveyard of Empires e Grounded, ainda não lançados no Brasil.

Em seguida, o artista assumiu o seu primeiro trabalho no segmento de terror com Outcast, HQ de exorcismo escrita por Robert Kirkman (The Waking Dead), que foi adaptada para uma série de TV pelo canal Cinemax e já teve duas temporadas.

“Mais um nome internacional chega para reforçar o ‘coração da CCXP’. Estamos muito orgulhosos e empolgados com a presença de mais um artista versátil, que participou de obras tão relevantes para o mundo dos quadrinhos”comenta Ivan Freitas da Costa, sócio da CCXP e curador da programação de quadrinhos do evento.

CCXP – Comic Con Experience (www.ccxp.com.br), que reuniu 196 mil pessoas em 2016 e bateu o recorde de público em comic cons no mundo, terá sua quarta edição entre 7 e 1o de dezembro de 2017 no São Paulo Expo e espera receber mais de 220 mil visitantes. Os ingressos de sábado (9/12) já estão esgotados. Os ingressos para quinta, sexta, domingo, quatro dias, Full Experience e Epic Experience estão à venda pelo site com preços a partir de R$ 89,99. Para saber mais, acesse:

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Arthur Adams e Joyce Chin confirmam presença na CCXP 2017

CCXP – Comic Con Experience, que se tornou a maior comic con do planeta em 2016 ao reunir um público recorde de 196 mil pessoas, confirma a presença do quadrinista norte-americano Arthur Adams, uma das maiores lendas da arte sequencial, que vem ao Brasil pela primeira vez acompanhado de sua esposa e também artista, Joyce Chin.

Confira também: Natalia Tena, atriz de Harry Potter e Game of Thrones, é confirmada na CCXP 2017

Os artistas participam de painéis e outras atividades que terão a programação divulgada em breve no Artists’ Alley da quarta edição da CCXP, que acontece de 07 a 10 de dezembro no São Paulo Expo.

Arthur “Art” Adams destaca-se no mundo das HQs desde 1985 com a série Longshot, da Marvel Comics, e rapidamente tornou-se colaborador e co-criador de diversas histórias, como Batman, Superman, Spiderman, X-Men, Godzilla, Vampirella, Rocketeer, The Authority, Danger Girl, Excalibur e Hulk. Em 1987 ilustrou o Gumby Summer Fun Special #1, que lhe rendeu o Eisner Awards na categoria Best Single Issue.

Em 1993, o artista publicou sua aclamada obra de ficção científica Monkeyman and O’Brien pelo selo Legend, da editora Dark Horse Comics. No Legend, Adams também lançou histórias do personagem Jonni Future em uma antologia. As histórias de Jonni Future em oito páginas foram publicadas pelo selo Wildstorm (DC Comics) na antologia Tom Strong’s Terrific Tales (2002-2004).

Arthur também desenhou capas memoráveis de diversos títulos, como Justice League of America, Appleseed, Buffy the Vampire Slayer, Green Lantern, Hulk, Avengers, X Men, Red Sonja, Superman, Batman e Vampirella, entre outros, além de ter trabalhado nas linhas Ultimate, All New-X-Men, Ms. Marvel, Avengers World e as oito capas variantes (e interconectadas) de Pecado Original – todos da Marvel, além de fazer as capas de Guardiões da Galáxia e diversas obras da linha Marvel U.

Capa de X-Men: The Asgardian Wars, criada por Adams

Joyce Chin está no mercado de HQs desde 1995, quando desenhou Guy Gardner: Warrior para a DC Comics. Passando por diversas editoras, desenhou números de Vampirella, Xena e Superman: Silver Banshee, Spider-Man, Hulk, Tomb Raider e Red Sonja, além do cross-over entre as editoras Top Cow e Dynamite Entertainment, chamado de Monster War. Joyce também desenhou capas para Marvel e DC de personagens e séries, como Mulher Maravilha, X-Men, Ms. Marvel, Capitão América e Homem de Ferro.

Capa de Joyce Chin

Os artistas, que não puderam vir à CCXP 2016 por questões de saúde, finalmente poderão encontrar os fãs que estavam ansiosos por esse encontro. “Arthur Adams é um artista reconhecido e adorado por seu estilo inconfundível, com produção constante desde a década de 80 e criador de imagens clássicas dos personagens da Marvel Comics. Eu também estarei lá para pegar um autógrafo!”, comenta Ivan Freitas da Costa, sócio do evento e curador da área de quadrinhos.

CCXP – Comic Con Experience (www.ccxp.com.br), que reuniu 196 mil pessoas em 2016 e bateu o recorde de público em comic cons no mundo, terá sua quarta edição entre 7 e 1o de dezembro de 2017 no São Paulo Expo e espera receber mais de 220 mil visitantes. Os ingressos de sábado (9/12) já estão esgotados. Os ingressos para quinta, sexta, domingo, quatro dias, Full Experience e Epic Experience estão à venda pelo site com preços a partir de R$ 89,99. Para saber mais, acesse:

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Atômica | Review

A convite da Universal Pictures do Brasil, tivemos o privilégio de conferir Atômica, o mais novo filme estrelado e protagonizado por Charlize Theron!

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Todo início do ano tem uma lista dos filmes que serão lançados em cada mês, e sempre tem aqueles que todos esperam, e aqueles que ninguém liga, porém tem aqueles filmes que só de ver o pôster, já se cria uma leve expectativa, de que “pode ser um filme bom”.

E aí começamos a ver o elenco, sinopse, trailers, até chegar na estréia do filme e ele não ser o que esperava… E ser mil vezes melhor! A ponto de querer rever, e rever, e rever…

Charlize Theron em Atômica (Imagem Divulgação)

Atomicamente de Ação

Atômica ou Atomic Blonde, originalmente, é inspirado em uma graphic novel chamada “The Coldest City”, a qual conta a história de uma espiã feminina encarregada de encontrar uma lista de agentes duplos que está sendo contrabandeada para o ocidente em véspera ao colapso de Berlim.

No ano de 1989, em meio a Guerra Fria, próximo da queda do muro de Berlim, agentes duplos, belos ingredientes para termos um bom filme e bem violento, com cenas de nudismo não fortemente explícitas, lutas corpo a corpo a qual a arma é a primeira coisa que estiver no chão.

Independente se é homem ou mulher, a porradaria rola a solta sem piedade, a ponto de não conseguir respirar! Só imaginar a dor que é levar uma cacetada de um pé de cadeira, ou um golpe de qualquer coisa pontiaguda, e todo esse jogo psicológico de quem estava traindo quem – é fantástico.

 

Raciocínio, lógica e stealth

O problema é que para chegarmos a essas cenas extremas, precisa-se montar toda linha de roteiro, fazendo com que ele fique mais lento – o que é necessário porque o filme envolve agentes duplos, a CIA e a KGB – então não seria só violência, teria todo jogo de raciocínio, lógica e stealth. Até chegar a tudo isso, o desenrolar de tudo demora demais para começar, a ponto de tirar a atenção do filme.

Contudo no meio dessa construção mais arrastada em Atômica, pode-se analisar melhor a atuação da maior parte do elenco, com James McAvoy, o Percival. O personagem dele é um malandro, típico garoto do subúrbio, sobrevive entre becos e esgotos, com alguns lares cheio de produtos roubados, seria o melhor personagem do filme, mas fica atrás da Lorraine, a amada Charlize Theron.

A protagonista trás uma mulher fria, calculista, objetiva e ainda passa um ar de anti-social, como se não quisesse ninguém por perto, a não ser da Delphine, feito pela Sofia Boutella, e sem spoilers, mas que bela cena delas! Charlize, em seu personagem, é uma mulher sexy, brutal, cicatrizes da cabeça aos pés, bate feito lutadora de MMA, e apanha feito uma também!

Charlize Theron (Lorraine) e Sofia Boutella (Delphine), em Atômica (Imagem Divulgação)

Jogo Psicológico

Toda essa reviravolta, de traição, jogo psicológico, construção da trama, muita nudez e sangue voando a cada bala ou porrada, casa de forma perfeita com a trilha sonora, cada cena. Não importa se é na lentidão, montando toda a história, ou se é na violência sanguinária de tiros, perseguições e tudo mais, esse filme foi feito de forma muito bem construída, redondo, com um roteiro bem amarrado, com nudez e sexo sem medo da vulgaridade.

Vale destacar de como foi feita a divulgação da trilha sonora do filme, que normalmente é inserida nos créditos dos filmes. As mesmas foram tocadas em alto e bom som, sobrepondo até o áudio ambiente da cena, a qual não foi danificada, pelo contrário, ficou lindo, com uma dosagem perfeita.

Personagem Icônico

Uma das melhores coisa do cinema, são filmes desconhecidos que roubam as telas do cinema, leva público para as sessões sem muita publicidade, com um elenco até que invejável e com personagens como Rainha Ravenna em Branca de Neve, Imperatriz Furiosa em Mad Max e Cypher, a vilã em Velozes e Furiosos 8.

Charlize vem mostrando há muito tempo que é um mulherão da p0rr4, James McAvoy dispensa comentários e Sofia Boutella – que já impressionou em “A Múmia” – mostra sua carreira em plena ascensão.

Atômica é um filme de causar inveja a qualquer outra franquia que precisou fazer uma propaganda agressiva para morrer na praia no final!

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?Transmissão do GWENT Open direto da gamescom

O GWENT Open terá oito jogadores disputando uma premiação total de US$ 25 mil e uma vaga para o próximo torneio, o GWENT Challenger. Sete destes competidores são os melhores colocados de GWENT que se cadastraram para participar do torneio, com base em seu ranking no dia 1° de agosto. Como participante final, une-se a eles o vencedor da Wild Card Qualifier que será realizada diretamente da gamescom.

Confira também: GWENT tem novo modo campanha e planos de eSports anunciados

O torneio terá início nesta sexta-feira (25), às 7h BRT e suas semi-finais e final serão realizadas no sábado (26), às 7h BRT. Os dois dias contarão com transmissão ao vivo no canal oficial da CD PROJEKT RED na Twitch, realizada em inglês por Connagh “Merchant” Hawkins, Dane “McBeard” McBurnie, e Miguel “MegaMogwai” Guerrero León.

Todos os participantes da gamescom poderão assistir ao torneio, ao vivo, diretamente do estande de GWENT (hall 8, booth B-021) na Entertainment Area.

O GWENT Open faz parte do GWENT Masters – a série oficial de esports de GWENT: The Witcher Card Game, anunciado na gamescom no começo desta semana. Para mais informações sobre o GWENT Masters, como regras, datas dos torneios e formatos, visite masters.playgwent.com.

 

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Death Note – L change the WorLd | Review

Death Note foi um sucesso mundial desde o lançamento do seu mangá, criando uma franquia de produtos e obras que variam desde a série animada, filmes live action e novels spin-offs, com esta que lhes apresento: Death Note – L change the WorLd.

Confira também: Death Note | Suco Apresenta

O live action “L change the WorLd” foi lançado em 2008 e é o terceiro filme da quadrilogia, sendo um grande sucesso e arrecadando mais de 846 milhões de ienes.

A história que gira em torno dos 23 dias em que L tem de vida após escrever seu nome do Death Note (que ocorreu no segundo filme da franquia, confira nossa REVIEW) trata-se de uma investigação a um grupo bioterrorista que está ameaçando o extermínio de grande parte da população mundial com um vírus mortal. O detetive L terá não só que localizar e capturar os terroristas, mas como também descobrir o antídoto.

Light Novel no Brasil

O que muitos não sabem, porém, é que em 2007 também foi lançada uma light novel contando os mesmos eventos. A novel que foi publicada no Brasil pela Editora JBC foi um grande sucesso, e é considerada uma das primeiras light novels lançadas em território nacional.

Nessa obra, diferente do filme, nós temos alguns trechos inéditos que não foram para as telas e conhecemos mais sobre o passado e infância do maior detetive do mundo.

Extras Imperdíveis

Além disso a obra também contém dois curtos capítulos ilustrados chamados de One Day e A Casa do Wammy, onde vemos a chegada de L no orfanato para crianças superdotadas e sua evolução até detetive, e um dia comum na vida de L (onde somos apresentados a bizarrices como a lavadora humana).

Para quem é fã da série a obra é imperdível, mesmo sendo uma história paralela, e é excelente para quem sente falta do detetive mais carismático e doido dos mangás.

 

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Tokyo Ghoul | Live action ganha trailer completo!

Com direção de Kentarou Hagiwara (Super Star), Tokyo Ghoul parece seguir fielmente o mangá de Sui Ishida.

Confira também: Tokyo Ghoul | Review

Foi divulgado um novo trailer da live-action de Tokyo Ghoul que sera lançada 21 de setembro desse ano, confira o trailer:

No elenco temos:

Masataka Kubota como Ken Kaneki
Fumika Shimizu como Touka Kirishima
Yuu Aoi como Rize Kamishiro
Nobuyuki Suzuki como Koutarou Amon
Yo Oizumi como Kureo Mado

Tokyo Ghoul começou como um mangá na Young Jump, da editora Shueisha, entre 2011 e 2014 e contabilizou 21 volumes, sendo que na sequência, acabou ganhando uma continuação intitulada Tokyo Ghoul: re, lançado na mesma revista. No Brasil, o mangá é publicado pela editora Panini e encontra-se no décimo primeiro volume.

Tokyo Ghoul já virou adaptação em anime pelo Studio Pierrot (Naruto, Yu Yu Hakusho) e contou com 2 temporadas de 12 episódios cada, sendo lançadas em 2014 e 2015, respectivamente.

Sinopse: Estranhos assassinatos começam a acontecer em Tokyo. Devido à evidência líquida nos casos, a polícia concluiu que os ataques são resultados de uma criatura que se alimenta de outros seres, um “Ghoul”. Dois amigos de faculdade, Kaneki e Hide, criam a teoria de que os ghouls estão imitando os humanos, por isso nunca são vistos ou capturados. Eles nem imaginam que essa teoria pode ser verdade e a coisa sair do seu controle. Kaneki acaba se envolvendo sem saber com uma dessas criaturas, que ao atacar o garoto acaba morrendo acidentalmente, mas o deixa seriamente ferido e a ponto de morrer. A única salvação? Um transplante envolvendo a própria criatura, mas que poderá trazer consequências terríveis para Kaneki. O que acontecerá a partir de agora?

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