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Ryuuou no Oshigoto! | Review

Ryuuou no Oshigoto!, ou The Ryuo’s Work is Never Done! foi lançado dia 8 de janeiro na Crunchyroll, e faz parte da Temporada de Inverno 2018.

Veja também nosso PRIMEIRO GOLE

O estúdio que fez a obra foi o Project No.9, e quem dirigiu foi o Yanagi Shinsuke. Com o total de 12 episódios, já está completo na plataforma da Crunchyroll.

O anime é baseado em uma light novel de mesmo nome, escrito pelo Shiratori Shirow. E também possui uma versão em mangá. É um seinen, e um slice of life de comédia sobre shogi.

Ryuuou no Oshigoto!
Ryuuou no Oshigoto! (Imagem Divulgação)

História de um Adolescente

Ryuuou no Oshigoto conta a história de um adolescente, Kuzuryuu, que já é jogador profissional de shogi e tem a responsabilidade de treinar uma garotinha de 9 anos, Hinatsuru Aí, que também quer ser jogadora de shogi. Sua nova discípula trará desafios para sua vida e mostrará novos jeitos de jogar shogi.

Pessoalmente, eu acreditei que gostaria muito desse anime por se tratar de shogi – tinha assistido Sangatsu no Lion e achei que seria algo no mesmo estilo – mas não foi bem assim que aconteceu. Mas, apesar disso, eu consigo entender os motivos pelos quais os criadores optaram em fazer certas coisas no anime.

Caso você nunca tenha visto uma partida real de shogi, não é algo divertido ou empolgante para a grande massa. Mas o anime tenta transformar as partidas em algo mais emocionante, com a trilha sonora certa e efeitos de ação. Acredito que se utilizando disso, Ryuuou tenta se destacar como anime de shogi, já que não é o primeiro a mostrar o jogo. Assim, ele ganha uma característica diferente dos outros e talvez consiga chamar mais atenção.

Ryuuou no Oshigoto!
Ryuuou no Oshigoto! (Imagem Divulgação)

Shogi não é só para adultos! 

Pensando em pontos positivos, para não falar que é todo ruim, no anime, crianças jogam shogi e se divertem enquanto fazem isso. Isso prova que shogi não é jogo só para gente adulta, já que é assim que é retratado em muitos animes. Isso pode chamar a atenção de crianças para o jogo, o tornando mais popular.

Gostei muito da evolução do anime durante os episódios. O fanservice que incomodava muito no começo se tornou algo secundário e o shogi tomou a frente do anime, o que melhorou muito a experiência de assistir Ryuuou. Eu assistia de má vontade no começo, e terminei o anime mais tranquila, e feliz pelo rumo que levou.

O final foi digno, cada personagem teve sua evolução, algumas mais trabalhadas que outras, mas todos tiveram um final legal. O final de uma personagem específica é bem emocionante, já que você torce por ela o anime todo. Nos últimos episódios, há uma disputa importante para o personagem principal, o que muda um pouco o Kuzuryuu, o deixando com mais personalidade.

Ryuuou no Oshigoto!
Ryuuou no Oshigoto! (Imagem Divulgação)

Personagens secundários?

Agora falando dos pontos negativos da obra. Os personagens secundários do anime são muito interessantes, mas são pouco trabalhados. Eu entendo que o tempo era curto, e só teve 12 episódios, mas gostaria de ter visto mais dos personagens que aparecem durante a obra. Alguns aparecem uma vez só ou duas.

Já o personagem principal não é tão interessante, sua personalidade é monótona e parece que só está lá para ligar todos os outros personagens. Ele não se destaca muito, nem na aparência e nem no jeito, enquanto tanto as garotas crianças, quanto as mais velhas são bem mais divertidas de acompanhar, além do “rival” dele que também é mais legal, e quase não aparece.

Ryuuou no Oshigoto!
Ryuuou no Oshigoto! (Imagem Divulgação)

Técnica

Quanto a parte técnica, o visual é muito bonito. Os cabelos e os olhos são coloridos de uma forma diferente do que estamos acostumados, e da mais vida aos personagens. A animação e design de personagens são bem bonitinhos, principalmente das crianças do anime. Algumas vestimentas são mais bizarras que outras, mas são bem trabalhadas e combinam com seu personagem.

A abertura de Ryuuou no Oshigoto é feita pela Machico e se chama Korekara. É uma música boa, que combina com o ritmo das cenas que aparecem durante a abertura. Mostra a relação entre os personagens e a relação deles com o shogi. E a música de encerramento é cantada pela Miku Itou e se chama Mamoritai Mono no Tame ni. O encerramento segue no mesmo estilo da abertura.

Eu recomendo esse anime para quem quer conhecer mais sobre shogi, já que Ryuuou trabalha muito bem essas partes, explicando movimentos, termos dentro do jogo, entre outras coisas. Ou também para quem quer aquele anime para passar o tempo quando estiver no tédio.

Não é um anime ruim, mas o fanservice no começo pode atrapalhar um pouco a experiência dependendo de quem assiste.

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Os Diferentes Conceitos do Weki Meki | Suco Apresenta

Weki Meki
Weki Meki (Imagem Divulgação)

Hoje é dia de apresentar para vocês um girlgroup de k-pop que estreou com tudo, misturando diferentes conceitos em um só álbum e que acaba de lançar um novo álbum: o Weki Meki.

O sucesso do Debut foi tanto, que elas até entraram no nosso Top Suco de Melhores Debuts de 2017 (VEJA AQUI).

8 DO 8 ÀS 8

O Weki Meki é um grupo da empresa Fantagio, também responsável pelos grupos Astro e Hello Venus, que conta com 8 integrantes: Ji Suyeon, Elly, Choi Yoo-jung, Kim Do-yeon, Sei, Lua, Rina, e Lucy.

O single de debut, I Don’t Like Your Girlfriend, foi lançado junto com seu videoclipe e o primeiro mini álbum do Weki Meki no dia 08/08 às 8 da noite.

Parece que 8 é número de sorte das meninas e a superstição funcionou muito bem. O MV já passa dos 6 milhões de visualizações e a música levou o grupo a ser indicado como Melhor Artista Revelação e Debut Mais Aguardado em vários prêmios musicais coreanos.

Debut Aguardado

O Weki Meki já tinha muitos fãs antes mesmo de debutar. Isso porque várias trainees da Fantagio participaram da primeira temporada do reality show musical Produce 101 e tiveram resultados e performances incríveis.

Yoo-jung e Do-yeon inclusive venceram o programa, entrando para o Top 11 e debutando com o I.O.I, grupo temporário que fez promoções entre maio de 2016 e Janeiro de 2017 e chegou a vencer um prêmio de melhor Grupo Revelação.

O sucesso do I.O.I fez com que a Fantagio usasse a imagem de Yoo-jung e Do-yeon para divulgar o debut do Weki Meki, gerando muita curiosidade e expectativa, que se refletiram nos excelentes resultado que o Weki Meki teve de cara.

Weki Meki
Weki Meki (Imagem Divulgação)

No vídeo abaixo nós temos as duas cantando uma versão acústica com Beat Box de Very, Very, Very, um dos últimos singles lançados com o I.O.I. (Adoro essa versão :D)

https://www.youtube.com/watch?v=tzSjguyprPo

Eu / Nós

Segundo a Fantagio o significado de Weki Meki se refere à união entre as integrantes. Meki se remete à individualidade de cada uma e Weki ao grupo unido como um todo. E o nome do grupo também é comumente abreviado como WEME, que pode ser separado em We e Me (nós e eu respectivamente em inglês).

A união das meninas é visível em cada uma de suas aparições em programas de variedades e musicais. E também aparece em suas canções e coreografias impecáveis e super bem coordenadas.

Segundo Mini-Álbum

O Weki Meki lançou seu segundo Mini álbum no dia 21 de Fevereiro de 2018.

O título é Lucky e conta com 6 músicas, quatro com batidas eletrônicas e duas mais lentas. Entre elas Butterfly, que foi gravada especialmente para desejar boa sorte aos atletas sul-coreanos que competem nas Olimpíadas de Inverno sediadas pela própria Coréia do Sul.

E a primeira música a ganhar um MV e que foi promovida nos programas de TV é a super animada La La La, forte candidata a entrar novamente no Top de melhores Comebacks desse ano!

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“HURRY GO ROUND” – Documentário sobre hide (X-Japan) será lançado em maio desse ano

hurry go round

Com direção de Ishikawa Tomoji, um documentário intitulado “HURRY GO ROUND” será lançado no dia 26 maio, junto do “20º Projeto do Memorial de hide”, para celebrar o aniversário de morte do eterno guitarrista do X-Japan.

Sendo a trilha sonora do filme, “HURRY GO ROUND” foi o 11º single de hide. A canção foi deixada incompleta, mas os membros da sua banda, Spread Beavers, a completaram e lançaram no dia 21 de outubro de 1998. Além disso, parte da letra da música está gravada em sua lápide.

O ator Yumoto Yuma será o condutor da história, traçando os últimos momentos de hide. O documentário incluirá uma filmagem feita no dia anterior à sua morte, que nunca havia sido divulgada.

Sobre o seu papel, Yumoto disse, “Quando fui escolhido para aparecer no filme, eu não sabia quase nada sobre hide. A princípio eu estava animado e curioso, mas com o tempo eu senti vontade de chorar. Eu fiquei me perguntando como seria conhecer uma pessoa tão fantástica”.

O ator continuou, “Mesmo 20 anos após a morte de hide, sua energia não desapareceu e ainda alcança os jovens de hoje. Ao ouvir sua música, senti algo grandioso e genuíno, foi impossível não ficar animado. Mesmo eu não sendo mais velho que ele, se eu ouvir suas músicas agora, esse sentimento estará presente”.

Yumoto concluiu, “Aqueles que não conhecem hide podem descobrir um novo mundo depois desse filme!”.

No documentário vemos o personagem de Yuma visitando o túmulo de hide, que fica na cidade de Miura, em Kanagawa, e depois indo para Yokosuka, cidade onde o guitarrista nasceu e cresceu. Finalmente, o acompanhamos até Los Angeles, onde hide passou seu tempo criando música até sua morte, que ocorreu 3 meses depois.

O documentário também conta com a presença do irmão de hide, Matsumoto Hiroshi, Spread Beaver, I.N.A. (Inada Kazuhiko), o engenheiro de áudio Eric Westfall e outros com que conviveu.

O memorial de hide ocorrerá nos dias 28 e 29 de abril, e terá a presença de vários artistas, como Pata (X-Japan), Spread Beaver, Oblivion Dust, Zeppet Store, D’erlanger, BUCK-TICK, MUCC, Kishidan, J (Luna Sea), ZIGGY, Defspiral e Tomoyasu Hotei.

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Atari volta com duas novas versões pela Tectoy, incluindo os clássicos Pitfall e PAC-MAN

atari flashback

A Tectoy lança no Brasil, duas versões do console retrô mais querido entre os gamers, o Atari.

Os novos modelos, o Atari Flashback 8, no clássico design de mesa, e o Atari Fashback Portátil, saem pelos preços sugeridos de R$ 499 e R$ 479, respectivamente.

Na memória estão incluídos 105 games (no console) e 70 no portátil, sendo que os populares jogos da Activision estão na lista, como Pitfall e River Raid, além é claro, do clássico da Bandai Namco, PAC-MAN.

Na cor preta e com detalhes simulando a madeira, o videogame vem com dois joysticks, saída de áudio e vídeo para conectar ao televisor e uma embalagem comemorativa aos 40 anos do Atari 2600.

A versão portátil conta com uma tela LCD de 2.8″ e entrada para SD card (não incluso), o que possibilita aumentar ainda mais o catálogo de jogos compatíveis com o produto.

Mais informações sobre a Tectoy e seus produtos estão disponíveis em www.tectoy.com.br.

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Círculo de Fogo: A Revolta | Review

Para suprir o gosto de todos os nerds do mundo, nada como uma boa luta entre robôs e monstros gigantes, causando uma destruição sem limites em grandes cidades.

Esse foi o primeiro filme Círculo de Fogo, causando uma boa impressão e com certeza o hype é grande quando é anunciada a sequência.

Seria perfeito se não fosse por alguns motivos os quais já estão acontecendo em algumas franquias que ninguém aguenta mais, porém você sabe exatamente quais são elas.

Círculo de Fogo: A Revolta
Círculo de Fogo: A Revolta (Pôster Divulgação)

Mundo pós-guerra

Círculo de Fogo: A Revolta se passa no mundo pós apocalíptico após a guerra ocorrida no primeiro filme, e a pobreza apresentada é bem desapontante e previsível, afinal tudo isso já foi mostrado e provou de seu potencial, mas sendo refém de seu próprio sucesso, e infelizmente foi exatamente o que aconteceu.

O modo como as pessoas vivem em um mundo pós guerra foi interessante, mas foi poucos minutos mostrados e nada mais, depois tudo repetitivamente mostrado como no primeiro filme, sem falar que essa sequência é uma prova nítida de que será a mais nova franquia apresentada no cinema, não é certeza que será o substituto de Velozes e Furiosos, mas que é uma briga com Transformers da Paramount isso é; basta analisar o primeiro filme e prestar atenção em trama e direção – Círculo de Fogo dividirá telas e bilheteria de cinema com Transformers futuramente.

Círculo de Fogo: A Revolta
John Boyega em Círculo de Fogo: A Revolta (Imagem Divulgação)

Batalhas fluindo

O legal é que seu perfil pode ser um clichê, mas que agrada bastante em cenas de batalha, explorando pouco a câmera lenta e deixando a batalha fluir, e o plot twist do vilão funciona, é bem amarrado e alí mostra que as coisas ficarão complicadas, a mesma batalha exagerada é apresentada mas ainda é um ponto forte do filme.

A construção da trama não funciona, sendo bem esquecida em maior parte do filme, menos quando os protagonistas contracenam, os atores John Boyega e Cailee Spaeny ficaram bem em seus papéis, e melhor ainda quando estavam juntos, por um ser bem mais velho que o outro, eles não funcionam como casal e sim como amigos e isso é ótimo, mesmo quando pareceu que a personagem da atriz Adria Arjona ia começar um romance com o personagem de Scott Eastwood, o mesmo não acontece e foi espetacular. Provando que um filme pode ser quase cem por cento de ação e não possuir aquele alívio romântico inexplicável que surgem do nada.

Círculo de Fogo: A Revolta
Rinko Kikuchi em Círculo de Fogo: A Revolta (Imagem Divulgação)

O trunfo de DeKnight

O diretor Steven S. DeKnight fez uma boa direção, mas de certa forma limitada, talvez pelo fato de que essa será a mais nova franquia do cinema possa ser a justificação, a Universal Studios construiu a franquia Velozes e Furiosos e ela é um grande trunfo até hoje, mas que terá um fim e parece estar próximo, pois o desgaste que essa franquia se tornou e o novo filme Círculo de Fogo: A Revolta são provas disso.

O que pode ter sido uma grande ideia de roteiro que envolve robôs e monstros, poderá cair na rotina que a franquia Transformers caiu, mais um filme de robô gigante sem pé nem cabeça, fazendo o que era para ser incrível, se tornar mais uma franquia chata criada para fins comerciais.

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Pop Team Epic | Review

pop team epic
Pop Team Epic (Imagem Divulgação)

Lançado em janeiro, durante a Temporada de Inverno 2018, Pop Team Epic ou Poputepipikku, feito pelo Kamikaze Douga, inovou os animes de comédia, e fez o maior sucesso entre os fãs de animes, mesmo que alguns não esperavam por isso, já que Pop Team é totalmente bizarro e é difícil de agradar pessoas mais normais.

Está completo no Crunchyroll, com o total de 12 episódios de 10 minutos, sendo que seu último episódio foi lançado dia 24 de março. Foi baseado em um mangá de mesmo nome escrito por Bkub Okawa, como foi dito no Primeiro Gole.

O anime conta a história de duas garotinhas, Pipimi e Popuko, em situações cada vez mais bizarras. Muitas dessas situações possuem referências a outras obras da cultura pop, inclusive outros animes também, como Pokémon e Sailor Moon.

Pop Team Epic
Pop Team Epic (Pôster Divulgação)

Histórias Curtas e Rápidas

Team Pop Epic é uma junção de vários quadros, com histórias curtas e rápidas, que muitas vezes (a maioria) não fazem sentido algum. Alguns desses quadros são recorrentes durante a série, como o Bob Epic Team, onde as duas personagens são desenhadas bem mal, a animação é horrível e possuem uma voz engraçada. É um dos quadros mais engraçados exatamente por ser malfeito, obviamente de propósito.

Outro que é frequente é o Pop Team Cooking, onde as personagens ensinam receitas e às vezes aparece uma outra personagem que elas atormentam durante o quadro. Por mais que pareça normal, elas conseguem deixar até isso esquisito.

Lá pelo meio do anime começam a surgir quadros mais longos que contam histórias mais elaboradas. Normalmente esses quadros ficam no começo dos episódios, e nos pegam de surpresa com suas histórias cada vez mais aleatórias.

pop team epic
Pop Team Epic (Imagem Divulgação)

Vai Deixar Saudades

Pop Team Epic terminou da melhor forma possível, e vai deixar saudades. Mas por ser um anime rápido, dá sempre uma vontade de rever algumas cenas marcantes e engraçadas.

O anime se tornou tão popular que começaram a criar vários memes com as personagens, e até quem não assistiu o anime começou a utilizar os memes. Pessoas gravaram vídeos imitando as personagens, como a dança Eisaiharamasukoi, que a Popuko faz várias vezes durante o anime. Além de surgirem vários vídeos mostrando cada referência dos episódios, já que são tantas que fica difícil pegar todas.

A música de abertura é incrivelmente boa, e muito viciante. É bem animada e tem o clima de música eletrônica. E tem a cara do anime, conseguindo ser tão fora da caixinha quanto a história.

pop team epic
Pop Team Epic (Imagem Divulgação)

Popuko e Pipimi vão te conquistar! 

Eu adorei o anime, e acredito que vale muito a pena. Então se você gosta de comédias bem malucas, não pense duas vezes, e assista a esse anime. A Popuko e a Pipimi vão te conquistar.

Esse anime com certeza foi a febre da temporada de inverno. Acredito que por ser desse jeitinho maluco que ele conquistou tantos fãs. E pensando em toda sua estrutura, seu público-alvo, seu gênero, esse anime é simplesmente incrível, ainda mais por nos tirar da zona de conforto.

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Gina Rodriguez fará Carmen Sandiego em série da Netflix

gina rodriguez carmen sandiego

Nostalgia é com a Netflix. Carmen Sandiego será vivida por Gina Rodriguez (Jane the Virgin), segundo o site Deadline.

A Netflix já confirmou em 2017 que estava com planos de fazer uma série adaptada da animação de 1990 de “Em que Lugar da Terra Está Carmen Sandiego?”, que deve chegar ao catálogo apenas em 2019.

Além da animação que a atriz vai dublar Sandiego, um filme em live-action também foi confirmado pela plataforma de streaming.

Atualmente, Gina Rodriguez, vencedora de um Globo de Ouro, segue atuando como a protagonista na quarta temporada de Jane the Virgin.

Vamos aguardar por mais informações sobre a série e o filme em live-action da maior ladra de todos os tempos!

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Injustice 2 – Legendary Edition disponível hoje para PS4, Xbox One e PC

injustice 2 legendary edition
Injustice 2 - Legendary Edition (Imagem Divulgação)

Injustice 2 – Legendary Edition é uma versão expandida do universo apresentado pelo jogo, desenvolvido pela NetherRealm Studios, com personagens extras – já lançados anteriormente e novas skins.

Personagens: 

  • Darkseid
  • Capuz Vermelho
  • Estelar
  • Sub-Zero
  • Arraia Negra
  • Raiden
  • Hellboy
  • Eléktron
  • Magia
  • As Tartarugas Ninja

Novas skins (lançadas junto a Edição Ultimate)  – cada qual com aparência e vozes únicas:

  • Power Girl
  • John Stewart Lanterna Verde
  • Flash Reverso
  • Grid
  • Raio Negro

Além deste conteúdo, estarão disponíveis para os jogadores que possuem Injustice 2 e Injustice 2 – Legendary Edition os seguintes aprimoramentos:

  • A introdução do tutorial expandido do jogo;
  • Novos itens para todos os personagens;
  • O limite de nível dos personagens será aumentado para 30;
  • Um novo slot de Melhorias estará disponível a partir do nível 30;

Injustice 2 – Legendary Edition chega hoje em versão digital para PlayStation®4, PlayStation®4 Pro, Xbox One, Xbox One X e PC via Steam e pela Microsoft Store. No Brasil, a edição física para PS4 e Xbox One chega às lojas no dia 3 de Abril.

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