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Koi wa Ameagari no You ni | Review

Koi wa Ameagari no You ni
Koi wa Ameagari no You ni (Imagem Divulgação)

Quando vi pela primeira vez a sinopse de Koi wa Ameagari no you ni, eu pensei que iria me deparar com uma história um tanto escandalosa.

Afinal, eu já estava recém-escandalizado e imerso em reflexões após o amor proibido de dois irmãos em Koi Kaze (Vento de Amor) e tdo parecia que esse semi-romance velado entre uma estudante de 17 anos e seu chefe de 45 anos não falharia em escandalizar também.

Mas é uma habilidade um tanto especial essa a da imaginação japonesa: ela é capaz de montar os cenários mais improváveis e moralmente questionáveis possíveis para nós e ainda assim não nos fazer torcer completamente o nariz, ou suspirar algo do tipo “Isso é muito estranho, mas eu consigo entender essa situação…”. Não vou entrar em mais detalhes sobre Koi Kaze, mas a menção deste anime é absolutamente necessária para que as impressões deste anime sejam bem contextualizadas.

Quem tiver mais curiosidades, recomenda-se e muito assisti-lo. Eu diria até que é um ótimo aquecimento para assistir Koi wa Ameagari no you ni, o nome que resume o título. Vamos então explorar essa situação delicada vivida por esses personagens.

Koi wa Ameagari no You ni
Koi wa Ameagari no You ni (Imagem Divulgação)

Tachibana e Kondo

Akira Tachibana é uma estudante do Ensino Médio de 17 anos, um tanto quieta comparada às colegas de sala e que possui um talento extraordinário em correr. Ela frequentava as atividades do time de corrida com sua amiga Haruka, até o momento em que sofre uma lesão no pé que a deixa incapacitada de continuar correndo. Sua lesão começa no corpo e termina no espírito. Incapaz de correr como antes, a garota se torna reclusa, evitando sua amiga e o próprio clube de corrida.

Numa noite chuvosa, Tachibana está numa lanchonete esperando a chuva passar. Com o semblante tão melancólico quanto a chuva que caía, um homem vem e lhe oferece uma xícara de café. A gentileza e a simplicidade despretensiosa de seu gesto encantam a menina, que resolve trocar o time de corrida para poder trabalhar perto desta pessoa.

Kondo é um homem de 45 anos, gerente da lanchonete Garden. Mas um pouco atrapalhado demais para o seu cargo. E por isso mesmo ele não atrai mais respeito dos seus empregados do que o mínimo exigido. Isso mesmo não tem peso ou abalo nenhum aparente, pois mesmo assim não sendo ninguém surpreendente, Kondo ama seu trabalho e se dedica com genuíno prazer. Pai solteiro de um menino, sua vida pessoal se limita ao seu filho e à leitura.

Nessa mesma noite chuvosa, Kondo não esperava clientela alguma. Mas para sua surpresa, uma menina cabisbaixa esperava a chuva passar, ao passo que ele resolve animá-la com uma xícara de café e um truque de mágica. Tudo isso para gerar alguma positividade, típico do tipo de ambiente que ele quer formar para si, para seus empregados e seus clientes. Mas não era possível guardar a surpresa que viria semanas depois: pois por causa de um gesto simples, um homem de 45 anos recebeu a confissão de uma garota de 17.

Koi wa Ameagari no You ni
Koi wa Ameagari no You ni (Imagem Divulgação)

Amor Velado

Ao passar dos episódios, Koi wa Ameagari no you ni surpreendia pela naturalidade e mais ainda, pela maturidade. Kondo é obstinado em rejeitar a confissão de Tachibana, porém, isso não impede que os dois desenvolvam uma relação que fica muito nebulosa de definir.

Não é puramente amizade, pois temos os sentimentos persistentes da menina em jogo; e o impacto de receber uma confissão tempos depois de um divórcio, quando não há mais expectativa de se deparar com o amor, desperta em Kondo vários pensamentos que desenterram seu passado de escritor, na sua juventude; passado esse largado desde o divórcio.

Não há aí um romance entre os dois, ou dito de outra maneira, não há as paixões inflamadas e os desejos carnais que costumam configurar a nossa ideia de romance. Há aí um amor velado, com uma afeição manifesta.

Esse amor não se realiza num romance proibido como esperávamos. Antes, toma forma na medida em que nessa relação: Tachibana recebe ajuda ao lidar com suas ansiedades sobre um futuro ainda mais incerto desde sua lesão e na Kondo revisita seu passado como escritor e se reavalia ao ter essa admiradora de seu talento no dia a dia.

Koi wa Ameagari no You ni
Koi wa Ameagari no You ni (Imagem Divulgação)

O amor é como o fim de uma chuva

Insegura, fragilizada, com uma relação consigo mesma e com o seu redor nublada como nuvens negras que prenunciam a chuva melancólica que virá. É nesse estado de espírito que Tachibana vê em Kondo uma paixão e uma muleta para as suas emoções. Enquanto a chuva passava, os dois descobriam mais um ao outro.

Os sentimentos se tornavam mais claros e nítidos quanto mais as nuvens no coração da menina se dissipavam. Não era preciso chegar ao final dos doze episódios de Koi wa Ameagari no you nipara sacar que não haveria ali nenhum romance, mas uma relação de ternura, descoberta mútua e autoconhecimento. E não nos enganemos, esses também são frutos do amor-afeto, do koi (?), mais que o amor carnal, mais que o ai (?).

A autora do mangá explorou bem, numa história sutil, essas diferentes noções de amor que muitas vezes nos passam despercebidas. Para muitos, é apenas o shipp que torcemos durante o anime inteiro e que fazem um escândalo se o casal favorito não virar cânon. Nem mesmo a autora fugiu dessa ira dos fãs que não foram presenteados com o casal que o anime “prometeu”.

Em meio a numerosas queixas e até mesmo ameaças, ela se viu obrigada a encerrar o próprio blog. É um fato de uma infantilidade lamentável, pois Koi wa Ameagari no you ni foi uma experiência das mais carinhosas dessa temporada. Não é perfeito. Talvez a execução possa ser cansativa para alguns. A anatomia dos personagens pode desagradar. Mas foram 12 episódios prazerosos de se assistir, com uma trilha sonora que se encaixou bem às chuvas constantes.

Tudo isso considerado, Koi wa Ameagari no you ni é um bom anime para quem pensa sobre o amor, tema confuso, delicado, simplificado ao máximo e presente na vida de todos nós, mesmo na vida dos frustrados, que vivem às suas margens. Eu diria mais até, são principalmente os frustrados, os feridos, quem mais pensam sobre o amor. E para esse fim, o anime é um ótimo material

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Shadow Corridor | Review

shadow corridor
Shadow Corridor (Imagem Divulgação)

Shadow Corridor é um jogo de terror japonês – gratuito para download – que explora os mitos e lendas japonesas.

Modelado em formato 3D o jogo tem como objetivo escapar de um enorme labirinto cheio de mistérios, criaturas lendárias e perigos em cada novo corredor.

Nas Sombras do Desconhecido

A história gira em torno de um protagonista que está passeando por algumas ruas e bairros desconhecidos de sua cidade quando ele encontra um túnel misterioso que o levará diretamente para uma mesa de oferendas, ao dar meia volta ele dá de cara com um espelho que o transporta para esse assustador e obscuro labirinto.

Apesar do idioma original do jogo ser japonês, ele possui uma excelente tradução em inglês que cumpre muito bem seus objetivos. A jogabilidade é simples, além da possibilidade de andar, correr e esconder-se, a única coisa que o protagonista pode fazer é ativar os itens que encontra na sua jornada, uma quantidade limitada e cada um com seu objetivo especifico.

shadow corridor
Shadow Corridor (Imagem Divulgação)

Você não está sozinho…

Não demora muito para que você percebe que não está sozinho nesse labirinto, há criaturas que não são muito amigáveis, todas identificadas por sons diferentes, é melhor você se manter longe delas ou se esconder muito bem, caso contrário a morte é instantânea.

O principal objetivo do jogo é sair do labirinto, porém, a tarefa não é tão fácil. Para abrir a porta de saída é necessário reunir cinco matagamas, joias japonesas em formato de gancho. Os matagamas (no jogo são chamados de magatamas) também servem como “saves”, caso você seja morto por uma criatura você pode recuperar seus itens e progressos no jogo desde que sacrifique uma das joias (é bom que você tenha uma reserva).

Como qualquer labirinto, você precisa criar estratégias para encontrar a saída, para isso são oferecidos itens como gemas, velas e uma bússola que vão o ajudar na sua busca, outro item essencial para sobreviver no labirinto são espelhos, esses que só podem ser carregados um por vez, são portais que lhe transportaram para outro local no labirinto (ideal para fugir dos monstros que estão no seu encalço).

Diferentes finais para suas ações

Apesar do jogo apresentar muitos itens da mitologia e cultura japonesa, não espere encontrar soluções ou explicações. O jogo, no entanto, oferece diferentes finais que vão depender de suas ações durante a jogatina, então explore o máximo que puder a fim de garantir o melhor fim!

Apesar de simples e curto, o jogo é muito funcional e deixa uma tensão no ar com a sensação de perseguição dos monstros, e é gratuito! Para quem curte o gênero escape e terror vai certamente apreciar essa obra, que vale pelo menos uma conferidinha.

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GeGeGe No Kitarou | Primeiro Gole

GeGeGe No Kitarou
GeGeGe No Kitarou (Imagem Divulgação)

Com direção de Koji Ogawa, Gegege no Kitarou, obra homônima do saudoso historiador e mangaká Shigeru Mizuki, publicada entre 1960 à 1969, ganhou uma 6° adaptação em anime, conforme poucos sabem, a obra ganhou adaptações em 1968, 1971, 1985, 1996 e 2007, além de filmes em anime e filme live-action.

Hiroshi Ohnogi (Fullmetal Alchemist: Brotherhood) está a cargo da composição da série, além disso, Sorato Shimizu é o responsável pelo designer de personagens e direção de animação. Yasuharu Takanashi (Fairy Tail) e -yaiba- (Naruto Shippuden) estão a encargo da composição musical.

GeGeGe No Kitarou
GeGeGe No Kitarou (Imagem Divulgação)

Youkais… Despertem pela 6° vez?

Com uma premissa relativa à época que estamos, a 6° adaptação de Gegege no Kitarou pelo estúdio da Toei Animation surge nessa temporada de primavera 2018 ligando uma obra tão antiga, percebam que a primeira animação ocorreu em 1968, a alguns tópicos modernos.

De início temos uma cena com certo teor trágico, uma trilha sonora sinistra, um ambiente mais de tensão, e por outro lado, temos as cenas de introdução dos personagens, algo mais sutil e alegre.

Isso é evidenciado em cenas com a personagem Mana Inuyama dublada por Yukiyo Fujii (Sailor Saturno em Sailor Moon Crystal), ademais os momentos de ação proporcionados por Kitarou dublado por Miyuki Sawashiro (Mina Fujiko em Lupin III: Parte IV) se tornam razoáveis até certo ponto.

A música de abertura Gegege no Kitarou interpretada por Kiyoshi Hikawa é a mesma usada nas animações anteriores, porém, a canção teve alterações no estilo conforme iam saindo adaptações. Já o encerramento Kagami no Naka kara ficou sob a responsabilidade do grupo musical Maneki Kecak.

Para um primeiro episódio, a 6° adaptação do “aclamado” Gegege no Kitarou serviu apenas como um nicho para aqueles que conheciam a obra (referindo-se ao público fora do Japão), visto que a animação é bem mais popular na terra do sol nascente, igualando-se a animes populares como Doraemon e One Piece.

GeGeGe No Kitarou
GeGeGe No Kitarou (Imagem Divulgação)

Antes de tudo, outro ponto a ser abordado é que a animação tem um elenco de peso com nomes como:

  • Masako Nozawa (Kitaro em GeGeGe no Kitarou, Son Goku em Dragon Ball Series) como Medama Oyaji
  • Toshio Furukawa (Piccolo em Dragon Ball Series) como Nezumi Otoko
  • Umeka Shouji (Eri Karan em Digimon Universe: Appli Monsters) como Neko Musume
  • Kappei Yamaguchi (Usopp em One Piece) como Ittan Momen
  • Bin Shimada (Babidi em Dragon Ball Z Kai) como Konaki Jijii, Nurikabe
  • Mayumi Tanaka (Luffy em One Piece, Kuririn em Dragon Ball) como Sunakake Baba

Se você gosta de uma animação com youkais e requintes do folclore japonês e não busca tantas exigências, esse é o anime.

O que nos resta agora é esperar os demais episódios e se surpreender com o anime (ou não)?

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Cosplay Girls | Rin Kagamine feat. Hatsune Miku

cosplay girls rin kagamine e hatsune miku

Fala galera! Hoje é um dia muito especial para o SUCO! Este é o nosso Primeiro Ensaio Oficial, feito lá no 19º Campinas Anime Fest e gostamos muito do resultado.

No destaque como Vocaloid, estão a Thalita Fornel como a Rin Kagamine e a Melissa Furlan como Hatsune Miku. Espero que gostem das fotos! 😀

Ficha Técnica

Cosplayers: Thalita (Rin Kagamine) e Melissa (Hatsune Miku) 
Fotografia:
#BELLAN
Edição: #BELLAN
Staff: #DONIS
Evento: 19º Campinas Anime Fest
Local: Liceu Salesiano, Campinas/SP
Produção: Suco de Mangá

GALERIA

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Bleach | Live-action ganha novo trailer e pôsteres

bleach

A Warner Bros. japonesa acaba de divulgar um novo trailer do live-action de Bleach e dois novos pôsteres que destacam Ichigo e Rukia. Confira mais abaixo!

Sinopse: Ichigo Kurosaki nunca pediu pela habilidade de ver fantasmas – ele nasceu com esse dom. Quando sua família foi atacada por um Hollow – uma alma perdida malevolente – Ichigo se torna um Ceifeiro de Almas, dedicando sua vida a proteger os inocentes e ajudar os espíritos torturados a encontrarem paz.

Bleach chega em 20 de julho nos cinemas japoneses.

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Boku no Hero Academia é adquirido pelo Toonami nos Estados Unidos

my hero academia boku no hero academia

O bloco transmitido dentro do Adult Swin no Cartoon Network, Toonami, vem com um catálogo bem interessante de animes, e agora adquire Boku no Hero Academia (My Hero Academia).

A primeira temporada já começará em 5 de maio e resta saber se isto influencia de alguma forma a vinda do anime na Cartoon Network do Brasil. A grade ficou desta forma:

  • 22h30 – Dragon Ball Super
  • 23h – Dragon Ball Z Kai
  • 23h30 – Boku no Hero Academia
  • 0h – FLCL
  • 0h30 – JoJo’s Bizarre Adventure
  • 1h – Hunter x Hunter
  • 1h30 – Black Clover
  • 2h – Naruto Shippuden
  • 2h30 – Space Dandy
  • 3h – Cowboy Bebop
  • 3h30 – Ghost in the Shell: 2nd GIG

Vocês gostariam que o anime passasse na TV aqui no Brasil?

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GWENT | Atualização de Primavera e Projeto Homecoming

Olá Sucogwenters, hoje vamos mostrar as novidades que estão chegando por aí dentro do universo de GWENT, o jogo de cartas do The Witcher! Preparados para novidades?

Cartas Animadas, novos desafios e novos tabuleiros.

Muitas das cartas que apareceram durante o evento de Inverno do GWENT não apresentava suas animações, mas suas representações de holográficas era uma faixa brilhante no canto da borda, pois bem, as animações delas chegaram então para você que já tem alguma delas em sua coleção poderá ver as animações na próxima atualização.

Da mesma forma, o modo Arena ganha um novo modo de desafio. Gaunter O’Dimm e sua persuasão propõe você entrar na Arena Especial com a Regra de Mimica, na qual, você joga com o deck do Oponente e vice-versa. Você não leu errado não, lembra quando você montava um deck simples em quaisquer jogos de cartas para seu primo aprender e você chegava com as cartas mais poderosas? Essa é a ideia, monte um deck e espere que o do seu oponente o derrote!

Agora uma grande mudança estética que vai deixar sua madeirinha e suas fileiras mais temáticas: O seu tabuleiro de GWENT ganhará adornos de acordo com sua facção! Sim, isso mesmo, agora não somente o fundo das cartas, mas o tabuleiro também registrará sua fidelidade.

Projeto Homecoming

Marcin Iwinski, co-fundador e CEO do GWENT, em uma carta aberta revela os futuros projetos para o jogo, iniciando com o projeto Homecoming nesses próximos meses. Na carta ele deixa claro que todo o grupo não aceita um “bom bastante” para o jogo mesmo que para um projeto sem precedentes que foi exibido na E3 de 2016. “Nós temos muito que aprender. Mas, como sempre, nós adaptamos” comentando sobre o último ano do jogo e continua: “O que não percebemos é que aos poucos começamos a escapar da visão original para o jogo do GWENT”. Além disso ele também ressalta que as quedas de conexões e a realidade de atualizações para resolver problemas dentro do jogo fez com que a equipe tirasse do foco do jogo o que era único e divertido.

Dessa forma o Homecoming é um projeto para os próximos meses que se sustenta em pilares chaves importantes tentando readaptar a essência do jogo novamente. Dentre esses pilares temos a questão das fileiras e de efeitos de cartas, que foram removidos de certa forma, a proposta é que cartas tenham algum benefício colocando-os na fileira proposta, por exemplo uma catapulta na fileira de cerco teria algum bônus a mais.

Porém algo também que está sendo testado seria o impacto das fileiras no jogo, para cada jogador existe um total de quatro: a mão e as três do tabuleiro; e de forma de representar o visual gráfico das cartas provavelmente teremos a despedida de uma das fileiras do tabuleiro, mas são apenas testes para remodelar a parte gráfica do jogo. Eu pessoalmente, acho que se cortarem uma fileira o jogo vai perder a essência original do qual propõe o jogo.

Além disso algo que incomoda na atualidade é sobre o início do jogo, boa parte dos baralhos tomam vantagem de quem começa em segundo deixando o jogo impossível para quem começa, então algo pode mudar com a jogada de moedas e outra coisa que vai sofrer alteração é o sistema de níveis, além de conquistas e mudanças no ranking.

Outro ponto a ser trabalhado é a mecânica implementada de “Criar” unidades algo que vem causando discussões e dessa forma o grupo de desenvolvedores pretende ajustar isso para o futuro. Mas a proposta maior é trazer o jogo do The Witcher e toda sua história para o GWENT de forma de imergir todos além de arquétipos de baralhos e diferentes modos de trabalhar com eles.

O Thronebreaker está chegando!

O projeto Homecoming é a base para a nova evolução do GWENT e sua comunidade para os próximos meses. Porém o projeto revelado no ano passado e que você pode conferir a matéria AQUI, Thronebreaker, a campanha de jogador único está chegando!

Empolgados? Confira mais sobre GWENT no SITE e aproveite para ver seu perfil de jogador!

GWENT já está disponível para PlayStation 4, Xbox One e PC.

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Steins;Gate 0 | Primeiro Gole

Steins;Gate 0
Steins;Gate 0 (Imagem Divulgação)

Após 7 anos do lançamento do primeiro anime da obra, Steins;Gate retorna com sua versão “Zero”, trazendo consigo muita nostalgia e saudade dos fãs.

O estúdio White Fox continua com a obra, só que dessa vez o diretor é outro. Kawamura Kenichi ficou no posto de diretor do anime, e junto veio uma grande responsabilidade de adaptar essa obra tão amada.

O anime segue com sua temática de ficção científica, e tem a previsão de terminar com 23 episódios nesta Temporada de Primavera 2018. A Crunchyroll americana possui os direitos de exibição, mas aparentemente a brasileira não.

Steins;Gate 0
Steins;Gate 0 (Imagem Divulgação)

O que é Steins;Gate 0?

Steins;Gate 0 é baseado em uma visual novel de mesmo nome, lançada em 2015 e não é uma continuação direta de Steins;Gate.

A história parte de um ponto do primeiro, mas não do final, como se fosse uma linha do tempo alternativa. No episódio 23 de Steins;Gate acontece algo, e o personagem principal, Okabe, toma uma atitude e a história segue por uma rota, que os levam para a linha do tempo “Steins Gate”.

Em Steins;Gate 0 é uma rota diferente, dada por outra ação que Okabe poderia ter tomado naquela situação, que os deixou na linha do tempo Beta. Para contar melhor a história, é difícil não falar spoilers do primeiro Steins;Gate. Então se você não assistiu ao primeiro, fique ciente disso.

Steins;Gate 0
Steins;Gate 0 (Imagem Divulgação)

Uma diferente rota

O anime “Zero” começa alguns anos após a morte de Kurisu (nessa rota, Okabe não consegue salvá-la). Os personagens estão um pouco mais maduros, e as coisas não são como antes.

Okabe deixou de lado seu alter ego “Hououin Kyouma”, e se tornou uma pessoa mais séria e amargurada devido a sua falha do passado. Também parou de visitar seu antigo laboratório, focando em sua faculdade completamente.

Por mais que Okabe tente lutar contra isso, os pesadelos com Kurisu não desaparecem, e ele se atormenta quase o tempo todo. Seus amigos, Daru, Mayushii, Faris e Ruka, sentem sua falta, e quase não veem mais seu amigo.

Durante uma palestra de ciência, de membros da faculdade que Kurisu frequentou, Okabe descobre que foi criado um programa chamado “Amadeus”, uma inteligência artificial baseada nas pesquisas que Kurisu fez antes de morrer. Isso provavelmente vai envolver o personagem principal, o forçando a enfrentar de frente seu passado tão temido.

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Steins;Gate 0 (Imagem Divulgação)

Outras abordagens

Steins;Gate voltou para a felicidade de muitos fãs, e não parece que terá uma história mais feliz que o primeiro. Podemos esperar algo bem melancólico devido tudo se rodear na morte de uma personagem tão importante. O anime também pretende mostrar a vida amorosa de Daru, que ficamos curiosos no primeiro anime.

O diretor fez um bom trabalho, e trouxe todo o espírito de Steins;Gate de volta, mesmo sendo a primeira vez que trabalha com a obra. Deve ter estudado bem o primeiro anime para deixar com o estilo bem parecido. Mas trouxe também sua forma de dirigir, mesclando os dois modos.

O visual dos personagens deu uma mudada, suas roupas ficaram mais maduras já que são adultos agora, refletindo bem seus estados de espírito, e como cada um se encontra naquele momento. Okabe foi o que mais mudou já que antes usava roupas claras e jaleco branco, e agora só anda com roupa social preta, simbolizando seu luto. O olhar de dor em Okabe também se torna evidente, acrescentando mais pontos para a animação que está perfeita.

Steins;Gate 0
Steins;Gate 0 (Imagem Divulgação)

Por onde começo?

Para quem nunca assistiu a Steins;Gate e esteja interessado no “Zero”, recomendo que assista ao primeiro anime e assista a um episódio especial chamado “Kyoukaimenjou no Missing Link – Divide By Zero” que dá início aos acontecimentos do “Zero”.

Com isso, conseguirá entender por completo a nova obra e tudo que aconteceu para chegarem a aquele ponto, e compreender também a densidade por trás da história, já que o personagem principal carrega uma bagagem tão pesada nas costas.

E recomendo também para os fãs de Steins;Gate acompanharem novamente Okabe e seus amigos nessa nova rota tão melancólica, que nos pode render mais informações desse universo.

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