Em uma colaboração histórica, três gigantes da cultura pop se unem: a franquia de jogos Diablo®, o aclamado mangá Berserk e a banda finlandesa de heavy metal Beast in Black lançam juntos a música exclusiva “Enter The Behelit” e anunciam conteúdo temático para Diablo IV e Diablo Immortal.
Música Exclusiva e Videoclipe Disponíveis Hoje
A música “Enter The Behelit”, composta especialmente para esta colaboração, já está disponível em todas as plataformas digitais a partir de hoje, 28 de abril. Junto com o lançamento musical, um videoclipe oficial dirigido por Katri Ilona Koppanen já está disponível, veja abaixo:
O maxi single também traz versões remasterizadas de dois sucessos da banda: “Die By The Blade” e “The Fifth Angel”. Para os colecionadores, foram produzidos apenas 200 exemplares em vinil marmorizado preto e vermelho, com arte exclusiva desenvolvida pelas equipes de Diablo e Berserk.
Conexão Natural Entre os Universos
“A essência que brota do contraste entre luz e escuridão, anjos e demônios, bem e mal, o físico e o espiritual, é o que conecta perfeitamente os universos de Diablo, Berserk e Beast In Black”, comenta Anton Kabanen, guitarrista e compositor da banda.
A inspiração do Beast in Black no universo de Berserk não é novidade para os fãs. A banda já explorou temas presentes no mangá de Kentaro Miura em composições anteriores, especialmente em seu álbum de estreia, significativamente intitulado “Berserker”.
Imagem Divulgação
Conteúdo Temático nos Jogos Diablo
O crossover com Berserk chegará oficialmente a Diablo IV no dia 6 de maio e a Diablo Immortal no dia 1º de maio, coincidindo com a Temporada 8 de Diablo IV: O Retorno de Belial, que será lançada em 29 de abril.
Os jogadores poderão equipar itens cosméticos icônicos como a armadura Berserker para o Bárbaro em Diablo IV e as armaduras inspiradas em Guts e Griffith em Diablo Immortal. O conteúdo ainda incluirá um confronto com o temível Nosferatu Zodd em Diablo Immortal e diversos outros itens temáticos que podem ser obtidos através da jogabilidade ou adquiridos na loja dos jogos.
Esta colaboração marca um momento único para os fãs das três franquias, unindo o universo sombrio de Diablo com a narrativa épica de Berserk através da potente sonoridade do Beast in Black. Mais informações AQUI.
A Gravity, desenvolvedora do clássico MMORPG Ragnarok Online, anunciou planos ambiciosos para expandir sua presença na América Latina durante apresentação oficial em que estivemos.
Yoshinori Kitamura, Chairman da empresa, revelou diversas novidades que prometem agradar tanto jogadores veteranos quanto novos aventureiros no mundo de Rune-Midgard.
Foto: @sucodm
Gravity Aposta no Crescimento Latino-Americano
Com 23 anos de existência na Coreia, Ragnarok Online ganha atenção especial da Gravity na América Latina, região identificada como uma das que mais cresce para a empresa. Atualmente com 10 subsidiárias ao redor do mundo, incluindo uma no Brasil, a Gravity reforçou seu compromisso com valores corporativos centrados em “trazer sorrisos e alegrias” através de seus jogos.
Para fortalecer sua distribuição regional, a empresa planeja formar parcerias estratégicas com mídias locais e influenciadores, visando alcançar novos públicos e reconectar-se com jogadores antigos que vivenciaram a “era das lan houses” no Brasil.
Servidor Dedicado à América Latina
O novo servidor de Ragnarok para a América Latina contou com uma fase de open beta e o lançamento oficial está agendado para 28 de maio de 2025.
“O evento contou com um número de participantes que lembrava a era de ouro do Ragnarök Online e, devido à participação acima do esperado, a desenvolvedora teve que adicionar um servidor extra ao teste. Muitos jogadores permaneceram online até o final do Beta Aberto que o horário de encerramento foi estendido em uma hora. Um incidente inesperado, mas bem-vindo”, comemorou Song.
Foto: @sucodm
O servidor começará na versão Eclage (14.2), escolha estratégica para permitir que novos jogadores se familiarizem com o jogo de forma mais gradual, mas mantendo algumas facilidades de atualizações mais recentes. A Gravity prometeu atualizações mensais a partir de maio, com planos para lançar as quatro novas classes no início de 2026.
Esports e Cultura: Ragnarok Online Além do Game
A empresa também surpreendeu ao anunciar o “Ragnarok World Championship”, um campeonato mundial de PvP que terá sua primeira edição exclusiva para a América Latina. Segundo a Gravity, a edição global exige maior tempo de produção e será implementada futuramente.
Em paralelo, a Gravity anunciou um concerto sinfônico especial de Ragnarök Online, apresentado pela Orquestra Sinfônica Villa Lobos, com trilhas icônicas do universo de Ragnarök Online, na cidade de São Paulo. A apresentação acontece em 14 de junho de 2025, às 19h30, no Teatro Bradesco, localizado na R. Palestra Itália, 500, no bairro de Perdizes.
Com arranjos e regência da maestro Sol Chin, a orquestra trará à vida músicas clássicas do jogo como “Theme of Prontera” e “Theme of Al de Baran”, prometendo emocionar os fãs com uma trilha sonora repleta de nostalgia. Cada nota será uma viagem ao coração de Rune-Midgard, conectando gerações de jogadores em uma celebração musical inédita.
Ainda em preparação para seu lançamento oficial, Ragnarök Online LATAM estará com um estande na gamescom latam, entre os dias 30 de abril e 4 de maio. Durante a feira, jogadores e o público poderão participar de missões temáticas e ganhar diversas recompensas no estande de Ragnarök Online e aproveitar essa experiência mais do que especial.
O diretor de negócios da Gravity LATAM, Brian Song, participará do painel “Gravity se expande para a América Latina com Ragnarok Online LATAM e o retorno de Gunbound”, para discutir mais a fundo a atuação desses IPs na região e todas as novidades planejadas.
Futuro Promissor: Ragnarok III em Desenvolvimento
Durante a apresentação, a Gravity também confirmou que Ragnarok III está em desenvolvimento, compartilhando um pequeno teaser com o público. Além disso, foi apresentada a plataforma GNjoy, que permitirá acesso a diversos jogos da empresa, incluindo outros títulos clássicos como Gunbound.
Todo Tempo Que Temos, protagonizado por Florence Pugh e Andrew Garfield, já se tornou dos romances recém-lançados mais queridos pelo público e teve uma estreia muito aguardada. No Brasil, o filme, do diretor John Crowley, está disponível para aluguel no Prime Video, no Google Play e na Apple TV, mas também teve sua primeira exibição especial no Festival do Rio 2024.
O drama acompanha a história de Almut (Pugh), uma jovem e renomada chefe de cozinha que é pega de surpresa por um diagnóstico de câncer terminal, e seu marido Tobias (Garfield), com quem vai contar com o apoio neste momento delicado. Eles são um jovem casal que se encontrou em uma situação inusitada, em um momento da vida que ambos estavam dispostos a viver um romance, mesmo que despretensiosamente, e aos poucos foram desenvolvendo algo sério.
Vemos todo esse desenvolvimento da relação deles por meio de flashbacks, utilizados do início ao fim do longa, que intercalam cenas do presente e passado de forma que confundem o espectador em alguns momentos, mas que funcionam bem para dar a ideia de evolução e amadurecimento de um relacionamento.
Podemos citar algumas obras que, com certeza, o público irá se lembrar ao assistir este filme: Já Sinto Saudades, Se Eu Ficar, A Cinco Passos de Você, e é claro, talvez o primeiro a ser pensado por unanimidade, A Culpa é dasEstrelas. O que todos esses têm em comum é o fato de falarem sobre doenças pela perspectiva do romance, e de como ter alguém ao lado para dar suporte faz diferença nesse momento. Além disso, todos os citados trazem a visão do que é passar por esses diagnósticos sendo jovem, com a vida toda pela frente, tendo que lidar com o fato de saber o que pode se perder nesse processo e ao fim dele.
A perda é algo que Almut se depara o tempo todo. Perda da capacidade de exercer sua profissão com excelência, da oportunidade de ver sua filha crescer, da prática do seu esporte favorito, do desfrute pleno de seu casamento, da vaidade e até mesmo de sua saúde física. Para isso, ela precisa fazer escolhas, para aproveitar com sabedoria “todo o tempo que lhe resta”. Inclusive, a escolha de optar por esse tempo.
Como alívio para a densidade que o tema carrega, temos muitas cenas de humor, como a do parto, que definitivamente é um dos ápices da trama. As personalidades de Almut e Tobias já são descontraídas, afinal, eles são um casal descolado, sendo ela mais do que ele, que, apesar de ser o típico homem fofo e compreensivo, também é desajeitado e antiquado, que sonha em ter um casamento tradicional e formar uma família, diferentemente dela, que tem seus sonhos e carreira em primeiro lugar. Esse embate vai gerar discussões, tensão e questionamentos entre eles, mas também zoações.
Algumas cenas de comédia, principalmente no início, podem passar do ponto e parecerem irreais, ou postas convenientemente para fazer a narrativa andar, porém, não chegam a ser incômodas, pois logo percebemos que o tom do filme é esse. O personagem do Andrew Garfield por si só já chega a beirar o absurdo algumas vezes, mas conseguimos relevar sem esforços, pois à medida que a história avança, conseguimos nos apegar ao casal, e isso é um mérito.
Contudo, quando o filme aborda as questões mais sérias, ele trata de forma bem crua, tanto na forma gráfica, quanto nos questionamentos e reflexões que levanta. Eles podem bater diferente para cada pessoa, dependendo da forma como cada um enxerga o sentido das vivências e experiências humanas.
Florence Pughé um dos nomes mais promissores da nova geração de atores de Hollywood, e aqui ela faz jus à esse título, pois, apesar de não entregar uma atuação muito diferente de seus trabalhos anteriores, segue ótima, visto que ela sempre atua muito bem. Uma de suas características mais marcantes é a forma visceral que interpreta, sempre trazendo naturalidade na forma de gesticular e falar os diálogos de suas personagens. Observamos isso em várias cenas, o que nos faz gostar mais da mulher, afinal, quanto mais natural for a atuação, mais conseguimos nos identificar. O mesmo podemos dizer de Andrew Garfield, que é um ator veterano e sabe bem o que fazer em tela. E os dois têm uma boa química, conduzida por ela, que brilha como protagonista!
Ao terminar de assistir, sai com a sensação de que tinha assistido um filme feito nos anos 2000: com montagem simples e objetiva, que passa sensibilidade de forma engraçada e irreverente, e tem umas escolhas estéticas um tanto bregas e clichês, mas que acerta em cheio onde te emocionar, mesmo que utilize algumas canastrices para isso. Você pode chorar (eu chorei), mas vai ser algo bem agradável de ver!
O último filme do renomado diretor espanhol Pedro Almodóvar, O Quarto ao Lado, entrou oficialmente no catálogo da MUBI, após ser exibido pela primeira vez no Brasil no Festival do Rio, no início de outubro. Este é também o primeiro longa totalmente em língua inglesa dirigido por ele. As estrelas escolhidas para protagonizar o drama são as atrizes Julianne Moore e Tilda Swinton, que formam uma poderosa dupla em tela.
Este definitivamente é um filme que vai te fazer pensar em várias questões da vida, isso porque sua história principal gira em torno de um tema que aflige todo ser humano, que é a morte. Acompanhamos a jornada de Martha (Tilda Swinton), uma jornalista que está enfrentando uma severa batalha contra um câncer que só avança, a deixando cada vez mais debilitada. Em meio aos tratamentos, ela recebe a visita de uma velha amiga, a escritora Ingrid (Julianne Moore), com quem se reaproxima a ponto de lhe fazer um pedido ousado e importante: que a acompanhe em uma viagem, onde realizará em si mesma uma eutanásia para poupar o sofrimento em seus dias finais.
Contudo, não pense que o tom do filme é sombrio e opaco por se tratar de um drama. Almodóvar traz novamente as marcas registradas de seus trabalhos para esta obra. Nos cenários e figurinos, as cores vibrantes se fazem presentes, como verde, vermelho, amarelo e azul. Além do constante humor irreverente, ácido e depreciativo nas situações e diálogos, que transforma a trama numa “dramédia” e proporciona uma leveza que te deixa mais reflexivo do que triste ao assistir. Todos esses elementos deixam tudo elegante, sutil e sensível. É um filme bonito em todos os sentidos.
Independentemente de qual seja a sua opinião sobre eutanásia, é impossível não sair do cinema impactado de alguma forma, pois apesar do procedimento ser o fio condutor da narrativa, não é o único tema controverso abordado. À medida que vamos conhecendo mais sobre as vidas e personalidades das personagens principais, nos deparamos com relações conflituosas entre mãe e filha, arrependimentos, abandono e negligência parental, convivência em família, moral e princípios, relacionamentos amorosos, posições políticas … Todas as questões que atravessam a vida humana cedo ou tarde, e que aqui pautam a forma como elas lidarão com essa situação, seja racionalmente quanto emocionalmente.
O final pode parecer em aberto e decepcionar algumas pessoas que querem ver mais desdobramentos do caso, mas fica nítido que o diretor alcançou o ponto do debate que quis alcançar. O que importa não são as consequências, afinal, elas estão acima de nós, e sim, o processo.
A conclusão que pude chegar é que, de todas as mensagens passadas, a mais forte é a que ressalta a importância da amizade, principalmente, a amizade entre duas mulheres. A cumplicidade e respeito que elas têm uma pela outra, apesar das diferenças, é o que possibilita que tudo aconteça como acontece. As atuações de Swinton e Moore transpassam naturalidade, e é incrível ver a química entre elas desde a primeira cena que contracenam. Vale a pena ver nas telonas!
Ela está vindo! Em breve, LadyGaga desembarcará no Rio de Janeiro para realizar um megashow gratuito em Copacabana, no dia 03 de maio de 2025.
O megaevento, apelidado carinhosamente pelos fãs como “Gagacabana”, faz parte do projeto “Todo Mundo no Rio”, promovido pelaPrefeitura do Rio de Janeiro, iniciado após o sucesso do show de Madonna em 2024, que reuniu mais de 1,6 milhões de pessoas nas areias da praia mais famosa do Brasil. A ideia é trazer um grande show internacional gratuito por ano, sempre no mês de maio, para valorizar o turismo da cidade.
Depois da confirmação da vinda da cantora através de uma postagem no Instagram da mesma, feita no dia 21 de fevereiro, a cidade maravilhosa se prepara para receber a Mother Monster!
O palco começou a ser montado e será gigantesco, com 1.260 metros quadrados e 2,20 metros de altura, sendo assim muito maior do que o de Madonna, que tinha 812 metros quadrados e 24 metros de frente. Confira:
Ao todo, serão 10 telões de LED espalhados pela praia, para que todos possam assistir a apresentação, que terá cerca de 3 horas de duração, preenchidas com hits que marcaram diferentes fases da carreira da artista, como Bad Romance, Paparazzi,Alejandro, Just Dance, Marry The Night, Judas, Applause, A Million Reasons, Shallow e os mais recentes sucessos Abracadabra, do seu novo álbum Mayhem, e Die With a Smile, parceria com Bruno Mars.
O evento será patrocinado pelo banco Santander, que começou a divulgá-lo nos transportes públicos do Rio, como o metrô e o VLT. Veja:
Mas não são só os realizadores do evento que estão se preparando, já é possível encontrar itens temáticos em diversas lojinhas pelo Centroda cidade, como leques, camisetas, bonés e réplicas de looks icônicos da diva.
O RIO DE JANEIRO JÁ TÁ VIRANDO A CIDADE DA GAGA 🤩🤩🤩 fui no centro e já tinha umas lojas vendendo artigos pro show, tocando Lady Gaga… AIIII a melhor parte vai ser essa, ver a cara dela em td quanto é canto da cidade assim como foi com a Madonna pic.twitter.com/ros0SLcbrY
— SANTANDER ♨️ ME DÁ UM VIP #SantanderComAMother (@Heyallyellah) March 22, 2025
Além de prometer ser histórico, devido a sua magnitude, este show tem um gostinho especial para os Little Monsters(como são chamados os fãs da cantora), que aguardam ansiosamente o retorno de Gaga após o cancelamento se sua apresentação no Rock in Rio em 2017, devido a complicações por conta da doença fibromialgia. Na época, ela escreveu em seu Twitter: “Brasil, estou devastada”, frase que posteriormente virou um meme na fanbase.
Brazil, I’m devastated that I’m not well enough 2 come to Rock In Rio. I would do anything 4 u but I have to take care of my body right now.
É uma grande honra ser convidada para cantar para o Rio — durante toda a minha carreira, os fãs no Brasil têm sido parte da força vital dos ‘little monsters’. Eu estava morrendo de vontade de ir me apresentar para vocês há anos e fiquei de coração partido quando tive que cancelar anos atrás porque estava hospitalizada.
Lady Gagaeternizou o amor pelo Rio de Janeiro com uma tatuagem na nuca, feita durante sua passagem pela cidade em 2012, com a turnê Born This Way Ball.
Em 2012, Lady Gaga fez uma tatuagem em homenagem ao Rio de Janeiro.
“A cidade mais incrível e poderosa que eu já conheci. Fiquei apaixonada pelo amor das pessoas. Nunca vi algo parecido na minha vida. Os melhores fãs do mundo estão aqui.” pic.twitter.com/425hS5n8ff
A JBC abre a pré-venda do livro Shōgun – A Gloriosa Saga do Japão, de James Clavell. Ficção histórica que deu origem à premiada série da Disney+, o romance é baseado em fatos e personagens da história japonesa e revive momentos marcantes da história do Japão Feudal do século XVII. Esta edição conta com glossário e ilustrações inéditas criadas pelo artista Guilherme Match e com projeto de arte de Gabê Almeida.
Shōgun – A Gloriosa Saga do Japão
Sinopse: Escrito em 1975, Shōgun é uma fascinante saga sobre o universo mítico dos samurais e das gueixas, numa trama ágil que une política, religião, guerra, romance e choque entre culturas. Ambientado nos anos 1600, época das grandes navegações mercantis e das conquistas de novos mundos, o livro narra a trajetória do navegador inglês John Blackthorne, que, depois de quase dois anos a bordo do navio Erasmus, chega na costa do Japão. O arquipélago estava dividido por conta da disputa pela posição de Shōgun, a mais importante autoridade militar do país.
Em meio a intrigas e traições, Blackthorne se aproxima do poderoso senhor feudal Toranaga, passando a fazer parte de um intrincado jogo de poder entre as forças conflitantes da época: daimios, samurais, jesuítas portugueses e comerciantes espanhois. Com o tempo, uma estranha relação de confiança se estabelece entre os dois homens e uma paixão proibida nasce entre o inglês e sua intérprete, Mariko. Casada com um dos mais crueis capitães do feudo, ela se vê dividida entre suas obrigações, suas crenças e seus sentimentos. Tentando manter-se vivo, Blackthorne vai pouco a pouco se envolvendo com as tradições locais, enquanto o próprio Japão começa a perder sua identidade com a abertura ao mundo ocidental de seus portos.
Autoria: James Clavell
Gênero: Ficção histórica
Classificação etária: 18 anos
Volume único
Editora JBC
Impresso
Imagem Divulgação
Páginas: 1120
Formato: 15,8 x 23,0 cm
Detalhes especiais: Brochura. Capa flexível, com verniz localizado, sobrecapa e fitilho
Uma tentativa de suicídio coletivo dá completamente errado e agora os sobreviventes precisam lidar com suas escolhas e com as verdades sombrias que elas desencadearam. Essa é a premissa de Black Paradox, mais um mangá de Junji Ito, que veio para o Brasil pela Editora JBC.
Essa história foi publicada originalmente em 2009 pelo mestre do horror e, nesta edição, possui algumas páginas coloridas e orelhas na capa. Além disso, vem com marcador de páginas e duas histórias adicionais.
Black Paradox
A trama começa com o encontro de Marusoh, Taburoh, Piitan e Baratchi, membros do site de suicídio “Black Paradox”. O quarteto combinou de ir até a floresta e encerrar suas vidas coletivamente. Então, no caminho para a morte, compartilham um pouco mais de suas motivações para fazer aquilo.
Editora JBC | Divulgação: Suco de Mangá
Marusoh é uma enfermeira e possui infinitas apreensões sobre o futuro. Taburoh é um rapaz que constantemente encontra seu doppelganger (um sósia igual) e sabe que isso é um sinal de morte. Enquanto isso, Piitan é um engenheiro que ajuda a criar um robô idêntico a ele, mas percebe que todos preferem sua versão artificial do que a original. Por fim, Baratchi é uma bela mulher que possui metade do rosto coberto por uma terrível cicatriz, constantemente ouvindo do seu reflexo no espelho que deve morrer.
Porém, quando Marusoh percebe que aquelas pessoas podem não ser quem afirmam ser, o rumo da história muda.
O que antes era uma jornada em direção à morte se transforma numa luta pela vida. Agora, algo mais precioso do que diamante, mas tão perigoso quanto uma bomba nuclear, atrapalha o destino dos quatro.
Reviravoltas
Olha, se existe algo em Black Paradox, esse algo são reviravoltas. Quando a história parece ir pra direita, dá uma virada maluca pra esquerda e minutos depois ela vai pro espaço, enfim. Uma doideira.
Editora JBC | Divulgação: Suco de Mangá
Naturalmente, Junji Ito é ótimo pra usar simbolismos e juntar metáforas para suas ideias. Qual o valor da sua vida? Na verdade, qual o valor da vida de milhares de pessoas? Vale a pena usar algo com um potencial destrutivo imenso por uma aparente “evolução”? São algumas das questões que permeiam o enredo.
No entanto, no meio de tantas viradas, eu senti que o fim e o começo da história quase não se conversam. Havia elementos muito interessantes e sombrios que foram pouco aproveitados.
Em relação ao body horror, especialidade de Junji Ito, ele entrega o que sabe de melhor. Porém, senti falta da atmosfera de suspense, de sentir medo. Sim, é perturbador e me senti incomodada, mas medo? Não.
De qualquer forma, o final deu uma valorizada, terminando realmente em um paradoxo. Eles conseguiram o que queriam inicialmente, mas não do jeito que desejavam. E ainda ficou com a questão em aberto: o que realmente fizeram pelo bem da humanidade?
Histórias extras
Além de Black Paradox, a publicação traz as histórias A Mulher que Lambe e Pavilhão Sobrenatural. Sinceramente, acho que gostei mais de A Mulher que Lambe do que da história principal.
Editora JBC | Divulgação: Suco de Mangá
É grotesca, nojenta, dá medo, não tem uma explicação lógica, cheia de mistérios e não acaba com um final feliz. Nem tem muito o que falar do enredo, pois o nome dela é autoexplicativo e, vindo do Junji Ito, já deve imaginar que essa lambida não é muito carinhosa.
Já Pavilhão Sobrenatural tem pouquíssimas páginas e mostra como seria um futuro meio distópico. Interessante e com as páginas coloridas, o que já aumenta os pontos dela.
Conclusão
Vocês sabem, eu sou suspeita pra falar de Junji Ito, mas serei sincera e digo que essa não é uma das minhas histórias preferidas dele. É interessante, lida com temas sensíveis, tem sim o body horror tão característico, mas… achei morno.
De qualquer forma, Black Paradox tem uma proposta interessante e vai pra caminhos bem ousados. Pode não ser a melhor obra do mestre do horror, mas com certeza é um bom exemplo da mente meio perturbada dele.
Se você ou alguém que você conhece está em uma situação de vulnerabilidade, não exite em buscar ajuda. Entre em contato com o Centro de Valorização à Vidapelo número 188, chat, e-mail ou pessoalmente.
Depois de rodar o mundo, passando por cidades famosas como Nova York, Londres, Atlanta, Paris, Seattle, Toronto, Los Angeles, San Francisco e São Paulo, o Mundo Invertido chegou no Rio de Janeiro no dia 17 de abril.
Chegou a vez dos cariocas curtirem a exposição internacional Stranger Things: The Experience, que recriará no estacionamento do Barra Shopping os cenários ultrarealistas da icônica série da Netflix, como o famoso Laboratório de Hawkins, e promoverá experiências imsersivas, como artistas interativos, comidas, bebidas e espaços instagramáveis.
No final da aventura, você poderá comprar itens oficiais e exlusivos na lojinha oficial do evento, toda ambientada nos anos 80.
Quem é fã, não pode perder! A exposição ficará em cartaz até o dia 27 de julho na cidade, e os ingressos podem ser adquiridos no seu site oficial. Eles custam em torno de 80 reais a inteira, com direito a meia entrada.
Eleven, Mike, Max, Will, Dustin e Dr. Martin Brennermal podem esperar para receber vocês!