O 31º Troféu HQMIX, um dos principais eventos de quadrinhosdo país, abriu as inscrições hoje, dia 24 de janeiro e encerra no dia 01 de março de 2019. Editoras e autores devem entrar no SITE OFICIAL e ler as instruções para o procedimento.
O custo por inscrição de publicação e autores é de R$ 15,00 e dá direito a que sejam feitas duas escolhas de categorias por esse valor.
No item “Projeto Editorial”, além do PDF também será pedido um exemplar impresso para melhor análise da qualidade da publicação que não é percebida no arquivo PDF. O endereço para enviar esse exemplar é:
Troféu HQMIX – Gualberto Costa
Rua Lacerda Franco, 1136 – apto. 74 – Aclimação
CEP 01536-000 – São Paulo – SP
Com este anime, vimos muitas cenas relaxantes, típico do que foi esperado em nosso Primeiro Gole. A verdade é que é de lei cada temporada ter pelos menos um anime como Tonari no Kyuuketsuki-san: garotas fofinhas fazendo coisas fofas reagindo de forma fofa.
Nessa Temporada de Outono 2018tivemos outro anime que se encaixou bem nessa categoria, que foi o Anima Yell, uma história de meninas fofas e alegres que fazem parte de uma equipe de torcida. Não dá pra ficar mais alto astral que isso, dá?
De qualquer modo, eu tenho uma regra pessoal em jogo. Esse tipo de anime moe faz bem, encanta os desencantados e conforta os amargurados, mas tudo deve ser bem dosado.
Assim como muito açúcar pode melar um bom suco (sem qualquer pretensão de trocadilho aqui), muito moe pode te deixar enjoado e te deixar incapaz de aproveitar direito um bom anime. Então, se fizemos uma escolha, devemos começar pela seguinte pergunta:
Por que Vampiros?
Nos idos de 2006, quando descobri a saudosa Animax, dois animes me fisgaram de jeito. Hellsing, Blood+ e Trinity Blood faziam parte de uma febre generalizada com os livros da Saga de Darren Shan e Crepúsculo. Apesar de toda uma geração ter se fissurado em vampiros, as brigas de torcida eram comuns. Afinal, a ideia de vampiros brilhantes soava estranho para os mais apegados aos vampiros de Anne Rice e ao Drácula de Bram Stroker.
Mesmo assim, os vampiros brilhantes fizeram escola, pois agonizar de dor enquanto o corpo vira cinzas não faz bem o estilo do anime de Sophie Twilight. Nossa vampira otaku e anti-social só pena sob a luz do dia para as tarefas mais cruciais e incontornáveis, como encontrar sua mangaká favorita. Quando o sol a toca, Sophie começa a brilhar, brilhar e brilhar… mas tudo volta ao normal depois no final do dia. Só é muito desconfortável para essa vampira light.
Parece estranho que um anime tenha puxado de volta um tema que ficou um tanto esquecido nos últimos anos. Muito antes de ter sido anunciado para esta temporada, eu já havia assistido o trailer no início do ano e a reação foi apenas “Wow…! Vampiros?!”. E a boa notícia disso tudo é que Tonari no Kyuuketsuki-san não sobreviveu apenas de minha nostalgia em particular.
Ele é mais do mesmo, sim, mas divertido mesmo assim. Seus personagens com os seus mesmos trejeitos e as piadinhas que brotam em cada episódio, não de qualquer jeito, fazem aquilo que um anime lotado de moe faz de melhor: botar um sorriso leve o suficiente para aquecer de leve o coração. Pode ser dito que essa descrição é excessivamente romântica de algo tão banal como o moe. Mas não penso que ele é capaz de agarrar a audiência de tantas pessoas apenas porque elas “sejam estranhas”. Esses elementos afetuosos não são difíceis de serem percebidos em vários aspectos do anime que não cabem nesta Análise (diálogos, estética, design, traços e por aí vão). E por falar em afeto…
Tonari no Kyuuketsuki-san (Imagem Divulgação)
Triângulo Amoroso: “Real pero no mucho”
Esse aspecto de mim não coube na minha bio, mas quem me conhece sabe que eu amo cozinhar. E se eu tivesse que dissecar Tonari no Kyuuketuski-san pelos seus vários ingredientes, eu diria que ele tem uma pitada de yuri na sua mistura. Não, não chega a ser uma xícara ou uma colher de sopa. Com certeza, a coisa que mais atrai as imaginações de n escritores e escritoras de fanfic é justamente a falta de clareza na relação entre as personagens. Essa falta dá asas para todo o tipo de imaginação e as doses de carinho entre as personagens são um pouco mais intensas que em outros animes como Slow Start ou Comic Girls. Mas antes que ponhamos a carroça na frente dos bois e transformemos o anime num Bloom Into You, que é bem mais nítido e bem mais direto ao ponto como yuri, vejamos um pouco as personagens em si para daí visualizarmos esse triangulo amoroso Hinata-Akari-Sophie, ou se essa é interpretação é plausível.
Akari e Sophie se encontram numa floresta à noite. A pequena vampira está apenas dando uma volta por aí, como recomendada aos seus vizinhos. Faz bem para a saúde. E Akari, viciada em pequenas (e assustadoras) bonecas, vê em Sophie uma boneca viva. Uma boneca com quem ela quer brincar para ontem, escovando seu cabelo e vestindo várias roupas nela. Temos aí a impressão de que Akari ama Sophie, pois Sophie é a boneca perfeita, que jamais irá envelhecer e continuará fofa, mesmo com 360 anos de idade. Essa obsessão por bonecas permite a uma humana a proeza de assustar uma vampira. Uma vampira que, aliás, já se assusta fácil com fantasmas e história de terror. Mais um ponto cômico para o anime aí. Sophie tem um jeito meio kuudere ao retribuir esse carinho. Meio, porque ela não é completamente apática à companhia da Akari, mas ainda prefere manter sua distância. Até porque ficar muito íntima de uma humana que daqui a pouco irá morrer, uns 70 ou 80 anos no máximo, não é lá a coisa mais saudável a se fazer.
Tonari no Kyuuketsuki-san (Imagem Divulgação)
Se Akari pena em ganhar um pouco mais de afeto de Sophie, mal sabe a menina que ela própria faz girar a roda do vácuo. Afinal, sua amiga de longa data, a Hinata, é apaixonada pela amiga. Hinata é a pitada de yuri mencionada lá em cima. Nesses tipos de anime moe, há sempre uma menina mais “masculina” que as demais e que tem uma quedinha por uma das garotas. Leia esse “masculina” com muitas aspas, pois merece. O retrato de uma menina masculina nesses tipos de anime ainda é feminino demais até para os padrões japoneses, se bobear. Em Kin Iro Mosaic havia uma mesma personagem nesse perfil. Mesmo sendo mais arquetípica do que o aceitável, ao menos Hinata poderia ter sido um pouco melhor aproveitada do que ser apenas a garota que tem um crush na Akari e que tem um shiba inu de estimação muito fofo. Okay, essa última parte podemos perdoar, já que é um shiba inu muito fofo…
Se há um triangulo aí, ele está bem aberto e só fecha com a intervenção divina de uma fanfic. Fora dela temos a Ellie, a amiga mais velha de Sophie que mesmo tendo quase 500 anos, ainda assim parece uma criança. Uma criança embaraçosamente sensual para o seu tipo físico. Ela não tem muita escolha, já que foi transformada em vampira cedo demais para ter chance de crescer. Ellie sabe disso, o que a deixa com um baita complexo com o seu corpo, odiando ser confundida com uma criança. Esse complexo faz com que ela faça questão de provocar as outras meninas, para parecer a mais velha do grupo. E de fato ela é, coitada.
Conclusão
Levando tudo em consideração, Tonari no Kyuuketsuki-san foi um anime bem okay. Genérico demais para ser considerado bom, mesmo com todas aquelas preferências pessoas por vampiros levadas em conta. Mas que fez bem aquilo que se propôs, quase que autoconsciente de suas limitações. O que é muito melhor do que querer abocanhar mais do que a boca pode morder. Foi uma boa escolha afinal!
Pré-estreando 2019 no dia 27 de dezembro, na Temporada de Inverno 2019, The Rising of the Shied Hero é um dos isekai mais populares hoje em dia com suas novels e mangás já bem adiantadas para vários capítulos.
A adaptação para anime foi bastante aguardada desde seu anúncio adiantado em quase um ano e sua estreia foi ao mesmo tempo bem recebida e merecedora do “Prêmio Goblin Slayer” de estreia polêmica, atiçando fogo em certos cantos da Internet já no primeiro episódio (por isso o nome do “prêmio”; ele não existe de fato, mas bem que poderia).
A Lenda dos Quatro Heróis
Naofumi Iwatani é o seu típico protagonista de isekai: um otaku antissocial (olá Re:Zero, olá Konosuba). Uma visita na biblioteca transforma sua vida de vez quando ele folheia um livro que conta sobre a lenda de um antigo reino; quando o livro chega nas páginas brancas, Iwatani é invocado e aparece num círculo mágico com mais três rapazes no Reino de Melromarc, o mesmo reino descrito no livro.
Esclarecidos de onde estavam pelos sacerdotes, os quatro rapazes são enviados para uma audiência real onde lá são informados do motivo de terem sido invocados. De tempos em tempos, uma onda de calamidades assola o mundo.
Apenas quatro heróis de outro mundo podem conter a ameaça, cada um usando uma arma diferente: uma espada, uma lança, um arco e um escudo. Iwatani fica com o escudo, logo percebendo um menosprezo por ser digno da pior das armas. Ignorado pelo rei, pelos aventureiros que acompanharão cada herói e pelos outros enviados, ele fica por conta própria quando a gentil princesa Malty Melromarc se voluntaria para acompanhar o herói do escudo.
The Rising of the Shield Hero (Imagem Divulgação)
Pausa no gole: para evitar gosto amargo
Tudo seria um mar de rosas, não tivesse a dona de uma mão que estendeu ajuda guardado uma faca de mentiras com a outra mão. Após a primeira noite juntos, Iwatani acorda despido de todo o seu equipamento e com uma falsa acusação de assédio. Mas ora, como assim falsa? Era a princesa que acusava, pelo amor de Deus! E aos prantos, diante do pai e agarrada a um dos heróis desesperada por socorro. Quem duvidaria de uma pessoa tão desolada?
E… aparentemente foi esse ocorrido no primeiro episódio que causou certo “furor” na internet. Para alguns críticos, a própria possibilidade de uma mulher fazer uma falsa acusação desse tipo era um absurdo que só poderia sair da mente de alguém que odeia mulheres (?)
Essa polêmica pode até merecer um comentário mais detalhado, sim, mas num Review. O propósito aqui são as primeiras impressões de um anime que acabou de começar. Traçar comentários finais para algo que está no início soa totalmente fora de propósito, seja na estreia de Shield Hero ou de Goblin Slayer, onde ali também as carroças correram na frente dos bois.
Então deixemos a história contar a si própria. E voltemos a ela, antes que o gosto amargo na boca piore.
A Ascensão de um Herói Marginal
Exilado e rotulado como um pária por ter cometido o pior dos crimes no Reino de Melromarc, Iwatani começa a se virar como pode para aprimorar sua arma e prepará-la para os tempos sombrios que se aproximam, ainda que sua arma não preste para ataques.
De monstro menor a monstro menor, itens são revertidos em dinheiro que pouco a pouco o permite sobreviver e conseguir algum equipamento até eventualmente conseguir o bastante para comprar um escravo, conseguindo pra si um parceiro que seja obrigado a obedecê-lo, ainda que se trate de um herói imprestável com um escudo.
O traficante de escravos apresenta ao nosso herói uma boa variedade de monstros e meio-humanos, aptos a obedecê-lo mediante um contrato firmado com sangue, que custa a vida do escravo que o desobedecer.
A visita de Iwatani o leva a uma criança frágil e visivelmente fraca, de nome Raphtalia. Mas, ainda não se sabe o porquê, uma gentileza inesperada vinda de um herói corrompido pela desconfiança e pela traição gera um companheirismo do que deveria ser apenas uma relação de senhor-escrava.
The Rising of the Shield Hero (Imagem Divulgação)
Para sobreviver num mundo não tão diferente do nosso
Nesse reino fantástico, há um espaço para a calúnia e para puxadas de tapete que o aproximam demais do mundo real e seus traços nada fantásticos. Para corroborar, foi noticiado há pouco tempo que, segundo o autor de Tate no Yuusha, alguns personagens foram baseados em pessoas que ele conheceu.
Vejamos então o quanto a arte imita a vida neste anime mais do que bem aguardado e, apesar dos pesares, bem recebido.
Contando diversas lendas e em formato de antologia, Folklore é a mais nova série da HBOasiática, e que estreará no mundo todo em 1º de fevereiro diretamente no HBO Go.
Folklore contará com 6 episódios, abordando casos e mitos das localidades como Indonésia, Japão, Coreia, Malásia, Cingapura e Tailândia. E aí, ficaram curiosos – e com medo?
A Darkside Books acaba de anunciar seu mais novo título, Floresta dos Medos (Through The Woods), da canadense e ganhadora de um prêmio Eisner (considerado o Oscar dos Quadrinhos), Emily Carroll, lançado originalmente em 2014 e que vem pelo selo Darkside Graphic Novel.
“Os medos, aqui, são diversos. Três irmãs que ficam sozinhas em casa e, uma por vez, desaparecem. O fantasma de uma mulher que aguarda vingança. Um homem que sempre viveu à sombra de seu irmão decide assassiná-lo. Uma garota e sua amiga médium exploram a dor e o luto dos outros em um golpe elaborado. E, por fim, uma menina visita seu irmão casado apenas para descobrir um segredo terrível e visceral. “
Estão preparados para esta nova aventura sombria?
Floresta dos Medos (Imagem Divulgação)
Floresta dos Medos
Autora | Emily Carroll Tradutora | Bruna Miranda Editora | DarkSide® Edição | 1a Idioma | Português Especificações | 208 páginas, Limited Edition (capa dura) Dimensões | 17,78 x 22,86 cm ISBN | 978-85-9454-140-6
Com youkais perambulando a terra o bastante para qualquer um voltar aos tempos de Inuyasha, Dororo estreia na Temporada de Inverno 2019 fazendo justiça à grandeza seu criador, Osamu Tezuka.
Se você está associando Tezuka com Astro Boy, um aviso: Dororo é bem mais intenso em sua violência e menos infantil do que se esperaria do amigo de nosso querido Maurício de Sousa.
O Mal Ronda a Terra
Me perdoem os fãs de Astro Boy; também vivi momentos intensos o assistindo quando criança. E a verdade é que o Dororo de 1969 também é tão cartunesco quanto Astro Boy.
Mas a intensidade de que falo para esse remake é do tipo onde um monge é retalhado logo de cara e tem o sangue jorrado nas paredes do templo logo no primeiro episódio. E ora, isso foi uma surpresa! Nessa adaptação do mangá de Tezuka é recriado um ambiente difícil, onde a vida é de difícil sustento e sair da segurança dos vilarejos pode significar sua morte nas mãos de um monstro.
É nesse ambiente de dificuldade em que um senhor de terras, face a más colheitas e fomes iminentes recorre ao auxílio de demônios que habitam em estátuas num templo. Os demônios o ajudariam, mas em troca, tomariam o que havia de mais precioso para ele.
Foi aí onde no dia do parto de sua mulher, um raio atinge a casa e nasce uma criança sem olhos, sem pele, sem membros, enfim, uma completa aberração. Essa fora a reivindicação dos demônios. Contudo, mesmo desprovida de quase todo o corpo, a criança ainda vivia; e assim ela foi deixada à própria sorte num barquinho à deriva por uma criada.
Dororo (Pôster Divulgação)
A Cor da Alma
Vão-se os anos e passada essa introdução o foco da história muda para um menino de rua que ganha a vida revendendo o que rouba. Apesar de todo o episódio descrito antes, esse garoto leva o título do anime: Dororo, o auto proclamado melhor de todos os ladrões (dorobo, em japonês). O pequeno ladrão é o único até agora que mantém o traço típico de Osamu Tezuka, enquanto todos os personagens restantes recebem traços menos ovais e mais afinados, típicos dos animes shounen.
Quando Dororo é pego pelos homens a quem ele havia roubado antes, um monstro de lama aparece à espreita e começa a devorar os homens, um por um. E antes de ser devorado por último, um jovem aparece com uma lâmina escondida dentro de um braço artificial e mata o monstro sem dificuldades.
Apesar de ter salvado esse garoto, parece que seu foco era mais o monstro do que a vida de Dororo, pois ele mesmo não podia enxergá-lo como uma pessoa. Nem a ele, nem ao monstro. Pois tudo eram como manchas, cada uma com sua cor. E pelo que parece, a cor vermelha pertence às criaturas que vivem da matança e do sangue alheio, o que impele o jovem apático e sem reações à perseguir e destruir a fonte de ameaça.
Dororo (Pôster Divulgação)
A Vida de Hyakkimaru
O bebê privado de um corpo normal e que ainda assim conseguiu sobreviver para ser um guerreiro formidável; sem olfato, sem audição, sem visão, com próteses no lugar de membros, apenas um “olho da alma” que o permite ver a cor do espírito daqueles ao seu redor. Trata-se de um personagem quase sem margem alguma para comunicar-se por si próprio para o telespectador.
Nessa história, Dororo não serve apenas como um companheiro de viagem, mas também como uma extensão de quem está assistindo o anime e está tentando decifrar os pormenores da vida desse guerreiro, quais suas origens e qual é o seu destino.
Em último caso, Dororo é uma testemunha da vida de Hyakkimaru, tanto quanto somos todos nós que assistimos a jornada do guerreiro sem sentidos e da alma branca e pura que o segue. Curiosidades a serem saciadas aqui não faltam.
E aqui podemos ser sinceros: estamos no melhor momento para sermos apresentados a mais um trabalho do pai dos mangás com essa produção de ótima qualidade.
Mais de 1 bilhão de Tweets sobre games foram registrados no mundo em 2018. A plataforma, conhecida por ser popular entre equipes, jogadores, e celebridades dos games, divulgou uma lista com os 10 jogos mais comentados por lá, e adivinhem: Fate/Grand Order ficou no topo!
O Japão foi o país com mais Tweets sobre o assunto, seguido por Estados Unidos e Reino Unido. O Brasil está na sétima colocação. Com relação aos eventos de games, a E3ainda continua imbatível, junto a Tokyo Game Show e The Game Awards na sequência. Abaixo, você confere todos os rankings.
Anote na agenda: dia 24 de abril será o Dia Estadual do Samurai, no Rio de Janeiro! O governador Wilson Witzel sancionou nesta última terça-feira, a Lei 8294, já aprovada na Alerj no último dia 20 de dezembro.
A justificativa para o Dia do Samurai é o aniversário do sensei Jorge Kishikawa, em 24 de abril, um dos maiores mestres em artes marciais do país, difusor do kobudo (kenjutsu, jojutsu e outros estilos de lutas de guerreiros japoneses) e criador do Instituto Cultural Niten.
“O sensei Jorge Kishikawa, por meio do Instituto Cultural Niten, segue proporcionando ao Brasil e em especial ao povo Fluminense a oportunidade ímpar de autodesenvolvimento enquanto cidadãos, além da sempre benéfica prática de uma atividade que favorece o bem-estar do corpo e do espírito”, afirma Wanderson na justificativa do projeto. “Por tais motivos, mostra-se importante a inclusão no calendário oficial do estado a data ora proposta”, complementa ele no texto.
O que vocês acharam da lei? Deveria ser federal? Quais outros “Dias” vocês gostariam que tivesse?