Alita: Anjo de Combate abriu em primeiro lugar na sua semana de estreia nos EUA, chegando a US$ 36,5 milhões, ficando acima de Uma Aventura Lego 2 com pouco mais de US$ 21 milhões.
A projeção de especialistas é de que o longa alcance algo em torno de US$ 41 milhões em quatro dias, bem acima do esperado – antes da estreia do longa de Robert Rodriguez – que era de apenas US$ 30 milhões. Apesar destes números, ainda são aquém do seu custo de produção que beira os US$ 170 milhões.
Já ao redor do mundo, o filme da FOX já soma com os EUA US$ 130 milhões, e deve angariar na faixa dos US$ 600 por todo o período de exibição, o que já caracteriza algo positivo – e faz o filme se pagar e quem sabe, suficiente para ter uma sequência.
Vamos aguardar pelos próximos capítulos da saga de Alita nos cinemas!
Confira como foi nossa experiência no show do grupo k-popOH MY GIRL em São Paulo, em 02 de fevereiro. Por lá, entrevistamos o pessoal da fila que também contaram sua história com as meninas.
Honda-san é o esqueleto mais carismático desde Jack Skeleton ou Papyrus, mesmo sem músculos no rosto. Sua especialidade? Aguentar aos trancos e barrancos os “ossos do ofício” de ser funcionário de uma livraria (com o perdão do trocadilho).
Com apenas dez minutos de episódio, pudemos saber muito da rotina árdua do último elo, o ponto final do mercado editorial: os livreiros.
Aos colegas de hábito
Caro leitor ou cara leitora, se você também tem o hábito de fazer das livrarias o seu segundo lar, este anime diz muita coisa para nós. E também sobre nós. Vendo as coisas do ponto de vista do Honda, os clientes e demais visitantes de uma livraria ganham uma outra luz.
Não é mais um Fulano que está ali folheando um livro ou um mangá, mas alguém que tem que ser abordado e não de qualquer jeito. Tentar achar o gosto da pessoa e saber quando e como chegar na pessoa, ou se você simplesmente deve deixá-la em paz, essas coisas já tensas por si só para alguém inseguro e ansioso como o nosso amigo esqueleto. E isso é só a ponta do iceberg.
Para os livreiros
Esse é sem sombra de dúvida o público alvo de Honda-san. O protagonista trabalha em uma livraria de grande porte no Japão, uma Saraiva ou Travessa da vida. Seus colegas de trabalho estão lá, modificados todos de uma maneira muito peculiar e que provavelmente só devem fazer sentido para o próprio autor: eles são todos humanos, mas um tem uma cabeça de coelho, outro é um saco de papel, outra tem um elmo e ora, por que não, temos que até mesmo uma máscara de corvo.
Todos esses funcionários peculiares lidam com humanos normais, sem necessidade de alterações, mas não menos peculiares por isso. Para começo de espanto, temos fujoshis para dar e vender aos surtos e berros tentando achar o seu BL favorito. Temos estrangeiros com dificuldades de comunicação ou entusiasmados até demais com a cultura japonesa. Diabos, tem até um brasileiro! Um brasileiro dá as caras nesse anime (“Konichiwa, San Paoro, San Paoro…”). Honda o reconhece como um paulista porque no Japão, o Brasil se resume a São Paulo e ponto final. Mas se me permitem, aquele brasileiro é um pouco vívido demais para ser paulista. Perguntem só a Nelson Rodrigues qual era a pior forma de solidão para ele.
Temos também otakus furiosos porque o seu mangá ou sua novel que pretendiam comprar já esgotou. E essa fúria é descontada aonde? Sim, nos miseráveis que não podem perder a cordialidade com o cliente. Por isso tanta bebedeira por lá depois de um dia de trabalho, pois só o álcool salva. Nomikai, banzai!
Gaikotsu Shotenin Honda-san (Imagem Divulgação)
Quando se trabalha com o que ama
Conheço um ou outro que trabalha em livrarias que confirma uma coisa ou outra do anime. Principalmente a correria que é apresentada no segundo episódio, um dos momentos mais engraçados. Não se acha o livro em lugar algum, tem que estocar de novo, tem que ligar pra editora pra pedir mais cópias, tem que fazer isso ou aquilo. É correria que não acaba mais.
Mas nem tudo são espinhos. Sim, trabalhar numa livraria é osso duro de roer (me perdoem mais uma vez o trocadilho), mas o anime também mostra que no meio de muito cliente maluco e muito cliente babaca, existem verdadeiros anjos na terra que conseguem te repor as energias e te ajudam a lembrar o porquê de você ter escolhido um emprego desses em primeiro lugar: porque você provavelmente ama livros.
Honda-san pode ter um dia a dia penoso, quase sem tempo para sua própria vida. Pouco é mostrado de sua vida, salvo quando ele vai dormir para aguentar mais um dia de trabalho. Como tantos e tantos japoneses, nosso livreiro vive para trabalhar e não parece muito preocupado em trabalhar para viver. Mas isso não parece o incomodar tanto. É um trabalho árduo, mas é o seu trabalho, esse mesmo que dá as mesmas histórias que ganhamos a oportunidade de ver de perto. E são essas histórias cômicas e tragicômicas que definem a vida de nosso livreiro esquelético, Honda-san.
Gaikotsu Shotenin Honda-san (Imagem Divulgação)
Conslusão
A maior vantagem de um anime num formato como o de Honda-san é que você não precisa dar muitas voltas e pode tranquilamente ir direto ao ponto. Já é esperado de você algo curto, dez minutos. Nesse tempo uma boa ideia pode ser bem executada e ainda dar espaço para ótimas piadas e referências descaradas a várias obras e produtoras. Não há nada que supere o show de esculachos desferidos como uma metralhadora de socos contra várias editoras de mangá, como numa catarse coletiva: de Honda-san e dos “n” leitores japoneses que sabem bem do que é que ele está falando.
Mesmo nós, público brasileiro, não vivendo a realidade do mundo editorial japonês, há um chão comum para todos nós aproveitarmos a excelente comédia de Gaikotsu Shotenin Honda-san. Pode ser que a animação simplista desagrade quem não consiga aceitar o seu estilo, mas esse “lado ruim” do anime é tão subjetivo que pode ser até descartável. São apenas doze curtos episódios. Pois vale e muito a pena tirar uma tarde de domingo para uma maratona, o anime merece!
A segunda temporada de Dungeon ni Deai o Motomeru no wa Machigatteiru no Darou ka? (Is It Wrong to Try to Pick Up Girls in a Dungeon?), ou DanMachi, foi confirmada com a exibição do filme neste sábado, 16 de fevereiro, em um evento no Japão.
Com participação do elenco e produção do anime, o anime retorna para a Temporada de Verão 2019, ou seja, a partir de julho deste ano.
Mais detalhes serão revelados em breve e contamos para vocês!
A conta oficial do Twitter de Shingeki no Kyojin (Attack On Titan), revelou que a segunda parte da terceira temporada do anime começa em 28 de abril de 2019. Abaixo, um vídeo do retorno que haviam divulgado.
A novidade é que Linked Horizon retorna para interpretar novamente o tema de abertura, sendo que o encerramento fica com a banda cinema staff, a mesma responsável pelo segundo encerramento da primeira temporada.
Bom, vamos aguardar! Vocês estão ansiosos com o retorno da série?
Vamos tirar o elefante da sala primeiro. Tecnicamente, o Closed Beta de Anthem foi deplorável. Você espera bugs de algo assim, alguns problemas de conexão, uns comportamentos estranhos dos personagens, mas não ficar preso na tela de loading a maioria do tempo. Funcionou, às vezes, mas não tinha uma vez que o jogo não ia pra tela de loading que eu ficava pensando se ia conseguir continuar jogando ou não. Ok, é uma build razoavelmente antiga. Segundo a Bioware a build é de 6 semanas atrás, mas esse problema do loading infinito pegou a produtora de surpresa. E estamos falando de um jogo que foi encerrada a produção essa semana. É assustador pensar que pode ter problemas assim quando o jogo lançar, em 1 mês.
Tirando isso o jogo tem seus problemas de otimização. No Fort Tarsis sempre havia queda de frames. As opções de customização ou não funcionavam direito, ou faltava informação. Às vezes era necessário reiniciar o jogo para alterar algumas configurações e o jogo não avisava. Outro exemplo é o caso do “motion blur”. Tinha uma opção dedicada pra esse efeito, mas ele somente sumia de vez se você diminuísse a qualidade do pós-processamento (e se você não é retardado como eu pra ficar lendo os posts do Reddit do jogo, as chances são que você não sabia disso).
Superado os problemas técnicos, eu achei o saldo do jogo bem positivo. Eu comecei a jogar na sexta feira (25/01) e basicamente só joguei isso o fim de semana inteiro. Isto porque, apesar da demo se limitar a 3 ou 4 missões, uma pequena parte do mapa no freeplay e um stronghold (a dungeon, ou strike, se você é familiarizado com Destiny, do jogo), o jogo está realmente divertido.
Habilidades e Sistema
A primeira coisa que merece destaque é o tempo de cooldown das habilidades. Os cooldowns no geral são bem baixos, o que deixa você usar usar constantemente as habilidades dos Javelins. E isso é o que faz toda diferença. Toda aquela experiência de Power Fantasy só agrega pra diversão do jogo. Caralho, é muito divertido soltar um raio ou míssil explosivo na cara de um monstro. Tudo isso é amplificado pelo sistema de combos do jogo. Algumas habilidades preparam (primers) os inimigos e outras deflagram (detonators) os combos, gerando efeitos dependendo do Javelin que você está usando. Um exemplo é o Storm usando “frost shards” para congelar os inimigos e o “lighting strike” para ativar o combo e espalhar o status de congelado para os inimigos em volta. É divertido e recompensador (EXXPLOOOSIONSSSSSS).
Outro ponto positivo é que os Javelins podem realmente ser considerados um sistema de classes. Por mais que eu adoraria que eles abraçassem de uma vez os sistema de “roles” dos MMOs, o que acontece apenas parcialmente no Anthem, ainda assim cada Javelin é uma experiência bem diferente do outro. O Colossus é uma versão mais agressiva dos tanks. Ele não tem tem uma barra de escudo que regenera com o tempo, mas em compensação tem mais vida e resistência que os demais Javelins. Os seus componentes únicos dão mais vida e armadura em uma quantidade exagerada, mas por não ter uma barra de escudo, é necessário ir sempre em frente matando os inimigos para dropar itens de recuperação de vida. Ele é o Javelin com menor mobilidade, e não tem um movimento evasivo: ele tem um escudo físico para absorver o dano! Já o Interceptor é o completo oposto do Colossus. Sendo o mais ágil dos Javelins, ele consegue entrar e sair do meio da batalha com uma enorme facilidade. Mas em compensação, sua vida é a mais curta de todos. Suas habilidades são focadas em dano corpo a corpo, então é comum ver o Interceptor pulando pro meio da batalha, cortando tudo que vê pela frente, e saindo correndo pra não morrer. Pessoalmente eu não achava que ele iria ser muito o meu estilo, mas o tanto que eu joguei com ele ontem achei divertidíssimo, virou meu segundo favorito.
O que nos leva ao meu favorito, o Storm (esse da foto 😀 ) Ele é a versão de um mago, ou spellcaster, dos Javelins. Ele pode ficar planando mais tempo que todos os outros Javelins e quando está planando, seus escudos são reforçados. Suas habilidades são baseadas em danos elementais (fogo, gelo e eletricidade) e ele é bem mais focado no uso de habilidades e combos do que as armas. Por fim tem o Ranger, que é mais padrão dos Javelins. Confesso que ainda não entendi qual é a pegada dele. Ele me lembra o War Machine. Suas habilidades são focadas em granas e mísseis. No começo achei bem “meh”, mas depois de jogar um pouco mais com ele, até que achei divertidinho, mas ainda fica atrás dos outros, mas eu posso mudar de opinião depois de jogar um pouco mais com ele.
Anthem (Imagem Divulgação)
História
Em relação à história, o que eu vi no alpha (que eu não posso falar ¬¬) e na demo não foi muito para ter uma opinião, mas foi o suficiente para despertar a minha curiosidade. O mundo parece bem construído e o que eu vi de história me fez querer jogar mais pra saber mais (acho que o alpha mostrou um pouco mais que a demo). Alguns vídeos que vi na internet mostraram cutscenes que eu não sabia que tinha e a escala parece ser bem grande. É um jogo da Bioware afinal das contas e confesso que ver a existência dessas cutscenes deu um ânimo nesse quesito.
Na demo tinha poucos personagens que podia conversar, mas eles existem e parece algo bem algo da Bioware. Aos poucos eles mostram um pouco da personalidade e das suas motivações. Mas as suas escolhas nos diálogos (sim, ainda tem escolhas de diálogos) são só bilaterais e servem apenas para ajudar a construir a personalidade do seu personagem, não influenciando na história (fica difícil fazer isso num shared world, afinal das contas).
As missões que eu vi seguem o padrão do gênero. Vai pra um lugar, escaneia algo, mata uns mobs, as vezes tem um chefe, e assim vai. Uma delas tinha um mini puzzle no final. Nada groundbreaking. Mas funcionou na demo. Eu me vi repetindo as missões algumas vezes para evoluir o personagem e pegar uns itens. As missões não são repetíveis, mas você pode colocar no modo quickplay e escolher missões e o jogo vai te colocar em uma missão aleatória, o que eu imagino que seja onde falta players para preencher o esquadrão.
O stronghold foi o ponto alto. A dungeon foi bem divertida e desafiadora. Seguiu com umas mecânicas simples de pegar alguns itens e levar para outro lugar, enquanto é cercado de inimigos, culminando numa boss battle contra um chefe gigante. Aparentemente os strongholds são repetíveis. Eu joguei várias vezes durante o fim de semana, especialmente domingo com o Stephano, usei Javelins diferentes e no geral foi uma experiência bem legal. Assim como as raids do Destiny, o stronghold tem dois pontos que recompensam o jogador com um baú com loot (mais os eventuais drop dos mobs) e o boss final, que não tem um baú (triste 🙁 ) mas que dá loot após o encerramento da dungeon.
Anthem (Imagem Divulgação)
Crafting e Customização
Por fim, duas coisas que merecem destaque também. O sistema de craft, que é ligado à desafios que o jogador pode fazer (mate x inimigos com uma arma para conseguir a blueprint básica dela, mate x elites com essa arma para liberar a blueprint rara e assim por diante) para liberar o craft das armas e componentes. É interessante que as habilidades dos Javelins são drops também, então se você quiser congelar os mobs com frost shards, se primeiro tem que dropar a habilidade, e elas tem nível e raridade, assim como as armas.
E é claro, não da pra deixar de falar do sistema de customização dos Javelins, que é extremamente robusto. Cada Javelin tem cerca de 8 (ou 7? não lembro exatamente) áreas que podem ter as cores alteradas. Não só as cores, mas como o tipo de material também! O Storm da foto, por exemplo, os braços e pernas são plástico duro em preto, as partes metálicas são ouro (os metais não são 100% customizáveis, eles são baseados nos metais reais, ouro, prata, cobre, etc) e a capa e as tiras são em látex. Na demo todos os materiais e as cores estavam liberadas, mas não sei se vai ser assim na versão final. Além das cores, você pode alterar o estado do Javelins (novo, velho, sujo, etc) que altera drasticamente a aparência. Os sistema é realmente incrível.
Além das cores, você pode aplicar vinis sobre a armadura, que funcionam como adesivos que vão por cima da pintura e alterar as partes do corpo com skins. No Storm se podia alterar as pernas, peitoral, braços e capacete. Esse da foto está com os quatro aplicados, nos comentários posto uma foto da versão original para comparação. Na demo, tanto as partes do corpo, quanto os vinis (e os emotes também) precisavam ser comprados.
Isso nos dá o gancho para falar sobre microtransações. A Bioware já falou que o jogo VAI ter microtransações e provavelmente vão ser sobre esses itens descritos acima. Mas por outro lado, não vão haver lootboxes. Se quer algo, se compra aquilo. É bem provável que os itens da loja de cosméticos tenham uma rotação periódica para dar aquela sensação de urgência e levar as pessoas a gastarem dinheiro.
Mas por outro lado, acredito que há esperança no modelo adotado por eles. A Bioware também deixou claro que todos os cosméticos também vão poder ser comprados com dinheiro do jogo. Alguns vão ser liberados exclusivamente por conquistas.Naturalmente, espero que você dê pra comprar todos, mesmo com tempo intensivo de jogo, mas essa possibilidade também pode ser algo que sirva de motivo para o jogador continuar jogando. Outro ponto positivo é que também foi anunciado que não vai haver season pass. A Bioware disse que não quer dividir a playerbase e os conteúdos de história vão ser fornecidos gratuitamente! Mas também falaram da possibilidade de vender novos Javelins. Eu acredito que os conteúdos gratuitos sejam algo na linha dos conteúdos trimestrais do FFXIV, ou dos DLCs que se compra com crows no ESO ou ainda algo na linha dos conteúdos do seasson ou annual pass do Destiny, mas que grandes expansões (nos moldes do Forsaken ou The Taken King, ou Summerset, ou ainda Stormblood) vão existir e serão vendidas separadamente. Mas isso é algo que ainda vamos ver. O que foi confirmado é, os conteúdos de história serão gratuitos e os cosméticos e novos Javelins serão pagos.
Anthem (Imagem Divulgação)
Gosta de Destiny?
Para concluir, eu sou um cara que gosta muito de Destiny e do modelo de jogos como Destiny. Joguei os dois e, apesar da minha decepção com a Bungie depois do Curse of Osiris, este é um jogo que eu ainda guardo com muito carinho. Só não tenho mais vontade de gastar dinheiro com ele (¯\_(?)_/¯). Joguei (por menos tempo, mas joguei) e gostei de The Division e Warframe também. Nenhum dos dois eu gostei tanto quanto Destiny. The Division, a ambientação e os skills são muito pé no chão, falta aquela sensação de power fantasy que eu citei no começo do texto (o que parece que foi a uma eternidade agora, não?). Já o Warframe eu acho o design aleatório de levels e falta de conteúdo endgame um tanto broxante. Estas minhas reclamações não se aplicam ao Anthem, o que me faz ficar muito empolgado com esse jogo.
Nem tudo são flores, há algumas preocupações. Tem a parte técnica da demo que PRECISA ser resolvida. Alguns outros problemas, entre bugs e QOF que eu gostaria que fossem endereçados durante a vida do jogo (alguns já foram sanados, segundo o report da Bioware sobre o fim de semana) e falta saber se o jogo vai ter um endgame robusto (alguém ai disse RAID?). Mas eu acredito que há bastante esperança pela frente. Os devs estão em comunicação constante com os jogadores no Reddit. Sério eu nunca vi algo nesse nível. Eles são muito ativos no subreddit (/r/AnthemTheGame) e estão sempre ouvindo o nosso feedback e nos informando sobre o que está sendo considerado (hello Bungie, aprende ai). Tanto que, na reta final de desenvolvimento, eles adicionaram uma área social compartilhada a pedido dos jogadores! Não estava nos planos, eles ouviram e fizeram. Isso é o tipo de atitude que me faz acreditar que vai ser um bom jogo. E foi isso (e ter jogado o alpha 😀 ) que me fez decidir pela pre order.
Agora, vale a pena comprar o Anthem? Sei lá! Você é fã de looter shooter? As chances são que você vá gostar do jogo, pelo menos em algum nível. Não é? Esquece, o jogo não vai te fazer gostar de algo que se não gosta. (nenhum vai, para de ser chato). Você quer uma experiência single player? Não acho que esse jogo é pra você. Acredito que muito da diversão vai vir em jogar com os amigos (assim como o tempo solo que joguei Destiny foi frustrante e me levou a largar o jogo). Lembre-se, o jogo foi criado com o conceito de mundo compartilhado. Ele pode ter uma história, mas as missões são feitas para jogar em conjunto. Só não vale reclamar de algo que o jogo não é/pretende ser.
Anthem será lançado em 22 de fevereiro para PlayStation 4, Xbox One e PC.
O apocalipse da guerra civil tem um novo alvo em The Division 2: Washington D.C. Você, agente ativo do grupo da Division terá a missão de salvar a cidade antes que o caos espalhe. Prepare seu equipamento que vamos as ruas combater a instabilidade das anarquias Sucogamer.
The Division 2 realoca o caos que iniciou em seu antecessor durante o ataque bio-terrorista na Black Friday. Assim você é apresentando a uma obra de pura autenticidade na reconstrução da capital norte-americana para esse jogo.
A analise desse primeiro gole está refletida no acesso aos servidores beta do jogo. As áreas de exploração e evolução do personagem estavam limitadas, mas suficientemente otimizadas da sua versão anterior.
The Division 2 (Screenshot: Suco de Mangá)
Nova vizinhança
A Casa Branca é uma das construções que a equipe da Division usa de base de operações. O que se compreende é que no jogo final, muitas das funcionalidades virão de NPC que você salvará em missões. Da mesma forma, zonas seguras tem upgrades delas, como uma área de vídeo-games para recreação das crianças.
Uma das mecânicas que chama a atenção é o auxilio dos civis que estão no perímetro. As missões de retomada de áreas traz um confronto intenso. Que pode ser facilitado com o auxilio desses civis.
A lógica de RPG tático com os equipamentos e dano é importante também. As habilidades como o uso de uma torreta drone, pode facilitar um avanço durante a missão. Ou se você é um expert em tiros, um tiro na cabeça pode oferecer bônus de experiencia a mais.
The Division 2 (Screenshot: Suco de Mangá)
O seu personagem está mais versátil e com ótima mobilidade em The Division 2, com técnicas de escalada aprimoradas pelo cenário e até mesmo uso de rapel em prédios. Zonas subterrâneas estão presentes também e conflitos aleatórios, traz um charme a mais.
Com 4 antagonistas querendo derrubar a capital: Os Herdeiros, as Hienas, os Exilados e a Pata-Negra. Cabe você agente a combater o caos eminente. Fato que você poderá passar raiva em alguns combates principalmente com os inimigos corpo-a-corpo.
The Division 2 (Screenshot: Suco de Mangá)
A estética do jogo está boa, mas a configuração para PC requer boa maquina e processamento para que não haja pequenas travadas. O Teste Beta mostrou que houve umas instabilidades no server mas que foram corrigidas.
The Division 2 tem seu lançamento previsto para 15 de março, para PlayStation 4, Xbox One e Uplay para PC. Entre em Washington D.C agente e proteja a ordem! Fique atento ao seu rádio, vai que um jogador próximo precisa de sua ajuda!
A Deep Silver e a 4A Games acabam de anunciar que Metro Exodus já está disponível em todo o mundo para Xbox One, PlayStation 4 e PC. Um trailer de lançamento foi disponibilizado e vocês podem ver logo abaixo.
Depôs de cinco anos de desenvolvimento, Metro Exodus nos mostra como Artyom e seu grupo de Spartan Rangers escaparam do metrô de Moscou para embarcarem em uma épica e grandiosa viajem através da Rússia pós-apocalíptica.
“Embarque no Aurora, uma locomotiva a vapor altamente modificada, e junte-se a um punhado de sobreviventes enquanto eles buscam uma nova vida no oriente.”